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Ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo defende que Brasil caminhe para a liberação das drogas

Faculdade de Direito no DF promoveu um debate sobre drogas e presídios – Ailton de Freitas / Agência O Globo

O ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo defendeu que o Brasil caminhe para a liberação das drogas. Ele também alertou sobre os perigos da infiltração das organizações criminosas que atuam nos presídios. De acordo com o ex-ministro, há cooptação de estudantes de Direito para que prestem concursos para juiz e para carreira no Ministério Público. Uma vez aprovados, eles devem atuar a favor do crime organizado.

Cardozo, que foi ministro da Justiça e da Advocacia-Geral da União (AGU) no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, participou de uma palestra no Uniceub, uma instituição privada de ensino superior de Brasília. Ele defendeu que o usuário de drogas não deve ir para a prisão, mas sim tratado. Na avaliação de Cardozo, a proibição alimenta o narcotráfico mundial.

— Nós temos que caminhar sim para a liberação das drogas. Mas dentro daquilo que a cultura do povo admite, com muita transparência, muita discussão e sem dogmatismo. Com estudos, com avanços, com análise de experiências como aquela do Uruguai — afirmou o ex-ministro, citando a legalização da maconha no país vizinho.

O ministro citou o crescimento da população prisional brasileira, em grande parte formada por pessoas condenadas ou acusadas de envolvimento com drogas. Segundo Cardozo, a prisão deve ser medida excepcionalíssima, uma vez que o crescimento do encarceramento no país não significou redução da criminalidade. Além disso, ele lembrou que as condições das unidades prisionais brasileiras são ruins, propiciando a proliferação de organizações criminosas.

— Organizações criminosas que nasceram para proteção dos direitos dos presos, como autodefesa. E a partir daí, de sua autodefesa, inicia um processo de cometimento de delitos fora dos presídios e dentro dos presídios, justamente para abastecerem seus cofres para poderem atuar. Contratam advogados, dão segurança para as famílias dos presos e praticam atos de delinquência pavorosos para conseguir arrecadar recursos — disse Cardozo, acrescentando:

— São organizações criminosas sofisticadas que têm um sistema de organização e arrecadação bem elaborado e trabalham com um elemento de corrupção de autoridades de todos os poderes. Essas organizações hoje corrompem todos os poderes. É sabido que há situações em que estudantes de direito são cooptados pelas organizações criminosas para prestarem concursos para a magistratura e fazerem suas carreiras lá. É sabido que fazem concurso para o Ministério Público para serem braços instrumentais dessas organizações nessas instituições. É sabido que há organizações criminosas que, diretamente ou por empresas de fachada, financiam campanhas eleitorais para terem seus braços no Parlamento.

O Globo

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  1. [email protected] disse:

    E já não é liberado. O alcool mata tanto quanto a arma de fogo no Brasil. Além disso o brasileiro mais rico, Paulo leman (Ambev ), é o dono dessa droga.

  2. jailson disse:

    Há um Deus que nos livrará dos incapazes…….,…

  3. Mateus Fux disse:

    Isso é um embecil, em todos os países que foi legalizado a maconha não deu certo. O que esse papangu está falando é na verdade atestando a ineficiência do estado em retrair o crime, com o transporte, venda e o consumo, dando como saída a legalização!!

    Pelo amor de Deus, vamos acabar com essas "gambiarras" essa desgraça de sempre querer empurrar o problema pra frente e nunca resolver!!

    A país sem nada!!

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Nem 1% do que foi descoberto pela PF foi mostrado, diz delator da Carne Fraca

O fiscal agropecuário federal Daniel Gouveia Teixeira, responsável por denúncias que levaram à Operação Carne Fraca, afirmou que há uma série de irregularidades ainda não reveladas pela Polícia Federal (PF). Em entrevista à Rádio Eldorado nesta quarta-feira, 22, Teixeira ressaltou que o pagamento de propina é frequente no processo de fiscalização da carne. “Não foi mostrado nem 1% do que foi descoberto pela Polícia Federal”, disse.

O servidor do Ministério da Agricultura, que foi transferido de função desde o início das investigações, atribui as falhas à ingerência decorrente de indicações políticas. “É a interferência de políticos para tirar e colocar fiscais mais rigorosos em locais que não atrapalhassem interesses das empresas”, relatou.

Teixeira também revelou que havia denúncias relacionadas ao setor engavetadas há cerca de dez anos. “A PF conseguiu fazer em dois anos o que o Ministério da Agricultura não fez em dez”, garante.

Apesar de denunciar o envolvimento de colegas e frigoríficos nos casos de corrupção, o fiscal tranquiliza a população em relação ao consumo da carne produzida no País. “Não é motivo de pânico. A população tem de conhecer o produto, verificar se é fiscalizado. 90% dos meus colegas são pessoas honestas e qualificadas que trabalham para garantir a qualidade dos produtos.”

Teixeira ainda afirmou que as irregularidades foram registradas ao longo de vários governos, ao menos desde o mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e que não houve mudança após o PMDB assumir o Planalto. O delator disse não ter conhecimento de qualquer associação ou formação de cartel por parte dos frigoríficos que pagavam propina a servidores federais. Ele criticou ainda as tentativas de minimizar a importância da Operação Carne Fraca.

O funcionário representa a categoria como delegado sindical, mas garante não ser filiado a nenhum partido político. Ele recebe segurança da Polícia Federal e de outros órgãos de segurança do Paraná desde o início da operação, há dois anos e meio.

Isto É, com Estadão

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  1. Maria Lúcia Ferreira disse:

    Todos combinamos e não compramos carne de qualidade nenhuma, até que esses marginais criem vergonha na cara e coloque um pŕoduto que preste. Bandidos.

  2. VENTURA disse:

    Esse coitado agora vai comer o pão que o diabo amassou nas mãos dessa classe política sebosa desse país.

  3. Paulo Cardoso disse:

    Deveriam ter exposto toda a podridão que nos já conhecemos mais que ajuda a expor a realidade desse sistema que é muito mais podre do que todo volume de carne podre acumulado já comercializado por esses

  4. Roberto disse:

    onde tem políticos tem corrupção, tudo que esse fiscal disse é verdade. agora vem ministro de supremo, ministro de agricultura, dizer quê a PF errou em dizer a verdade. sabe o quê e isso é quem não tem o quê fazer, vão procurar uma lavagem de roupa.

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Aos 39 anos, candidato francês à presidência se destaca na mídia local por ‘enlouquecer mulheres’

Emmanuel Macron durante um debate para a televisão francesa: candidato é conhecido por seu charme – ELIOT BLONDET / AFP

Se Emmanuel Macron, candidato centrista à presidência da França, será a salvação para a hesitante economia do país europeu, só o tempo dirá. Por enquanto, pelo menos, ele já conseguiu restabelecer outro orgulho nacional: o poder de sedução. Em baixa nos últimos tempos — muito em conta pela falta de carisma de François Hollande, o atual presidente — o lendário charme do homem francês voltou à tona com o candidato de 39 anos que, apesar de não ser nenhum galã, tem fama de “enlouquecer as mulheres”, segundo a mídia local.

De acordo com o “Madame Figaro”, ele seria o político favorito das francesas para um encontro de dia dos namorados, sendo o escolhido por 17% delas. Com tanta popularidade entre as mulheres, ele tem sido comparado na França com Justin Trudeau, o primeiro-ministro do Canadá, que virou sensação mundial tanto por políticas progressistas quanto por seu par de olhos azuis.

Muito do interesse para além da trajetória política de Macron vem da história do seu relacionamento com a sua mulher, Brigitte Trogneux, de 63 anos. Os dois se conheceram quando Macron era um estudante do ensino médio de 15 anos e ela, mais de vinte anos mais velha, sua professora de francês e mãe de três filhos.

Emmanuel Macron com sua mulher, a professora de francês Brigitte Trogneux – Christophe Petit Tesson / AP

Segundo a imprensa francesa, o romance foi um escândalo na pequena Amiens, cidade no norte da França em que Macron vivia. Para tentar impedir o relacionamento, os pais do candidato o mandaram terminar os estudos em Paris. Mesmo assim, Macron e Brigitte continuaram juntos e se casaram em 2007.

O casamento, no entanto, não impediu que Macron deixasse de sofrer com o assédio das mulheres: no ano passado, ele chegou a prestar queixa contra uma estudante de 29 anos, habitante de Montpellier, após receber por meses mensagens e fotos sensuais da jovem. O ritmo frenético dos e-mails fez com que o candidato resolvesse recorrer à polícia.

Professor da SciencePo, Samir Hammal, especialista na relação entre moda e política, acredita que muito do feitiço de Macron se justifica porque ele representa uma “síntese” dos homens de esquerda e direita. Ex-ministro da Economia durante o governo de François Hollande, ele fundou no ano passado o movimento independente “En Marche!”, que reúne diferentes propostas que poderiam ser identificadas pelos dois lados do campo ideológico.

“Ele representa os códigos do homem elegante, algo associado com a direita. Ao mesmo tempo, é capaz de encarnar o homem de esquerda revolucionário quando quer, revirando os códigos. Ele também é extremamente sorridente, próximo das pessoas durante as visitas”, defendeu o professor ao “Madame Figaro”.

O Globo

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Janot rebate críticas e Gilmar Mendes sobre suposto vazamento de nomes da Odebrecht: “É uma mentira, que beira a irresponsabilidade”

O PGR, Rodrigo Janot, falou no fim da manhã desta quarta-feira(22)  durante o encerramento da Reunião de Avaliação das Eleições 2016. Em pronunciamento, destacou que a força-tarefa Lava Jato completou, neste mês, 3 anos de profícuos trabalhos.

Para Janot, o mérito da Lava Jato foi ter encontrado o veio principal da corrupção política, que é de altíssima lesividade social. Ele defendeu urgente reforma no sistema político-partidário, que não pode continuar a ser atividade de risco para aventureiros sem escrúpulos.

“Devemos dar combate, sem tréguas, ao crime, à corrupção e às tentativas de fraudar-se a lisura do processo eleitoral”, disse Janot.

“O Ministério Público não engana a ninguém e não costuma vender ilusões ou fantasias”, afirmou o PGR ao se referir a críticas injustas.

Segundo ele, as críticas severas e injustas são de quem teve os interesses contrariados pelas ações do Ministério Público.

“É uma mentira, que beira a irresponsabilidade, afirmar que realizamos, na PGR, coletiva de imprensa para ‘vazar’ nomes da Odebrecht”.

Ele atribui tal ideia a mentes ociosas e dadas a devaneios, com meios para distorcer fatos e desvirtuar instrumentos legítimos de comunicação.

“Procuramos nos distanciar dos banquetes palacianos. Fugimos dos círculos de comensais que cortejam desavergonhadamente o poder político”.

Janot destacou ainda que o Ministério Pública repudia “a relação promíscua com a imprensa”.

Para encerrar, Janot citou que segue advertência de Montesquieu: “o homem público deve buscar sempre a aprovação, mas nunca o aplauso”.

Com informações do Twitter do MPF

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Procurador-geral de Justiça determina nova avaliação de imóvel para MPRN em Natal

Uma segunda avaliação independente a respeito de um imóvel que seria alugado para sede do Ministério Público em Natal foi determinada pelo procurador-geral de Justiça do Rio Grande do Norte, após promotores de Justiça de Defesa do Patrimônio Público publicarem na semana passada uma recomendação, para que o PGJ não fizesse o contrato por considerarem o valor cobrado ‘incompatível com a realidade do mercado local’. O documento em destaque no Diário Oficial ainda traz a abertura de inquérito para apurar o processo de aluguel do prédio localizado na avenida Interventor Mário Câmara, nas Quintas. Os promotores Giovanni Rosado Diógenes Paiva e Keiviany Silva de Sena, questionam o contrato de aluguel, que previa valor mensal de R$ 248.184,00, tendo vigência de cinco anos. O prédio seria usado para instalação das Promotorias de Justiça da Comarca de Natal, com valor total estimado de R$ 14.891.040,00.

Em nota, o procurador-geral Rinaldo Reis destaca que Procuradoria-Geral de Justiça tomou conhecimento do  Inquérito Civil nº 116.2017.000182, por meio do Diário Oficial do Estado. “Informa ainda que já estavam sendo solicitados pedidos de esclarecimentos sobre alguns pontos do laudo, emitido pela Fundação Norterio-grandense de Pesquisa e Cultura – Funpec / UFRN, além de informações complementares para subsidiarem uma melhor análise do processo de possível contrato de locação”.

A Procuradoria-Geral de Justiça informa ainda que: “atualmente aguarda novo laudo, a ser emitido por perícia a ser realizada por instituição privada, regularmente contratada através de processo licitatório, motivo pelo qual ainda não é possível informar se a Recomendação nº 001/2017, das Promotorias de Defesa do Patrimônio Público da Comarca de Natal, será atendida. A nova perícia foi a opção adotada para melhor subsidiar as decisões institucionais”.

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  1. Servidor com salario parcelado disse:

    A insistência para fechar esse contrato tá bem estranho?!

  2. Queiroz disse:

    O MPRN parece uma guerra de egos!

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Dízimo integra orçamento dos mais pobres, diz pesquisa

Poupança: dízimo é o compromisso financeiro mais importante de muitas famílias, segundo estudo (Argonavt/Thinkstock)

O dízimo faz parte do orçamento de muitas famílias e é mais fácil guardar dinheiro em três cofrinhos do que com apenas um.

Essas são duas das conclusões de uma pesquisa iniciada em 2013 sobre o comportamento das famílias de baixa renda pela Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF-Brasil), entidade criada e mantida pelo setor financeiro.

Os resultados e as tecnologias desenvolvidas serão entregues ao Ministério da Fazenda e ao Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário que deverão propagar a experiência.

A pesquisa focou dois grupos que somam 43,5 milhões de brasileiros: mulheres e homens aposentados com renda de até dois salários mínimos e mulheres beneficiárias do programa Bolsa Família.

Após imergir no cotidiano desses grupos em 49 diferentes municípios em 16 Estados e no Distrito Federal, a pesquisa mapeou perfis em cada grupo e desenvolveu tecnologias para objetivos distintos.

Entre os aposentados, a ideia é prevenir e reduzir as situações de superendividamento. Já entre as beneficiárias do Bolsa Família, o objetivo é ajudar na gestão do orçamento.

“Tivemos um trabalho prévio e vivência de meses em várias casas de famílias pesquisadas para entender hábitos de consumo e identificar a linguagem”, explica a superintendente da AEF-Brasil, Claudia Forte.

Com essa abordagem diferente, Claudia explica que foi possível perceber nuances nunca antes captadas por trabalhos semelhantes.

Um exemplo é o dízimo e a oferta dada à Igreja. Quando o estudo começou em 2013, nenhum dos pesquisadores sequer imaginou colocar esse item no orçamento das famílias.

A pesquisa, porém, revelou que muitos pesquisados têm esse valor como uma das despesas mais importantes.

“A religião é a válvula de escape para muitos e o dízimo talvez seja o compromisso financeiro mais importante de algumas famílias”, diz a superintendente da AEF.

Foi observado na pesquisa que, entre os fiéis de igrejas protestantes, o dízimo é pago mensalmente. No caso dos católicos, a oferta é paga normalmente toda semana e em montante variável.

Outro exemplo foi a utilização de mais de um cofrinho para incentivar a poupança. No projeto piloto, foram distribuídos três diferentes cofres com tamanho crescente para diferentes metas: 1) ajuda do dia a dia, 2) situações emergenciais e 3) objetivo da família.

“Isso mostra que a diferença do dinheiro que você deve guardar para diferentes objetivos”, diz Fabiana de Felicio, diretora da Metas, consultoria que avalia o programa.

Com três cofres, a taxa de poupança das famílias cresceu quando comparado ao resultado de apenas um cofrinho.

“Quando havia um apenas, era muito mais fácil que usassem o dinheiro para a primeira situação”, explica Fabiana.

Entre os sonhos mais comuns do maior cofre do programa, estão os filhos e a família, como ter um plano de saúde, colocar o filho na escola particular ou uma viagem para visitar parentes.

A pesquisa tem uma série de outros resultados – muitas vezes simples, mas que fazem diferença para os beneficiários.

O material entregue aos aposentados, por exemplo, teve o tamanho das fontes alterado para que a impressão ficasse mais legível.

Outro item percebido foi a falta de consciência sobre alguns gastos, como muitas famílias que ignoram o custo de transporte ou de despesas cotidianas, como a padaria.

Os resultados do trabalho foram apresentados nesta segunda-feira em Brasília pela entidade presidida por Murilo Portugal, que também comanda a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

“Aos bancos, não interesse a contratação desmedida de dívidas. O nosso maior ganho está na prosperidade dos clientes e temos interesse em garantir a sustentabilidade dessa prosperidade”, disse Portugal.

Exame

 

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  1. Jadson disse:

    Acho é pouco… Chapéu de otário é marreta. Todo castigo pra corno é pouco!
    kkkkkkkkkkkkkkkkk

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Vice-campeã do Carnaval do Rio de Janeiro, Mocidade perdeu título por erro de jurado

Posição de Camila Silva em desfile gerou confusão (Foto: AgNews)

O erro de um jurado custou o título do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro à Mocidade Independente de Padre Miguel.

A vice-campeã deste ano ficou atrás da Portela por apenas um décimo e, após a divulgação oficial das justificativas dos jurados, na tarde de segunda-feira (20), ficou claro que o resultado da disputa entre as escolas deveria ter sido diferente.

Segundo a coluna “Roda de Samba”, do jornalista Leonardo Bruno, o jurado Valmir Aleixo Ferreira argumentou sua decisão de tirar um décimo da Mocidade por não ter visto o destaque “Esplendor dos 7 Mares”, que viria no chão. O problema é que a presença desse integrante não estava prevista de acordo com o livro Abre-Alas, roteiro oficial dos desfiles.

Na verdade, o destaque existia apenas na primeira versão do livro entregue em 11 de janeiro à Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa).

Camila Silva seria o destaque de chão “Esplendor dos 7 Mares” e viria à frente do quarto carro. Porém, na segunda versão do resumo do desfile, enviada em 31 de janeiro, Camila aparecia como rainha de bateria e, com isso, o destaque foi removido.

Sem o desconto do jurado, a Mocidade empataria na pontuação geral com a Portela, que perdeu um décimo no quesito Comissão de Frente, critério de desempate, e levaria o título deste ano.

Em nota, a Liesa considerou o caso como uma “falha de comunicação”. Leia a íntegra:

Com relação às matérias relacionadas com a publicação dos mapas de notas e justificativas do Grupo Especial do carnaval 2017, a Liesa esclarece que:# em 11 de janeiro a Mocidade Independente de Padre Miguel enviou uma versão do livro Abre-Alas na qual cita a presença da destaque Camila Silva, descrevendo sua fantasia como “O esplendor dos sete mares”;

Em 31 de janeiro, data da realização do curso de julgadores para o quesito Enredo, os julgadores receberam esta versão impressa em preto e branco, bem como a digital colorida, para poder nortear e iniciar seu trabalho de pesquisa visando o julgamento a ser realizado por ocasião dos desfiles, conforme vem ocorrendo todos os anos;

Posteriormente, em uma segunda versão, a Mocidade Independente de Padre Miguel alterou o roteiro enviado inicialmente; na nova versão, Camila Silva já vem citada como rainha de bateria, com o figurino “Dona das Areias, Yemanjá”;

Como a versão final da Mocidade só chegou à Liesa após a realização da primeira etapa do curso de julgadores, pode ter havido uma falha de comunicação ocasionando a avaliação, pelo julgador, através de sua versão inicial, deixando de considerar o livro impresso entregue pela Liesa no dia do desfile;

Neste caso, analisando as justificativas do julgador Valmir Aleixo, depreende-se que o referido julgador utilizou a versão anterior, recebida no dia do curso de julgadores, com suas observações iniciais sobre o enredo de cada escola de samba.

A Mocidade também se pronunciou sobre o tema e lamentou o “despreparo” do julgador. Leia a íntegra:

A Mocidade Independente de Padre Miguel vem a público externar todo o seu descontentamento com a justificativa da nota atribuída pelo julgador de enredo Valmir Aleixo Ferreira. Antes de tudo, gostaríamos de exaltar o belíssimo desfile feito pela Portela e o merecido título conquistado.

O que questionamos nesta nota é o despreparo apresentado pelo julgador em questão para cumprir tão importante função. É inadmissível que o sonho de uma comunidade seja jogado fora por um erro tão crasso. Criar algo que em nenhum momento esteve no livro ‘’Abre-Alas’’ e em cima disso nos penalizar, soa estranho e sem explicação.

A Mocidade se posiciona em busca de mais preparação técnica e responsabilidade para todos os julgadores. Cobraremos isso! Meses de investimento, trabalho pesado, e a dedicação de milhares de componentes não podem ser prejudicados desta maneira.

À nossa valorosa comunidade: nunca deixem de acreditar neste sonho! O desfile que fizemos só foi possível com a participação determinante de vocês. Em 2018 vamos voltar na Avenida e buscar o título que nos foi tirado de forma tão lamentável.

UOL via RedeTV

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Operação Carne Fraca: ministério exonera superintendentes do Paraná e de Goiás

Portaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) exonerou de cargos comissionados os superintendentes federais de agricultura, pecuária e abastecimento do Paraná, Gil Bueno de Magalhães; e de Goiás, Júlio César Carneiro. Na sexta-feira (17), depois que a Polícia Federal deflagrou a Operação Carne Fraca, o governo anunciou o afastamento de 33 servidores suspeitos de envolvimento nas irregularidades investigadas.

A operação da Polícia Federal denunciou um esquema criminoso envolvendo empresários do agronegócio e fiscais agropecuários que facilitavam a emissão de certificados sanitários para alimentos inadequados para o consumo. De acordo com a PF, frigoríficos envolvidos nesse esquema criminoso “maquiavam” carnes vencidas e as reembalavam para conseguir vendê-las. As empresas subornavam fiscais do ministério para que autorizassem a comercialização do produto sem a devida fiscalização.

Segundo a PF, o esquema envolvia servidores das superintendências regionais do Ministério da Agricultura nos estados do Paraná, Minas Gerais e Goiás. Os investigadores informaram que eles atuavam diretamente para proteger grupos de empresários em detrimento do interesse público.

O caso levou o presidente Michel Temer a anunciar, neste domingo (19), mais rigor na fiscalização dos frigoríficos brasileiros e a determinar celeridade nas auditorias a serem feitas nos estabelecimentos envolvidos no esquema. O anúncio foi feito na presença de ministros de estado e cerca de 40 representantes de países importadores de carne brasileira.

Segundo o presidente, os problemas descobertos pela Operação Carne Fraca são pontuais: “é importante sublinhar que dos 11 mil funcionário do Ministério da Agricultura, apenas 33 estão sendo investigados e das 4.837 unidades sujeitas a inspeção federal, apenas 21 estão supostamente envolvidas em irregularidades”, disse ontem o presidente.

Agência Brasil

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  1. Blue disse:

    E Serraglio?

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VÍDEO: Atacante comete gafe e dedica gols para a esposa e também para a namorada

#Fera

O atacante Mohammed Anas, que atua no Free State Stars, da África do Sul, tinha tudo para ter um ótimo sábado em família. Autor dos dois gols que definiram o empate com o Ajax Cape Town, pela liga sul-africana de futebol, o ganês, que foi eleito o melhor em campo, dedicou a boa atuação à esposa. Até aí tudo bem. Porém, ele continuou a entrevista e citou também uma namorada.

“Obrigado por isso. Eu agradeço aos meus fãs, minha esposa e minha namorada… Me desculpe, minha esposa. Eu quis dizer minha esposa. Eu a amo muito, do fundo do meu coração”, disse Anas, visivelmente sem graça, percebendo a tremenda gafe que cometeu. Assista ao vídeo e se divirta:

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FOTO: Com casa de frente para o mar, ator Mário Gomes fala sobre sexo, uso de drogas e relembra polêmica da cenoura

 

Mário Gomes falou abertamente sobre vício em sexo, uso de drogas e relembrou ainda a “polêmica da cenoura” durante entrevista de quase duas horas concedida ao programa “Domingo Show”, da TV Record, nesSe domingo (19), em sua casa de frente para o mar.

O ator e galã de novelas nos anos 70 e 80 voltou aos holofotes da imprensa depois que uma reportagem do jornal “Extra” divulgou a sua foto vendendo hambúrguer gourmet, na praia da Joatinga, no Rio.

Durante a entrevista, Mário falou inicialmente sobre a sua nova empreitada como vendedor de sanduíches, mas negou que esteja passando por algum tipo de dificuldade financeira.

“Sou um cara que gosta de trabalhar, que não fica parado. Tenho isso aqui [a venda com hambúrguer] e o trabalho lá na Casa dos Artistas (…) [Mas] não estou passando por necessidade, até porque estava usando um relógio de R$ 30 mil — ele foi assaltado na primeira semana de trabalho na praia. Foi até bom que [os bandidos] levaram o relógio e não me deram um tiro”, afirmou ele.

Em seguida, o ator comentou a instabilidade no universo da televisão e se queixou de sua participação em “A Favorita”, novela exibida pela Globo entre os anos de 2008 e 2009. “Eu não aparecia, fui aparecer dez capítulos depois levando flechada ou roubando azeite. Eu falei ‘isso não tem nada a ver com a personagem’. Não deixavam a personagem crescer. É muito dolorido”, reclamou.

Questionado sobre o vício em sexo e o uso de drogas, Mário respondeu. “Eu fiquei um pouco viciado nessa coisa [de sexo], e, ao mesmo tempo, procurei uma pessoa que me ajudasse nessa questão”, afirmou. “Eu usei, mas sempre fui apavorado com essa coisa de drogas. Todo mundo na TV usava e eu achei que também precisava usar, mas usava com muita parcimônia”, garantiu.

Mário Gomes relembrou ainda a “polêmica da cenoura”, quando uma notícia foi publicada por veículos de imprensa,na época, afirmando que o ator teria sido internado num hospital do Rio de Janeiro com uma “cenoura entalada no ânus”. Mário nega o episódio, mas diz que levou a situação no bom humor.

“Foi uma coisa que me fez rir, foi uma coisa jocosa. Isso foi jogado em um jornal de periferia, mas não reagi de forma violenta”, recordou.

Bem diferente de quando uma reportagem foi publicada pela extinta revista “Amiga”, acusando o pai dele de tráfico de drogas: “O meu pai já tinha morrido há 9 anos. E trataram o meu pai de forma chula. Isso me machucou muito. Jogaram uma matéria do meu pai, para eu ter uma atitude agressiva, mas eu não tive (…) O meu pai era a pessoa que eu amava acima de qualquer coisa. Eu tinha muito amor”, contou ele, emocionado.

Com currículo respeitável, Mário Gomes participou de novelas importantes na dramaturgia de Globo e da extinta TV Manchete, como “Gabriela”, “Anjo Mau”, “Vereda Tropical”, “Perigosas Peruas” e “Olho por Olho”.

Aos 65 anos, o galã mora atualmente com os filhos e a mulher numa bela casa de frente para o mar, na praia de Joatinga, no Rio, e é vizinho de famosos como Luciano Huck, Márcio Garcia e Cauã Reymond.

UOL

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Criador prevê volta de frigoríficos regionais e de menor porte

A Operação Carne Fraca da Polícia Federal, que expôs fraudes na indústria de carnes na sexta (17), vai impor dificuldades ao país no mundo, mas pode desencadear transformações estruturais no setor, segundo Luciano Vacari, diretor-executivo da Acrimat, entidade que reúne pecuaristas de Mato Grosso. O Estado tem o maior rebanho comercial do Brasil.

Uma possível mudança é a retomada de frigoríficos regionais e de menor porte, que perderam força na última década, quando grandes frigoríficos como JBS e Marfrig foram incentivados com recursos do BNDES na política de campeãs nacionais.

Para Vacari, a crise atual deve servir de lição para aprimorar métodos de controle. Embora seja reconhecido internacionalmente, o serviço de inspeção federal brasileiro -identificado pelo consumidor pelo carimbo S.I.F. em alimentos de origem animal- mostrou que tem limitações.

“Hoje, o agente do serviço de inspeção federal é praticamente imóvel. Ele é destinado a uma unidade [fabril] e fica lá praticamente a vida toda. Por que não criar um modelo rotativo para evitar esse vínculo?”, questiona.

Para Vacari, o poder de um mesmo agente em tantas decisões, como liberação do abate, processamento e assinatura de certificado sanitário, é excessivo.

Ele ressalva que o sistema brasileiro não é falido e até ajudou o país a exportar seus produtos para destinos como EUA, Japão e Austrália, alguns dos compradores mais exigentes do mundo. “Esse sistema nos trouxe até aqui, mas pode ser aprimorado.”

Isso pode ser feito com melhor gestão de pessoas, diz o representante dos criadores.

Outra solução para evitar casos de corrupção como os denunciados pela Polícia Federal seria, segundo Vacari, promover auditorias.

“Será que não podemos aproveitar isso tudo para implementar um modelo novo de governança no serviço de inspeção federal? Um modelo com participação de produtores e consumidores? Um modelo que não deixe toda a responsabilidade na mão de pessoas, mas talvez de entidades?”, questiona.

egundo ele, é cedo para estimar qual será o comportamento dos compradores e o tamanho do estrago, que terá reflexos negativos não só nos frigoríficos mas também em outros elos da cadeia, inclusive os criadores.

O caso é grave do ponto de vista sanitário, mas deve ter impacto menor na imagem brasileira do que ocorreu em 2005, com a insatisfação do mercado externo na crise de febre aftosa, diz ele.

“Lá foi mais grave. Quando há um caso de febre aftosa, é obrigatório que se comunique imediatamente a OIE (Organização Mundial de Saúde Animal). Ela suspende a emissão de certificado sanitário daquele país, ou seja, não pode comercializar. Nesse caso aqui, o comprador vai analisar”, avalia.

Folha de São Paulo

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  1. Getulio disse:

    O mesmo "Modus operandi": Café, Algodão, Petróleo…
    Os gigantes sempre tem uma maneira "legal" usando os famosos "Capitães do Mato" para destruir os concorrentes emergentes e submeter os adversários com o terror.
    Os Coronéis mandavam botar fogo nas plantações ou roubar os rebanhos daqueles proprietários que ficavam em seus caminhos.
    A história se repete?

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Moreira Franco responde Dilma Rousseff

Moreira Franco acaba de rebater Dilma Rousseff, que afirmou em entrevista ao “Valor” que o demitiu para que ele não roubasse na Secretaria de Aviação Civil.

Disse Moreira, em mensagem enviada à coluna:

— Às acusações infundadas da ex-presidente, respondo com poucas palavras e resultados: seu governo legou 12 milhões de desempregados. O nosso abre vagas com carteira assinada, depois de 22 meses em queda. O governo Dilma atraía empresas ‘amigas’ e afastava investidores. O nosso atraiu os maiores operadores estrangeiros de aeroportos, só ontem arrecadamos mais de R$ 3 bilhões. Em seis anos, Dilma não conseguiu entregar as obras de transposição do Rio São Francisco. Nós entregamos em seis meses. Mas foi como presidente do conselho de administração da Petrobras e da República que ela se superou, dizendo não conhecer o saque feito à empresa. Isso diferencia corrupção de trabalho e competência. Certamente por isso eu não tenha ficado em seu governo.

Lauro Jardim – O Globo

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  1. Carlos Henrique Bezerra de Oliveira disse:

    "Dilma não conseguiu entregar as obras de transposição do Rio São Francisco. Nós entregamos em seis meses". Angorá, se vc transar com uma mulher grávida de seis meses, o filho é seu?

  2. Jorge disse:

    Tanto o gato angorar quanto. Dilmao, estão certos, ou seja os dois são ladrões. Kkkkkkkkkk

  3. Blue disse:

    Vai pra casa ou cadeia, Angorá.

  4. Ojuara disse:

    Ele tá certo quando fala na incompetência dela,e nos apadrinhamentos das empresas para o PT roubar.E Ainda tem burro que vota em Lula

  5. reno carlos de sousa disse:

    Ladrões também tem vaidades. …….kkkkkk

  6. Jorge disse:

    Acredito que todos dois estão falando a verdade. Todos dois são bandidos sim. O difícil é saber quem roubou mais?

  7. carlos disse:

    Essas duas figuras deviam estar presas . Mais tenho certeza que toda essa confusão não vai dar em nada.
    Vão ser todos anistiados. A lava jato só tem cachorro grande.

  8. Marcelo disse:

    Duas figuras da mais alta confiança e verdade…. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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