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Economia do Brasil cresce 1,3% em fevereiro, diz Banco Central

TANTO O IBC-BR QUANTO O PIB SÃO INDICADORES QUE MEDEM A ATIVIDADE ECONÔMICA (FOTO: THINKSTOCK)

A economia brasileira voltou a crescer. Nas contas do Banco Central, a expansão foi de 1,3% em fevereiro. A previsão dos analistas para o Índice de Atividade Econômica da autoridade monetária (IBC-Br), divulgado na manhã desta segunda-feira pela autarquia era uma alta de 0,6%.

ICB-Br

O IBC-Br foi criado pelo BC para ser uma referência do comportamento da atividade econômica que sirva para orientar a política de controle da inflação pelo Comitê de Política Monetária (Copom), uma vez que o dado oficial do Produto Interno Bruto (PIB) é divulgado pelo IBGE com defasagem em torno de três meses. Tanto o IBC-Br quanto o PIB são indicadores que medem a atividade econômica, mas têm diferenças na metodologia.

O indicador do BC leva em conta trajetória de variáveis consideradas como bons indicadores para o desempenho dos setores da economia (indústria, agropecuária e serviços).

Já o PIB é calculado pelo IBGE a partir da soma dos bens e serviços produzidos na economia. Pelo lado da produção, considera-se a agropecuária, a indústria, os serviços, além dos impostos. Já pelo lado da demanda, são computados dados do consumo das famílias, consumo do governo.

Época Negócios

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  1. FRASQUEIRINO disse:

    Economia sobe. Desemprego idem! Ninguém entende esses economistas.

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Quatro bancos concentram 79% do crédito no Brasil, diz Banco Central

A concentração bancária no país cresceu em 2016, depois de um ligeiro recuo verificado no ano anterior. Os quatro maiores bancos do país —Caixa, Banco do Brasil, Bradesco e Itaú— concentram 79% do mercado de crédito no Brasil, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central divulgado nesta terça (3).

Essa participação havia recuado de 76,1% em 2014 para 75,8% em 2015.

Esses grandes bancos também responderam no ano passado por 79% dos depósitos bancários e por 73% dos ativos do sistema financeiro.

No ano passado, o Bradesco fez a incorporação do HSBC, que havia sido comprado no ano anterior.

O diretor de Fiscalização do BC, Anthero Meirelles, afirmou que uma melhora no ambiente econômico pode ajudar a aumentar a concorrência no setor.

“O grande estímulo para a entrada de novos concorrentes é o mercado que cresce, que se recupera. Acho que a queda do risco Brasil, o endereçamento de questões estruturais, a recuperação da confiança, a política macroeconômica, tudo isso é o melhor caminho para estimular a potencial entrada de novos concorrentes”, afirmou.

O BC informou ainda que, apesar da elevação do risco de crédito concedido a empresas, do crescimento do desemprego e da piora da situação fiscal de Estados, o sistema bancário brasileiro está preparado para lidar com um cenário de crise.

“Houve um período de recessão profunda, que, embora tenha batido no setor real, não se propagou de forma destacada no setor financeiro”, disse Anthero.

Segundo ele, os bancos estão preparados para lidar com o aumento do que chama de “ativos problemáticos” na carteira de crédito de empresas e consumidores. Esses ativos são compostos por operações inadimplentes e crédito renegociado, por exemplo, e passaram de 4% do crédito concedido a empresas em dezembro de 2014 para 8% em dezembro de 2016.

No caso da carteira de crédito dos consumidores, os “ativos problemáticos” atingiram o maior nível desde 2013, mas a tendência é de melhora nesse cenário.

Entre junho e dezembro do ano passado, o índice de Basileia do sistema financeiro, que mede a capacidade de um banco emprestar sem comprometer seu capital, subiu de 16,5% para 17,2%. O BC exige um mínimo de 11%.

O relatório diz ainda que o sistema financeiro conseguiria absorver o impacto de eventual falência das empresas envolvidas na Lava Jato.

Folha de São Paulo

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Inadimplência e juro bancário recuam em junho, diz Banco Central

A taxa média de inadimplência de empresas e consumidores recuou pela primeira vez em 12 meses. De acordo com a pesquisa de crédito bancário do Banco Central, o indicador passou de 3,7% em maio para 3,5% em junho, retornando ao nível verificado entre janeiro e março deste ano.

A taxa média de juros também caiu, o que não acontecia desde dezembro do ano passado. Passou de 32,7% para 32,6% ao ano entre maio e junho.

Os dados do BC divulgados nesta quarta-feira (27) mostram ainda que o estoque de operações de crédito voltou a cair no mês passado, depois de uma ligeira recuperação em maio. A queda, no entanto, se deu apenas para as empresas (-1,3% no mês). Para as pessoas físicas, houve aumento de 0,3%, segunda alta seguida, influenciada pelo aumento de 0,7% no crédito imobiliário, cujas concessões voltaram a crescer nos últimos dois meses.

No primeiro semestre, o estoque total de crédito encolheu 2,8%, para R$ 3,13 trilhões. Nos últimos 12 meses, cresceu 1%, bem abaixo da inflação acumulada no período de quase 9%. A previsão do BC é fechar o ano com crescimento de 1%, o que pressupõe uma estabilidade a partir de agora. Dados da instituição desde o Plano Real mostram que as menores expansões registradas até então foram de 3%, em 1997 e 2001.

Na comparação com o PIB (Produto Interno Bruto), o crédito segue em queda. Depois de atingir o pico de 54,5% em dezembro de 2015, recuou para 51,9% em junho.

ATRASOS

Houve queda nos atrasos tanto nas linhas com recursos livres como naquelas com direcionamento obrigatório e juros subsidiados, tanto para empresas como para pessoas físicas.

Dois destaques foram os recuos no crédito pessoal, de 9,9% para 9,3%, e no rotativo do cartão de crédito, de 37,5% para 36,8%.

JUROS

A taxa média de juros recuou nas linhas ao consumo, para pessoas físicas, e subsidiadas para empresas.

Houve recuo no crédito pessoal (para 128,3% ao ano), consignado (29,4% ao ano), veículos (26% ao ano) e rotativo do cartão (471% ao ano), por exemplo, embora a maioria dessas taxas continue próxima dos recordes já registrados pelo BC na última década.

No cheque especial, por outro lado, os juros bateram recorde pelo quarto mês seguido, atingindo 316% ao ano.

Folha Press

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  1. Alldo disse:

    Esses bancos sanguessugas, acobertados pelo governo, vivem de explorar o sofrido povo brasileiro.

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“PRESENTE”: Contas de luz devem subir, em média, 4,6% em 2016, diz Banco Central

Contas de luzAs contas de energia elétrica no Brasil devem ter em 2016 reajuste médio de 4,6%, informou nesta quarta-feira (23) o diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Altamir Lopes.

De acordo com Lopes, porém, essa estimativa não considera a taxa das bandeiras tarifárias, que passaram a incidir nas tarifas em 2015 e refletem o custo mais alto da produção de energia pelo uso mais intenso de termelétricas. A eletricidade gerada pelas termelétricas é mais cara porque elas utilizam combustíveis como óleo e gás natural para funcionar.

Em 2015, o uso das termelétricas – e a aplicação das bandeiras tarifárias – contribuiu para um aumento médio de 51,6% nas contas de luz no país. Em 2014, por exemplo, para evitar o repasse imediato desse custo aos consumidores, e um salto nas tarifas, o governo fez empréstimos bancários para ajudar as distribuidoras.

A estimativa de 4,6% leva em consideração, porém, os impactos do fenômeno El Niño, que deve elevar as chuvas em algumas regiões do país. A maior incidência de chuvas contribui para encher os reservatórios de hidrelétricas, que produzem energia mais barata.

Com represas cheias, o país passa a utilizar mais energia das hidrelétricas e, consequentemente, menos as termelétricas. Por isso, a expectativa é que deve cair em 2016 a taxa paga pelos consumidores via bandeiras tarifárias.

G1

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  1. MARCOS disse:

    LULA VEM AÍ,EU ACHO É POUCO!!!!!

  2. Carvalho disse:

    Segue o maldito governo do PT destruindo o país.

  3. Rodrigues disse:

    De novo!!!! Ano que vem não tem eleições presidenciais, né? Então vamos para a realidade. O que a mulher mentiu vamos ter que engolir.

  4. ruibabrantes Gaspar pardal disse:

    dá-lhe pt.
    votem em lula em 2018 que vem mais presente por aí.

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Juros ficarão em 14,25% por tempo prolongado, diz Banco Central

A possibilidade de a inflação chegar à meta de 4,5% no fim de 2016 está se fortalecendo, mas, para tanto, a taxa básica de juros será mantida em 14,25%, informou nesta sexta (21) o Banco Central.

A perspectiva é de que a taxa Selic continue no patamar atual por período “suficientemente prolongado” e que a política monetária fique “vigilante” no que tange a desvios significativos na projeção de inflação em relação à meta, segundo o diretor de Política Econômica do BC, Luiz Awazu Pereira.

As informações constam do Boletim Regional do trimestre, divulgado em Belo Horizonte nesta sexta-feira (21).

A Selic teve sua última alta consecutiva no fim de junho, quando chegou ao maior patamar em nove anos, o mesmo de agosto de 2006.

Awazu pediu “muita calma e sangue frio” até que o ajuste fiscal comece a produzir efeitos. Para isso, disse, a política monetária terá “viés conservador por tempo prolongado”.

Embora a projeção de agosto feita por economistas consultados pelo BC é que, este ano, a inflação chegue a 9,32%, o órgão afirma que já está em curso -mas de forma lenta- a fase do ajuste fiscal que incide sobre preços.

A mesma projeção aponta que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) em 2016 será de 5,43%, e não de 4,5%. Questionado sobre o assunto, Awazu disse que existem “elementos de incerteza” sobre o ano que vem, como a situação da economia externa, mas que o Brasil não deve “ceder a uma espécie de pessimismo”.

Segundo o diretor, a atual fase do ajuste já tem dado os resultados esperados, como melhoria das contas externas e inflação sob controle.

Folha Press

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Endividamento das famílias brasileiras é o maior em 10 anos, diz Banco Central

3wpta5wj6z_3u3sdo0bk3_fileAs famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas com o sistema financeiro nos últimos dez anos como agora, conforme apontam dados do Banco Central sobre o tema.

De março para abril, o volume de dívidas passou de 46,20% para 46,30%, o maior porcentual desde janeiro de 2005, quando começa a série histórica da instituição.

Até então, a taxa mais elevada havia sido registrada em fevereiro, de 46,24%. O cálculo leva em conta o total das dívidas dividido pela renda no período de 12 meses.

O BC destaca que, desde março, tanto essa série quanto a de comprometimento de renda foram recalculadas para incorporar as alterações na série da MSAD (Massa Salarial Ampliada Disponível), do IBGE. As séries também passaram a considerar as mudanças promovidas pela própria autarquia na nota de crédito.

Os dados do BC revelam que o segmento responsável pela elevação foi o de imóveis. Isso porque o total de endividamento das famílias, excluindo-se as dívidas com o setor habitacional, apresentou leve baixa de março (27,73%) para abril (27,61%).

Esta é a terceira desaceleração consecutiva do indicador e revela que é o patamar mais baixo desde janeiro de 2009, quando estava em 27,37%. Na época, as economias do Brasil e do mundo sentiam os efeitos da crise financeira internacional iniciada em meados de 2008.

Ainda segundo o BC, o comprometimento de renda das famílias com o SFN (Sistema Financeiro Nacional) ficou em 21,98% em abril — praticamente estável em relação à taxa de 21,97% vista um mês antes e de 21,98% de fevereiro. O dado é ajustado sazonalmente.

R7

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  1. Luciano disse:

    Carvalho vote 45 e quebre o Brasil 3 vezes. De quebra tenha inflação de 12,53%, desemprego de 12,6%, dois apagões, nenhuma universidade, escolas técnicas sucateadas…e nem dívida ninguém fazia pois não havia dinheiro para o povo!

  2. Carvalho disse:

    É o jeito PT de governar: inchamento da máquina pública, má gestão, corrupção, desperdício de dinheiro público, incompetência administrativa.
    Consequências: inflação dispara, tarifas públicas sobem, PIB desaba, obras ficam inacabadas, Real desvaloriza.
    Vote 13.

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Previsão para inflação em 2015 está 'menos favorável', diz Banco Central

A intensificação de ajustes de preços na economia tornou o balanço de riscos da inflação “menos favorável” para 2015. A análise está na ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central (BC), realizada na semana passada. No encontro, o comitê decidiu aumentar em 0,5 ponto percentual a Selic, taxa básica de juros da economia, que atingiu 12,75% ao ano. A alta deste mês foi a quarta elevação consecutiva da Selic. As informações são da Agência Brasil.

De acordo com o documento, os ajustes de preços “fazem com que a inflação se eleve no curto prazo e tenda a permanecer elevada em 2015”. A nota destaca que, reconhecendo os impactos dos ajustes sobre a inflação, “o comitê reafirma sua visão de que a política monetária pode e deve conter os efeitos de segunda ordem dela decorrentes”. Na ata da reunião anterior, de janeiro, o Copom havia projetado que a inflação tendia a permanecer elevada, mas entraria em declínio ainda este ano. No comunicado de março, não foi incluída a expectativa de queda para 2015.

Segundo o comitê, entre os fatores levados em conta para a última elevação da Selic estão os ajustes de preços administrados -regulados pelo governo- com destaque para gasolina e energia elétrica. O comitê trabalhou com estimativa de alta de 10,7% nos preços administrados, considerando hipótese de elevação de 8% no preço da gasolina, “em grande parte, reflexo da incidência da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e do PIS/Cofins” e de 38,3% nos preços da energia elétrica, em razão do repasse ao consumidor dos custos das operações de financiamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

O Copom prevê ainda, que a evolução dos preços internacionais do petróleo tende a se transmitir à economia doméstica, “tanto por meio de cadeias produtivas, como a pretoquímica, quanto por intermédio das expectativas de inflação”.

O colegiado manifestou-se também sobre a questão do cumprimento da meta fiscal. Segundo o Copom, o balanço do setor público “tende para a neutralidade, sem descartar hipótese de migração para zona de contenção”. Para o comitê, uma trajetória de superávit primários estimulará o investimento e impactará também sobre o combate à inflação. “A literatura e as melhoras práticas internacionais recomendam política fiscal consistente e sustentável, de modo a permitir que as ações de política monetária sejam plenamente transmitidas aos preços”.

O Copom prevê que a demanda agregada, compra de bens e serviços por consumidores, empresas e Estado, tende a se mostrar “moderada”, bem como a expansão do crédito. De acordo com o comitê, o consumo das famílias deve se estabilizar. Por outro lado, o colegiado estima que “condições relativamente favoráveis” no caso de financiamento imobiliário, concessão de serviços públicos e ampliação de renda agrícola podem favorecer os investimentos. Já as exportações devem ser beneficiadas, em função do cenário de alta do dólar e “maior crescimento de importantes parceiros comerciais”.

Com relação à economia global, para o Copom, continuam elevados os riscos para a estabilidade financeira. O colegiado pondera que “apesar de identificar baixa probabilidade de eventos extremos nos mercados financeiros internacionais, o ambiente externo permanece complexo”. Mas, mesmo com taxas de crescimento das economias externas menores do que se antecipava em 2014, as perspectivas são de “recuperação de algumas economias maduras (…) e intensificação do crescimento em outras”.

Para 2016, o Comitê de Política Monetária mantém a avaliação de que o cenário de convergência da inflação para o centro da meta, que é 4,5%, “tem se fortalecido”. O colegiado também voltou a afirmar que os sinais benignos nesse sentido “ainda não se mostraram suficientes”. O Copom se reúne novamente nos dias 28 e 29 de abril.

Folha Press

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