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Vice-presidente do Tinder diz que vai banir “porcos machistas”

Um print de um homem fazendo insultos racistas e sexistas para uma mulher no Tinder caiu na rede e fez com que o aplicativo anunciasse uma nova medida. Agora, pessoas com “discursos sexistas e comportamentos machistas” serão banidas da plataforma de relacionamento.

Quem anunciou a medida foi a vice-presidente de comunicação e marca da empresa, Rosette Pambakian, em uma carta aberta, chamando pessoas que não tem respeito pelas outras de “porcos machistas” e “babacas incapazes de superar suas inaptidões para ter uma conversa decente com outra pessoa no aplicativo”.

Ela direciona a carta a Nick, homem do print que viralizou na internet. Ele fez uma série de xingamentos para uma mulher simplesmente por ela ter parado de responder suas mensagens.

Rosette anunciou na carta que ele foi banido do aplicativo e ainda disse que a empresa “não tolera desrespeito” e que seus funcionários trabalham “todos os dias para livrar nosso ecossistema de parasitas como você”.

O texto foi publicado no dia 1º de março, quando é comemorado o Dia Nacional dos Porcos, nos Estados Unidos, já que o apelido “carinhoso” de pessoas racistas e machistas é racist pigs e sexist pigs (“porcos racistas” e “porcos sexistas” em livre tradução do inglês).

Para finalizar o texto, Rosette escreve que “mais e mais mulheres estão se tornando empreendedoras e líderes empresariais de sucesso” e têm poder para manter pessoas como Nick fora.

UOL

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  1. JOAO MARIA disse:

    QUE NOTICIA IMPORTANTE, QUE PORRA E TINDER, ROSSET,PRINT , NÃO ENTENDI NADA

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WhatsApp traz de volta status antigo após “avalanche” de reclamações; veja como usar

O WhatsApp lançou recentemente um novo recurso de Status que, assim como muitas outras coisas que o Facebook e suas empresas têm lançado, é uma cópia descarada do Snapchat. Também por esse motivo, o recurso não foi muito bem recebido pelos brasileiros. Para piorar a situação, até era possível reverter a atualização, mas só se você estivesse usando um celular Android com root.

Agora, após passar por uma breve versão de testes, o recurso antigo de Status do WhatsApp está de volta na versão beta do app para Android. Ele agora recebe o nome de “Recado”, mas funciona da mesma maneira que antigamente: você pode deixar uma frase curtinha sobre seu estado atual para que seus contatos vejam antes de lhe mandar uma mensagem.

Como usar?

Para editar o seu “Recado”, abra o aplicativo, clique no menu no canto superior direito (o ícone de três pontinhos) e vá em “Configurações”. Em seguida, clique na sua foto na parte superior da página. Ela abrirá em uma nova página, com seu nome e seu “Recado” embaixo. Basta clicar no seu “Recado” para poder editá-lo.

Também é possível ver os “Recados” de seus amigos. Para isso, basta ir no menu de contatos: abra o app e clique no ícone verde redondo com um símbolo de mensagem dentro. O menu mostrará seus contatos, organizados por ordem alfabética, com o “Recado” de cada um abaixo do nome.

Disponibilidade

Se essas novidades ainda não aparecerem para você, não se preocupe. Elas devem chegar em breve para a versão “normal” do aplicativo. Mas se você estiver muito ansioso para ter acesso a elas, talvez valha a pena se inscrever para a ersão beta do WhatsApp (veja aqui como). Ainda assim, vale lembrar que por enquanto o recurso só está disposível para Android, mesmo na versão beta.

Vale notar também que os “Recados” não fazem com que o novo recurso de Status do WhatsApp desapareça; os dois, por enquanto, estão existindo lado a lado. E o mais provável é que ele continue a existindo de maneira definitiva.

Olhar Digital – UOL

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Empresa cria app que permite fazer sexo pelo smartphone

O título que te trouxe até este texto é literal. Uma empresa está lançando uma loja virtual erótica chamada O-Cast. Seus criadores a consideram uma espécie de iTunes, mas, em vez de músicas, filmes e séries, o espaço armazena movimentos sexuais que são enviados através do smartphone para uso em vibradores.

A ideia é que a pessoa possa usar um aplicativo para gravar padrões lambendo a tela. Esses dados são enviados para o O-Cast e, de lá, podem ser baixados em um vibrador com conexão Bluetooth. Assim, casais que estiverem separados poderiam se manter sexualmente ativos mesmo a distância, “Você também pode usar o dedo”, disse o porta-voz da empresa, Darren Press, ao Huffington Post.

Press tem vários negócios ligados a sexo. O principal é o CamSoda, um site de entretenimento adulto com “cam models”, que são mulheres que cobram por sessões virtuais de exposição erótica. O executivo pediu que algumas delas testassem o O-Cast e se diz surpreso com a resposta positiva que recebeu.

Charley Hart, uma das modelos, disse ao HuffPost que a novidade pode expandir as possibilidades do seu trabalho, já que um cliente poderia pagar taxas extras para interagir com ela através do aplicativo. Outra ideia é usar a plataforma como método de treinamento.

O próprio Press pensa em algo do tipo. Atualmente, há 12 exemplos de “orgasmos” disponíveis para download na loja virtual, mas outros devem ser adicionados à medida que os usuários começarem a fazer upload de suas performances.

Esta não é a primeira vez que Press faz apostas num modelo de loja virtual. Há alguns meses ele lançou um produto parecido com o O-Cast, mas para sexo oral em homens. Naquele caso, uma pessoa efetuaria a prática usando um pênis artificial, os dados seriam enviados para a internet e depois carregados numa espécie de “luva”, que seria usada pelo homem a receber a prática.

Mas, enquanto o vibrador do O-Cast custa US$ 100, a tal “luva” sai por US$ 250, o que fez com que as vendas não dessem muito resultado. “O dispositivo para aquilo é caro. É o melhor do seu tipo, mas ainda não está no ponto”, admitiu ele.

Olhar Digital – UOL

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WhatsApp testa ferramenta para que empresas possam falar com você

Por interino

O WhatsApp já é usado por diversas empresas e profissionais para a comunicação com seus funcionários, mas parece que o aplicativo quer ser uma ponte também entre as companhias e seus clientes.

De acordo com a agência Reuters, está em fase de testes um recurso que permite às empresas falarem diretamente com os usuários do WhatsApp.

Apesar de promissora, a ideia está sendo tratada com cuidado, já que o app quer evitar problemas com mensagens de spam. Para isso, uma pesquisa quer saber dos usuários se eles costumam usar a plataforma para se comunicar com as empresas das quais são clientes e se eles já receberam spam. As companhias serão cobradas para que possam entrar

Questionado, o WhatsApp preferiu não comentar o caso, mas a Cowlar, uma das empresas que estariam participando do teste, afirmou, por meio de seu co-fundador, Umer Ilyas, que as experiências estão em fase inicial.

Olhar Digital – UOL

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USO DE FERRAMENTAS SECRETAS PARA ENGANAR AUTORIDADES: Polêmica da Uber alimenta fuga de pessoal

Por interino

As recentes acusações contra a Uber, como a de que tem um programa global para evitar a investigação de autoridades, parecem ter provocado uma corrida de trabalhadores para deixar a empresa.

Profissionais de recrutamento do Vale do Silício e executivos de empresas rivais afirmam que há um aumento nas solicitações de empregos por parte de trabalhadores da Uber, que ao que parece estão perdendo a fé na liderança da empresa e começando a duvidar do valor de suas opções de ações.

A ideia parecia ser inimaginável até poucas semanas atrás, afinal a start-up chegou a ser considerada como uma das mais prestigiosas e lucrativas do Vale do Silício.

Porém, depois que duas antigas trabalhadoras da companhia publicaram relatos pessoais nos quais descrevem assédio e sexismo na empresa, um profissional de recrutamento disse ter recebido em uma semana mais currículos não solicitados de trabalhadores da Uber do que no mês anterior inteiro.

Para os funcionários, deixar a companhia agora significa abandonar opções de ações que podem valer milhões de dólares –a empresa, que não tem papéis negociados em Bolsa de Valores, é avaliada em US$ 70 bilhões.

“De uma perspectiva puramente financeira, o Uber teria de se tornar um lugar de trabalho realmente horrível para que as pessoas optassem por sair”, disse Guillaume Champagne, presidente da SCGC Executive Search.

Mesmo assim, nas últimas semanas Champagne registrou avanço de 5% ou 10% no número de pessoas interessadas em sair, especialmente aquelas que “têm mais dificuldade para se enquadrar à cultura da empresa”.

“É justo dizer que as pessoas em geral sabem o que vão encontrar quando aceitam trabalhar na Uber.

Sabem que é um ambiente dominado pelos homens, de alta combustão, parecido com o de um banco de investimento”, ele acrescenta.

Um porta-voz da Uber disse que a empresa não vem sofrendo perda de mão de obra superior ao normal.

EMBARAÇO

Nas duas últimas semanas, uma série de embaraços públicos, entre os quais um vídeo no qual o presidente-executivo da empresa, Travis Kalanick, aparece xingando um motorista da Uber, colocaram a empresa em dificuldades para recuperar sua imagem.

Kalanick divulgou um pedido de desculpas incomum, quando o vídeo foi divulgado, afirmando que “preciso mudar fundamentalmente como líder e amadurecer”.

“Dizer que estou envergonhado é ficar bem aquém do que sinto”, completou o executivo.

Ele também anunciou nesta semana que busca um vice-presidente de operações, uma espécie de braço direito.

“Um colega que possa ser meu parceiro para escrever o próximo capítulo em nossa jornada”, explicou Kalanick.

SAÍDA

Dois executivos de primeiro escalão deixaram a empresa nos últimos dias, o que agrava as incertezas dos funcionários.

Um dos que saíram da companhia foi Ed Baker, que era vice-presidente de produtos e comandou a rápida expansão da Uber nos três últimos anos.

Ele atribuiu a decisão à vontade de trabalhar no serviço público.

“Claramente há mais pessoas pensando em sair”, diz Alex Rodriguez, que cofundou no ano passado a Embark, uma start-up de caminhões autoguiados.

Diversos trabalhadores do grupo de tecnologias avançadas do Uber, em Pittsburgh (EUA), deixaram a empresa e aceitaram propostas de rivais no mês passado.

Folha de São Paulo

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Ator Bruno Gagliasso ganha R$ 65 mil por post e Fê Souza vale mais que Thiaguinho; veja os cachês dos famosos na Web

Por interino

As redes sociais aproximaram os fãs de seus ídolos, e também viraram uma nova forma de os famosos encherem o cofrinho. Cada post patrocinado é mais dinheiro na conta. Fernanda Souza que o diga. A atriz e apresentadora é dona de um dos maiores cachês do mercado digital, segundo os valores distribuídos ao mercado publicitário aos quais o EXTRA teve acesso.

Com 10 milhões de seguidores no Instagram, ela embolsa R$ 60 mil ao publicar um vídeo patrocinado. Com metade dos seguidores da mulher, o cantor Thiaguinho recebe um pouco menos, R$ 50 mil, para o mesmo tipo de ação em sua conta na rede social.

Mas se tem um casal lucrando muito com a internet é Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank. O ator, que tem quase seis milhões de seguidores no Instagram, cobra R$ 65 mil por vídeo publicado. Já Giovanna fica R$ 45 mil mais rica com o mesmo tipo de postagem. Embora tenha um número maior de gente que a acompanha (7, 5 milhões), é indiscutível a maior popularidade do marido, justificando o cachê mais alto.

Mas Giovanna também negocia uma espécie de “combo”, com postagens no Twitter e no Facebook, além do Instagram, que dão a ela R$ 90 mil a mais na conta.

Extra – Globo

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  1. MR disse:

    Se dependessem de mim, morreriam de fome.
    Povo idiota, ficar acessando essa falta do que fazer e gerar ganhos a esse tipo!

  2. Carlos Teixeira disse:

    Quem danado é FÊ SOUZA????

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Xingamentos pelo WhatsApp geram dever de indenizar; juíza considerou que podem causar prejuízo psicológico

Por interino

“O instituto dos danos morais se mostra aplicável aos casos de xingamentos, porquanto tal fato é potencialmente apto a causar prejuízo psicológico ao indivíduo.”

Com esse entendimento, a juíza de Direito Giselle Rocha Raposo, do 3º JEC de Brasília, condenou um homem a indenizar por danos morais uma mulher ofendida por ele no WhatsApp.

De acordo com a decisão, o réu, devidamente intimado, deixou de apresentar contestação, impondo-se o reconhecimento dos efeitos materiais da revelia. Para a magistrada, no entanto, “restou demonstrado pelas telas do WhatsApp que o requerido desferiu vários xingamentos capazes de atingir a honra da autora”.

“A conduta do requerido ultrapassou os limites da proporcionalidade, o que efetivamente gera dever de reparação.”

Para estabelecer o valor da indenização, a juíza considerou a proporcionalidade entre o dano moral sofrido e as consequências causadas, bem como as condições econômico-financeiras do agente causador do dano, e fixou a indenização em R$ 1 mil.

Processo: 0734540-57.2016.8.07.0016

Migalhas

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  1. Eliane carneiro sousa disse:

    Está muito certo.devemos respeitar.as pessoas.😄

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ALERTA: Nova função do WhatsApp pode ser perigosa; entenda

Por interino

A atualização mais recente do WhatsApp trouxe um novo recurso: o status. Parecido com o Instagram Stories e com o Snapchat, as fotos e vídeos ficam disponíveis por até 24 horas no mensageiro. No entanto, é preciso tomar cuidados para não ser alvo de ataques ou roubos, já que o status do WhatsApp, por padrão, é público. Ou seja, qualquer pessoa da sua lista de contatos tem acesso. Para fazer a mudança, é preciso ir na privacidade do app e escolher quem pode ou não ver o conteúdo que você posta.

Embora o WhatsApp tenha criptografia e recursos de segurança, como a verificação em duas etapas, também pode estar vulnerável a ataques de ransomware. Confira, na lista abaixo, cuidados que é preciso ter para não cair em nenhum golpe ou ataque.

1) Status Público

Colocar um vídeo no status do WhatsApp significa que todas as pessoas que estão salvas na sua agenda irão vê-lo. É preciso tomar muito cuidado, principalmente se você usa o mesmo aparelho na sua vida pessoal e profissional. Na sua lista de contatos, podem existir pessoas em quem você não tem tanta confiança para expor informações mais íntimas ou privadas, por isso, vale ficar sempre atento ao conteúdo que coloca no status.

Para te ajudar a manter o cuidado, há como mudar a sua privacidade e escolher quais pessoas podem ter acesso aos seus vídeos. Lembre-se que, por padrão, o status está público.

2) Conteúdo compartilhado

Com atividades parecidas com o Instagram e Snapchat, o WhatsApp parece estar se tornando uma rede social. Isso, no entanto, pode ser um perigo para quem não toma os cuidados necessários. Os pais de crianças ou menores de idade que possuem smartphones, por exemplo, precisam ter atenção redobrada, já que eles podem ter números de estranhos salvos na agenda e, sem perceber, podem estar expondo suas informações para pedófilos, criminosos cibernéticos e sofrer ataques de bullying. Sem cuidados e atenção devida, os jovens são os mais vulneráveis a ataques.

3) Ransomware, roubos e sequestros

Se você compartilhar o status do WhatsApp com todos os seus contatos, e caso tenha o celular roubado ou perdido, os cibercriminosos podem descobrir onde vive, qual escola seus filhos frequentam ou quando está em férias. Dessa forma, é mais “fácil” planejar um roubo, sequestro ou fazer alguma chantagem.

4) Aplicativos piratas

Quando algum app está em alta, os hackers são especialistas no desenvolvimento de malware, aproveitando o desejo dos usuários de utilizarem novas redes sociais. Esse é mais um motivo, além dos citados acima, para ser cauteloso e cuidadoso quando for baixar algum aplicativo ou postar algum conteúdo.

É importante prestar atenção nos aplicativos que alegam adicionar funcionalidades ao status do WhatsApp, como, por exemplo, prometer que você ainda verá fotos depois de 24 horas. Esses aplicativos são, em grande parte, mal-intencionados e atraem as pessoas afirmando ser capazes de ignorar alguma função do app original. Usar algum app pirata pode trazer ransomware para o seu dispositivo.

5) Golpe

Assim como o Instagram Stories e o Snapchat, o WhatsApp também pode se tornar uma vitrine de publicidade, já que quanto maior o número de usuários, maior a visibilidade de uma determinada marca. A propaganda, entretanto, pode ser mais do que vender um produto, ou seja, os hackers podem aplicar golpes por meio de comerciais. Cuidado com propagandas que prometem viagens muito baratas e as que pedem para fazer algum tipo de cadastro para participar de promoção ou sorteio – provavelmente, isso é um golpe.

Dica

Uma dica para ter maior privacidade e segurança é fazer uma limpa na sua agenda de contatos. É recomendável apagar os números de pessoas com as quais você não fala há muito tempo e que já podem, inclusive, ter mudado de telefone, bem como o número de estabelecimentos que, às vezes, salvamos na agenda para consultar depois. Assim, somente amigos e familiares que estão na sua agenda terão acesso aos seus status. Caso tenha alguma dúvida, confira os tutoriais para celulares Android, iPhone (iOS) e Windows Phone.

Além disso, assim como em qualquer rede social, é preciso ter cuidado para não expor muitos detalhes de sua vida para outros usuários. É importante ficar atento e saber quais pessoas tem acesso a você. Para ter mais segurança, uma dica é mudar as suas redes sociais para contas privadas, o que torna possível ter o controle de quem vê o que você posta.

Globo via Techtudo

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Facebook não remove pornografia infantil e denuncia jornalistas à polícia

Por interino

Uma equipe de jornalistas da BBC enviou recentemente ao Facebook informações sobre grupos privados da rede social voltados para a troca de conteúdo pornográfico infantil. A resposta da empresa, no entanto, foi encaminhar esse material á polícia e denunciar os jornalistas por distribuir imagens ilegais.

De acordo com o Gizmodo, a BBC já vem investigando esses grupos de pornografia infantil há bastante tempo, e lutando em vão para fazer com que o Facebook as remova. Como parte desse processo, a rede britânica de jornalismo marcou uma entrevista com Simon Millner, um representante da rede social.

Millner, no entanto, colocou como condição que a BBC lhe enviasse as imagens que encontraram nos grupos privados de pornografia infantil. No entanto, ao receber as imagens, o representante cancelou a entrevista e denunciou os jornalistas à polícia.

“Quando a BBC nos enviou essas imagens, nós seguimos os padrões de nossa indústria e as reportamos para o Ceop [Centro de Proteção Online de Exploração de Crianças]”, disse a empresa em uma declaração enviada à BBC. “Também denunciamos as imagens de exploração infantil que haviam sido compartilhadas em nossa plataforma. Essa questão está agora nas mãos das autoridades”, continuava a declaração. Posteriormente, numa declaração ao Gizmodo, o Facebook afirmou que “removemos todos os itens que eram ilegais ou contrários aos nossos padrões”.

Trabalho em vão

Segundo a BBC, seus esforços em investigar grupos de pedófilos nas redes sociais já levaram à prisão de uma pessoa. No entanto, a cooperação com o Facebook para ajudar a “limpar” a rede social é extremamente problemática.

A empresa britânica de jornalismo realizou um teste, denunciando 100 imagens ao Facebook usando os métodos tradicionais. As imagens continham, entre outras coisas, menores de idade em poses altamente sexualizadas, páginas explicitamente voltadas para homens buscando pornografia infantil e uma imagem que parecia ser de um vídeo de abuso infantil.

Das 100 imagens, apenas 18 foram removidas. O Facebook alegou que as outras 82 imagens não violavam seus “padrões de comunidade”. A imagem do aparente vídeo de abuso infantil estava entre as que não foram deletadas.

No Reino Unido, a rede social também proíbe que pessoas acusadas de crimes sexuais tenham contas. No entanto, embora a BBC tenha identificado cinco criminosos sexuais na rede e denunciado suas contas à empresa, nenhuma delas foi desativada.

A BBC também mostrou as iamgens que havia encontrado à Comissária das Crianças para a Inglaterra, Anne Longfield. Longfield comentou: “Fiquei muito perturbara com que vi (…). A moderação claramente não é eficaz, e eu me pergunto se há de fato humanos moderando isso, olhando para isso, e também acredito que a moderação não leva em conta o contexto das imagens”.

Olhar Digital, UOL

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A nova fronteira do futebol brasileiro: clubes da Turner e Globo terão regras diferentes para usar jogo na internet

Por internet

A partir de 2019, os clubes que assinaram com o Esporte Interativo terão direito ao replay de seus jogos no Brasileiro para uso na internet e outras plataformas. Já aqueles que fecharam com a Globo cederam seus direitos online, e terão de negociar parcerias para utilizar o conteúdo.

A discussão ocorre porque a mídia online se mostra como próxima fronteira para exploração de receitas pelos times. Atlético-PR e Coritiba obtiveram audiência de 3,2 milhões no primeiro clássico transmitido exclusivamente na internet, e mostram o potencial das plataformas digitais.

Os dois times parananeses, o Santos, Bahia e Palmeiras são alguns dos 15 clubes que assinaram com o Esporte Interativo para o Brasileiro de 2019 a 2024 na TV Fechada. Pelo contrato, a Turner cederá imagens dos seus jogos para esses times com delay após a exibição ao vivo.

Isso significa que terão os direitos sobre o jogo depois de um tempo de seu encerramento. Poderão exibir o replay na íntegra em seus canais, ou até revender para outras televisões de fora e do Brasil para obter receita. Canais privados de clubes poderão ter esses jogos disponíveis para sócios-torcedores assistirem quando quiserem. Isso vale a partir do Brasileiro de 2019 para os jogos entre os times da Turner.

No caso da Globo, o blog apurou que foram mantidos os termos dos contratos anteriores, isto é, os clubes cedem os direitos de internet que são exclusivamente da emissora. Isso porque, na visão da Globo, os direitos de internet afetariam os de televisão, seja em pay-per-view ou em TV Aberta.

Mas a emissora carioca acena com parcerias com os clubes para potencializar os ganhos com esse material. A visão da Globo é de que os clubes poderiam ter plataformas para exibição de material, inclusive replays, e entrevistas pré e pós-jogos. Mas, para isso, teria de haver um acordo comercial para ganho dos dois lados, isto é, se buscar novos negócios em parceria.

No exterior, boa parte dos clubes já têm os direitos sobre seus jogos com delay depois da exibição ao vivo. É comum redes de televisão brasileira, por exemplo, comprarem dos próprios times os direitos para retransmissão. É uma nova receita. Além disso, fortalece o próprio canal da equipe, dando valor ao sócio-torcedor ou assinante da tv da equipe.

Blog Rodrigo Mattos – UOL

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Correios Celular oferece plano de R$ 30 com WhatsApp grátis e não corta internet após franquia

Por interino

A partir de hoje, os Correios se tornaram oficialmente uma empresa de telefonia. A operadora de celular está inicialmente oferecendo planos em 12 agências da cidade de São Paulo, e pretende se expandir para 164 agências da região metropolitana da capital paulista até o final de março.

O Correios Celular oferece um plano mensal de R$ 30 com franquia de 1 GB; após atingir o limite, você poderá continuar navegando com velocidade reduzida de 32 kb/s, assim como todas as operadoras faziam antigamente (e assim como a TIM faz em alguns planos). Acessos aos sites dos Correios, Correios Celular e Brasil não são descontados da franquia.

 

O plano conta com WhatsApp grátis, incluindo fotos, mensagens de texto, mensagens de voz e até mesmo chamadas de voz – normalmente as operadoras com pacote de WhatsApp cobram à parte as ligações pelo serviço. E você recebe 100 minutos de chamadas tradicionais por voz para qualquer operadora de celular e fixo em qualquer DDD.

A oferta é renovada mensalmente, desde que o cliente tenha pelo menos R$ 30 de saldo. Caso contrário, serão praticadas as tarifas avulsas, que são bem salgadas: R$ 1,00 por minuto em ligações locais, inclusive em roaming nacional; R$ 0,10 por megabyte de internet; e R$ 1,00 por SMS nacional. Chamadas de longa distância serão cobradas de acordo com a prestadora escolhida.

A operadora utiliza os serviços da EuTV, que atua com a marca Surf Telecom e detém uma faixa de 2,5 GHz na região metropolitana de São Paulo. Ela opera com as frequências da TIM, e tem contrato para utilizar sua estrutura e frequências de 2G, 3G e 4G.

Os Correios apontam como diferencial a ampla rede de atendimento, presente em todos os municípios do país; e “a confiança que os clientes depositam na marca”. É sério: segundo pesquisa IBOPE encomendada pela FecomercioSP, o índice de confiança nos Correios na cidade de São Paulo é de 80%, em segundo lugar de uma lista de 25 instituições e órgãos públicos.

Na primeira fase, será possível adquirir o serviço nas agências do Brás, República, Vila Leopoldina, Guaianazes, Itaquera, Mooca, Nossa Senhora da Saúde, Osasco, Penha de França, Santana, Silva Bueno (Ipiranga) e Vila Prudente. Depois de ofertar o serviço na região metropolitana de São Paulo, o Correios Celular deve se expandir para Belo Horizonte e Brasília. A meta é alcançar todos os estados até o final do ano.

Por enquanto, a operadora trabalhará apenas com um plano pré-pago. Em 2018, serão feitos estudos para verificar a viabilidade de uma oferta pós-paga.

O projeto de transformar os Correios em uma operadora móvel – procurando seguir o exemplo de Itália e Portugal – existe há muito tempo. As discussões nesse sentido começaram em 2011; a estatal fechou um acordo com o Grupo Poste Italiane (os Correios da Itália) para formar uma joint venture em 2014 e oferecer o serviço móvel, o que não aconteceu; até que uma licitação aberta no ano passado foi enfim aprovada após problemas jurídicos.

Tecnoblog

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  1. paulo martins disse:

    Fosse uma empresa realmente séria e comprometida com os avanços tecnológicos, os Correios seriam hoje o backbone ('espinha dorsal') da internet no Brasil. Que o e-mail suplantaria a atividade do carteiro postal, até uma criança era capaz de prever, em meados dos anos 90 dos século passado. Menos os executivos da estatal brasileira, que, nada proativos, deixaram a oportunidade escapar para a Fapesp.
    Hoje aparelhada politicamente e mergulhada em a escândalos de corrupção, desde o advento da era petralha, fica praticamente impossível que alguém em sã consciência ainda acredite que a empresa sirva para outra coisa que não seja a politicagem explícita e o desavergonhado desvio de finalidade.

    • Carlos disse:

      Paulo o senhor acredita que os correios que entram na área tecnológica devido aos seus "executivos"? Não entrou por intersere politico, todas as estatais do país são usadas para esse fim.

  2. Helio Motta disse:

    Quem não consegue entregar uma singela fatura na data certa, vai conseguir entregar serviço de telefonia… só sendo otário para se tornar cliente.

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Governo diz que novo imposto tornaria videogames mais baratos no Brasil

Por interino

Diante da polêmica que se instaurou após a divulgação de que considera cobrar um novo tipo de imposto sobre jogos eletrônicos, o governo resolveu se pronunciar, garantindo que a medida visa baixar os valores cobrados pelo setor.

A confusão surgiu na sexta-feira, 3, quando foi descoberto que havia uma consulta pública em nome da Agência Nacional de Cinema (Ancine) prevendo a inclusão do mercado de games entre os que pagam a Contribuição para Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica (Condecine), uma taxa cobrada de empresas regulamentadas pela agência.

Hoje, emissoras e operadoras de TV já pagam o Condecine por todo filme e série estrangeiros e nacionais exibidos no Brasil. Essa é a mesma taxa que o governo pensa em aplicar também à Netflix e outros serviços de streaming.

A carga tributária dos jogos eletrônicos no Brasil é tão alta que, conforme revelado pelo Olhar Digital em 2013, o setor paga mais imposto do que o de armas de fogo. E o relatório que contém tal informação, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, segue inalterado. Assim, quando veio a notícia de que haveria uma taxa nova, a internet entrou em pânico, já que mais impostos geralmente significa mais dinheiro.

Só que não é bem isso que pretende a Ancine. “A sugestão é a substituição de parte dos impostos cobrados atualmente por uma contribuição específica a ser destinada ao Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) com a finalidade de financiar a produção de jogos eletrônicos nacionais, de modo a não aumentar a carga tributária atual”, explica a agência.

Quanto à consulta pública, que fica disponível até hoje, a Ancine diz que “o objetivo do estudo foi analisar a situação do setor de jogos eletrônicos no Brasil e as barreiras ao desenvolvimento de uma indústria nacional de jogos”. “Neste sentido”, continua, “a análise conclui pela necessidade de promover o desenvolvimento de jogos eletrônicos brasileiros, propondo uma série de medidas, entre elas a de mecanismos públicos de financiamento à produção de jogos nacionais.”

“Quanto à tributação, o estudo faz uma análise da carga tributária sobre jogos e consoles. A conclusão é de que a carga tributária hoje é excessiva e pode inibir o desenvolvimento do setor. Desta forma, o estudo recomenda a redução da carga tributária atual.”

Olhar Digital – UOL

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  1. joao disse:

    Mais dependencia do Estado, pior pra industria e geracao de emprego. O Estado deve ser minimo… e com menos impostos e burocracia. Seguir o modelo petista de estatismo gera desemprego privado e maquina publica incompetente. Melhor produzir la fora.

  2. Ricardo Viana disse:

    Sabemos que Temer deve fazer na economia muito mais que o PT fez nos 13 anos de desmantê-lo no Brasil. Mas dizer que tributar imposto vai diminuir o valor do produto, é brincadeira de muito mau gosto.
    Será que toda classe politica passou 13 anos aprendendo a lição do PT: Criar ilusões para vender mentiras. Saia dessa Temer, se entrar nesse jogo perigoso, sua credibilidade também vai ser jogada no ralo.

  3. Paulo Cardoso disse:

    O país dos impostos

  4. Antenado disse:

    Çei, imagino

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