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Entrada de armas em Alcaçuz será investigada

A secretaria estadual de Justiça e Cidadania confirmou que será aberta investigação sobre a entrada de armas na penitenciária de Alcaçuz, no município de Nísia Floresta, na Grande Natal.

Até o momento, agentes penitenciários da Força Tarefa de Intervenção Penitenciária encontraram seis armas de fogo e três espingardas calibre 12 de fabricação artesanal.

As visitas surpresas e varreduras continuarão sendo realizadas na unidade prisional, ação em que normalmente se apreendem armas ou drogas.

Comentários (5) enviar comentário
  1. paulo martins disse:

    Depois da porta arrombada… E tome eficiência do famigerado "Governo da Segurança".

  2. André disse:

    Quero saber quando é que a Sejuc vai divulgar o número real e os nomes dos fugitivos de Alcaçuz.
    Por enquanto só vejo enrolação.

  3. Marcelo disse:

    …senhor Governador, secretário.
    De nada vai adiantar fazer toda essa revista e Apreensão, e não ter servidores de confiança, que realmente queiram trabalho honestamente.
    …..não precisa ninguém falar vcs sabem ,inclusive quem são esses servidores. Sabemos que tem os que realmente trabalham honestamente.

  4. Brasileiro disse:

    Até as crianças sabem ….olhem os carros de alguns agentes ….incompatível com os salários

  5. Suzy disse:

    Foi o et…

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Dilma foi monitorada pelo Serviço de Inteligência Brasileiro na gestão Sarney

Está no Blog de Josias de Souza:

Presa e torturada pela ditadura militar, Dilma Rousseff continuou sob monitoramento do aparato de espionagem estatal nos primeiros anos do Brasil redemocratizado, quando respondia pela Presidência da República José Sarney.

É o que revelam documentos disponíveis no Arquivo Nacional. Foram organizados num banco de dados chamado ‘Acervo da Ditadura’. Mais de oito milhões de páginas. Coisa produzida durante o regime militar e na Era Sarney.

Ao mergulhar no papelório, o repórter Rubens Valente apalpou 181 documentos com menções a Dilma. As referências começam em 1968 e se estendem até o final dos anos 80 –aparecem em 17 documentos preparados pelo SNI (Serviço Nacional de Informações) na época em que Sarney era o inquilino do Planalto.

Nessa fase pós-ditadura, o SNI mobilizava arapongas e torrava dinheiro público para colecionar dados inúteis. Num texto, por exemplo, Dilma é retratada como peça de uma “infiltração comunista” em órgãos da prefeitura e do governo do Rio Grande do Sul. Deu-se realce à passagem dela por grupos da esquerda armada: VAR-Palmares e Colina.

Noutro relatório, lê-se que Dilma atuava em movimento feminista que, no dizer do SNI, almejava “a conscientização das massas, pretendida por facções esquerdistas que almejam o poder.” Bem verdade que a espionada chegou ao poder pelas mãos masculinas de Lula. Mas a arapongagem, sem querer, revelou-se premonitória.

Vigiou-se Dilma também numa viagem ao México. Os espiões acompanharam-na ainda num comício de 1988, contra a ampliação do mandato de Sarney. Nesse ato, a ‘subversiva’ estava acompanhada de outro personagem molesto: Lula.

Procurado, Sarney, hoje um fervoroso aliado do governo Dilma, manifestou-se por meio da assessoria. Mandou dizer que ordenara ao SNI que não realizasse “levantamentos sobre a vida privada” de “nenhum brasileiro”. O Planalto, agora sob o comando da ex-vigiada, preferiu não comentar. Abaixo, um extrato dos papéis:

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