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“Selfie com fantasma” -(FOTO): Musa do SBT, Lívia Andrade faz live no Instagram e fã vê “espírito”

Livia Andrade não acreditou no que viu na madrugada desta quarta-feira (29) numa transmissão ao vivo pelo Instagram. Em um bate-papo com os fãs, ela foi alertada por uma seguidora de que havia uma pessoa ao fundo de onde ela falava.

“Eu não durmo, nem vocês! Estava eu fazendo uma live aqui, quando começaram a dizer que tinha uma pessoa atrás de mim no corredor, eu achei que era zoeira da galera só pra me assustar, mas a @erikaluccio conseguiu tirar um print e me mandou! Não foi uma aparição rápida porque várias pessoas viram, tipo… foi selfie com fantasma!”, explicou ela em post posteriormente.

A integrante do “Jogo dos Pontinhos” continuou: “Conclusão, TO COM MEDO. Não sei se conseguem ver, mas eu vejo um homem, cabeçudo por sinal, camisa branca de manga longa até os joelhos, pernas finas. Parece que segura algo preto nas mãos e está no batente da porta. Quando eu vejo algo, eu acho que vejo, acho que foi impressão, reflexo ou imaginação… mas quando isso é registrado e outras pessoas presenciam aí é pra tremer na base mesmo”.

Confira a imagem e tire suas próprias conclusões:

Lívia está há nove anos no “Programa Silvio Santos”, como participante fixa do “Jogo dos Pontinhos”. No SBT, fez as novelas “Corações Feridos” (2012) e “Carrossel” (2012-2013).

Começou sua carreira em 1997 na emissora, no extinto “Fantasia”. Em 2000, ganhou notoriedade ao lado de Sérgio Mallandro, em seu programa na TV Gazeta/CNT.

UOL

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  1. cabral disse:

    O Negão da Piroca$h do Wattsap

  2. Edu disse:

    Era o Patrão Sílvio Santos atrás dela kkkkkkk

  3. José disse:

    Era o Negão da Piroc@#$*& do WhatsApp

  4. Silvio disse:

    O Ricardão tem mesmo vários disfarces !!!!

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Acidente, processos e assédio: o inferno astral do Uber piora

Acidente com carro do Uber no Arizona: a sucessão de problemas da companhia cresce a cada dia (Mark Beach/Reuters)

O inferno astral da empresa de transportes Uber foi parar no banco dos réus. Na segunda-feira 27, o Uber apresentou sua resposta a um processo aberto na Califórnia pela Wayo, a empresa de carros autônomos da Alphabet, dona também do Google. Nesta terça 28, o Uber entrou com um recurso para tentar forçar uma arbitragem o mais rápido possível. Mas a questão continua em aberto. A Waymo alega que um grupo de ex-executivos roubou propriedade intelectual relacionada a seus projetos e depois abriu uma startup, a Otto, comprada pelo Uber no ano passado por 680 milhões de dólares. A companhia pede até que o Uber não tenha acesso à tecnologia enquanto o processo está em andamento.

A questão foi aberta há um mês. A Waymo afirma que um ex-funcionário do Google, Anthony Levandowski, baixou 14.000 arquivos técnicos de seus servidores (cerca de 9,7 gigabytes) antes de se mandar para abrir a Otto, vendida seis meses depois. Hoje, Levandowski lidera a área de robótica do Uber.

Criar sua própria tecnologia para ensinar os carros a se guiar pelos ambientes urbanos de fato exige um investimento pesado. São milhares de sensores a laser sendo disparados a cada segundo para criar um mapa 3D da área, calcular o trajeto e detectar ciclistas, pedestres e qualquer obstáculo que pintar pelo caminho. Com a contratação de Levandowski, alega a Waymo, o Uber “evitou risco e cortou tempo e dinheiro no desenvolvimento de sua tecnologia”. O Uber diz que as acusações não têm sentido e tentam “reduzir a velocidade de um concorrente”. A decisão deve sair no dia 27 de abril.

Uma derrota será avassaladora para o Uber. De qualquer forma, até lá, o caso será mais uma nuvem negra no caminho da empresa que até muito pouco tempo era a mais incensada do Vale do Silício. Travis Kalanick, fundador do Uber, já afirmou reiteradas vezes que veículos autônomos são essenciais para o futuro da companhia. Substituir motoristas por softwares poderia permitir ao Uber cortar custos, oferecer viagens mais seguras e também driblar processos e problemas legais que vêm se avolumando mundo afora.

No Brasil, a empresa sofreu seu primeiro revés na Justiça em fevereiro deste ano, quando um juiz da 33ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte reconheceu vínculo empregatício entre a Uber no Brasil e um motorista, condenando a empresa a pagar cerca de 30.000 reais em horas extras, adicional noturno, restituição dos valores gastos com combustíveis e verbas rescisórias. A empresa vai recorrer da decisão, argumentando que a 37ª Vara da mesma cidade deu uma sentença exatamente oposta, negando vínculo empregatício solicitado por outro motorista.

O Uber sempre alegou que não emprega seus motoristas e que atua apenas como uma empresa de tecnologia que faz a intermediação e a conexão com os passageiros. A atuação da empresa sempre foi motivo de intensos debates no Brasil, e a pauta deve esquentar com a nova lei de terceirização aprovada na semana passada na Câmara e agora à espera do aval presidencial.

A insegurança jurídica vem trazendo problemas em outros países. Em outubro do ano passado, a empresa perdeu um processo em um tribunal de Londres, que determinou que dois motoristas da empresa tinham direito a um salário mínimo e férias.

A maré ruim começou logo no início do ano, quando o Uber conseguiu perder 500.000 usuários em apenas um fim de semana. O boicote que tomou as redes sociais com a hashtag “deleteuber” nasceu de uma reação ao veto do presidente americano Donald Trump contra imigrantes de países de maioria muçulmana. Na ocasião, os taxistas de Nova York organizaram um protesto em solidariedade aos imigrantes e suspenderam seus serviços no aeroporto JFK. Isso provocou um aumento no preço do serviço do Uber, que calcula a tarifa das corridas com base na demanda. A impressão geral foi que a empresa estava se aproveitando da situação.

Foi só o começo de uma série de problemas que prejudicaram a imagem da companhia. Em fevereiro, uma ex-engenheira do Uber, Susan Fowler, afirmou ter sofrido assédio sexual e sexismo durante seu tempo na empresa. Segundo Fowler, o RH ignorou suas denúncias contra o agressor, por ele ser um funcionário de “alto desempenho”.

Em resposta, Kalanick contratou um antigo procurador-geral dos EUA para liderar a investigação urgente. Dias depois, o jornal americano New York Times publicou uma reportagem que sugere que o caso de Fowler não foi isolado, e sim que faz parte da cultura da empresa. Sob a condição de anonimato, funcionários disseram ter presenciado um diretor gritar insultos homofóbicos a um subordinado, outro ameaçar bater na cabeça de um funcionário com um taco de beisebol e cenas de assédio sexual em retiro da empresa em Las Vegas.

Como se não bastasse, no final de fevereiro, o Uber perdeu mais um executivo. Amit Singhal, vice-presidente sênior de engenharia, deixou a empresa depois de ter sido revelado que ele havia saído de seu trabalho anterior no Google por acusações de assédio sexual.

Ainda em fevereiro, um vídeo publicado pela Bloomberg mostrou Kalanick dentro de um carro do Uber tendo uma discussão acalorada com o motorista sobre as tarifas do aplicativo. Em um e-mail para os funcionários, Kalanick pediu “profundas desculpas” e admitiu precisar “mudar como um líder e crescer”.

Os próprios carros autônomos também viraram fonte de problemas, e não só no processo aberto pelo Google. Na sexta-feira um carro autônomo do Uber se envolveu num acidente com outro veículo em Tempe, no Arizona. Ninguém ficou ferido, mas a companhia tirou seus carros autônomos das ruas do Arizona, e de outros dois estados onde estava fazendo testes.

Antes disso, a imagem da companhia ficou ainda pior, quando o New York Times revelou que o Uber não havia sido honesto sobre um incidente com um de seus carros autônomos que furou um farol vermelho quando um pedestre entrava na faixa para cruzar a rua, em dezembro do ano passado, em San Francisco. Na ocasião, a empresa afirmou ter se tratado de um “erro humano”, mas, segundo o jornal americano, a causa real foi uma falha no sistema responsável pela navegação autônoma do carro. O único “erro humano” teria sido do funcionário que falhou em reconhecer o erro do veículo e corrigi-lo a tempo.

São tantos reveses juntos que executivos do Vale do Silício têm dito que nunca viram uma maré ruim como esta. Em oito anos, Kalanick conseguiu captar 12,5 bilhões de dólares e transformar o Uber na maior empresa privada de tecnologia do planeta, com 70 bilhões de dólares de valor de mercado. O faturamento chegou a 5,5 bilhões de dólares, mas o lucro ainda não veio. Agora, Kalanich terá que mostrar que sua empresa pode dar a volta por cima – e finalmente chegar ao azul. Nem que, para isso, ele tenha que sair do caminho.

Exame

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  1. Renato disse:

    Os motoristas Uber estão tão bem das pernas que precisam rodar pelo menos 10hrs/dia para compensar. Infelizmente é a realidade de hoje em dia, já não tem poucos carros como antes. Sem contar que os 25% em cima de cada viagem é absurda.

  2. Vilanir Gurgel disse:

    É cada figura que vejo dizendo que está no Uber.
    Pra mim, quem ta sem rumo na vida quer ser uber.
    Só pode dar errado.

  3. Jose carlos souto de Freitas disse:

    A uber é uma piada, com tempo perde a graça. Só que vai deixar um prejuízo monstruoso para todos os taxistas do Brasil.

  4. Curioso disse:

    Eu já penso totalmente contrário. A UBER veio para modernizar o atendimento ao cliente e cobrando um preço justo.

    • Ze disse:

      Motorista de uber geralmente é atencioso e não reclama quando a corrida é curta, ao contrário dos taxistas que só faltavam matar o cliente quando a corrida não compensava para eles. Viva a livre concorrência.

  5. TX de verdade disse:

    Interessante se a uber não dá lucro pra empresa imagine pra esses motoriscravo que anda de graça pra essa sociedade hipócrita . Eles tem que voltar pra escola aprender matemática fazer as contas aí depois vão se escraviza . Felizes com pão que diabo amassou.

    • João Amâncio disse:

      Ou o senhor é Taxista, ou tem um familiar ou próximo taxista, pq na normalidade só esse tipo que é contra Uber.

      Taxistas, passaram toda a vida no mesmo modelo de negocio, tratando pessimamente o cliente (salve algumas exceções) se confiando no monopólio do serviço, ai agora pq tem um concorrente de peso, com modelo de negocio moderno e muito bom atendimento a preço justo, ficam revoltados, achando bom pagar uma nota todo mês ao dono da frota e ainda chama os Ubers de escravos… BRASILLLL

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Meu Taxi APP, segurança e agilidade para você

INFORME PUBLICITÁRIO

Aproveitando a tecnologia, algumas empresas de táxi se uniram e desenvolveram um aplicativo, Meu Taxi App, que unificou as tradicionais rádios táxis de Natal em um único serviço, aliando tradição, confiança e uma distribuição proporcional de carros por toda a grande Natal, o que diminui o tempo de espera entre a chamada e a chegada do carro. Esta união, ajuda também o bolso do passageiro, pois a proposta é da redução do custo das corridas com descontos de 30% por chamada no aplicativo.

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  1. Arthur disse:

    Jáaaaaaa????

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TRT-RN lança nesta sexta aplicativo que permite acompanhar processos pelo celular

O aplicativo para celular Mobile JTE da Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte será lançado nesta sexta-feira (31), às 9h, no átrio das Varas do Trabalho de Natal (Av. Capitão Mor Gouveia, 3104, Lagoa Nova).
O Mobile JTE, que estará disponível gratuitamente para as plataformas Android e IOS, permite a consulta de pautas de audiências e julgamentos, da tramitação processual e da jurisprudência do TRT-RN.

O acesso é livre para qualquer pessoa, embora algumas funcionalidades mais específicas do processo dependerão de cadastro no próprio aplicativo.

O TRT-RN disponibilizará esse cadastramento para advogados, trabalhadores reclamantes e empresas reclamadas, magistrados, servidores e peritos no próprio aplicativo, a partir de sexta-feira.

Além disso, o Móbile JTE disponibiliza um alerta sobre a movimentação de processos, a realização de propostas de acordos e um chat que permite o diálogo entre as partes, seus advogados e os magistrados do TRT-RN, dentre outras funcionalidades.

O Móbile JTE foi desenvolvido pelo TRT da 5ª Região (BA). O TRT-RN e o TRT-RS foram escolhidos para utilizarem o aplicativo como projetos pilotos, sob a coordenação nacional do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.

SERVIÇO

Lançamento JTE Móbile do TRT-RN

Data: Sexta-feira (31), às 9:00h.

Local: Átrio das Varas do Fórum Trabalhista de Natal Av. Capitão Mor Gouveia, 3104, Lagoa Nova).

Fonte: Ascom – TRT/21ª Região

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  1. Junior disse:

    Pura verdade ana, se trabalhassem mais e falassem menos seria melhor.

  2. Ana disse:

    Era melhor estes juízes trabalharem mais e fazer jus aos salários altíssimos
    e inclusive o auxilio moradia que recebem, tem processos que passa anos e anos esperando só por uma simples assinatura e nada.

  3. Cida disse:

    Parabéns! Isso sera muito útil!

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Facebook Messenger ganhará recurso para encontrar amigos em multidões

Menos de uma semana após o Google Maps anunciar um recurso para ajudar amigos a se encontrarem em locais lotados, o Facebook anunciou uma novidade semelhante para o Messenger. Trata-se de um recurso que permite que os usuários compartilhem a localização em tempo real com seus contatos do aplicativo.

O recurso funcionará com um botão em formato de flecha na barrinha de conversa do Messenger. Ao apertar o botão, o usuário verá a opção de compartilhar sua localização ao vivo por meio do aplicativo. A princípio, a localização é compartilhada por uma hora, mas o usuário pode encerrar esse envio de informações antes, caso deseje. Veja aqui vídeo que mostra como a novidade funcionará.

Quando outra pessoa compartilhar a localização dela com você, outras informações também aparecerão. Além de ver onde ela está no mapa, você também poderá conferir uma estimativa de quanto tempo ela deve levar para chegar até você, e um ícone de relógio que mostra por quanto mais tempo ela pretende compartilhar a localização com você.

Marcando no mapa

Além desse recurso, também será possível compartilhar locais estáticos, de maneira semelhante ao que o WhatsApp permite fazer. Para isso, em vez de apertar o botão de “Compartilhar Local ao Vivo”, o usuário poderá apertar num ícone de alfinete vermelho. Então, basta escolher um local no mapa e apertar “enviar”. Esse recurso é útil para marcar um ponto de encontro, por exemplo.

Compartilhar seu local ao vivo, por sua vez, pode ser útil para quem quer encontrar amigos em meio a multidões. Entretanto, como esse recurso exige que o GPS do dispositivo fique constantemente compartilhando a posição com o Messenger, ele pode acabar gastando muita bateria. Por isso, é bom ficar esperto e só usar quando necessário.

De acordo com o Facebook, o novo recurso está começando a ser liberado hoje para Android e iOS. Por isso, ele deve chegar ao longo dos próximos dias com uma atualização do aplicativo. E, se a empresa colocou esse recurso em um de seus aplicativos de mensagem, é possível que em breve ele seja levado também para o WhatsApp.

Olhar Digital – UOL

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Interjato auxilia no recadastramento biométrico de aproximadamente 300 mil eleitores

A Interjato, empresa potiguar especializada em conectividade de grandes clientes, está auxiliando o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no recadastramento biométrico de eleitores em 30 municípios de todo o Rio Grande do Norte.

Segundo dados do TRE, a previsão é de recadastrar aproximadamente 300 mil eleitores de diversas regiões do Estado. Para isso, foi necessário o suporte técnico da Interjato. A empresa potiguar interligou as 67 unidades do Tribunal desde 2015 e este ano fará, pela segunda vez, a interligação de todas as biometrias.

O diretor da Interjato, Erich Rodrigues, explicou que esse trabalho da companhia potiguar garantirá melhorias no atendimento aos eleitores e mais segurança para o Tribunal. “Para nós é uma satisfação saber que estamos trabalhando na melhoria da prestação do serviço publico para o eleitor potiguar. Nosso trabalho de interligação permite mais segurança no tráfego de dados e ainda mais agilidade”, contou.

Atuando no mercado brasileiro há mais de 10 anos, a Interjato é referência no serviço de conectividade para os seguimentos público e corporativo. Com uma ampla rede estadual operando com rádios licenciados e uma rede metropolitana em fibra óptica, a Interjato foi a maior vencedora do leilão de frequências da Anatel, conquistando a concessão de faixa própria em 81 municípios, fazendo da Interjato a empresa com a maior e mais robusta rede de dados no estado do Rio Grande do Norte.

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Versão de testes do WhatsApp deixa usuário apagar mensagem

O WhatsApp está testando uma nova função que pode mudar a vida de muita gente: a possibilidade de cancelar o envio de uma mensagem segundos após ela ter sido enviada – seja por ter dito uma bobagem ou por ter cometido um erro de digitação.

A função, bem parecida com o que hoje já é possível fazer no Gmail, deve ter uma limitação temporal – não será possível, portanto, cancelar uma mensagem enviada há muito tempo. O destinatário da mensagem, no entanto, poderá ver que aquela publicação em específico foi cancelada.

Uma primeira versão dessa funcionalidade já havia aparecido em dezembro, mas o tempo que o usuário tinha para apagar a mensagem era de 29 minutos; agora, tempo de ‘arrependimento’ é de apenas dois minutos.

Por enquanto, o teste está sendo feito apenas na versão para iPhone do aplicativo, e foi descoberta pelo usuário do Twitter WABetaInfo, que rastreia alterações no código das versões beta do WhatsApp. Além de mensagens, também será possível cancelar fotos e vídeos, diz a conta.

Hoje, o WhatsApp deixa apenas o usuário excluir a mensagem – no entanto, o destinatário daquela publicação continua vendo o texto enviado.

Como toda função beta, ainda não se sabe se ela de fato chegará a ser lançada pela empresa. No entanto, funções que apareceram no modo de testes do aplicativo, como chamadas de voz, por exemplo, chegaram em poucas semanas à versão final do WhatsApp.

Link Estadão

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Quanto tempo você precisa ficar longe do celular e das redes para uma ‘desintoxicação digital’ efetiva?

Foto 1: SRDJANPAV / BBCBrasil.com. Foto 2: Getty Images / BBCBrasil.com

Na era de “ansiedade digital” em que vivemos, mais e mais pessoas optam por uma medida radical – divulgada por um movimento que começou há cinco anos nos Estados Unidos – para lidar com a dependência da internet e das redes sociais: “desconectar” de tudo.

O princípio é semelhante ao do tratamento de pessoas com adicções a substâncias químicas, a ideia de “limpar” o corpo.

E se você não lembra da última vez que foi dormir sem usar o celular pouco antes de fechar os olhos, e se faz muito tempo que não deixa de conferir as redes sociais ou sai de casa sem o telefone, pode estar precisando de uma “desintoxicação digital”.

“Disconecte para reconectar” é o lema da Digital Detox, uma das organizações que iniciaram o movimento em San Francisco (EUA), em 2012, apenas um ano antes do dicionário Oxford incluir pela primeira vez o termo “desintoxicação digital” em suas páginas.

Seu fundador, Levi Felix, trabalhava 70 horas sem descanso por semana em uma start-up, até ser hospitalizado por exaustão em 2008.

Pouco tempo depois, ele trocou seu computador por uma mochila. Foi com sua namorada viajar pelo mundo e se mudou para uma ilha remota no Sudeste Asiático.

A experiência abriu seus olhos e o inspirou a criar a sua própria empresa – dois anos e meio e 15 países depois – com a ideia de organizar retiros de ioga e meditação para ajudar as pessoas a se desconectar da tecnologia.

Desde então, o número de iniciativas para o mesmo fim não parou de crescer. Veja abaixo algumas delas e o tempo de “desintoxicação” que sugerem:

Um descanso digital: pelo menos 3 dias

“Vivemos em um mundo cada vez mais digitalizado”, conta à BBC Mundo Martin Talk, fundador da Digital Detoxing, uma empresa com sede no Reino Unido que “ajuda pessoas a encontrar um equilíbrio saudável entre as tecnologias digitais e o mundo não digital.”

Martin organiza “retiros digitais” para que seus clientes possam deixar o mundo tecnológico de lado por um tempo e curar seu vício digital ,”geralmente por um período mínimo de três dias.”

“As pessoas precisam de tempo para se adaptar”, diz ele. “A reação inicial é o horror de ter o telefone longe ou efeitos como a ‘vibração fantasma’ no bolso, o que os faz pensar que o dispositivo está tocando, mesmo quando ele não está lá.”

No entanto, e apesar do sofrimento inicial, Martin diz que as pessoas começam a se sentir “muito mais relaxadas” à medida que o processo avança,

“Muitos descrevem a sensação como uma respiração profunda de ar fresco. As pessoas se sentem mais envolvidas com o mundo ao seu redor”, diz o especialista.

Retiro de silêncio: 10 dias

Carla, uma jovem espanhola que mora na Holanda, teve uma experiência semelhante há apenas um mês em Mianmar. Durante 10 dias, desligou completamente seu telefone e as redes sociais e participou de um retiro de silêncio em um monastério budista. Longe da tecnologia, com o único propósito de meditar e se “reconectar” com ela mesma.

“Nos primeiros cinco dias, eu estava querendo fazendo as malas para ir embora. Foi difícil. Mas eu não desisti e decidi viver a experiência até o fim”, disse ela à BBC Mundo.

Geralmente, esse tipo de retiro não pode durar menos tempo. A experiência implica em levantar-se todos os dias às 4h00 e meditar por duas horas, tomar café da manhã, fazer meditação em grupo, comer, e meditar até o fim do dia (e ir para a cama sem jantar).

Mas como é voltar ao “mundo digital”, depois de uma experiência como essa?

“Eu me senti diferente, como se estivesse faltando alguma coisa, como se não estivesse conectada com o mundo”, diz Carla.

“Usar o celular de novo foi o mais estranho. Não tinha certeza se queria ligar de novo. Mas acho que mais pessoas deveriam ter a mesma experiência para aprender a controlar o hábito.”

Carla fala do retiro como uma provação – que ela não se arrepende de ter enfrentado.

Terapia de desconexão: ao menos 6 meses

Marc Masip, psicólogo e diretor do Instituto de Psicologia Desconecta, em Barcelona, disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que “é muito difícil largar [o telefone e redes sociais], mas é muito fácil voltar a se envolver”.

Masip diz que a “intoxicação digital” é tratada como qualquer outro vício, embora, neste caso, sem substâncias relacionadas a ele, mas comportamentos.

Ele enfatiza que cada caso é diferente, mas é necessário ao menos seis meses de terapia cognitiva-comportamental para mudar de hábitos e o tratamento ser eficaz.

“Na verdade, não se trata de quanto tempo de terapia é necessário. Trata-se de averiguar por que houve tal vício e que conflitos ele causou”.

Seu programa inclui acampamentos de desintoxicação, com esportes, meditação e sessões psicológicas.

“No início, os pacientes nos dizem que têm ansiedade, mas, em seguida, se sentem mais relaxados. Eles melhoram todos os aspectos de sua vida, do trabalho às relações sociais”, explica Masop.

“A conscientização social é necessária para percebermos que temos um problema e fazer um plano individualizado para cada pessoa. Há um perfil de um viciado e um roteiro, mas cada caso é diferente.”

A parte mais difícil, diz Masop, é perceber que existe uma dependência.

Adotar a ideia: um dia

Frances Booth, especialista em desintoxicação digital e autora de The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World ( A Armadilha da Distração: Como se Concentrar em um Mundo Digital , na tradução livre) diz que precisamos nos desconectar do mundo digital por razões de “saúde e produtividade.”

“Muitas pessoas estão estressadas e sobrecarregadas pelo excesso de informação e sofrem pela demanda de estar constantemente conectada. Precisamos alcançar um melhor equilíbrio”, disse a jornalista à BBC Mundo.

Booth aponta que fazer uma desintoxicação digital “pode ajudá-lo a recuperar o equilíbrio e, quando você retornar ao trabalho, você estará mais produtivo.”

Mas por quanto tempo é necessário?

“É incrível a diferença que pode fazer apenas um dia sem estar constantemente conectado”, diz a autora.

“Você começa a ter a noção de ter tempo para outras coisas e pensar sem interrupções constantes.”

E para descobrir se você precisa da desintoxicação, recomenda fazer a pergunta: “Você é capaz de ir até a loja da esquina sem levar seu smartphone?”

Tanya Goodin, fundadora da empresa especializada em desintoxicação digital Time To Log Off (Hora de desconectar), em Londres, diz que “inclusive uma hora ou duas são suficientes para se ‘reiniciar’ e acalmar a mente da constante estimulação digital.”

“Mas para melhores benefícios (especialmente um melhor descanso) recomendamos 24 horas”, diz à BBC Mundo.

Em seus retiros especializados, Goodin garante que os hóspedes ficam longe de “todos os dispositivos digitais” e os armazenam em um lugar reservado, a sete chaves.

Mas não há necessidade de ir a um retiro para fazer uma desconexão digital.

“Se você quiser fazer isso em casa, basta colocar todos os seus equipamentos em uma gaveta ou em um armário fechado. Não tente desconectar do mundo digital com seu celular e laptop por perto”, recomenda Goodin.

E, para ser eficaz, precisa “desligar completamente o seu telefone, tablet, computador ou qualquer outro aparelho digital. Isso significa não se conectar a redes sociais e se isolar completamente (de forma temporária) do mundo digital.”

E para quem ainda tem dúvidas sobre a necessidade ou não de se desconectar ou mesmo “desintoxicar”, Goodin oferece o seguinte conselho: “Se você perceber que você tem falta de sono e que você tem dificuldade para se concentrar ou que seu humor se deteriora sempre que você usa redes sociais, uma desintoxicação digital será, sem dúvida, de grande ajuda.”

Terra via BBC Brasil

 

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Extra publica palavrão e errata do jornal faz sucesso no Facebook

Jornal Extra: edição da última terça-feira (21) trouxe um erro curioso que rendeu inúmeras piadas (Foto/Reprodução)

Redações cada vez mais enxutas, imensidão de assuntos para tratar todos os dias, entre outros milhares de desafios. Ser jornalista no mundo contemporâneo pode ser bastante complexo.

Por desatenção ou sobrecarga, os erros, escorregões e infelizes coincidências têm se tornado cada vez mais comuns.

As redes sociais não perdoam deslizem e inundam cada postagem dos veículos com brincadeiras ou severas críticas. Quem cuida das páginas tem inúmeras alternativas para responder os leitores.

Poucos, entretanto, conseguem mesclar humildade e bom humor para assumir seus erros e ganhar pontos com o público. Sucesso nas redes sociais: confira as 15 melhores respostas do Evaristo Costa aos fãs

O jornal Extra, entretanto, deu um bom exemplo na tarde de ontem. A edição da última terça-feira (21) trouxe um erro curioso (veja abaixo), que rendeu inúmeras piadas.

Em sua página no Facebook, o veículo não apenas pediu desculpas como mostrou o erro na página e ainda por cima fez uma errata bastante espirituosa. Dê uma olhada:

Este conteúdo foi originalmente publicado no site da AdNews.

Exame

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  1. Antonio Dantas disse:

    cau

  2. Rick disse:

    Começa com 'c';
    termina com 'u';
    é monossílabo;
    e nem sempre está limpo.

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Videogame mais vendido no mundo, Atari é relançado no Brasil com 101 jogos

Febre entre os jovens na década de 1980, o videogame Atari está volta às prateleiras das lojas. A Tectoy, empresa brasileira de equipamentos eletônicos, lançou nesta quarta-feira uma nova versão do clássico Atari 2600, de 1977. O “Flashback 7” vem com 101 jogos na memória, e já está disponível para a venda por cerca de R$ 500.

As cores e design foram mantidos na nova versão do Atari. Além disso, a Tectoy manteve os principais jogos do console: Centipede, Frogger e Space Ivaders. A compra pode ser feita pelo site da Tectoy.

“O clássico videogame remete a primeira versão de 8 bits, o Atari 2600 de 1977, que fez a indústria dos videogames mudar para sempre e criar uma nova cultura. Até hoje foi o videogame que mais vendeu no mundo.Por essas e outras, é que a Tectoy acredita que vale a pena reviver mais essa experiência única e também histórica, de poder jogar sozinho ou acompanhado, os 101 jogos que acompanham essa versão”.

Extra – O Globo

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Waze lança sistema de caronas compartilhadas

A Google anunciou o lançamento do Waze Carpool, um novo recurso do aplicativo de navegação que permite oferecer caronas compartilhadas. O Waze Carpool já está disponível em cidades dos EUA e deve chegar em breve ao Brasil.

A intenção do Google é criar uma alternativa real para o transporte das grandes cidades – algo que o Uber, por exemplo, já tenta fazer com o Uber Pool. A diferença é que serão corridas entre usuários, que apenas dividirão o dinheiro da gasolina.

A tecnologia é parecida com a que o aplicativo Blablacar já oferece no Brasil, mas com o potencial de muito mais usuários do Waze.

O recurso já estava sendo testado em Israel, berço do Waze, e na Califórnia, onde fica a sede da gigante Google, que em 2013 adquiriu a startup israelense que revolucionou os serviços de navegação.

“Vamos poupar tempo e dinheiro e teremos menos carros na rua. O que é melhor é que será menos entediante do que viajar sozinho. Basta informar para onde vai que alguém pode te dar uma carona. Isto não é Uber, não é taxi. É para pessoas que usam o Waze todo dia e vão para o mesmo lugar. Imagine metade dos carros a menos na rua”, afirmou Di-Ann Eisnor, diretora global do Waze.

Segundo o chefe do Waze, São Paulo, por exemplo, é a cidade com mais usuários ativos no mundo. Brasil é o segundo país em usuários mensais, atrás apenas dos Estados Unidos. O Rio de Janeiro, por sua vez, foi a primeira cidade parceira no projeto “cidades conectadas”, em que o Waze auxilia com dados para mudar o trânsito da cidade.

Como funciona

Quem quiser pegar uma carona, deverá baixar um app chamado Waze Rider, disponível para iOS e Android, para encontrar um motorista. Já os donos de carros usarão o app padrão do Waze para achar os caronas.

Há algumas regras: o Waze Carpool limita os motoristas a darem duas caronas por dia. As viagens não poderão envolver várias paradas. Além disso, motoristas e caronas deverão dividir o custo do combustível para a viagem. O pagamento é definido com antecedência e o dinheiro é transferido do carona para o motorista automaticamente.

UOL

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  1. Zezuíno disse:

    Os ladrões de carro vão amar essa facilidade.

  2. joacy disse:

    assim que puder, vou me cadastrar pra dar carona a quem pedir.

  3. @brasil disse:

    E agora taxistas? Caiu a ficha?

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Criado aplicativo capaz de detectar dengue e zika em até 30 minutos

Um grupo norte-americano de pesquisadores desenvolveu uma maneira fácil e rápida de realizar testes para as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A “LAMP Box”, que pode ser operada pelo celular e custa menos de 100 dólares, é capaz de fornecer um diagnóstico preciso de dengue, Zika e chikungunya em até 30 minutos. O estudo que traz detalhes do desenvolvimento do aplicativo foi publicado no jornal Scientific Reports.

Testes de laboratório para doenças virais costumam ser complexos, por demandarem a análise de material genético dos pacientes. A tarefa consiste basicamente no aquecimento e resfriamento repetido das amostras coletadas em uma máquina. Isso cria condições para que o vírus se replique e seja identificado por seu DNA ou RNA. Para isso, costumam ser utilizados fluorímetros, marcadores bastante caros que acusam a presença do material genético viral. O processo descrito tem o nome de reação em cadeia da polimerase, e explica o tempo que o exame costuma levar para ficar pronto – alguns dias, no mínimo.

A LAMP box também se utiliza do calor para “copiar” o vírus. A temperatura, no entanto, é de apenas 65ºC, conseguida facilmente com uma fonte USB de 5 V. Demandando apenas amostras biológicas, como sangue, saliva ou urina, o resultado fica pronto em cerca de meia hora. Em presença de DNA viral, a amostra fica brilhante e, não havendo vírus, ela permanece escura.

A técnica desenvolvida pelos cientistas permite que a câmera do smartphone funcione como uma espécie fluorímetro. Ao ser posicionado acima da LAMP Box, ela inicia o aplicativo e já aciona o aquecimento. Durante os trinta minutos do processo, o aparelho fotografa a amostra. As fotos são lidas pelo aplicativo, que interpreta a cor e brilho para determinar o diagnóstico.

Por colocar os recursos de um laboratório na palma de uma mão, a técnica pode ser decisiva onde não há infra-estrutura necessária para testes desse caráter. Essa é a realidade, por exemplo, de países subdesenvolvidos, locais onde justamente há maior incidência de Zika, dengue e chikungunya. A possibilidade de identificar as três doenças simultaneamente, e num período tão curto de tempo, pode ser vital na determinação de um surto, bem como no tratamento dos pacientes.

Super Interessante

 

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