Publicidade

Após 22 dias, termina ‘greve branca’ de PMs no Espírito Santo

Desde meio-dia deste sábado, 25, o policiamento nas ruas do Espírito Santo foi totalmente regularizado, após o fim da “greve branca” – como definiu a Justiça – promovida pelos policiais militares depois que familiares bloquearam batalhões desde o início do mês, impedindo a saída de viaturas. O término do movimento, que reivindicava reajuste de 43% nos salários, foi acordado em uma reunião iniciada às 22 horas de sexta-feira e encerrada apenas às 6h30 do dia seguinte.

Segundo a Secretaria de Segurança capixaba, desde sexta-feira, o motim já vinha perdendo força, mas 19 cidades do Estado ainda não estavam com 100% do policiamento nas ruas. Agora, todas as cidades estão com policiamento total. “A nossa principal premissa era evitar o uso da força e isso foi feito. A segunda era resolver isso pelo diálogo e isso também foi feito”, afirmou o comandante-geral da Polícia Militar do Espírito Santo, coronel Nylton Rodrigues

Segundo ele, os PMs que retornaram ao serviço vão ter a situação atenuada, caso estejam respondendo a qualquer tipo de procedimento administrativo ou inquérito policial. “Não haverá nenhum tipo de perseguição, a instituição não quer isso. Queremos valorizar os bons policiais. A conduta dos policiais será individualizada”, afirmou. Também conforme a Secretaria, 2.580 agentes estão respondendo a inquéritos policiais-militares (IPMs) em razão do movimento.

Na reunião, o governo do Estado se comprometeu a não instaurar novos procedimentos administrativos disciplinares (PADs) e não mover ações contra as associações de policiais. Estavam presentes no encontro duas líderes do movimento de mulheres de PMs, secretários de governo, integrantes da Defensoria Pública da União e representantes do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-ES) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

O governo concordou com uma das principais reivindicações das famílias: a obrigação de um retorno em até 45 dias – a contar da data de transferência – dos agentes para o seu local de origem. Na semana passada, 55 militares foram transferidos para outros batalhões e companhias. Foi acertado também que não haverá novas transferências de soldados da Grande Vitória para o interior do Estado e vice-versa, mesmo que ocorra uma eventual reformulação na corporação, como o comando chegou a aventar.

 

Veja

enviar comentário
Publicidade

Casa Branca intensifica a guerra contra a imprensa americana

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nunca manteve uma relação amigável com a imprensa americana e, nessa sexta-feira, a Casa Branca mostrou que o mandato do republicano pode ser marcado não só por críticas mas também por retaliações e intimidações aos principais veículos de comunicação do país. A pressão aumentou com a cobertura intensiva sobre a relação da cúpula da campanha – e do próprio magnata – com a Rússia.

As acusações de “notícias falsas”, resposta à qual o republicano recorre diante do noticiário negativo sobre seu governo, foram repetidas em seu discurso na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), o principal encontro dos republicanos nos EUA, quando Trump também se referiu aos jornalistas como “inimigos do povo”

 

enviar comentário
Publicidade

Pelo menos 26 presos fogem da Penitenciária Irmão Guido em Teresina

A Penitenciária Irmão Guido registrou uma fuga em massa na manhã deste sábado (25). Por volta de 9h, pelo menos 26 detentos fugiram por um túnel, cavado na cela 16, pavilhão com C. De acordo com o Sindicato dos Agentes penitenciários (Sinpoljuspi), a fuga aconteceu durante banho de sol e contou com um suporte externo, já que o muro foi quebrado pelo lado de fora.

A Secretaria estadual de Justiça (Sejus) abriu inquérito para investigar a fuga e deve afastar temporariamente os agentes penitenciários que estavam de plantão.Por meio de nota, a gerência do presídio informou que as forças de segurança pública estão em operação de busca dos foragidos. A direção da unidade prisional está realizando vistoria e contagem de presos.

De acordo com a Sejus, até o momento, três fugitivos foram recapturados. A Secretaria de Justiça também requisitou abertura de inquérito policial e abriu procedimento administrativo para apurar o ocorrido.

Os agentes penitenciários que estavam de plantão no momento da fuga serão afastados, até a conclusão das investigações e a Sejus acionou a corregedoria da Polícia Militar para apurar as ações dos militares que estava de plantão durante a fuga.

 

G1

enviar comentário
Publicidade

Prefeitura do Natal desconta salários dos grevistas

Corte atingiu servidores da Saúde e da Assistência Social

Parte dos servidores da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMTAS) não chegaram a comemorar o pagamento em dia neste sábado (25). Muitos tiveram os salários descontados pela participação na greve dos servidores municipais, que durou 80 dias, contra o atraso no pagamento.

Durante a greve, a Prefeitura enviou um documento aos sindicatos, se comprometendo a não implantar o corte de ponto, que seria discutido em uma mesa de negociação. Mesmo assim, os descontos foram implantados na folha deste mês.

Em alguns casos, o desconto atingiu quase todo o salário, praticamente zerando o contracheque. Outros receberam cerca de um terço do salário. “O corte ameaça a sobrevivência, pois é o nosso único sustento. Já passamos o Natal sem salário, e agora também o carnaval? E como vamos comer neste mês?” questiona Kelly Jane, técnica de enfermagem e diretora do Sindsaúde.

Os sindicatos que participaram da greve (Sindsaúde, Sinsenat, Sindguardas, Sindern, Soern) anunciaram um acampamento em frente à sede da Secretaria de Administração (Semad) nesta quinta-feira (02), a partir das 08h, para cobrar a devolução dos valores descontados.

 

Comentários (5) enviar comentário
  1. Jean Carlos disse:

    Justo, não trabalhou não recebe, é assim nas empresas privadas, porque que com os funcionários públicos tem que ser diferente!

  2. Carlos disse:

    Parabéns ao Prefeito! Quem não quer trabalhar peça demissão. Esses sindicatos ficam extorquindo os empregadores! Funcionários ficam sem trabalhar e ainda querem receber. Vão ficar acampados sem trabalhar de novo? Aí é capaz do prefeito cortar os salários novamente e depois eles vem chorar que o contra-cheque veio zerado.

    • Natalício disse:

      Carlos gostaria de saber se vc passaria 60 dias trabalhando sem previsão de receber correndo o risco de ser despejado, com contas atrasadas, seus filhos passando fome o q vc faria? Nem um trabalhador quer trabalhar sem receber pois o tempo da escravidão já passou.
      Nem um servidor gosta de fz greve mais infelizmente a greve se faz nessaria. passamos o ano de 2016 inteiro recendo nossos salários atrasados e durante esse período tentamos negociar e cobrar e a lei orgânica do município fosse cumprida e como resposta do seu querido prefeito foi desprezo e descaso por isso fomos obrigados a fazer essa greve onde mais uma vez vimos que o senhor Carlos Eduardo e covarde e sem palavra .
      Então antes de falar asneiras se informe antes de falar alguma coisa sobre um assunto que você desconhece.

  3. Eduardo disse:

    Resta saber, se o prefeito Carlos Eduardo Nunes ALVES também manda cortar o ponto dos cargos comissionados e de alguns terceirizados que são ocupados por "liderancas comunitária" ou por apadrinhamento político.
    Certamente, não. O ódio que Carlos Eduardo tem dos servidores efetivos, já de conhecimento de todos. Por outro lado, muitos dos que tiveram seus pontos cortados, votaram nele e estão lhe aplaudindo nos eventos carnavalesco que ele se apresenta.

  4. Luciana Morais Gama disse:

    Eu não gosto de Carlos Eduardo, agora nesse ponto ele tem total razão. Ora, 80 dias sem trabalhar e ainda querem receber como se tivessem trabalhado. Parabéns Carlos Eduardo!!!

Publicidade

Silas Malafaia se revolta com a IstoÉ e xinga repórter de “bandido”

“Povo do Brasil, olha bem aonde chega o jornalismo inescrupuloso para tentar atingir as pessoas. Não escandalize, nem se espante. O jornalista Aguirre Talento, da revista IstoÉ, vagabundo, bandido, inescrupuloso, mal caráter, tenta requentar uma notícia para me atingir”. É dessa forma que o pastor Silas Malafaia, se refere ao repórter responsável pela matéria publicada na quinta-feira, 23, que afirma que o religioso foi indiciado pela Polícia Federal por ter participado de esquema de corrupção ligado a royalties da mineração.

Em vídeo de quatro minutos, Malafaia acusa Telento de utilizar o espaço da revista para tentar desmoralizá-lo frente a opinião pública. No texto, ao informar sobre o indiciamento, o repórter retoma fatos ocorridos em 16 de dezembro, quando o pastor foi alvo de condução coercitiva – quando o investigado é levado a depor e liberado – pela Operação Timóteo, da Polícia Federal.

Comentários (5) enviar comentário
  1. Val Lima disse:

    O repórter apenas "socializou" a informação…..

  2. Roberto disse:

    Alienador profissional…Tenho muita pena dos seguidores desse hipócrita!

  3. LUCY disse:

    ARROCHA ESSE GOLPISTA, AOS POUCOS AS MÁSCARAS VÃO CAINDO.

  4. Carlos Santiago disse:

    A reação de Silas é bem diferente do que ele prega em nome de Jesus Cristo.
    Quando me lembro de figuras como Ghandi, Mandela e tantos outros que viviam o que pregavam, fico pensando em como tanta gente pode se enganar e ser enganado por falsos profetas, que em nome de Deus fazem fortunas e se metem em política para ter mais e mais poder.
    Isso é uma vergonha!

  5. João Molevade disse:

    Mas não era a IstoÉ a queridinha dos coxinhas?
    Agora estão vendo o que Lula sofre dia a dia.
    Só que com vocês, seus direitos das de merda, é verdade!!!!

Publicidade

Delatores da Odebrecht se divorciaram por causa da Lava-Jato

Além da cível e criminal, outra vara da justiça passou a fazer parte das necessidades jurídicas da Odebrecht: a familiar. Dois executivos, que estão entre os delatores, se separaram recentemente. Como motivo, as mulheres alegaram “exposição negativa” na Lava-Jato.

 

Comentário (1) enviar comentário
  1. Carlos Santiago disse:

    PETROLEIRAS INTERNACIONAIS

    Ministério de Minas e Energia apresentou para grande petroleiras internacionais um vídeo em que anuncia a drástica redução da política de conteúdo nacional na cadeia de produção de petróleo e gás; havia uma reunião prevista entre empresas brasileiras e representantes do governo marcada para a próxima quarta-feira, 28; antes disso, entretanto, o vídeo com declarações do ministro Fernando Coelho Filho enaltecendo a redução do conteúdo local já era transmitido para petroleiras em Houston (EUA); "Este percentual não só vai estimular o investimento na indústria de óleo e gás no Brasil, como vai possibilitar a maior contratação de empresas brasileiras no desenvolvimento econômico", diz o ministro no vídeo; petroleiros e empresários não têm dúvidas: medida será responsável por desempregar mais 1 milhão de trabalhadores, no momento em que o desemprego bate recorde, atingindo quase 13 milhões de pessoas .

Publicidade

Jorge e Bruno Luz, lobistas ligados ao PMDB, desembarcam no Brasil

Com prisão decretada pelo juiz Sérgio Moro, os lobistas ligados ao PMDB Jorge Luz e seu filho, Bruno Luz, chegaram ao Brasil, no aeroporto de Brasília, na manhã deste sábado e foram levados para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal. Segundo a PF, eles ficarão em Brasília até quinta-feira, quando serão transferidos para Curitiba.

Eles estavam em Miami, onde foram presos pela polícia de imigração dos Estados Unidos. Pai e filho entraram na lista de procurados pela Interpol, depois que o mandado de prisão foi expedido no Brasil na 38ª fase da Operação Lava-Jato, deflagrada na última quinta-feira.

Jorge e Bruno embarcaram na noite de ontem num voo comercial direto de Miami que pousou em Brasília por volta das 7h30. Ao chegarem ao setor de imigração do aeroporto, a Polícia Federal os conduziu a uma viatura, na área interna do terminal, que seguiu para a Superintendência Regional do órgão. Eles não passaram pelo desembarque de passageiros.

 

O Globo

Comentários (2) enviar comentário
  1. Carlos Santiago disse:

    O PMDB mama nas tetas do Governo desde o fim da Ditadura.
    Tancredo morreu de maneira estranha e Sarney assumiu.
    Depois morreu Ulisses Guimarães em acidente até hoje não esclarecido…
    Depois veio Itamar levado ao poder pelo afastamento de Collor, que provando sua inocência voltou ao cenário Federal no Senado.
    E agora TEMER por meio de um Golpe comprando 140 deputados para eleger Cunha e fazer todo o plano para derrubar o PT.
    Mas mesmo quando não Governou diretamente, sempre governou discretamente por meio das manobras de bastidores, com sua maioria esmagadora, por meio de chantagens e propinas, indicando pessoas chaves para cargos chaves.
    O PMDB sempre mandou muito no poder, e no último governo de Dilma a coisa ficou insustentável com as Presidências do Senado e da Câmara nas mãos deles. Além da Vice Presidência e 9 (nove) Ministros de Estado.
    Henrique Alves, agora caladinho, foi o grande operador desse esquema todo, como homem de confiança de Temer e de Cunha.
    O PMDB é um cancer, e enquanto o PT e o PSDB se digladiam por um projeto de poder, o PMDB assiste para ver quem ganha, pois ele já ganhou.

  2. Paulo Cardoso disse:

    A imparcialidade do sistema judiciário é o que lhe permite a referência, mais o núcleo gerador e permissivo de todo o mal causado pela corrupção é formado por um grupo de políticos enraizado a tempos no poder não chegou se quer foi arranhado. Ainda não é possível afirmar que a justiça será feita!

Publicidade

MPF investiga Lula e Bolsonaro por vídeos na internet

O deputado Jair Bolsonaro no   plenário do Senado, em Brasília (DF), em   11/02/2014

O Ministério Público Federal iniciou uma investigação sobre uma série de vídeos sobre Lula e Jair Bolsonaro que circulam na internet.

O material tem claro tom de campanha, o que é vedado antes do período eleitoral pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O órgão agora quer saber se foram os próprios políticos que produziram este conteúdo.

Num deles, Lula aparece ao som do verso “eu estou voltando”, cantado por Simone. Já Bolsonaro é investigado pelo conteúdo de cinco vídeos.

Se forem condenados a multa é de até R$ 25.000, ou equivalente ao custo da propaganda se o gasto tiver sido maior.

 

VEJA

Comentários (3) enviar comentário
  1. Walter disse:

    BOLSONARO presidente

  2. Carlos Santiago disse:

    O desmantelo maior do mundo na quadrilha do planalto, o MPF esquece de concluir os inquéritos de Serra e Aécio, deixa a mulher de Cunha solta e finge que não vê Gedel, Jucá, Padilha, Moreira Franco, Renan e o Próprio Temer, e vai atrás de Lula e Bolsonaro.
    É pra rir ou chorar?

  3. adauto disse:

    DIA 13 DE MARÇO O BRASIL VAI MUDAR A GUARDEM NAS RUAS DE TODO PAIS.

Publicidade

Doria samba, varre, cobra por comida e é vaiado e aplaudido em seu 1º carnaval no Sambódromo

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), foi ao sambódromo do Anhembi pela primeira vez na noite desta sexta-feira (24) acompanhar o desfile das escolas de samba paulistanas. Do camarote da Prefeitura, ele improvisou uma dança durante o desfile da Tom Maior, primeira escola a entrar na avenida.
Após a passagem da Tom Maior pela passarela do samba, Doria saiu do camarote da Prefeitura e foi até a pista, onde sambou ao lado dos garis que faziam a limpeza para a passagem da próxima escola.

Inicialmente o prefeito foi aplaudido, mas, quando pegou a vassoura e começou a varrer, parte do público começou a gritar xingamentos. Rapidamente, ele foi puxado pelos assessores de volta para o camarote. Indagado sobre a reação do público, ele respondeu: “Teve mais aplauso. Ninguém é unanimidade”. Depois, disse que “faz parte”.

O prefeito contou que esta é a primeira vez que vai ao Anhembi para assistir ao desfile das escolas de samba. “No sambódromo, efetivamente, é a primeira vez que eu venho no carnaval. Eu fiz o carnaval de São Paulo em 82, 83, mas na Tiradentes ainda. Aqui é a primeira vez. Tô feliz de ver o bom trabalho das escolas de samba de São Paulo, no mesmo nível das escolas de samba do Rio de Janeiro”, declarou.
Perguntado se ficaria a noite toda no sambódromo, o prefeito respondeu que permanecerá por “uma parte da noite” e disse que na noite de sábado “deve voltar”.

Comida paga no camarote

Em tempos de crise, a gestão do prefeito João Doria acabou com a fartura no camarote e quem quer comer e beber no local tem que pagar. O vice-prefeito de São Paulo, Bruno Covas, informou mais cedo, nesta sexta, que a Prefeitura economizou este ano R$ 2,8 milhões com o sistema de cobrança do camarote.

G1

Comentários (4) enviar comentário
  1. LUCY disse:

    APLAUDIDO PELOS PATOS QUE VESTIRAM A CAMISA DA SELEÇÃO ANO PASSADO.

  2. Fora temer disse:

    esse é um palhaço sem cara pintada, talvez esteja sonhando em 2018 igual a luladrao.

Publicidade

Governo anuncia investimentos para o Sertão do Apodi

A secretária do Trabalho da Habitação e da Assistência Social, Julianne Faria assinou nesta sexta-feira (24), os contratos e ordens de serviços das obras dos subprojetos de inclusão produtiva e acesso à água dos beneficiários dos subprojetos do Governo do Estado nos municípios de Campo Grande, Paraú, Upanema, Caraúbas, Olho D´água dos Borges, Felipe Guerra e Governador Dix-Sept- Rosado.

A agenda foi cumprida no município de Campo Grande pela manhã e em Caraúbas no período da tarde. Os investimentos são para perfuração e instalação de poço, construção de reservatório, construção de mini adutora e construção de passagens molhada com barragem submersa, construção de espaço de comercialização dos produtos da agricultura familiar, além da aquisição de máquinas, equipamentos e veículos para facilitar a logística de comercialização.

“O Rio Grande do Norte enfrenta cinco anos de seca, uma das preocupações do Governo é proporcionar apoio para aqueles que vivem no campo. Estamos assinando essas ordens de serviços para viabilizar uma vida melhor para todos vocês”, disse Julianne.

Em sua fala, a secretária anunciou ainda que o território do Sertão do Apodi vai ganhar um nova Central do Cidadão. “A nova Central vai ser construída em terreno do Estado em Caraúbas”, destacou.

Para agricultora Maria Dilvânia, de Caraúbas, o sonho de ter uma cozinha comunitária está próximo. “As chuvas estão vindo, já podemos sentir o cheiro de água. Com esse dinheiro vamos fazer uma mini adutora e construir nossa cozinha comunitária. Nosso sonho está sendo realizado”, falou.

O secretário de Metas e Projetos, Vagner Araújo acompanhou toda a agenda e lembrou que os investimentos do Governo do RN em educação, saúde, segurança e assistência social no Sertão do Apodi supera 30 milhões. Os recursos são do Acordo de Empréstimo com o Banco Mundial.

Nos dois municípios houve ainda a entrega dos equipamentos de TI aos Conselhos de Desenvolvimento Solidário e Sustentável.

 

enviar comentário
Publicidade

O nome do problema do governo não é Padilha

O problema do governo tem nome e sobrenome. Nas últimas horas, políticos e jornalistas o chamam de Eliseu Padilha. Se estivessem certos, a solução seria simples. Bastariam uma esferográfica para a assinatura do presidente e uma folha para o ato de exoneração do chefe da Casa Civil. Mas estão todos enganados.
Chama-se Michel Temer o problema do governo. Ele chegou ao Planalto como solução constitucional para a autocombustão que consumiu o mandato de Dilma Rousseff. Virou um problema ao cercar-se de amigos tóxicos e subordinar sua administração à vulgaridade. Temer se absteve de perceber que o jogo político no Brasil mudou de fase.

Nesta sexta-feira, o presidente mandou sua assessoria divulgar uma nota. Nela, admitiu novamente ter pedido dinheiro à Odebrecht em 2014. Mas reiterou que “não autorizou, nem solicitou que nada fosse feito sem amparo nas regras da Lei Eleitoral.” Contabilizou o repasse da construtora ao PMDB em R$ 11,3 milhões. “Tudo declarado na prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral”, enfatizou a nota. “É essa a única e exclusiva participação do presidente no episódio.”

O “episódio” que o texto do Planalto preferiu não esmiuçar envolve a Odebrecht, uma dezena de milhões reais e os dois maiores amigos do presidente da República: o ex-assessor da Presidência José Yunes e o chefe da Casa Civil Eliseu Padilha. O fato comporta pelo menos quatro versões: a de Temer, a de Yunes, a de Padilha e a versão verdadeira.

Nesse contexto, a manifestação divulgada pela assessoria presidencial apenas empurrou Temer para dentro de um Brasil alternativo. Um país fictício em que nada de reprovável aconteceu. Para que a nota oficial ficasse em pé, todos os brasileiros adultos teriam de aceitar a tese segundo a qual Temer não tem nada a explicar e que a crise que acaba de cair no seu colo está encerrada.

Nesta ficção que nenhum novelista assinaria para não passar por improvável, os brasileiros teriam de se fingir de bobos e ignorar o seguinte roteiro: o amigão Yunes recebeu em seu escritório envelope das mãos do doleiro Lúcio Funaro, um portador que o amissíssimo Padilha jura que nem conhece. No envelope que Yunes assegura ter recebido a pedido de Padilha, podia haver qualquer coisa, menos os milhões em verbas sujas que Temer renega, mas que os delatores da Odebrecht sustentam ter providenciado a seu pedido.

São tantas as confusões em que se mete o governo de Michel Temer que as coisas vão assumindo proporções inaceitáveis. Embaraços vão se transformando em hábitos. Descalabros vão virando parâmetro. De repente, nada precisa ser muito explicado. Dá-se de barato que os brasileiros se fingirão de mortos pelo bem da República.

Em nome da continuidade das reformas, ninguém perguntará: Onde Temer está com a cabeça que ainda não rompeu com Yunes, o amigo da onça? Pela estabilidade do condomínio partidário que dá suporte congressual ao governo, ninguém questionará: Afinal, Temer ainda não demitiu Padilha por que não quer ou por que não pode?

Costuma-se dizer que o brasileiro não tem memória. Michel Temer parece acreditar que os patrícios não têm mesmo é muita curiosidade.

 

Josias de Souza – UOL

Comentários (15) enviar comentário
  1. Blue disse:

    Fora Temer

  2. Blue disse:

    O povo precisa ir aos aeroportos "recepcionar" essa turma

  3. Blue disse:

    O STF envergonha a nação

  4. Blue disse:

    É urgente a prisão de Temer

  5. Paulo Cardoso disse:

    O grande problema do governo é o governo que se enclausurou no ciclo da dinâmica da impunidade onde os corruptores fazem surgir os corruptos que diante da ineficiência e inoperância da justiça que se tornou um braço político usado em seu favor e do qual se favorecem não desperta lhes o interesse de quebrá lo

  6. #ficaadica disse:

    Pq os movimentos, contra temer, assim como tinha os contra Dilma e Lula, não se manifestam, pq não levam o povo pra rua ? Acho estranho…

  7. Roberto disse:

    Até quando, o brasileiro vai ter que aguentar esses bandidos no poder, até acontecer uma guerra civil o povo se revoltar pegar em armas, revoltado com esse governo corrupto, esse senado ,essa câmara,esse supremo, MILITARES o povo brasileiro pede socorro.

    • Roberto júnior disse:

      Ainda aparecem doentes pregando essa imbecilidade de intervenção militar…. É burrice crônica e falta de informação.

    • marcelo disse:

      Sr. Roberto Junior, antes de qualquer colocação sua, gentileza respeitar o Regime Militar, Intervenção Militar não é burrice, é sim a única e última prerrogativa a se tomada por nós…….
      não é hora, se existe constitucionalidade ou não nesta prerrogativa, o Supremo Tribunal julga, se o mesmo não for afetado.
      por: atitudes , comportamentos e colocações iguais a sua é que a Nação encontra-se nesta situação, tudo deriva de Respeito.

    • Auri disse:

      NÃO É USANDO A VIOLÊNCIA QUE SE RESOLVERÁ O PROBLEMA DO PAÍS. BASTA A VIOLÊNCIA PRATICADA E DISTRIBUÍDA PELA BANDIDAGEM, E PROMOVIDA PELA INCAPACIDADE ADMINISTRATIVA E POLÍTICA DE UM GOVERNO SEM AÇÃO EFETIVA. DESCUPE O BRILHANTE JOSIAS DE SOUZA, MAS O MICHEL TEMER SE APRESENTOU COMO ÚNICA OPÇÃO, TODAVIA, NUNCA COMO SOLUÇÃO. NÓS PRECISAMOS É DE UM SISTEMA PARLAMETARISTA. ACORDA BRASIL!

  8. escritor disse:

    Fora Temer e leve o PMDB junto.

  9. Verdade Nua e Crua disse:

    Agora dá pra entender porque Dilma era um problema…
    À frente de um governo desmoralizado, depois que seu melhor amigo, José Yunes, usou uma expressão do tráfico de drogas para dizer foi "mula" de Eliseu Padilha, licenciado da Casa Civil, Michel Temer soltou uma nota, afirmando ter agido dentro da lei; "A Odebrecht doou R$ 11,3 milhões ao PMDB em 2014. Tudo declarado na prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral. É essa a única e exclusiva participação do presidente no episódio", diz trecho da nota; delações, no entanto, apontam que Temer pediu e recebeu propina da Odebrecht e que o dinheiro foi usado para a compra de 140 deputados, que ajudaram a eleger Eduardo Cunha presidente da Câmara.

  10. Ângelo Júnior disse:

    Se ele diz que pediu dinheiro para campanha eleitoral e, a forma de receber é assim. Me engana que eu gosto. Gente! Quando se pede dinheiro pra campanha não há que usar de meios subterfúgicos para recebê -lo. Não há o que temer e não precisa receber escondido ou, através, de intermediário. Assim, como fui a favor do fora Dilma e sou a favor da prisão do Lula, sou também a favor do fora TEMER.

    • Luiz Carlos disse:

      Sinto muito meu caro você foi a favor do fora Dilma sem saber porque, pensa que é fácil? Vai ter que engolir Temer. Não adianta dizer que quer o fora Temer. Nada vai acontecer, a Globo não quer e a elite não quer. Você vai ter que aguentar Alexandre de Morais….. O que foi que Dilma fez errado para você querer que ela saísse?

    • Comedor de Coxinhas disse:

      Mais um trouxinha enganado.

Publicidade

Desde impeachment, popularidade de Moro dispara e rejeição a políticos sobe, diz pesquisa

Por interino

No último ano, milhões de brasileiros foram às ruas contra o governo petista, o processo de impeachment se consolidou, o PMDB e o PSDB formaram uma nova aliança para governar o país e a Operação Lava Jato continuou assombrando os políticos.

De lá pra cá, a popularidade do juiz Sergio Moro, magistrado à frente dos casos da Lava Jato na primeira instância judicial, disparou, enquanto a rejeição a políticos subiu de maneira quase generalizada, principalmente no caso de integrantes e aliados do novo governo.

É o que mostra a nova edição do Barômetro Político, pesquisa da consultoria Ipsos antecipada à BBC Brasil. O levantamento, feito no início do mês nas cinco regiões do país, perguntou a 1.200 pessoas sua opinião sobre 20 personalidades do mundo político e jurídico. Apenas Moro recebeu apoio da maioria, atingindo 65% de aprovação.

O resultado apresenta um grande salto em relação a fevereiro de 2016, quando sua aprovação era de apenas 28%. Naquele mês, 56% da população diziam que não tinham conhecimento suficiente sobre ele para opinar, enquanto 33% o rejeitavam.

Em um ano, o desconhecimento sobre Moro caiu fortemente, para 9%, enquanto sua rejeição recuou para 26%.

“Moro era muito desconhecido no início da pesquisa, mas a força que a Lava Jato ganhou e a presença desse nome na mídia converteu esse conhecimento em aprovação. Ele é o símbolo hoje do combate a tudo aquilo que o brasileiro julga que está errado na política e na gestão pública”, observa Danilo Cersosimo, diretor na Ipsos Public Affairs e responsável pela pesquisa.

Embora a atuação de Moro não seja consenso no meio jurídico, isso não chega ao grande público, ressalta Cersosimo.

“O grande público não entende as controvérsias do mundo jurídico. Para a população é muito simples: a Lava Jato tem um simbolismo muito forte do ponto de vista de passar o país a limpo, e o Moro está totalmente associado à operação”, ressalta.

Temer, Cunha e Renan

Já o presidente Michel Temer tem-se tornado cada vez mais impopular desde que ganhou mais visibilidade ao longo do processo de impeachment e após chegar ao poder. Há um ano, 61% dos entrevistados o reprovavam, agora são 78%.

Ele hoje só fica atrás do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (89%) e do senador Renan Calheiros (82%), cujas taxas de rejeição também subiram.

A taxa de rejeição a Temer já é maior do que a da ex-presidente Dilma Rousseff. Destoando da maioria dos políticos, a petista tem visto sua avaliação negativa recuar, embora continue em patamar muito alto (74%). Há um ano era de 84% e, em setembro de 2015, havia chegado a 90%.

A reprovação a Lula, por sua vez, tem mostrado certa estabilidade e hoje registra taxa de 66%.

Já os principais nomes do PSDB apresentaram todos piora dos seus índices de popularidade. Nos últimos 12 meses, subiram as rejeições ao senador Aécio Neves (de 51% para 74%), ao senador José Serra (de 49% para 66%), e ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (de 51% a 64%).

A desaprovação a Mariana Silva (Rede) subiu menos, passando de 52% em fevereiro de 2016 para 57% agora.

Para o diretor da Ipsos, o que explica o aumento quase generalizado da rejeição aos políticos é o desgaste produzido pelas investigações da Lava Jato. Políticos que assumiram o poder após o impeachment acabaram ganhando mais visibilidade e sofrendo mais, nota ele.

“O aumento da indisposição (com os políticos) tem muito a ver com as investigações da Lava Jato, que deu nome aos bois. A operação materializou a percepção da corrupção e mostrou que a prática não está restrita a um partido ou a um político”, afirma Cersosimo.

E os protestos?

Embora a rejeição aos políticos hoje no poder seja crescente, não estão sendo realizadas no país manifestações da mesma magnitude que nos meses anteriores ao impeachment ou em 2013.

Para Cersosimo, um elemento importante que alimentou os protestos durante o governo Dilma foi o forte sentimento anti-PT, devido ao desgaste do partido depois de muitos anos no governo, em meio a denúncias de corrupção e crise econômica.

Já Temer, que antes de ser eleito duas vezes vice de Dilma fez sua trajetória política no Poder Legislativo, não tem uma imagem forte junto à população.

“As pessoas não estão na rua porque têm a sensação de que o pior da crise já passou. O brasileiro terceirizou a solução dos problemas para o Sergio Moro e a Lava Jato de modo que ele não precisa ir para a rua, ao menos por enquanto”, observa ainda.

Entre as vinte autoridades avaliadas, outras duas personalidades do mundo jurídico aparecem logo atrás de Moro com as mais altas taxas de aprovação. A presidente do Supremo Tribunal Federal, Carmén Lúcia, tem 33%, e o ex-ministro da Corte Joaquim Barbosa, 48%.

Efeitos para 2018

Para Cersosimo, a pesquisa mostra uma grande insatisfação com o mundo político tradicional, o que pode abrir espaço para uma candidatura presidencial inesperada em 2018, como ocorreu com João Doria (PSDB), eleito prefeito de São Paulo no ano passado.

Moro seria um forte candidato, mas parece improvável que dispute a próxima eleição, já que a Lava Jato ainda deve se prolongar, ressalta Cersosimo.

“É muito difícil falar de 2018 porque não descarto um outsider surgir ‘do nada’ e ganhar a eleição. O Brasil passa por um momento seríssimo de crise de lideranças. Existe uma desilusão muito grande com partidos, com lideranças mais tradicionais”.

Entre os políticos pesquisados, Lula é que o tem o maior percentual de aprovação, com 31%. Já entre os tucanos, o ex-presidente Fernando Henrique tem 21%; Serra, 20%; Alckmin, 17%; e Aécio fica na lanterna como apenas 11%.

“Por mais que o PT esteja passando pelo pior momento de sua história, Lula vem desempenhando bem nas pesquisas eleitorais e parece ter uma tendência de melhora no índice de aprovação. O momento é tão polarizado que ele vai conseguir aglutinar aqueles que têm uma memória positiva do período Lula e que podem relevar possíveis envolvimentos dele com esquemas de corrupção”, acredita Cersosimo.

O diretor da Ipsos ressalta, porém que a alta rejeição de Lula, hoje em 66%, pode impedi-lo de vencer a eleição presidencial de 2018, caso ele venha a concorrer. Isso deve depender do nível de rejeição de seus adversários, nota ele.

“Normalmente, um candidato que tem índices de reprovação alto como ele pode até ir para o segundo turno, mas dificilmente ganha. São raros os casos de reversão de rejeição. Ganhar uma eleição vai depender do candidato adversário, especialmente se estiver disputando com alguém de fora da política”, observa.

Realizada entre os dias 1 e 11 de fevereiro, a pesquisa Ipsos fez 1.200 entrevistas presenciais em 72 municípios brasileiros. A margem de erro é de 3%.

BBC Brasil

 

Comentários (7) enviar comentário
  1. Fernando Antonio Ribeiro Bastos disse:

    Acreditar que essa desgraça chamada LULALADRÃO, aparece positivamente em pesquisa, é perder todas as esperanças no Brasil.

  2. Carlos Santiago disse:

    Mas a mulher e filha de Cunha estão soltas Moro.
    Cadê a Justiça brasileira?
    Onde está a PF? Onde está o Ministério Público? Onde está o STF? O que estão esperando para agir de fato contra Temer, sua camarilha e os 140 ladrões do Congresso e mandá-los para a cadeia?
    Se fossem petistas, já tinha carro blindado, helicóptero, polícia armada até os dentes…

  3. Blue disse:

    #SOMOSTODOSMORO#

  4. adauto disse:

    13 DE MARÇO O BRASIL VAI PARAR AGUARDEN? NAS RUAS DE TODO BRASIL.

  5. adauto disse:

    13 DE ABRIL VEM AI AGUARDEM. O DIA QUE O BRASIL VAI PARAR.

  6. Paulo Cardoso disse:

    Os políticos são os vermes que buscam nos devorar

Publicidade