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Hospital Walfredo Gurgel esclarece boato sobre invasão de criminosos na unidade

Veja abaixo:

 

ERRATA

Bom dia a todos. Esta rolando uma mensagem pelas redes sociais de que o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel está sendo invadido por criminosos para resgatar membros do PCC que estariam internados naquela unidade hospitalar. ISTO É MENTIRA!!!. Por favor, aqueles que recebem esta mensagem, não repassem. Antes de propagar qualquer informação recebida, tentem checar com os veículos de comunicação da cidade. Obrigado desde já.

Atenciosamente
Assessoria de imprensa do HMWG

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“Bactéria pesadelo” resistente a medicamentos está se espalhando rapidamente pelos hospitais dos EUA

Pesquisadores descobriram evidências de que superbactérias resistentes a medicamentes, que foram rotuladas como “bactérias pesadelo”, estão se espalhando rapidamente e furtivamente dentro de hospitais nos EUA, de acordo com informações da Science Alert.

As estirpes, conhecidas como Enterobacteriaceae, apresentaram resistência à classe de antibióticos Carbapenem. Apenas nos EUA, infectam cerca de 9.300 pessoas por ano, matando cerca de 600 no processo. E agora os pesquisadores acreditam que ela pode ser capaz de se espalhar de pessoa para pessoa sem causar sintomas – o que explica por que, muitas das vezes, os médicos não conseguem detectá-las.

Segundo William Hanag, da Escola de Saúde Pública de Harvard, “embora o foco tipicamente esteja no tratamento de infecções relacionadas à CRE, novas descobertas sugerem que ela está se espalhando muito além dos casos óbvios”. “Nós precisamos procurar por essa transmissão indetectável que está ocorrendo dentro de nossas comunidades e instalações de saúde, se quisermos acabar com ela”, disse.

A Enterobacteriaceae (enterobactéria) é uma classe de bactérias Gram-negativas que incluem a Salmonella, E. coli e Shigella, todas relacionadas a infecções comuns do estômago ou intoxicação alimentar. Quando resistente à classe de antibióticos Carbapenem, são identificadas pela sigla CRE (Carbapenem-resistant Enterobacteriaceae). Tal classe de antibióticos é considerada como último recurso, utilizado apenas quando todos os medicamentos administrados falham.

Essas bactérias são conhecidas por prosperarem em hospitais ou clínicas, onde evoluem e propagam seus genes, tornando-se eventualmente mortais para os seres humanos, uma vez que são resistentes a todos os tratamentos atualmente conhecidos. Por esse motivo, a bactéria em questão foi rotulada como “pesadelo” (Nightmare bacteria).

Um relatório oficial divulgado recentemente por um hospital dos EUA, afirmou que uma mulher havia morrido em razão de uma superbactéria resistente a todos os antibióticos disponíveis para o tratamento de pneumonia. Logo, Hanage e seus colegas descobriram que formas semelhantes estavam se espalhando em um ritmo mais acelerado do que o esperado, e de forma assintomática.

Para descobrir quão rapidamente a CRE estava se diversificando e espalhando, a equipe analisou mais 250 amostras de pacientes hospitalizados em três diferentes instalações em Boston e uma na Califórnia. Eles descobriam que as populações de CRE eram muito mais diversas do que o esperado, o que significava que seus genes resistentes se espalharam de forma rápida e fácil entre as cepas. A equipe chamou o caso de “tumulto de diversidade”.

Ainda, os pesquisadores disseram não ter sido capazes de identificar um padrão claro de transmissão. Ao que tudo indica, a resistência parecia estar se espalhando, de pessoa para pessoa, mesmo sem qualquer caso óbvio de doença ou infecção. De acordo com eles, a melhor maneira que temos de parar a CRE é evitar a transmissão em primeiro lugar.

Agora, a equipe planeja realizar mais estudos para tentar confirmar as hipóteses da pesquisa em questão, publicada em Proceedings of the National Academy of Sciences.

Jornal Ciência via [ Science Alert ]

 

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SESAP/RN esclarece a população sobre a febre amarela e a vacina

Tendo em vista o aumento no número de casos notificados de febre amarela, desde o início de 2017 no Estado de Minas Gerais, a Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap-RN), emitiu nota esclarecendo sobre o surto da doença e as recomendações de vacinação.

A Febre Amarela (FA) é uma enfermidade hemorrágica viral aguda transmitida por mosquitos infectados. Os meses de dezembro a maio são os meses em que ocorre maior número de casos de transmissão da doença em grande parte do Brasil, período em que as condições climáticas e ambientais estão mais favoráveis ao ciclo dos mosquitos vetores.

O ciclo da Febre Amarela é habitual em primatas não humanos (macacos), que transmitem a doença ao serem picados pelos mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, que residem na mata. Esses mosquitos ao picar macacos doentes se contaminam com o vírus da febre amarela, que é um arbovírus do gênero flavivírus, e assim, se tornam os vetores da doença, podendo transmiti-la para outros macacos e para humanos que entram em contato com ambiente de mata.

Atualmente, o Brasil tem registros apenas de febre amarela silvestre. As notificações da doença em MG, que é uma região de risco para a febre amarela no Brasil, mostram que os casos notificados são de pessoas que residem muito perto de áreas de mata, no meio rural e não urbano.

Entretanto, há uma preocupação quanto à chegada da doença em área urbana o que pode ser considerado catastrófico. Pois em ambiente urbano, o transmissor da febre amarela passa a ser o mosquito Aedes aegypti (responsável também pela transmissão da zika, chikungunya e dengue), encontrado em grande abundância em áreas urbanas e o seu controle não tem se mostrado eficaz.

Para que a transmissão urbana da febre amarela ocorra, é preciso que uma pessoa na área rural, infectada com o vírus, circule pelo meio urbano e seja picada pelo Aedes. O mosquito, então, passaria a contaminar pessoas susceptíveis (não vacinados ou que não tenham contraído a doença antes). Os últimos casos de febre amarela urbana (transmitida pelo Aedes aegypti) foram registrados em 1942, no Acre.

SINTOMAS E VACINA

Os sintomas da febre amarela são: febre súbita, dor de cabeça, icterícia, dores musculares, náusea, vômitos e fadiga. O termo “amarela” se refere à icterícia que acomete alguns pacientes. A doença pode ser prevenida por uma vacina eficaz e segura para o uso, disponível nos postos de saúde.

A vacinação contra a febre amarela é recomendada às pessoas que residem ou viajam para regiões silvestres, rurais ou de mata, para as quais há recomendação desta vacina. O Ministério da Saúde definiu a manutenção do esquema de duas doses da vacina contra a Febre Amarela no Calendário Nacional, sendo uma dose aos noves meses de idade e um reforço aos quatro anos.

A vacina contra a febre amarela é ofertada no Calendário Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e é enviada, mensalmente, para todo o país. Em 2016, foram repassados aos estados mais de 16 milhões de doses, sendo que para o Rio Grande do Norte foram disponibilizadas 36.400 doses. Todos os municípios estão abastecidos com a vacina e o RN tem estoque suficiente para atender a população nas situações recomendadas. A SESAP/RN alerta para a necessidade dos municípios em informar e vacinar viajantes que se dirigem para áreas onde é obrigatória a certificação da vacina contra a febre amarela e ainda, que não há critérios epidemiológicos para recomendação de vacina para a população.

A recomendação de vacinação para a população continua a mesma: toda pessoa que reside em Áreas com Recomendação da Vacina contra febre amarela e pessoas que vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata dentro dessas áreas, deve se imunizar. Os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro estão fora da área de recomendação para a vacina.

Ainda que o Rio Grande do Norte esteja fora da área de risco para a febre amarela, a subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesap, Maria de Lima Alves, esclarece que desde o mês de janeiro de 2016, o órgão vem intensificando as ações de monitoramento das notificações de casos e de óbitos suspeitos por arboviroses, como zika, dengue e chikungunya) transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Assim é possível fazer a intervenção oportuna para evitar casos humanos e evitar também a urbanização da doença por meio do controle de epizootias e de vetores, com o objetivo de antecipar a ocorrência da doença.

“A recomendação mais importante neste momento continua sendo o controle do vetor Aedes aegypti através da eliminação das condições que favorecem ao ciclo do mosquito. Para as pessoas que necessitam se deslocar para Estados onde há recomendação de vacina contra a febre amarela que procurem os postos de saúde com antecedência de dez dias para se vacinar”, orienta Maria Lima.

 

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  1. JCabral disse:

    Quando eu era menino o guarda da malária, como eram chamados pela população, passava de porta em porta e o controle era ostensivo e positivo, mas do Governo Federal, passou para os estados e municípios, hoje pagamos o preço.

  2. Ems disse:

    "Tamo lascado !!!"

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Acompanhantes e servidores estão novamente sem alimentação nos hospitais do RN, denuncia Sindsaúde

Nessa terça-feira (17) a alimentação foi suspensa para os acompanhantes e servidores dos hospitais estaduais do RN, sendo garantida apenas para os pacientes. O motivo é a greve dos funcionários terceirizados da empresa JMT, responsável pela produção das refeições. Os servidores da empresa JMT estão sem receber o salário de dezembro.

Os servidores da saúde, que trabalham em plantões de 12 horas, estão sem almoço e janta. No Hospital Ruy Pereira, o café também foi suspenso. “Nós já estamos recebendo atrasado, pagando juros, e agora vamos ter que pagar pra comer? Não tenho condições de comer na rua, de pagar quentinha”, afirma uma técnica no Hospital Deoclécio Marques de Lucena, em Parnamirim. O vencimento básico inicial de um técnico de enfermagem em regime de 12 plantões de 12 horas é de R$ 1.030,26, além de uma gratificação fixa de R$ 251,69. Os valores estão sem sofrer alteração desde 2014.

Em novembro, as refeições chegaram a ser suspensas por quase uma semana nos hospitais estaduais, por atraso no pagamento às empresas fornecedoras de alimentos.

Além da falta de pagamento do salário dos funcionários da JMT, os servidores da SAFE, que fazem a higienização dos hospitais, ainda não receberam o décimo-terceiro salário. A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) informa que efetuou o repasse à Safe.

Sindsaúde-RN

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  1. Djailton disse:

    E quando os funcionários da JMT vão receber o mês de Dezembro, atrasado todos os meses agora estão de sacanagem,tem que trabalhar dois meses pra receber um? assim é demais, queremos respeito.

  2. Almir Dionisio disse:

    E vão gastar dinheiro para recuperar os presidios e eles vão quebrar tudo novamente.
    E tome dinheiro publico

  3. Pedro Gomes disse:

    Enquanto isso na frente do ITEP tem água, cafezinho, barraquinha pra ninguem levar sol…. só falta umas mesas pra massagem relaxante… Cadê os direitos humanos (dos manos), a OAB… e o restante dessa turma da "sociedade civil organizada" que gosta de chalerar preso. Sim…… e a imprensa!

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Corredômetro-RN: 2017 começa com corredores lotados no Deoclécio Marques

Primeira contagem do Corredômetro realizada em 2017 contabilizou 97 pacientes em macas nos quatro maiores hospitais do RN. Nesta segunda-feira (16), haviam 26 pacientes em macas nos corredores do Deoclécio Marques, na última contagem, no dia 12 de dezembro, havia apenas um paciente em maca.

A contagem geral nos quatro hospitais, registrou uma queda de 17% na quantidade de pacientes internados de forma irregular, em corredores e em outros locais, de 118 para 97. O Hospital Walfredo Gurgel apresentou uma redução de 84 para 51, abaixo da média do segundo semestre de 2016 que foi de 99,5 pacientes.

Em Mossoró, o Hospital Regional Tarcísio Maia, visitado recentemente pelo governador Robinson Faria (PSD), manteve a média de 2016 com 12 pacientes em macas.

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Justiça decide que Estado deve pagar salários da saúde em dia; em caso de atraso, juros serão cobrados

Desembargador acata pedido feito pelo Sindsaúde, para que o estado pague os salários dos servidores em dia. Em caso de atraso, salário deverá ser pago com juros

A Justiça acatou pedido de Mandado de Segurança feito pela assessoria jurídica do Sindsaúde-RN contra o governo do estado do Rio Grande do Norte, determinando o pagamento dos salários até o último dia do mês, conforme o artigo 28 da Constituição estadual. De acordo com a decisão do relator, o desembargador Expedito Ferreira, atual presidente do Tribunal de Justiça (TJ), o governador deve pagar os servidores da saúde em dia, corrigindo-se monetariamente os valores se o pagamento não for pago dentro do prazo.

O mandado de segurança procura resguardar o direito dos servidores de receber seus salários em dia. A decisão liminar 2016.003337-6 descreve que o atraso do pagamento é um ato ilegal das autoridades. O desembargador considera que o argumento apresentado pelo governo de “reequilíbrio de contas públicas” afeta uma garantia fundamental dos servidores, devendo prevalecer o princípio da dignidade da pessoa humana. O texto afirma que o salário é “verba prioritária e intangível, dada a sua natureza estritamente alimentar”.

O Sindsaúde pedia ainda multa diária de R$ 500 para cada servidor, por atraso. Os servidores estaduais pagam suas contas com juros desde janeiro de 2016, período em que começaram a receber os salários atrasados. Até o momento, somente os servidores que ganham até R$ 4.000 receberam o pagamento.

Com informações do Sindsaúde-RN

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  1. Bruno disse:

    Isso aí é balela. Já foi DETERMINADO pela mesma "justiça" que TODO o funcionalismo público estadual fosse pago até o 5o dia útil subsequente trabalhado, com multa de no mínimo 3 mil reais se essa ordem fosse descumprida.
    O que o Estado fez? 👉💩👈

  2. M. D. R. disse:

    É vergonha!!! Enquanto o JUDICIÁRIO, MPRN e ASSEMBLÉIA os seus servidores recebe em dias. O EXECUTIVO, que faz sua parte de arrecadações seus funcionários são tratados de forma de humilhação dividido os seus salários de aproximadamente um mês de atraso. Nunca se viu tanta falta de respeito. Gente tem resposta para esse tipo de tratamento, que 2018, está próximo. Atenção funcionalismo público ESTADUAL, esse GOVERNADOR vai terminar o mandato e ñ vai repor as perdas salarial durante a sua GESTÃO.

  3. Leonardo Linhares de Almeida disse:

    E os demais servidores? Só o pessoal da saúde são pessoas humanas com contas a pagar, imposto a recolher, filhos para alimentar? Os demais servidores não merecem o mesmo tratamento?
    Por falar nisso, os marajás do estado, assim são tratados os pobres coitados que ganham mais de R$ 4 mil, vão receber quando?
    Alguém sabe se no Legislativo e no Judiciário, ASG recebe menos que R$ 4 mil? PArece que os marajás do executivo estão nivelados pelos ASG dos demais poderes, que coisa!!

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Anvisa registra primeiro remédio à base de maconha no Brasil

Foto: (iStock | MaguiDomnguez)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou nesta segunda-feira o primeiro medicamento à base de Cannabis sativa, a planta que dá origem à maconha, no Brasil.

O medicamento específico Mevatyl (tetraidrocanabinol (THC), 27 mg/mL + canabidiol (CBD), 25 mg/mL) será fabricado pela GW Pharma Limited – Reino Unido e distribuído no Brasil pela Beaufour Ipsen Farmacêutica Ltda na forma de spray.

O produto é indicado para o tratamento da “espasticidade moderada a grave relacionada à esclerose múltipla”, mas é contraindicado para gestantes, idosos, portadores de epilepsia ou usuários de maconha.

Segundo a nota técnica do registro, a eficácia do medicamento foi testada em estudos clínicos com mais de 1,5 mil pacientes. O remédio foi aprovado em outros 28 países, onde tem o nome comercial de Saltivex.

No Brasil, o Mevatyl será comercializado com uma tarja preta e sua compra será condicionada à prescrição médica.

Em novembro do ano passado, a Anvisa facilitou a comercialização de medicamentos à base de canabidiol no Brasil ao publicar uma norma sobre o tema.

Segundo a norma, laboratórios podem pedir o registro de derivados em concentração de, no máximo, 30 mg de THC por mililitro e 30 mg de canabidiol por mililitro. Os produtos com concentração maior do que a estabelecida continuam proibidos no país.

A liberação do uso do canabidiol no Brasil foi determinada pela Anvisa em 2015, depois de uma movimentação feita por familiares de pacientes, sobretudo crianças que apresentavam crises repetidas de convulsão.

Em novembro passado, a agência determinou que pedidos novos de importação de produtos de canabidiol sejam analisados de forma prioritária, desde que apresentados todos os documentos necessários previstos no processo.

Super Interessante via Exame

 

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  1. Curioso disse:

    Aê mermão…

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TRF-4 considera alcoolismo como tipo de deficiência e concede benefício

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região considerou a dependência de álcool um tipo de deficiência e concedeu o benefício assistencial a um paranaense da cidade de Astorga, de 52 anos. Segundo a decisão da 6ª Turma do tribunal, ele é dependente de álcool e vive em estado de miserabilidade. O benefício, no valor de um salário mínimo mensal, deverá começar a ser pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social no prazo de 45 dias a contar da intimação. A decisão é do dia 14 de dezembro.

O homem apelou ao tribunal após ter o auxílio negado em primeira instância. Segundo a perícia, ele sofre de transtorno mental e de comportamento devido à dependência ativa de álcool. “É doença crônica, que causa desejo forte ou senso de compulsão para consumir álcool, dificuldade de controlar início, término e consumo, tolerância, abstinência fisiológica, entre outras”, diz o laudo. O autor da ação mora nos fundos da casa da mãe, idosa de 73 anos de idade que vive com um salário mínimo de pensão.

Segundo o relator, juiz federal convocado Hermes Siedler da Conceição Júnior, a incapacidade para a vida independente a que se refere a Lei 8.742/93, que trata da assistência social, deve ser interpretada de forma a garantir o benefício assistencial a uma maior gama possível de pessoas com deficiência.

O magistrado disse em seu voto que as provas anexadas aos autos apontam a incapacidade laborativa do autor, ratificada por testemunhas. Siedler afirmou que durante a entrevista de perícia social o autor estava embriagado e com sinais visíveis de insanidade mental.

“A incapacidade para a vida independente não exige que a pessoa possua uma vida vegetativa ou seja incapaz de se locomover, de se alimentar ou de fazer a própria higiene”, afirmou o magistrado, explicando que o benefício pode ser concedido ainda que não haja uma total dependência do beneficiado. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-4.

Consultor Jurídico

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  1. Val Lima disse:

    Parabéns Doutor, perfeita decisão….

  2. escritor disse:

    O q ele vai fazer com esse dinheiro pago por todos nós?

  3. Blue disse:

    Alguém tem dúvida de que dependência seja doença? Correta a decisão!

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Doença de Parkinson começa no intestino e não no cérebro, diz estudo

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A nova descoberta de um grupo de cientistas indica que a doença de Parkinson pode ser provocada por danos no intestino e não no cérebro, como se pensava até hoje. Os pesquisadores acreditam que esta nova descoberta pode abrir caminho para mais estudos no combate da doença até antes de os sintomas surgirem, ao direcionar os tratamentos para o sistema digestivo antes de a doença se espalhar e chegar ao cérebro.

A doença degenerativa causa a morte de neurônios no cérebro, tremores, rigidez e problemas de mobilidade.

Medicamentos usados no combater à doença, por sua vez, tornam-se menos eficazes à medida que a doença se desenvolve.

Uma das características do Parkinson é o depósito de fibras insolúveis de uma substância chamada sinucleína. Geralmente encontradas em células nervosas saudáveis, em pessoas com Parkinson, algo faz com que as moléculas de sinucleína se deformem tornando-se em aglomerados como fibras.

As indicações de que esta transição pode começar fora do cérebro surgiram há uma década, quando os patologistas relataram ter visto as fibras sinucleínas nos nervos do intestino durante as autópsias – tanto em pessoas com Parkinson quanto naquelas sem sintomas, mas que tinham as fibras no cérebro.

Agora, as fibras de sinucleína foram encontradas viajando do intestino para dentro do cérebro.

Collin Challis, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, durante a pesquisa com outros pesquisadores injetou fibras de sinucleína no estômago e intestino de roedores. Apenas três semanas depois, as fibras podiam ser vistas na base do cérebro, e dois meses depois tinham viajado para partes do cérebro que controlam o movimento.

Nenhum vírus ou bactéria foi identificado como causa durante a pesquisa, mas as primeiras provas sugerem que as pessoas com Parkinson têm bactérias intestinais diferentes das pessoas saudáveis. O Daily Mail destaca ainda que alguns médicos já estão experimentando o tratamento de pacientes com antibióticos ou transplantes fecais.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Secretaria investiga 38 mortes suspeitas de febre amarela em MG

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou, na tarde desta sexta-feira (13), que as notificações de mortes de pessoas com suspeita de febre amarela subiram para 38 em Minas Gerais. Em relação ao último balanço, são oito novos óbitos suspeitos. O número de casos suspeitos chegou a 133. Também nesta sexta-feira (13), o governo do estado decretou situação de emergência em 152 cidades.
Segundo a SES, das 38 mortes, dez são óbitos prováveis da doença, porque os pacientes tiveram exame laboratorial preliminar positivo.

A confirmação ainda depende de mais investigação. Essas ocorrências foram em quatro municípios do Vale do Rio Doce – Piedade de Caratinga (3), Ubaporanga (1), Ipanema (1) e Itambacuri (1) – e em duas cidades do Vale do Mucuri – Ladainha (3) e Malacacheta (1).

Já as notificações de casos suspeitos subiram, em relação ao último balanço, de 110 para 133. Segundo a secretaria, 20 são casos prováveis e se referem a homens, com média de idade de 42 anos.
A cidade com maior número de notificações é Ladainha, onde 29 suspeitas foram registradas. Na sequência, aparecem três cidades do Vale do Rio Doce: Caratinga, com 23 registros, Imbé de Minas, com 14, e Piedade de Caratinga, com 12.

Também há ocorrência de casos suspeitos em Água Boa (1), Alpercata (1) Entre Folhas (2), Inhapim (2), Ipanema (8), Ipatinga (2), Itambacuri (5), Itanhomi (1), São Domingos das Dores (1), São Pedro do Suaçuí (1), São Sebastião do Maranhão (5) e Ubaporanga (6), no Vale do Rio Doce; Frei Gaspar (1), Malacacheta (4), Novo Cruzeiro (1), Ouro Verde de Minas (1), Poté (6) e Setubinha (1) e Teófilo Otoni (5) no Vale do Mucuri. Tem ainda um caso suspeito em Simonésia (1), que é o primeiro em cidades da Zona da Mata, de acordo com a SES.

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus, que pode levar à morte em cerca de uma semana se não for tratada rapidamente. De acordo com o Ministério da Saúde, a doença é transmitida por mosquitos e comum em macacos, que são os principais hospedeiros do vírus.

Em Minas, conforme a SES, 13 cidades tiveram registro de morte ou aparecimento de primatas doentes. Seis delas – Ipatinga, Água Boa e São Pedro do Suaçuí, no Vale do Rio Doce, Durandé e Simonésia, na Zona da Mata, e Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri.

G1

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VÍDEO: Invenção de R$ 0,60 pode mudar medicina em países pobres

Uma invenção que custa menos de um real pode mudar a medicina e salvar vidas em países pobres e locais sem infraestrutura. A criação foi batizada de “Paperfuge”, uma junção de paper (papel) e centrifuge (centrífuga).

Ele foi desenhado por pesquisadores de Stanford. Um deles, Manu Prakash, um professor assistente de bioengenharia da universidade de Stanford, tem como linha de pesquisa a criação de soluções baratas com foco no cuidado da saúde em países pobres.

O Paperfuge se encaixa bem nesse trabalho: seus materiais saem por cerca de 20 centavos de dólares (perto dos 60 centavos brasileiros) e pode ter grande impacto no mundo.

As centrífugas são equipamentos cruciais para a detecção de portadores do vírus HIV, confirmação de casos de malária, entre outros procedimentos médicos.

Para funcionar, as centrífugas precisam de espaço (são geralmente grandes), eletricidade e dinheiro. “Um bilhão de pessoas em nosso planeta vivem sem eletricidade, infraestrutura, estradas e qualquer tipo de assistência média”, diz Prakash em um vídeo produzido por Stanford.

Inspirado em um antigo brinquedo, o novo apetrecho substitui as centrífugas no trabalho de separar o plasma do sangue. Ao colocar um fino tubo de vidro preenchido com sangue e brincar com o Paperfuge, o conteúdo gira a uma grande velocidade.

Alguns testes mostraram que a amostra de sangue pode girar a até 125.000 rpm (rotações por minuto). Para comparação, uma centrífuga profissional fira a 15.800 rpm.

Veja abaixo um vídeo (em inglês) sobre o Paperfuge.

Exame

 

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  1. Senhor Cidadão disse:

    ai sim!!

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