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Serviço de limpeza é suspenso no Hospital Giselda Trigueiro

Uma reportagem exibida pela Inter TV Cabugi – mostra a situação alarmante que se encontra o Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, com o serviço de limpeza suspenso desde a manhã desta segunda-feira (17) por falta de pagamento à empresa responsável.

Segundo a reportagem, a FR Serviços reclama que não recebe repasses do Estado desde dezembro do ano passado, quando foi contratada em caráter emergencial para prestar o serviço. Como a empresa também é responsável pela alimentação, as refeições deixaram de ser servidas para funcionários e acompanhantes, que precisam pedir quentinhas ou sair para comprar comida fora.

Confira reportagem completa com vídeo AQUI com íntegra no portal G1-RN

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  1. Antonio Dantas disse:

    Senhor secretario caia fora desse abacaxi o senhor e homem de bem.

  2. Marco disse:

    O vice-governador está em outra galáxia?₩

  3. Frasqueirino disse:

    Mais um pepino para o Secretário de Saúde George Antunes que vai tocando a saúde com a esmola que lhe repassa à Secretaria de Planejamento.

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Nota à população: suspensão dos atendimentos aos pacientes externos e internações no Hospital Giselda Trigueiro

NOTA À POPULAÇÃO

Informamos à população que, a partir das 12h do dia 05/12/2016, estão suspensos os atendimentos aos pacientes externos e internações no Hospital Giselda Trigueiro (HGT).

Essa decisão foi tomada na reunião do Colegiado Gestor Ampliado da presente data e foi baseada principalmente na higienização inadequada que o hospital enfrenta há alguns meses, com agravamento nos últimos dias.

O setor de Higienização do hospital era 100% dependente de uma única empresa terceirizada que tinha contrato com a Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Norte (SESAP) para prestação de serviço no HGT. Esse contrato se encerrou há alguns meses e, desde então, a limpeza do hospital tem sido bastante precária, motivo pelo qual desativamos 26 leitos.

Quando o contrato estava vigente, 19 servidores higienizavam o hospital diariamente. Nos últimos meses, apenas 3, 4 ou 5 higienistas passaram a fazer todo o serviço, gerando limpeza inadequada nos diversos setores assistenciais da instituição. Com isso, o acúmulo de lixo e o descarte inapropriado de resíduos sólidos hospitalares tornaram-se comuns. Esse fato acarreta não apenas em má higiene das dependências hospitalares, mas também na impossibilidade de se admitir novos pacientes para internação, já que os leitos não poderão ser higienizados.

É importante ressaltarmos que essa situação é específica do HGT, pois há outros contratos para Higienização dos demais hospitais. Informamos ainda que os servidores se reunirão amanhã (06/12/2016) em frente ao hospital para um ato em defesa da instituição. Convidamos os usuários do hospital e toda a população do Rio Grande do Norte para se fazerem presentes, a fim de evitarmos que essa importante instituição se acabe com a crise instalada.

Os pacientes internados, ainda que a duras penas, continuarão sendo atendidos e faremos todos os esforços possíveis para dar um mínimo de dignidade a esses enfermos. Essa situação crítica é de conhecimento da SESAP, alertada há vários meses, porém ainda não houve efetividade nas medidas propostas para resolver o problema. Quando recebermos Higienização adequada, voltaremos a atender ao público externo.

Natal, 05 de dezembro de 2016.

DIRETORIA COLEGIADA DO HOSPITAL GISELDA TRIGUEIRO

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NOTA – Paralisação de servidores terceirizados – Hospital Giselda Trigueiro

A respeito da paralisação dos profissionais que atuam no Hospital Giselda Trigueiro por meio de contratos com a empresa terceirizada SAFE, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informa que está negociando com a empresa o retorno dos profissionais ao trabalho, uma vez que já houve uma renegociação contratual.

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  1. SURPRESO disse:

    Essa empresa tem cerca de 1200 funcionários na UFRN, recebe da universidade em dia e atrasa os salários dos funcionários, a boatos que a UFRN está cancelando o contrato com ela é uma empresa altamente desorganizada!

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Hospital Giselda Trigueiro funcionará com porta regulada

Com o objetivo de melhorar a qualidade da assistência, o Hospital Giselda Trigueiro (HGT) passará a funcionar com porta regulada a partir da próxima segunda-feira (18). Referência em doenças infectocontagiosas, o HGT receberá apenas pacientes regulados, de modo a atender somente demandas condizentes com seu perfil.

A regulação do fluxo dos pacientes será feita pelo Complexo Estadual de Regulação, que funciona na sede da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Assim, o paciente, ao invés de se dirigir diretamente ao Giselda Trigueiro, deve procurar atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) mais próxima, onde passará por uma avaliação médica, que definirá a necessidade de ser ou não encaminhado para o HGT, conforme o perfil hospitalar.

Segundo a diretora médica do Giselda Trigueiro, Célia Pereira, “dessa forma será possível oferecer à população um serviço de maior qualidade e resolutividade”. Ela explicou que a medida foi tomada com base na pactuação entre a Sesap e a Secretaria de Saúde de Natal, existente desde 1º de janeiro de 2014. Desde então, os processos de descentralização das profilaxias antirrábica e antitetânica evoluíram, assim como a construção de linhas de cuidado no âmbito do hospital e das secretarias municipais de saúde.

A recente inauguração do Hospital Municipal de Natal, a implantação e funcionamento das UPAs de Pajuçara e Cidade da Esperança, além de outras UPAs em fase de construção (Potengi e Cidade Satélite) darão suporte à efetivação da regulação do HGT.

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Sesap emite nota sobre acusação polêmica no Hospital Giselda Trigueiro‏

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP), tendo em vista fato ocorrido na noite da última segunda-feira (15), no Hospital GiseldaTrigueiro, em Natal, lamenta e repudia que pessoas tenham agido de má-fé, usando à imprensa e as redes sociais para denegrir e difamar a imagem de um estudante de Medicina, estagiário do Pronto-Socorro daquela unidade hospitalar.

O estudante foi acusado deliberadamente, de forma constrangedora, e sem provas, de assédio sexual no exercício de suas funções, bem como o médico responsável pelo plantão por supostamente ter acobertado fatos inverídicos.

O ocorrido se torna mais grave ainda, diante das ameaças de morte feitas ao estudante e ao médico levadas às redes sociais pelo marido da paciente atendida na unidade. A direção do Hospital Giselda Trigueiro abriu inquérito administrativo para ouvir os profissionais de plantão na noite de segunda-feira e avalia recorrer judicialmente.

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  1. Cleyze Guiomar disse:

    De mal gosto e no mínimo ridículo a defesa ao tal estudante. Amigos e familiares só atrapalham porque obviamente vão defendê-lo com unhas e dentes o que não é justo, pois não se tem provas. É a palavra de um moça (que até então, é VÍTIMA), contra ele, que agiu extremamente com desnecessidade diante ao porque a paciente procurou o hospital. No caso do médico que dopava as pacientes e as estupravam, amigos e familiares não acreditavam também e várias mulheres foram violadas daqueles forma crua. Em relação ao rapaz, marido da vítima, dizer que vai matá-lo, ele foi claro nas postações do facebook dizendo que ia dar uma surra se ele não tivesse fugido, logo, arma ele não tinha. Marginal ele não é, e isso é óbvio. Se um marginal na história o marido da vítima seria a última pessoa a ser apontada como tal. Parem de inventar e querer culpar quem é vítima, em sã consciência uma pessoa revoltada falaria o mesmo. Engraçado é que os amigos do marido da moça diz o mesmo que os amigos do estudante, que é um rapaz de bem e pessoa maravilhosa. Então, a verdade, só Deus sabe, mas eu espero que ele seja punido pois não duvido da vítima. Ta cheio de gente louca no mundo. As versões foram várias da parte do estudante, primeiro ele negou não ter usado telefone nenhum, depois disse que usou porque por falta de aparelho no hospital, usou a luz, bem, algo de errado tem. Mandar afastar uma calcinha, é já de estrema falta de profissionalismo. A moça foi ingênua, eu teria agido de forma diferente e a essa hora ele já estaria na cadeia.

    • Deixa de conversar asneira…
      Como você sabe que ele pediu para ela afastar a calcinha? Tem certeza que é verdade? A acusadora tem alguma prova? Qualquer uma?

  2. fmll disse:

    "Estranhesa" eh o senhor Joaqui saber desse detalhe que ocorreu na SESAP. "Seria estranhesa"achar que eh funcionario de tal orgao e ter algum grau de ligacao com a paciente e o seu esposo? "Duvidoso" eh querer defender uma pessoa que vai preparado para matar(como as proprias testemunhas dizem e segundo outras, ate armado estava, alem de ter o proprio colocado no facebook quais eram as suas intencoes).para o hospital e ainda esperar que o estudante cuja integridade esta sendo ameacada, fique, para amanhecer morto no dia seguinte?!
    Duvidoso e estranho eh defender uma pessoa desse tipo.

  3. Kleiber Bezerra disse:

    "O princípio do contraditório, que é inerente ao direito de defesa, é decorrente da bilateralidade do processo: quando uma das partes alega alguma coisa, há de ser ouvida também a outra, dando-se-lhe oportunidade de resposta. Ele supõe o conhecimento dos atos processuais pelo acusado e o seu direito de resposta ou de reação. Exige: 1- notificação dos atos processuais à parte interessada; 2- possibilidade de exame das provas constantes do processo; 3- direito de assistir à inquirição de testemunhas; 4- direito de apresentar defesa escrita"

    • Kleiber Bezerra disse:

      O estudante foi caluniado e julgado pelo agressor sem ter apresentado provas ou tido pelo menos serenidade para realmente comprovar os fatos.

  4. joaqui disse:

    O que causa estranhesa na nota da sesap que apenas defende o residente e desqualifica a paciente e seu esposo mas não esclarece a fuga do residente do hospital antes mesmo de ser imposta a ele qualquer acusação e também não procurou a paciente e seu esposo para prestar qualquer auxílio até mesmo para questionar o fato é realmente é muito duvidoso o residente aparecer quatro dias depois acompanhado de seu pai que também é médico e de advogado e mais do diretor do hospital na sede da sesap para divulgar tal nota

    • Kleiber Bezerra disse:

      Ele não ficou por ser culpado mas para evitar mais constrangimentos e agressão… lembre-se todos somos inocentes até que se prove ao contrário…

  5. Alicia disse:

    Estive nesse hospital há aproximadamente 03 anos, fui picada por um escorpião, no plantão estava apenas uma imatura estudante de medicina, que ficou muito nervosa, e pediu que aguardasse um pouco, pois ia consultar alguns livros, já que era a primeira vez que via aquele tipo de escorpião. Graças a Deus o bicho era inofensivo, caso contrário, teria tido algum problema pela falta de atendimento e desconhecimento do único profissional (estudante) de plantão.

    • isadora disse:

      Alicia, sempre há um médico de plantão no PS. Sempre. O que ocorre é que durante a noite quem atende inicialmente os pacientes são os estudantes e depois eles chamam os médicos para decidirem juntos a conduta.

  6. Ricardo disse:

    Chupa cyro midia robson!

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AJUDE: Paciente em tratamento no Hospital Giselda Trigueiro está precisando com urgência de sangue de qualquer tipo

O paciente João Maria de Medeiros, que se encontra em tratamento no Hospital Giselda Trigueiro, está precisando com urgência de sangue de qualquer tipo. Os interessados devem procurar o posto de coleta de sangue mais próximo para realizarem sua doação. A família agradece este ato de solidariedade.

No ato da doação informar o nome do paciente (João Maria de Medeiros) e o hospital (Giselda Trigueiro).

PARA DOAR É NECESSÁRIO: estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 67 anos, pesar no mínimo 50 kg, estar alimentado (não pode estar em jejum) e apresentar documento original com foto.

Locais para doação:

Ø  Hemonorte: Av. Alexandrino de Alencar, 1800- Tirol

Ø  Posto de Coleta da SESAP – Av. Deodoro, 730 – Centro (Térreo da Secretaria de Saúde Pública)

Ø  Posto de Coleta da Zona Norte – Complexo Cultural de Natal

Contato para mais informações: 8801-4467 (Mazilde Morais)

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FOTO: Hospital Giselda Trigueiro recebe equipamento médico doado pela Fifa

IMG000000000034455O Hospital Giselda Trigueiro recebeu, na manhã desta quarta-feira (9), um desfibrilador automático para os atendimentos de urgência e emergência da unidade.

O equipamento foi entregue pelo coordenador médico da Copa do Mundo da Fifa no RN, Maeterlinck Rêgo e por Antônio Araújo, presidente da Unimed Natal, operadora de saúde responsável pelos atendimentos médicos dentro da Arena das Dunas.

“O desfibrilador que recebemos é novo e moderno e não chegou nem a ser utilizado durante os jogos da Copa do Mundo na Arena das Dunas. Ficamos felizes com a doação da Fifa e iremos deixá-lo à disposição do nosso Pronto Socorro”, disse a diretora geral do Hospital Giselda Trigueiro, Milena Martins.

Os desfibriladores são utilizados com o objetivo de reestabelecer ou reorganizar o ritmo cardíaco em casos de paradas cardiorrespiratórias.

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  1. Tiago disse:

    Um DEA portátil pra ser usado em emergência, em locais que não disponham de um mais eficiente? Isso deveria ser doado para os bombeiros, policiais ambientais… Isso é o meio como o Hospital atende seus pacientes? Lamentável…

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Homenagens marcam a comemoração dos 71 anos do Hospital Giselda Trigueiro

O Hospital Giselda Trigueiro, referência para doenças infectocontagiosas no Rio Grande do Norte, comemorou nesta segunda-feira (14) seus 71 anos de serviços prestados aos usuários do Sistema Único de Saúde. A data foi celebrada com uma programação repleta de homenagens, lembranças, e com a presença de diretores, servidores e gestores da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).

A comemoração foi marcada por vários momentos de emoção, entre eles a encenação da peça teatral intitulada “Giselda Trigueiro: o ícone da humanização”, interpretada pelo grupo teatral “De bem com a vida”, composto por servidores do HGT e Sesap, e escrita por Marcelo Pereira, regente do Coral Vozes da Vida e Saúde. O regente é também compositor do Hino do Giselda, lançado na mesma oportunidade. As apresentações do Coral foram acompanhadas pela Banda de Música da Polícia Militar.

A peça teatral resgatou a fundação do sanatório de Natal, em 1912, para tratamento de tuberculose pulmonar, o decreto que criou o Hospital Evandro Chagas, em 1943, e a trajetória da professora Giselda Trigueiro como diretora da unidade a partir de 1963, com destaque para alguns servidores, entre eles o então estudante de medicina Antônio Araújo, hoje médico infectologista do HGT.

O secretário adjunto da Sesap, Marcelo Bessa, sobrinho e afilhado da Professora Giselda Trigueiro, participou das comemorações como representante da família da homenageada, e relembrou a dedicação da tia e madrinha aos pacientes. “A lembrança mais forte é o trabalho humanizado, a dedicação total à medicina, que a fazia chegar ao ponto de ficar internada no hospital para acompanhar de perto os pacientes mais graves”. Nas lembranças da família estão presentes a imagem da médica, infectologista especialista no tratamento do tétano, mas também a mulher forte, de boa convivência com os familiares, escritora e leitora apaixonada da literatura de cordel.

A diretora geral Milena Martins relembrou sua história junto ao hospital onde atua há 19 anos como servidora e há seis anos à frente da direção geral. “No quarto ano de faculdade, época do início da epidemia de Aids, visitei o hospital como estudante do curso de medicina, foi quando me apaixonei pela infectologia e decidi por esta especialidade”.

“O Giselda Trigueiro é o hospital referência em infectologia para a formação na área de saúde, utilizado como campo de estudo por várias faculdades de Natal, além de ter a peculiaridade de ter, permeada em sua administração desde a época da professora Giselda Trigueiro, um compromisso com os pacientes e uma devoção ao hospital por parte dos servidores”, disse o Secretário de Estado da Sesap, Luiz Roberto Fonseca.

A médica Giselda Trigueiro foi referência na área da infectologia no Rio Grande do Norte, e como especialista no tratamento do tétano teve seus trabalhos apresentados na Europa. Assumiu a direção do então Hospital Evandro Chagas no ano de 1963. Após o seu falecimento, em 1986, foi homenageada pela sua dedicação ao hospital, quando no ano seguinte passou a ser chamado Hospital Giselda Trigueiro.

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