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Problemas da Operação Carne Fraca abrem flanco para ataques ao MPF e à Polícia Federal

POR PAINEL / FOLHA

Tempestade perfeita Os reparos à condução da Operação Carne Fraca criaram o ambiente ideal para políticos e críticos da Lava Jato no Judiciário incitarem uma onda de censuras à atuação de órgãos de investigação. A dura fala do ministro Gilmar Mendes, do Supremo, nesta terça (21), foi uma pequena amostra. Outros nomes de peso no meio jurídico se somarão a ele. No Congresso, surge clima para relativizar o trabalho da polícia e pôr em marcha propostas que impõem limites ao Ministério Público e à PF.

Mais um Ex-presidente do STF, Nelson Jobim adotou linha semelhante à de Mendes. Em conversas com amigos, criticou o suposto vazamento de dados da Lava Jato de dentro da Procuradoria-Geral da República.

Tudo ou nada Um senador do PMDB deu a entender a auxiliares que não vê mais o que pode perder com a aprovação de medidas como a anistia ao caixa dois e o projeto de abuso de autoridade. Segundo ele, todos os citados já estão “politicamente acabados” e agora é hora de lutar para “se manter vivo”.

Casca de banana Entusiasta da Lava Jato, o senador Álvaro Dias (PV-PR) reconhece que as implicações da Carne Fraca abriram portas para críticos à atuação da Polícia Federal. “Facilitou o discurso. É fundamental que a PF venha agora com todas as informações”, avalia.

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  1. Nordestino disse:

    BG, vejo o seu blog diariamente para me inteirar das notícias do nosso estado e etc. Mas, na boa, ainda tem gente acreditando que a Polícia Federal é a errada nessa história da carne fraca? Já se procurou saber quanto tempo a PF investigou essas empresas e quantas pessoas envolvidas da própria PF para chegar a divulgar essas falcatruas? Não vc BG, mas a mídia nacional está fazendo uma investida grande para incriminar e enfraquecer a Polícia Federal. Detalhe, essa mesma polícia é que está expondo as "carnes podres" do nosso país tão sofrido. #Ficaareflexão..

  2. Potyguar disse:

    Esse tal de GIlmar Mendes não passa de um Gângster fantasiado de Ministro do Supremo. Inconfiável e totalmente parcial.

  3. Chico disse:

    Com certeza alguém fez sabotagem.

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Mulher ligada à Receita avisou sobre ação contra Lula, diz PF a blogueiro

Por Mônica Bergamo

Os policiais que interrogaram nesta terça (21) o blogueiro Eduardo Guimarães sobre o vazamento da informação de que Lula seria alvo de uma ação policial, em março do ano passado, disseram a ele que não apenas já sabiam a fonte da notícia como também quem passou a história a essa pessoa: uma mulher ligada à Receita Federal.

ELO 2
Guimarães obteve e divulgou em seu blog a informação, ainda sigilosa, de que Lula seria o centro de uma operação da PF.

ELO 3
O juiz Sergio Moro, que ordenou a condução coercitiva de Eduardo Guimarães para prestar depoimento, não quis responder, nesta terça, se outros vazamentos ocorridos no âmbito da Operação Lava Jato já foram ou estão sendo investigados.

TODO DIA
Os vazamentos, comuns na Lava Jato, têm sido objeto de crítica não apenas de seus alvos. O ministro Gilmar Mendes chegou a dizer, nesta terça (21), que “na Lava Jato, a publicação de informações sob segredo de Justiça parece ser a regra, e não a exceção”.

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  1. anderson disse:

    Condução coercitiva sem nunca ter tomado depoimento do investigado? Vivemos em um estado de sítio? Qualquer juiz pode ignorar o que está ESCRITO na Lei e na Constituição cidadã de 88 pois os 'fins justificam os meios'? Então, o que justifica os fins?
    Um flagrante abuso de autoridade, cegos não querem ver e me chamarão de "esquerdista"(sem sequer saber seu significado). esse tal Moro já fez mais mal do que bem, afinal, sua operação desmontou a cadeia nacional de petróleo e culminou com a venda do pré-sal. Será crime de lesa-pátria? A quem interessa o desmonte da indústria nacional? Desinformados ainda o clamam de 'heroi do povo brasileiro', será? Investiguem a fundo a vida do doutor e depois respondam vocês mesmos.

    • Helio Motta disse:

      Nem todo asinino consegue entender que se for chamar alguém para comparecer voluntariamente para prestar depoimento isso levaria a destruição de provas, por isso a condução coercitiva.

  2. Impertinente disse:

    O vazamento que serviu pra criar clima favorável pró afastamento de Dilma não está sendo investigado e pode. Mas qualquer outro é crime?
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Eu acredito em Justiça, em Moro, em Gilmar, em Temer e Aécio!
    E olhe que o vazamento das escutas da então Presidente Dilma foram ilegais…

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PEGA FOGO, CABARÉ: Gilmar Mendes acusa PGR de vazar nomes de citados em delação da Odebrecht

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes acusou, nesta segunda-feira (21), a Procuradoria-Geral da República (PGR) de vazar para a imprensa nomes de pessoas citadas nos depoimentos de delação premiada de ex-executivos da empreiteira Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato.

Na semana passada, com base nas delações, a procuradoria fez 83 pedidos de abertura de investigações ao STF , mas os nomes dos envolvidos não foram divulgados oficialmente porque foram enviados sob segredo de Justiça.

A crítica de Mendes foi feita na abertura da sessão da Segunda Turma, colegiado responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato. O ministro citou artigo publicado pelo jornal “Folha de S.Paulo”, no último domingo (19). De acordo com o jornal, a procuradoria enviou os pedidos em segredo ao Supremo, mas divulgou extraoficialmente os nomes dos investigados para alguns veículos de comunicação.

Para o ministro, a publicação de informações da Operação Lava Jato que estão sob sigilo é uma forma de “desmoralização da autoridade pública” e alimenta uma “caça de escândalos para espetaculização”.

“Tenho que a Procuradoria-Geral da República tem que prestar a este Tribunal as explicações sobre esses fatos. Não haverá justiça com procedimentos à margem da lei. As investigações devem ter por objetivo produzir provas e não entreter a opinião pública ou demonstrar autoridade. Quem quiser cavalgar escândalo porque está investido de poder de investigação, está abusando de seu poder”, disse o ministro.

Após a crítica de Gilmar Mendes, a subprocuradora da República, Ela Wiecko, pediu a palavra e disse que o “momento que estamos vivendo está colocando à vista” defeitos em todas as instituições, inclusive do próprio Supremo.

“O que me chama muita a atenção é o poder da mídia. A mídia estabelece o momento, eles fazem investigação, eles têm acesso, não sei como, há muitas informações. Eles estabelecem um momento em que colocam essa notícias a público. Essa sua insatisfação deve ser compartilhada com todas as instituições, inclusive a mídia”, rebateu a procuradora.

Lista de Janot

O ministro Edson Fachin recebeu nesta segunda-feira (21) os 83 pedidos de abertura de investigação contra citados nas delações de ex-diretores da empreiteira Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato. Os inquéritos chegaram ao Supremo na semana passada, mas foram enviados ao gabinete do ministro somente nesta tarde, devido ao trabalho inicial de catalogação e digitalização das petições.

A partir de agora, Fachin começa a decidir se autoriza abertura dos inquéritos e as diligências solicitadas por Janot. O ministro também deverá avaliar a retirada do sigilo do conteúdo das delações.

Ao todo, o material sobre as delações da Odebrecht envolve 320 pedidos ao STF. Além dos 83 pedidos de abertura de inquéritos, há 211 solicitações para desmembramento das investigações para a primeira instância da Justiça, sete arquivamentos e 19 pedidos cautelares de providências.

IG, com informações da Agência Brasil

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  1. Cidadã, advogada... disse:

    Gilmar Mendes, deveria abrir mão da toga , e começar a "advogar" causas de corruptos! Ele seria um excelente advogado desta turma! Somente neste país, uma cabra comprado e à venda, como este sujeito, permanece maculando a imagem do judiciário! Uma vergonha sem parâmetros!

  2. Ceará Mundão disse:

    Os maiores interessados em "melar" a Lava Jato e anistiar os corruptos são o PT e seus aliados do PMDB e PP, por um motivo muito simples e lógico: eram os que estavam no governo na época dos fatos investigados. E o Lula era o "chefão" do esquema, já que tinha a Presidência da República e o seu partido nas mãos. Nada se faz no PT sem a ordem ou concordância do canalha de 9 dedos. Isso todo brasileiro já sabe. Ocorre que é preciso traduzir essa realidade em provas prá condenar esse sujeito ao seu devido lugar: a cadeia. E isso já está sendo feito, em várias frentes.

  3. Césio R. Dantas disse:

    Gilmar Mendes é um gaiato, ele nem reclamou do vazamento da conversa entre Lula e Dilma. Porque será heim?

  4. JPedro disse:

    O MP pegou carona nos movimentos de rua para colar a ideia que o povo estava contra a PEC37. Só que agora, quando começa a atingir políticos do PMDB e PSDB, muito mais matreiros e calejados, já começa a haver um movimento para cortar as asas do MP, no Congresso e também no STF. E eles estão enganados se acham que a grande imprensa vai insuflar o povo a ir para rua defender seus interesses. Essa Lava Jato será esvaziada pouco a pouco. Se o MP insistir verá seu poder de investigação bastante comprometido por uma nova PEC, Lei do Abuso de Poder e outras medidas. PF também. E juiz nenhum pode fazer nada se nada chegar aos mãos dele. Podem anotar.

  5. Walter disse:

    Gilmar trabalhe mais e de menos entrevistas
    O Sr tem que julgar e só isso
    Se gosta tanto de holofotes peça sua saída do tribunal
    E vira artista é simples assim

  6. #ficaadica disse:

    Calado já tá errado…

  7. Freitas disse:

    Gilmar Mendes representa o que há de pior no judiciário brasileiro!! Sua conduta profissional é um escárnio com a população brasileira. Fico perplexo com sua desfaçatez. Ele é a maior prova de que a forma de indicação política que existe hoje na composição do STF é imprestável a um modelo de judiciário sério.

  8. Santos disse:

    Alguém está surpreso?
    A lista trás pessoas a quem ele deve o emprego.
    É um canalha.
    A q ponto chegou a nossa justiça.

  9. . ESSES BNDIDOS ERAM PSEUDOS ILUSTRES disse:

    O MINISTRO prestaria um grande serviço à SOCIEDADE BRASILEIRA SE JULGASSE IMPEDIDO NO JULGAMENTO DA LAVA JATO . Deveria e deve pedir LICENÇA DO CARGO E ATUAR COMO ADVOGADO DE DEFESA dos partidos poíticos e envolvidos de sua preferência e que tanto os defendem!!!

  10. Blue disse:

    Esse ministro não tem condições de permanecer no cargo. Não há isenção.

  11. Marcelo disse:

    …..isso tudo porque junto com o vazamento da Lava Jato e após uma reunião no domingo passado, um parente direto do Ministro foi nomeado pelo então presidente Michael Temer…..

  12. Botelho Pinto disse:

    Enquanto era só do PT podia. Agora que o amigo Aécio saiu, não pode mais.
    Viva os coxinhas e seus bandidos de estimação.

  13. Fran disse:

    Gilmar Mendes é um desenformante. Sempre esteve a serviço dos maiores saqueadores do Estado Brasileiro. Agora usa de retóricas pseudo constitucionais para livrar a cara dos amigos mais próximos. Resumindo: é um criminoso

  14. Joedson disse:

    Agora não pode vazar né… Não interessa que seja vazado agora, pois a maioria são partidários… Vergonha!!!!

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Polícia Federal avança em investigação sobre vazamento de informação que beneficiou Lula

A Polícia Federal está em fase avançada numa investigação que apura o vazamento de informações da etapa da Lava Jato, Aletheia, deflagrada em 4 de março de 2016, que redundou na condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para prestar depoimento e na busca e apreensão do Instituto Lula. Delegados e procuradores já obtiveram indícios de que informações sigilosas da operação foram vazadas com o objetivo específico de alertar Lula – e prejudicar as investigações.

O depoimento do blogueiro Eduardo Guimarães, nesta terça-feira (21), faz parte da investigação. O juiz federal Sergio Moro determinou a condução coercitiva de Guimarães, editor do Blog da Cidadania, pois queria saber quem vazou as informações relativas a Lula. Guimarães já se identificou como “comerciante”.

Expresso – Época

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  1. FÁBIO PEIXOTO disse:

    Lula é sequestrado ilegalmente para depor sem ter sido sequer intimado. E ele é o beneficiado da história? A parcialidade desse jornalismo faz com que cada vez mais as pessoas deixem de acreditar nessa imprensa partidária.

  2. Carlos taxista disse:

    Dois pesos e duas medidas. Só um retardado e idiotas que não vêem

  3. Benaldo Medeiros disse:

    Esse moro, se acha acima do bem e do mau, o Stf já decidiu que para atuar como jornalista não precisa de diploma, que é o caso de Eduardo ( como muitos outros) aí moro manda prender o blogueiro para ele dizer a fonte, ora cadê o direito de imprensa e liberdade de expressão, que são constitucionais

    • Walter disse:

      Você quer liberdade de impressa
      Mas não pode prender bandidos pense bem
      Roubou ajudou ladrao e cadeia para quem ajuda e para quem rouba
      Seja quem for

  4. Arnaldo Lopes disse:

    Se apertar, Ele berra ……

  5. Carlos Bastos disse:

    FOI O PAPA, TODO DIA VAZA INFORMAÇÕES NESTE BRASIL, QUANDO TRATA DE LULA VIRA ESSA ESPECULAÇÃO,

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PF investiga agente e blogueiros que vazavam investigações em troca de dinheiro

A Polícia Federal no Maranhão deflagrou nesta manhã a Operação Turing, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa formada por servidores públicos, incluindo um agente da própria PF, e blogueiros suspeitos de vazar investigações da PF no Estado para os alvos em troca de dinheiro e apoio na imprensa local.

Graças ao esquema, segundo a investigação, o agente da PF envolvido teria assumido o cargo de ex-secretário adjunto de Administração Penitenciária do Estado.

Cerca de 80 policiais federais cumprem 23 mandados judiciais, sendo quatro de prisão temporária, quatro de condução coercitiva e 15 de busca e apreensão, em residências e locais de trabalho dos investigados. As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara da Justiça Federal de São Luis/MA.

De acordo com a PF, a investigação, iniciada em 2015, identificou que um policial federal revelava antecipadamente fatos sob sigilo de Justiça a blogueiros. Estes, por sua vez, teriam ameaçado funcionários públicos e empresários e pediam valores em troca da não divulgação na mídia local dos fatos descobertos contra eles.

Os investigados aproveitavam também a oportunidade para fugirem ou destruírem provas. Em troca, o servidor público tinha publicações na imprensa local em seu favor. Um dos investigados, o agente da PF, chegou a assumir a função de Secretário Adjunto da Administração, Logística e Inovação Penitenciária.

A PF apura ainda possíveis frustrações do caráter competitivo de licitações do sistema prisional, bem como eventuais desvios na execução de verbas públicas.

O nome da operação é uma referência a Alan Turing, um cientista e matemático britânico responsável pelo desenvolvimento de uma máquina utilizada durante a Segunda Guerra Mundial, capaz de interceptar e decodificar dados criptografados transmitidos pela máquina Enigma. Por analogia, a investigação buscou desvendar, esclarecer os dados religiosos praticados pelos investigados.

Isto É, com Estadão Conteúdo

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  1. Jean disse:

    Moro passa a decidir quem pode escrever sobre a Lava Jato:
    Jornalistas Paulo Nogueira e Kiko Nogueira, editores do Diário do Centro do Mundo, criticaram o juiz Sérgio Moro pela condução coercitiva do advogado e blogueiro Eduardo Guimarães; "É um gesto concreto, de simbolismo claro. O que está sendo dito ao jornalismo que se opõe ao golpe é: calem a boca", disse Paulo Nogueira; "Um magistrado de primeira instância determina quais vazamentos valem e quais não valem. De tabela, decide que jornalista é quem está do seu lado".

    • Eduardo disse:

      Que golpe, Jean? O único golpe que o país testemunhou foi o, alias, os golpes dados contra a Democracia, contra Economia, contra a ética, contra a fé do povo brasileiro… Enfim, o grande golpe foi dado pela quadrilha vermelha!
      Golpe não foi Dilma sofrer o impeachment, golpe foi o "cumpanheru" Lewandowisk rasgar a constituição p/ salvar os direitos políticos dela. Mas isso, vocês não comentam… Temer assumiu em cumprimento a Constituição Federal. Não esqueça que você votou nele (se votou em Dilma, logicamente).

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Senado chama Blairo, Serraglio e diretor-geral da PF para explicar motivações e efeitos da Operação Carne Fraca

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado decidiu chamar autoridades diretamente ligadas à Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, para falar sobre as motivações e as consequências das investigações para a indústria e o comércio brasileiros.

Foram convidados os ministros Blairo Maggi (Agricultura), Osmar Serraglio (Justiça) e Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços) e o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello. Durante as discussões, os senadores demonstraram irritação com as ações da Polícia Federal, consideradas por eles exageradas e nocivas ao mercado de carnes.

Blairo deve ser o primeiro a ser ouvido. A audiência com o ministro da Agricultura deve ser realizada nesta quarta-feira (21), em conjunto com a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). Para ele, a PF demonstrou falta de conhecimento sobre as regras que regem o setor ao condenar, por exemplo, o uso de ácido ascórbico na mistura de alimentos, de papelão em lotes de frango e de carne de cabeça de porco.

O governo age para tentar minimizar os efeitos da operação na economia. A União Europeia, Hong Kong e a China já anunciaram embargo à importação de carne brasileira. O presidente Michel Temer tem conversado com autoridades estrangeiras para tentar minimizar o prejuízo às exportações do setor pecuário.

Congresso em Foco – UOL

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  1. Eduardo Cosme. disse:

    Parece até que os senadores tem moral, para apurar alguma coisa!!!!! Bando de pilantras!!!!

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FOTOS E VÍDEO: Polícia prende mulher que matou adolescente de 15 anos em micareta em Natal

Uma investigação da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) resultou na prisão de Joyce Gislaine Cosme(foto acima), conhecida como “Joba ou Jojoba”, 21 anos e Tayse da Silva Felipe, conhecida como “Taís”, 25 anos.

Joyce Gislaine Cosme confessou à Polícia que foi a pessoa que desferiu um golpe de punhal que matou Maria Raquel Silva de Almeida, 15 anos, durante o Nazaré Folia, no dia 18 de fevereiro deste ano no bairro Nossa Senhora de Nazaré, Zona Oeste de Natal. A morte de Raquel também foi causada por Tayse da Silva Felipe(foto abaixo), conhecida como “Taís”, 25 anos. No dia do crime, ela impediu que a mãe de Raquel evitasse que a filha fosse morta, ameaçando-a com um punhal.

Joyce Gislaine foi presa na última sexta-feira (18), por um soldado da Polícia Militar de Pernambuco, quando estava na cidade de Tuparetama. O policial reconheceu a suspeita, após ter assistido matérias jornalísticas que apontavam Joyce como uma das autoras do crime e a levou até uma delegacia da Polícia Civil, na cidade de Buíque. Contra Joyce e Tayse já haviam sido expedidos os mandados de prisão temporária. Nesta segunda-feira (20), uma equipe da DHPP foi até Pernambuco para trazer a presa. Tayse da Silva Felipe foi presa nesta segunda-feira (20), na DHPP, no momento em que prestava esclarecimentos.

As investigações coordenadas pelo delegado Reginaldo Soares revelaram que a motivação do crime foi o ciúme de Joyce. “Joyce Gislaine era ficante de um rapaz conhecido como Joalison Nunes de França, 21 anos, preso em janeiro deste ano por ter praticado o crime de roubo. Dias antes de ser preso, Joalison Nunes começou a namorar sério com Maria Raquel, o que deixou Joyce enfurecida. Como Joyce e Tayse eram amigas, foram na festa do dia 18, armadas cada uma com um punhal. Nós acreditamos que elas esconderam as armas brancas na lateral do sutiã”, detalhou o delegado Reginaldo Soares. Tayse da Silva Felipe confessou à Polícia Civil que saiu de casa com o punhal escondido embaixo da roupa.

Joyce afirmou que tomou conhecimento de Raquel apenas em dezembro de 2016 e que desde então, havia uma rixa entre elas. Sobre o dia do crime, Joyce contou que estava na festa, com algumas amigas e que Raquel teria vindo em sua direção armada com um punhal. “Ela veio para cima de mim, ainda conseguiu me ferir, mas eu tomei o punhal e dei o golpe nela. Mas, eu não sabia que tinha matado ela. Saí da festa e fui me esconder no mato. Depois vendi meu celular e comecei a fugir para várias cidades, primeiro fui para Campina Grande e tinha chegado em Pernambuco na última quinta-feira (16)”, revelou Joyce Gislaine.

Durante o inquérito policial, foram ouvidos familiares da vítima, das suspeitas e testemunhas que estavam na festa no dia do crime para elucidar o crime. “Nós também analisamos várias imagens feitas por celulares de pessoas que estavam na festa. Nelas, é possível ver o momento exato em que Joyce Gislaine desfere os golpes em Raquel. Ela desferiu duas punhaladas bem abaixo do seio esquerdo da vítima, atingindo o coração da vítima. A mãe de Raquel, Maria Gorete da Silva ainda tentou evitar a morte da filha, mas foi ameaçada pela por Tayse da Silva que estava com um punhal”, detalhou o delegado Reginaldo Soares. Durante as investigações, Tayse da Silva confessou que estava com Joyce no dia da festa e que agiu com o punhal.

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  1. Edu disse:

    Duas crápulas, devem morrer na cadeia.

  2. Nice Pinto de Morais disse:

    Mais do que isso! Perpétua!

  3. Jose roberto disse:

    Cadeia por um bom tempo é o que merece.

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Juiz mais ameaçado do Brasil vai se aposentar e pode perder escolta

Odilon de Oliveira chega à Justiça Federal no começo de março (Foto: Emiliano Capozoli)

O juiz federal Odilon de Oliveira destranca uma gaveta de documentos sigilosos e retira um livro de capa dura preta, com letras douradas. O ar condicionado congelante de sua sala ameniza os 37 graus de temperatura em Campo Grande naquela tarde de sexta-feira. No calhamaço de quase 300 páginas, escrito e encadernado por ele, Odilon guarda uma compilação de provas e memórias das ameaças de morte mais bem arquitetadas que sofreu em seus 30 anos na magistratura federal. “Esse seboso aqui eu condenei”, afirma, sem esconder o orgulho, depois de deslizar o dedo pelo sulfite e parar no nome de um dos traficantes.

Folheia a obra com agilidade e aponta mais um, depois outro e mais outro – e assim se alonga por mais de uma hora, revisitando as histórias de cada um de seus algozes que acabou por prender. Ao cruzar com um bilhete embalado num plastiquinho e grampeado numa folha – uma ameaça do traficante Jorge Rafaat Toumani, na época considerado o “rei da fronteira” –, apressa-se: “Está vendo aqui? A vagabundagem me chama de Odi”, diz, mostrando seu apelido no papel. “O cabra escreveu de próprio punho e mandou me entregar. Naquela época, minha cabeça valia só uns R$ 500 mil. Eu ainda era barato.” Solta uma gargalhada.

Aos 68 anos recém-completados, doutor Odilon, como todos o conhecem, é um dos mais temidos juízes brasileiros que trabalham no combate ao narcotráfico. Sua trajetória profissional coleciona condenações dos mais influentes traficantes de drogas com atuação na fronteira do Brasil com o Paraguai e a Bolívia. Mandou prender o carioca Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. E o paranaense Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca, considerado pela Polícia Federal o maior narcotraficante internacional do país.

Em suas três décadas como juiz federal, Odilon não só colocou na cadeia algumas centenas de criminosos, como também esvaziou as contas bancárias das quadrilhas. “Se você só prende, os bandidos continuam mandando lá de dentro e, quando saem, usufruem de tudo aqui fora. Se você confisca os bens, dá um duro golpe na espinha dorsal da organização. Ela fica sentada no chão como um João Sem Terra, não se levanta nunca mais”, afirma. Confiscou 282 imóveis do crime, 761 veículos e 27 aeronaves – parte deles vendida em leilões por um total de R$ 27 milhões. Seu legado como juiz, entretanto, ficará por aqui.

No final de fevereiro, Odilon anunciou no Facebook que vai se aposentar. Pediu a contagem do tempo de trabalho e agora espera o término do trâmite, previsto para meados de setembro. “Já queria ter parado há uns dois anos, mas preciso antes resolver minha segurança. Se sair na rua sozinho, tomo uma surra de porrete”, diz. “Virei refém da toga.” Odilon é o único juiz do Brasil que conta com uma operação permanente da Polícia Federal (PF). Há 18 anos, é acompanhado 24 horas por dia, sete dias por semana, por uma escolta armada com pistolas e submetralhadoras. Sua casa é monitorada por câmeras de segurança. O carro que usa, um SW4 prata, tem uma blindagem que suporta tiros de fuzil. Assim que parar de trabalhar, Odilon deverá perder todo esse aparato. A portaria do Ministério da Justiça que trata da segurança de autoridades, de 8 de janeiro de 2001, não menciona casos de aposentadoria. Procurada, a PF afirmou que ainda não tem uma definição sobre esse caso.

Odilon cuida da alimentação durante café da manhã (Foto: Emiliano Capozoli/ÉPOCA)

Odilon debocha da “vagabundagem”, mas conhece bem seu poder de retaliação. Já esteve na iminência da morte em pelo menos dois atentados. O mais grave ocorreu em 2005. Num hotel do Exército em Ponta Porã, uma cidade de Mato Grosso do Sul na fronteira com o Paraguai, Odilon dormia numa madrugada de abril quando foi acordado com tiros. “Os estampidos estavam tão próximos que pareciam ser dentro do quarto. Pá-pá-pá-pá-pá”, diz. “Fiquei quietinho, com receio.” Odilon nunca diz que tem medo. Receio é o mais perto de medo que admite ter sentido.

Na mesma época, traficantes da região formaram um consórcio para assassinar Odilon. Cada um dos chefões do crime deu uma quantia de dinheiro. O juiz estava em Ponta Porã para dar vazão aos processos judiciais acumulados. Passou uma temporada de pouco mais de um ano. Por três meses dormiu no próprio Fórum, que se tornou uma espécie de bunker para acomodá-lo. Num colchonete no chão iluminado por um abajur, passava madrugadas estudando as ações e tomando uísque. A bandidagem enlouqueceu.

O brasileiro de origem libanesa Jorge Rafaat Toumani, assassinado com uma metralhadora .50 numa ação cinematográfica no ano passado, era um dos que compunham o consórcio. O bilhete mandado por ele, do qual Odilon zombou naquela tarde de sexta-feira em seu gabinete, foi um entre dezenas de recados. A organização criminosa paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) já ofereceu R$ 1,5 milhão a quem entregasse Odilon morto. A facção carioca Comando Vermelho (CV) afirmou que pagava R$ 2,5 milhões, segundo investigações da polícia brasileira. Odilon é uma unanimidade, capaz de unir concorrentes como Rafaat, PCC e CV.

Diante de tantas notícias de ameaças, Odilon já acabou sendo dado como morto. Em 2006, recebeu um convite para participar de uma solenidade no Espírito Santo. Só no decorrer do evento percebeu o equívoco. Todos os homenageados haviam morrido no exercício de sua profissão: o jornalista Tim Lopes, a missionária americana Dorothy Stang, o juiz corregedor de Presidente Prudente José Antonio Machado Dias… Odilon era o único vivo. “Eu mesmo fui receber minha homenagem póstuma. Achei um barato, sabe?”

Desde que pediu proteção à Justiça Federal, em junho de 1998, Odilon vive enclausurado como os traficantes que manda prender. Sonha sempre que pula o muro e foge da escolta, e depois acaba por se arrepender. Odilon nunca entra numa sala imediatamente depois de abrir a porta – assim que gira a chave, um agente se antecipa para se certificar de que não há ninguém à espreita. Depois que passou a andar na companhia dos policiais, nunca mais visitou a mãe, já falecida, na tentativa de preservá-la. Pagava um táxi para ela ir até ele.

Os prazeres mais simples se tornaram um suplício. Odilon costumava correr na rua toda semana, até que os policiais descobriram um plano para matá-lo no trajeto. Passou a usar a pista de um quartel do Exército. Mas a burocracia para recebê-lo era tamanha – o pedido era feito via ofício, e a resposta com a liberação vinha cerca de um mês mais tarde – que ele capitulou. Corrida agora é só na esteira de casa ou na academia. “Entrei nessa academia há quase 30 anos, meu convívio social é ali”, diz. A Polícia Federal recomendou a Odilon cortar também as idas à academia, um padrão de rotina perigoso. Por ofício, Odilon respondeu que não obedeceria. “Então vou comprar um carro-forte e me trancar dentro…”, afirma.

A família também paga um preço alto. Odilon é casado com Maria Divina há 42 anos. Tem uma filha e dois filhos, todos formados em Direito. A menina mora em São Paulo, longe das ameaças. O do meio, numa residência colada à dos pais, também monitorada. O mais novo nunca mudou de casa. Odilon e a mulher nunca mais puderam frequentar as aulas de polca paraguaia, uma dança popular na região da fronteira, programa que adoravam. Pelo volume de trabalho, o casal tampouco consegue viajar. O lugar mais distante em que já estiveram é a Argentina.

Os amigos também foram rareando. Para as poucas festas que oferece em sua casa, Odilon convida somente autoridades, como generais e o governador. No casamento de um dos filhos, Odilon tirou a mulher para dançar e se viu cercado de casais de policiais à paisana rodopiando ao redor. Precisavam proteger o juiz, mas sem chamar a atenção dos convidados. O juiz passa sábados e domingos às voltas com processos. Vez ou outra, vai ao shopping e deita na rede em casa para ler (adora literatura policial, mas não está lendo nada no momento).

Até a mais elementar atividade diária requer cautela. Odilon quase nunca come fora de casa. Sua alimentação é preparada pela empregada, e ele leva todos os dias uma marmita para a Justiça Federal. O cuidado tornou-se necessário depois que a PF descobriu um plano para envenená-lo. Os traficantes tentaram subornar soldados do Exército nos tempos em que Odilon morava em Ponta Porã para batizar sua comida.

Odilon é conhecido pelo estilo linha-dura com os bandidos. Durante um julgamento no começo de março, na 3ª Vara de Mato Grosso do Sul, ouviu por cerca de três horas dois investigados por tráfico de drogas. Seu tom de voz era o mesmo de quando trava uma conversa cordial. Odilon tampouco alterou as expressões faciais. Contudo, foi tão detalhista nos questionamentos que parecia difícil engambelá-lo. O primeiro suspeito começou negando o crime. Aos 12 minutos, confessou. Aos 44, caiu no choro. O segundo réu respondeu a 53 perguntas de Odilon num período de dez minutos. Acabou também por confirmar sua participação no crime.

Antes de condenar alguém, Odilon coloca a vida do réu sob rigoroso escrutínio. No auge das grandes operações na fronteira, autorizava mais de 1.000 interceptações telefônicas por mês durante as investigações. Sua lealdade aos policiais federais, parceiros na missão, é notável. Certa vez, um delegado novato proibiu os agentes de se encontrar com Odilon para atualizá-lo do andamento dos casos. Queria ele próprio se reunir com o magistrado. Odilon sentou-se diante do delegado e disparou questionamentos. Sem resposta para boa parte deles, o delegado levou um sermão e os policiais retornaram.

O perfil duro vem da criação. Seus pais, agricultores de subsistência da pequena Exu, no sertão de Pernambuco, deram aos oito filhos uma educação rigorosa. “Lembro deles dizendo para a gente nunca pegar no alheio”, diz. Como inúmeros nordestinos, sua família migrou para o sul para fugir da seca. Viajou de pau de arara, comendo banana e farinha. Odilon tinha só 4 anos na época, mas até hoje preserva um forte sotaque pernambucano. O nome de sua cidade natal ele pronuncia com um acento imaginário no “e” (É-xu).

Assim que chegou a Mato Grosso do Sul, a família comprou um pedaço de terra. Odilon ia para a roça durante o dia e à noite estudava numa escola improvisada no quintal. Um conhecido com primário completo ensinava a lição às crianças sob a luz de uma lamparina. A geração de Odilon foi a primeira da família a conhecer as letras. O pai só sabia assinar o nome; a mãe, nem isso. Quando aprendeu a ler, Odilon reunia os parentes e lia literatura de cordel em voz alta. Treinava a leitura e ainda os entretinha.

Ameaça de morte que recebeu do então rei da fronteira Jorge Rafaat (Foto: Emiliano Capozoli/ÉPOCA)

A convite de um primo vereador, Odilon saiu da colônia para estudar na cidade. O primo despertou no menino a vontade de cursar uma faculdade de Direito. “Meu primo contava causos de advogado que soltava preso. Então pensei: ‘Quero ser isso aí’”, diz. Seu mundinho se abriu. Já na faculdade, descobriu que, além de soltar, poderia mandar prender. Começou a sonhar com a magistratura.

É assim, numa constante expansão de horizontes em mundos recém-descobertos, que Odilon escolhe seus objetivos de vida. Depois de dois anos como advogado, passou no concurso para procurador federal (em 2º lugar). Depois para promotor de justiça (em 10º). Então para juiz estadual (em 2º). E, por fim, para juiz federal (em 19º). Com a altivez de quem reconhece o longo caminho que percorreu, Odilon faz questão de enfatizar suas boas colocações nos concursos ao relembrar sua trajetória.

Odilon é declaradamente vaidoso, um dos poucos prazeres que ainda consegue manter. Já fez cirurgia plástica para corrigir as bolsas debaixo dos olhos e Botox. Apara a barba todos os dias, inclusive em feriados, e sempre carrega uma escova de cabelo no carro. Vai à manicure para tirar a cutícula das unhas das mãos e dos pés uma vez por semana. Numa sexta-feira de março, Odilon chegou ao salão de beleza, cumprimentou a cabeleireira e uma cliente com bobes no cabelo e seguiu para o espaço privado onde é atendido. Como estava com pressa, fez só a mão.

Depois de mandar soltar e mandar prender nos mais de 40 anos no serviço público, Odilon cogita agora fazer suas próprias leis. Há mais de dez anos, o juiz é sondado por partidos para entrar na política. Há cinco, passou a refletir sobre o assunto. Agora, com a aposentadoria, a ideia começa a ser amadurecida. Se aceitar algum dos muitos convites, se candidatará para o Senado. “Reconhecimento popular eu tenho, mas não sei se é meu perfil. A política é, digamos assim, uma devassidão muito grande. De repente, a gente vai para lá e é aquele covil, aquela coisa danada, um aborrecimento do capeta”, diz. Odilon afirma que não iria para um partido grande, como PT, PSDB ou PMDB. Mas para um nanico do chamado centrão, desde que seja coligado a uma sigla maior.

O Senado seria uma forma de resolver sua segurança. Odilon, entretanto, trabalha paralelamente em outras frentes. Planeja processar a União caso não consiga manter sua escolta de forma amigável. Em 2014, enviou um ofício ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para tratar do assunto, mas não recebeu retorno (O CNJ não respondeu ao pedido de entrevista de ÉPOCA). Se tudo der errado, tem uma alternativa mais inusitada: mudar-se para a Romênia, país de origem de seu genro. Ele trocaria mesmo o calorão de Campo Grande pelo frio de lá? “Faz 20 graus abaixo de zero, mas meu genro disse que as casas têm aquecimento. Vou para o gelo também, não tem problema. Ainda é melhor que ficar preso aqui”.

Época

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  1. Tony ostentação disse:

    Que o juiz metido a pop Star, Sérgio Moro, fosse um porcento desse juiz. Mas o Moro só sabe dar Pau em Francisco e não em Chico.

  2. Charles disse:

    Um exemplo para os seus pares. Parabéns pela belíssima carreira e principalmente pela honestidade.

  3. escritor disse:

    Aqui traficante manda matar juiz. Em alguns paises, juizes ordenam a execução de traficantes, via sentenca de pena de morte.

  4. Juca disse:

    Pouca mídia, muita lida. Exemplo de magistrado.

  5. Caicoense Fingido disse:

    A ação deste juiz demonstra o quanto é frouxa a predominância da justiça do Estado do Rio Grande do Norte.

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NOVA FASE DA LAVA JATO: Operação da PF mira alvos ligados a senadores do PMDB e PT

Foto: Aldo Carneiro/Futura Press/Estadão Conteúdo

Agentes da Polícia Federal cumprem, nesta terça-feira (21), mandados de busca e apreensão autorizados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em nova fase da Operação Lava Jato. No total, são 14 mandados em 13 endereços nas cidades de Brasília, Maceió, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. O objetivo é investigar indícios dos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Os alvos desta etapa não são políticos, mas pessoas ligadas aos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), ex-presidente de Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), atual presidente do Senado, Valdir Raupp (PMDB-RO) e Humberto Costa (PT-PE).

Esta é a primeira vez em que são utilizadas informações dos acordos de colaboração premiada firmados com executivos e ex-executivos da Odebrecht. Eles foram homologados pelo STF em janeiro deste ano.

Dos 14 mandados, 5 são em Pernambuco, três no Rio de Janeiro, dois na Bahia, dois em Alagoas e outros dois no Distrito Federal.

Agentes foram a um edifício na avenida Boa Viagem, na orla da zona sul do Recife. Em entrevista à “Rádio Jornal”, o chefe de Comunicação da Polícia Federal de Pernambuco, Giovani Santoro, afirmou que os mandados foram expedidos pelo Supremo após uma solicitação do MPF (Ministério Público Federal).

Santoro disse ainda que não poderia dar mais detalhes porque a ação corre em segredo de justiça. O material apreendido deve ser levado para análise em Brasília.

Segundo o jornal “A Tarde”, agentes estiveram no condomínio de luxo Reserva Albalonga, localizado no Horto Florestal, bairro nobre de Salvador. Dois carros da PF deixaram o local por volta das 8h50. O alvo da ação não foi divulgado pela Polícia Federal.

Trata-se da 7ª fase da Operação Lava Jato que apura o envolvimento de pessoas com prerrogativa de foro junto ao STF. Outras três foram realizadas em 2015, duas em 2016 e uma em fevereiro deste ano.

Veja matéria completa da UOL aqui

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  1. Blue disse:

    👏👏👏👏👏👏👏👏

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ASSASSINATO EM CAMPINA GRANDE-PB: Preso suspeito de realizar disparos contra Célia Maria, irmã do desembargador Cláudio Santos

Uma operação conjunta das Polícias Civil do RN e PB resultou na prisão de um suspeito de ter efetuado disparos contra a empresária Célia Maria Santos Cirne, irmã do desembargador Cláudio Santos.

Segundo a Polícia, o suspeito identificado como Cícero foi preso na capital potiguar, e é apontado como autor dos disparos contra a vítima, morta na cidade de Campina Grande, na Paraíba, no fim do ano passado.

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Quatro presos “desaparecem” do presídio provisório Raimundo Nonato

Uma contagem de rotina nesta quinta-feira(21) registrou a ausência de quatro internos da cadeia pública de Natal – presídio provisório Raimundo Nonato. As autoridades agora investigam como a fuga ocorreu.

O desaparecimento dos presos que pertenciam a ala B foi registro em Boletim de Ocorrência na 12° delegacia da capital.

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  1. Roberto disse:

    Bem que meu vizinho falou, que tinha visto um objeto voador não identificado……

  2. escritor disse:

    Milagre!!!Milagre!!! Milagre!!! Foram arrebatados, assim como o profeta Elias.

  3. Marcelo disse:

    …..sistema penitenciário do RN……….motivo de piada diante dos outros estados…..

  4. Junior disse:

    Sequestraram os moleques

  5. Paulo disse:

    Deve ter sido do mesmo jeito daqueles seis que fugiram outra vez e "ninguém sabe" isso é brincadeira, a Real é; ninguém investiga ou não quer investigar mas se investigar vão saber realmente como são essas fugas misteriosas quem articula e quem executa.

  6. joao disse:

    Pronto, evaporou foi?

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PM prende suspeito de participar de morte de policial em Natal

Policiais da Companhia Independente de Polícia Turística (CIPTur) capturaram, na noite desse domingo (19), um foragido da Justiça suspeito de participar da morte de um policial militar no dia 24 de fevereiro deste ano, em Natal.

Após receber a denúncia de que Welton John Santiago De Lima estaria no Alto da Boa Vista, na Vila de Ponta Negra, os militares se dirigiram ao local e se depararam o suspeito. Ao abordá-lo foi constatado que havia um mandado de prisão expedido pela Comarca da cidade de Nísia Floresta contra ele.

Diante do flagrante ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil.

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