Publicidade

Veja o que abre e fecha no comércio em Natal no feriado de Tiradentes nesta sexta

Foto: Ilustrativa

O comércio de Natal funciona em horários diferenciados nesta sexta-feira (21), feriado nacional de Tiradentes. Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal, bancos e comércio de rua fecham na sexta. Já no sábado (22) e no domingo (23), os estabelecimentos comerciais voltam a funcionar como de costume. Confira:

Sexta-feira (21)

Comércio de Rua

Alecrim: lojas fechadas.
Centro da Cidade: lojas fechadas
Zona Norte: lojas fechadas.

Shopping Midway Mall

Praça de alimentação e lazer: 11h às 22h
Lojas: a partir das 13h às 21h.

Natal Shopping

  • Praça de Alimentação e Lazer: 11h às 22h
  • Lojas âncoras : 12 às 21h
  • Mega Lojas:12h às 21h
  • Demais Lojas/Quiosques: 14 às 21h
  • Cinema conforme programação

Praia Shopping

Praça de alimentação e lazer: a partir das 11h às 22h.
Lojas e quiosques: 15h às 21h.

Shopping Cidade Jardim

Praça de Alimentação: a partir das 11h.
Lojas e quiosques: 15 às 21h.

Shopping Via Direta

Praça de Alimentação e Lazer: 12h às 22h
Lojas e Quiosques: Abertura facultativa

Partage Norte Shopping Natal

Praça de Alimentação e Lazer: 11 às 22h.
Lojas e quiosques: 15 às 21h.

Bancos

Fechados.

Supermercados

Abertos

enviar comentário
Publicidade

APÓS ACIDENTES: Liesa decide que nenhuma escola do Grupo Especial do Rio será rebaixada este ano

Por interino

Carro alegórico da Unidos da Tijuca desabou durante desfile Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo

A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio (Liesa) decidiu, durante reunião de emergência na tarde desta quarta-feira, que nenhuma escola do Grupo Especial será rebaixada para o Grupo de Acesso da Série A. A decisão foi tomada em função dos acidentes envolvendo os carros da Paraíso do Tuiuti e da Unidos da Tijuca, que deixaram pelo menos 35 pessoas feridas.

Na reunião, estavam presentes diretores da Liesa e presidentes de todas as escolas de samba. A decisão foi em consenso com todos os presidentes das agremiações. As regras preveem que uma escola seja rebaixada para o Grupo de Acesso e outra, suba. Será mantida a ida de uma escola para Grupo Especial.

Decisão semelhante já foi tomada pela Liesa em 2011, quando um incêndio na Cidade do Samba destruiu os barracões da Grande Rio, União da Ilha e Portela. A apuração das notas começa às 16h45.

Extra – O Globo

enviar comentário
Publicidade

Salário mínimo de R$ 946 não representará aumento real, destaca governo

13ºsalárioA Secretaria de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão publicou na internet o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2017.

Na sexta-feira (15), quando a proposta foi enviada ao Congresso Nacional, os ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e do Planejamento, Valdir Simão, já haviam divulgado parte do conteúdo. O projeto explicita que o salário mínimo previsto para 2017, de R$ 946, não representará um aumento real ante os R$ 880 pagos hoje.

“Vale salientar que, para 2017, não haverá correção real do valor do salário mínimo, pois essa [correção] corresponde ao crescimento real do PIB [Produto Interno Bruto, soma dos bens e serviços produzidos em um país] em 2015, que foi de -3,85%”, diz a proposta do governo.

O trecho refere-se à fórmula para cálculo da remuneração mínima da economia, vigente até 2019. Segundo a fórmula, o salário mínimo é reajustado pela inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do PIB dois anos antes.

O projeto da LDO 2017 também conta com recursos que viriam da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para o próximo ano, conforme já haviam adiantado os ministros. O governo prevê a arrecadação de R$ 33,24 bilhões em receitas com a CPMF, caso a Proposta de Emenda à Constitução (PEC) 140/2015, que prevê a recriação do tributo, seja aprovada pelo Congresso.

A proposta prevê ainda aumento permanente de receita de R$ 21,4 bilhões em razão do crescimento real da atividade econômica, levando-se em conta projeções de expansão de 1% do PIB; de 9,85% das vendas de veículos; de 15,67% no volume de importações; de 8,31% no volume de aplicações financeiras e de 4,1% nas vendas de bebidas.

O governo também espera aumento de R$ 3,078 milhões na arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em decorrência da elevação das alíquotas sobre sorvetes, cigarros e chocolates. Conta ainda com R$ 336 milhões da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins), devido à redução da desoneração de computadores em 2016 com impacto em 2016.

Por outro lado, há expectativa de redução de R$ 7 milhões nas contribuições do PIS/Pasep (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e de R$ 2,025 milhões na arrecadação da contribuição para Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

No total, descontadas as transferências aos entes federados e ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o aumento permanente de receita total em 2017 será de R$ 48,6 bilhões, afirma o governo.

O projeto da LDO prevê meta fiscal 0 para o Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) em 2017. No entanto, prevê a possibilidade de um abatimento de R$ 42 bilhões em frustração de receitas e R$ 23 bilhões em investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Nesse caso, haveria déficit de R$ 65 bilhões.

Comentário (1) enviar comentário
  1. Juvenal disse:

    Nada contra o aumento do salário mínimo, que, sinceramente, acho que deveria ser bem maior. O problema é que o país está no fundo do poço, as empresas cada vez mais demitindo e os servidores públicos sem aumento que chegue perto, pelo menos, de metade da inflação. Ai fica a pergunta: como é que uma empresa que não consegue vender sua produção ou um servidor público que não tem aumento, vai ter condições de bancar esse aumento do salário mínimo?

Publicidade

Rombo nas contas públicas pode chegar a R$ 119 bilhões em 2017

buraco-negro-de-dinheiroDetalhes do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017 divulgados nesta segunda-feira (18) revelam que, sem o crescimento de 1% no Produto Interno Bruto (PIB) estimado pelo governo e sem a aprovação da volta da CPMF, o rombo nas contas públicas pode chegar a R$ 119,68 bilhões no ano que vem.

O projeto, enviado pelo governo ao Congresso na sexta (15), já apontava a possibilidade de um rombo orçamentário de R$ 65 bilhões no ano que vem. Entretanto, se a previsão de expansão de 1% para o PIB não se confirmar e os parlamentares não aprovarem a volta da CPMF, conhecida como imposto do cheque, a arrecadação do governo ficaria R$ 54,68 bilhões menor, chegando, assim, ao déficit (receitas menores que despesas) de R$ 119,68 bilhões em 2017.

As estimativas apresentadas pelo governo apontam que o crescimento de 1% no PIB elevaria as receitas em R$ 21,44 bilhões. Já a CPMF tem potencial para gerar um incremento na arrecadação de R$ 33,24 bilhões (considerando que as alíquotas do IOF, que subiram quando o tributo foi extinto, seriam baixadas).

Os números do governo mostram, portanto, que o déficit estimado no orçamento de 2017 poderia ser muito maior do que os R$ 65 bilhões. O mercado financeiro já estima um rombo acima de R$ 100 bilhões no ano que vem.
CPMF e crescimento da economia.

O problema é que a CPMF, além de ainda não ter passado pelo Congresso Nacional, sofre forte rejeição por parte dos deputados e senadores, em um momento no qual o próprio governo vê seu apoio político enfraquecido diante das denúncias de corrupção na Petrobras e das chamadas “pedaladas fiscais” – que levaram o plenário da Câmara dos Deputados ter aprovado a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

No que se refere ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1%, estimado pelo governo, também há dúvidas de que ele venha a se concretizar. O Fundo Monetário Internacional (FMI), por exemplo, prevê um crescimento zero para a economia brasileira no ano que vem.

Já os economistas dos bancos consultados pelo Banco Central estimaram, na semana passada, uma alta de apenas 0,2% para o PIB em 2017. Com crescimento menor, ou zero, as receitas também ficariam mais baixas.

Fonte: G1

enviar comentário
Publicidade

PPA 2014-2017 será votado amanhã na Câmara Municipal de Natal

O dia de amanhã (17) será comprido na Câmara Municipal de Natal. Os vereadores votarão o Plano PluriAnual 2014-2017. A peça original do Executivo tem mais de 100 emendas parlamentares. A votação será polêmica. Menos de 20% das emendas são de consenso.

A maioria dos pedidos dos vereadores vai a plenário. A batalha será dura. A bancada do prefeito Carlos Eduardo (PDT) tentará derrubar todas as emendas não consensuais. No entanto, boa parte dessas emendas é da própria base. Tudo pode acontecer.

A votação do PPA começará, de forma extraordinária, às 9 horas da manhã. Todas as emendas serão analisadas. A sessão não tem hora para terminar.

Comentário (1) enviar comentário
  1. Jackson Félix JK disse:

    http://oparalelocampestre.blogspot.com.br/2013/12/viaturas-da-pm-da-regiao-trairi-estao.html.

    Viaturas da PM da região Trairi estão a mais 24 horas sem poder abastecer

Publicidade