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Polícia Civil prende dupla por tráfico de drogas na Ribeira; um deles, suspeito de roubo em clínica em Petrópolis

Um dos detidos é suspeito de ter roubado clínica no bairro Petrópolis

Uma equipe formada por policiais civis da 4a e da 2a Delegacia de Polícia de Natal prendeu em flagrante Magno da Silva Inácio de Araújo e Fabiano Agostinho de Aguiar, nesta quarta-feira (26), pela prática do crime de tráfico de drogas. Os policiais apreenderam com a dupla maconha e dinheiro fracionado.

Magno e Fabiano foram presos quando estavam no bairro da Ribeira, após a Polícia ter recebido denúncias anônimas sobre a prática do crime. Ambos foram autuados pelos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico. A Polícia Civil também conseguiu identificar que Magno da Silva é suspeito de ter cometido um roubo em uma clínica do bairro Petrópolis, em março deste ano.

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PM exonerado sob acusação de tortura contra integrante da quadrilha dos “Irmãos Carneiro” é absolvido e deverá ser reintegrado

O Pleno do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) voltou a apreciar o caso de um ex-sargento da Polícia Militar estadual, Francisco Júnior Rodrigues da Silva, o qual teria, supostamente, praticado tortura contra um dos integrantes da quadrilha dos “Irmãos Carneiro”, no ano de 2001. A decisão desta quarta-feira, 26, à unanimidade, sob a relatoria do desembargador Amaury Moura Sobrinho, foi para absolver o PM e cassar o julgamento anterior condenatório proferido em apelação.

O julgado cassado nesta quarta-feira havia confirmado uma sentença proferida da Vara Criminal da Comarca de Apodi na Ação Penal n.° 0000166-53.2003.8.20.0112, o que gera o cancelamento dos seus efeitos, com o restabelecimento de todos os direitos perdidos na então condenação.

A defesa do militar dentre as alegações apresentadas, centralizou a sustentação oral no argumento de que o real torturador foi um chamado “calça preta”, termo atribuído a quem, em geral, não é policial e, informalmente, pratica extorsões e torturas contra autores de delitos. “Quem de fato torturou se apresentou anos depois à delegacia, o que nos motivou a fazer esse pedido”, destacou a defesa, ao ressaltar a ausência de provas ou indícios suficientes para condenação.

Narra a denúncia que no dia 1º de março de 2001, por volta das 7h, o preso Osmar Manoel do Rosário foi espancado com vários chutes na região genital, no interior de uma das celas da 3ª companhia de polícia militar.

Para o relator do recurso, o réu não teve participação na tortura. A decisã levou em conta o depoimento de autoridades policiais e testemunhas. O crime de tortura é previsto no artigo 1º, inciso I, da Lei nº 9.455/1997.

Apelação Criminal n.° 2010.002215-5
TJRN

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EM TEMPOS DE LAVA-JATO: Projeto libera detento com dinheiro a reformar celas

João Rodrigues (PSD-SC) | Agência Câmara

Em tempos de políticos e empresários abonados presos pela Lava-Jato, deputados votam nesta quarta-feira (26/4) projeto que se molda aos interesses do PIB encarcerado. A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado pautou proposta que autoriza detentos e empresas privadas a pagarem reformas em estabelecimentos prisionais. O texto, apresentado em março, é do deputado João Rodrigues (PSD-SC) e tem parecer do relator, Cabo Sabino (PR-CE), pela aprovação.

As regras previstas abrem caminho para que o preso abastado viabilize celas mais confortáveis. Há uma ressalva, no entanto, de que o “mecenas” não poderá bancar obra em apenas uma cela, tendo de estendê-la, ao menos, a um setor da prisão.

“É permitido que o detento, ou ente da iniciativa privada, promova reforma nos estabelecimentos prisionais, respeitando as regras sobre a arquitetura e construção estabelecidas pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, desde que atenda, ao menos, toda a ala prisional ou todo o complexo”, registra o projeto de lei.

Em condições subumanas, que merecem a reprovação até de organismos internacionais, as prisões brasileiras passaram a receber com mais frequência políticos e empreiteiros a partir de novembro de 2014, quando a Lava-Jato chegou aos dirigentes das maiores construtoras do país.

De lá para cá, a Justiça já misturou à população carcerária tradicional nomes antes inimagináveis, como os do herdeiro da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e dos ex-deputados Eduardo Cunha, André Vargas e Luís Argôlo.

Protagonistas de escândalos pregressos, como o do mensalão e o do TRT paulista, também estão na lista de presidiários notáveis, cujas defesas fazen protestos recorrentes por melhores condições. Houve quem fosse acusado de furar o sinal e desse um trato na própria cela sem autorização legal.

Condenado a 26 anos de prisão por desviar recursos da obra do TRT paulista, o ex-senador e empresário Luiz Estevão (ex-PMDB) fez parte de sua fortuna, estimada em mais de R$ 20 bilhões, como construtor. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) sustenta que ele financiou a reforma do bloco em que cumpre pena no Complexo da Papuda, em Brasília, com a conivência de autoridades do governo local. Segundo o MP, a obra foi paga por meio de uma empresa de fachada.

O MP, que considera o caso “surreal”, o comparou Estevão ao traficante colombiano Pablo Escobar, que construiu a própria prisão, com as regalias que desejava, em seu país.

Na justificativa do projeto e do relatório favorável, os deputados alegam que a medida pode aliviar o “caos” dos presídios brasileiros.

“Não é de hoje que se sabe que o Sistema Carcerário Brasileiro se encontra em situação preocupante e que demanda especial atenção da Administração Pública. A grave crise do sistema penitenciário brasileiro, além de envolver questão de alta complexidade técnica e jurídica, é ampliada pela precariedade de investimentos públicos nessa área, vindo a gerar elevado déficit de vagas nas prisões, além da precariedade dos estabelecimentos prisionais já existentes”, diz Rodrigues.

Já Cabo Sabino diz que “sob o ponto de vista da segurança pública, não vemos nenhuma vantagem em manter pessoas aprisionadas em condições degradantes”. “Aqueles que possuem condições de reinserção na sociedade ficam revoltados quando mantidos prisioneiros em condições desumanas”, argumenta. Ele alega ainda que não há privilégios. “É necessário esclarecer que o texto do projeto não libera a realização de obras em apenas uma cela, o que poderia ser interpretado como a oferta de privilégios a alguns poucos apenados.”

Poder em jogo – O Globo

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CORREÇÃO – O GLOBO: Justiça ainda analisa volta de Adriana Ancelmo para o presídio

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) vai decidir na tarde desta quarta-feira se a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo permanece em prisão domiciliar ou se volta para o presídio. Diferentemente do que o GLOBO publicou, a corte ainda não julgou o recurso apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF). Apenas deliberou sobre o modelo de recurso, que foi aceito.

(CORREÇÃO: Ao contrário do que o GLOBO publicou às 14h21m, o TRF-2 não decretou a volta de Adriana Ancelmo à prisão. A informação foi corrigida às 14h47.)

O benefício concedido a Adriana foi questionado pelo Ministério Público Federal (MPF). Em recurso apresentado ao TRF-2, os procuradores sustentaram que, em casa, a ex-primeira-dama pode continuar praticando os crimes pelos quais ela responde na Operação Calicute, como lavagem de dinheiro. No ano passado, antes de a prisão ser decretada, agentes da Polícia Federal encontraram joias sem nota fiscal e R$ 53 mil em espécie em uma busca e apreensão no apartamento dela, no Leblon, Zona Sul do Rio.

“Esse fato, por si só, evidencia que Adriana e sua organização estão, no momento, ocultando e movimentando valores de forma a impedir sua apreensão, o que demonstra, extreme de dúvidas, a necessidade da custódia cautelar para garantia da ordem pública”, escreveram os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato no Rio.

Na sessão do TRF-2, a procuradora regional da República Silvana Battini reforçou a posição.

— Adriana Ancelmo foi presa porque sua liberdade colocava e coloca em risco ordem pública e instrução criminal do processo. Era muito mais que esposa do ex-governador Sérgio Cabral, era sua cúmplice. Usou de sua atividade profissional para auxiliar organização criminosa chefiada por seu marido no desvio e ocultação de bens desviados do erário estadual. Está presa porque ajudou e ajuda a esconder dinheiro auferido ilicitamente pela organização criminosa.

O advogado Luiz Guilherme Vieira, um dos defensores de Adriana, sustentou a necessidade da presença da ex-primeira-dama junto aos filhos menores.

— Essas duas crianças (filhos de Adriana) estão há cinco meses com a família esfacelada. Existem irmãos maiores que nunca moraram com essas crianças, foram morar diante desta fatalidade. As regras impostas para a domiciliar são das mais rígidas que conheço da Lava-Jato. Ela não tem nenhum contato com o mundo externo. Foi feita uma perícia de empresa de engenharia, corroborada pela Polícia Federal, que lá esteve duas ou três vezes.

Ao proferir o voto, o desembargador Paulo Espírito Santo afirmou que a decisão de Bretas que concedeu a prisão domiciliar para Adriana é “ilegítima e ilegal”. De acordo com o desembargador, o juiz não poderia conceder a medida cautelar, já que a prisão preventiva já havia sido confirmada pelo próprio TRF-2.

— Como poderia existir uma decisão do juiz de primeiro grau (Bretas) se a decisão era nossa? A decisão saiu do âmbito dele e veio para o Tribunal. Poderia ser o STJ, num habeas corpus (concedendo a prisão domiciliar). Mas não ele. Essa ilegitimidade e ilegalidade… É ilegitima, a decisão dele. É excelente juiz, correto, trabalhador, mas cadê o fato novo? É ilegítima, é ilegal. Não era dele, a decisão. Era do Tribunal — criticou.

De acordo com o MPF, a lavagem de dinheiro é cometida, “usualmente”, por meio de telefone e internet. A decisão judicial estabelece que Adriana não pode ter linha telefônica fixa, telefones celulares e acesso à internet em casa, mas os procuradores consideram que a medida é de “difícil fiscalização”. Agentes da Polícia Federal já estiveram ao menos duas vezes no apartamento fazendo vistorias e não identificaram descumprimento ao que foi estabelecido.

Em dezembro, os mesmos desembargadores haviam negado um pedido de habeas corpus formulado pela defesa de Adriana. Os advogados pediam a liberdade ou alguma medida cautelar alternativa, como a prisão domiciliar. A prisão preventiva foi mantida por dois votos a um — os desembargadores Abel Gomes, relator, e Paulo Espírito Santo negaram o habeas corpus, enquanto o desembargador Ivan Athié se posicionou a favor da prisão domiciliar.

Presa preventivamente em dezembro, uma semana depois do marido, o ex-governador Sérgio Cabral, Adriana ganhou o direito de ficar em casa em março. Em uma audiência da Operação Calicute, o juiz Marcelo Bretas autorizou que ela deixasse o Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste. A decisão foi tomada de ofício, ou seja, sem que houvesse um pedido formal da defesa. O magistrado se baseou em um um artigo do Código de Processo Penal que estabelece que o juiz “poderá” conceder a prisão domiciliar para presas preventivas que têm filhos menores de 12 anos, caso de Adriana, mãe de uma criança de 11 anos.

FATOR PROCESSUAL

O MPF recorreu ao TRF-2 e, em decisão liminar, o desembargador Abel Gomes suspendeu a decisão de Bretas. A defesa de Adriana foi ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), e a ministra Maria Thereza de Assis Moura restabeleceu a decisão da primeira instância. A ministra não analisou o teor do despacho de Bretas, mas considerou que o Ministério Público, quando acionou a segunda instância, usou um instrumento jurídico inadequado — um mandado de segurança. O fator processual, então, fez com que a decisão do TRF-2 fosse anulada.

No recurso, o MPF argumentou ainda que não houve alteração na situação de Adriana que justificasse a prisão domiciliar. Segundo os procuradores depoimentos colhidos ao longo da fase de instrução do processo reforçam os crimes cometidos pela ex-primeira-dama.

“Temos então que ausentes novos elementos fáticos a alterar a realidade que determinou a edição do decreto de prisão preventiva e sua confirmação em sede de habeas corpus, não é o caso de se revogar a medida cautelar anteriormente deferida. Na verdade, as causas que embasaram a prisão preventiva de Adriana não só permanecem íntegras, como ganharam robustez com toda a prova produzida com a oitiva das testemunhas arroladas na denúncia”.

O Globo

 

 

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Inocentada, ex-chefe de UTI no PR que ficou conhecida como “doutora morte”, vive reclusa e trabalha como telemarketing

Quatro anos após ter ficado conhecida como a “doutora morte”, a médica Virgínia Soares de Souza, 60, hoje vive reclusa em seu apartamento, na região central de Curitiba, onde mora com um filho e a cachorra Naomi.

Sem perspectivas de continuar na medicina, ela trabalha como uma espécie de telemarketing, em uma pesquisa por telefone para uma clínica de radiologia local.

Na semana passada, ela foi inocentada pela Justiça da acusação de ter matado sete pacientes, entre 2011 e 2013, na UTI do Hospital Evangélico em Curitiba –unidade de terapia intensiva chefiada por ela na ocasião. O Ministério Publico do Paraná vai recorrer da decisão, com pedido para um júri popular.

Andre Rodrigues – 20.mar.13/Gazeta do Povo/Folhapress

Virgínia e outros cinco funcionários da UTI (três médicos e duas enfermeiras) foram acusados pela Promotoria de prescrever medicamentos e alterar padrões de ventilação com o propósito de encerrar a vida de pacientes da unidade para liberar leitos.

Em interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça, a médica falava sobre a necessidade de “sair” com pacientes e “desentulhar a UTI”.

Na última segunda (24), Virgínia falou à Folha sobre os anos em que foi tachada de assassina e sobre a responsabilidade de decidir sobre a distribuição dos leitos em uma UTI​ –comparado por ela a uma “escolha de Sofia”, em referência ao filme em que a personagem-título tem de optar pela vida de somente um de seus dois filhos.

*

Folha – Nesses quatro anos desde o início do processo, como tem sido sua vida pessoal e profissional?

Virgínia Soares de Souza – Estudei. Fiz pós-graduação em auditoria interna. Posteriormente fiz mais um curso de pós-graduação para qualificação de clínicas de imagem. É minha perspectiva trabalhar numa parte burocrática.

Eu fazia um curso no centro de Curitiba todos os dias às 18h. Muitas pessoas vinham e falavam: “Eu acredito na senhora”. Mas também teve algumas chamando de “assassina”. Aí eu me isolei. Brinco que foram férias forçadas, porque eu nunca tinha férias. Agora resgatei o convívio com familiares, amigos.

Na sua carreira, a sra. se arrepende de algum ato médico?

Não, nunca. Não seria diferente, não agiria diferente. Porque fiz exatamente aquilo que tinha vocação e amor. É um serviço exaustivo, fisicamente e emocionalmente. Porque você atende o paciente e a família. Às dores de uma família, você não fica imune.

A que a sra. atribui a acusação de que atuou para abreviar a vida dos pacientes?

Até hoje eu não sei exatamente. Acredito que tenha sido fruto de inexperiência, falta de escrúpulos, de conhecimento, de treinamento de alguns colaboradores.

Como normalmente eu já sou uma pessoa mais exigente, eu evitava falar com os técnicos e me dirigia aos enfermeiros responsáveis. Isso não é um desprestígio, mas pode ter sido interpretado assim. É uma questão de hierarquia.

Se for olhar a colocação do juiz, nas oitivas, era papo de corredor, tipo papo de bar. Ninguém viu, mas ouviu falar. O desconhecimento sobre as patologias, sobre os pacientes. Foi um conjunto de coisas.

Em escutas telefônicas feitas pela polícia, a sra. diz frases como ‘sair’ com pacientes, ‘desligar’ pacientes e que quer ‘desentulhar a UTI’. O que significam?

As frases estavam descontextualizadas e foram editadas. Um paciente tinha perdido todos os acessos, a médica estava discutindo comigo, e eu disse: “Perderam os acessos [às veias]?”. E ela: “Perderam”. E eu disse: “Mas só matando essa gente”. Isso é um comentário informal, um desabafo, porque só matando de vez em quando [risos]. Porque a pessoa não pensa no paciente como se fosse um seu [familiar ou amigo].

“Girar a UTI” é um termo que a gente usa, a demanda de leito de UTI é muito alta e a oferta é ínfima. Você abre uma vaga e tem cinco, seis pessoas esperando. Você tem uma responsabilidade muito grande e acaba ficando numa situação do livro e o filme “A Escolha de Sofia”. É extremamente cruel, porque não tem como saber se o que tem mais chance é o que vai sobreviver.

O que a sra. pensa sobre a eutanásia e ortotanásia?
A eutanásia é proibida por lei. Acho que o nosso país precisa de uma discussão muito séria, mas acho que não é o momento. Tem família que te propõe isso independente se o doente tem chance ou não.
Você tem um pensamento como médico, pela literatura e por leis. Como cidadão, muitas vezes você dá alta e fica refletindo.

O que pretende fazer agora?
Eu faço pesquisa num processo de auditoria externa pra ver grau de confiabilidade dos laudos de exame, diretamente com o paciente, via telefone. Eu converso, pergunto tudo. Tem sido uma receptividade muito grande até pra uma espécie de telemarketing. Fora isso vou aguardar o processo, que vai ter andamento.

Folha de São Paulo

 

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Policiais civis do RN paralisam atividades na sexta-feira, dia 28

Os policiais civis do Rio Grande do Norte vão cruzar os braços, na próxima sexta-feira, dia 28 de abril. A categoria vai se unir a outras classes trabalhadoras na Paralisação Nacional contra a Reforma da Previdência e a Reforma Trabalhista.

De acordo com o Sindicato dos Policiais Civis do Rio Grande do Norte, a paralisação dos Agentes e Escrivães no Estado será de 24 horas. Com isso, na sexta-feira, apenas as delegacias de plantão estarão funcionando em Natal e no interior.

“Os policiais civis, assim como a maioria dos trabalhadores brasileiros, vão parar em protesto contra os ataques feitos pelo Governo Federal, com essa proposta de Reforma da Previdência, bem como contra a reforma trabalhista. Ambas com objetivo de tirar direitos da classe trabalhadora”, comenta Paulo César de Macedo, presidente do SINPOL-RN.

Além disso, ele lembra que os policiais civis do RN vão protestar contra o Governo do Estado que também tem atacado os servidores públicos com os atrasos de salários, que já passam de 15 meses, e com o não atendimento das pautas de reivindicações.

“Os policiais civis do Rio Grande do Norte esperam, desde 2015, que o Governo do RN apresente soluções para a pauta de reivindicações que foi entregue ao governador, visando reestruturação da Polícia Civil e valorização dos Agentes e Escrivães. Mas, ao contrário disso, estamos sofrendo com meses seguidos de salários atrasados”.

Comentários (3) enviar comentário
  1. JSL disse:

    Tem que parar a PM e os BM, todos na mesma luta!

  2. ANA BEATRIZ disse:

    Tem mais é que parar mesmo, pois os policiais civis estão recebendo seus salários com um mês de atraso e ainda por cima dividido em suas parcelas, o que gera um desconforto no orçamento familiar. Sem falar nas péssimas condições de trabalho da categoria.

  3. Luiz disse:

    PARABÉNS AOS POLICIAIS CIVIS. SEXTA-FEIRA O BRASIL VAI PARAR! TODOS CONTRA AS REFORMAS IMPOSTAS PELO GOVERNO GOLPISTA. #ForaEmpresáriosPolitiqueiros

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Ministro do STF Gilmar Mendes suspende depoimento de Aécio à PF sobre caso Furnas

Foto: Carlos Humberto / STF

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu um depoimento que seria prestado pelo senador e presidente do PSDB, Aécio Neves, para a Polícia Federal.

Na decisão, assinada nessa terça-feira (25), o ministro atendeu a um pedido do parlamentar, que só queria falar após ter acesso a depoimentos de outras testemunhas já ouvidas no caso.

Aécio é investigado por um suposto esquema de corrupção em Furnas, suspeito de dividir com o PP uma das diretorias da estatal.

Em delação premiada, o doleiro Alberto Youssef disse ter ouvi falar que o senador do PSDB recebia valores mensais, por meio de sua irmã, por uma das empresas contratadas por Furnas. Em outra delação, o ex-senador Delcídio do Amaral também disse que o senador tinha ascensão sobre diretoria em Furnas. O senador nega as suspeitas. Quando o inquérito foi aberto, Aécio disse, por meio de nota, que “é papel do Ministério Público investigar citações e acusações” e que, ao final, “provará sua inocência”.

Relator do inquérito no STF, Gilmar Mendes aceitou também o pedido para que Aécio tenha acesso a depoimentos já prestados no caso. Ele refutou argumento da PF de que a oitiva do senador fariam parte de uma única diligência policial ainda não concluída.

“A diligência em andamento que pode autorizar a negativa de acesso aos autos é apenas a colheita de provas cujo sigilo é imprescindível. O argumento da diligência em andamento não autoriza a ocultação de provas para surpreender o investigado em seu interrogatório”, afirmou o ministro no despacho.

Desde a abertura do inquérito, em maio de 2016, a Procuradoria Geral da República (PGR), que conduz as investigações, pede o depoimento de Aécio, que nunca ocorreu. No mês passado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reiterou o pedido, pedindo também depoimentos de Delcídio, do ex-ministro José Dirceu, preso pela Lava Jato, e de Sílvio Pereira, ex-secretário-geral do PT.

Na ocasião, a assessoria do senador disse, por meio de nota, que a oitiva com o senador já estava marcada desde a abertura do inquérito e que ele é o “maior interessado” na apuração dos fatos, porque, segundo a assessoria, o aprofundamento mostrará a correção de seus atos.

Na época da abertura do inquérito, em maio do ano passado, o relator, Gilmar Mendes, chegou a suspender a coleta de provas no caso, pedindo mais justificativas da PGR para sua continuidade. Depois, a pedido de Janot, o ministro autorizou o prosseguimento da investigação.

G1

 

Comentários (9) enviar comentário
  1. Potyguar disse:

    Esse Juiz é uma piada de mal gosto. Totalmente parcial e comprometido com seus bandidos prediletos.

  2. JCabral disse:

    Primo do João Plenário… KKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  3. #MITO NELES disse:

    O recado de Palocci chegou no STF !!! eita ….

  4. Antonio disse:

    Eu não quero dinheiro ou fama! Quero ser apenas amigo de Gilmar Mendes.

  5. Jonas disse:

    Aécio não precisa nem pedir, que já é atendido. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Esse Ministro é uma piada e simplesmente ignora o Princípio da Suspeição.
    Humberto Theodoro preceitua acerca da suspeição, que “é imprescindível à lisura e prestígio das decisões judiciais a inexistência da menor dúvida sobre os motivos de ordem pessoal que possam influir no ânimo do julgador”. Portanto, não deve ser violado o principio da imparcialidade, por motivos pessoais do julgador, o que possibilita que sua decisão possa ser tendenciosa e ocasione dúvidas. Para que isso não ocorra existem os institutos jurídicos do impedimento e da suspeição.
    "Reputa-se fundada a suspeição de parcialidade do juiz, quando: I – amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes;

    A regra não é clara Arnaldo?
    Há alguma dúvida em relação a esse e outros casos em particular?

  6. Observador disse:

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  7. Carlos Bastos disse:

    Esse Gilmar PSDB mesmo

  8. Paulo Cardoso disse:

    Com essa justiça ficou fácil o réu decide quando e se quer ser ouvido

  9. João Molevade disse:

    Blinda, Gilmar, blinda!!!!

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Encapuzados, homens invadem a Universidade Federal do Semi-Árido (Ufersa) em Mossoró à procura de aluno

Homens encapuzados invadiram a residência universitária da Universidade Federal do Semi-Árido (Ufersa). De acordo com testemunhas, os criminosos procuravam um estudante, que não estava lá. O caso aconteceu na noite desta terça-feira (25). A universidade fica no município de Mossoró, no Oeste potiguar. Ninguém ficou ferido.

Segundo a assessoria de comunicação da Ufersa, os suspeitos reviraram o quarto do estudante que procuravam e fugiram em seguida. Segundo os vigilantes da universidade, existem câmeras de segurança que poderão ajudar na identificação dos criminosos.

A universidade afirmou que existem medidas de segurança como a restrição do acesso ao campus após as 22h e que outras ações já estão sendo planejadas para garantir mais proteção e tranquilidade à comunidade acadêmica.

A Ufersa divulgou uma nota sobre o ocorrido. Confira aqui em texto na íntegra do portal G1-RN

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Polícia Civil apreende adolescente de 15 anos por tráfico de drogas em Genipabu

Policiais civis da Delegacia Especializada de Atendimento ao Adolescente Infrator (DEA) apreenderam, nesta terça-feira (25), um adolescente de 15 anos pelos atos infracionais análogos aos crimes de receptação e tráfico de drogas. Ele estava com vários embrulhos de maconha preparada para a venda, um saco com a droga prensada, dinheiro e um iPhone que havia sido tomado de assalto no último domingo (23), no bar de Zé Cacau na praia de Genipabu, localizado na cidade de Extremoz.

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  1. kedma disse:

    te que dar uma surra de cipó de goiabeira, passar sal e depois jogar la em alcaçus!

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FOTO: DHPP de Mossoró identifica autores de cinco homicídios ocorridos em festa

A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Mossoró concluiu a investigação sobre o crime que vitimou cinco pessoas em uma festa ocorrida no dia 11 de março, no bairro Boa Vista, município de Mossoró.

Segundo investigações, os autores do crime foram: Felipe Martins dos Santos, conhecido como “Playboy”, 21 anos; Marlon Bruno da Silva Nascimento, vulgo “Shampoo”, 26 anos; Francisco Josenilson da Silva, conhecido como “John”, 24 anos; Abdiel da Silva Domiciano, vulgo “Galadim”, 22 anos, que está foragido; e um adolescente. Todos eles são integrantes da facção criminosa Sindicato do RN.

O objetivo do grupo era matar integrantes da facção criminosa rival, Primeiro Comando da Capital. A DHPP de Mossoró solicita apoio da população para localizar o foragido Abdiel da Silva Domiciano. Maiores informações, ligar de forma anônima para o disque denúncia, de número 181, para o telefone 3321-5172, ou para o aplicativo Whatsapp, de número 98855-0177.

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Alunos e funcionários em escola foram feitos reféns em Mossoró em arrastão

Momentos de terror foram vividos por cerca de 40 vítimas, entre alunos e funcionários, na escola Estadual Jerônimo Rosado Maia, no conjunto Vingt Rosado, em Mossoró, na noite dessa terça-feira (25). Na ocasião, as vítimas foram rendidas por homens armados, que iniciaram um arrastão, levando os pertences de quem estava no local.

De acordo com a Polícia Militar, os bandidos trancaram os funcionários em uma sala e ameaçaram os alunos, que tiveram que entregar os pertences. Informações dão conta que pelo menos dois assaltantes entraram na escola após ameaçar um vigilante.

Segundo as vítimas, os homens eram agressivos e por cerca de 20 minutos promoveram o terror. Logo após, fugiram com destino ignorado em uma motocicleta.

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  1. JCabral disse:

    Tá do jeito que e o Governo Federal(De forma generalizada) queria, nem estudar pode mais, por onde anda o tal estatuto do desarmamento????

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Operação Perfídia: PF desarticula quadrilha especializada em lavagem internacional de dinheiro

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (26) a Operação Perfídia para desarticular uma organização criminosa especializada em lavagem internacional de dinheiro, blindagem patrimonial e evasão de divisas com ramificações em pelo menos cinco países.

Cerca de 200 policiais federais cumprem 103 mandados judiciais, sendo 55 de busca e apreensão, 46 de condução coercitiva e dois de prisão temporária. As ações se concentram no Distrito Federal, mas também ocorrem na Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás, Pará, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins.

De acordo com a corporação, as investigações começaram em agosto de 2016, a partir da prisão em flagrante, no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, de um estrangeiro que tentou entrar no país com um passaporte brasileiro falso. Segundo apuração do Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF), o documento foi providenciado por integrantes do esquema.

Conforme decisão do juiz federal, Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara Federal, a operação deverá ser mantida sob sigilo por 24 horas. A medida visa garantir o cumprimento de todos os mandados. Em função do sigilo temporário, nesta quarta-feira, não serão informados quem são os alvos das medidas cautelares e nem quais suspeitas pesam contra cada um deles.

A Polícia Federal investiga se integrantes da organização realizavam operações de câmbio não-autorizadas, além de dissimularem a aquisição de imóveis de alto valor e promover a evasão de divisas. Para isso, eles se utilizavam de “laranjas” e falsificavam documentos públicos, especialmente certidões de nascimento emitidas em cartórios no interior do Brasil.

Segundo a PF, o “núcleo duro” da organização era formado por proprietários de postos de gasolina, agências de turismo, lotéricas, entre outros estabelecimentos e era responsável pela aquisição fraudulenta de imóveis para lavagem de dinheiro. A PF informa que, somente em uma das operações de compra e venda, o negócio chegou a R$ 65 milhões.

A organização contava também com o apoio de advogados, contadores, serventuários de cartórios, empregados de concessionárias de serviços públicos e até de um servidor da Polícia Federal.

Em ação realizada ainda no ano de 2016, em endereços ligados a um dos integrantes do chamado “núcleo duro”, foram encontrados documentos que apontam para uma empresa do tipo offshore (aberta em paraísos fiscais, que oferecem isenções de impostos e taxas e mantêm sob sigilo o nome do proprietário) que pode ter realizado movimentações que excedem US$ 5 Bilhões.

O nome da operação é uma referência à traição e deslealdade dos integrantes do “núcleo duro” da organização criminosa com o País.

Agência Brasil

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