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Inadimplência tem a maior queda em 7 anos, mas 52 milhões têm dívidas; sudeste lidera e nordeste logo atrás

O volume de dívidas em atraso de pessoas físicas caiu 4,42% em março sobre o mesmo período de 2016, na menor variação da série histórica da pesquisa iniciada em 2010 pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O maior recuo ocorreu no setor de comunicação (-18,10%), seguido do comércio (-6,11%), serviços de água e luz (-1,53%) e bancos (-0,05%).

No entanto, a grande concentração de inadimplência está no segmento onde a retração foi mais inexpressiva: os bancos. Quase a metade das dívidas (48,9%) é de pendências com as instituições bancárias. No comércio estão 20,5% dos débitos não quitados e na área de comunicação, (13,9%).

Devedores crescem e são 59 milhões

Apesar de ter caído o volume de dívidas, o total de inadimplentes cresceu no primeiro trimestre, somando 59,2 milhões ante 58,7 milhões em igual período de 2016. Esse universo equivale a 39,36% da população adulta, entre 18 e 95 anos. A maior parte, mais da metade (50,12%), tem entre 30 e 39 anos.

O maior número de consumidores negativados (25,1 milhões) é da região Sudeste, seguido pelo Nordeste com 15,57 milhões; Sul (8,34 milhões); Norte (5,31 milhões) e o Centro-Oeste (4,84 milhões).

O presidente da CNDL, Honório Pinheiro, observou, porém, que diminuiu a intensidade do crescimento da inadimplência. “Essa desaceleração ocorre desde o segundo trimestre de 2016 e reflete tanto a recessão econômica, que reduziu a capacidade de pagamento das famílias, quanto a redução da tomada de crédito por parte dos consumidores e sua propensão a consumir. O consumidor tem tido maior cautela com compras, além de maior dificuldade para conseguir crédito. Assim, ele se endivida menos e, com isso, torna-se mais difícil ficar inadimplente”, disse.

Pinheiro informou que, na comparação de março deste ano com março do ano passado, o número de inadimplentes ficou 0,36% menor e que esta foi a primeira queda anual desde 2010.

Agência Brasil

 

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  1. Alexandre Magno disse:

    As coisas estão melhorando FICA TEMER FORA PT

  2. Sávio disse:

    Mais uma matéria da Agência Brasil, em que está tudo maravilhoso neste país.
    Descrédito total nesta "Agência" do governo.

    • Acorda Brasil disse:

      Amigo, os dados são do SPC e da CDL (nacional).
      Nossa torcida tem de ser em favor do Brasil, toda notícia favorável é bem vinda.

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Riachuelo inaugura e-commerce e aposta na integração das lojas físicas e online como diferencial

Depois de dois anos de estudos de mercado e de estruturações internas, a Riachuelo, uma das maiores empresas de moda do país, lança, na última semana de abril, sua plataforma de e-commerce que já nasce com 15 mil itens à venda, o mesmo volume disponibilizado nas lojas físicas da companhia. A nova operação foi planejada em linha com o conceito da omnicanalidade, o que significa que os universos on e off-line estarão totalmente integrados. O investimento no novo canal foi de R$ 28 milhões.

Jonas Ferreira, head do e-commerce da Riachuelo, explica que o maior desafio do projeto foi implantar toda a plataforma em sinergia com a operação física e com o Centro de Distribuição da companhia, que atenderá às demandas das duas operações. “É uma tarefa complexa, que exige mudanças culturais, processuais, além de impactar diretamente a rotina dos colaboradores”, explica o executivo. Em 2015, a Riachuelo investiu R$ R$ 250 milhões na modernização de um novo CD, localizado em Guarulhos, para ampliar a capacidade de expedição da companhia e apoiar a nova plataforma de vendas pela internet.

Na prática, o maior beneficiado com a integração dos canais é o consumidor, que poderá realizar trocas e cancelamentos, além de tirar dúvidas sobre compras realizadas no e-commerce no ambiente físico, tudo isso com o auxílio dos colaboradores das lojas. Futuramente, também será possível realizar compras pelo site nos próprios pontos de venda da Riachuelo. “Chegamos nesse mercado depois dos maiores players, o que nos permitiu analisar o que deu certo ou não. Percebemos que a maioria das companhias tratava o e-commerce como outra empresa, sem nenhuma sinergia com a operação física, o que gera diversos problemas”, avalia.

Além da integração on e off-line, a interface do e-commerce da Riachuelo traz diversas funcionalidades, como propostas de soluções para combinar looks, sistema de busca personalizada, possibilidade de verificar medidas do corpo e navegação dividida por categoria, produto e estilo. O site também disponibilizará informações e referências de moda para auxiliar os consumidores no momento da compra.

Apesar do impacto da nova operação em toda a companhia, somente duas novas áreas foram criadas na Riachuelo: a do e-commerce, que fará toda a gestão do negócio e a interface com as demais áreas, e um estúdio próprio de fotografia implantado na sede da companhia, que facilitará o processo de fotografar os produtos em linha com o conceito da companhia. “Isso significa que todas as demais áreas foram sinergizadas à realidade do e-commerce, justamente para que a proposta da de omnicalidade e de integração de processos acontecesse de forma orgânica”, diz Jonas.

 

E-Commerce News

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Lavagem de dinheiro atinge mercado imobiliário paulistano, traz estudo

O estudo “São Paulo: Does corruption live next door?”, da Transparência Internacional, mostra que existem na capital paulista 3.452 imóveis registrados em nome de 236 empresas ligadas a companhias offshores registradas em paraísos fiscais nas Ilhas Virgens Britânicas, no Estado de Delaware (EUA), no Uruguai, Panamá e na Suíça. Esses imóveis contam com sigilo total de propriedade e, somados, valem R$ 8,6 bilhões.

 

Somente no corredor das avenidas Chucri Zaidan e Engenheiro Luiz Carlos Berrini, região empresarial onde estão instaladas multinacionais de vários setores e grandes empresas nacionais, 820 endereços cujos donos são brasileiros mas o título de propriedade está vinculado a uma offshore valem R$ 1,1 bilhão. Na avenida Paulista, são outros 195 imóveis na mesma situação com valor de mercado estimado em R$ 120 milhões.

 

O levantamento foi feito a partir do cruzamento de dados do IPTU de pessoas jurídicas com registros na Junta Comercial do Estado de São Paulo. Ele não aponta irregularidades nas descobertas, mas lança alertas sobre a possibilidade e facilidade de utilização do mercado imobiliário para lavar dinheiro de origem ilícita.

 

“A Operação Lava-Jato revelou como as empresas usavam redes de empresas offshore para subornar funcionários. A Odebrecht pagava subornos e lavava dinheiro através de pelo menos três camadas de offshore. Esses tipos de empresas são usadas para fins de corrupção especificamente porque escondem quem realmente é dono dos ativos. Ou seja, é impossível descobrir quem é a pessoa real por trás dessas empresas. Essa investigação inovadora deve chamar atenção de legisladores e formuladores de políticas. É alarmante que não possamos descobrir os verdadeiros proprietários de R$ 8,6 bilhões em propriedades só na cidade de São Paulo”, diz José Ugaz, presidente da Transparência Internacional.

 

O consultor sênior da TI no Brasil Fabiano Angélico, principal autor da pesquisa, conta que levantamentos semelhantes foram feitos em Londres e Vancouver, no Canadá, e apresentaram resultados semelhantes. Ele relata que é muito complicado levantar dados de propriedades de pessoas jurídicas no país e que o controle governamental sobre esses registros são frágeis.

 

“Tentar descobrir os verdadeiros proprietários desses tipos de propriedades em São Paulo é quase impossível, apesar de muitos bancos de dados serem públicos. Precisamos de modelos mais fáceis de usar e de fazer consultas, de mais transparência. Passamos milhares de horas debruçados sobre arquivos e fazendo triagem a mão. A tecnologia está lá, precisamos apenas da vontade política”, afirma Angélico, lembrando que, em São Paulo, há muitas informações disponíveis na internet, mas, em outras capitais, a situação é mais difícil, o que atrapalha o controle social e a supervisão institucional.

 

O estudo tem lançamento oficial na manhã de hoje me debate na Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo.

 

FONTE: Valor Econômico

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  1. paulo martins disse:

    Raríssimas pessoas no Brasil cultivam o hábito de ler e interpretar contratos, daí fica dificílimo o controle externo de propriedades "fantasmas" ou de origem obscura. As seguradoras brasileiras, só para citar um exemplo: quem costuma checar a saúde econômico-financeira das empresas de seguro antes de contratar os seus serviços? Provavelmente, nem advogados dão a devida importância a esse tipo de coisa. Brasileiro adora largueza, feriado e ter um amigo na repartição pública.

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RESGATE DO PRESTÍGIO: Moody’s eleva nota da Petrobras e muda perspectiva para positiva

A agência de classificação de riscos Moody’s elevou nesta segunda-feira (10) a nota de crédito da Petrobras de “B2” para “B1” e mudou a perspectiva para positiva. Apesar da revisão para cima, o rating da petroleira está 4 níveis abaixo do grau de investimento, o “selo de bom pagador” que assegura baixo risco de investimento.

Segundo a Moody’s, a melhora na nota e na perspectiva da Petrobras a expectativa de “contínuas melhoras no portifólio de liquidez da companhia e métricas financeiras para os próximos 12 meses, o que reduz o risco de crédito” da empresa.

A Petrobras perdeu o selo de boa pagadora na Moody’s, em fevereiro de 2015 e, em fevereiro de 2016, foi rebaixada para o nível mais baixo do grau especulativo. Em outubro do ano passado, a agência elevou a nota da estatal em um nível, para “B2”.

(Foto: Arte G1)

De acordo com a Moody’s, a melhora no perfil de liquidez da Petrobras ajudou a manter o acesso aos mercados de capitais e refinanciar sua dívida com a emissão de títulos. “O ambiente regulatório no Brasil também melhorou, dando maior suporte aos investimentos de longo prazo”, diz a agência.

Ainda segundo o relatório sobre a elevação da nota, a Moody’s afirma que reconhece que a gestão da Petrobras “mostrou comprometimento com suas metas financeiras e operacionais, como exibido em recentes operações de refinanciamento de sua dívida, uso discipli9nado do dinheiro, aumento na produção do petróleo cru e queda nos custos”.

A agência ponderou que, apesar da melhora, o risco de liquidez ainda preocupa. “É positivo, contudo, que a companha tenha conseguido negociar com 19 de 27 investidores individuais em disputas judiciais relacionadas à operação lava Jato, reduzindo de alguma forma as incertezas sobre acordos adicionais e multas”, diz a Moody’s.

Plano de investimentos

Altamente endividada, a Petrobras anunciou em setembro um corte de 25% nos investimentos previstos para o períoro 2017-2021. O plano apresentado pela estatal também incluiu a “vendas de ativos”, chamada de desinvestimentos -– uma espécie de privatização, por se tratar de uma empresa com controle estatal.

De acordo com a companhia, estavam previstos US$ 19,5 bilhões de “parcerias e desinvestimentos” entre 2017 e 2018, além de US$15,1 bilhões projetados em vendas de ativos entre 2015-2016.

G1

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  1. Ze disse:

    Foi só o câncer ser extirpado do poder, que a Petrobrás já melhorou. E ainda tem militonto que quer a recidiva do câncer.

  2. Humilde Iconoclasta disse:

    Se engana quem quer, a Petro faliu e todos sabem quem foram os responsáveis.

  3. Verdade Nua e Crua disse:

    Tudo combinado: entregamos o nosso petróleo aos americanos a preço de banana.

    • Humilde Iconoclasta disse:

      Essa história do Estado furar buraco no chão atrás de petróleo não deu certo aqui no Brasil. Só comunista desinformado ou desinformante gosta disso.

  4. guilherme disse:

    eu nao gosto e nem votei em temer mais ele e melhor que dilma sim

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Sobretaxa na conta de luz chega a R$ 18 bilhões, quase uma usina de Jirau

As águas de março não vieram fechando o verão, como pretendia o clássico de Tom Jobim. Com chuvas abaixo da média em quase todo o país nos primeiros três meses do ano, o governo pretende adotar medidas para reduzir o consumo de energia, embora o Brasil ainda atravesse a maior recessão de sua História. Nos últimos dois anos, o brasileiro já pagou quase R$ 18 bilhões em sobretaxa na conta de luz, com a adoção do sistema de bandeiras tarifárias, de acordo com levantamento da Compass Energia realizado a pedido do GLOBO. O valor equivale a praticamente tudo que foi investido na construção da usina de Jirau, em Rondônia, uma das maiores hidrelétricas do país: R$ 19 bilhões. Mas a conta ainda está longe de fechar.

A bandeira tarifária repassa para o consumidor o aumento do custo da energia, que ocorre quando é necessário acionar usinas termelétricas. A expectativa dos analistas é que a bandeira vermelha passe do patamar 1, como está atualmente, para o nível 2, em maio, fazendo com que o valor cobrado a cada cem quilowatts-hora (kWh) consumidos passe de R$ 3 para R$ 3,50.

O Globo

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  1. Mateus Fux disse:

    Isso é uma fachada muito grande, e a energia eólica que é produzida no país está indo pra onde??

    A Brasil esculambado!!!

  2. Blue disse:

    Absurdo!

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Preço médio da gasolina cai e atinge o menor valor em mais de 6 meses, diz ANP

O preço médio da gasolina terminou a semana em queda nos postos pelo país e atingiu o menor valor em mais de seis meses, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (7) pela Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Segundo o levantamento semanal, o preço médio por litro no país foi de R$ 3,670 na semana passada para R$ 3,647 – uma queda de 0,62%. É o menor patamar desde a última semana de setembro (R$ 3,638) e também desde que a Petrobras iniciou sua nova política de preços, em outubro.

O preço do diesel também recuou na semana, passando de R$ 3,028 por litro em média para R$ 3,018 – redução de 0,33%. Já a queda do preço médio do etanol foi de 1,15%, de R$ 2,691 por litro para R$ 2,66.

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  1. Blue disse:

    Enquanto isso, nas bombas ……

  2. Cristiano Ronaldo disse:

    Em que País da América foi isso ?

  3. Paulor disse:

    Aqui enquanto não acabarem com o cartel ela não abaixa nunca… não vejo nenhuma manifestação por parte do Procon e nem do MP..,. que só serve para defender em causa própria.

  4. David32 disse:

    Ainda está caro um absurdo !! Quase 50% são impostos! Que servem para ser desviados ! Tá aí lava jato como exemplo!!

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FGTS inativo: Caixa libera a partir deste sábado os saques do 2º lote

Começa neste sábado (8) a segunda rodada de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O início estava previsto apenas para segunda-feira (10), mas foi antecipado.

Segundo o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, cerca de 2,3 milhões de trabalhadores vão receber os depóstios dos recursos a que têm direito diretamente em suas contas neste sábado.

 

G1

 

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TEM O QUE COMEMORAR: Inflação oficial tem menor resultado do 1º trimestre desde o início do Plano Real; veja itens que mais caíram

A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), perdeu força de fevereiro para março, passando de 0,33% para 0,25%, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (7). Para o mês de março, é o menor resultado desde 2012, quando ficou em 0,21%.

No acumulado do ano, o índice ficou em 0,96%, o menor para o 1º trimestre desde o início do Plano Real, em 1994, quando ficou em 182,96%, segundo o IBGE, e bem menor que os 2,62% registrados no mesmo período de 2016.

No acumulado dos últimos 12 meses, o índice ficou em 4,57%, ficando mais próximo da meta de inflação do Banco Central, de 4,5%, e menor que os 4,76% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em março de 2016, o IPCA foi de 0,43%.

INPC

O IBGE também divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). De fevereiro para março, o índice passou de 0,24% para 0,32%. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice desacelerou para 4,57%, ficando abaixo dos 4,69% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em março de 2016, o INPC registrou 0,44%.

Os itens que mais subiram em março (em %)

Tomate: 14,47
Açaí: 8,47
Cenoura: 6,83
Ovos: 5,86
Batata-inglesa: 5,08
Pescado: 3,43
Leite longa vida: 2,60
Alho: 2,36
Café moído: 1,89
Frutas: 1,39
Hortaliças: 1,32
Pão francês: 0,91
Pão de forma: 0,80
Iogurte: 0,77
Chocolate e achocolatado em pó: 0,73
Refrigerante fora: 0,63
Lanche fora: 0,52

Os itens que mais caíram:

Feijão-preto: -9,11
Feijão-carioca: -5,59
Feijão-mulatinho: -4,50
Chocolate em barra e bombom: -4,19
Farinha de trigo: -3,50
Açúcar cristal: -2,19
Açúcar refinado: -1,65
Óleo de soja: -1,25
Arroz: -1,13
Carnes: -0,96
Refrigerante: -0,75
Cebola: -0,63
Cerveja: -0,63

Com informações do G1

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  1. IB disse:

    Na Globonews a manchete é "Desemprego e recessão derrubam inflação e devolvem poder de compra aos brasileiros". Tem que ser muito idiota ou muito mal caráter pra aplaudir esse desastre de governo e acreditar nesse lixo de imprensa!

  2. Eduardo Cosme. disse:

    Vcs acredita nisso ?????? Uma piada atrás de outra !!!!!! Minha pesquisa é no supermercado! !!!!!

  3. Jofran disse:

    Esse é o Brasil que queremos: O BRASIL DA PROPAGANDA DA GLOBO!
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    ATÉ BONI AGORA VAI TRABALHA DE GRAÇA PRO TEMER.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkk
    E a boiada sai mungindo…
    Mmmmmmmuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmm

    • Francisco disse:

      Arrasou No comentário JOFRAN. Disse tudo e algo mais. Para um bom entendedor meia palavra basta.
      Porque a verdade é que a ECONOMIA EM DEPRESSÃO LEVA TEMER E MEIRELLES A AMPLIAR ROMBO FISCAL.

      O governo de Michel Temer fixou nesta sexta-feira um déficit primário de R$ 129 bilhões de reais para o governo central (governo federal, Banco Central e Previdência) em 2018; déficit primário, que é o resultado negativo das contas do governo antes do pagamento dos juros da dívida, é bem maior do que a estimativa anterior do governo, de R$ 79 bilhões; informação divulgada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, compromete o discurso de retomada do crescimento do País, que vive sua pior recessão econômica sob o comando de Michel Temer; rombo será maior porque a depressão econômica provocada pelo golpe derrubou a arrecadação de impostos.
      "A televisão me deixo burro, muito burro demais…"

  4. bate ferro disse:

    Esse é o Brasil que queremos : O Brasil para os brasileiros.

  5. Marcos Bilro Júnior disse:

    Hahaha como diz minha velha tia "seio muito bem"…hahaha

  6. fernando disse:

    A igual a tesão do vovô Smuf.

  7. Cláudio Anderson disse:

    Esse tipo de matéria FERE DE MORTE A PETEZADA, que ficou mamando nas tetas dos recursos públicos, esvaziando, sugando, acabando com as reservas de capital, levando a economia a beira do colápso e permitindo a volta da inflação por manipular números da economia em favor do populismo.
    Inflação caindo;
    Desemprego diminuindo;
    Contratação de serviços voltando a empregar;
    Credibilidade do país sendo reavaliada positivamente;
    Dólar em queda;
    Bolsa em alta;
    Indústria voltando a investir;
    Tudo que o PT não quer ver, eles só tem olhos a distribuição dos recursos e não a quem gera os recursos. Vão odiar ainda mais Temer e o PMDB por esses números positivos para o Brasil e negativos para o PT.

    • pinheiro disse:

      Meu amigo, A Globo canoniza até lampião como santo…..Eu não entendo porque depois de Temer o Brasil o Brasil não passa a ser do primeiro mundo kkkkkkk

  8. Netto disse:

    Petistas questionando os dados em 3.. 2… 1…

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Inflação é a menor para março em 5 anos

Foto: (Arquivo/Agência Brasil)

A inflação no Brasil foi de 0,25% em março, divulgou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É menos do que os 0,33% registrados em fevereiro e do que os 0,46% de março do ano passado.

Com isso, o acumulado de 12 meses chegou a 4,57%, quase no centro da meta de 4,5% definida pelo governo – com tolerância de dois pontos percentuais para cima (6,5%) ou para baixo (2,5%).

4 grupos monitorados tiveram queda de preços no mês. Transportes ficou em -0,86% puxado por quedas de 2,21% na gasolina, 5,10% no etanol e 9,63% nas passagens aéreas.

Já o grupo Comunicação ficou em -0,63%, fruto em parte de uma redução nas tarifas das ligações de fixo para móvel a partir do dia 25 de fevereiro.

O maior impacto individual foi da energia elétrica, que sozinha contribuiu com 0,15 ponto percentual no índice do mês.

O reajuste de 9,8% nas refinarias refletiram em uma alta de 1,13% no preço dos botijões de gás. Estes foram alguns dos fatores por trás da alta de 1,18% no grupo Habitação em março.

Educação, que havia subido 5,04% em fevereiro em grande parte por causa dos reajustes de mensalidade, teve a segunda maior alta de março, mas bem mais modesta em 0,95%.

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Abono salarial deve acabar para cobrir recuo na Previdência; mudanças em cinco pontos da proposta de reforma

Foto: EBC

O presidente Michel Temer cedeu às pressões da base aliada no Congresso e autorizou, ontem, mudanças em cinco pontos da proposta de reforma da Previdência, que vão reduzir em pelo menos 17% a economia que o governo projetava para os próximos dez anos nos gastos com o INSS, ou cerca de R$ 115 bilhões, segundo estimativa da Casa Civil. A proposta original da reforma previa economia de R$ 678 bilhões em dez anos.

Esse valor, revelou uma fonte da área econômica, terá de ser compensado por medidas adicionais, sendo uma delas o fim do abono salarial, equivalente a um salário mínimo por ano a quem ganha até dois mínimos e que consome cerca de R$ 18 bilhões por ano, alcançando 22 milhões de trabalhadores.

As mudanças foram decididas na parte da manhã, numa reunião entre Temer, alguns ministros e políticos da base governista no Congresso. Coube ao relator da proposta na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA), anunciar que as mudanças serão nas regras para trabalhadores rurais, nos Benefícios de Prestação Continuada (para idosos pobres e deficientes), nas pensões, nas aposentadorias de professores e policiais e nas regras de transição para o novo regime previdenciário, conforme antecipou O GLOBO ontem. O governo já havia retirado da proposta os servidores públicos estaduais e municipais, com o mesmo objetivo de facilitar a reforma. Um ano antes da eleição, o governo teria dificuldade em aprovar a reforma no Congresso da forma como elaborou.

— Todos esses temas são voltados à atenção dos menos favorecidos — afirmou Maia.

De acordo com o relator, a reformulação das regras de transição vai aumentar o número de trabalhadores incluídos nessa faixa:

— As prováveis mudanças serão primeiro para reduzir a idade para inclusão na regra de transição, que não fique apenas de 50 anos para frente. E a outra questão é haver uma compatibilização entre idade mínima e tempo de contribuição.

DOIS BENEFÍCIOS SÓ PARA QUEM GANHA MENOS

No caso do abono salarial, a avaliação dentro da equipe econômica é que esse benefício, ao contrário do seguro-desemprego, não se justifica mais. Ele foi criado na década de 1970 para reforçar o bolso dos trabalhadores quando o salário mínimo era baixo e não tinha ganhos reais. Com a política de valorização do mínimo — que garante a reposição da inflação mais o crescimento da economia —, há espaço para redução dessa despesa, já a partir de 2018.

Outra forma de acomodar as alterações às exigências do Orçamento seria só permitir o acúmulo de benefícios para pessoas de baixa renda. Aposentados e pensionistas com renda elevada ficariam proibidos de receber mais de um benefício. A proposta original da reforma prevê o fim do acúmulo para todos os trabalhadores. Nas palavras de um interlocutor da equipe econômica, essa seria uma forma “Robin Hood” de tratar as mudanças.

— A Câmara é a Casa onde fala a nação brasileira. O relator trouxe ao presidente Temer uma série de preocupações, e chegou-se à conclusão que deveríamos produzir alterações nesses cinco tópicos — afirmou ao GLOBO o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, que garantiu que as modificações não comprometerão a reforma.

Padilha disse que o governo pretende aprovar a matéria até 30 de junho deste ano no Congresso e adiantou que, qualquer que seja a forma como se dará a regra de transição, não poderá durar mais do que duas décadas. Daqui a 20 anos, toda a população urbana só poderá se aposentar com idade mínima de 65 anos e a rural, com 60 anos.

— Não pode haver transição maior do que 20 anos — afirmou Padilha.

O ministro adiantou que, no Benefício de Prestação Continuada (BPC), as regras para as pessoas deficientes não vão mudar. Quanto aos idosos, o assunto ainda está em análise:

— O governo quer conscientizar todos os brasileiros que essa reforma está sendo feita para garantir o pagamento daqueles que hoje estão aposentados e daqueles que vão se aposentar no futuro. Sem essa reforma, no ano de 2024 teremos todo o Orçamento da República comprometido com a Previdência. Teremos de tirar o dinheiro para manter os programas sociais dos aposentados.

Aos parlamentares da base aliada que resistem em aprovar a reforma por causa das eleições de 2018, o ministro disse que a proposta é “altamente conveniente” para quem quer se eleger. Argumentou que, assim que o texto for aprovado no Congresso, o ajuste fiscal — que começou com a criação de um teto para os gastos públicos — ficará completo:

— Só existe uma forma de o político ficar bem: é quando a economia está bem.

De acordo com o ministro da Casa Civil, a reforma que está sendo proposta é para preservar o sistema. Ele lembrou que o déficit da Previdência, no ano passado, foi de R$ 227 bilhões e deverá crescer para R$ 250 bilhões em 2017.

— O déficit não será eliminado. Em no máximo dez anos, teremos de pensar em uma nova fonte de custeio, ou uma nova reforma.

Segundo integrantes da área econômica, o governo fez, sim, um contraponto entre a decisão política e a decisão fiscal. No fim, ficou acertado que valia a pena fazer a mudança sob o ponto de vista político.

Essas fontes explicaram que as despesas com a Previdência respondem, hoje, por 9% do Produto Interno Bruto (PIB). Sem a reforma, em dez anos os gastos subiriam para 11% do PIB. Com a reforma no formato original, em uma década, o número ficaria abaixo de 9%. Com as mudanças de ontem, as despesas cresceriam e ficariam um pouco acima de 9% do PIB.

SUSTENTABILIDADE DAS CONTAS PÚBLICAS

Apesar da redução do efeito fiscal da reforma, o secretário de Previdência, Marcelo Caetano, afirmou que as alterações beneficiam os mais pobres.

— Já que estão sendo feitas alterações, que beneficiem os grupos mais carentes.

Segundo ele, os ajustes envolvem outros dois grandes aspectos: a preservação da estrutura geral da reforma e a sustentabilidade das contas públicas por algumas décadas.

O presidente da comissão especial da Câmara encarregada de apreciar o tema, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), disse ter absoluta certeza de que a emenda será aprovada na Câmara e no Senado. A proposta precisa do aval de dois terços do plenário de cada Casa, em dois turnos. Ele ainda rebateu a crítica de que o governo está recuando nas mudanças.

— Nunca me foi exigido ou solicitado que eu simplesmente carimbasse o projeto do jeito que veio do governo. Temos a mais absoluta certeza de que reforma, a partir do relatório apresentado, deve ser aprovada no Congresso Nacional.

Em relação à Previdência dos militares, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que a proposta de reforma deve ser enviada ao Congresso em maio. Ele afirmou que ainda é cedo para falar sobre as mudanças e que caberá ao presidente Michel Temer “bater o martelo” sobre os pontos a serem alterados.

Jungmann disse ter sido “muito correto” não enviar um texto tratando da aposentadoria dos militares junto com a proposta que já tramita na Câmara. Segundo ele, seria motivo de confusão misturar os dois debates. Apesar disso, admitiu que o texto pode chegar ao Congresso um pouco antes do fim do debate sobre a PEC.

O Globo

 

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  1. JUNI0R PINHEIRO disse:

    ELES GASTARAM O DINHEIRO DA PREVIDENCIA COM VÁRIAS COISAS INCLUSIVE REPASSANDO PARA OBRAS INACABADAS E SUPERFATURADAS E AGORA O TRABALHADOR IRÁ FICAR SEM DIREITOS PARA COBRIR A CONTA!!!!CADÊ O POVO QUE IA MUDAR O MUNDO COM IMPEDIMENTOS ????A COISA TÁ É MUITO PIOR COM ESSE DESGOVERNO!!!!

  2. Marisio Wanderley disse:

    O governo do PMDB, assim como o do PT e do PSDB são culpados pela situação da previdência. Por um simples fato: NÃO COBRAM DE QUEM DEVE.
    Que tal cobrar hoje os R$ 1,837 Bilhões que JBS deve;
    Que tal cobrar hoje os R$ 1,582 Bilhões que a Assoc Brasileira Luterana deve;
    Que tal cobrar hoje os R$ 1,418 Bilhões que o Bancesa deve;
    Que tal cobrar a TODOS os GRANDES DEVEDORES da previdência para que paguem suas dívidas em até 10 anos. Isso certamente cobrirá 60% do rombo e não vir cobrar nas costas do povo que trabalha e recorre a previdência.

    • IB disse:

      Concordo plenamente com você. E ainda, se me permite, acrescento que o governo também gasta com o que não deve. Além dos super salarios e regalias do alto escalão do funcionalismo público e dos políticos se costuma torrar bilhões com publicidade em orgão de mídia como a Rede Globo!

    • Netto disse:

      Ok, dizem que tem aí uns 500 bi de atrasados. A maioria é de difícil recuperação,
      com direito a Encol, Rede Manchete e Varig no meio. Mas se essa quantia caísse magicamente amanhã nos cofres da previdência, talvez isso desse um fôlego de uns dois anos na urgência que é ter que se resolver o problema. Regalias, desvios, desonerações, sonegação tudo isso tem que ser combatido (e não são os maiores geradores de déficit -no máximo as aposentadorias do setor público), mas o que poucos entendem (e político nenhum via dar a cara a tapa para explicar) é que a previdência não funciona como um sistema de capitalização individual (se assim fosse, alguém que trabalhasse por 35 anos, com 20% de seus vencimentos ao INSS, teria só SETE anos de cobertura). A chave para se entender é que a Previdência é uma pirâmide legalizada, que dava para ser coberta pelo Tesouro no tempo em que se tinha uma dúzia de filhos. Hoje é diferente. Esperar que quem entrou de boa-fé no sistema, acreditando que lei posta em papel revoga a matemática vá aceitar que mexam nos seus direitos é querer demais. Depois a conta chega. Fosse Temer, tocaria o fodassse e desistia dessa reforma que só serve para que ele se queime e para dar palanque para demagogos.

    • Netto disse:

      A culpa não é das viúvas e dos trabalhadores. A culpa é dos políticos que, ao longo de décadas, prometeram algo estruturalmente insustentável para pobres, viúvas, velhinhos e trabalhadores. Falar a verdade tira voto. O povão não é obrigado a conhecer cálculo atuarial. Entendo e incompreensão.

    • Demostenes disse:

      Se existem valores que não podem mais ser cobrados como a Varig e Vasp a CULPA é do POLÍTICO que NÃO COBROU no tempo devido. Sempre estamos vendo a negligência política ser cobrada na conta de quem não tem qualquer culpa, como sempre nas costas, lombo, dorso dos trabalhadores.

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Região Potengi recebe R$ 9,3 milhões em investimentos para hospital, projetos de acesso à água e apoio à produção

A população da região Potengi foi beneficiada nesta quinta-feira, 6, com a assinatura de vários convênios que somam investimentos de R$ 9,3 milhões. O ato de assinatura aconteceu em São Paulo do Potengi, no Centro de Capacitação e Estudos em Metrologia e Tecnologias de Desenvolvimento Sustentável da AgriculturaA população da região Potengi foi beneficiada nesta quinta-feira, 6, com a assinatura de vários convênios que somam investimentos de R$ 9,3 milhões. O ato de assinatura aconteceu em São Paulo do Potengi, no Centro de Capacitação e Estudos em Metrologia e Tecnologias de Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Alimentar – CEMTRAF. Somente na ampliação e reforma dos setores de urgência e emergência do Hospital Regional, o Governo do Estado vai investir R$ 1,8 milhão. Em equipamentos, o hospital vai receber investimentos de aproximadamente R$ 5 milhões.

“Estamos aqui em mais um dia de trabalho atendendo reivindicações antigas e importantes da população de São Paulo do Potengi e da região. A reforma e ampliação do Hospital vão permitir um melhor atendimento e evitar que as pessoas tenham que se deslocar a Natal em busca de tratamento. Também estamos implantando programas de acesso à água, entregando equipamentos que irão melhorar a organização das pessoas e a produção em comunidade, fomentando oportunidades de trabalho e de renda. Através do programa Governo Cidadão, e com recursos do empréstimo do Governo do Estado ao Banco Mundial, investimos para melhorar a vida das pessoas, daqueles que mais precisam da ação do Governo”, afirmou o governador Robinson Faria.

A maternidade do Hospital Regional de São Paulo do Potengi também recebe R$ 82 mil para adequação e equipamentos como berços de acrílico, armários, vitrine para medicamentos e instrumentos, cama para parto humanizado, cama fawler (articulável), cadeiras de roda e de banho, suportes para soro, mesas de cabeceira, poltronas, aparadeiras, balanças digitais infantis, carros-maca em inox e mesas auxiliares. O hospital possui 32 leitos, sendo 8 na maternidade.

ACESSO À ÁGUA

O governador também assinou convênios para contração de Assistência técnica em projetos de Acesso à água para os municípios de Ielmo Marinho e São Tomé, que somam investimento de R$ 1,3 milhão.

Em São Tomé, o Governo do Estado vai construir dois ramais partindo da adutora Monsenhor Expedito para levar água às comunidades rurais de Morada Nova e Cotovelo/Extrema, que irão beneficiar 100 famílias.

Em Ielmo Marinho, os convênios irão permitir o acompanhamento das obras de construção de cisternas tipo “calçadão” que armazenam água para utilização no projeto Quintais Produtivos. Serão 30 famílias beneficiadas nas comunidades de Ramada I e Nossa Terra.

BANDAS FILARMÔNICAS

Outra ação do Governo do Estado iniciada nesta quinta-feira 06, é liberação de recursos para aquisição de instrumentos e pagamento aos maestros de bandas filarmônicas em seis municípios: Senador Elói de Souza, Riachuelo, Bom Jesus, Ruy Barbosa, Santa Maria e Lagoa de Velhos. Cada município recebe o valor de R$ 99 mil e outros R$ 10.923,00 para contratar assistência técnica. No total o investimento é de R$ 659.538,00.

APOIO À PRODUÇÃO

O governador Robinson Faria ainda assinou convênios para incentivo e apoio a projetos de Economia Solidária. Será contemplada a reforma da associação Alto da Conceição, que reúne artesãs no município de Lagoa de Velhos, aquisição de equipamentos e matéria prima para apoio à produção. Em Ielmo Marinho o incentivo às atividades da Economia Solidária vai permitir a contração de assistência técnica para as trabalhadoras da Associação das Artesãs de Boa Vista e da Associação do Assentamento Roseli Nunes, beneficiando 50 famílias.

COMPUTADORES PARA CONSELHOS DE DESENVOLVIMENTO

As ações do Governo na região Potengi ainda contemplaram a entrega de mobiliário e equipamentos de informática (computadores, impressoras e projetores) para Conselhos Municipais de Desenvolvimento (CMDS) em 11 municípios: Barcelona, Bom Jesus, Ielmo Marinho, Lagoa de Velhos, Riachuelo, Ruy Barbosa, Santa Maria, São Paulo do Potengi, São Pedro, São Tomé e Senador Elói de Souza. Esta iniciativa representa investimento de R$ 103.098,00.

O ato contou com a presença dos secretários de Estado das Relações Institucionais, Getúlio Ribeiro, do secretário especial de Gestão de Projeto, Vagner Araújo, dos deputados estaduais Ricardo Motta e Márcia Maia, da gerente de projetos do Banco Mundial, Fátima Amazonas, do representante do Banco Mundial para o setor de saúde, David Souza, prefeitos de onze municípios, gestores estaduais e municipais. Alimentar – CEMTRAF. Somente na ampliação e reforma dos setores de urgência e emergência do Hospital Regional, o Governo do Estado vai investir R$ 1,8 milhão. Em equipamentos, o hospital vai receber investimentos de aproximadamente R$ 5 milhões.

“Estamos aqui em mais um dia de trabalho atendendo reivindicações antigas e importantes da população de São Paulo do Potengi e da região. A reforma e ampliação do Hospital vão permitir um melhor atendimento e evitar que as pessoas tenham que se deslocar a Natal em busca de tratamento. Também estamos implantando programas de acesso à água, entregando equipamentos que irão melhorar a organização das pessoas e a produção em comunidade, fomentando oportunidades de trabalho e de renda. Através do programa Governo Cidadão, e com recursos do empréstimo do Governo do Estado ao Banco Mundial, investimos para melhorar a vida das pessoas, daqueles que mais precisam da ação do Governo”, afirmou o governador Robinson Faria.

A maternidade do Hospital Regional de São Paulo do Potengi também recebe R$ 82 mil para adequação e equipamentos como berços de acrílico, armários, vitrine para medicamentos e instrumentos, cama para parto humanizado, cama fawler (articulável), cadeiras de roda e de banho, suportes para soro, mesas de cabeceira, poltronas, aparadeiras, balanças digitais infantis, carros-maca em inox e mesas auxiliares. O hospital possui 32 leitos, sendo 8 na maternidade.

ACESSO À ÁGUA

O governador também assinou convênios para contração de Assistência técnica em projetos de Acesso à água para os municípios de Ielmo Marinho e São Tomé, que somam investimento de R$ 1,3 milhão.

Em São Tomé, o Governo do Estado vai construir dois ramais partindo da adutora Monsenhor Expedito para levar água às comunidades rurais de Morada Nova e Cotovelo/Extrema, que irão beneficiar 100 famílias.

Em Ielmo Marinho, os convênios irão permitir o acompanhamento das obras de construção de cisternas tipo “calçadão” que armazenam água para utilização no projeto Quintais Produtivos. Serão 30 famílias beneficiadas nas comunidades de Ramada I e Nossa Terra.

BANDAS FILARMÔNICAS

Outra ação do Governo do Estado iniciada nesta quinta-feira 06, é liberação de recursos para aquisição de instrumentos e pagamento aos maestros de bandas filarmônicas em seis municípios: Senador Elói de Souza, Riachuelo, Bom Jesus, Ruy Barbosa, Santa Maria e Lagoa de Velhos. Cada município recebe o valor de R$ 99 mil e outros R$ 10.923,00 para contratar assistência técnica. No total o investimento é de R$ 659.538,00.

APOIO À PRODUÇÃO

O governador Robinson Faria ainda assinou convênios para incentivo e apoio a projetos de Economia Solidária. Será contemplada a reforma da associação Alto da Conceição, que reúne artesãs no município de Lagoa de Velhos, aquisição de equipamentos e matéria prima para apoio à produção. Em Ielmo Marinho o incentivo às atividades da Economia Solidária vai permitir a contração de assistência técnica para as trabalhadoras da Associação das Artesãs de Boa Vista e da Associação do Assentamento Roseli Nunes, beneficiando 50 famílias.

COMPUTADORES PARA CONSELHOS DE DESENVOLVIMENTO

As ações do Governo na região Potengi ainda contemplaram a entrega de mobiliário e equipamentos de informática (computadores, impressoras e projetores) para Conselhos Municipais de Desenvolvimento (CMDS) em 11 municípios: Barcelona, Bom Jesus, Ielmo Marinho, Lagoa de Velhos, Riachuelo, Ruy Barbosa, Santa Maria, São Paulo do Potengi, São Pedro, São Tomé e Senador Elói de Souza. Esta iniciativa representa investimento de R$ 103.098,00.

O ato contou com a presença dos secretários de Estado das Relações Institucionais, Getúlio Ribeiro, do secretário especial de Gestão de Projeto, Vagner Araújo, dos deputados estaduais Ricardo Motta e Márcia Maia, da gerente de projetos do Banco Mundial, Fátima Amazonas, do representante do Banco Mundial para o setor de saúde, David Souza, prefeitos de onze municípios, gestores estaduais e municipais.

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DEFLAÇÃO: Inflação, medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), fechou março com forte desaceleração

Março registrou inflação negativa de 0,38% . Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A inflação, medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), fechou março com forte desaceleração. Houve deflação (inflação negativa) de 0,38%, resultado que chega a ser 0,44 ponto percentual inferior ao de fevereiro: alta de 0,06%. Em março de 2016, a variação atingiu 0,43%.

Os dados relativos ao IGP-DI foram divulgados hoje (6), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Eles indicam que a alta acumulada pelo indicador nos três primeiros meses do ano foi de 0,12%. Em 12 meses, o IGP-DI acumula alta de 4,41%. A taxa de março foi calculada com base nos preços coletados entre 1º e 31 do mês de referência.

O comportamento dos preços ao produtor foi decisivo para a taxa negativa, uma vez que os preços ao consumidor e da construção fecharam com resultado positivo. No primeiro caso, houve aceleração de preços frente ao mês imediatamente anterior e no segundo, desaceleração, embora a taxa ainda tenha fechado com variação positiva.

Preços ao Produtor

Principal responsável pelo deflação do IGP-DI, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) acusou inflação negativa de 0,9 ponto percentual, ao passar de uma deflação de 0,12% em fevereiro para 0,78% em março. O IPA responde por 60% dos preços do IGP-DI.

A redução de quase 1 ponto percentual entre fevereiro e março foi puxada pelos grupos Bens Intermediários e Matérias-Primas Brutas, embora todos os três grupos componentes do IPA tenham fechado com variação negativa.

No caso dos Bens Intermediários a deflação chegou a 0,89%, revertendo uma alta de 0,21% em fevereiro. O principal responsável por este recuo foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa de variação passou de 0,81% para -0,7%.

Já no grupo das Matérias-Primas Brutas, a taxa de variação passou de -0,51% em fevereiro para -1,51% em março, neste caso uma redução de preços de 1 ponto percentual. Os destaques no sentido descendente foram: milho (em grão) (-4,82% para -9,63%), laranja (9,66% para -1,97%) e mandioca (aipim) (-0,03% para -5,06%).

Em sentido ascendente, minério de ferro (1,56% para 3,41%), bovinos (-2,67% para -0,71%) e aves (-2,73% para -0,50%). Embora tenha fechado com variação positiva, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve desaceleração ao passar de 0,47% em março para 0,31% no mês anterior.

Agência Brasil

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