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Metro quadrado construído custa, em média, R$ 1.046 no País

Foto: Fernando Frazão/08.04.2016/Agência Brasil

O custo médio do metro quadrado construído ficou em R$ 1.046,68 em junho, de acordo com o Sinapi (Índice Nacional da Construção Civil), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgado nesta sexta-feira (7).

Esse valor é composto pelo gasto médio de R$ 536,28 com materiais de construção e outros R$ 510,40 referentes à mão de obra.

Em maio, o custo nacional da construção, por metro quadrado, havia marcado R$ 1.042,69.
Isso significa dizer que o índice subiu 0,38% na passagem para junho. Nos últimos 12 meses, construir um metro quadrado no Brasil aumentou 3,86%.

O vilão do preço da construção no País foi a mão de obra, que encareceu 0,78% no mês passado. Por outro lado, os materiais se mantiveram com preços estáveis.

Com isso, o primeiro semestre do ano fechou com alta de 0,96% no caso dos materiais, enquanto a mão de obra subiu 2,89% — taxas menores em comparação aos primeiros seis meses de 2016, quando essas altas foram de, respectivamente, 4,23% e 7,10%.

R7

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  1. Osvaldo pimpão disse:

    Aldo!
    Meu jovem esse preço é o custo direto(padrão baixo), falta os indiretos (impostos, legalização, terreno, padrão de acabamento…)

  2. Alldo disse:

    E porque é vendido aos interessados a R$ 5.000,00??????????????????????. Depois reclamam que o mercado está parado. Só tem bobinho!

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Turista que visita Natal na alta estação vem do Sudeste e permanece, em média, 10 dias na cidade

Pelo 5º ano consecutivo, o Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN traçou o perfil do turista que visita Natal na alta estação. A maior parte dos turistas são brasileiros (79,7%; contra 82,4% em 2016); vindos da região Sudeste (35,2% de São Paulo; 11,2% do Rio de Janeiro; e 5,9% vieram de Minas Gerais); viajam com a família (72,8%); são homens (51,5%); e permanecem, em média, 10 dias na cidade.

O percentual de turistas estrangeiros (20,3%), foi maior em relação ao ano passado (17,6%), sendo que 7,7% são provenientes da Argentina. Em 2016, os turistas argentinos eram 6,7%. A Itália é o segundo país que mais envia turistas a Natal na alta estação, com 1,7% dos entrevistados, índice obtido tanto este ano quanto no ano passado. 52,6% das pessoas ouvidas na pesquisa visitavam o estado pela primeira vez. Já na pesquisa de 2016, 70,5% dos visitantes nunca tinham vindo ao RN.

Com relação ao que atraiu o turista ao Rio Grande do Norte, as belezas naturais foram o item mais lembrado, com 66,8% das respostas ao questionário. O índice é um pouco menor do que o obtido em 2016, quando esta foi a motivação para vir ao estado de 87,1% das pessoas que responderam à pesquisa. Visitar a família (6,8%), visitar os amigos (4,7%), e as promoções (1,7%) também serviram de incentivo para que as pessoas passassem uma temporada no estado.

A respeito de quando tomaram a decisão de viajar para o RN, 20,7% decidiram 6 meses antes da viagem; 20,6% decidiram 3 meses antes; 16,9% há 2 meses; e outros 11,2% estavam planejando a viagem há 1 ano. Ao contrário de 2016, quando 52,8% usaram os serviços de uma agência de viagens para organizar o passeio, este ano, 65,8% dos entrevistados informaram que não foi necessário contratar este serviço. O principal meio de transporte usado para chegar ao RN foi o avião (93,1%), e a companhia aérea mais utilizada foi a Gol (46,3%), seguida da Latam (25,7%).

A maioria dos visitantes (53,5%) possuía renda de até R$ 6 mil mensais. De acordo com a pesquisa, cada turista gastou diariamente R$ 235,16, em média, valor 12,8% superior em relação a 2016, quando o gasto individual por dia foi de R$ 208,41. No detalhamento, o gasto médio individual do turista por dia foi de R$ 93,29 com hospedagem (em 2016 foi de R$ 90,98); R$ 46 com alimentação (R$ 52,16 em 2016); R$ 19,42 com transporte (R$ 15,76 no ano passado); R$ 43,52 com diversão (em 2016 foi de R$ 25,07); e R$ 32,93 com compras (R$ 24,44 em 2016).

Praias, restaurantes e bares, centros de artesanatos e shoppings foram os atrativos mais visitados. Entre os restaurantes, por exemplo, o Camarões foi o mais lembrado pelos participantes da pesquisa, com 40,7% das respostas. Além disso, 50,2% deles visitam outras cidades, além de Natal, como é o exemplo de Tibau do Sul, São Miguel do Gostoso e Galinhos.

No geral, a avaliação do destino turístico Natal é boa, e 87,6% dos participantes da pesquisa pretendem voltar ao RN. 96,1% deles avaliam o estado como excelente ou bom; e 97,4% indicariam o RN como destino turístico.

A coleta de dados foi realizada entre os dias 03 e 12 de janeiro, quando foram ouvidas 651 pessoas, nos principais locais de acesso do público à cidade, como o Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante e o Terminal Rodoviário, além de pontos de fluxo turístico como hotéis, pousadas, feiras de artesanatos e atrativos turísticos.

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Brasileiro se aposenta aos 58, em média, e a maioria ganha 1 salário mínimo

O governo quer mudar as regras para a aposentadoria e enviou ao Congresso, no final do ano passado, uma proposta de reforma da Previdência. Uma das principais mudanças é que todos os trabalhadores deverão ter, no mínimo, 65 anos de idade e 25 anos de contribuição com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para conseguir se aposentar. Para receber o valor integral da aposentadoria, será preciso contribuir por 49 anos.

Afinal, com que idade o brasileiro costuma pendurar as chuteiras atualmente e quanto ganha de aposentadoria?

Como é o aposentado no Brasil hoje

O Brasil tem hoje pouco mais de 19 milhões de aposentados pelo INSS, segundo a Secretaria da Previdência Social.

Atualmente, o brasileiro se aposenta, em média, aos 58 anos.
De cada três aposentados, dois ganham um salário mínimo.

Há dois tipos de aposentadoria mais comuns no momento: por tempo de contribuição e por idade.

1) Por tempo de contribuição

Basta ter contribuído com o INSS por 35 anos, no caso dos homens, ou 30 anos, para as mulheres, independentemente da idade do trabalhador. Atualmente, cerca de 5,7 milhões de pessoas fazem parte desse grupo.

Quem se aposenta por tempo de contribuição consegue o benefício com pouco menos de 55 anos e recebendo dois salários mínimos.

2) Por idade

A maior parte dos brasileiros, porém, se aposentou por idade: são pouco mais de 10 milhões de pessoas. Para conseguir se aposentar por idade, os homens precisam ter pelo menos 65 anos e as mulheres, 60 anos. Todos precisam ter contribuído com o INSS por 15 anos, no mínimo.

Em geral, as pessoas mais pobres se aposentam por idade porque costumam trabalhar mais tempo sem ter carteira assinada e sem pagar o INSS. Assim, não conseguem completar os requisitos mínimos para a aposentadoria por tempo de contribuição.

Quem se aposenta por idade acaba trabalhando mais e ganhando menos, atualmente. Em média, o aposentado por idade trabalha até os 61 anos, e ganha um salário mínimo.

* Esses são números médios, ou seja, nem todo mundo se aposenta com essas idades ou recebe esses valores.

UOL

 

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  1. Senhor Cidadão disse:

    MILITARES JÁ!!

  2. Cardoso de Araújo disse:

    Essa proposta é ridícula, num país onde uma pessoa com 40 anos é considerada velha, como pode se aposentar com 49 anos de contribuição? Quantos aos 50 anos que perder um emprego, conseguirá outro? Quem legisla são pessoas engravatadas, que trabalham no ar condicionado, tomando cafezinho e muitas vezes sem fazer nada e com toda mordomia. E o povo? Que se exploda!

  3. Jean disse:

    Não o alto clero composto pelos altos cargos do judiciário, Ministério Público, Tribunais de Contas, Câmaras de Deputados e Senadores, etc, etc, etc…
    Os ex-Governadores também não tem do que se queixar: passam quatro anos no mandato e recebem uma aposentadoria gorda que na sua morte ainda se transforma em pensão vitalícia.
    Quer mais?
    Isso causa indignação em alguém?
    Não!!!
    Mas se alguém oriundo do baixo clero furar esse bloqueio poderoso e tiver qualquer desse "benefícios" ou privilégios, aí "o pau come".
    País de analfabetos funcionais ainda teleguiados pela REDE DE FAZER BOBOS – PLIM-PLIM!

  4. Blue disse:

    A matéria mostra como já é difícil a situação do trabalhador brasileiro é mesmo assim o governo pretende piorar a situação. Jamais um trabalhador brasileiro conseguirá contribuir por 49 anos e, assim, nunca conseguirá a aposentadoria integral. Contribuir e não se aposentar, é isso que vai acontecer se essa proposta absurda for aprovada.

    • Lobo disse:

      Isso. Poderá até se aposentar, mas dificilmente será por aposentadoria integral. O jovem que começar a trabalhar aos 20 anos, para receber a aposentadoria integral, deverá se aposentar aos 69 anos de idade e 49 ANOS DE CONTRIBUIÇÃO. Dificilmente, alguém conseguirá ficar ativo no mercado de trabalho por tanto tempo, sem amargar um período desempregado. Imagine os trabalhadores da construção civil, por exemplo: ao chegar aos 60 anos de idade, será que terão a mesma capacidade laborativa de quando eram jovens? será que terão mercado de trabalho para eles? Ademais, é bom lembrar que é uma falácia a história de previdência deficitária e que foram três reformas, uma de FHC e duas de Lula.

    • Potyguar disse:

      Concordo . É um direito básico de qualquer trabalhador no mundo, desde que tenha o tempo de contribuição.
      O que é inadmissível é a proposta de 49 anos para se ter direito a aposentadoria integral. Daqui há pouco seremos todos escravos e sem direito nem a reclamar, porque virão alguns idiotas dizer que é mimimi.
      Fiquemos de pé e não percamos nossa dignidade. Os políticos não estão preocupados com o Brasil, mas sim com o que poderão ganhar ( talvez das empresas de previdência privada ) nas negociações escusas para aprovar essa famigerada reforma.

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“PRESENTE”: Contas de luz devem subir, em média, 4,6% em 2016, diz Banco Central

Contas de luzAs contas de energia elétrica no Brasil devem ter em 2016 reajuste médio de 4,6%, informou nesta quarta-feira (23) o diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Altamir Lopes.

De acordo com Lopes, porém, essa estimativa não considera a taxa das bandeiras tarifárias, que passaram a incidir nas tarifas em 2015 e refletem o custo mais alto da produção de energia pelo uso mais intenso de termelétricas. A eletricidade gerada pelas termelétricas é mais cara porque elas utilizam combustíveis como óleo e gás natural para funcionar.

Em 2015, o uso das termelétricas – e a aplicação das bandeiras tarifárias – contribuiu para um aumento médio de 51,6% nas contas de luz no país. Em 2014, por exemplo, para evitar o repasse imediato desse custo aos consumidores, e um salto nas tarifas, o governo fez empréstimos bancários para ajudar as distribuidoras.

A estimativa de 4,6% leva em consideração, porém, os impactos do fenômeno El Niño, que deve elevar as chuvas em algumas regiões do país. A maior incidência de chuvas contribui para encher os reservatórios de hidrelétricas, que produzem energia mais barata.

Com represas cheias, o país passa a utilizar mais energia das hidrelétricas e, consequentemente, menos as termelétricas. Por isso, a expectativa é que deve cair em 2016 a taxa paga pelos consumidores via bandeiras tarifárias.

G1

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  1. MARCOS disse:

    LULA VEM AÍ,EU ACHO É POUCO!!!!!

  2. Carvalho disse:

    Segue o maldito governo do PT destruindo o país.

  3. Rodrigues disse:

    De novo!!!! Ano que vem não tem eleições presidenciais, né? Então vamos para a realidade. O que a mulher mentiu vamos ter que engolir.

  4. ruibabrantes Gaspar pardal disse:

    dá-lhe pt.
    votem em lula em 2018 que vem mais presente por aí.

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