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VÍDEO: Vereador de Natal cai em notícia falsa e faz discurso preconceituoso sobre cota para gays, destaca reportagem

É destaque no portal G1-RN nesta terça-feira(11). O vereador Cícero Martins (PTB) foi enganado por uma notícia falsa sobre uma suposta aprovação de cota para homossexuais em concursos públicos e, ainda por cima, acabou tecendo comentário preconceituosos sobre o tema. O embaraço aconteceu durante uma reunião da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Natal, nessa segunda-feira (10).

“Não estou conseguindo conviver com esse tipo de coisa”. E acrescentou: “Não vou admitir que isso é uma coisa normal a cabeça humana”, disse ele

Procurado pelo G1, Cícero Martins disse que é contra qualquer tipo de cota, não tem nenhum tipo de preconceito com homossexuais e completou: “Não acho que fui irresponsável. Não posso sair apurando tudo que eu vejo nos sites que confio”.

Veja detalhes da reportagem, inclusive, com vídeo aqui

Comentários (15) enviar comentário
  1. Raniere disse:

    É difícil quando existe comentários positivos e negativos e somente apagam os positivos.kkkkkkkk
    #transparência.
    #matenhatodasasperguntaserespostas.

  2. Madson Wesley Pereira disse:

    O vereador precisa de maiores ocupações. Ta muito ocioso e cheio de "m.." na cabeça. Quem sabe apresentar um projeto pra orientar a população a como checar as "fake news" da internet, antes de fazer a "m…" que o vereador fez?

  3. Andreza Moura disse:

    Em tão pouco tempo de mandato, o vereador Cícero Martins prova que é uma metralhadora ambulante com sua postura autoritária, quando constrangeu todas as vereadoras da casa afirmando que a Câmara Municipal de Natal era lugar de homem, em outro mimento ameaçando e intimidando os servidores públicos e agora esse último absurdo. Por tudo isso só podermos concluir que esse cidadão despreparado não tem capacidade para exercer um mandato e nem ao menos tem a sensatez de se cerca de assessores competentes pra lhe orientar e controlar suas sandices. Vamos reflitir quem o povo elege.

  4. Marcus Paulo disse:

    Ele ainda é do tempo que diz que a friboi e a oi são de lulinha, num pronunciamento feito na tribuna da câmara… Saudade de dago……

  5. Manoel Lucas disse:

    Vereador, bem-vindo ao mundo da política potiguar, onde nada se produz !

  6. joao maria disse:

    COTA PRA BAITOLA??????? PRA QUE, POR QUE?????????????? ENTENDI NADA

  7. paulo martins disse:

    Independente da credibilidade da fonte, o cidadão Cícero Martins, mais que o vereador, está corretíssimo em manter sua opinião e também em manifestar-se da forma que bem lhe aprouver. Como diria um matuto lá do pé da serra, a única coisa dirigida pelo rabo que pode dar certo é canoa.

    • Júnior disse:

      Acho correto a máscara cair, pois se essa notícia fake fosse publicada no ano passado creio que o posicionamento dele seria outro.

  8. Juca disse:

    Representante do povo, daquela parcela que espalha tudo que lê, sem crivo ou pesquisa. Típico ser que manda correntes no whatsapp. Há de se avisar a este senhor que o Bolsa prostituta também é falso.

  9. Sávio Júnior disse:

    Rapaz, esse dai deixou o "ah ladrão" no chinelo, que tem uma assessoria dessas nem precisa de inimigos políticos, o nível de nossos representantes em alguns casos é de rir para não chorar, o que mais me estarrece é q a excelência se apresenta como professor, imagina a formação e as informações que deva levar para a sala de aula, já que disse que não apura o que ler….hahaha…tem q rir mesmo para não cairmos em pranto.

  10. André Gonçalves de Medeiros disse:

    Um vereador que faz discurso a partir de notícias falsas, que tem um vocabulário medíocre e ainda afirma não ter nenhuma preocupação de checar as notícias que lhe passam NÃO tem condição de representar NINGUÉM. As vias de Natal estão cheias de buracos, de lixo, mal iluminadas e esse vereador medíocre usa seu mandato para uma agenda política baseada em notícias falsas. Natal tá f….

    • Caicoense Fingido disse:

      Verdade. Eu não acrecentaria nem mais uma vírgula. Certíssimo.

  11. guilherme disse:

    o vereador ta certo mesmo com a materia fasa

    • Roberto disse:

      O vereador está certo, mesmo tecendo comentários baseados em matéria falsa.

    • Cidadão disse:

      O vereador mostra a face. Assim como ele temos outros políticos que se vestem de cordeiro nas eleições e depois mostram-se lobos para o público. Voto trocado é apenas mercadoria.

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Temer pede que STF mantenha lei atual e não libere o aborto

Em nome de Michel Temer, a Advocacia-Geral da União protocolou no Supremo Tribunal Federal manifestação contrária à liberação do aborto até o terceiro mês de gravidez. A posição do presidente foi requisitada pela ministra Rosa Weber, relatora de ação movida na Suprema Corte pelo PSOL. O partido reivindica a descriminalização do aborto. Sustenta que as mulheres têm o direito de interromper a gestação nas primeiras 12 semanas de gravidez. Para Temer, cabe ao Congresso, não ao Judiciário, deliberar sobre a matéria, após “amplo debate.”

Encaminhado ao Supremo nesta segunda-feira (10), o documento da AGU defende a necessidade de ouvir diferentes setores da sociedade antes de qualquer deliberação. E a forma mais adequada de realizar as consultas, defende o Planalto, é por meio do Congresso. “Ao trazer a questão para o debate no âmbito do Poder Legislativo, resta respeitado um dos pilares da democracia moderna, qual seja o pluralismo político, no que se garante a legitimidade da decisão majoritária, ao mesmo tempo em que se resguarda os direitos das minorias”, anota o texto.

A ação de autoria do PSOL chama-se Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF). Nela, além de pedir ao Supremo que descriminalize o aborto, o partido reivindica a concessão de liminar (decisão provisória) para suspender prisões em flagrante, inquéritos policiais, processos e sentenças escoradas nos artigos 124 e 126 do Código Penal, que servem de base para a punição do aborto. As grávidas que o provocam sujeitam-se a penas de um a três anos. Os médicos que realizam o procedimento, mesmo com o consentimento da gestante, podem pegar de um a quatro anos de cana.

O PSOL pede ao Supremo que declare que esses trechos do Código Penal ferem o direito constitucional das mulheres de interromper a gestação e dos profissionais de saúde de realizar o aborto. Na sua petição, o partido admite: “Ao embrião ou feto é reconhecido o valor intrínseco de pertencimento à espécie humana, por isso, a proteção infraconstitucional gradual na gestação.” Entretanto, argumenta que “essa proteção não pode ser desproporcional: tem que ter como limites o respeito à dignidade da pessoa humana, à cidadania, à promoção de não discriminação e aos direitos fundamentais das mulheres.”

A legislação brasileira autoriza o aborto nos casos em que a fecundação decorre de estupro e quando a gravidez coloca em risco a vida da mulher. O PSOL realçou em sua ação que o Supremo autorizou, em julgamento histórico, a interrupção da gravidez de fetos anencéfalos (sem cérebro). Temer rebateu o argumento. Por meio da AGU, afirmou que a descriminalização do aborto de anencéfalos não se confunde com a hipótese de interrupção da gravidez nas primeiras 12 semanas de gestação.

O documento protocolado pela AGU anota que a anencefalia é “patologia letal, havendo curtíssima —ou quase nenhuma— expectativa de vida, o que difere, completamente, da interrupção de uma gravidez normal e saudável, ainda que em seu início.”

O PSOL também menciona como precedente uma decisão tomada em novembro do ano passado pela 1ª Turma do Supremo. Integrado por cinco dos 11 ministros do tribunal, o colegiado ordenou a libertação de duas pessoas presas em flagrante sob a acusação de realizar abortos numa clínica clandestina do Rio de Janeiro. No documento da AGU, Temer sustenta que, nesse caso, o debate sobre a criminalização ou não do aborto serviu apenas para deliberar sobre a revogação da ordem de prisão preventiva expedida contra dois médicos. Trata-se de uma meia-verdade.

A verdade inteira é que dois ministros —Marco Aurélio Mello e Luiz Fux— concederam a liberdade aos médicos sob argumento de que eles podiam responder ao processo em liberdade. Mas outros três ministros foram muito além em seus votos. Seguindo posição adotada por Luís Roberto Barroso (leia a íntegra do voto aqui), os colegas Edson Fachin e Rosa Weber votaram a favor da tese segundo a qual a prisão tinha de ser revogada porque a criminalização do aborto fere o princípio da igualdade e direitos fundamentais das mulheres —direitos sexuais e reprodutivos, à autonomia, à integridade física e psíquica.

Barroso mencionou em seu voto, seguido por Rosa e Fachin, o prazo limite de três meses para a realização do aborto. “Durante esse período, o córtex cerebral – que permite que o feto desenvolva sentimentos e racionalidade – ainda não foi formado, nem há qualquer potencialidade de vida fora do útero materno”, escreveu o ministro. Por decisão da relatora Rosa Weber, a ação do PSOL será julgada no plenário do Supremo, pelos 11 ministros que o integram. A data ainda não foi marcada.

Josias de Souza, UOL

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Jornalista vira ré por mentir sobre o deputado Marco Feliciano

A jornalista Patrícia Lelis, o deputado federal Marco Feliciano e o assessor dele, Talma Bauer (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil, Nilson Bastian/Câmara dos Deputados e Reprodução/TV Globo)

A jornalista e ex-simpatizante do Partido Social Cristão Patrícia de Oliveira Souza Lélis, de 23 anos, se tornou ré no processo no qual é acusada de mentir e extorquir dinheiro de Talma de Oliveira Bauer, de 65, assessor do deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP).

O G1 apurou que a Justiça de São Paulo aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público (MP), que acusou Patrícia de denunciação caluniosa e extorsão contra Bauer, e marcou para maio o interrogatório da jornalista, quando ela poderá ser julgada pelo caso.

Para a 1ª Promotoria Criminal, Patrícia mentiu à Polícia Civil em 2016 ao dizer que foi sequestrada e mantida em cárcere privado pelo assessor do deputado num hotel na capital paulista. Por conta dessa acusação, Bauer chegou a ser preso.

A jornalista também foi acusada pelo MP de cobrar dinheiro de Bauer para gravar vídeos em São Paulo desmentindo a acusação de tentativa de assédio sexual que ela fez contra Feliciano, no ano passado, em Brasília. O assessor alegou ter pago R$ 20 mil a um amigo dela.

Patrícia acusou Feliciano de tentar estuprá-la no apartamento dele na capital federal, em junho. Como o parlamentar tem foro privilegiado, o caso do suposto abuso sexual passou para a investigação da polícia do Distrito Federal.

A Polícia Civil já havia indiciado Patrícia pelos crimes em setembro, quando também pediu a prisão preventiva dela. O MP e a Justiça, no entanto, só não concordaram com o pedido para que ela fosse presa. Os órgãos também não atenderam a solicitação da defesa da jornalista para anular o inquérito policial.

Por e-mail, a jornalista confirmou ao G1 que a audiência sobre o caso já está marcada. Ela criticou Luiz Roberto Hellmeister, então delegado do 3º Distrito Policial (DP), Santa Ifigênia, no Centro de São Paulo, que a indiciou.

“Lembrando que eu fui acusada de um caso que o STF [Supremo Tribunal Federal] ainda não julgou, e o delegado que fez tal acusação carrega nas costas crimes bárbaros que aconteceram dentro da sua delegacia, como por exemplo o caso da Verônica Bolina, que foi brutalmente agredida dentro da própria delegacia”, escreveu Patrícia, referindo-se à travesti que foi espancada após ser presa em 2015.

“Tenho testemunhas que estavam presentes na delegacia, que vão dar testemunho ao meu favor, dizendo sobre a conduta do delegado, e sobre os inúmeros xingamentos que se refere a mim”, acrescentou a jornalista.

O G1 não conseguiu localizar o delegado, que atualmente está no 92º DP, Parque Santo Antônio, na Zona Sul de São Paulo, para comentar as acusações de Patrícia.

Interrogatório

Patrícia responde ao processo em liberdade. O juiz Carlos José Zulian marcou para as 15h do dia 25 de maio deste ano, na 1ª Vara Criminal do Fórum da Barra Funda, Zona Oeste da capital paulista, os depoimentos das testemunhas do caso e o interrogatório da ré.

Nessa etapa, se quiser, o magistrado já poderá julgar o processo e dar a sentença. Caso haja condenação, as penas dos crimes de denunciação caluniosa e extorsão podem variar de 6 a 20 anos de prisão.

“Vamos esperar o judiciário, que é ele que tem o poder de julgar o certo e o errado nesse momento”, disse Ana Ruas, uma das advogadas de Patrícia, por telefone ao G1.
“A defesa confia no trabalho do judiciário, que fará uma análise pormenorizada dos fatos, respaldado nas provas devidamente produzidas durante a instrução criminal, sempre sob o crivo do contraditório e assegurados os princípios constitucionais assegurados pelo estado democrático de direito.”

Ana trabalha com a advogada Livia Novak na defesa da jornalista.

Como a brasiliense informou morar na capital federal, existe a possibilidade de que Patrícia seja ouvida por carta precatória em Brasília. Em outras ocasiões, sua defesa alegou que a jornalista negava os crimes que a polícia atribuiu a ela.

Nas redes sociais, Patrícia também chegou a comentar o processo que responde em São Paulo. Em texto e num vídeo, a jornalista revela que deixou de frequentar a igreja evangélica, abandonou a direita política e se tornou feminista, o que combatia antes.

“Eu sei que várias pessoas irão, de alguma forma, me caluniar, difamar, postar vídeo… Ah! Ela mudou de lado… Enfim, mudei mesmo de lado porque eu entendi que defendia o lado errado e, infelizmente, eu tive esse entendimento através de um episódio muito triste”, disse Patrícia num vídeo publicado em sua página no Facebook em 8 de março (leia mais abaixo).

Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa de Feliciano informou, por e-mail, que “o caso se encontra sub judicie em São Paulo/SP e em Brasília/DF, e que ambos os processos correm em segredo de justiça” e que “por essa razão ficamos impedidos de divulgar maiores detalhes do caso.”

Também procurado pela reportagem, o promotor Alfredo Mainardi Neto não quis se pronunciar, alegando que o processo está sob segredo de Justiça. Bauer ou seus advogados não foram encontrados.

Mentira e extorsão

As investigações do caso Patrícia x Bauer começaram a partir de denúncia feita inicialmente pela própria jornalista em São Paulo. No dia 5 de agosto de 2016 ela registrou boletim de ocorrência no 3º DP, no centro da capital paulista, contra o assessor de Feliciano.

Patrícia havia procurado a delegacia para acusar Bauer de sequestro e cárcere privado num hotel da cidade, entre julho e agosto do ano passado. Ela alegava que o assessor a manteve encarcerada, ofereceu dinheiro e a ameaçou com uma arma para gravar vídeos nos quais inocenta Feliciano dos crimes sexuais que o deputado supostamente teria cometido contra ela.

Bauer chegou a ser detido e liberado após negar as acusações de Patrícia. Para a Polícia Civil de São Paulo houve uma reviravolta durante as investigações que apuravam a denúncia de sequestro e cárcere: a jornalista mentiu ao acusar o assessor.

Segundo a conclusão do inquérito policial, a jornalista e um amigo exigiram dinheiro do assessor para que ela desmentisse a denúncia de que Feliciano abusou sexualmente dela.

“Ela representa risco à sociedade por mentir e causar danos a diversas pessoas”, chegou a dizer à época o delegado Luiz Roberto Hellmeister, que havia pedido a prisão de Patrícia à Justiça.

De acordo com a polícia, além de depoimentos, gravações do hotel levaram a investigação a desmentir a versão da jornalista de que foi sequestrada.

O primeiro vídeo, registrado no fim da tarde de 30 de julho, mostra Bauer, e a Patrícia no lobby do hotel. Eles se abraçam na recepção. Nas outras imagens, feitas em 4 de agosto, a jovem aparece abraçada a um amigo no sofá na área comum do estabelecimento. Ao lado deles está o assessor de Feliciano falando ao celular.

O assessor disse à polícia que Patrícia cobrou dinheiro para gravar vídeos desmentindo a acusação de tentativa de assédio sexual que ela fez contra Feliciano. Segundo policiais, Bauer falou que não avisou Feliciano da suposta extorsão para preservá-lo.

O dinheiro foi apreendido pela polícia com o amigo de Patrícia.

O delegado afirmou no ano passado que a investigação também traçou o perfil psicológico de Patrícia após receber um laudo psiquiátrico, de 2 de fevereiro de 2016, que a classificou como “mitomaníaca”, ou seja, tem transtorno de personalidade que faz com que minta compulsivamente.

De acordo com Hellmeister, a polícia e o Ministério Público do Distrito Federal pediram avaliação psicológica de Patrícia, que afirmava ter sido estuprada diversas vezes em sua casa, quando ela era adolescente, sem que sua família soubesse. “Após esse laudo, o caso foi arquivado por falta de provas. Ou seja, ela mentiu ter ocorrido um estupro que não aconteceu”, tinha dito o delegado à época.

Um laudo anterior, de 2 de dezembro de 2015, não havia encontrado transtornos ou alterações psicopatológicas em Patrícia, mas pedia para ela continuar o tratamento psicológico e psiquiátrico. O documento foi feito por psicológicos.

Segundo o delegado informou em 2016, Patrícia também era investigada por ameaça depois de aparecer numa gravação, obtida pela polícia, ordenando que Bauer matasse um amigo dela. O assessor, que também é policial civil aposentado, se recusou a obedecer a jornalista, de acordo com a investigação.

Feliciano é investigado

Ainda no ano passado, Feliciano chegou a declarar que o indiciamento de Patrícia reafirmava sua plena confiança na lisura das instituições públicas e da Justiça.
“Boatos são boatos e nunca serão verdades! Seguimos confiantes de até o término das investigações”, informava a nota.

O deputado também havia gravado um vídeo, à época, ao lado da mulher, desmentindo as acusações da jornalista.

A acusação de Patrícia contra Feliciano foi feita no dia 7 de agosto de 2016, quando ela registrou boletim de ocorrência na polícia em Brasília por abuso sexual contra o deputado. Esse caso é investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, na Asa Sul.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que é procuradora especial da Mulher no Senado, protocolou ofício junto ao MP do Distrito Federal pedindo investigação sobre Feliciano pela suposta tentativa de estupro. O PSC também criou uma comissão interna para apurar o caso.

Patrícia e feminismo

“Vi aqui comentários absurdos, de que fui até presa, detida, ou sei lá o que. Fato que não é verdade”, segundo postagem no Facebook de Patrícia em 9 de março. “Ainda quero ressaltar aqui, que o mesmo ao supostamente pedir minha prisão (sem motivo algum), teve tal pedido negado pelo MP e pelo Juiz, pelo simples fato de não existir a menor coerência”.

Um dia antes, texto e vídeo postados por Patrícia contam como ela se tornou feminista. “Sou jornalista, estudo direito e tenho 23 anos…”, se apresenta Patrícia num vídeo postado no Dia Internacional das Mulheres. “Tudo que uma sociedade machista quer é que a mulher se cale.”

“Antigamente eu defendia a seguinte frase: feminina sim e feminista jamais. É absurdo, né?! Eu era uma mulher machista e não tinha a menor noção disso e tive de passar por uma situação muito triste para poder entender o que é uma sociedade machista”, diz Patrícia na filmagem.

“Eu era uma das pessoas que mais caluniava a feministas, e foram elas que me ajudaram. Foram elas que estiveram do meu lado, até hoje. Estão do meu lado até hoje”, conta a jornalista. “Eu hoje, como feminista, posso dizer que: sim, eu já fui uma mulher machista. E que: sim, eu mudei de lado. E mudar foi uma coisa libertadora para mim porque eu comecei a entender que não estou aqui para agradar ninguém”.

A mesma página, porém, tem curtidas para Resistência Conservadora e Resistência Anti-Feminismo Marxista, possivelmente da época em que ela combatia o feminismo.

O G1 apurou junto ao Centro de Ensino Unificado de Brasília (Uniceub) que Patrícia concluiu no final de 2016 todas as disciplinas do curso de jornalismo, mas não teria feito colação de grau nem pego o diploma ainda.

G1

 

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Médico diz que não ofendeu e teve perfil hackeado

Reprodução

Fácil saber se o médico está falando a verdade. Basta a polícia ou MP pedir o Facebook ou IP do computador de onde partiu a publicação. Com o IP, chega-se ao endereço.

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  1. Comedor de Coxinhas disse:

    A fama dos médicos hoje em dia não está lá essas coisas….
    Mas até q se prove o contrário, ele é inocente.

  2. Roberto disse:

    Esperamos que ele esteja falando a verdade, caso contrário, estará em maus lençois.

  3. jorjão disse:

    Espero que seja verdade o que ele diz….

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Post de médico potiguar ofende deputada Benedita da Silva de “Nega Fuleira” e defende ator José Mayer

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Conhecido em São Gonçalo do Amarante e Macaíba, o médico potiguar José Lira Holanda está sendo acusado de discurso de racismo e machista nas redes sociais.

Primeiro no seu perfil no Facebook ele chamou a deputada federal pelo Rio de Janeiro de ” Nega Fuleira” em seguida fez outra postagem defendendo o ator global José Mayer, após escândalo sexual que teve grande repercussão na semana passada.

Médico se defende a fala em ataque de hacker

Reprodução

Fácil saber se o médico está falando a verdade. Basta a polícia ou MP pedir o Facebook ou IP do computador de onde partiu a publicação. Com o IP, chega-se ao endereço.

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  1. aucides disse:

    Benedita da Silva sujou o PT… logo que assumiu, danou-se pra argentina pra orar com as pariceiras crentes e ficou se esquivando da acusação dizia cumprir agenda oficial…. ela é crente e comemorou a vitória do pastor Eduardo Cunha pra presidente da Camara dos deputados, quem não lembra???? porém não justifica… A CULPÁ É DE MILITANTES DO PT QUE ESQUECEM A FRASE DE MAX: 'a religião é o ópio do povo"" E assim admitem cultuadores de mito, no partido, cvontrariando uma máxima esquerdista!!! segurem a batata quente.!!!!

  2. Walter disse:

    Logo logo o homen não vai poder nem olhar para uma
    Mulher que é assédio não vai haver mais casamento
    Tenho alguns amigos negro e eles me chamam de galego isso é racismo??? Fica está pergunta

  3. greg disse:

    O que o PT tem haver com isso ? Na boa, este senhor precisa de um médico.

  4. Juca disse:

    Por mais que se odeie, PT, socialismo, feminismo e tanto outros ismos, injúria racial continua sendo crime.
    Ao meu ver, educação formal nunca lhe faltou, diferente de educação moral.

  5. Eli disse:

    Só digo que "quem fala o que quer, ouve o que não quer"…

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Ministro: se realizada ‘a tempo’, reforma não ‘cortará direitos’

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira – Agência O Globo / Antonio Scorza

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, diz que há “tentativa de distorcer a realidade e criar uma cortina de fumaça a respeito da reforma da Previdência”. Segundo ele, a reforma não é exagerada e preserva direitos adquiridos. Sem as mudanças, alerta Oliveira, governo vai ficar inviabilizado em dez anos.

Segundo o ministro, 55% da despesa do governo são com pagamento de aposentadoria, benefícios e outras coberturas da previdência

— São mais de R$ 700 bilhões. A saúde gasta R$ 110 bilhões e o investimento federal foi de R$ 40 bilhões no ano passado. De 2016 para 2017, houve aumento de R$ 50 bilhões nesse gasto, mas que todo o investimento do governo. Estamos tentando estabilizar essa variável. Em dez anos, essa despesa corresponderá a 80%, mais gasto de pessoal que deve chegar a 15%, teremos 95% do gasto com pessoal e Previdência, em dez anos. O governo vai ficar inviabilizado em dez anos, Para aqueles que dizem que temos aumentar a despesa, temos que traduzir: estão dizendo que temos que aumentar a carga tributária para pagar a previdência. Quem se opõe está simplesmente a favor que haja um aumento da carga tributária — disse ele, ao participar nesta segunda-feira do seminário “Previdência Social no Brasil: aonde queremos chegar”, realizado no Centro do Rio pelo jornal O GLOBO.

— A reforma evita que se entre no ciclo de aperto de carga tributária. Quem ganha salário mínimo não terá a regra de cálculo do beneficio, 64% terão o mesmo beneficio. quem ganha mais, empregados de grandes empresas, das estatais, um tipo de atividade com menor rotatividade e salário maior vão que trabalhar mais tempo e uma nova regra de cálculo de beneficio.

MINISTRO CITA GRÉCIA

O ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira, disse, também durante o seminário, que, se não for feita a reforma da Previdência agora, com mais tempo, terá que ser feito um ajuste mais duro, criticando grupos que estão contra a reforma. Ele citou os casos da Grécia e de Portugal, que tiveram que tomar medidas mais duras, com corte de benefícios.

Ele confirmou que estão sendo negociadas no Congresso regras de transição mais facilitadas, alguma alteração na previdência rural e “outras pequenas adaptações que contribuem para que a proposta seja mais aceita”.

— Nós estamos tendo oportunidade de fazer a reforma a tempo, temos uma janela temporal para fazer. Significa a oportunidade de fazer uma reforma sem cortar direitos, sem cortar benefícios, sem aumento da carga tributária. Se postergarmos a reforma mais três, mais dois anos, essa janela se fecha. Assim, teremos que fazer reforma de outra natureza, nas condições que outros países fizeram e como alguns estados terão que fazer. A situação muda totalmente de figura. A Grécia cortou benefício de 5% a 15%, aumentou a taxação de 5% a 10%. Portugal extinguiu décimo terceiro salário e colocou contribuição adicional e suspendeu aposentadoria precoces. Nos estados, estão parcelando pagamento. Aqueles que estão hoje supostamente defendendo os direitos os beneficiários vão ter responsabilidade sobre as consequências de não ter feito. Quem acha que não fazer a reforma é uma decisão sem custo, não é verdade. O país vai pagar um custo elevadíssimo. E o custo virá pelo aumento das taxas juros do país. Alguns interesses de alguns grupos estão se opondo ao conjunto da nação.

Segundo o ministro, as mudanças que estão sendo negociadas no Congresso vão custar 15% a 20% a mais que o planejado ao longo de 30 anos, “perfeitamente dentro daquilo que estávamos imaginando com a tramitação da proposta”.

— Aprovar a proposta é fundamental para o país, não adianta simplesmente ficar inflexível com o texto original e não ser viável tendo em vista a aprovação no Congresso e que gere os impactos que o país precisa para tornar a previdência sustentável. O objetivo é que todos tenham as mesmas regras.

Perguntado sobre os militares que estão fora da proposta do governo, o ministro afirmou que as regras estão sendo discutidas.

— A regra para os militares está sendo discutida, para ser a mais próxima possível, guardando a estrutura de ser militar.

Sobre o projeto de recuperação fiscal dos estados, Oliveira afirmou que é importante que os estados utilizassem esse prazo para as mudanças nos seus regimes de previdência, um dos principais fatores para os rombos nas contas estaduais. O ministro afirmou que espera que o relatório final da proposta seja apresentado nos próximos dias:

— O relatório final será apresentado quando estiver pronto, não há dentro do regimento interno a previsão de uma data específica. Temos expectativa que apresente muito em breve, nos próximos dias, na próxima semana, mas não há uma data definida.

O Globo

 

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A reta final da reforma da Previdência

Debate nos estúdios da ISTOÉ DINHEIRO detalha as mudanças no sistema de aposentadorias em meio às negociações finais no Congresso Nacional. Para diminuir resistências entre os parlamentares, governo aceita algumas mudanças que afrouxam o texto inicial em temas como a fórmula de transição, os benefícios rurais e nas regras de professores e policiais

1- Marcos Lisboa (presidente do Insper); 2- Darcy Francisco (economista e especialista em finanças públicas); 3 – Luís Artur Nogueira (editor de economia da IstoÉ Dinheiro); 4 – Marcelo Caetano (secretário da Previdência do Ministério da Fazenda); 5 – Mansueto Almeida (secretário de acompanhamento econômico do Ministério da Fazenda); 6- Gabriel Baldocchi (editor-assistente de Economia IstoÉ Dinheiro)

Na quarta-feira 5, ao encontrar o secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, na sede da Editora Três, em São Paulo, o presidente do Insper, Marcos Lisboa, lembrou de quando tinha sido secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, no início dos anos 2000. Naquele tempo, Lisboa recebera a indicação do jovem Caetano como o técnico mais qualificado para sugerir mudanças no sistema de aposentadorias. Quase 15 anos depois, a reforma da Previdência, que, nesta versão, tem Caetano como principal autor, caminha para sair do papel e obriga o especialista a dedicar tempo para mostrar que apenas argumentos técnicos não bastam para garantir a revisão. “Tem um processo de negociação no Congresso”, afirmou Caetano em debate realizado pela revista ISTOÉ DINHEIRO. O evento, que contou ainda com as participações do secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, e do especialista em finanças públicas, Darcy Francisco, além de Lisboa, foi transmitido ao vivo pela página da revista no Facebook e pela TV NBR.

A busca de apoio no Legislativo está por trás da decisão do governo de admitir mudanças propostas por parlamentares, que podem afrouxar o texto original da reforma. Os principais pontos que devem ser modificados são os benefícios para população de baixa renda (BPC), a fórmula de transição do regime atual, o acúmulo de benefícios, as regras para a população rural e as aposentadorias de professores e policiais civis. Enviado no final de 2016, o projeto incluía esses três últimos grupos na regra geral da idade mínima, de 65 anos. Atualmente, eles podem se aposentar com cinco anos a menos. No caso do BPC, a reforma elevava para 70 anos o benefício. Além disso, criava um sistema de contribuição individual para os produtores rurais, que hoje conseguem ter acesso à aposentadoria pela comprovação de atividade agrícola, sem necessariamente contribuir.

Não está claro ainda como ficarão as novas regras (leia quadro na pág. 24). A definição deve sair daqui a duas semanas, após intensas rodadas de negociações que resultarão no relatório final. “As mudanças propostas pelo relator mantém a integralidade da reforma”, afirmou à ISTOÉ DINHEIRO o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (leia entrevista ao lado). A reforma busca conter a disparada dos gastos previdenciários. A conta vem crescendo ininterruptamente e chegou a R$ 151 bilhões no ano passado apenas no INSS, que compreende trabalhadores do setor privado urbano e rural. A conta não inclui, portanto, o déficit dos servidores públicos, de R$ 155,7 bilhões, entre Estados, municípios e União. Combinados, os gastos hoje chegam a 13% do PIB, nível mais elevado do que o Japão, segundo o secretário Mansueto Almeida. “Se não fizermos a reforma, até 2060 o Brasil gastará mais do que 20% do PIB”, afirmou Almeida, durante o debate da ISTOÉ DINHEIRO. “Nenhum país do mundo gasta 20% do PIB com Previdência.”

Em parte, a pressão dos gastos é explicada pelo envelhecimento da população. O Brasil terá, em 20 anos, uma evolução demográfica que levou 50 anos para acontecer na Europa. A participação dos idosos deve saltar de 10% da população para 33,7% do total em 2060. Mas o sistema carrega distorções que acentuam o problema. A aposentadoria por tempo de contribuição, que ainda permite aos brasileiros usufruir dos benefícios, com 55 anos, na média, é praticamente uma exceção nas comparações internacionais. Além disso, em setores do serviço público, ainda é possível se aposentar com o mesmo salário da ativa, enquanto contribuintes da iniciativa privada estão sujeitos ao teto do INSS, de R$ 5.531,31. “Estamos atrasados. O mundo já fez reformas nos anos 1980, 1990”, afirmou Lisboa, do Insper. “Fomos irresponsáveis. Fingimos que o problema não existia.”

“As mudanças propostas mantêm os pontos fundamentais da reforma”

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, falou à DINHEIRO na tarde de quinta-feira 6:

Uma sondagem feita pelo jornal O Estado de S. Paulo indicou resistência à reforma no Congresso e votos insuficientes para a aprovação. Qual é a estratégia para reverter esse quadro?

Essa pesquisa reflete o estágio atual da discussão. No momento em que os parlamentares vão entrando em contato com os dados, eles começam a se convencer, a se conscientizar da necessidade da reforma. A mudança será gradual. É um processo em andamento, não só um diálogo direto com os parlamentares, mas também um esclarecimento para a sociedade. Não há proposta de reforma da Previdência que tenha sido aprovada no mundo que já tenha começado com apoio. É um processo normal.O pano de fundo da proposta desenhada por Caetano era igualar todos os brasileiros e acabar com privilégios específicos. “Encaro como uma reforma de Estado, não uma reforma de governo”, afirmou o secretário. O governo, no entanto, acabou cedendo em pontos centrais. Sob a justificativa de que são categorias diferentes, o Executivo deixou os militares de fora do texto original e promete enviar mudanças específicas mais adiante. Para os especialistas, não haveria razão para esperar. “É exatamente nos militares que existe a maior relação entre inativos e ativos”, afirmou Francisco, no debate. Diante das pressões, o governo abriu a possibilidade de que Estados façam ajustes próprios nas previdências em até seis meses. Se não o fizerem, terão de seguir as regras gerais.

O relator indicou mudanças em cinco temas. O que deve ser mantido para que a reforma não desfigure como um todo?

As mudanças propostas pelo relator mantêm a integralidade, os pontos fundamentais da reforma. Alguma mudança na questão dos benefícios para deficientes, a questão dos professores e de policiais, ou a questão de mudar algo no rural, tudo isso tem um impacto menor.

Isso significa que os professores e os policiais terão uma regra própria?

Isso, exato. Como hoje já se propõe aos militares.

Com idades diferentes também, como é hoje?

Isso não está definido.

As alterações diminuem a resistência no Congresso Nacional?

Acredito que sim. Às vezes, os problemas são esses pontos abordados, o trabalhador rural, que ganhou pouco e não pode ficar igual ao urbano, policiais, professores… Estive na Câmara, falei na Comissão da Presidência, com a bancada da oposição toda presente. Antes disso, tinha falado com os principais partidos da base aliada. O que senti é que os pontos de maior preocupação foram esses que foram alterados.

Qual é o prazo que o governo trabalha para aprovação do texto final?

Estamos fazendo um projeto para décadas. Então, se for aprovado em junho, que é a expectativa, ou se for aprovado pelo Senado em agosto, porque julho é férias, do meu ponto de vista não altera substancialmente. Não são um ou dois meses que vão fazer uma grande diferença num projeto tão importante, tão profundo e que, na realidade, tem resultado no longo prazo.

Se os argumentos técnicos convencem economistas e o mercado, são mais difíceis de serem aceitos pela população em geral. As dúvidas enviadas por internautas durante o debate da ISTOÉ DINHEIRO incluíam desde questionamentos sobre as exceções às regras até as razões que justificam mudanças em benefícios como os rurais, por exemplo. Essa percepção, somada à pressão de grupos de interesse, como os servidores, vem gerando uma forte resistência no Congresso. Uma sondagem divulgada pelo jornal O Estado de S.Paulo na quarta-feira 5 mostrou que o governo não teria votos suficientes para passar a reforma caso o texto fosse a plenário naquele dia. Antes de ir ao Senado, o projeto precisa ser aprovado por 308 deputados federais, em dois turnos. O placar da sondagem indicava 251 favoráveis. “O governo chegou com um texto que considerava ideal, mas a reforma que passará é a possível no momento”, afirma Efraim Filho (PB), líder do DEM na Câmara. Meirelles minimiza e diz que a resistência é natural no início, mas que deve perder força. “Não há reforma da Previdência que tenha começado com apoio.” Na reta final das negociações, milhares de internautas puderam esclarecer, num debate franco, suas dúvidas e formar suas opiniões. O vídeo, na íntegra, segue disponível no site e no Facebook da ISTOÉ DINHEIRO.

Isto É

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  1. Val Lima disse:

    Estamos fu…

  2. jorjão disse:

    Grande "debate" não tem ninguém que defenda os trabalhadores.

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FOTO: Bancada evangélica celebra retirada de questão de gênero de base curricular

Foto: Ed Ferreira – 10.jun.2015/Folhapress

Horas antes de o MEC (Ministério da Educação) divulgar documento que subtrai as expressões “identidade de gênero” e “orientação sexual” da base nacional curricular, o presidente Michel Temer recebeu deputados da Frente Parlamentar Evangélica no Palácio do Planalto.

O grupo tinha uma meta: convencer Temer de quão “absurda” era “a pedagogia que busca impor uma teoria com base sociológica que desconsidera a realidade biológica das crianças e adolescentes”.

É o que diz ofício entregue ao presidente no dia, assinado pelos presidentes das frentes evangélica e da família, os pastores Hidezaku Takayama (PSC-PR) e Alan Rick (PRB-AC), mais o vice-presidente da bancada católica, deputado Flavinho (PSB-SP).

Eles também enviaram documentos se manifestando contra o aborto, a legalização das drogas e a uma resolução que combate a discriminação contra a comunidade LGBTQ, obrigando escolas a deixar “que a pessoa use o banheiro que desejar”, como a transexual que vai ao toalete feminino (“isso é um atentado violento ao pudor e a moral, no qual teremos homens e mulheres dividindo espaços íntimos e que deveriam ser protegidos daqueles que não compartilham da mesma anatomia”).

Como a Folha reportou nessa quinta (6), o MEC alterou sem alarde o texto da nova versão do documento que define o que os alunos devem aprender da creche ao ensino médio, uma bússola para redes e escolas produzirem seus currículos. A pasta retirou a referência inicial à necessidade de respeito a “identidade de gênero” e “orientação sexual”, que apareciam em versão prévia do projeto apresentada a jornalistas na terça (4).

Em nota, o MEC afirmou que o texto “passou por ajustes finais de editoração/redação que identificaram redundâncias”. Segundo a pasta, o texto encaminhado a membros do Conselho Nacional de Educação na quarta-feira (5) já contém os ajustes.

Quatro deputados presentes na excursão evangélica ao Planalto contaram que Temer disse concordar com suas posições avessas ao tema e também ao aborto e à legalização das drogas. O presidente também ressaltou, segundo eles, que aquelas eram posições pessoais, não a voz do Executivo, até porque os outros dois Poderes (Legislativo e Judiciário) precisam manter sua independência.

A Folha apurou que deputados da frente tiveram ao menos dois encontros prévios para discutir o assunto com o ministro da Educação, Mendonça Filho. A agenda não teria sido divulgada para “não criar alarde”, diz um deles, que pediu anonimato. O ministro teria mostrado “sensibilidade” à demanda dos religiosos.

Ligado à Igreja Batista acriana, Alan Rick diz se sentir vitorioso com o “apagão” ideológico. “Defendo os princípios que a sociedade me cobra. Os pais não querem ver seus filhos doutrinados. Falam pra mim: ‘Deputado, meu filho vai à escola para aprender matemática, português, não para ser ensinado que ele pode ter vários gêneros’. Falam que existe mais de cem gêneros. Isso é uma loucura!”

O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) afirma que, agora, “os pais poderão descansar, pois o Estado não vai interferir na educação de seus filhos”.

A base é composta por…*

…4 áreas do conhecimento:

> Matemática
> Ciências da natureza: ciências
> Linguagens: língua portuguesa, arte, educação física e língua inglesa
> Ciências humanas: geografia e história

…e as principais mudanças ocorreram em:

Alfabetização
Como é: Plano Nacional da Educação prevê aluno alfabetizado até o 3º ano
Como fica: Alfabetização será antecipada para o 2º ano, aos 7 anos de idade

Ensino religioso
Como é: Constituição de 1988 define que o tema é facultativo nas escolas
Como fica: Foi retirado do texto; caberá aos Estados, municípios e escolas privadas decidir

Estatística e probabilidade
Como é: Não apareciam nos documentos prévios da base
Como fica: Serão ensinadas a partir do 1º ano do fundamental

Com informações da Folha de São Paulo

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  1. Comedor de Coxinhas disse:

    Vitória do atraso e da ignorância !

    • Ceará Mundão disse:

      A depender de petistas como você, nossa educação vai continuar uma porcaria e nossas crianças e jovens seriam doutrinados prá destruição dos valores sociais, da moral, da ética e da família brasileira. Ainda bem que gente como vc ainda é minoria na nossa sociedade e o povo brasileiro está abrindo os olhos prá realidade. É por causa dessas ideias nocivas que precisamos combater essa esquerda purulenta sem trégua. Para o bem do nosso Brasil.

  2. Maria Dantas disse:

    Isso foi uma vitória.

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Grupo quilombola faz representação contra Jair Bolsonaro por racismo

O deputado Federal participou de evento na Hebraiaca do Rio – Reprodução internet

A Coordenação Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) e a organização Terra de Direitos, que atua na área dos direitos humanos, protocolaram, nesta quinta-feira, uma representação contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) na Procuradoria-Geral da República (PGR). O documento cita a prática de racismo e pede que a PGR inicie uma ação penal contra o parlamentar.

A denúncia foi registrada depois de declarações de Bolsonaro sobre comunidades quilombolas durante uma palestra ministrada na última segunda-feira, no Clube Hebraica, no Rio. Em determinado momento durante o evento, o deputado falou: “Fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada! Eu acho que nem para procriador ele serve mais. Mais de R$ 1 bilhão por ano é gastado com eles”.

Para a Conaq, a declaração de Bolsonaro “compara as pessoas de comunidades quilombolas com um animal, que tem a massa corporal medida através de arrobas”. O documento enviado à PGR pontua que ao se manifestar publicamente desta forma, “o deputado corrobora o discurso racista de ódio, onde quilombolas não teriam lugar ou função na sociedade brasileira, sem nem mesmo terem condições de perpetuar suas famílias.”

O documento apresentado pela Conaq destaca ainda a atribuição da PGR em instaurar um procedimento administrativo para apurar a conduta de Bolsonaro e, ao final, denunciá-lo criminalmente por racismo. Como Bolsonaro tem foro privilegiado, só a Procuradoria Geral da República (PGR) pode abrir processo contra ele, que seria julgado no Supremo Tribunal Federal (STF).

Ronaldo dos Santos, coordenador executivo da Conaq, disse que ainda não teve retorno da PGR, mas que vai lutar para ver a lei contra o racismo ser cumprida.

— Nós, quilombolas do Brasil, queremos ver a lei ser cumprida independentemente do Bolsonaro ser deputado federal ou não. Além de ser parlamentar e ter foro privilegiado, ele aposta na impunidade que é generalizada no Brasil — disse.

Na quinta-feira, parlamentares do PT e do PCdoB também protocolaram uma representação na Procuradoria Geral da República (PGR) contra Jair Bolsonaro pedindo que o órgão apure se o deputado cometeu racismo na mesma palestra.

O convite para Bolsonaro palestrar veio do presidente do clube no Rio, Luiz Mairovitch, após o deputado ter sido vetado em evento similar no clube de São Paulo, após polêmica entre integrantes da comunidade.

MANIFESTANTES PROTESTARAM DO LADO DE FORA

Durante a palestra do deputado na segunda-feira, um grupo de cerca de 150 pessoas protestou em frente à Hebraica, em Laranjeiras, gritando palavras de ordem como: “Judeu e sionista não apoia facista” e “quem permite torturar se esquece da shoá”.

Em um dos momentos mais fortes do protesto, articulado por movimentos juvenis da comunidade judaica, uma pessoa gritou nomes de judeus mortos na ditadura, como o jornalista Vladimir Herzog e a psicóloga Iara Iavelberg, e os manifestantes respondiam: presente. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) e o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSC-RJ) acompanharam o pai no evento.

O Globo

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  1. Jean disse:

    Bolsonito só não fica indignado com os santos privilégios dos Deputados, Senadores, Ministros, Juízes e Membros dos Tribunais de Contas e Minjstério Público.
    Nunca vi o Bolsonito indi-ganado contra os poderosos…
    Os poderosos ele beija-lhes as mãos…
    Quem não te conhece que te compre e depois não diga que não foram avisados. Esse aí não engana ninguém, é um enrrolão que acha que se pode combater violência com mais violência sem conseguir mostrar onde isso funcionou como política de longo prazo.
    Fale sobre outros temas que ele vai ficar caqueando com respostas genéricas e superficiais.

    • Ceará Mundão disse:

      quem beija as mãos e os pés dos "poderosos", meu caro, é o seu amado PT. Deixe de palhaçada e veja que seu heroi Lula e o seu PT se associaram com os mais poderosos empresários brasileiros prá saquear o nosso país, numa associação criminoso e nojenta. Empreiteiros, banqueiros (até ministro do BRADESCO tiveram), trambiqueiros como esse Eike Batista, o seu PT associou-se ao que existe de pior no empresariado brasileiro. O povo brasileiro comprou o PT porque não o conhecia mas, está abrindo os olhos. A eleição de 2016 foi um começo. Aguarde as de 2018.

  2. Neto disse:

    E ele está errado? Esse negócio de quilombola, índio,MST, etc, são tudo farinha do mesmo saco… Hj em dia só o que se tem é aproveitador dando uma de coitado. Um bando de aproveitadores que vivem de mimimi… Aaaaaaah, fala sério.
    Bolsonaro presidente!!

  3. Jairseacostumando disse:

    E esse dinheiro público que esses povo recebeu? Tão apelando, talvez a PGR investigue o denunciante, e o feitiço virará contra o feiticeiro

  4. Reginaldo disse:

    Bolsonaro é o cara que muitos gostariam ver como presidente, mas quando abre a boca mas parece uma privada

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POLÊMICA DOS “ROLEZINHOS”: Shopping em SP proíbe adolescente sem responsável no fim de semana

O fim de semana está próximo, mas em São Carlos, no interior paulista, os adolescentes terão de encontrar uma alternativa aos tradicionais “rolezinhos” que costumavam fazer no shopping Iguatemi, o principal da cidade. O local tem barrado menores de 18 anos desacompanhados dos pais ou responsáveis aos fins de semana.

O shopping alega ter atendido às reclamações de lojistas e frequentadores ao tomar a medida. Os últimos rolezinhos marcados em páginas da internet para acontecer no local são de março.

Histórico. Na capital, os rolezinhos em shoppings começaram a ganhar força entre o fim de 2013 e o início de 2014. Após aciona a Justiça, os empreendimentos conseguiram liminares para impedir as reuniões. Desde 2015, esses megaencontros passaram a ser em praças e parques. O Ibirapuera, por exemplo, na zona sul da cidade, tem reunido milhares de jovens aos fins de semana, o que motivou a Guarda Civil Metropolitana a fazer blitze para apreensão de bebidas alcoolicas. Somente em março, mais de cerca de 1,2 de litros.

Estadão

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Bolsonaro diz que, se depender dele, ‘todo mundo terá uma arma de fogo em casa’

Para uma plateia de 300 pessoas, o deputado federal e provável candidato à presidência em 2018, Jair Bolsonaro (PSC-RJ) fez uma palestra no clube Hebraica, no Rio de Janeiro. O convite teve muita polêmica envolvida após a unidade paulista da Hebraica cancelar a palestra devido ao descontentamento de parte da comunidade judaica com o evento.

Em sua fala, ele prometeu que irá acabar com todas as reservas indígenas e comunidades quilombolas do País caso seja eleito presidente. Além disso, ele irá terminar com o financiamento público para ONGs e disse que, se depender dele, “todo mundo terá uma arma de fogo em casa”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Enquanto ele falava, ocorria uma manifestação do lado de fora do local e Bolsonaro aproveitou para comentar: “o pessoal aí embaixo (manifestantes) eu chamo de cérebro de ovo cozido. Não adianta botar a galinha, porque não vai sair pinto nenhum. Não sai nada daquele pessoal”.

Durante uma hora, ele aproveitou para atacar os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva e disse que a cúpula do PSDB está sendo atingida pela Lava Jato. Bolsonaro não poupou nem mesmo seu próprio partido: “o PSDB, por exemplo. Eu não posso afirmar nada, mas de acordo com os delatores toda a cúpula tá na Lava Jato. Se é verdade ou não, não sei. Mas eu não vou criticar o PSDB, porque o meu PSC, quando abrir de vez a tampa da latrina…”.

Em um momento de humildade, o deputado disse ainda que não se acha um bom nome para ser presidente do Brasil. “Eu não sou bom, não. Mas os outros são muito ruins. Me esculacham tanto e mesmo assim eu continuo subindo nas pesquisas”, ironizou.

MSN via Estadão

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,nao-podemos-abrir-as-portas-para-todo-mundo-diz-bolsonaro-em-palestra-na-hebraica,70001725522

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  1. sil disse:

    olha estava vendo uma reportagem nos EEUU onde um bandido foi com 2 menores e entram na casa do cidadão só não esperavam á reação do dono da casa que mandou bala matando os 2 menores e o de maior tinha escapado mas não foi muito longe pois á policia o prendeu moral da historia o bandido preso é quem vai ser punido pois ele levou os 2 menores para efetuarem junto com os delitos e o dono como tinha matado os 2 dentro de casa ficou solto aqui é o contrario o bandido é solto e o dono de casa é preso.

  2. Silva disse:

    Tá mais do que certo, mas precisa mudar as leis, polícias tem arma mais tem medo de atirar. Tem umas leis idiotas que proíbe o cidadão de bem de atirar. Isso tem que mudar, o cara é boa índole tem que taca fogo em vagabundos sem o medo de se prejudicar.

  3. Thiago disse:

    Isso é um "papangu" homi, só tem farofa. fala, fala, fala, mas anda de carro blindado, foi atirar, a arma caiu da mão. Além disso, ele não ganha nem de lula, avalie de Dória.

  4. Eterno Vascaino disse:

    Totalmente louco…..estão querendo jogar a violência para cima dos cidadãos, sendo quer isso é dever do estado. agora violência se combate com inteligencia com policia nas ruas fazendo um trabalho ostensivo não com policia dentro dos quarteis só esperando um motivo para fazer greve !

    • Walter disse:

      Olha só queria ver vc ter esta mentalidade quando entrarem em sua casa barbarizando com todos presenteará mulher filhos mãe
      Aí que ver você ser tão bonzinho assim

    • Val Lima disse:

      Vá dizer isso nos EEUU….

  5. Manoel Lucas disse:

    Bolsonaro 2018. !

  6. razão disse:

    Com a educação que o brasileiro tem qualquer briga de rua vira tiroteios.
    E o Brasil vai virar faroeste.
    Bostonaro é a mistura de burrice com maldade. Todo mundo sabe que a indústria das armas paga políticos corruptos para apoiar a liberação das armas.

    • Walter disse:

      É verdade só que hoje os bandidos tem a pena de morte na mão e o povo de bem nao

    • Botelho Pinto disse:

      A pessoa que pensa que ter uma arma dá mais segurança precisa aprender muito ainda. O bandido pega de surpresa e ainda leva a arma. Isso depois de enfiar a arma no cano de escape do valentão.
      Além disso arma em casa é extremamente perigoso para quem tem criança.

  7. Cristiano Ronaldo disse:

    #Bolsonaro2018 vai ganhar de Primeira sem Segunda vai ser o Residente mais votado na História desse País Com ele Bandido bom e Bandido MORTO.

  8. #MITO NELES disse:

    Meu grande Presidente, o Brasil precisa de vc.

  9. Sandro Alves disse:

    #bolsonaropresidente2018

  10. Charles disse:

    Aí vc pode esperar a redução de 90% dos roubos a residência. Os vagabundos vão pensar mil vezes antes de tentar entrar em uma residência. Apoiado

  11. Bruna disse:

    Sendo assim, os policiais não vão ter muito o que fazer então, né?!

  12. Flavinha disse:

    Já estou começando a gostar desse doido.

  13. Edu disse:

    Todo cidadão de bem, desde que se enquadre nas normas da Lei, deverá ter o livre arbítrio de possuir ou não uma arma de fogo para proteger seus bens e familiares. Mesmo não votando nele, sou favorável a essa medida.

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FOTO: Folheto de igreja evangélica diz que hóstia é ‘pão do mal’ e causa revolta entre católicos no interior do SP

Folhetos com hóstias foram distribuídas aos moradores em Taquaritinga (Foto: Adriano Oliveira/G1)

Folhetos para a celebração de uma igreja evangélica em Taquaritinga (SP) têm causado polêmica entre os católicos: embalagens contendo hóstias foram distribuídas aos moradores com uma mensagem que associa o símbolo da eucaristia à expressão “pão do mal”.

Vigário de Taquaritinga, o padre José Sidnei Gouveia de Lima contou que os folhetos sem identificação com as hóstias começaram a circular em 23 de março e logo depois os fiéis católicos passaram a procurar as paróquias, revoltados com a mensagem que havia no cartão. “Dia 26 de março, vamos trocar o pão do mal pelo pão da vida, e determinar que todos tenham uma nova vida.”

Segundo o padre, na eucaristia está a presença real de Jesus Cristo. “Qualquer situação que envolva esse símbolo da fé católica nos deixa muito tristes, porque está mexendo com a fé da comunidade cristã católica.”

Lima afirmou que os padres das cinco paróquias se reuniram então com o bispo da Diocese de Jaboticabal (SP), Dom Eduardo Pinheiro da Silva, e escreveram um comunicado para expressar a indignação da Igreja Católica.

O material tem sido atribuído por fiéis católicos à Igreja Universal do Reino de Deus, que nega envolvimento. Para o padre Lima, trata-se de um caso isolado.

“As igrejas cristãs poderão dar um contributo muito grande a partir do momento em que construírem pontes entre si e buscarem viver a unidade. Toda atitude de construir barreiras e muros, ou mesmo tocar símbolos que são tão importantes para as outras denominações religiosas, acaba sendo um retrocesso no testemunho que devemos dar como cristãos”, disse.

História falsa

Em nota publicada em seu site oficial, a Igreja Universal negou que seja responsável pela distribuição das embalagens com as hóstias e também a associação delas à expressão “pão do mal”, afirmando que a história surgiu em blogs e perfis falsos na internet.

A Igreja também informou que repudia qualquer ataque a outras religiões, destacando que as afirmações não têm qualquer fundamento.

Padre José Sidnei de Lima diz que fiéis católicos ficaram revoltados com material distribuído em Taquaritinga (Foto: Adriano Oliveira/G1)

G1

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  1. Helmary disse:

    Com Deus não se brinca. Todos caminham na mesma direção em busca da salvação !!….

  2. Cobre disse:

    cuidado vcs vão ser castigados isso é blasfêmia! vamos respeitar viu evangélicos nos respeitamos vcs

  3. EDER disse:

    A GRANDE MAIORIA DOS PASTORES AINDA NÃO SABEM O SIGNIFICADO DA CEIA DO SENHOR.

  4. bate ferro disse:

    Nós, os católicos não nos preocupamos com outras igrejas, nem como seus seguidores agem. Eles deveriam aprender a respeitar, como nós.

  5. Só olhando disse:

    Os pastores usam as igrejas evangélicas para tirar dinheiro das pessoas de fé.

  6. Jonas Cardoso disse:

    Quando a lei começar a cobrar imposto desse monte de igrejas envangelias (segundo IBGE existem mais de 4 mil denominações diferentes so no Brasil) ai quero ver a moral voltar a imperar neste Brasil

  7. José Elzébio disse:

    Quando Jesus vier vai punir essa ruma de PASTOR lobos travestidos de ovelhas. Acorda meu povo

  8. Ric disse:

    A IURD esquece que anos atrás um Bispo ou Pastor daquela pseudo Igreja, chutou um imagem de N, Sra, Aparecida, que foi muito difundida nas tvs e jornais da época.

  9. Lorena disse:

    Vamos ligar não, nos católicos estamos muito acima destes crentes que abafam

  10. Roberto disse:

    Brigar por religião é ser do MAL!

  11. MANOEL disse:

    CANALHAS!

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