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Irmãs de 8 e 5 anos faturam R$ 386 mil por mês com canal de culinária no YouTube

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Além da fama instantânea, as celebridades do YouTube estão ganhando cada vez mais dinheiro. Um ranking divulgado pelo site Outrigger Media mostra que, com um canal de vídeos de culinária, duas irmãs, de 8 e 5 anos, faturam US$ 127 mil por mês, ou cerca de R$ 386 mil, segundo o câmbio atual.

Segundo o site Business Insider, o levantamento do Outrigger Media focou nos melhores canais de dois gêneros: beleza e estilo, e alimentos e culinária. O ganhador do gênero alimentos e culinária é um canal chamado CharlisCraftyKitchen, que apresenta vídeos de uma menina de oito anos de idade e sua irmã mais nova, de 5 anos, compartilhando dicas de culinária.

O canal fatura cerca de US$ 127,7 mil (R$ 386 mil) em receitas publicitárias mensais. A página recebe uma média de 29 milhões de visualizações por mês.

A norte-americana Charli, de 8 anos, começou a fazer seus vídeos em 2012, quando tinha seis anos. Sua irmã de 5 anos de idade, Ashlee, também aparece nos vídeos. Os tutoriais culinários vão de Minnies de bolachas Oreo até picolés inspirados no filme “Frozen”.

IG

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Dilma anuncia proteção de três novas terras indígenas

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A presidente Dilma Rousseff assinará na segunda-feira um decreto que legaliza a proteção de três novas terras indígenas que somam 232.544 hectares na região amazônica, informou o governo neste sábado.

Uma das áreas protegidas está perto da central hidrelétrica de Belo Monte, cuja construção foi combatida pelos índios e camponeses do Pará, que alegavam que ela destruiria o meio ambiente. A região, chamada Arara da Volta Grande do Xingu, tem 25.500 hectares e é o lar das etnias Arara e Juruna.

A maior das três novas reservas, localizada no Estado do Amazonas, é a terra Mapari, com 157.246 hectares e habitada pelos índios kaixanas. A terceira terra indígena, de 49.773 hectares, é a de Setemã, também no Amazonas, e que abriga os índios muras.

O decreto de proteção será assinado um dia depois do Dia Nacional do Índio, comemorado no domingo, e em pleno debate sobre a redistribuição de competências na proteção das terras indígenas.

O poder para a delimitação das reservas indígenas é de responsabilidade do governo, mas um projeto de lei propõe ceder essas competências ao Congresso.

Na quinta-feira dezenas de índios de todo o Brasil participaram de uma sessão plenária da Câmara dos Deputados para reiterar sua rejeição a esta possível mudança de competências, que entendem como uma “agressão” aos povos nativos.

Os índios também criticaram o governo Dilma pela lentidão no processo de proteção de novas terras, que pertencem ao Estado, mas são reservadas para usufruto exclusivo dos povos indígenas.

Segundo a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), principal organização do país, existem 21 terras indígenas que aguardam a publicação de decreto presidencial para terem efetiva proteção legal.

Atualmente existem no país 585 áreas indígenas com diferentes graus de proteção, que somam uma área de 1,13 milhões de quilômetros quadrados, equivalente a 13% do território brasileiro.

Segundo o censo de 2010, no Brasil 820 mil pessoas se declararam indígenas, distribuídas em cerca de 300 etnias que falam 274 idiomas diferentes, e que representam 0,26% da população do país.

Terra

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Joaquim Levy será saco de pancadas no Congresso que PT fará no mês de junho

O PT realizará entre os dias 11 e 13 de junho, em Salvador, o seu 5º Congresso. As correntes políticas que coabitam a legenda redigiram sete “teses” expondo suas propostas para enfrentar a corrosão do petismo e do governo Dilma Rousseff. Reunidos num caderno, os textos têm algo em comum: todos criticam a política de arrocho fiscal de Joaquim Levy. O ministro da Fazenda será tratado no encontro do partido da presidente da República como saco de pancadas.

O ajuste fiscal foi malhado até pela corrente majoritária do PT, à qual pertence Lula. Chama-se CNB, Construindo um Novo Brasil. No seu documento, batizado de “manifesto”, o grupo lamenta “que a sociedade não tenha sido consultada sobre as medidas —apenas informada a posteriori— e que o peso do ‘ajuste’ proposto tenha recaído mais sobre os trabalhadores do que sobre outros setores das classes dominantes.”

“Essas práticas”, prossegue o texto, “foram em grande parte responsáveis pelo mal-estar de muitos movimentos sociais que lutaram pela eleição de Dilma e que, hoje, se encontram perplexos e frustrados com as primeiras medidas do governo.” O documento anota que cabe “à bancada do PT e a outros parlamentares progressistas proporem as emendas necessárias” ao ajuste de Levy, ainda pendente de votação no Congresso.

Deve-se a redação do documento da corrente de Lula ao assessor da Presidência da República para assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia. Ao resumir as impressões que recolhera do grupo, ele escreveu que “o governo está pressionado pela necessidade de uma solução de curto prazo para seus problemas fiscais.” Avaliou que “os meios econômicos e financeiros internacionais querem que o ‘ajuste’ seja o ponto de inflexão de nossa política econômica em direção ao conservadorismo.”

Para o CNB, “o que está em jogo é fazer um movimento que restabeleça o equilíbrio das contas públicas e permita novas condições para uma nova e forte retomada do processo de desenvolvimento. Esse movimento não se pode fazer confrontando os trabalhadores.” Mais: na visão do grupo, é preciso apresentar novas medidas, que apontem para a retomada do crescimento econômico. “Não se pode fazer da necessidade de sanear a situação fiscal a ocasião para a apologia de uma política econômica conservadora, cujas consequências bem conhecemos.”

A segunda maior corrente do PT, chamada Mensagem, carregou ainda mais nas tintas. Em texto que traz a caligrafia de Tarso Genro, ex-ministro de Lula e ex-governador gaúcho, o grupo sustenta que, passada a disputa presidencial de 2014, o PT perdeu a “capacidade comunicativa” que obtivera graças ao horário eleitoral no rádio e na tevê e à estrutura que montara para exibir-se na internet.

Sem o aparato de propaganda da campanha, conclui o texto, estabeleceu-se “uma cisão na narrativa e na unidade política” da base social do PT. “Em particular com as escolhas do Ministério da Fazenda e suas primeiras decisões.” No dizer de Tarso Genro, “o segundo governo Dilma se iniciou com uma clara inflexão conservadora na gestão macroeconômica, contraditória com o programa eleito.”

O grupo de Tarso, ao qual pertence também o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), acha que é preciso reconciliar a ação econômica da presidente com o “programa” vendido na campanha eleitoral. Do contrário, “o segundo governo Dilma trabalhará, na melhor das hipóteses, com um cenário de baixo crescimento e eventual crescimento do desemprego, crescimento residual das políticas sociais, em um contexto de ajuste virtual vicioso, rigidez inflacionária e dificuldades crescentes na balança de pagamentos.”

A corrente minoritária Articulação de Esquerda escreveu em sua tese: “Implementar, mesmo que parcialmente, o programa dos derrotados na eleição contribui para confundir, desorganizar e dispersar as forças que venceram as eleições presidenciais de 2014, facilita as operações de sabotagem implementadas pela oposição de direita e também por setores da base do governo, não ajuda a bloquear eventuais tentativas de interromper nosso mandato, além de criar um ambiente favorável aos que desejam nos derrotar nas eleições de 2016 e 2018.”

Os ataques a Levy crescem na proporção direta da diminuição do relevo das correntes que redigiram as teses. Uma delas, Diálogo e Ação Petista, anotou em seu documento que “o PT está diante da maior crise de sua história.” E vaticinou, em timbre dramático: “Ou mudamos a política do partido e a política do governo Dilma ou corremos o risco de sofrer uma derrota profunda, que afetará não apenas o PT, mas o conjunto da esquerda…”

Para esse grupo, os apoiadores de Dilma foram submetidos a “um choque” depois que a presidente prevaleceu sobre Aécio Neves na sucessão do ano passado. Atribui o curto-circuito ao “giro da presidente reeleita, com o Plano Levy.” O texto recorda um dos compromissos que Dilma assumira na campanha presidencial.

“Ao contrário do discurso do segundo turno (‘nem que a vaca tussa’), […] assumiu-se parte do programa dos derrotados, com medidas de ajuste fiscal recessivo (restrição de direitos, contingenciamento de verbas, impostos para reduzir o consumo etc.), só para retomar o superávit fiscal primário e entregar aos especuladores e banqueiros.” Antes de virar ministro, Levy era diretor do Bradesco. Na eleição, votara em Aécio Neves.

A corrente Diálogo e Ação torce o nariz sobretudo para o coração do ajuste de Levy, que pulsa nas medidas provisórias 664 e 665. “Condenadas pela CUT e demais centrais sindicais”, diz o texto, essas MPs “reduzem o acesso a direitos previdenciários e trabalhistas e atacam a classe que mais decididamente pode defender o governo” contra “as ameaças de impeachment e o cerco exercido pelo comando das duas Casas Congresso” (leia-se Eduardo Cunha e Renan Calheiros).

Outra corrente minúscula do PT —Virar à Esquerda— denuncia já no título de sua tese o que acha das ideias do ministro Levy. Eis o nome da peça: “Abaixo a Política de Austeridade.” Quem percorre todas as teses reunidas no caderno preparado pelo PT percebe que, embora ausente do encontro, o ministro da Fazenda frequentará o Congresso do PT como um personagem indefeso.

UOL – Josias de Souza

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Mulheres ficam amigas após descobrirem que todas as quatro tinham o mesmo namorado

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Uma mulher linda, independente e interessante (e ainda malhada na medida certa e de longos cabelos negros) namora 2014 inteirinho com um quase cinquentão alto, bonito, sedutor (um tiquinho careca, o que até lhe conferia um certo charme). No final, o príncipe vira um tremendo sapo, depois que ela descobre que ele tinha outras três namoradas. Fixas e que não sabiam uma das outras.

A história é só mais uma prova de que, às vezes, a ficção imita mesmo a realidade. No melhor estilo “minha vida dava um filme”, Silvana Mattievich, de 44, Roberta Rodrigues, 43, Marjory Queiroz, 23, e Jéssica Vilas Boas, 25, marcaram de se encontrar bem no dia do aniversário de XY (como será chamado o personagem masculino dessa história).

A vingança foi saboreada a frio, como deve ser. As quatro mulheres combinaram o encontro num bar (Jéssica, que mora em Salvador, foi para SP especialmente para isso). Tiraram dezenas de fotos brindando juntas e criaram uma conta no Instagram, marcando o namorador em série.

 

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