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Irmã de Léo Moura admite golpe de R$ 130 mil em jogador da Seleção Renato Augusto

Por interino

Personagem principal na polêmica envolvendo Renato Augusto e Léo Moura, a irmã do lateral do Grêmio admitiu ter aplicado um golpe no meia. Livia da Silva Moura disse em depoimento à polícia que desviou pouco mais de R$ 130 mil do jogador. Ela também contou que forjou a assinatura de dois cheques que furtou do meia. As informações são do portal UOL.

A denúncia feita pelo meia da seleção brasileira e do Beijing Guoan, da China, acusava a irmã de Léo Moura de furto e estelionato de pelo menos R$ 200 mil. A confusão começou quando Renato Augusto e a esposa, Fernanda Klarner, chamaram Livia para organizar uma festa de um ano de casamento. Thiaguinho, Péricles, Belo, Rodriguinho e MC Marcinho foram os artistas contratados.

Depois da festa, o casal notou uma diferença de R$ 160 mil e também de duas folhas de cheque. Livia admitiu que furtou a primeira folha e preencheu com o valor de R$ 100 mil, falsificando a assinatura do jogador, para pagar o cantor Thiaguinho.

Inicialmente ela teria sido informada de que o valor do show era de R$ 40 mil, mas teria sido avisada do custo de R$ 100 mil por uma funcionária do artista.

O segundo cheque furtado foi preenchido com o valor de R$ 10 mil. De acordo com Livia, isso se deu por causa de uma divergência entre o valor do show do cantor Belo informado ao meia (R$ 40 mil) e o que foi cobrado pelo artista (R$ 50 mil). A irmã de Léo Moura preencheu novamente o cheque forjando a assinatura do jogador.

No fim do depoimento dado à polícia, Livia calculou um prejuízo de pouco mais de R$ 130 mil. Neste valor não estão incluídos as folhas de cheque que ela furtou porque o dinheiro não chegou a ser retirado da conta de Renato Augusto.

Inicialmente, a família do jogador calculava o prejuízo em R$ 200 mil. Porém, a conta foi atualizada e o valor já chega a R$ 250 mil. Segundo a acusação, Livia não se apropriou do dinheiro desviado, mas também não comprovou o destino dele.

Globo Esporte

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Serra e Padilha: saída e afastamento de ministérios na mesma semana em meio a Lava-Jato “pegando fogo”

Por interino

O ministro da Casa Civil Eliseu Padilha pediu licença do governo para operar a próstata. Padilha já estava de licença médica desde segunda-feira, 20, quando foi hospitalizado em Brasília devido a uma obstrução urinária, que causa aumento excessivo da próstata.

O afastamento ocorre um dia depois de o ex-assessor da Presidência José Yunes afirmar que atuou como “mula involuntária” do ministro da Casa Civil ao receber um pacote no seu escritório de advocacia, em São Paulo, das mãos do doleiro Lúcio Funaro.

Por outro lado, o ex-ministro das Relações Exteriores José Serra já reassumiu o mandato de senador pelo PSDB de São Paulo.

O tucano pediu demissão do cargo de ministro na quarta-feira(22), alegando problemas de saúde, com fortes problemas na coluna, que teriam piorado com viagens sucessivas, consideradas mais longas, ao exterior, no exercício da função. Ele estava à frente do Itamaraty desde o início do governo de Michel Temer, em setembro do ano passado. Citado em delações na Lava-Jato, também sai sob o olha desconfiado da sociedade.

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  1. Jofran disse:

    A delação de Yunes prova que Moro não deveria ter vetado questões de Cunha a Temer:
    "O fato é que se as instituições policiais e judiciais não estivessem irremediavelmente contaminadas pela missão política de destruir Lula e – por enquanto – proteger Michel Temer, Yunes estaria sendo intimado hoje a depois -há uma versão, não oficial, de que falou a procuradores – e diligências estariam recolhendo imagens das câmeras de segurança do seu escritório, uma construção moderna e luxuosa que certamente as têm. Estariam praticando a regra de ouro de investigações deste tipo – seguir o dinheiro".

  2. Eduardo Cosme. disse:

    Esses 2 bandidos sugadores do suor do povo Brasileiro. Cadeia nessas pestes Pmdb, Psdb, Dem e cia Lmtd. FORA LADRÕES.

  3. Eduardo Cosme. disse:

    Ainda tem gente que defende está outra facção. ACORDA BRASIL!!!!!

  4. Domiciano disse:

    Até prova em contrário, Serra realmente saiu por problemas de saúde.
    Já Padilha????
    Temer avisou: Se for denunciado, será afastado. Se virar réu, perde o cargo.
    O PT nessas situações fez o quê mesmo? Deixa lembrar….
    Lembrei, foi aos meios de comunicação defender os seus corruptos e acusar a PF, o MPF, a justiça e os delatores de perseguidores e pessoas desqualificadas. Foi diferente disso petezada?

    • Ceará Mundão disse:

      Correto. Os brasileiros do bem não defendem bandidos, não chama corruptos condenados de "heróis" nem de "guerreiro do povo brasileiro". Que sejam investigados todos os indícios de roubalheira e, provada a culpa de alguém, que seja condenado e receba o nome apropriado: bandido. Simples assim.

    • osvaldo disse:

      Vc é Do tipo que acredita , em papai Noel papafigo .O bandido mor é o temer amigo.

    • Augusto Ribeiro disse:

      ainda estou "degustando" para saber se rio ou choro…
      O temeroso é bem sabidinho. As ações no STF rolam, rolam e rolam e não chegam a um final.
      Assim, talvez ao término do próximo mandato julguem essas ações envolvendo a quadrilha do PMDB. Aí minha gente, vai ser muito tarde. que sabe alguns até já se foram dessa para outra…

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Donald Trump anula regra para transex escolher banheiro nas escolas dos EUA

Por interino

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anulou nesta quarta-feira (22) uma norma proclamada por seu antecessor, Barack Obama, para que as escolas públicas do país permitissem aos alunos transexuais usar os banheiros e vestiários que prefiram em função do gênero com o qual se identifiquem.

O procurador-geral, Jeff Sessions, anunciou em comunicado que o governo de Trump tinha decidido suspender a medida porque produzia muita confusão em nível local e não incluía “uma análise legal suficiente” sobre como essa iniciativa era coerente com os poderes que a Constituição outorga ao Executivo.

Mais de 12 estados controlados pelos republicanos se opõem veementemente às recomendações federais dadas pelo então presidente Barack Obama e estão enfrentando o governo americano no tribunal.

Alguns conservadores veem as diretrizes de Washington como uma interferência imprópria nos assuntos escolares locais e um abuso do Poder Executivo.

Governo federal x estados

Na terça-feira (21), ao ser questionado sobre a posição de Trump, o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, afirmou que a questão diz respeito aos estados, e não ao governo federal. “Isso não é algo que o governo federal deva ser envolvido. Essa é uma questão de direito dos estados”, destacou ele, segundo a agência de notícias France Presse (AFP).

O caso, que está na Suprema Corte, será ouvido no próximo mês e envolve Gavin Grimm, de 17 anos, que nasceu mulher, mas se identifica como homem. Ele entrou com uma ação para que pudesse usar o banheiro masculino em sua escola em Gloucester County, na Virgínia.

Esse é um dos casos de maior destaque e poderá ser analisado pelo conservador Neil Gorsuch – escolhido pelo presidente Donald Trump para a vaga na Suprema Corte, mas que ainda precisa da confirmação.

Na possibilidade de a ação ser julgada antes de Gorsuch, ou de um outro juiz assumir a nona cadeira da mais alta instância do país, o tribunal poderia bloquear o caso.
Atualmente, a Casa se encontra dividida de forma igualitária entre quatro juízes conservadores e quatro liberais.

Um bloqueio manteria a decisão do tribunal inferior intacta e não estabeleceria novo precedente legal. Muitos opositores do governo Obama – que apontam para seus valores religiosos e questões de segurança e de privacidade – se manifestam com o slogan “Nenhum homem nos banheiros das mulheres”.

G1 com Agência EFE

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  1. Helio Motta disse:

    Essa turma LGBT não quer direitos iguais não, eles querem privilégios.
    Trump, embora não seja a regra, acertou em cheio. Não é porque um doente acorda se sentindo como do sexo oposto que o mundo tem que se adequar a ele.
    Quem tem ovário é mulher e quem tem próstata é homem. Pronto. Queiram ou não é assim.
    Se a pessoa se sente uma samambaia, um pé de manga ou um jabuti, vá com seus traumas para lá.

  2. nt disse:

    Estou começando a gosta desse presidente, muito bem meu caro homem e homem mulher e mulher deus não criou homossexual não, não que deus não ame a eles mais quando jesus volta de advogado como juiz quem não se arrepender dessa pouca vergonha vai tudo queima no lago de fogo e enxofre mais estão pensando que e brincadeira o dia esta próximo.

  3. Ceará Mundão disse:

    Perfeito. Vejo o Trump como uma possível salvação do mundo ocidental. Mas há muitos países ocidentais que também estão virando pro lado certo. Parece ser uma tendência. Ainda bem.

  4. Carla disse:

    Legal , Trump !!

  5. Maria disse:

    Trump acertou!!! "Cada macaco no seu galho"

  6. Ana disse:

    Podem escolher o que quiser. Nascemos livres e morrermos livres!

    • Acorda Brasil disse:

      Não é bem assim Ana, vivemos em sociedade. Existem regras que devem ser respeitadas.
      Se formos dar vazão a todo desejo humano, como querem os liberais, teremos aberto a caixa de pandora.

  7. Joao disse:

    Acho que abuso do poder publico é impor mudanças culturais e biologicas por força de lei, generalizando qualquer situacao de transtorno de identidade de genero por apenas autoafirmaçåo, sem laudo medico complexo. Depois, o individuo vai mudando o seu achismo por conveniencia economica ou psicologica temporal ou por ideologia. Ou o estado teria que fazer leis diversas para cada tipo de transtorno de identidade: pansexual, bigenera, trigenera, demigenera, agenera, genero fluido, terceiro genero.. maneirismo e criar banheiros para cada tipo de situacao… quando na verdade precisaria somente de um exame de DNA e um laudo psiquiatrico. Esse fato de impor por lei, gera abuso pra o outro lado que tem genero definido e fica desprotegido pelo Estado.

  8. Lutemberg disse:

    Certissimo o Trump. Não há o que discutir, cada um no seu quadrado!

  9. Afonso disse:

    Tá certo, homem é homem, mulher é mulher.

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Levy Fidelix é condenado a pagar R$ 25 mil por declarações contra gays

Por interino

(Foto: Fábio Tito/G1)

A secretaria de Justiça de São Paulo, órgão do governo estadual, manteve na terça-feira (21) a decisão de multar o político Levy Fidelix (PRTB) imposta pela Comissão Especial de Discriminação Homofóbica por comentários contra gays feitos pelo então candidato em debate para a Presidência da República transmitido pela TV em 2014.

Na ocasião, Fidelix falou, entre outras coisas, que “aparelho excretor não reproduz”. A multa é de R$ 25.070.

A decisão que manteve a condenação foi assinada pelo secretário Márcio Fernandes Elias Rosa e negou recurso apresentado por Fidelix. O G1 procurou a assessoria do presidente do PRTB e aguada uma possível manifestação.

Após a notificação, Fidelix terá um prazo de 15 dias para pagar o valor.

Segundo a Secretaria da Justiça, a Comissão Especial entendeu que “Fidelix ultrapassou os limites da liberdade de expressão, passando a incitar um discurso de ódio contra a população LGBT, incentivando a agressão, a violência e a segregação em relação a esse grupo social, além de propagar o falso sentimento de legitimação política de condutas discriminatórias”.

O político responde também a uma ação na Justiça. No início do mês, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) acolheu o recurso da defesa e suspendeu a decisão que obrigava Fidelix a pagar R$ 1 milhão de indenização por danos morais aos movimentos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros (LGBT). A condenação havia ocorrido em primeira instância. A Defensoria Pública do Estado de São Paulo informou que iria recorrer da decisão.

Debate

Em um debate entre candidatos à presidência no dia 28 de setembro de 2014, Fidelix foi questionado pela então candidata Luciana Genro (PSOL) sobre o motivo de candidatos conservadores se recusarem a reconhecer as uniões homoafetivas.

“Tenho 62 anos e, pelo que vi na vida, dois iguais não fazem filho. E digo mais: me desculpe, mas aparelho excretor não reproduz. É feio dizer isso mas não podemos jamais deixar esses que aí estão achacando a gente no dia a dia, querendo escorar essa minoria à maioria do povo brasileiro”, respondeu.

Ele defendeu ainda que o aumento de casamentos gays pode reduzir o tamanho da população brasileira, e sugeriu que homossexuais precisam de “ajuda psicológica”.

“Luciana, você já imaginou que o Brasil tem 200 milhões de habitantes? Se começarmos a estimular isso aí, daqui a pouquinho vai reduzir pra 100”, disse. “E o mais importante é que esses, que têm esses problemas, realmente sejam atendidos no plano psicológico e afetivo mas bem longe da gente, bem longe mesmo por aqui não dá”, completou.

As declarações repercutiram imediatamente nas redes sociais com o uso da hashtag #LevyVocêÉNojento, o assunto chegou aos “trending topics” do Twitter no Brasil e o jornal britânico “The Guardian” tratou os comentários de Levy Fidelix como uma noite “triste para a democracia brasileira e para a tolerância”.

A Defensoria Pública, então, moveu uma ação contra Fidelix, que foi condenado em primeira instância em março de 2015 pelo TJ-SP ao pagamento de R$ 1 milhão de indenização por danos morais a movimentos LGBT.

Na decisão, a juíza Flavia Poyares Miranda entendeu que o candidato “ultrapassou os limites da liberdade de expressão, incidindo sim em discurso de ódio, pregando a segregação do grupo LGBT”. Ela acrescentou ainda que Fidelix “empregou palavras extremamente hostis e infelizes a pessoas que também são seres humanos e merecem todo o respeito da sociedade, devendo ser observado o princípio da igualdade”.

O ex-candidato foi condenado ao pagamento de indenização no valor de R$ 1 milhão, que seriam destinados às ações que promovessem igualdade da população LGBT, e a realização de um programa, “com a mesma duração dos discursos” de Levy, “que promova os direitos da população LGBT.

Fidelix recorreu da decisão e disse ter sido alvo de uma “perseguição política”. “O arcabouço, o conjunto da peça da decisão da juíza me leva a crer que há uma perseguição política nesse caso. Primeiro, a celeridade, a sentença rápida no caso. Outra coisa, multar em R$ 1 milhão, com base em que? Ela se baseou no Código de  Defesa do Consumidor. Eu sou consumidor ou fornecedor de alguma coisa?”, criticou.

No dia 2 de fevereiro, o TJ-SP reverteu a sentença, se baseando na liberdade de expressão. “Ontem, o tribunal reformou a decisão de primeiro grau para considerar indevida a indenização e por consequência, não necessário o pagamento da indenização, nem a realização do programa”, explicou o advogado do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB). “O tribunal acolheu a tese de que as manifestações não foram destinadas a nenhuma pessoa ou grupo, e entendeu que é necessário privilegiar a liberdade de expressão por se tratar de um debate de ideias”.

G1

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  1. Arthur disse:

    Tem que falar agora que órgão excretor reproduz, pra não desagradar os ridículos "sensíveis". Quando um lixo desses queima uma imagem religiosa ele não "ultrapassa a liberdade de expressão"????

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Rede social polêmica acha pretendente rico(a) para você; conheça

Por interinoMeu Patrocínio é uma rede social de relacionamentos voltada para conectar os chamados “Sugar Daddies/Mommy” (homens ou mulheres bem-sucedidos, que atuam como patrocinadores) e “Sugar Babies” (jovens atraentes que procuram relacionamento maduro com alguém que forneça apoio emocional, intelectual e financeiro). A rede afirma que trabalha para criar relacionamentos com benefícios mútuos entre essas duas categorias de usuários. Para conseguir isso, o usuário diz o que deseja e o que pode oferecer, e a rede alinha as expectativas com acordos pré-estabelecidos, de forma direta e clara.

Por causa da estratégia de alinhamento de expectativas da rede, o cadastro pode demorar um pouco pois exige diversas informações e pode passar de quatro etapas, dependendo do perfil escolhido. Porém, é exatamente na questão do preenchimento do cadastro que o usuário pode ou não conseguir alcançar seu objetivo. Esse é um fator importante e que define as chances de sucesso na rede.

Nessa rede, não basta apenas se cadastrar. Dependendo do momento, pode ser que você tenha de esperar em uma fila para conseguir entrar, mesmo depois de ter concluído e verificado seu cadastro.

Aparentemente, a rede trabalha forte para garantir a privacidade e bom andamento das relações, dada a rigidez das regras e exigência de informações.

Prós

Alcançar o objetivo depende muito das informações do cadastro

Rede trabalha forte para garantir a privacidade e bom andamento das relações

Contras

Cadastro demora para ser concluído

Possui fila de espera para entrar

Globo, via Techtudo

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Negro e gay, vereador mais jovem de São Paulo critica cotas raciais

Foto: Karime Xavier / Folhapress

Fernando Holiday, 20, subverte todas as expectativas. A começar pelo nome: Fernando Silva Bispo adotou “Holiday” em homenagem à cantora Billie Holiday, do hino antirracista “Strange Fruit”. Mas “música não tem nada a ver com ideologia”, diz ele, o vereador mais jovem de São Paulo, negro, gay e contrário aos movimentos negro e LGBT.

A discussão sobre apropriação cultural —em que um grupo questiona a adoção de elementos de uma cultura por outro— é “coisa de gente que não tem o que fazer”, e o debate sobre as marchinhas politicamente incorretas aponta para uma migração da esquerda do campo da política, onde foi derrotada, ao da cultura, onde “tenta sobreviver”, diz o vereador do DEM e integrante do MBL (Movimento Brasil Livre).

Na Câmara, é ao mesmo tempo autor de um pedido de cassação da colega Juliana Cardoso (PT) e alvo de um pedido de cassação produzido pela bancada petista, frutos de um bate-boca na semana passada. Um membro de seu gabinete acompanhava um YouTuber que abriu a porta da sala da liderança do partido do PT a fim de interromper uma reunião. Mais tarde, durante a sessão, Cardoso foi na direção de Holiday, gritando que era um “moleque”.

Bem-articulado, mas com olhar sempre direcionado para baixo, o vereador diz ter economizado 60% da verba de gabinete e 100% daquela para materiais (R$ 23 mil) em seu primeiro mês —a Câmara ainda não divulgou a prestação de contas de janeiro.

Planeja retomar o curso de direito no Instituto de Direito Público, onde completou o primeiro semestre, e mudar-se para o centro. Por enquanto, diz pegar carona todos os dias de sua casa, o sótão do escritório do MBL, na Vila Mariana (zona sul), até a Câmara.

Você é negro e homossexual. Seus críticos dizem que você é racista e homofóbico. Você se considera assim?

Nem um pouco. Esses ataques correspondem a um susto da militância que, por muito tempo, disse representar essas minorias. Sou contrário às cotas raciais, apesar de ser favorável às cotas sociais porque os pobres no Brasil sofrem de igual forma. Diferenciar pobres e negros e pardos cria uma divisão desnecessária e incita ódio e preconceito.

Dizem que você só tem visibilidade porque é um jovem negro disposto a corroborar o pensamento dominante.

É um discurso fraco, porque muitas das minhas propostas são justamente para beneficiar os mais pobres, dando a eles maior poder. Cheguei aqui principalmente devido à indignação de brasileiros que foram às ruas, das mais diferentes classes sociais, religiões, grupos raciais, uma diversidade muito grande e cansada de como a política estava sendo levada e que queria algo diferente. Acho que represento esse sentimento.

O que pretende fazer pelos pobres? E pelas minorias?
A maior luta vai ser contra a burocracia. Procurar parcerias com a iniciativa privada para beneficiar essa população, agilizar processos que, dependendo só do serviço público, demoram muito tempo.

Quanto às minorias, acredito que muitas das políticas sociais implantadas na tentativa de se combater esses preconceitos vêm falhando. É um processo que não dá para mudar com uma legislação, mas por meio do exemplo. Quanto mais gays, lésbicas, bissexuais, negros e outras tantas minorias conseguirem demonstrar à sociedade que sim, são capazes de alcançar o sucesso pelo mérito e, tendo oportunidade, são capazes de fazer um bom trabalho, aí sim você vai vencer o preconceito.

Mas como terão oportunidade?

Não deve haver política separada para os negros nem os LGBT. Essas pessoas devem ser englobadas em todos os programas sociais que existirem no serviço público.

À revista “The Economist”, você disse que o movimento contra marchinhas politicamente incorretas surgiu por causa do impeachment de Dilma Rousseff. Por quê?

O impeachment foi uma sinalização da queda da hegemonia da esquerda. Enquanto o PT esteve no poder, as ideologias à esquerda tiveram uma predominância natural. O impeachment é a queda desse monopólio.

Com milhões de pessoas indo às ruas contra um governo de esquerda, surge outro lado latente, outra versão. Logo, aqueles que estavam predominando e que estão em queda precisam reagir. Boa parte dessa reação vem pelo caminho cultural.

O debate sobre apropriação cultural segue essa lógica?

É conversa fiada, coisa de gente que não tem o que fazer. Vivemos em uma sociedade livre. Em um mundo diversificado, onde se aceita o diferente. Deveria ser justamente o contrário. Essas pessoas que homenageiam outras culturas deveriam ser mais ouvidas. E por que não dizer que estão espalhando culturas que poderiam ficar restritas em determinadas localidades?

Por que deletou vídeos antigos do YouTube em que dizia coisas como: “Então vamos fazer cotas para ‘gostosa’ porque tem muito lugar aí que está faltando. A FFLCH [Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP] que o diga: se fosse assim, não seria aquele zoológico, aquele pulgueiro”? Tem vergonha de comentários como esse e o considera machista?

Eram outros estilos de vídeo. O caminho ali era buscar o debate por meio do humor. Quando começam as manifestações, o impeachment passa a ser o foco do movimento, e a gente acaba aderindo a um perfil mais sério. Não tenho vergonha, mas tenho cautela para que as pessoas não confundam o que era o projeto de início com o que é agora.

Queria fazer uma provocação. As cotas raciais oferecem um privilégio ou separam as pessoas de acordo com a sua aparência. Você pode divergir se uma pessoa é negra ou não da mesma forma que pode divergir se uma mulher é gostosa ou não. Alguns vão achar machista. Não acho que seja.

Ser negro é só aparência?

Temos um país miscigenado. É impossível dizer que haja descendentes diretos de escravos por conta da grande mistura. O brasileiro tem uma identificação com o continente africano. Somos todos brasileiros e dane-se a cor da pele e se você se sente ou não parte de um determinado grupo.

Servidor de seu gabinete acompanhou um YouTuber que abriu a porta de uma sala onde a liderança do PT se reunia. Considera essa uma atitude razoável? Vai puni-lo?

Não houve invasão. Meu assessor sequer chegou a entrar, estava de fora. Houve exagero completo. Impedi-lo de circular no corredor ou de filmar qualquer coisa já é demais.

O MBL apoiou o impeachment de Dilma. Estão satisfeitos com o governo de Michel Temer (PMDB)?

Não. O governo Temer tem diversos erros. Quando tentaram manter Romero Jucá como ministro do Planejamento, atacamos, cobramos a saída. Recentemente não achamos adequada a nomeação de Moreira Franco. Agora vamos voltar às ruas, principalmente em defesa da Operação Lava Jato.

Não demorou para o MBL voltar às ruas, considerando todas essas insatisfações?

Não, porque há outros meios que não as ruas de cobrar. No caso do Romero Jucá, havia forte tendência do governo de mantê-lo como ministro, e a pressão das redes sociais acabou forçando-os a voltar atrás. É uma sinalização do poder que esses movimentos acabam tendo pela internet, que acaba substituindo a manifestação de rua.

RAIO-X

Idade 20 anos

Formação Cresceu em Carapicuíba (Grande SP), estudou em escolas públicas e está com o curso de direito no Instituto de Direito Público trancado

Carreira Política Integrante do Movimento Brasil Livre desde 2015, é filiado ao DEM

Folha de São Paulo

Comentários (16) enviar comentário
  1. Silvio disse:

    Cotas, minorias…E o "coitadismo" pregado pelo PT e resto da esquerda hipócrita desse país é a causa básica de todos os preconceitos nesse país. Chegam ao ponto de defender e vitimar criminosos enganando a cobrando a conta da população do bem desse Brasil. O VEREADOR Fernando está certo .

  2. Júnior disse:

    No mínimo burro, mas um massa de manobra, logo será descartado….. Vinte anos, um menino!!!!!! Pegou uma carona, seus pares o descartaria, !!!!!

  3. Eliseu disse:

    Coitada da "Maria", diarista aqui de casa. Loira dos olhos verdes. Pega dois ônibus pra vir e dois pra voltar, com três filhos estudando em escola pública, dois deles, loiros dos olhos verdes e um marido desempregado. Não terão direito a cotas raciais nem qualquer outra política de inclusão porque estão do lado da cor opressora… Cotas raciais se equivalem à política de afirmação ocorrida nos EUA? Onde é o botão da descarga do Blog, por favor?

    • Ceará Mundão disse:

      Perfeito, amigo. Essa política de cotas é racista, nazista, extremamente injusta e não resolve o problema daqueles que realmente precisam. Mais uma palhaçada do PT e seus miquinhos amestrados.

  4. juarez disse:

    O João dos fatos ¨deve ser bode¨, esquece que o grande problema da educação são os governantes estadual e municipal quando deixa de enviar os professores para as escolas querendo economizar, quando um aluno mesmo com dificuldade de aprendizagem fica um semestre inteiro sem que seja administrada uma disciplina isso acarreta um desnível intelectual absurdo.

  5. Ceará-Mundão disse:

    Grande progresso seria alcançado pela educação no Brasil se as universidades públicas, caríssimas (consomem a maior parte do orçamento do MEC), cabides de empregos, agências de viagens para seus professores, imersas em greves infindáveis e constantes e com produção científica irrisória, fossem privatizadas e substituídas pela distribuição de bolsas de estudo para quem REALMENTE precisa. Um aluno de universidade pública custa quase o dobro de um custeado pelo FIES (20 mil contra 10,5 mil reais em 2015). E a coisa ainda fica mais ridícula quando vemos estados falidos sustentando essas caríssimas universidades.

  6. Ceará-Mundão disse:

    Parabéns a esse jovem que, apesar de pertencer a minorias, não se deixou enganar pelo falso discurso da esquerda política, PT à frente. As cotas raciais são um enorme absurdo. O correto teria sido a melhoria do ensino público fundamental e básico, dando condição aos menos favorecidos, independente da cor da pele, de ingressar num curso superior à sua escolha, tendo condições de acompanha-lo e dele fazer bom proveito. Foram pelo caminho mais fácil e de retorno político mais rápido, embora produzindo absurdos como irmãos gêmeos se declarando de raças diferentes. A qualidade do nosso ensino é péssima, mesmo após quase 14 anos de governo do PT, que diz defender os pobres, mas só trouxe o caos ao nosso Brasil.

  7. greg disse:

    Mais um ovo chocado do MBL.

  8. Mauricio disse:

    Cara, sinceramente, gostaria de ver essas discussões se as cotas fossem apenas para as licenciaturas.

  9. Luiz Moreira disse:

    Muito inteligente e em boa hora para contestar o domínio da esquerda em relação às injustas cotas raciais e outras imposições ideológicas.

  10. zé da moita disse:

    Parei no "música não tem nada a ver com ideologia". É esse tipo de aberração que o MBL produziu.
    Como disse Tim Maia: "Este país não pode dar certo. Aqui prostituta se apaixona, cafetão tem ciúme, traficante se vicia e pobre é de direita."

    • João dos Fatos disse:

      O sistema de cotas foi uma das distorções criadas para manipular os números de acesso ao ensino superior, uma vez que nem o PT conseguiu dar qualidade ao ensino público. Então para produzir números, meteu o sistema de cotas para dar registro a ingressos nos cursos das universidades.
      Foi mais um "remendo novo em problema antigo" criado para falsear a realidade.
      O PT criticou por 30 anos o ensino, passou 13 anos no poder e deixou que o aluno do ensino público, concluísse o ensino médio sem saber de nada. 90% deles não fazem conta de cabeça, não conseguem conjugar verbo, não sabe português, não entendem nada de física, química e biologia. Resultado, entram nos cursos e mais de 50% desistem, por não ter como acompanhar as aulas. Mesmo o MEC tendo baixado as médias de aprovação, de 7 (sete) para 6 (seis).

    • Luiz Moreira disse:

      Essas incoerências que você aponta são parte da nossa cultura e quem não enxerga isso, fica pedindo um país homogêneo, com pensamentos padronizados, vai ficar prá trás. Negros e pobres também querem sucesso na vida e não ficar perdendo tempo com teorias acadêmicas pregadas por professores universitários de esquerda que ganham salários de burguês.

    • Thiago disse:

      Critica cotas, mas não critica os ministros de Temer…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Augusto Ribeiro disse:

      Nos Estados Unidos era a política de afirmação nos anos 60. A direita brasileira nem se dá conta que as cotas são para o Brasil uma política de afirmação semelhante ao que foi feito nos EUA.
      As cotas são necessárias sim. Principalmente para corrigir as grandes distorções no ensino brasileiro, especialmente no superior. Por exemplo, cursos de Engenharia e Medicina nas Universidades Federais – gratuitas é para os ricos e quando muito os pobres conseguem "chegar lá" é nas privadas que cobram os "olhos da cara" através do FIES ou no máximo PROUNI. Este último fruto e graças aos governos democráticos e populares do PT!

    • Júnior disse:

      Comentário show, gostei!!!!!

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Cientista cria teoria que prova a existência de Deus e ganha prêmio

Michael Heller, hoje com 80 anos, é um padre católico, cosmólogo, filósofo e professor polonês, que em 2008, disse ter sido capaz de comprovar matematicamente a existência de Deus. Logo, ele foi o vencedor de um dos prêmios acadêmicos mais importantes do mundo, o Templeton, concedido pela fundação homônima de estudos religiosos sediada em Nova York, conforme relatado pela BBC Brasil à época.

Em seus trabalhos ele abordou a origem do universo, apoiando-se em aspectos avançados da teoria da relatividade proposta por Albert Einstein, mecânica quântica e geometria não-comutativa. “Vários processos no universo podem ser caracterizados como uma sucessão de estados, de maneira que o estado anterior é a causa do estado que o sucede”, reportou ele em 2008. “Não estamos apenas falando de uma causa como qualquer outra. Estamos nos perguntando sobre a raiz de todas as possíveis causas”, disse em questionamento a causalidade primeira.

Segundo ele, a ideia de que a religião e a ciência são contraditórias é inverossímil. “A ciência nos dá o conhecimento, e a religião, o sentido”, disse. Logo, ambas seriam pré-requisitos para uma existência considerada por ele como decente. “Invariavelmente eu me pergunto como pessoas educadas podem ser tão cegas para não ver que a ciência não faz nada além de explorar a criação de Deus”, disse ele, conforme reportado pela BBC.

Heller acredita que a objeção religiosa para o ensino da evolução “é um dos maiores mal-entendidos”, porque “introduz uma contradição ou oposição entre Deus e oportunidade”, de acordo com o The New York Times. Sua teoria é baseada em um argumento chamado “Deus das lacunas”, que relaciona a ciência e religião e visa usar de uma divindade para explicar o que a ciência supostamente não pode.

Contudo, era de se esperar que sua teoria chamasse atenção de céticos, que atacaram a Fundação Templeton por sua suposta inclinação favorável as ideologias mais conservadoras da religião. Entre eles, estava o biólogo evolucionista Richard Dawkings, que já ganhou o prêmio outrora e contestou a instituição pelo prêmio pago em dinheiro, à época no valor de 820 mil libras esterlinas (ou 1,6 milhões de dólares), para um cientista “disposto a falar coisas boas da religião”.

Diferente disso, os jurados afirmaram que Heller mereceu a honraria por “desenvolver conceitos precisos e notavelmente originais sobre as origens e causas do universo, muitas vezes sob intensa repressão governamental”.

Ordenado em 1959, Heller pertence à Diocese de Tarnow, e de acordo com sua biografia, ele foi perseguido durante a era soviética, devido a sua ideologia comunista abertamente ateia e que ia contra o perfil católico conservador na Polônia. Além disso, o padre e cientista conhecia o Papa João Paulo 2º e a Igreja teria concedido a ele uma esfera de proteção que permitiu avançar em seus estudos.

Jornal Ciência via BBC / The New York Times

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  1. Souza disse:

    Apenas um comentário com relação ao título da matéria: uma teoria, por melhor ou mais genial que seja, não "prova" nada. É necessária a experimentação e a observação para comprovar e provar a teoria. Vejam que muitas das teorias de Albert Einstein só foram comprovadas recentemente. Portanto, com todo respeito que ele merece, por melhor que seja a teoria do Padre e estudioso Michael Heller, ela não prova nada. Pelo menos ainda não. É um pensamento especulativo muito bem elaborado, com regras e métodos e, até certo ponto, lógico; Mas não uma prova.

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POLÊMICA GRANDE NO FUTEBOL: Em vídeo, 4º árbitro desmente versão de Federação para impedir Atletiba; Globo nega interferência

Em áudio original da transmissão do clássico entre Atlético-PR e Coritiba, conseguido com exclusividade pelo UOL Esporte, o quarto árbitro da partida, Rafael Traci, afirma que não podia iniciar o jogo enquanto houvesse a transmissão pela internet, alegando que ela não era feita pelos detentores de direitos de transmissão do campeonato. A versão é diferente do que foi dito pelo presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), Hélio Cury, de que o impedimento havia ocorrido apenas pelos profissionais não estarem credenciados para a partida.

Em meio à transmissão online anterior ao pontapé inicial, o juiz do jogo afirmou ainda que a suspensão foi uma ordem “do presidente Hélio Cury”.

“O pessoal não pode transmitir porque não é a detentora do campeonato”, afirmou Traci à beira do campo. “É isso que a gente recebeu de informação. Se continuarem eles (funcionários da transmissão) dentro do campo, nós não podemos ter essa partida”, completou.

A partida deste domingo acabou cancelada pelos clubes não concordarem com a decisão da federação de impedir os trabalhos dos profissionais, contratados pelos times para transmissão online. Os dois clubes alegaram que contrataram uma produtora independente e que a iniciativa não tinha relação alguma com outra emissora.

Como Atlético-PR e Coritiba não entraram em acordo com a Rede Globo antes do Campeonato Paranaense de 2017, os jogos dos dois times não estão sendo transmitidos pela emissora. Como alternativa, os rivais decidiram exibir o clássico deste domingo, válido pela quinta rodada, em plataformas digitais – no caso, YouTube e Facebook.

A versão inicial divulgada pela FPF neste domingo, no entanto, foi outra. Segundo a entidade, a partida não poderia ser iniciada enquanto profissionais de imprensa sem credenciamento estivessem no campo de jogo, independente de quem detivesse os direitos de transmissão do jogo. “Deveria ser feito um credenciamento 48 horas antes da partida. O nosso posicionamento está bem claro: está proibido”, afirmou o presidente Hélio Cury.

Em entrevista à ESPN, o presidente da FPF alegou ainda que se for remarcado outro clássico e os profissionais estiverem credenciados, a federação não impedirá a transmissão via Youtube e Facebook. “Tem jogo (se os profissionais se credenciarem), claro que tem. Se tiver algum problema maior, vamos discutir na frente. Agora, a federação não pode deixar gente descredenciada senão vira baderna”.

A reportagem do UOL Esporte tentou novamente entrar em contato com o presidente Hélio Cury para comentar o teor do que foi dito pelo quarto árbitro. Porém, ele não atendeu as ligações.

Ainda no domingo (19), a FPF soltou um comunicado oficial falando novamente que a responsabilidade pelo cancelamento da partida foi dos clubes pela recusa de tirar pessoas não credenciadas de dentro do campo e que acompanhou a iniciativa de transmitir o jogo via internet.

Envolvida na polêmica pelos clubes e torcida das duas equipes, a Rede Globo, por sua vez, descartou qualquer responsabilidade sobre a decisão da FPF. Em nota, as Organizações Globo relembram a falta de contrato com os dois clubes – portanto, “não temos interferência na decisão dos clubes e da Federação de não realizar a partida”. “Entendemos que cabe aos clubes dispor livremente dos direitos nos jogos em que se enfrentam, e estávamos cientes inclusive da transmissão via Internet”, afirma a emissora.

Confira a nota oficial:

“A Federação Paranaense de Futebol, em vista dos fatos ocorridos na partida entre Clube Atlético Paranaense e Coritiba Football Club no dia 19/02/2017, válido pela 5ª Rodada do Campeonato Paranaense de 2017, esclarece o seguinte:

A Federação Paranaense de Futebol não possui nenhuma responsabilidade pelo cancelamento da partida.

A não realização do jogo ocorreu por culpa exclusiva dos Clubes, que desobedeceram a ordem do árbitro de retirar profissionais não-credenciados do gramado onde se realizaria a partida.

Diante disso, uma vez que em nenhuma partida é permitido o acesso e permanência de pessoas estranhas no entorno do gramado, o árbitro agindo de acordo com o Regulamento da Competição (art. 35, §2º e 3º, art. 36, e art. 64, §2º, inciso I do Regulamento Geral), não autorizou o início da partida, até que essas pessoas estranhas ao recinto se retirassem.

O Clube Atlético Paranaense e o Coritiba Football Club, em total desobediência à determinação, recusaram-se a retirar as pessoas não-credenciadas de campo dentro do prazo regulamentar, o que levou ao cancelamento da partida, prejudicando milhares de torcedores que compraram o ingresso e se deslocaram para assistir ao jogo do Campeonato Paranaense de 2017.

Esclarece ainda, diante das inúmeras inverdades veiculadas pelos dirigentes dos dois Clubes, que a Federação em momento algum questionou a transmissão via WEB, entendendo que não havia qualquer tipo de impedimento para sua realização, inclusive acompanhou atentamente a iniciativa dos Clubes nesse novo meio de transmissão.

A Federação Paranaense de Futebol lamenta profundamente o cancelamento da partida, esclarecendo que a responsabilidade pelos prejuízos causados é exclusiva dos Clubes, e que acionará os órgãos competentes para punição dos responsáveis”.

Globo nega interferência

Criticada por dirigentes, a Globo afirmou não ter tido nenhuma interferência na confusão relacionada ao cancelamento do Atletiba por conta da transmissão online. A emissora informou reconhecer o direito deles de passar o jogo. Nos bastidores, executivos da emissora ligaram para dirigentes dos times e da federação para tentar entender o problema.

A Globo fez uma oferta para o Campeonato Paranaense por meio da federação estadual. Atlético-PR e Coritiba não aceitaram pelo valor ser baixo. A emissora não negociou diretamente com esses clubes, e fechou contrato apenas com os outros e a federação.

”O Grupo Globo não tem contrato vigente com Atlético-PR e com o Coritiba nesta edição do campeonato paranaense. Portanto não temos interferência na decisão dos clubes e da Federação de não realizar a partida. Entendemos que cabe aos clubes dispor livremente dos direitos nos jogos em que se enfrentam, e estávamos cientes inclusive da transmissão via Internet”, afirmou a emissora por nota.

A Globo já tinha sido informada pelos dirigentes dos dois clubes que haveria a transmissão do jogo online bem antes do anúncio oficial. E não tentou atrapalhar, segundo a versão interna.

A emissora sempre tem dificuldades na negociação do Paranaense por conta da relação conflituosa entre Atlético-PR e federação. Os dois últimos contratos foram fechados em janeiro pouco antes do campeonato. Os dois clubes também preferiram fechar os contratos do Brasileiro com o Esporte Interativo.

À emissora, o presidente da federação, Hélio Cury, justificou o cancelamento do jogo porque os jornalistas em campo não foram credenciados dentro do prazo. Essa é a justificativa oficial.

Com informações de UOL e Blog do Rodrigo Mattos

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  1. paulo disse:

    BG
    Essas federações de futebol são cheias mesmo é de pelegos que se perpetuam no poder e não querem passar a vez para ninguém. É uma VERGONHA essas entidades que são atreladas em sua grande maioria a políticos tipo zé maria marim que se encontra preso nos EUA por suas falcatruas..

  2. Jesualdo Filgueira disse:

    Se existe contrato vigente com alguma emissora de TV, a transmissão por outros canais só será permitida se o contrato existente permitir, caso contrário, não tem nem o que questionar.
    Então: Se o contrato existe, a federação acertou e os clubes erraram.
    Se o contrato não existe, a federação errou e os clubes estão certos.
    Não precisa de polêmica, é uma questão que passa pela vigência do contrato, ponto final!

    • Antenado disse:

      Tem que ver o contrato, ele pode tratar de sinal de TV aberta e fechada, o que não se trata do caso acima, o contrato teria que incluir plataformas digitais ou transmissão via intenet

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Advogado que derrotou Uber bate boca e diz que tem motoristas particulares

Reprodução | Facebook

O advogado André Mansur, que derrotou o Uber na Justiça na terça-feira, recebeu uma enxurrada de críticas em seu Facebook e resolveu bater boca com os internautas.

Ele saiu vitorioso após a 33ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte reconhecer vínculo empregatício entre o aplicativo e motoristas do serviço.

Após comemorar a decisão, uma pessoa comentou em seu perfil sobre o assunto: “Enquanto vocês empurram a burocracia estatal para cima de um aplicativo, outros três do mesmo segmento surgem”.

André respondeu:

“Vai de busão, fera”.

André também disse que tem dois motoristas:

“Tenho dois motoristas particulares, uniformizados, registrados pela CLT, com todos os direitos trabalhistas pagos. Quer ter tbm? Não é fácil. 35 anos em escolas e faculdades e muito trabalho duro, defendendo direitos de gente que merece. Defendo direitos, não privilégios de quem não tem méritos”.

Depois de responder a vários internautas, o advogado publicou um pedido de desculpas irônico, argumentando que não deveria ter se rebaixado ao nível das pessoas que o ofenderam.

Lauro Jardim, O Globo

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  1. Aracildo disse:

    Tá certíssimo o advogado e o seu cliente,,à legislação trabalhista, assim como qualquer outra legislação brasileira tem que ser cumprida por empresa nacional ou estrangeira, como também um bom advogado tira leite de pedras!

  2. VENTURA disse:

    O pior do Brasil é o Brasileiro, o cara adere ao sistema do uber sabendo que é um trabalho autônomo, para um ganho extra sem compromisso, e depois de um tempo aciona a justiça do trabalho exigindo direitos que desde o inicio sabia que não teria. Pior ainda são advogados gananciosos que dizem defender direitos, mais na verdade vivem de encontrar brechas jurídicas apenas para ganhar dinheiro.

  3. Thiago disse:

    Tem gente que não sei não, um "mizera" desse, fica conversando besteira nas redes sociais, é a 28 pessoa depois de ninguém, santa paciência!

  4. Edi disse:

    Pela arrogância e prepotência, esse advogado é forte candidato a secretário de serviços urbanos de Natal. Mas, com certeza não vai ser fácil desbancar o atual secretário da pasta. Em termo de arrogância e prepotência, o sr. Jerônimo Melo tem: pós graduação, mestrado e doutorado. É um verdadeiro PhD no assunto.

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Narrador do Esporte Interativo diz “cabeça preta” em lance de Real x Napoli e gera polêmica

Uma narração de André Henning, do Esporte Interativo, em um lance durante a partida entre Real Madrid e Napoli, pela Liga dos Campeões, gerou polêmica nas redes sociais, nesta quarta-feira (15). Após o senegalês Kalidou Koulibaly afastar a bola da defesa italiana, o narrador descreveu: “meteu a cabeça preta na bola branca, o Koulibaly”.

A narração de Henning repercutiu nas redes sociais. No Twitter, algum usuários reclamaram da expressão utilizada pelo narrador, enquanto outros o defenderam.

Procurado pelo UOL Esporte, a assessoria do Esporte Interativo prometeu uma posição oficial, mas não retornou até o momento.

Apesar de ter nascido na França, o zagueiro Koulibaly defende a seleção de Senegal. A partida terminou em vitória por 3 a 1 do Real Madrid sobre o Napoli. As duas equipes voltam a se enfrentar no dia 7 de março, no estádio San Paolo, na Itália.

UOL

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  1. Ceará Mundão disse:

    Essa palhaçada de "politicamente correto" é outro legado miserável dos "esquerdinhas". Francamente, vão arrumar uma lavagem de roupa. O cara tem mesmo a cabeça preta. Queriam que dissesse o que? Cabeça vermelha?

  2. marcus disse:

    não vi nada demais, agora, que a equipe esportiva do EI é chata, isso é fato!!! principalmente esse gasguita!

  3. Henrique disse:

    Ele falou alguma mentira! A cabeça do jogador era preta ou branca? É muito mimimi.

  4. Renato disse:

    Se ele tivesse dito meteu a cabeça branca na bola preta teria algum problema? Aaaa deixem de mimimi! Por que vcs não falam de cotas raciais?

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STF decide que presos em celas superlotadas devem receber indenização

Sessão do STF que discutiu superlotação nos presídios – Rosinei Coutinho/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira que presos em estabelecimentos superlotados têm direito a receber indenização da administração pública. A decisão foi tomada por sete votos a três e tem repercussão geral – ou seja, juízes de todo o país precisam aplicar esse mesmo entendimento em processos sobre o assunto. O valor da indenização a ser paga será fixado pela Justiça, dependendo do caso específico. No julgamento, o ministro Celso de Mello, o mais antigo integrante do tribunal, protestou contra a negligência do poder público em relação ao sistema carcerário.

— Há no Brasil um claro e indisfarçável estado de coisas inconstitucional resultante da omissão do poder público para neutralizar a situação de absurda patologia constitucional gerada incompreensivelmente pela inércia do estado, que descumpre a Constituição Federal e fere a decência dos cidadãos da República —disse o decano, completando: — O Estado tem agido com absoluta indiferença. Esse comportamento por parte do Estado é desprezível, é inaceitável.

O caso analisado pelo STF é de um preso de Mato Grosso do Sul que estava em cela com capacidade para 12 pessoas, mas abrigava cem presos. Por falta de espaço, o condenado dormia com a cabeça no vaso sanitário. Ele foi condenado a 20 anos de prisão por latrocínio, que é roubo seguido de morte. Ficou preso por oito anos e hoje está em liberdade condicional. O condenado pediu na justiça indenização de um salário mínimo por mês que ficou no presídio em condições degradantes. O valor fixado, no entanto, foi de apenas R$ 2 mil.

Os nove ministros que votaram concordaram que o poder público é responsável por danos causados à dignidade do preso quando o condenado estiver em estabelecimento que não oferece estrutura adequada, ou condições mínimas de higiene e de saúde. Sete ministros declararam que essa violação deve ser compensada com a indenização financeira. Dos sete, apenas dois votaram para que o valor fosse de um salário mínimo mensal. Os outros cinco votaram pelos R$ 2 mil.

Os outros três ministros foram contra esse tipo de compensação. Para eles, presos em condições adversas deveriam ter a pena contabilizada de forma diferenciada, abreviando o tempo permanecido atrás das grades. Para esses ministros, a solução ficaria impraticável, porque os estados não teriam dinheiro em caixa para arcar com todas as indenizações. Eles argumentaram que os recursos deveriam ser usados para promover a melhoria do sistema penitenciário, e não para compensar o sofrimento dos presos.

O ministro Luís Roberto Barroso ponderou que uma indenização de R$ 2 mil seria uma forma de continuar violando a dignidade do preso. O valor de um salário mínimo por mês, para ele, seria justo. No entanto, a medida quebraria os estados.

— Os estados não têm esse recurso. E, se tivessem, seria para investir na melhoria do sistema — afirmou Barroso.

Em março do ano passado, o STF já tinha declarado o direito da família de receber indenização quando o preso morrer dentro da penitenciária – seja por doença, seja em decorrência de rebeliões.

O processo julgado nesta quinta-feira chegou ao STF em março de 2008. Em parecer de 2007, a Procuradoria-Geral de Mato Grosso do Sul argumentou que o dinheiro público deveria ser usado prioritariamente para “cidadãos de bem”, e não para indenizar presos.

“Ainda que seja de fato lamentável a superlotação carcerária, ocorre que, ao juízo do legislador, há outras prioridades que são mais emergentes. Há cidadãos de bem, potenciais vítimas do recorrente, que vivem nas favelas sob agruras semelhantes àquelas alegadas pelo recorrido. A sociedade tem manifestado entendimento, através de seus mandatários legisladores, de que estes cidadãos têm prioridade na solução de suas necessidades”, diz o documento.

O Globo

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  1. Ruben Viana de Oliveira. disse:

    E foda eu estou já fez quatro anos pra receber uma indenização da minha casa.
    E agora quem matou estrupol vão ser indenizado vão se lascar país imundo.

  2. JR disse:

    STF
    Somos
    Todos
    Facção

  3. Blue disse:

    O desrespeito aos cidadãos nesse país não ocorre somente com os presos, mas com os enfermos nos hospitais, com as crianças e adolescentes nas escolas, com os cidadãos com a falta de segurança. Cabe indenização para todos. Uma vergonha essa classe de dirigentes políticos.

    • Alexandre Magno disse:

      Vamos ser justos essa classe de políticos só não a classe jurídica ta tá melhor que a encomenda

  4. Edenir Padilha disse:

    É um absurdo esse órgão está mais do que claro que eles votam CONTRA o povo Brasileiro e fazem um deservico a nação, é vergonhoso que esses que se acham acima de todos, pois ganham verdadeiras
    Fortunas com salários e benefícios, as
    CUSTAS do povo e , onde 11, empurram
    essas insanidades goela abaixo do povo,
    então o povo Brasileiro DEVE processar os governos, inclusive e principalmente o Federal, para força lo a cumprir a
    constituição, onde diz que a miséria do
    salário mínimo DEVE cobrir saúde,
    educação, segurança, lazer, casa própria,
    alimentação, pois nos lesam há varios anos,
    é RIDÍCULO que comtinuem legislando a
    FAVOR DE QUEM COMETEU CRIME, E O POVO FICA MORRENDO NAS FILAS DOS
    HOSPITAIS E POSTOS DE SAÚDE, ELES
    DEVERIAM RENUNCIAR
    COLETIVAMENTE, ASSIM SERIA UM
    OTIMO FAVOR PARA O POVO
    BRASILEIRO, ou Também devem ser responsabilizados por cada cidadão de bem que venha a morrer por falta de atendimento em hospitais e postos de saúde no Brasil inteiro, o povo deve abrir os olhos e COMEÇAR A COBRAR O GOVERNO .É lamentável que isso dá a entender que o os Trabalhadores são menosprezados por um órgão que DEVERIA PROTEGE LOS.

  5. Rosemberg disse:

    Tenho uma solução para resolver esse problema. Os ministros e defensores de apenados, devem levar eles para casa. Começar a cuidar deles como estão exigindo da sociedade. Porque quem vai pagar tudo isso somos nós.

  6. OSWALDO disse:

    Kkkkkkkk Só no Brasilkkkkk

  7. Manoel Messias B da Silva disse:

    Só tem medidas pra beneficiar presos e o cidadão que foi vitima?

  8. Decepcionado disse:

    Simplesmente, sem comentários… Daqui há pouco teremos que indenizá-lo por não ter ar condicionado, internet de banda larga, caviar, lagosta, piscina, ou seja, a cada dia neste país, os vagabundos tem mais e mais direitos! Enquanto os cidadãos de bem tem que morrer a minga sem nenhum direito. Brasil mostra sua cara!

  9. Irany Gomes disse:

    O bandido que matar um cidadão de bem, também será indenizado pelo estado, segundo o STF. Justiça de merda essa do nosso país. Vamos nos armar e ir a luta!!!

  10. Fátima disse:

    Professores que dão aulas em salas superlotadas; enfermeiros que assistem várias enfermarias com vários pacientes; agentes de segurança que atuam nas ruas também terão direito à indenização? Definitivamente, os membros do STF vivem fora do mundo real.

  11. FRASQUEIRINO disse:

    Manda logo esses caras para um hotel que é melhor. Justiça cega.!

  12. Jofran disse:

    Triste de um país que tem um Judiciário como o nosso. Justiça que, nesta semana, considerou Moreira Franco, delatado 34 vezes só na Lava-Jato, homem de reputação ilibada, apto a ocupar o ministério do governo Temeroso. Lula, cujas testemunhas acusatórias e de defesa, à unanimidade, o inocentam de qualquer acusação criminal posta contra si, não pôde ser ministro. Justiça, ah, justiça… Justiça tardia, injustiça. Togas cegas pela vaidade, Themis com balança pensa.

  13. desacreditado disse:

    Eu nem sei pq esse tipo de noticia ainda me surpreende, o Brasil a muito tempo que virou uma bagunça, os valores estão todos invertidos… E a ladeira e só na direção da descida

  14. Wellington disse:

    Essa foi de lascar!

  15. Dobode disse:

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  16. Luciana Morais Gama disse:

    E pacientes em corredores de hospitais super lotados também tem direito???

  17. Carlos Teixeira disse:

    Agora vai…

  18. Helio Motta disse:

    Isso mostra o mundinho habitado pelos membros do Judiciário é bem diferente do que o restante dos brasileiros vive.
    Arudiado de auxílios imorais, comendo a doutrina manualística que os fazem se sentir supremos seres, e arrotando sabedoria encaixotada, dão essa tapa na cara do cidadão: bandido ser indenizado.
    Indenizar a vítima? Para quê?
    O crime compensa. E a depender do STF otário é quem respeita a leis.

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POLÊMICA: Candidatos que não puderam fazer prova da OAB em Natal e Mossoró estão sem “eira nem beira”

A prova da segunda fase do XXI Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que foi adiada em Natal e Mossoró, em janeiro, ainda não tem uma nova data definida para acontecer. A prova estava marcada para o dia 22 de janeiro, mas foi adiada. A indefinicação está causando uma enorme aflição e transtornos para vários candidatos já aprovados na primeira fase do certame. A aprovação no exame é obrigatório para que os bacharéis em Direito possam exercer a advocacia. Os candidatos também reclamam do dinheiro gasto na compra de material específico para a preparação do último exame realizado, já que o próximo certame contém novos assuntos.

Sobre uma nova data para a realização da segunda fase, o presidente da OAB/RN, advogado Paulo Coutinho, diz que edital prevê que em casos de suspensão da prova, os candidatos devem participar da segunda fase do exame seguinte. A segunda fase do próximo exame da ordem está marcada para 28 de maio A Fundação Getúlio Vargas (FGV), que realiza a prova, já informou da impossibilidade de adiantar a prova para os candidatos do Rio Grande do Norte.

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