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Produção de motos tem queda de quase 30% em 2016; a menor taxa desde 2002

A produção de motocicletas no país caiu 29,7% em 2016 na comparação com 2015. No ano passado, foram fabricadas 887.653, contra 1.262.708 unidades, em 2015, de acordo com dados divulgados hoje (18) pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

Foi a menor taxa de produção desde 2002. Em dezembro, foram fabricadas 32.814 motocicletas ante 50.633 unidades no mesmo período do ano passado, o que corresponde a uma queda de 35,2%. Na comparação com novembro, a redução chegou a 53,3%.

Vendas

Em 2016, as vendas também caíram, 27,9% em comparação a 2015. Em dezembro, foram comercializadas 56.155 motocicletas, o que corresponde a uma queda de 18,9% em relação à dezembro de 2015 e de 5,4% ante o mês de novembro, quando as unidades vendidas somaram 59.372.

Exportações

Já as exportações registraram queda de 14,6% em 2016, com 59.022 unidades comercializadas no mercado externo, na comparação com o ano anterior (69.123 exportadas).

Agência Brasil

 

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Uber anuncia investimento de R$ 200 milhões e abre central em SP

O setor de transporte por aplicativos gerou arrecadação de R$ 23 milhões na capital paulista até novembro de 2016 (Moacyr Lopes Júnior/Folhapress)

A Uber, empresa do principal aplicativo de transporte do País, anunciou nesta terça-feira um investimento de 200 milhões na capital paulista e a abertura de uma central de atendimento que vai gerar 2.000 empregos diretos, com previsão de até 7.000 ao longo do ano. A inauguração da central também acontece nesta terça-feira.

O anúncio ocorre duas semanas após a 99, principal rival da Uber, anunciar parceria com a chinesa Didi Chuxing, que liderou um aporte de 100 milhões de dólares (321 milhões de reais) no aplicativo brasileiro.

A central de atendimento da Uber pretende melhorar o suporte técnico tanto aos passageiros quanto aos motoristas e atenderá todo o país. Atualmente, esse serviço ocorria de forma descentralizada. O escritório central da empresa também deve abrir 100 vagas.

Na capital paulista, onde o serviço de transporte por aplicativos é regularizado, o setor foi responsável pela arrecadação de 23 milhões de reais até novembro do ano passado (dado mais recente), sem contar os impostos que já incidem às demais atividades econômicas.

A promessa da gestão João Doria na capital paulista é manter a legalização da atividade – o prefeito de São Paulo chegou a anunciar que venderia 1.300 carros da prefeitura e colocar os servidores para andar de Uber e táxis.

(Veja, com Estadão Conteúdo)

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  1. Soriedem disse:

    Enquanto isso o prefeito declarou que é amigo e defensor dos táxistas. Deve muito a eles pois dizer que os amigos de fora elogiam os taxistas de Natal. Só se for aqueles que rodam na via costeira e cobram por corrida e sai bilíngues. Esses são mais próximos do padrão Uber, mas com um preço que é o dobro. Prefeito, defenda a população, aqui em são Paulo ou em Bankoc, todos preferem o serviço da UBER.

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Frota de empresas aéreas brasileiras cai pela 1ª vez em 12 anos e perde 50 aviões

Por G1

A frota das empresas aéreas brasileiras encolheu pela primeira vez em 12 anos em 2016 e perdeu 50 aeronaves, segundo levantamento do G1 com base em dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que consideram apenas o transporte aéreo regular. A redução da frota é consequência da recessão econômica, que esfriou a demanda por passagens aéreas e reverteu a trajetória de crescimento do setor.

As três maiores empresas aéreas – Latam, Gol e Azul – reduziram em 41 unidades suas frotas operacionais entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016. Essa foi a primeira redução de frota da história das três empresas no Brasil. A Avianca, quarta empresa no ranking nacional, foi a única que manteve sua frota estável, em 44 unidades.

Com menos aviões nas suas frotas, as empresas também encerram o ano com menos voos à venda. Juntas, as três maiores empresas cortaram 234 voos diários da malha aérea em um ano.

Redução de frota das companhias aéreas brasileiras (Foto: Arte/G1)

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  1. Soriedem disse:

    A leitura do gráfico, denota que o período do governo LULA, foi o do crescimento econômico do Brasil, onde o povão pôde viajar no ar. Um país com as dimensões territoriais como o nosso, esse modal de transporte deveria ser muito maior. Volta logo LULA!!!

  2. Manoel Cavalcanti Neto disse:

    A crise não perdoa o trabalho!

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Banco do Brasil, Itaú e Bradesco concentram 72,4% dos ativos das instituições financeiras

Enquanto o governo discute maneiras de incentivar a queda do juro como impulso à retomada da atividade econômica, números do Banco Central mostram que a concentração bancária no País, com os últimos negócios registrados no setor, continua a crescer. Dados relativos a setembro de 2016 revelam que os quatro maiores bancos no País – Banco do Brasil, Itaú, Caixa Econômica Federal e Bradesco – concentram 72,4% dos ativos totais das instituições financeiras comerciais, de acordo com dados do Banco Central. Em 2000, os quatro maiores bancos do Brasil detinham uma participação de 50,4% no total de ativos.

Basta lembrar do passado recente para perceber o alcance do processo de reorganização da banca brasileira. Nas ruas, diversas instituições financeiras desapareceram após serem absorvidas. O Unibanco, por exemplo, se juntou ao Itaú. A Nossa Caixa foi incorporada pelo Banco do Brasil, a maior instituição financeira do País em ativos. Recentemente, as placas do HSBC foram substituídas pelas do Bradesco. Há casos ainda mais simbólicos: o antigo Banco América do Sul foi comprado pelo italiano Sudameris, que foi adquirido pelo ABN Amro Real que, por sua vez, foi integrado ao Santander Brasil – hoje o quinto maior banco brasileiro. O resultado desse processo é que os bancos grandes ficaram ainda maiores.

Os números do Banco Central mostram que a participação dos quatro maiores bancos brasileiros deu um novo salto com a incorporação do HSBC pelo Bradesco. Com essa operação, a participação dos quatro grandes bancos aumentou quase 5 pontos, já que o porcentual estava em 67,5% em setembro de 2015. A fatia deve crescer novamente em breve, quando o Itaú (segundo maior banco em ativos) absorver oficialmente a operação recém-adquirida do Citibank Brasil (décima maior instituição financeira).

O top 4 do sistema financeiro nacional detém 80% do crédito concedido no País. Além disso, esses quatro bancos possuem 75 de cada 100 agências espalhadas pelo País.

ESTADÃO CONTEÚDO

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  1. Luciana Morais Gama disse:

    Isso sim que é CARTEL!!

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Prévia do PIB indica reação da economia brasileira

Foto: Leandro Bifano/Divulgação

Após ceder 0,15% em outubro (dado já revisado), a economia brasileira registrou avanço em novembro de 2016. O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) do mês teve alta de 0,20% ante outubro, com ajuste sazonal, informou nesta sexta-feira (13) a instituição. Trata-se de uma prévia do PIB.

O índice de atividade calculado pelo BC passou de 132,94 pontos para 133,21 pontos na série dessazonalizada de outubro para novembro.

No acumulado de 2016 até novembro, a retração é de 4,59% pela série sem ajustes sazonais. Também pela série observada, é possível identificar um recuo de 4,76% nos 12 meses encerrados em novembro.

Na comparação entre os meses de novembro de 2016 e 2015, houve queda de 2,02% também na série sem ajustes sazonais. A série observada encerrou com o IBC-Br em 133,10 pontos, ante 132,69 pontos de outubro e 135,84 pontos de novembro do ano passado.

O indicador de novembro de 2016 ante o mesmo mês de 2015 mostrou desempenho melhor que o apontado pela mediana (-2,40%) das previsões de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Broadcast Projeções (-3,00% a -1,70% de intervalo).

Em janeiro do ano passado, o Banco Central promoveu uma revisão na apuração do IBC-Br para incorporar a estrutura de produtos e avanços metodológicos do Sistema de Contas Nacional, entre outros indicadores. Conhecido como “prévia do BC para o PIB”, o IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses.

A previsão oficial do BC para a atividade doméstica em 2016 é de queda de -3,4%, de acordo com o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) publicado no fim de dezembro. No Relatório de Mercado Focus da última segunda-feira, 9, a mediana das estimativas do mercado para o Produto Interno Bruto (PIB) este ano estava em -3 49%.

Na última quarta-feira, dia 11, o BC citou a “atividade aquém do esperado” como um dos motivos para cortar a Selic (a taxa básica de juros) em 0,75 ponto porcentual, para 13,00% ao ano, e não em apenas 0,50 ponto porcentual, como esperava a maior parte do mercado financeiro.

Trimestre

O IBC-Br registrou baixa de 0,55% no acumulado do trimestre encerrado em novembro de 2016, na comparação com o trimestre anterior (junho a agosto), pela série ajustada do Banco Central. Já na comparação do trimestre até novembro com idêntico período de 2015, o resultado do índice foi de queda de 3,63% pela série observada.

Como de costume, o Banco Central revisou dados do Índice de Atividade Econômica na margem, na série com ajuste. Em outubro, o IBC-Br passou de -0,48% para -0,15%. Em setembro, o índice foi de -0,08% para zero. No caso de agosto, a revisão foi de -0,81% para -0,78%. O dado de julho foi de -0,05% para +0,01% e o de junho, de +0,29% para +0,37%. Em relação a maio, o BC substituiu a taxa de -0,41% pela de -0,45%.

A série do BC incorpora a estrutura de produtos e avanços metodológicos do Sistema de Contas Nacional – Referência 2010, do IBGE. Destacam-se também a incorporação da PNAD Contínua e a da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços).

R7, com Estadão

 

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Com uma divida R$ 3 bilhões, dono da Insinuante e Ricardo Eletros renegocia com bancos e enxuga estrutura

O jornal Estadão apurou que o faturamento da Máquina de Vendas caiu cerca de 10% em 2015, totalizando cerca de R$ 7 bilhões. A dívida bruta do grupo, que era de R$ 2,4 bilhões ao fim de 2014, continua preocupante – e estaria hoje por volta de R$ 3 bilhões, segundo duas fontes a par do assunto.

Ricardo Nunes negou, que o valor seja esse, mas não informou os dados atualizados de 2015, alegando que a companhia está em período de silêncio. A companhia informou à reportagem nesta quarta-feira (13), que a dívida líquida do grupo é de R$ 632 milhões (com base em fevereiro), mas não quis informar o tamanho da dívida bruta.

A reportagem apurou ainda que a varejista está em processo de reestruturação de sua dívida com os principais bancos do País e renegociando debêntures (títulos de dívidas). A consultoria G5 Evercore é responsável por essa reestruturação. Procurada, não quis comentar.

Terceira maior varejista de eletroeletrônicos e móveis do País, a companhia tenta renegociar suas pesadas dívidas e melhorar a gestão para sobreviver a um cenário bem distante do “boom” vivido pelo País quando a empresa foi formada, em 2010, a partir da fusão de Ricardo Eletro e Insinuante.

A decisão de antecipar a unificação partiu de Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro, que voltou à presidência da companhia no início de janeiro 2016 . Ele reassumiu o posto após a saída de Enéas Pestana, ex-Grupo Pão de Açúcar, inicialmente contratado para fazer uma reestruturação do grupo, mas que saiu para se tornar presidente da JBS na América do Sul.

O próprio Nunes será o garoto propaganda nacional da marca, com campanhas de marketing em TVs, rádios e outdoors em todo o País.

A Máquina de Vendas que irá surgir do processo de integração de suas redes e da renegociação de dívidas será menor do que era três ou quatro anos atrás. A varejista de eletrônicos reaparece após início de uma reorganização interna, numa espécie de hibernação que levou meses, com previsão de venda bruta na faixa de R$ 7,5 bilhões neste ano e redução de cerca de 30% no número de funcionários. Houve fechamento de 154 lojas de janeiro para cá – são 815 pontos hoje. Há dois anos, o grupo faturava cerca de R$ 9 bilhões e tinha pouco mais de mil unidades.

A partir do início de 2016, portanto em menos de um ano, o grupo foi obrigado a rever a forma como trabalha, dos sistemas de tecnologia ao formato do acordo da dívida que passou a limitar crescimento. Com os ajustes que têm sido feitos, a empresa tenta montar uma estrutura menos pesada e engessada, seis anos após a formação do grupo, criado a partir da fusão de Ricardo Eletro, do empresário Ricardo Nunes, e da Insinuante, do sócio Luiz Carlos Batista.

Pelo acordo de refinanciamento concluído na terça-feira, a empresa emite novas debêntures no montante de R$ 1,41 bilhão que liquidam a dívida restante da emissão de 2014, de cerca de R$ 800 milhões. Outros R$ 600 milhões foram usados para quitar débitos de contratos bilaterais com esses mesmos bancos. Foram duas séries de debêntures simples, de R$ 532,5 milhões, e R$ 884 milhões.

A empresa pagará aos debenturistas 123% do CDI – na emissão de 2014, a taxa era de 118% do CDI, mas num aditamento de 2015, após renegociação que já indicava as dificuldades financeiras, a taxa foi a 134% do CDI. A carência que era de um ano na emissão de 2014 dobrou para dois anos, dando certa folga ao caixa. O fechamento do contrato foi celebrado em vídeo enviado por Nunes a funcionários pelo Whatsapp, na terça-feira. “Quero agradecer aos que lutaram nos momentos difíceis. Agora a empresa está de pé”, disse ele.

Desde que a operação da Máquina de Vendas começou a se formar, em 2010, o mercado tinha dúvidas de que o modelo funcionaria. Eram tantos negócios juntos, com diferentes culturas e sócios – sem clareza da situação financeira de cada rede – que os analistas mantinham a cautela.

Um dos riscos nesse processo de integração está na mudança de sistemas de tecnologia. Outra ação envolve integração de todos os datacenters (que abriga servidores) em um único. “Tivemos que ‘desligá-los’ e reconectá-los num sistema apenas. Aí foi um efeito dominó, porque toda a estrutura de pessoal por trás, com diretores e gerentes, de cada datacenter, se tornou desnecessária. É um efeito de economia em cascata”, diz Nunes. A empresa não comenta, mas cálculos do setor dão conta de uma queda de 30% a 35% no quadro de funcionários de um ano e meio para cá, com a série de ações que diminuiu a estrutura do grupo.

A redução dos centros de distribuição neste ano, de 30 para 19, foram um teste nesse sentido. Para ficar em um exemplo, em Recife, a Máquina de Vendas tinha dois centros, da Insinuante e da Eletroshopping. Se um cliente comprasse um produto da Insinuante e o centro mais próximo pertencesse à Eletroshopping, a entrega não poderia sair do local mais próximo, porque os centros não eram da mesma empresa, com mesmo CNPJ. De julho em diante, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, além do site, operam com mesmos centros.

Outro ajuste veio com a redução do ciclo de caixa, que significa receber mais cedo do cliente e pagar mais tarde à indústria. É uma conta crucial no varejo. Esse número subiu 2015. Neste ano, com diminuição de estoques, a necessidade de capital caiu em R$ 615 milhões (e R$ 482 milhões vieram de um menor valor de itens estocado).

Esses esforços maiores não se traduzirão em lucro neste ano. A empresa vai fechar 2016 com vendas menores (queda que pode chegar a 10%), e perda, não informada pela companhia. “Esperamos começar a colher resultados das ações que tomamos de 2017 em diante”, diz Magalhães.

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Reativação do Aeroporto viabiliza turismo de 25 cidades brasileiras para Mossoró

Foto: Ivanízio Ramos

O Governo do RN cumpriu a meta de reativação do Aeroporto Dix-Sept Rosado, em Mossoró e já com anúncio de voo inaugural previsto para 12 de abril, com regularidade diária para Recife e de Recife para conhecer o potencial cultural e turístico de Mossoró.

O titular da pasta estadual de Turismo, Ruy Gaspar, ressalta que a ação é fruto de um trabalho de dois anos desenvolvido pelo governador Robinson Faria e pela Secretaria de Estado do Turismo do RN. “Mais uma promessa de governo cumprida pelo Governo e uma meta da nossa secretaria concretizada”.

Ruy Gaspar lembra que em 6 de fevereiro de 2015 aconteceu a primeira visita do governador e do secretário com o diretor da companhia Azul Linhas Aéreas, Marcelo Bento, responsável pela viabilização de voos. Na oportunidade foi exigida a reforma do aeroporto e a consequente aprovação e liberação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), além da mesma postura adotada pelos estados do Ceará e Pernambuco de redução do ICMS no querosene de aviação, de 17% para 12%.

“Pouco mais de 20 dias depois, em 28 de fevereiro, o governador anunciou essa redução, pleiteada pelo trade do nosso Estado há anos. E desde então procuramos viabilizar a reforma do aeroporto para atender as exigências da ANAC. Houve outras várias reuniões, inclusive com a presença do presidente da companhia, Antonoaldo Neves, que sempre reiterou o interesse por Mossoró”, ratificou o secretário.

O governador Robinson Faria e o secretário Ruy Gaspar estiveram presentes à reinauguração do Aeroporto Dix-Sept Rosado, dentro de uma ampla agenda de ações promovidas pelo executivo estadual em Mossoró.

O voo diário da Azul será realizado pela aeronave ATR 72-600, com capacidade para 70 assentos. As viagens terão duração aproximada de uma hora e meia (via terrestre a duração pode durar até sete horas). A estimativa da companhia é que Mossoró possa ser acessada por várias outras regiões do país, já que Recife é o principal centro de distribuição de voos da Azul no Nordeste, já com 25 cidades brasileiras atendidas, além de Orlando, nos Estados Unidos.

 

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  1. Carvalho disse:

    Uma hora e meia para Recife + tempo para conexão + 45 minutos de vôo para Natal.
    Tempo de viagem Mossoró / SGA = aproximadamente duas horas e quarenta minutos, se o passageiro tiver sorte.
    De São Gonçalo para Natal: mais 45 ou 50 minutos (na hora do rush), se o passageiro tiver sorte.
    Tempo final Mossoró/Natal: três horas e trinta minutos.
    Será mesmo que é uma grande vantagem?

  2. Genason Fonseca disse:

    Acredito que a notícia merece ser retificada: a data não seria 01.04.2017?

  3. Educador disse:

    Na prática mesmo esse aeroporto servirá apenas para os residentes em Mossoró se deslocarem para outras capitais do Brasil mais rapidamente, sem precisar se deslocar 84 km de carro até o aeroporto de Aracati. Ah…pessoas que necessitem ir a trabalho para Mossoró com urgência também utilizarão o aeroporto da cidade. O Turismo em Mossoró por enquanto não justifica o funcionamento do aeroporto. Se tivesse sido ativado antes do de Aracati aí sim teria demanda.

    • Gustavo Carvalho disse:

      E a Rota das Falésias que Mossoró faz parte???? Como não justifica??? Visitar Mossoró com suas águas termais, salinas, eventos culturais, mais Canoa Quebrada, Beberibe, Kite Surf, dunas, falésias…

  4. Maracujina disse:

    Rosalba disse que tinha sido ela que conseguio já como fruto do seu trabalho de prefeita .

  5. Carlos disse:

    Existem documentos da ANAC apontando vários problemas para pousos e decolagens no aeroporto de Mossoró.
    Será que esses problemas foram resolvidos, antes da liberação? Ou a liberação foi facilitada na base da conversa política?
    Pergunto isso pelo fato de que um dos problemas apontados eram os prédios nas proximidades do aeroporto. E até onde se sabe, os prédios continuam lá…

  6. Elvécio disse:

    Governador sarado. Adooooro!

  7. Brasileiro disse:

    😂😂😂😂😂 turismo em MOSSORÓ???? É pra rir ???

    • Curioso disse:

      Águas termais, omi…
      Cura mais do que a camisa ensanguentado do Valdomiro…

    • Gustavo Carvalho disse:

      Incrível a ignorância!!!!! Kkkkkkk Vc sabia que Mossoró faz parte de uma região turística onde tem diversos atrativos turísticos mais variados que Natal??? Onde além de várias praias, Costa Branca, Canoa Quebrada, Beberibe, Uruau, com falésias, passeios de buggie, dunas, muitos hotéis, inclusive 5 estrelas, tem águas termais, salinas, em breve abre pra funcionamento o Parque Nacional de Furna Feia, sem falar nos eventos cultirais e esportes radicais, com destaque pro Kite Surf!!!! Mas pelo jeito vc não conhece nada da região!! É pra rir mesmo!!!! Kkkkkkk

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Queda da inflação resulta de desaquecimento, mas é positiva, dizem economistas

O recuo da inflação, que influenciou na redução da taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,75 ponto percentual, foi resultado da atividade econômica em baixa, segundo economistas consultados pela Agência Brasil. Eles explicam que, pressionadas por fatores como endividamento e desemprego, as famílias estão consumindo menos e isso favorece o controle de preços. Mesmo assim, avaliam como fato positivo para a economia a dupla queda da inflação e dos juros.

Na manhã de ontem (11), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2016 em 6,29%. O patamar ficou abaixo do teto de 6,5% estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional. A meta de inflação é 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

No fim da tarde, após sua primeira reunião em 2017, o Comitê de Política Monetária do Banco Central anunciou a redução na Selic de 13,75% para 13% ao ano. A queda foi maior que a prevista pelo mercado, que projetava recuo de 0,5 ponto percentual.

A inflação é a principal variável levada em conta pelo Copom para decidir sobre a taxa básica de juros. Quando ela está em alta, o comitê eleva a Selic para ajudar a conter os preços. Quando a inflação cai, é possível reduzir os juros.

“A inflação caiu bastante e por causa disso foi possível fazer uma redução da taxa Selic. Se é motivo para comemorar, depende muito do ponto de vista. Embora o fato de a inflação ficar abaixo do teto da meta seja um aspecto positivo, isso aconteceu porque a atividade econômica está muito baixa. Temos nível de desemprego alto, falta de confiança para fazer investimento, inadimplência alta de pessoas e empresas”, enumera o economista Marcos Melo, professor de Finanças do Ibmec-DF.

Apesar do cenário recessivo que possibilitou a queda da inflação e, como consequência, da taxa básica juros, Melo acredita que o movimento trará resultados positivos. “Quando você tem uma taxa de juros mais baixa, tem acesso a crédito. Por outro lado, isso possibilita o aumento do nível de emprego e da renda da população”. Segundo ele, mudanças como a redução de juros para empréstimos tendem a acontecer em poucos meses. O economista ressalta, contudo, que os sinais de reativação da economia ainda devem aparecer de forma modesta. “A gente deve ter uns sinais de melhoria, mas nada muito contundente”, acredita.

Para o economista Antonio Porto, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), os números dessa quarta-feira evidenciam que “baixou a febre” do país. “Não é a cura ainda”, destaca. “A inflação, que era o principal, baixou. Com isso, pôde-se baixar o juro alto. Isso deve estimular a economia. Começou a dar certo. O fato é que o crédito em geral fica mais barato e pode ser que estimule as empresas, as pessoas a comprarem em vez de aplicar financeiramente o dinheiro. Além de você ter o próprio efeito do anúncio, que é mais psicológico”, completa Porto.

O governo comemorou a inflação abaixo do teto da meta em 2016. O presidente Michel Temer disse, em um evento no Palácio do Planalto, que o número divulgado pelo IBGE sinaliza que o governo está no caminho certo. Temer afirmou ainda que a inflação deve chegar ao centro da meta, 4,5%, ainda em 2017.

Agência Brasil

 

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IMPORTANTE: Bancos reduzem taxas de juros após corte da Selic para 13% ao ano; veja números atuais por linha de crédito

Após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de cortar a taxa básica de juros de 13,75% para 13% ao ano, bancos anunciaram redução das taxas de juros das linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas.

Banco do Brasil

No Banco do Brasil, a maior redução, de 4 pontos percentuais, será no rotativo do cartão de crédito. No cheque especial, a redução foi de 0,09 ponto percentual ao mês.
No caso das pessoas físicas, a redução foi, em média, de 0,25 ponto percentual ao mês para desconto de cheques, antecipação de crédito ao lojista e desconto de títulos.

As novas condições nos empréstimos e financiamentos estarão disponíveis aos clientes também a partir do dia 16.

Caixa

A Caixa informou que irá monitorar as carteiras para possíveis ajustes de preço. Em novembro, semanas após a primeira redução da taxa Selic em quatro anos, a Caixa Econômica Federal anunciou a redução dos juros de suas linhas de crédito imobiliário.

“A taxa Selic é um dos parâmetros que norteiam as Instituições Financeiras na definição dos preços dos seus produtos de crédito; porém, outros fatores são considerados nas análises e cálculos de composição do preço, o qual deve garantir a sustentabilidade do banco”, informou em nota.

Os créditos com taxas de juros pós-fixadas e atreladas ao CDI, que na Caixa representam cerca de 40% do crédito livre, serão imediatamente impactados pela redução da taxa Selic, segundo a instituição.

Por exemplo, para um crédito com taxa de juros de 130% de CDI pagava-se 17,88% ao ano (130% de 13,75%) e, a partir de hoje, serão pagos 16,90% ao ano (130% de 13,00%).
Portanto, para essas situações, o crédito já fica mais barato.

Bradesco

No Bradesco, os cortes valerão a partir do dia 16 e contemplarão as linhas de crédito pessoal, financiamento de veículos e cheque especial, entre outras.

De acordo com o banco, todo o portfólio de cartões de crédito Bradesco, pessoa física e jurídica, também terá redução das taxas de juros do rotativo em 6 pontos base.

Veja as taxas de juros atuais e novas por linha de crédito:

Pessoa física

Crédito pessoal
Atual: de 2,84% ao mês a 7,78% ao mês
Nova: de 2,78 ao mês a 7,72% ao mês
CDC veículos
Atual: de 1,65% a 3,66% ao mês
Nova: de 1,5% a 2,99% ao mês
Cheque especial
Atual: até 13,55% ao mês
Nova: até 13,49% ao mês

Pessoa jurídica

Capital de giro para micro e pequenas empresas
Atual: 2,1% a 4,27% ao mês
Nova: 2,04% a 4,19% ao mês
CDC veículos
Atual: 1,65% a 3,62% ao mês
Nova: 1,59% a 2,99% ao mês
Conta garantida
Atual: a partir de 4,24% ao mês
Nova: a partir de 3,98% ao mês

Santander

O presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial, disse que “é necessário reposicionar as taxas de juros frente à nova realidade inflacionária, que seguramente permitirá que o Banco Central conduza o Brasil rumo a juros de um dígito”.

G1

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  1. Cornélio Safadão disse:

    Bem Dizer não Baixou nada

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Mesmo com corte na Selic, Brasil lidera ranking de juros reais

Apesar da redução anunciada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 0,75 ponto percentual, a 13%, o Brasil se mantém no primeiro lugar do ranking mundial de juros reais. São 7,93% ao ano, quase o dobro dos 4,76% na Rússia, a segunda maior taxa entre 40 países, cujos dados foram compilados por Vieira, da Infinity. O cálculo desconta da taxa básica vigente a projeção de inflação nos próximos 12 meses.

O último corte nessa proporção realizado pelo BC ocorreu em abril de 2012, quando a Selic passou de 9,75% para 9%. Nas duas últimas reuniões, em outubro e novembro de 2016, o BC optou por reduzir os juros em 0,25 ponto. Para economistas, a decisão do Copom pode incentivar a retomada do crescimento, mas eles ressaltam que as reformas são essenciais à recuperação da confiança na economia.

Em comunicado, o BC afirmou que os diretores chegaram a avaliar um corte de 0,50 ponto e sinalizar uma redução maior para a próxima reunião. “Entretanto, diante do ambiente com expectativas de inflação ancoradas, o Comitê entende que o atual cenário, com um processo de desinflação mais disseminado e atividade econômica aquém do esperado, já torna apropriada a antecipação do ciclo de distensão da política monetária, permitindo o estabelecimento do novo ritmo de flexibilização”, diz o documento.

“A inflação tem se mostrado mais favorável, o que pode sinalizar menor persistência no processo inflacionário; e o processo de aprovação e implementação das reformas e ajustes necessários na economia pode ocorrer de forma mais célere que o antecipado”, diz o texto. O comitê entendeu que, diante do cenário atual, a convergência da inflação para a meta de 4,5% no “horizonte relevante para a condução da política monetária” (2017 e 2018) “é compatível com a intensificação da flexibilização monetária”.

O corte já era aguardado pelo mercado, ainda que a maior parte dos analistas esperasse que a Selic passasse a 13,25%. A economista do Santander Tatiana Pinheiro projetava corte de 0,50, mas acredita que o BC deve replicar a dose de ontem nas próximas reuniões. Se essa avaliação for percebida pelo restante do mercado nos próximos dias, já será possível ver um rápido efeito nos juros futuros, que, por sua vez, influenciarão na queda do custo de financiamento e na retomada da atividade econômica ainda no primeiro semestre.

— Se o mercado, que esperava até hoje taxa de 10,25% ao ano, migrar e fechar o dia com uma expectativa de Selic a 9%, isso já é positivo. Já será marginalmente positivo para a atividade econômica. O importante da decisão de hoje é o impacto que ela tem nas expectativas de taxas de juros mais a médio prazo — afirmou Tatiana, que projeta crescimento de 0,7% este ano.

O GLOBO

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  1. João Luiz Pereira Tavares disse:

    2017:

    O jeito é rezar uma REZA brava… Sugestão: pra deusa…

    Fé em deusa «Coração Valente» [rsssss]:

    SANTA FEMININA. Eis:

    Os petistas seguem uma religião de fé e dogma. Acreditam em deusa: a divindade brega deles cujo nome é a «Coração Valente©» de João Santana [santa criada pelo bilionário — virgem que jamais cometeu nenhum desvio. O bilionário Santana agora está preso pelo MORO. Moro esse que a religião ensina que é uma intidade do Mal… rsss] era uma deusa gorda.

    Tem variados dogmas que aprendem em blogs de fé (uma espécie de "igrejinha") e repetem ad infinitum: «fascista»; «foi golpe»; «20 milhões da pobreza»; «Estados Unidos, o Império»; «sem crime de responsabilidade»; «Pronatec»; «é gópi, é gópi, é gópi»; «casa grande e senzala»; «mídia hegemônica» [uma espécie de demoninho ou capetinha muito, mas muito perigoso para a religião]; «PiG»; «mídia velha"; «fora temer» [mantra cantado]; esse dogma aqui DE TODOS é dos melhores: «LUZ para todos» [rssss] etc. etc. etc. etc. etc.

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56 municípios têm o FPM zerado na primeira cota de janeiro

O ano de 2017 começou com dificuldades para os municípios do Rio Grande do Norte. Na primeira cota de janeiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), 56 cidades tiveram o repasse zerado, e não receberam verbas do Governo Federal. A escassez de recursos foi constante durante o ano de 2016, inviabilizando o pagamento dos servidores e fornecedores, e a realização de obras pelos gestores.

O Presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – FEMURN – lamentou a falta de recursos para as cidades: “O ano de 2016 foi trágico para os municípios, que diversas vezes sofreram com a falta de recursos do Fundo de Participação. Iniciarmos 2017 com 56 prefeituras sem os recursos do FPM desestabiliza o equilíbrio financeiro das cidades e consequentemente o funcionamento dos serviços oferecidos à população”, considerou Ivan.

Diversas cidades têm como principal fonte de recursos o FPM. A falta da verba atrapalha o planejamento dos gestores, que enfrentam dificuldades em honrar compromissos, realizar obras e até mesmo prestar serviços essenciais. Ivan Júnior alerta para a necessidade de um novo pacto federativo, essencial para a melhoria financeira dos municípios: “A valorização aos municípios só poderá ocorrer com a efetivação de um novo pacto federativo”, lembrou o Presidente.

MUNICÍPIOS DO RN ZERADOS DE FPM NA PRIMEIRA COTA DE JANEIRO/2017:

AFONSO BEZERRA

ALTO DO RODRIGUES

ANTÔNIO MARTINS

AREIA BRANCA

AREZ

BARAÚNA

CAICÓ

CANGUARETAMA

CARAÚBAS

CARNAÚBA DOS DANTAS

CARNAUBAIS

ENCANTO

(mais…)

Comentários (4) enviar comentário
  1. Alexandre Magno disse:

    Queria entender o que faz uns estarem com o FPM zerados e outros não, alguém sabe dizer? Será que é um problema de gestão ? O que explica que mesmo em crise , E não digo que a crise não é responsável pelo problema, uma gestão eficiente amenizaria esses problemas.

  2. Alcino disse:

    Muito difícil a situação desses municípios, pra econômica local e terrível.

  3. Neco disse:

    Como nordestino, odeio reconhecer que são outras partes do Brasil que sustentam isso, principalmente via FPM, INSS e demais gastos federais. A economia do RN é pífia, o petróleo não dá nem pro cheiro. Ou isso daqui sofre um choque de liberalismo, com uma facilitação brutal no ambiente de negócios, ou é daqui para pior.

  4. EDER disse:

    E COM MÃOS DE LAGARTIXA VAI PIORAR.

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