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Aplicativo localiza smartphone roubado e ainda tira foto do ladrão

Um dos maiores receios dos usuários é perder ou ter o smartphone roubado. Além de não poder recuperar o bem, ele ainda pode ter suas informações pessoais acessadas por quem estiver de posse do aparelho.

Para ajudar a evitar este drama, a Avast!, fornecedora de soluções representada no Brasil pela Stity Tecnologia, liberou o Avast Anti-Theft, para smartphones e tablets Android.

Disponível nas versões gratuita e premium (paga), ele tem como principal função localizar e rastrear o aparelho via GPS e controlar remotamente o aparelho.

O Anti-Theft é um aplicativo independente do Avast Mobile Security e Avast Antivírus e completamente invisível quando está sendo executado, o que impede que o ladrão tome conhecimento de sua utilização.

Ele também permite tirar fotos remotamente e ouvir o áudio do ambiente onde o telefone está localizado.

O app pode ser configurado para enviar uma notificação para outro dispositivo sobre uma modificação do cartão SIM.

O usuário pode acionar características remotas por meio de um comando em SMS a partir do telefone de um amigo ou através do portal do Avast.

A versão premium ($1,99 por mês ou $14,99 por ano) oferece outros recursos, como a Geoproteção, que executa ações específicas (por exemplo, bloqueio, sinal sonoro, enviar localização), determinação de perímetro para que o app possa ser acionado se o aparelho estiver de posse de outra pessoa caso o usuário tenha perdido ou sido furtado.

Um verificador de senha é disponível para que aumente a segurança da aplicação e recupere remotamente os dados, tais como o registro das chamadas realizadas, mensagens SMS e outros dados pessoais do telefone antes de limpar a memória remotamente.

O Avast Anti-Theft está disponível na Google Play.

Exame

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Criador da web lista três medidas para ‘salvar’ a plataforma

Há 28 anos, Tim Berners-Lee enviava a proposta para o que hoje conhecemos como a web. Segundo ele, a ideia era criar uma plataforma aberta que permitisse a todos “compartilhar informações, ter acesso a oportunidades e colaborar para estreitar fronteiras geográficas e culturais”.

No entanto, não foi isso o que aconteceu. “Ao longo do último ano, fiquei bastante preocupado com três novas tendências, que acredito que devemos enfrentar para que a web possa cumprir seu verdadeiro potencial como uma ferramenta que serve a toda a humanidade”. Confira os pontos listados pelo criador da web:

1. Controle dos dados pessoais

“O modelo atual de negócios de muitos sites oferece conteúdo gratuito em troca de dados pessoais. Muitos de nós concordamos com isso e não nos importamos com algumas informações sendo coletadas em troca de serviços gratuitos. O problema é que, como os dados são mantidos em posse de outras pessoas, fora de vista, perdemos os benefícios que teríamos se tivéssemos controle direto sobre eles e escolhêssemos quando e com quem compartilhar”, explica Berners-Lee.

O professor ainda cita que as informações sobre os usuários podem cair nas mãos de governos que “atropelam” os direitos à privacidade. “Mesmo em países onde acreditamos que os governos possuem os melhores interesses, ter acesso a tudo o tempo todo é ir longe demais”, afirma.

2. Desinformação

“Muita gente se informa usando apenas uma série de redes sociais e resultados de motores de buscas. Os sites de busca ganham mais dinheiro quando clicamos nos links que eles nos mostram e escolhem o que vemos com base em algoritmos que aprendem com nossos dados pessoais, que eles recolhem constantemente. O resultado final é que os motores mostram conteúdo que eles acham que vamos clicar, o que significa que a desinformação ou a falsa notícia pode se espalhar como um incêndio”, declara o criador. Segundo ele, esse pode ser um prato cheio para pessoas mal intencionadas, que fazem com que a desinformação se espalhe e ganham dinheiro com isso.

3. Transparência na publicidade política

“A indústria de publicidade política online se tornou sofisticada em pouco tempo[…]Há indícios de que alguns anúncios estão sendo usados de maneira não ética, apontando para falsos sites de notícia para manter usuários afastados das pesquisas. A publicidade segmentada permite que uma campanha diga coisas completamente diferentes, conflitantes, para diferentes grupos. Isso é democrático?”, questiona Lee.

Como solução, o criador da web defende o trabalho em conjunto entre as empresas, desenvolvedores de novas tecnologias e organizações que defendem a privacidade do usuário. “Devemos lutar contra o excesso de leis de vigilância dos governos”, aponta. “Todos construímos a web que temos, agora cabe a nós construir a web que queremos – para todos”.

Olhar Digital – UOL

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VÍDEO: Jaqueta inteligente do Google vai custar mais de R$ 1.000; veja como funciona

A jaqueta inteligente criada pelo Google em parceria com a fabricante de jeans Levi’s vai custar US$ 350. O preço foi anunciado nesta segunda-feira, 13, durante o SXSW, evento que reúne diversos festivais em Austin, no Texas.

O produto, que chega ao mercado no segundo semestre deste ano, conta com a tecnologia “Project Jacquard”, que usa um tecido condutor para se conectar ao smartphone e permite realizar uma série de tarefas mais ou menos da mesma maneira que um relógio inteligente. Com a veste, o usuário pode mudar de música, pausar e até atender chamadas apenas tocando em seu pulso.

Veja como funciona a Levi’s Commuter Trucker Jacket:

Olhar Digital – UOL

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Pancadaria nos grupos de WhatsApp: digitou, enviou, virou barraco

No ambiente virtual, onde é comum um interlocutor postar sem filtro, outro levar a mal e vários darem palpite, os barracos em redes sociais se tornaram rotineiros. Os grupos do WhatsApp não ficam de fora da pancadaria. Dos 100 milhões de usuários do aplicativo de trocas de mensagens (segundo pesquisa do Instituto Datafolha), só 13% não estão em nenhum grupo.

O resto participa de seis turmas distintas em média. São mensagens ininterruptas, que o usuá­rio em geral não precisa ler, muito menos responder a elas. Mas quem resiste? O resultado de tanta comunicação é uma alta cota de embates, provocados, segundo os entendidos, pelo uso inadequado da ferramenta. “Deveria ser um ambiente de textos curtos, diretos e de interesse da maioria”, diz o especialista Celso Fortes. Acaba sendo um local para jogar conversa fora, comentar sobre tudo e todos e compartilhar gigabytes de imagens, piadas e mensagens “edificantes”. De repente, do nada, aparece aquele áudio com uma voz indignada queixando-se de alguma situação que envolve integrantes do grupo, e está montado mais um barraco por motivos desalentadoramente pífios.

VEJA

DO BLOG: Em Natal em alguns grupos a discussão já acabou em briga por causa de futebol, em boletim de ocorrência por ofensas e muitos prints de bola fora rodaram atingindo honra e pessoas que nada tinha com as discussões.

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  1. Guilhermina Alecrim disse:

    Tolinhos

  2. Fran disse:

    Isso é bem típico de brasileiro. Coisa de desocupados que passam o dia em redes sociais, e esquecem de trabalhar. Este país jamais mudará se nós não mudarmos nossas atitudes.

  3. Ivete Bezerra disse:

    Quero registrar a imensa dificuldade que o público que estava no Midway ontem, sábado, 11 de março, passou para sair de lá.
    Estacionamos no G5 e, em fila, demoramos precisamente vinte e sete minutos para alcançar a única abertura para o mundo exterior: a saída pela avenida Bernardo Vieira.
    O público que estava no teatro e no cinema passou por essa dificuldade.
    Um estacionamento com seis pavimentos de garagem para sair por uma única e definitiva abertura, de quatro que existem.

    • Paulo disse:

      Vinte e sete minutos não é tanto tempo assim.

    • Guilhermina Alecrim disse:

      Realmente não faz sentido uma só saida. Estava no teatro – aliás vale a pena ver o musical Mamonas Assassinas- e foi bem complicado para sair.

    • Dani disse:

      Como não?
      27 minutos pra sair de um shopping é tempo demais!!!

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Vice-presidente do Tinder diz que vai banir “porcos machistas”

Um print de um homem fazendo insultos racistas e sexistas para uma mulher no Tinder caiu na rede e fez com que o aplicativo anunciasse uma nova medida. Agora, pessoas com “discursos sexistas e comportamentos machistas” serão banidas da plataforma de relacionamento.

Quem anunciou a medida foi a vice-presidente de comunicação e marca da empresa, Rosette Pambakian, em uma carta aberta, chamando pessoas que não tem respeito pelas outras de “porcos machistas” e “babacas incapazes de superar suas inaptidões para ter uma conversa decente com outra pessoa no aplicativo”.

Ela direciona a carta a Nick, homem do print que viralizou na internet. Ele fez uma série de xingamentos para uma mulher simplesmente por ela ter parado de responder suas mensagens.

Rosette anunciou na carta que ele foi banido do aplicativo e ainda disse que a empresa “não tolera desrespeito” e que seus funcionários trabalham “todos os dias para livrar nosso ecossistema de parasitas como você”.

O texto foi publicado no dia 1º de março, quando é comemorado o Dia Nacional dos Porcos, nos Estados Unidos, já que o apelido “carinhoso” de pessoas racistas e machistas é racist pigs e sexist pigs (“porcos racistas” e “porcos sexistas” em livre tradução do inglês).

Para finalizar o texto, Rosette escreve que “mais e mais mulheres estão se tornando empreendedoras e líderes empresariais de sucesso” e têm poder para manter pessoas como Nick fora.

UOL

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  1. JOAO MARIA disse:

    QUE NOTICIA IMPORTANTE, QUE PORRA E TINDER, ROSSET,PRINT , NÃO ENTENDI NADA

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WhatsApp traz de volta status antigo após “avalanche” de reclamações; veja como usar

O WhatsApp lançou recentemente um novo recurso de Status que, assim como muitas outras coisas que o Facebook e suas empresas têm lançado, é uma cópia descarada do Snapchat. Também por esse motivo, o recurso não foi muito bem recebido pelos brasileiros. Para piorar a situação, até era possível reverter a atualização, mas só se você estivesse usando um celular Android com root.

Agora, após passar por uma breve versão de testes, o recurso antigo de Status do WhatsApp está de volta na versão beta do app para Android. Ele agora recebe o nome de “Recado”, mas funciona da mesma maneira que antigamente: você pode deixar uma frase curtinha sobre seu estado atual para que seus contatos vejam antes de lhe mandar uma mensagem.

Como usar?

Para editar o seu “Recado”, abra o aplicativo, clique no menu no canto superior direito (o ícone de três pontinhos) e vá em “Configurações”. Em seguida, clique na sua foto na parte superior da página. Ela abrirá em uma nova página, com seu nome e seu “Recado” embaixo. Basta clicar no seu “Recado” para poder editá-lo.

Também é possível ver os “Recados” de seus amigos. Para isso, basta ir no menu de contatos: abra o app e clique no ícone verde redondo com um símbolo de mensagem dentro. O menu mostrará seus contatos, organizados por ordem alfabética, com o “Recado” de cada um abaixo do nome.

Disponibilidade

Se essas novidades ainda não aparecerem para você, não se preocupe. Elas devem chegar em breve para a versão “normal” do aplicativo. Mas se você estiver muito ansioso para ter acesso a elas, talvez valha a pena se inscrever para a ersão beta do WhatsApp (veja aqui como). Ainda assim, vale lembrar que por enquanto o recurso só está disposível para Android, mesmo na versão beta.

Vale notar também que os “Recados” não fazem com que o novo recurso de Status do WhatsApp desapareça; os dois, por enquanto, estão existindo lado a lado. E o mais provável é que ele continue a existindo de maneira definitiva.

Olhar Digital – UOL

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Empresa cria app que permite fazer sexo pelo smartphone

O título que te trouxe até este texto é literal. Uma empresa está lançando uma loja virtual erótica chamada O-Cast. Seus criadores a consideram uma espécie de iTunes, mas, em vez de músicas, filmes e séries, o espaço armazena movimentos sexuais que são enviados através do smartphone para uso em vibradores.

A ideia é que a pessoa possa usar um aplicativo para gravar padrões lambendo a tela. Esses dados são enviados para o O-Cast e, de lá, podem ser baixados em um vibrador com conexão Bluetooth. Assim, casais que estiverem separados poderiam se manter sexualmente ativos mesmo a distância, “Você também pode usar o dedo”, disse o porta-voz da empresa, Darren Press, ao Huffington Post.

Press tem vários negócios ligados a sexo. O principal é o CamSoda, um site de entretenimento adulto com “cam models”, que são mulheres que cobram por sessões virtuais de exposição erótica. O executivo pediu que algumas delas testassem o O-Cast e se diz surpreso com a resposta positiva que recebeu.

Charley Hart, uma das modelos, disse ao HuffPost que a novidade pode expandir as possibilidades do seu trabalho, já que um cliente poderia pagar taxas extras para interagir com ela através do aplicativo. Outra ideia é usar a plataforma como método de treinamento.

O próprio Press pensa em algo do tipo. Atualmente, há 12 exemplos de “orgasmos” disponíveis para download na loja virtual, mas outros devem ser adicionados à medida que os usuários começarem a fazer upload de suas performances.

Esta não é a primeira vez que Press faz apostas num modelo de loja virtual. Há alguns meses ele lançou um produto parecido com o O-Cast, mas para sexo oral em homens. Naquele caso, uma pessoa efetuaria a prática usando um pênis artificial, os dados seriam enviados para a internet e depois carregados numa espécie de “luva”, que seria usada pelo homem a receber a prática.

Mas, enquanto o vibrador do O-Cast custa US$ 100, a tal “luva” sai por US$ 250, o que fez com que as vendas não dessem muito resultado. “O dispositivo para aquilo é caro. É o melhor do seu tipo, mas ainda não está no ponto”, admitiu ele.

Olhar Digital – UOL

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WhatsApp testa ferramenta para que empresas possam falar com você

Por interino

O WhatsApp já é usado por diversas empresas e profissionais para a comunicação com seus funcionários, mas parece que o aplicativo quer ser uma ponte também entre as companhias e seus clientes.

De acordo com a agência Reuters, está em fase de testes um recurso que permite às empresas falarem diretamente com os usuários do WhatsApp.

Apesar de promissora, a ideia está sendo tratada com cuidado, já que o app quer evitar problemas com mensagens de spam. Para isso, uma pesquisa quer saber dos usuários se eles costumam usar a plataforma para se comunicar com as empresas das quais são clientes e se eles já receberam spam. As companhias serão cobradas para que possam entrar

Questionado, o WhatsApp preferiu não comentar o caso, mas a Cowlar, uma das empresas que estariam participando do teste, afirmou, por meio de seu co-fundador, Umer Ilyas, que as experiências estão em fase inicial.

Olhar Digital – UOL

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USO DE FERRAMENTAS SECRETAS PARA ENGANAR AUTORIDADES: Polêmica da Uber alimenta fuga de pessoal

Por interino

As recentes acusações contra a Uber, como a de que tem um programa global para evitar a investigação de autoridades, parecem ter provocado uma corrida de trabalhadores para deixar a empresa.

Profissionais de recrutamento do Vale do Silício e executivos de empresas rivais afirmam que há um aumento nas solicitações de empregos por parte de trabalhadores da Uber, que ao que parece estão perdendo a fé na liderança da empresa e começando a duvidar do valor de suas opções de ações.

A ideia parecia ser inimaginável até poucas semanas atrás, afinal a start-up chegou a ser considerada como uma das mais prestigiosas e lucrativas do Vale do Silício.

Porém, depois que duas antigas trabalhadoras da companhia publicaram relatos pessoais nos quais descrevem assédio e sexismo na empresa, um profissional de recrutamento disse ter recebido em uma semana mais currículos não solicitados de trabalhadores da Uber do que no mês anterior inteiro.

Para os funcionários, deixar a companhia agora significa abandonar opções de ações que podem valer milhões de dólares –a empresa, que não tem papéis negociados em Bolsa de Valores, é avaliada em US$ 70 bilhões.

“De uma perspectiva puramente financeira, o Uber teria de se tornar um lugar de trabalho realmente horrível para que as pessoas optassem por sair”, disse Guillaume Champagne, presidente da SCGC Executive Search.

Mesmo assim, nas últimas semanas Champagne registrou avanço de 5% ou 10% no número de pessoas interessadas em sair, especialmente aquelas que “têm mais dificuldade para se enquadrar à cultura da empresa”.

“É justo dizer que as pessoas em geral sabem o que vão encontrar quando aceitam trabalhar na Uber.

Sabem que é um ambiente dominado pelos homens, de alta combustão, parecido com o de um banco de investimento”, ele acrescenta.

Um porta-voz da Uber disse que a empresa não vem sofrendo perda de mão de obra superior ao normal.

EMBARAÇO

Nas duas últimas semanas, uma série de embaraços públicos, entre os quais um vídeo no qual o presidente-executivo da empresa, Travis Kalanick, aparece xingando um motorista da Uber, colocaram a empresa em dificuldades para recuperar sua imagem.

Kalanick divulgou um pedido de desculpas incomum, quando o vídeo foi divulgado, afirmando que “preciso mudar fundamentalmente como líder e amadurecer”.

“Dizer que estou envergonhado é ficar bem aquém do que sinto”, completou o executivo.

Ele também anunciou nesta semana que busca um vice-presidente de operações, uma espécie de braço direito.

“Um colega que possa ser meu parceiro para escrever o próximo capítulo em nossa jornada”, explicou Kalanick.

SAÍDA

Dois executivos de primeiro escalão deixaram a empresa nos últimos dias, o que agrava as incertezas dos funcionários.

Um dos que saíram da companhia foi Ed Baker, que era vice-presidente de produtos e comandou a rápida expansão da Uber nos três últimos anos.

Ele atribuiu a decisão à vontade de trabalhar no serviço público.

“Claramente há mais pessoas pensando em sair”, diz Alex Rodriguez, que cofundou no ano passado a Embark, uma start-up de caminhões autoguiados.

Diversos trabalhadores do grupo de tecnologias avançadas do Uber, em Pittsburgh (EUA), deixaram a empresa e aceitaram propostas de rivais no mês passado.

Folha de São Paulo

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Ator Bruno Gagliasso ganha R$ 65 mil por post e Fê Souza vale mais que Thiaguinho; veja os cachês dos famosos na Web

Por interino

As redes sociais aproximaram os fãs de seus ídolos, e também viraram uma nova forma de os famosos encherem o cofrinho. Cada post patrocinado é mais dinheiro na conta. Fernanda Souza que o diga. A atriz e apresentadora é dona de um dos maiores cachês do mercado digital, segundo os valores distribuídos ao mercado publicitário aos quais o EXTRA teve acesso.

Com 10 milhões de seguidores no Instagram, ela embolsa R$ 60 mil ao publicar um vídeo patrocinado. Com metade dos seguidores da mulher, o cantor Thiaguinho recebe um pouco menos, R$ 50 mil, para o mesmo tipo de ação em sua conta na rede social.

Mas se tem um casal lucrando muito com a internet é Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank. O ator, que tem quase seis milhões de seguidores no Instagram, cobra R$ 65 mil por vídeo publicado. Já Giovanna fica R$ 45 mil mais rica com o mesmo tipo de postagem. Embora tenha um número maior de gente que a acompanha (7, 5 milhões), é indiscutível a maior popularidade do marido, justificando o cachê mais alto.

Mas Giovanna também negocia uma espécie de “combo”, com postagens no Twitter e no Facebook, além do Instagram, que dão a ela R$ 90 mil a mais na conta.

Extra – Globo

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  1. MR disse:

    Se dependessem de mim, morreriam de fome.
    Povo idiota, ficar acessando essa falta do que fazer e gerar ganhos a esse tipo!

  2. Carlos Teixeira disse:

    Quem danado é FÊ SOUZA????

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Xingamentos pelo WhatsApp geram dever de indenizar; juíza considerou que podem causar prejuízo psicológico

Por interino

“O instituto dos danos morais se mostra aplicável aos casos de xingamentos, porquanto tal fato é potencialmente apto a causar prejuízo psicológico ao indivíduo.”

Com esse entendimento, a juíza de Direito Giselle Rocha Raposo, do 3º JEC de Brasília, condenou um homem a indenizar por danos morais uma mulher ofendida por ele no WhatsApp.

De acordo com a decisão, o réu, devidamente intimado, deixou de apresentar contestação, impondo-se o reconhecimento dos efeitos materiais da revelia. Para a magistrada, no entanto, “restou demonstrado pelas telas do WhatsApp que o requerido desferiu vários xingamentos capazes de atingir a honra da autora”.

“A conduta do requerido ultrapassou os limites da proporcionalidade, o que efetivamente gera dever de reparação.”

Para estabelecer o valor da indenização, a juíza considerou a proporcionalidade entre o dano moral sofrido e as consequências causadas, bem como as condições econômico-financeiras do agente causador do dano, e fixou a indenização em R$ 1 mil.

Processo: 0734540-57.2016.8.07.0016

Migalhas

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  1. Eliane carneiro sousa disse:

    Está muito certo.devemos respeitar.as pessoas.😄

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ALERTA: Nova função do WhatsApp pode ser perigosa; entenda

Por interino

A atualização mais recente do WhatsApp trouxe um novo recurso: o status. Parecido com o Instagram Stories e com o Snapchat, as fotos e vídeos ficam disponíveis por até 24 horas no mensageiro. No entanto, é preciso tomar cuidados para não ser alvo de ataques ou roubos, já que o status do WhatsApp, por padrão, é público. Ou seja, qualquer pessoa da sua lista de contatos tem acesso. Para fazer a mudança, é preciso ir na privacidade do app e escolher quem pode ou não ver o conteúdo que você posta.

Embora o WhatsApp tenha criptografia e recursos de segurança, como a verificação em duas etapas, também pode estar vulnerável a ataques de ransomware. Confira, na lista abaixo, cuidados que é preciso ter para não cair em nenhum golpe ou ataque.

1) Status Público

Colocar um vídeo no status do WhatsApp significa que todas as pessoas que estão salvas na sua agenda irão vê-lo. É preciso tomar muito cuidado, principalmente se você usa o mesmo aparelho na sua vida pessoal e profissional. Na sua lista de contatos, podem existir pessoas em quem você não tem tanta confiança para expor informações mais íntimas ou privadas, por isso, vale ficar sempre atento ao conteúdo que coloca no status.

Para te ajudar a manter o cuidado, há como mudar a sua privacidade e escolher quais pessoas podem ter acesso aos seus vídeos. Lembre-se que, por padrão, o status está público.

2) Conteúdo compartilhado

Com atividades parecidas com o Instagram e Snapchat, o WhatsApp parece estar se tornando uma rede social. Isso, no entanto, pode ser um perigo para quem não toma os cuidados necessários. Os pais de crianças ou menores de idade que possuem smartphones, por exemplo, precisam ter atenção redobrada, já que eles podem ter números de estranhos salvos na agenda e, sem perceber, podem estar expondo suas informações para pedófilos, criminosos cibernéticos e sofrer ataques de bullying. Sem cuidados e atenção devida, os jovens são os mais vulneráveis a ataques.

3) Ransomware, roubos e sequestros

Se você compartilhar o status do WhatsApp com todos os seus contatos, e caso tenha o celular roubado ou perdido, os cibercriminosos podem descobrir onde vive, qual escola seus filhos frequentam ou quando está em férias. Dessa forma, é mais “fácil” planejar um roubo, sequestro ou fazer alguma chantagem.

4) Aplicativos piratas

Quando algum app está em alta, os hackers são especialistas no desenvolvimento de malware, aproveitando o desejo dos usuários de utilizarem novas redes sociais. Esse é mais um motivo, além dos citados acima, para ser cauteloso e cuidadoso quando for baixar algum aplicativo ou postar algum conteúdo.

É importante prestar atenção nos aplicativos que alegam adicionar funcionalidades ao status do WhatsApp, como, por exemplo, prometer que você ainda verá fotos depois de 24 horas. Esses aplicativos são, em grande parte, mal-intencionados e atraem as pessoas afirmando ser capazes de ignorar alguma função do app original. Usar algum app pirata pode trazer ransomware para o seu dispositivo.

5) Golpe

Assim como o Instagram Stories e o Snapchat, o WhatsApp também pode se tornar uma vitrine de publicidade, já que quanto maior o número de usuários, maior a visibilidade de uma determinada marca. A propaganda, entretanto, pode ser mais do que vender um produto, ou seja, os hackers podem aplicar golpes por meio de comerciais. Cuidado com propagandas que prometem viagens muito baratas e as que pedem para fazer algum tipo de cadastro para participar de promoção ou sorteio – provavelmente, isso é um golpe.

Dica

Uma dica para ter maior privacidade e segurança é fazer uma limpa na sua agenda de contatos. É recomendável apagar os números de pessoas com as quais você não fala há muito tempo e que já podem, inclusive, ter mudado de telefone, bem como o número de estabelecimentos que, às vezes, salvamos na agenda para consultar depois. Assim, somente amigos e familiares que estão na sua agenda terão acesso aos seus status. Caso tenha alguma dúvida, confira os tutoriais para celulares Android, iPhone (iOS) e Windows Phone.

Além disso, assim como em qualquer rede social, é preciso ter cuidado para não expor muitos detalhes de sua vida para outros usuários. É importante ficar atento e saber quais pessoas tem acesso a você. Para ter mais segurança, uma dica é mudar as suas redes sociais para contas privadas, o que torna possível ter o controle de quem vê o que você posta.

Globo via Techtudo

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