NASA divulga fotos incríveis da Terra durante a noite

Superinteressante:

Um novo satélite da NASA e da NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) capturou imagens incríveis da Terra vista do espaço sem nuvens e durante a noite (veja abaixo). Nas fotos, é possível ver a beleza natural do planeta. Mas o que realmente impressiona são as luzes das construções humanas, que ficam mais concentradas na Europa e América do Norte.

Muitos satélites são equipados para capturar imagens da Terra durante o dia, quando podem observar o planeta inteiramente iluminado pelo Sol. O novo satélite da Agência Espacial Americana tem um sensor diferente, que permite a observação da atmosfera e superfície da Terra durante o período noturno.

Veja as imagens:

Terra vista do espaço durante a noite

Terra vista do espaço durante a noite

Terra vista do espaço durante a noite

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    Aos 118 anos, baiana pode ser a mulher mais velha do mundo

    Deu na Folha de S. Paulo

    Ela fez 118 anos dois dias após a mulher mais velha do mundo pelo “Guinness World Records”, o livro dos recordes, morrer com 116 no início do mês nos Estados Unidos.

    118

     

    (Foto:Reprodução/Folha de S. Paulo)

    Mas a baiana Eurides Fagundes, nascida em Salvador em 6 de dezembro de 1894, diz não ligar para a marca. “Pra que mexer nessas coisas, meu filho? Tá tudo legal assim”, ri “Vovó”, como é chamada na associação beneficente em que mora na capital da Bahia.

    “Ela ainda é tão lúcida que, às vezes, a gente até desconfia da idade”, diz Maria Helena, 51, cozinheira do local.

    A data está na certidão de nascimento (emitida em 1976) e no documento de identidade (1993). No cartório indicado, todos os números batem.

    Segundo o livro de registros A-239, a certidão foi conseguida graças a um despacho judicial, como a lei obrigava até 2008 em casos do tipo. “Deve ter levado testemunhas, o que tinha de documentação na época, e o juiz determinou”, diz Ourisval Filho, o oficial do cartório.

    “É passível de erro, mas é bem mais provável que esteja certo”, acrescenta, em discurso semelhante ao do presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil, Rogério Bacellar. “Para garantir, só com exames. Mas ter uma pessoa com 118 anos é uma glória ao país”.

    Então dona do recorde no Guinness, a americana Besse Cooper havia herdado o posto de uma brasileira, a mineira Maria Valentim, que viveu até junho de 2011 e tinha 48 dias a mais. Procurada pela reportagem, a entidade disse que a iniciativa de ter o título deve partir do interessado.

    A direção da Asgap (Associação Solidariedade Grupo de Apoio ao Paciente Portador de Câncer), onde Eurides mora há 15 anos, diz ser contra uma “superexposição”.

    Vovó foi deixada pela família quando teve câncer de colo de útero. Curada, passa as noites de Natal com o sobrinho, em Candeias, região metropolitana. Nunca conheceu o pai, não se casou e não tem filhos –um morreu na gestação. Cresceu com a mãe, sem brechas para “dançar e namorar”, segundo lembra.

    Diz ter conhecido Maria Bonita e Lampião, nascido quatro anos depois. “Moreno, de chapéu, fazia sucesso lá. Assustava toda a freguesia. Uma agonia… Deus me perdoe.”

    Com 1,41 m de altura e 34 quilos, tem diabetes e pressão alta. O prontuário no Hospital Santa Izabel ainda aponta para recentes infecções respiratórias. Consegue andar sozinha, porém passa a maior parte do tempo deitada.

    É proibida de comer batata. “Dá dor no estômago”, reclama. Alimenta-se até seis vezes por dia. A predileção por carne assada com farinha seca foi substituída por peixe. Não gosta de novela. Prefere ver jornal. Ex-dona de casa, sente saudade de quando “varria, lavava prato, cozinhava e forrava as camas”.

    O segredo da longevidade? “Não ficar pensando nisso”.

    Papo encerrado, chama o repórter para um aviso. “Ei, meu neto, por que não veio ao meu aniversário [semana passada]? Foi tão bonito… Venha para o próximo, viu?”.

     

     

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      Morre homem que doou sangue 187 vezes durante a vida

      O comerciante catarinense que doou sangue 187 vezes entre 1958 e 2006 morreu aos 73 anos, na sexta-feira (14), em Curitiba, onde foi internado por causa de um câncer. Orestes Golanovski era de Canoinhas, no Norte de Santa Catarina, e doou mais de 90 litros de sangue no período. O enterro foi por volta das 17h30 desde sábado (15), em sua cidade natal.

      doador

       

      (Foto: Reprodução/Site G1)

      De acordo com o filho Silmar, a primeira doação do pai foi em 1958, quando Orestes prestava o serviço militar, no Rio de Janeiro. Em 1969, quando já estava de volta a Canoinhas, uma mulher grávida estava com hemorragia e precisava de sangue. “Meu pai foi doar, mas não foi suficiente. Outra pessoa foi chamada, mas queria cobrar pela ação. Então ele decidiu doar pela segunda vez no dia”, conta o filho. Ainda assim, as doações não foram suficientes. A criança foi salva, mas a mulher morreu. “Isso fez com que ele prometesse que a partir daquele dia nunca mais deixaria ninguém da cidade morrer por falta de sangue”, complementa Silmar.

      A partir de então, Golanovski começou a mobilizar a comunidade e alertar para a importância de doar sangue. Em 1991, fundou a Associação dos Doadores de Sangue da Região de Canoinhas (Adosarec). O grupo começou com 15 pessoas e neste ano ultrapassa 4 mil doadores. “O maior legado dele é que conseguiu estabelecer na cidade a cultura da doação de sangue. A situação em outros locais geralmente é crítica. Aqui, para cada bolsa de sangue que nós necessitamos, coletamos outras três para serem distribuídas no restante do estado”, conta Silmar, orgulhoso do pai.

      Ainda conforme o filho, o trabalho foi estruturado a partir de grupos. São mais de 70 cadastrados na associação. Cada grupo possui um coordenador, que é acionado quando há falta de sangue em algum local. Ele marca um horário com os doadores disponíveis e um microônibus vai buscá-los e os leva para a coleta. “Todos fazem isso sem receber nada, sem perguntar para quem é, sem conhecer quem recebe. Isso se repete 10, 20 e até 1000 vezes no ano. Já levamos doadores para São Paulo e Porto Alegre diversas vezes, quando não há pessoas suficientes nestes locais”, relata ele, que também é doador, a exemplo do pai.

      Há cerca de 15 anos, Golanovski representou a Associação em um evento da Federação Internacional das Organizações de Doadores de Sangue, que ocorreu no Brasil. “Neste dia eles apresentaram um italiano como o maior doador do mundo. Porém, ele estava com mais de 80 anos e havia doado 130 vezes. Meu pai ainda era doador na época e já contabilizava mais de 160. Ao se apresentar, foi então considerado o maior de que tinham notícia”, completa Silmar.

      A última doação de Orestes foi em junho de 2006, quando completou 65 anos, idade limite para doar. “Ele cumpriu a promessa e vamos continuar trabalhando para que ela não seja quebrada”, finaliza o filho.

      Um Belo exemplo

      Do G1

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        Um em cada três pedestres se distrai com o celular ao atravessar a rua

        Um em cada três pedestres se distrai na hora de atravessar a rua, inclusive cruzamentos movimentados e perigosos, porque está entretido com seus celulares. Foi o que indicou um estudo da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. Para os autores, falar ao telefone e trocar mensagens, entre outras atividades, faz com que um indivíduo se arrisque ao ignorar os semáforos, atravessar em lugar errado ou não olhar para os dois lados da via.

        Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores passaram três meses analisando o comportamento de pedestres em 20 cruzamentos movimentados na cidade de Seattle, nos Estados Unidos. Ao todo, 1.102 pessoas de 25 a 44 anos foram observadas, sendo que a maioria (80%) estava sozinha quando atravessou a rua. Apenas um em cada quatro pedestres obedeceu todas as medidas de segurança na hora de atravessar — ou seja, obedecer aos semáforos, atravessar na faixa de pedestres e olhar para os dois lados.

        Cerca de 30% das pessoas analisadas estavam mexendo no celular quando atravessaram a rua — sendo que 10% estavam ouvindo música; 7%, mandando mensagem de texto; 6% falando ao telefone; e o restante, realizando outra atividade. De maneira geral, aquelas que estavam distraídas com os celulares levaram mais tempo para atravessar a rua (até 1,3 segundo a mais).

        Torpedos – Os pesquisadores concluíram que mandar mensagem de texto é a atividade mais arriscada de se fazer na hora de atravessar a rua. Pessoas que faziam isso foram as que demoraram mais tempo (18% a mais do que a média) para fazer a travessia e foram até quatro vezes mais propensas a ignorar os semáforos, atravessar em lugar errado ou deixar de olhar para os dois lados da via.

        A partir dessas conclusões, publicadas nesta quarta-feira no periódico Injury Prevention, do grupo British Medical Journal (BMJ), os pesquisadores sugeriram que, assim como acontece com o álcool ao volante, sejam consideradas medidas que controlem o uso dos aparelhos móveis para pedestres.

        Com informações da Veja

        Pesquisa do Ipea aponta Nordeste como a região mais feliz do país

        Uma pesquisa que será divulgada nos próximos dias pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), mostra o nordeste como a região mais feliz do Brasil, além disso o estudo mostra que o dinheiro deve trazer, sim, felicidade.

        Para avaliar o nível de felicidade e a relação com o dinheiro, o instituto utilizou uma escala de zero a dez, a nota média para a satisfação com a vida de quem recebe mais de dez salários-mínimos é 8,4, contra 6,5 de quem sobrevive com o mínimo. A nota dos sem-renda é de apenas 3,7.

        A pesquisa do IPEA, mostra  que a nota média de felicidade brasileira hoje é 7.1. O resultado situa o país em 16º lugar entre 147 nações. Há dois anos, a felicidade geral do Brasil era de 6,8.

        Apesar de pobre, mas com renda em crescimento há uma década, a região mais feliz do país é o Nordeste, com nota média de 7,4.

        Se fosse um país a região estaria em 9º lugar no ranking global. Um degrau acima da Finlândia e um abaixo da Bélgica.

         

        Por Lauro Jardim, na Coluna Radar

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          Consumidor deve evitar compras de última hora por impulso, alerta Ibedec

          O Natal está próximo e o consumidor que planeja fazer as compras em cima da hora deve evitar agir por impulso. É o que recomenda o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec). Segundo o presidente da instituição, Geraldo Tardin, quando uma pessoa age dessa forma, só aumenta a estatística de boa parte da população brasileira considerada super endividada.

          Com base em pesquisas, Tardin lembra que dos 73% dos brasileiros que têm dividas, quase 40% não conseguem sair do vermelho. E segundo ele, um dos problemas é a compra com o cartão de crédito. “Grande parte dessas dívidas foram efetuadas em compras de cartão. Pena que o consumidor não entende que se ele compra com o cartão passa a comprometer o salário do mês que vem. Não paga agora, mas no próximo mês terá que pagar”, alerta.

          Outro alerta é sobre as compras em comércio popular. O presidente do Ibedec lembra que a primeira coisa que o consumidor deve observar é a procedência dos produtos e se existe certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), principalmente no caso de brinquedos.

          Geraldo Tardin recomenda ainda que o consumidor, no caso dos brinquedos, fique atendo à faixa etária da criança que irá receber o presente. “Não adianta dar um brinquedo com uma faixa etária superior. Não é que a criança não tenha a capacidade de intelectual de brincar, mas os brinquedos para faixa etária superior têm peças menores”, disse. Essas peças, explicou, podem provocar acidentes ao serem engolidas.

          No caso da certificação do Inmetro, a garantia é que o produto não esteja contaminado com substâncias nocivas à criança, como tintas ou outros produtos químicos. Se o presente for eletroeletrônico, o comprador deve observar se existe assistência técnica na cidade onde reside. “É importante evitar os produtos chamados de “genéricos” [sem marca] ou “paralelos” [cópias] porque a durabilidade é muito inferior”, destaca.

          O consumidor deve pedir ainda ao vendedor, no caso do comércio popular, a nota fiscal, se possível, ou qualquer outro comprovante de pagamento e não pagar com cheque ou cartão de crédito. “Se tiver oportunidade de pagar com dinheiro, melhor, porque esses comércios populares são, muitas vezes, a porta de entrada para a clonagem de cheque, clonagem do número de cartão e as respectivas senhas”, alerta.

          Outro problema comum é em relação à troca de mercadorias. O consumidor faz muita confusão e pensa que tem o direito de trocar o presente. Na verdade, o Código de Defesa do Consumidor prevê a troca de produtos no prazo de sete dias quando a compra é indireta. Ou seja, se a compra for feita por meio de catálogos, telemarketing ou internet.

          Nesses casos, a recomendação é que o consumidor pode desistir da compra. Caso ele tenha ido à loja e comprado o presente e depois se arrepender, a regra não vale. A exceção é se existir defeito ou se a regra da loja é de efetuar a troca. Mas o procedimento não é obrigatório.

          “O que muitos lojistas fazem é um pacto de cordialidade, em busca de fidelidade do cliente, porque sabem que a pessoa que ganhou o presente, ao trocá-lo, pode se interessar por mais um produto da loja”, explica.

          Eletrodomésticos e eletroeletrônicos, se comprados com defeito, não devem ser levados à loja. O produto deverá se encaminhado à assistência técnica e, caso os técnicos não repararem em 30 dias, o consumidor terá a possibilidade de trocar. É importante documentar todos os procedimentos. Quando o produto for elevado à assistência técnica deve-se pedir o comprovante da ordem de serviço, com a hora e data da entrada do item, as especificações e os problemas detectados, além da previsão de entrega.

          Da Agência Brasil

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            Suspeito do massacre nos EUA era ‘inteligente, tímido e se vestia bem’

            Os antigos colegas de classe de Adam Lanza, de 20 anos, apontado pela imprensa americana como o autor do massacre que deixou 27 mortos, sendo 20 crianças, o descrevem com um garoto tímido e que se vestia bem.

            Ex-estudantes da Sandy Hook School, onde ele estudou, dizem se lembrar muito pouco de Lanza. Dizem que ele era um estudante esforçado, que mal falava durante as aulas.

            A polícia anunciou que está investigando se o atirador tinha algum desvio de personalidade.

            A imprensa também ressalta o lado tímido do suspeito. Ele não aparece em nenhuma foto nos registros da escola. Aparentemente, não tinha conta na rede social Facebook e quase nenhum registro de fotos nos buscadores da internet.

            ‘Inteligente e nervoso’

            Adam Lanza vivia com sua mãe nos arredores de Newtown, a oito quilômetros de Sandy Hook School.

            Outros ex-colegas também o descrevem como inteligente, embora tímido e nervoso.

            Olívia de Vivo disse ao jornal The New York Times que “nunca” o viu ficando com ninguém.

            “Eu nem consigo me lembrar de ninguém que possa ser associado a ele”, diz.

            ‘Pais carinhosos’

            Segundo a tia do suspetio, Marsha Lanza, o rapaz foi criado por pais carinhosos, que nunca teriam duvidado em procurar ajuda para ele, caso suspeitassem de algo errado.

            Os pais divorciaram em 2009, mas já não viviam juntos três anos antes disso. Peter Lanza, o pai, mudou-se para outra cidade de Connecticut, Stamford, onde se casou novamente.

            Nancy, a mãe, continuou a viver na casa da família. Acredita-se que ela também tenha sido morta por Lanza, já que seu corpo teria sido encontrado em sua casa, segundo a imprensa americana.

            O único irmão, Ryan Lanza, de 24 anos, vive em Nova Jersey, onde trabalha para uma empresa de consultoria.

            Ele está ajudando a polícia nas investigações.

            Relatos de conhecidos dizem que ambos ficaram deprimidos durante o divórcio dos pais.

            Da BBC Brasil

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              Mãe é flagrada dando mamadeira com vinho para filho de nove meses

              Câmeras de segurança da Guarda Municipal de Curitiba, no Paraná, flagraram um casal de 17 anos dando mamadeira com vinho para um bebê de nove meses, na quinta-feira (13). A mãe do bebê estava acompanhada do namorado, que não é o pai da criança. A situação aconteceu no Centro Histórico da cidade.

              De acordo com a Guarda Municipal, os dois adolescentes alegaram ter misturado a bebida com água para acalmar o bebê que estava chorando.

              O bebê foi levado para um abrigo da prefeitura de Curitiba durante a madrugada desta sexta-feira (14). A criança passa bem e continua no local até a Justiça decidir com quem ela vai ficar.

              Clique aqui pra ver o vídeo.

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                OAB/RN vai colher assinaturas para o projeto de lei do Estatuto da Diversidade Sexual na Parada do Orgulho LGBT

                A Comissão de Diversidade Sexual e Combate à Intolerância da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte vai participar neste domingo (16) da 14ª Parada do Orgulho LGBT de Natal. Na oportunidade, será montado um stand na concentração do evento, a partir das 15h, em frente ao supermercado Extra, da Avenida Roberto Freire. A ideia é recolher assinaturas para a entrega do projeto de Lei do Estatuto da Diversidade Sexual, por iniciativa popular, ao Congresso Nacional.

                O Fórum LGBT Potiguar, defende a ideia de militância LGBT de todo o Brasil seguir um tema que dê norte em todas as Paradas para um discurso afinado e mais unificado. Neste ano, o Fórum leva às ruas da capital potiguar o tema: “Homofobia tem cura: Criminalização e Educação” – mesmo tema da parada da capital paulistana.

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                  Brasileiros estão entre os mais lentos para retomar ritmo de trabalho após férias

                  Os profissionais brasileiros estão entre os que mais demoram a retomar o ritmo normal de trabalho após as férias, aponta pesquisa global da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, realizada com 1.777 diretores de RH de 15 países e grandes centros. Na média mundial, 74% dos entrevistados revelam que o ritmo normal é recuperado em até dois dias, enquanto no Brasil o índice é de 58% para esta faixa de tempo.

                  De acordo com a pesquisa, no entanto, 29% dos diretores de RH brasileiros dizem que os profissionais demoram entre três e quatro dias para retomar o padrão habitual de trabalho após as férias. Dentre todos os países e grandes centros pesquisados, o Brasil é que o aparece com maior índice nesta faixa de tempo. Já 11% dos entrevistados do país registram que os colaboradores tardam em até uma semana.

                  Na média mundial, apenas 18% dos entrevistados disseram que os profissionais demoram entre três e quatro dias para retornar ao ritmo normal e 7% até uma semana. No Chile, 19% dos entrevistados revelaram que os profisionais podem levar uma semana para retomar o ritmo normal de trabalho.

                  A pesquisa também avaliou como a carga de trabalho é gerenciada quando membros da equipe estão de férias. A principal maneira de administrar a demanda de trabalho é delegando tarefas para outros funcionários, de acordo com 72% dos diretores de RH brasileiros e 66%, na média mundial. A segunda opção mais escolhida é a que os gerentes assumem as responsabilidades (34%, no Brasil, e 35%, na média global).

                  Para 28% dos entrevistados brasileiros, quando membros da equipe estão de férias os prazos são perdidos, enquanto na média mundial apenas 20% apontaram esta opção. Um em cada cinco diretores de RH do Brasil (20%) apontaram ainda que os projetos são colocados em espera nestas situações. Mundialmente, 21% escolheram esta opção. Ainda de acordo com o levantamento, no Brasil, apenas 5% dos diretores de RH brasileiros admitem contratar profissionais temporários para substituir os funcionários de férias. Neste caso, a média global é de 8%.

                  Risco de divórcio faz mulheres trabalharem mais, diz estudo

                  O aumento do risco de divórcio incentiva as mulheres a trabalhar mais horas fora de casa, aponta nova pesquisa da London School of Economics (LSE), coordenada pelo Dr. Berkay Özcan e publicado na última edição da European Economic Review. De acordo com o estudo, para cada um ponto percentual de aumento no risco de um rompimento matrimonial, as mulheres trabalham um período de 12 minutos extras por semana.

                  Dr. Özcan e seus colaboradores usaram a legalização do divórcio na Irlanda em 1996 para determinar como as taxas subsequentes de divórcio afetaram a participação feminina no mercado de trabalho.

                  “Vimos que as mulheres que estão em maior risco de se divorciarem aumentam significativamente o tempo de trabalho. Isso não quer dizer que aquelas que trabalham fora têm mais chances de se separarem. Muito pelo contrário: diante de uma probabilidade crescente de divórcio, as mulheres trabalham mais, mesmo que no fim tenham se separado ou não. Elas trabalham mais como uma forma de garantia, segurança, no caso de concretização do divórcio ou como antecipação ao fato”’, afirma Özcan.

                  Na Irlanda, após a legalização do divórcio, mulheres casadas que não eram religiosas passaram a trabalhar 18% a mais em comparação com as religiosas, usadas como parâmetro pelos pesquisadores porque não se viram afetadas pela nova lei do divórcio: a taxa de separação entre elas se manteve estável, enquanto que o percentual de divórcio foi marginal. De acordo com os pesquisadores, não houve nenhuma evidência significativa de que os homens passaram a trabalhar mais devido ao aumento do risco de divórcio.

                  Os pesquisadores notaram que o aumento do tempo de trabalho fora de casa não foi compensado por uma diminuição do tempo gasto com os cuidados com as crianças ou aumento do tempo dedicado à educação dos filhos por parte dos pais.

                  “O resultado de nossos estudos sugerem que a mudança dos padrões de trabalho das mulheres fora de casa não foi acompanhada por uma diminuição das tarefas domésticas. Mulheres que optaram por passar mais tempo trabalhando, em caso de divórcio, podem ter feito isso, pelo menos no curto prazo, em detrimento de seu tempo de lazer e, potencialmente, do seu bem-estar”, conclui o professor.

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                    Em São Paulo, Papai Noel de shoppings evita dar colo a crianças

                    O “ho ho ho” grave e o jeito bonachão permanecem os mesmos. Mas dos anos 1970 – quando a presença de Papai Noel começou a ser comum nos shoppings de São Paulo – para os dias de hoje, muito mudou na maneira de ser e de agir do personagem. Um exemplo bastante atual – e característico – é que em alguns endereços paulistanos, como o Shopping Cidade Jardim, crianças já não são bem-vindas no colo do bom velhinho.

                    “É apenas um cuidado de abordagem”, minimiza a superintendente do shopping, Renata Fava. A assessoria de comunicação, entretanto, confirma que a direção preferiu ter um assento ao lado do trono para a criança. No Frei Caneca, a situação é parecida. “A orientação é para que o Papai Noel procure colocar a criança ao lado, em vez de pegar no colo”, comenta a gerente de marketing, Andreia Perini. “É claro que ele não pode frustrar uma criança que chega já se jogando no colo, mas pedimos para fazer de tudo para evitar.”

                    A mesma orientação é seguida pelo Anália Franco. “Instalamos um trono mais largo, com lugar para que a criança se sente ao lado do Papai Noel”, explica a gerente de marketing, Fabíola Soares. “Não se trata de proibição ou de regra rígida. Deixamos a decisão final, sobre sentar no colo ou não, a critério da família.”

                    Papais Noéis ouvidos pelo Estado foram unânimes em criticar a medida. “Imagine só a frustração da criança, que espera o ano inteiro para correr para o colo ganhar um abraço do Papai Noel…”, diz um deles que, com receio de perder contratos futuros, pediu para não ter seu nome revelado. “É preciso jogo de cintura, mas não pode haver esse tipo de restrição”, comenta José Sakatauskas, de 64 anos, que foi Papai Noel por 16 e atualmente está afastado da função.

                    Considerado o Papai Noel brasileiro mais antigo em atividade – são 45 anos de profissão -, Silvio Ribeiro, de 63, explica que essa preocupação surgiu depois que um shopping americano foi processado por um pai que fotografou o bom velhinho com a mão sobre a perna de sua filha. “Mas essa ‘proibição’ de alguns shoppings é algo meio irreal”, pondera. “A criança quer se sentar no colo do Papai Noel. O relacionamento da criança com o Papai Noel é uma coisa bonita, lúdica. Ela se sente confortável no colo do Papai Noel.”

                    Especialistas também tendem a ver esse excesso de zelo como uma postura neurótica. “Não vejo nenhum mal no fato de o Papai Noel botar uma criança no colo”, diz o psicólogo Carlos Eduardo Carvalho Freire, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Por outro lado, ele diz que não acredita que essa proibição possa atrapalhar o lugar do bom velhinho no imaginário da criança. “Vejo um problema no fato de que hoje vivemos em uma sociedade que visa ao controle total de tudo. O que é impossível e evidencia nosso medo dos riscos inerentes ao existir.”

                    Do Estadão

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                      Morte de enfermeira de Kate após trote abre polêmica internacional

                      (Foto:Reprodução Internet)

                      O presidente da empresa que controla a rádio australiana 2Day FM disse que os dois radialistas que deram um trote na enfermeira que cuidava de Kate Middleton foram afastados, embora “não tenham quebrado nenhuma lei”, e que o fato de a funcionária do hospital ter sido encontrada morta é uma “tragédia”.

                      Rhys Holleran disse que os radialistas Mel Greig e Michael Christian, que se fizeram passar, respectivamente, pela rainha Elizabeth 2ª e o príncipe Charles, estão “completamente devastados” pela morte da enfermeira Jacintha Saldanha, que tinha 46 anos.

                      Os anunciantes do programa, cuja edição de terça-feira de manhã apresentou o trote, cancelaram a publicidade e a atração acabou sendo retirada do ar.

                      Em entrevista coletiva em Melbourne, na Austrália, Holleran disse não acreditar que a dupla tenha quebrado qualquer lei.

                      O posicionamento chega em resposta ao chefe do King Edward’s 7º Hospital, John Lofthouse, que na terça-feira disse ter “recebido orientações de que o que os radialistas australianos fizeram pode muito bem ter quebrado a lei”.

                      A 2Day FM diz que a ligação telefônica passou por seus advogados antes de ir ao ar.

                      “Este é um caso trágico que não poderia ter sido previsto e nós estamos profundamente entristecidos. Eu acho que trotes telefônicos são uma ferramenta utilizada por rádios há muitas décadas, ao redor do mundo, e ninguém poderia ter previsto o que aconteceu”, disse Holleran.

                      O executivo acrescentou que a dupla de radialistas foi afastada por tempo indeterminado.

                      O correspondente da BBC em Sydney, Duncan Kenendy, diz que mais de 10 mil usuários postaram comentários na página da rádio no Facebook, a vasta maioria condenando o trote feito pelos radialistas.

                      Em comunicado, a primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard, disse lamentar a morte da enfermeira e enviou condolências à família.

                      Condolências e esclarecimentos

                      A Agência de Mídia e Comunicações da Austrália (ACMA, na sigla em inglês), recebeu reclamações formais após a transmissão do programa, ainda antes da morte da enfermeira.

                      Seu presidente, Chris Chapman, enviou condolências à família de Saldanha e adiantou que o regulador abrirá uma investigação para averiguar o caso.

                      “Estes acontecimentos são uma tragédia para todos e eu envio minhas sinceras condolências à família da enfermeira falecida em Londres. A ACMA não pretende fazer quaisquer comentários neste momento, mas entramos em contato com a 2Day FM Sydney para esclarecer os fatos e questões em torno do trote telefônico”, diz.

                      Em comunicado, a família da enfermeira disse estar “profundamente entristecida pela perda de nossa querida Jacintha” e pediu o respeito da mídia.

                      Uma enfermeira que foi vítima de um trote quando a duquesa de Cambridge, Kate Middleton, estava internada no hospital de Londres onde ela trabalhava foi encontrada morta nesta sexta-feira. O príncipe William e sua mulher disseram em um comunicado que estão profundamente entristecidos com a morte da enfermeira Jacintha Saldanha.

                      A polícia foi chamada às 9h35 (7h35 de Brasília) de sexta-feira por testemunhas que encontraram a mulher inconsciente na região central de Londres.

                      Na madrugada da última quarta-feira, Saldanha estava trabalhando quando atendeu a uma ligação de dois radialistas da Austrália que diziam ser a rainha Elizabeth 2ª e o príncipe Charles.

                      Sem saber que tratava-se de um trote da emissora 2Day FM, de Sydney, a enfermeira passou a ligação para uma colega, que revelou detalhes do estado médico de Kate aos radialistas.

                       

                      ‘Confusa’

                      Jacintha Saldanha, que era casada e tinha dois filhos, atendeu o telefonema porque no horário da ligação, às 5h30 locais (3h30 de Brasília), não havia telefonistas no hospital.

                      Segundo o jornalista da BBC Nicholas Witchell, há relatos de que ela teria se sentido muito solitária e confusa depois do trote.

                      Um porta-voz da família real disse que “em nenhum momento o palácio reclamou para o hospital a respeito do incidente”.

                      A BBC apurou que Saldanha não foi suspensa ou alvo de processo disciplinar no hospital por ter sido enganada pelos autores do trote.

                      “Estamos chocados. Confirmamos que Jacintha recentemente foi vítima de um trote para o hospital”, afirmou o diretor do hospital John Lofthouse. “Nós estávamos a apoiando durante este período difícil.”

                      “Jacintha trabalhou no hospital King Edward’s 7º por mais de quatro anos”, acrescentou. “Ela era uma enfermeira excelente, respeitada e popular entre os colegas.”

                      A Scotland Yard afirmou que o caso não está sendo tratado como morte suspeita.

                      Kate Middleton foi internada no hospital na última segunda-feira, devido a enjoos agudos ligados à gravidez, e recebeu alta na quinta-feira.

                      Os radialistas australianos autores do trote serão afastados temporariamente de seu programa, “em respeito ao que só pode ser descrito como uma tragédia”, disse um representante da emissora.

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                        Dormir horas a mais ajuda a combater dores, diz estudo

                        Dormir quase duas horas a mais por noite pode melhorar drasticamente o estado de alerta de uma pessoa e reduzir a sensibilidade à dor. Segundo o jornal Daily Mail, pesquisadores disseram que dormir quase 10 horas por noite – em vez das oito horas recomendadas – é mais eficaz no tratamento de dores do que tomar codeína.

                        O estudo utilizou 18 pessoas, livres de dor, que dormiram oito horas por quatro noites e quase 10 por mais quatro noites. Pesquisadores constataram que quando dormiam mais ficavam mais alertas durante o dia. Além disso, tiveram menos sensibilidade à dor. Notou-se ainda que eles conseguiam ficar com o dedo em uma fonte de calor 25% mais tempo do que quando dormiram menos.

                        Dr. Timothy Roehrs, especialista em distúrbios do sono, disse que os resultados sugerem a importância de um sono adequado no tratamento de dor crônica. “Ficamos surpreendidos pela redução da sensibilidade à dor, comparada com a de tomar codeína.”

                         

                        Via Jornal do Brasil

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                          Cresce exposição de jovens na internet, mostra pesquisa

                          Maria Rita Nunes até ganhou uma cadeira mais confortável do pai para não sofrer de dores nas costas durante as cerca de seis horas diárias que fica em frente ao computador de casa. Isso sem contar as espiadas na internet do celular durante o intervalo das aulas no Colégio Santa Maria. Não raro, ela troca o tempo de sono da madrugada para assistir a algum vídeo publicado por um amigo ou para postar no Twitter. Afinal, foi por essa ferramenta que ela conheceu uma de suas melhores amigas.

                          Aos 15 anos, a adolescente é o retrato do que mostra a pesquisa Nós, Jovens Brasileiros, realizada pelo Portal Educacional, que mapeou o comportamento de 4 mil estudantes de 13 a 17 anos, alunos de 60 escolas particulares de todo o País. Neste ano, foram os próprios jovens que sugeriram as questões que, depois de selecionadas, compuseram o corpo do questionário.

                          E, quando o assunto é internet, as descobertas revelam desde questões mais objetivas – como o tempo de uso, que cresce ano após ano – até temas bem mais delicados, como a disposição a se expor na rede.

                          Um dos dados mais preocupantes é o que mostra que, do total de entrevistados, 6% deles já apareceram nus ou seminus em fotos na rede e o mesmo porcentual já mostrou partes íntimas de seu corpo para desconhecidos por meio de webcam. Além desses, outros 3% já pensaram em se exibir dessa forma, mas não puseram isso em prática.

                          “Isso reforça a nossa percepção de que o jovem acredita que a tela e a distância relativizam o risco do perigo”, diz o psiquiatra Jairo Bouer, parceiro do Portal Educacional. “Ou ele quer se diferenciar e ganhar fama a qualquer preço, e para isso avalia que vale a pena até mostrar o corpo, ou ele é inocente e acha que não é tão grave.”

                          As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

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