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Foliões esperam mais de duas horas para conseguir abadá

Tem muito folião reclamando da demora e da desorganização na entraga dos abadás, que está sendo realizada desde ontem na sede social do América, no Tirol.

Enquanto o blog esteve no local, várias pessoas se queixavam da demora. Uma fonte enfrentou mais de duas horas para conseguir trocar o vale-abadá do bloco Caju na manhã desta quinta-feira (1º). As filas que começavam em frente a sede arrodeavam o quarteirão passando pela rua Maxaranguape, seguindo pela avenida Campos Sales, até o cruzamento com a Ceará-Mirim.

Fica a dica para os foliões que ainda não pegaram o seu kit abadá, que corram com um copinho de água e o protetor solar para evitar alguns transtornos. Uma dose extra de calma também faz bem. O blog tem um enorme respeito e admiração pelos colegas da Destaque, mas se continuar dessa forma, o evento só tem a perder.

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Empresa vai investir R$ 700 milhões em mina de Cruzeta, construir mineroduto e ampliar porto de Natal

Parece que, enfim, o porto de Natal vai deslanchar em razão dos grandes investimentos que estão previstos para os próximos anos.

A Susa Mineração, empresa formada pela indiana Zamin Ferrous e pelas brasileiras DP Projetos e Idepp, investirá R$ 700 milhões nos próximos três anos para explorar minério de ferro em Cruzeta (RN).

O aporte, cujo maior volume virá do investidor indiano, será destinado a projetos na mina, de logística e de ampliação do porto de Natal.

A intenção da empresa é construir um mineroduto de 230 km para escoar a produção. No porto, uma parceria público-privada deve garantir a construção de um píer novo para atracação.

A empresa também espera que a profundidade do mar seja ampliada de 10 metros para 17 metros para poder enviar seus produtos em barcos com capacidade para 75 mil toneladas.

O trabalho de dragagem é realizado pelo governo federal. Por enquanto, apenas barcos para 35 mil toneladas podem atracar em Natal.
Em setembro, ocorreu o primeiro embarque. Foram exportadas 32 mil toneladas para a China.
“Mais três embarques sairão neste ano”, diz o diretor da Susa e sócio da DP Projetos, José Fonseca de Oliveira.

A empresa projeta produzir até 5 milhões de toneladas por ano a partir de 2013.
“Mas isso está condicionado aos trabalhos de dragagem e logística. Por enquanto, estamos transportando por rodovia, mas isso não será possível quando aumentarmos a produção.”

A mina tem 150 milhões de toneladas de minério de ferro, segundo estudos.

As informações são do jornal Folha de São Paulo

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  1. Gustavo Faria disse:

    É bom saber que empresários sérios acreditam no potencial que nosso Porto tem a oferecer! Que sirva de exemplo para tantos outros! Valeu pela cobertura BG.

  2. Paguedez disse:

    Se a notícia se confirmar será uma boa… muito mais pelas reformas no porto do que pela extração do minério… enquanto estamos exportando minério pernambuco recebe uma montadora da FIAT.. o ideal seria usar o minério aqui mesmo!!!

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Flávio agradece à governadora Wilma de Faria e causa mal estar a auxiliares de Rosalba

Durante a posse da nova presidência da Fiern, ontem, no Teatro Riachuelo, Flávio Azevedo, que esteve oito anos à frente da Federação das Indústrias, agradeceu a dois políticos em especial.

O primeiro foi o deputado federal Henrique Eduardo Alves.

O outro?

A governadora – governadora – Wilma de Faria.

Os auxiliares de Rosalbada Ciarlini presentes na cerimônia se inquietaram. A governadora estava a metros de Flávio.

Esperaram pelo agradecimento à Rosa, que não veio.

Uma das principais bandeiras de Flávio Azevedo à frente da Fiern foi a estruturação da logística econômica do estado.

Ele participou da luta pela implantação do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante e a implantação das Zonas de Processamento Externo – as ZPEs – que sai sem ver efetivamente concretizadas.

Amaro Sales, da indústria da panificação, assume a Fiern num momento de definição de outro ponto estrutural do RN: o porto de Natal.

A federação tem um ponto de vista sobre o assunto, diferente do Governo do Estado – vide as opiniões desse sobre o Proimport, que divide as opiniões dos dois entes.

Não é difícil entender os motivos que fizeram Flávio “esquecer” de Rosalba. Sobretudo porque foi um de seus principais auxiliares, porta-voz de seu governo, que chamou a Fiern de “caudatária da CNI”.

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  1. Paulo disse:

    Eu faria o mesmo Wilma foi uma boa Gov. e vai ser Prefeita de Natal novamente…

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Assalariados pagaram mais que o dobro dos bancos em arrecadação de impostos

Uma ánalise feita pelo Sindicato Nacional de Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), e confirmada por especialistas, indica que os trabalhadores pagaram o equivalente a 9,9% da arrecadação federal somente com o recolhimento de Imposto de Renda ao longo de um ano. As entidades financeiras arcaram com menos da metade disso (4,1%), com o pagamento de quatro tributos.

“Os dados mostram a opção equivocada do governo brasileiro de tributar a renda em vez da riqueza e do patrimônio”, avalia João Eloi Olenike, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). A face mais nítida desta escolha, segundo o especialista, é a retenção de imposto de renda na fonte, ou seja, no salário do trabalhador.

“São poucos os países que, como o Brasil, não deixam as empresas e as pessoas formarem riqueza,” afirmou. “Todos os tributaristas entendem que não está correto, era preciso tributar quem tem mais.”

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Obras engatinham e ninguém sabe quanto vai custar a Copa no Brasil

Almir Leite – O Estado de S.Paulo

A Copa do Mundo no Brasil vai tomar forma na quinta-feira, quando a Fifa divulgará o calendário com datas, locais e horários dos jogos. No dia 30, completam-se quatro anos que o País foi anunciado como sede da competição. Desde então, algumas coisas foram feitas, mas há muito por fazer. Os estádios ficarão prontos a tempo. O mesmo não se pode garantir em relação aos aeroportos e às 49 obras de mobilidade urbana ligadas à Copa. “Certeza” absoluta, só uma: ninguém sabe quanto ficará a conta da empreitada.

No último balanço divulgado pelo governo federal, em setembro, o custo da Copa, considerando-se o dinheiro a ser investido em estádios, portos e aeroportos e em mobilidade urbana, foi estimado em R$ 27,1 bilhões. Aumento de cerca de 14% em relação aos R$ 23,1 bilhões do balanço de janeiro e de 26% sobre os R$ 21,5 bilhões de previsão feita em 13 de janeiro de 2010, quando o ex-presidente Lula assinou a Matriz de Responsabilidade.

Esses R$ 27,1 bilhões estão a anos-luz de uma estimativa feita pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), que calculou em R$ 112 bilhões o custo com a Copa. O estudo da associação, que tem parceria técnica com a CBF e o Ministério do Esporte, inclui também gastos com hotelaria, segurança, tecnologia e saúde, entre outros. Mesmo assim, a diferença é grande, pois o balanço do governo acrescenta apenas R$ 10,3 bilhões para esses itens.

Os números são mesmo conflitantes. Na sexta-feira, o governo divulgou atualização na Matriz de Responsabilidade e a conta baixou para R$ 26,1 milhões. “A Matriz é um documento que precisa ser atualizado com os ajustes que são feitos enquanto a obra está em andamento. Isso é essencial para a transparência do processo”, esclareceu Alcino Reis, secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor do Ministério do Esporte.

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Governo Rosa pretende economizar até R$ 6 milhões com pente-fino na folha dos servidores

Tribuna do Norte: O titular da secretaria de Estado da Administração e dos Recuros Humanos (Searh), José Anselmo de Carvalho, apresentou ontem, durante entrevista coletiva, uma série de propostas que objetivam equilibrar as contas estaduais e mantê-las abaixo do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O Governo propõe a realização de uma auditoria na folha de pagamento dos servidores, fixação de um subteto dos vencimentos e revogação de arrecadações privilegiadas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Seviços (ICMS). “São os caminhos que o Governo pode percorrer para poder controlar as contas e, só assim, responder às exigências dos servidores estaduais”, disse Anselmo.

Desde que assumiu o comando do Poder Executivo estadual, a governadora Rosalba Ciarlini enfrenta problemas com a paralisação de diversas categorias. Os servidores de 16 órgãos exigem a implantação dos Planos de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS’s) aprovados pela Assembleia Legislativa em duas datas: 31 de março e 1º de julho, durante as gestões da governadora Wilma de Faria e Iberê Ferreira.

Os Planos só podem ser efetivados caso o Governo esteja abaixo do limite prudencial, ou seja, obedeça à LRF. Segundo o titular da Searh, os deputados estaduais, governadores e sindicalistas sabiam dessa condição descrita, inclusive, nas leis que criavam os PCCS’s, porém, não comunicaram aos servidores. “Todos sabiam, mas ninguém comunicou ao servidor que o aumento ficava condicionado à LRF”, disse.

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Aviso Prévio de 90 dias está valendo!!!

A presidente Dilma Rousseff sancionou ontem, sem vetos, a ampliação para até 90 dias do prazo de concessão de aviso prévio nas demissões sem justa causa. Atualmente, os trabalhadores têm direito a 30 dias de aviso prévio. Com a nova lei, será mantido o prazo atual de 30 dias, com o acréscimo de três dias por ano trabalhado, podendo chegar ao limite de 90 dias. A lei vale apenas para o empregador.

Dessa forma, o trabalhador que estiver na mesma empresa por dez anos terá o direito a receber dois meses de aviso prévio – um que já tinha direito mais os 30 dias referentes aos dez anos de serviço. Para obter o máximo de 90 dias, o funcionário terá de ter 20 anos ou mais de serviço. Atualmente, o aviso prévio é concedido no máximo por 30 dias, a partir do primeiro ano de trabalho ou proporcionalmente aos meses de serviço.

A mudança começa a valer a partir de amanhã, quando a sanção será publicada no Diário Oficial da União. O texto aprovado pelos deputados no fim de setembro, que regulamenta a Constituição Federal, foi votado pelo Senado Federal em 1989, mas estava parado na Câmara desde 1995.
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  1. Ednaursinho disse:

    Quem è que fica no emprego 20 anos hoje em dia manda em bora por qual quer motivo principaumente quem tem filho para levar no medico essa lei è so para Deputado, tinha que ser para todos.

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Aeroporto de São Gonçalo é o maior "me engana que eu gosto"

Um fato a que ninguém tem dado a devida publicidade sobre o Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante (AISGA) diz respeito às suas reais potencialidades.

A Infraero disse certa vez que para o AISGA ser um hub, como dizem que vai ser, depende das operadoras de voo que funcionarão no lugar. Um hub é quando o aeroporto é utilizado como ponto de conexão para transferência de passageiro. O de SGA, dizem ainda, será utilizado como terminal aeroportuário de cargas.

Pois bem.

Em sua coluna do Novo Jornal desta sexta-feira, o empresário Bira Rocha esmiúça o assunto. Segundo ele, a Infraero, o Tribunal de Contas da União e o BNDES, ligados diretamente ao processo de viabilização do aeroporto, apresentam informações que vão na contramão da expectativa atual. São elas:

1º- A capacidade instalada do AISGA (até 2020) é praticamente idêntica à do nosso velho Augusto Severo, após reforma em execução.

2º- O aeroporto de Recife terá capacidade quase três vezes maior; o de Salvador o dobro; e o de Fortaleza bem superior.

3º- Estudos encomendados pelo BNDES não levam em conta a possibilidade do terminal se transformar num HUB.

4º-Os mesmos estudos confirmam que a maior fatia do movimento do AIGA virá do turismo e alertam para o risco do novo aeroporto perder demanda para os vizinhos nordestinos.

Pelo visto, o AISGA vai repetir o vexame da Ponte Newton Navarro, que foi construída sob o argumento de que iria desenvolver o litoral norte além de desafogar o trânsito. Até agora nada.

Antes de comemorar, portanto, é bom lembrar, como fez Bira Rocha, que seis é igual a meia dúzia. Tudo permanece como dantes, no quartel de Abrantes.

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Jovens de até 20 anos lideram calote com cheques sem fundo

Está na UOL, jovens com até 20 anos são os maiores passadores de cheques sem fundo. A galera manda ver mesmo!!!

Os jovens lideraram a inadimplência com cheques no país durante o primeiro semestre do ano, mostra pesquisa da TeleCheque. O levantamento foi feito com mais de 13 mil clientes da base de dados da empresa especializada em verificação de crédito.

Entre os consumidores com até 20 anos, o índice de inadimplência ficou em 16,92%, ante 15,90% no mesmo período do ano passado. Conforme a idade avança, o indicador é menor (veja abaixo).

No caso daqueles com mais de 60 anos, foi de 1,24% entre janeiro em junho, frente o 1,30% registrado no mesmo período de 2010. No geral, o índice de inadimplência ficou em 2,92% nos primeiros seis meses do ano. No mesmo período de 2010, tinha sido de 2,85%

“O total de jovens inadimplentes com cheques vem crescendo nos últimos anos. O que mais nos preocupa é a dificuldade que eles têm em se recuperarem financeiramente”, afirma Dirlene Martins, diretora de recuperação da TeleCheque.

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Piora situação financeira dos municípios do RN; quedas nos repasses atingem 26%

A situação que já era ruim, ficou pior. Caiu em mais de 20% a arrecadação dos municípios do RN.
Os valores repassados pelo Governo Federal, referente ao FPM, registrou queda de 20,17%, já o ICSM, arrecadado pelo Governo do Estado, caiu 26,45%.

De acordo com a Federação dos Municípios do RN, a Femurn, o FPM transferido a todas as 167 prefeituras do Rio Grande do Norte somou R$ R$ 52.359.472,48. Em agosto passado, o valor total transferido aos municípios foi de R$ 78.116.360,58, o que representa um decréscimo de 20,17%.

Em setembro de 2010, o valor transferido aos municípios do RN foi de R$ 60.782.624,76. Na comparação com setembro do ano passado, o FPM deste mês também registrou queda, de 2,59%.

Para agravar ainda mais a crise financeira dos municípios, que ainda estão muito longe de se recuperar dos efeitos da retração econômica iniciada a partir de 2009, as prefeituras do RN amargaram, também neste mês de setembro, com diminuição na receita do ICMS.

Em setembro, o total transferido pelo Governo do Estado ao conjunto das prefeituras totalizou R$ 57.041.424,69, contra R$ 77.551.745,99 transferido em agosto passado e R$ R$ 48.096.925,10 em setembro de 2010.

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Turista Brasileiro é o terceiro que gasta mais nos EUA. Em média US$ 5.918 por viagem

O Estado de S.Paulo

O turista brasileiro tornou-se muito bem-vindo nas lojas dos EUA. Está em terceiro lugar na lista dos maiores gastadores, abaixo de japoneses e britânicos e acima de alemães, franceses e sul-coreanos. Não é tão rico quanto seus concorrentes na corrida às compras, mas tem feito o possível para ajudar a recuperação do varejo norte-americano. Sua posição no rol dos grandes consumidores estrangeiros se tornou conhecida graças a um relatório do Departamento do Comércio dos EUA. Não há informação precisa a respeito de seus gastos em outros países, mas também devem ser apreciáveis.

O turista brasileiro sempre foi um comprador entusiasmado, disposto a embarcar de volta com malas estufadas e uma porção de pacotes difíceis de acomodar no avião. Mas a figura desse consumidor nunca foi tão notória e tão celebrada quanto nos últimos tempos, graças a dois fatores: a forte valorização do real e o aumento do contingente em condições de viajar para o exterior.

Alguns acharão estranho – e até censurável – brasileiros deixarem nos EUA, em média, US$ 5.918 por viagem, gastando mais que alemães, franceses e australianos. Afinal, o brasileiro de classe média, mesmo aquele com dinheiro suficiente para férias no exterior, tem quase sempre uma renda menor que a dos turistas da Europa ou dos países mais desenvolvidos da área do Pacífico. Mas é preciso levar em conta alguns fatores especiais, para entender essa diferença de comportamento. Não há nada de muito estranho, nem de reprovável, nesse turismo consumista.

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A lambança e o papelão do Governo aumentando o IPI

Perfeito o editorial do Estadão de hoje, com o argumento de valorizar o que é nosso o governo privilegiou as montadores que estão aqui a muitos anos como é o caso da Volkswagen, Ford, GM e Fiat, que diga-se de passagem, quando eram só elas, a gente só tinha carroça para andar. Segue:

O governo acaba de promover, sob o disfarce de política industrial, mais uma lambança a favor de grupos selecionados. Com o pretexto de proteger o setor automobilístico e o emprego do trabalhador brasileiro, o Executivo federal aumentou o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e definiu condições para isenção das novas alíquotas. As condições beneficiam claramente uma parte das montadoras e criam, indiretamente, barreiras à importação de veículos e de componentes fabricados fora do Mercosul e do México. Ao estabelecer uma discriminação baseada em critério de conteúdo nacional, o governo se expõe a ser contestado na Organização Mundial do Comércio (OMC). O governo, segundo fontes ouvidas pela reportagem do Estado, admite essa possibilidade, mas decidiu correr o risco.

“O consumo dos brasileiros está sendo apropriado pelas importações”, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, é preocupante ver a indústria acumular estoques e dar férias coletivas aos funcionários. É conversa sem fundamento. O número de veículos nacionais licenciados até agosto foi 2,2% maior que o de um ano antes, segundo a associação das montadoras (Anfavea). A receita de exportações de veículos foi 17,3% superior à de janeiro-agosto de 2010. A das vendas externas de máquinas agrícolas, 52,1%. O licenciamento de veículos importados aumentou, de fato, e chegou a 22,4% do total de licenciados. Em todo o ano passado a proporção foi de 18,8%. Mas, com produção, venda e exportação em alta, poderia o governo ter apelado para medidas explícitas de proteção? Conseguiria provar um surto de importação gravemente prejudicial para justificar as salvaguardas admitidas pela OMC?

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