Acidente

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FOTO: Chinês ciumento pede para a namorada engordar 40 quilos para não ficar atraente

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Uma chinesa resolveu fazer algo insólito em nome do amor. Ciumento,You Pan pediu para que Yan Tai engordasse nada menos do que 40 quilos. Quando se conheceram, há dois anos, ela pesava 45 quilos (antes e depois acima). A moça, que está com 20 anos, pesa atualmente 85 quilos.

O pensamento de You, que tem 25 anos, parece ter sido o seguinte: “gorda e feia, minha namorada não irá despertar o interesse de nenhum outro homem”. O rapaz prepara refeições gordurosas diariamente para a namorada, incluindo cafés da manhã calóricos, almoços caprichados e jantares gordurosos.

Ao pedir a mão de Yan, segundo noticiou o site People’s Daily, ele deu a ela um anel acompanhado de um buquê de chocolates Ferrero Rocher. Ela aceitou o pedido, e disse que continuará se superalimentando para agradar o amado.

UOL

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Confira as atrações deste fim de semana em Natal

Confira as atrações abaixo:

 

OdontoParty2015 

Data: 18 de Abril

Horário: A partir das 15h

Local: Espaço Astral – Ponta Negra

 

Festa Bug Open Air 

Data: 18 de Abril

Horário: 23h

Local: Imirá PlazaHotel

 

Moacyr Franco

Data: 18 de Abril

Horário: 21h

Local:  Teatro Riachuelo

 

Groove

Data: 18 de Abril

Horário: Não Informado

Local:  Gramado do Arena das Dunas

 

Show E até Jazz

Data: 18 de Abril

Horário: 19h

Local:  Barracão Clowns

 

“Som Lá” Acústico

Data: 19 de Abril

Horário: 18h

Local: Bar 54

 

 

 

 

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Petrobras obtém financiamento de R$ 9,5 bilhões com BB, Caixa e Bradesco

A Petrobras anunciou em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) financiamentos com Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Bradesco. Somando todas as linhas, a estatal soma recursos disponíveis de R$ 9,5 bilhões. Fez ainda acordo com banco Standard Chartered para vender plataformas no valor de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 9,12 bilhões). A informação sobre um novo empréstimo foi antecipada nesta semana pelo colunista Ancelmo Gois.

Segundo a Petrobras, a companhia obteve um financiamento de R$ 4,5 bilhões com o Banco do Brasil (BB). Segundo a estatal, os recursos são na “modalidade de nota de crédito à exportação, através da subsidiária BR Distribuidora, pelo prazo de seis anos”. Além disso, obteve um financiamento pré-aprovado de R$ 2 bilhões e prazo de cinco anos com a Caixa e de outros R$ 3 bilhões com o Bradesco.

A Petrobras informou ainda um acordo de cooperação com o banco Standard Chartered, para uma operação de “Venda com Arrendamento e Opção de Recompra” (sale and leaseback) de plataformas de produção, no valor de até US$ 3 bilhões e prazo de 10 anos. Com base na cotação do dólar de hoje, o acordo soma cerca de R$ 9,112 bilhões. É como se a Petrobras vendesse esses ativos e passasse a alugá-los, dizem especialistas.

A companhia anunciou, recentemente, financiamento de US$ 3,5 bilhões (cerca de R$ 10,64 bilhões) com o China Development Bank (CDB). Assim, os empréstimos somam ao todo cerca de R$ 20,14 bilhões, além do acordo financeiro de R$ 9,112 bilhões com o Standard Chartered.

“Essas operações, somadas a outras já executadas neste ano, atendem às necessidades de financiamento da Companhia para 2015. A Petrobras continuará avaliando oportunidades de financiamento visando antecipar parte das necessidades de 2016. Adicionalmente, conforme anunciado em 02/03/2015, a Petrobras aprovou um plano de desinvestimento de US$ 13,7 bilhões para o biênio 2015 e 2016”.

PARA ANALISTAS, DECISÃO É EMINENTEMENTE POLÍTICA

Para o analista João Augusto Salles, da consultoria Lopes Filho & Associados, a decisão de conceder novas linhas de financiamento à Petrobras, que ainda não publicou balanços auditados e está no centro das investigações da Operação lava Jato, é eminentemente política. Para ele, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal têm o o governo federal como principal acionista, o que facilita as coisas. E o Bradesco também é próximo ao governo. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, era superintendente da Bradesco Asset Management (Bram) antes de assumir o posto.

Conceder novos empréstimos à Petrobras é uma decisão política, que dá menos peso aos critério técnicos que levam em conta o risco da operação – avalia Salles.

Além disso, lembra o analista, a Petrobras produz um efeito de ‘arrasto’ na economia, movimentando outros setores, como construção civil, gás, energia, petroquímico. Injetar capital novo na estatal, diz o analista, significa dar fôlego também a estes setores.

Luiz Miguel Santacreu, analista de bancos da Austin Rating, lembra que para uma análise mais precisa sobre o risco que os bancos estão correndo com a aprovação de novos empréstimos para a Petrobras depende das condições dessas operações. No entanto, em linhas gerais, o especialista afirma que as instituições financeiras, na ausência de um balanço financeiro auditado, devem ter levado em conta os dados operacionais da empresa.

— A Petrobras é uma empresa que tem produção e ativos. A empresa com certeza vai ter uma redução de lucro por conta das fraudes ocorridas, mas não vai deixar de existir. É diferente das empresas do Eike Batista, que não eram operacionais — avaliou.

O analista lembrou ainda que, ao conceder o empréstimo, os bancos precisam cumprir as determinações do Banco Central, que impõe limites de exposição de crédito por grupo econômico.

— O BC tem uma regra em relação à exposição por grupo econômico e, se os bancos aprovaram o empréstimo, era porque ainda havia margem – acrescentou.

O Bradesco é um dos bancos que têm interesse em assessorar a Petrobras no processo de venda de ativos da estatal — o que costuma render comissões significativas às instituições financeiras. Na semana passada, em evento promovido pelo banco para investidores, o vice-presidente do Bradesco, Sergio Clemente, disse que a instituição poderia ter um papel relevante nesses negócios.

— Os ativos que a Petrobras tem e que podem ser colocados à venda são de muito valor. Queremos ser assessores relevantes da Petrobras nesse processo — afirmou o executivo.

Um dia antes, Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco, ao confirmar que o banco assessorava a estatal na formulação de possibilidades de negócio para a venda de parte do capital da BR Distribuidora à iniciativa privada, descartou a possibilidade de compra desses ativos, mas justificou:

— Somos banqueiros da Petrobras e estamos avaliando (opções para a BR Distribuidora) para ajudar a Petrobras. Como ativo para o Bradesco, não interessa.

O Globo

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Veja o motivo da PGR

Por Lauro Jardim – Veja

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Embora as disputas de poder entre a Polícia Federal e o Ministério Público sempre tenham existido , a guerra atual, em torno da operação Lava-Jato, esquentou por outro motivo. Por trás dela está a chamada PEC da Autonomia.

Sonhado por dez entre dez delegados e execrado por dez entre dez procuradores, o projeto propõe dar autonomia administrativa, funcional e orçamentária à Polícia Federal.

Ao tomar conhecimento da movimentação de representantes da categoria pelo Congresso, a PGR decidiu colocar o pé no acelerador e peitar uma briga que, cedo ou tarde, seria detonada.

Na quarta-feira passada, por exemplo, no mesmo dia em que Teori Zavascki atendeu a pedido de Rodrigo Janot para suspender os depoimentos da Lava-Jato, o presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Marcos Leôncio, esteve, mais uma vez, no Congresso. Reuniu-se com Humberto Costa para defender a PEC.

Há uma semana, Leôncio também esteve com Eduardo Cunha, fazendo um discurso semelhante. Na semana anterior, sua visita foi a Arthur Lira, presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Os três parlamentares são investigados na Lava-Jato.

Leôncio nega que tenha conversado sobre a Lava-Jato em qualquer um dos seus encontros com os congressistas. Muitos políticos, porém, dizem o contrário.

Diz Leôncio:

- Se a PGR seguir o exemplo dos procuradores nos inquéritos policiais da Lava-Jato em Curitiba, que respeitam a autonomia do trabalho da Polícia Federal, haverá os mesmos bons resultados.

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Policiais do 4°BPM recuperam carro roubado após acompanhamento até Extremoz

Policiais da viatura 433 do 4º Batalhão comandada pelo Cabo George, recuperaram na tarde desta sexta-feira (17), um veículo tipo Fiesta de cor verde e de placas MYV 5759, tomado de assalto na BR-101 Norte, nas proximidades do Distrito Industrial.

Segundo o cabo da PM, eles receberam via rádio, a informação do roubo e realizaram um patrulhamento na região da avenida Caboclinhos, no Nova Natal, que é muito usada como rota de fuga pelos assaltantes. Os policiais receberam a informação que um carro com as mesmas características teria trafegado na avenida com destino a cidade de Extremoz.

Diante da informação, fizeram o acompanhamento do veículo até a avenida Coqueiros, principal via do centro de Extremoz, onde recuperaram o veículo, após ter sido abandonado pelo bandido.

Apesar de não prender o infrator, os policiais conseguiram recuperar o veículo e devolver ao seu legítimo dono em menos de uma hora após o roubo.

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