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Atriz, professora, corretora e motorista entre candidatas a reality que permite até estupro; assassinato também possível

Em julho uma estreia promete uma enxurrada de controvérsias. Na verdade, elas já estão se espalhando desde que a ideia do reality radical foi lançada. Idealizado pelo excêntrico milionário Yevgeny Pyatkovsky, a atração levará para uma região inóspita da Sibéria (Rússia) 15 homens e 15 mulheres. A ideia é testar os limites da sobrevivência por nove meses em uma região cuja temperatura beira os 40 graus negativos e onde as montanhas são divididas com ursos e lobos. Facas serão permitidas; armas de fogo, não. O prêmio: o equivalente a R$ 5,5 milhões. A produção não vai intervir em caso de assassinato, estupro ou outros crimes (leia mais aqui)

O jornal “Siberian Times” divulgou o perfil de algumas candidatas a participar de “Game 2: Winter”:

Irina Agisheva, 30 anos, professora de natação em Nizhny Novgorod (Rússia). Ela diz querer fazer “algo louco e inesquecível”. E acrescenta: “Só vivemos uma vez e temos que fazer o melhor. Estou pronta”.

Natalya Korneva, 26 anos, atriz em São Petersburgo (Rússia). Dedicou os últimos cinco anos a viajar solitária por várias regiões russas. Tem um sonho: morar na Sibéria.

Oksana Shiganova, 28 anos, originária do Ártico. É motorista e se diz uma “loura profissional”. Ama vestidos, pintar as unhas e fazer compras.

Klara Yuchyugyaeva, 33 anos, corretora de imóveis de Yakutsk (Sibéria). “Não tenho medo de difuldades”, diz. A candidata considera a vida selvagem siberiana “misteriosa e maravilhosa”.

Page Not Found – O Globo

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  1. Kakaká disse:

    Sostô…

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Professora que ironizou aparência de passageiro é afastada de cargo na PUC-Rio

AEROPORTO

Reprodução: Facebook

A professora que ironizou a aparência de um passageiro no Aeroporto Santos Dumont, no Rio, perdeu um cargo interno que exercia na PUC-Rio. Rosa Marina de Brito Meyer continua ministrando aulas de duas disciplinas do Departamento de Letras, mas foi afastada do comando da Coordenação Central de Cooperação Internacional (CCCI).

Em portaria enviada aos funcionários nesta segunda-feira, o reitor José Carlos de Siqueira comunica que o professor Carlos Frederico Borges Palmeira, do Departamento de Matemática, assume a função, em caráter interino. Entre outras atribuições, o CCCI administra parcerias de intercâmbio da PUC com universidades no exterior.

Rosa Marina caiu em desgraça na semana retrasada, quando publicou no Faceboook um post com a foto de um passageiro na sala de embarque do Santos Dummont acompanhada da legenda: “Rodoviária ou aeroporto?”. Na imagem, o advogado Marcelo Santos, até então não identificado, estava de bermuda e camisa regata. Colegas de profissão de Rosa, como o reitor da Unirio, Luiz Pedro Jutuca, e a professora Daniela Vargas, também da PUC-Rio, comentaram o post com mais ironias. O episódio recebeu uma chuva de críticas nas redes sociais.

Segundo rumores, a docente chegou a entregar uma carta de demissão à direção do Departamento de Letras, mas seus chefes não aceitaram a decisão. Ela continua dando aulas de Linguística e Aspectos Culturais do Português como Segunda Língua. De acordo com fontes ouvidas pelo GLOBO, Rosa Marina estaria deprimida desde que o post começou a gerar repercussão negativa. Ela própria apagou a publicação e, no dia seguinte, divulgou um pedido de desculpas em sua página, que, depois, foi deletada do Facebook. Daniela Vargas e Luiz Pedro Jutuca também lamentaram seus comentários no post infame.

Nos corredores da PUC-Rio, o assunto dominou rodas de conversas entre professores desde a volta às aulas, na semana passada. Os colegas de Rosa Marina comentam que ela “deu mole” e procuram entender qual foi o sentido de expor daquela maneira uma pessoa desconhecida.

Depois do post polêmico, uma página foi criada com o nome de Rosa Marina Meyer para criticar a publicação. O espaço, que já tem mais de 26 mil curtidas, vem servindo para dar destaque a diferentes casos de preconceito noticiados na imprensa ou relatados pelos próprios seguidores. O advogado Marcelo Santos, que aparece na foto, falou sobre o caso. Ele mora em Nova Serrana, Minas Gerais, e estava voltando de Cruzeiro que terminou no Rio. Em entrevista a diversos sites, o profissional se disse surpreso ao saber do post, e contou que ficou bastante triste quando viu a maneira como foi retratado.

O Globo

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Escola em Caicó fecha às portas depois que pai de aluno ameaçou professora de morte

A Escola Municipal Frei Damião, localizada no bairro de mesmo nome está com as portas fechadas nesta sexta-feira, (29). De acordo com o radialista e blogueiro Sidney Silva, o motivo foi o fato de o pai de um aluno ter feito ameaças de morte contra uma professora, fato ocorrido na quinta-feira, dia 28.

Segundo Sidney Silva, tudo começou quando a criança foi impedida de entrar na escola por determinação da direção. O horário limite para a entrada dos alunos na parte da manhã, é 07hs15min. O garoto teria chegado às 07hs20min. Ao chegar em casa de volta, o pai foi informado do ocorrido e foi a escola. Lá, ele proferiu palavras de depreciação contra a escola na presença de uma professora. Inclusive, foi contra ela a ameaça de morte. “Você poderia levar um tiro no caminho para a escola”, teria dito o pai.

Ainda segundo o radialista, uma suposta nota foi divulgada pela direção da escola, informando como tudo aconteceu e lamentando o fato. “A ameaça se deu dentro da escola, quando em atividade de sua função a professora enfatizava para um pai de aluno a necessidade de obediência às regras para garantias mínimas de funcionamento e aproveitamento das aulas, nesse momento a educadora foi vítima de fortes ameaças a sua vida, fato que chocou a todos que trabalham e estudam naquela instituição“.

A nota continua lamentando a violência que é recorrente na comunidade escolar. “Infelizmente, as ações de violência tem sido recorrentes na unidade escolar, situações que se acirram com a falta de segurança e de vigilância durante o expediente de aula”.

A Secretária de Educação de Caicó, Socorro Mariz, disse em contato com o Blog que está tentando resolver o problemas.

Do blog Sidney Silva

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  1. sos saude disse:

    O problema só se resolve com cadeia nesse mau caráter..

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Professora tem vencimentos reduzidos e Estado é condenado

 A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte não deu provimento a um apelo, feito pelo Estado (Apelação Cível n° 2013.012142-1), e manteve sentença inicial que condenou o ente público a reenquadrar uma professora aposentada, a qual sofreu redução nos vencimentos.

Os desembargadores consideraram que, após a análise das fichas financeiras, bem como do Anexo II da Lei Complementar nº 322/06, se verifica, sem dificuldades, que o valor básico dos proventos recebidos pela educadora é correspondente à carga horária de 30 horas semanais e não 40 horas, conforme se deu o seu ato de aposentadoria.

A decisão considerou ainda precedentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), os quais destacam que a Lei de Responsabilidade Fiscal, que regulamentou o artigo 169 da Constituição Federal, fixando limites de despesas com pessoal dos entes públicos, não pode servir de fundamento para eliminar o direito dos servidores públicos de receber vantagem legitimamente assegurada por lei.

As decisões dos Tribunais garantem à progressão funcional de servidor, que atende aos requisitos previstos na lei de regência, por não se tratar de equiparação ou vinculação de espécies remuneratórias, o que não implica em violação aos princípios da legalidade, da separação dos poderes e da prévia dotação orçamentária.

TJRN

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Professora morre ao ter pescoço cortado com linha com cerol na PB

12_07_57_303_fileUma professora de 35 anos morreu depois de ter o pescoço cortado com uma linha com cerol na Ponte do Baralho (Ilha do Bispo), localidade que liga João Pessoa a cidade de Bayeux, na Paraíba, na segunda-feira (26). Ela dirigia uma moto quando foi atingida.

A vítima morreu no local. Moradores da região chegaram a chamar o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas ela já estava morta.

Ela era professora da rede estadual da capital e foi identificada como Cândida de Nazaré da Silva.

R7

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  1. Edmilson Gomes Montreiro disse:

    As autoridades tem proibir de vez por toda o ato criminoso de empinar pipas e se alguem ´for pego cometendo a inflação deverá passar o bom tempo preso seja quem for.

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Aluno é condenado a pagar R$ 10 mil por jogar casca de banana em professora

Casca-da-Banana-tem-muitas-utilidadesA Vara do Juizado Especial Cível de Bragança Paulista condenou um aluno (maior de idade) a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil a uma professora, por ter arremessado uma casca de banana sobre ela. O caso aconteceu em outubro de 2012 numa turma de 3º ano do ensino médio, e a sentença foi divulgada nesta terça-feira (20).

De acordo com a decisão do juiz Juan Paulo Haye Biazevic, a conduta descrita na inicial atingiu a autora em seus atributos mais importantes da personalidade, expondo-a ao ridículo em um ambiente no qual ela deve deter a autoridade necessária e suficiente para ensinar e educar.

Em defesa, o aluno alegou que não teve a intenção de acertar a professora. Afirmou que brincava com um colega de jogar a casca no cesto de lixo, quando, acidentalmente, o material bateu no ventilador e se despedaçou. O juiz condenou, ainda, dois alunos por terem prestado informações inverídicas, e devem responder pelo crime de falso testemunho.

Na sentença Biazevic diz que “grande parte da desmotivação dos professores, e isso, é óbvio, também deve ser atribuída à postura dos nossos jovens. Lamentavelmente prolifera no país uma cultura de que ser estudioso e esforçado não é digno de admiração, o que se admira é ser malandro e insolente”.

O juiz alega ainda que “em um momento histórico onde as ruas do país são tomadas por pessoas exigindo melhorias na educação, jovens esquecem que, além de direitos, eles também têm deveres. Não basta bradar por investimentos em educação se, na sala de aula, quem se dedica à tarefa de ensinar não é respeitado. Qualquer esforço do Poder Público para melhorar a educação do país cairá por terra se os alunos não estiverem dispostos a aprender.

O Globo

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  1. Sergio Nogueira disse:

    Não sei como não apareceu algum "ólogo" qualquer para dizer que essa decisão trará um trauma insuperável ao menor, que provavelmente isso afetará seu desenvolvimento para sempre ou que não se deve punir um adolescente porque ele não tem noção do que faz.
    Parabéns a todos aqueles que cobram responsabilidade de todos, sem distinção.

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Aluna tenta matar professora e é impedida por guarda em escola de Natal

A onda de violência em Natal vem ganhando transtornos dramáticos. O blog tomou conhecimento que na tarde desta sexta-feira (16), por pouco, uma tragédia que ganharia ares de repercussão nacional não foi consumada. Na ocasião, uma adolescente de 15 anos tentou matar uma professora na Escola Estadual Belém Câmara, localizada no bairro de Cidade da Esperança, Zona Oeste de Natal.

Segundo a Polícia Militar, a aluna, que estava suspensa pela professora e não comparecia à sala de aula há alguns dias, decidiu retornar aos “estudos” e sem a presença dos pais ou responsável, como solicitado, iniciou um bate-boca com a educadora. Na sequência, a menor sacou uma arma e no instante que apontou para disparar foi impedida por um guarda patrimonial, que ouviu a discussão e chegou a tempo de evitar a tragédia.

O desfecho da tentativa de homicídio virou contra a adolescente, que, durante o disparo atingiu o próprio pé, sendo socorrida para uma unidade hospitalar, sem qualquer risco. Com o episódio, as aulas foram suspensas.

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  1. Luciano disse:

    Sergio apontou mais ou menos o caminho, enquanto o eleitor de dona Rosa e admirador da massa cheirosa de "Sum Paulo" destilou ignorância, não é Primo das primas?…..Deve ser por causa da teoria dele que a UFRN nesses 11 últimos anos conviveu com inúmeras greves, que colocam àquelas dos anos 90 no chinelo….E a violência desenfreada vista nas escolas técnicas federais? É morte todos os dias…….Quando me lembro dos catastróficos anos 90, me dá calafrios….

  2. Fabiano Abreu disse:

    Sérgio e Primo, depois d ler s comentários de vocês, que, inclusive, suplementam-se, fica difícil acrescer algo. Nada mais posso escrever, senão um potente 'BRAVO'!

  3. primo das primas disse:

    É o professor pagando pelo que ensina. Se na rua o "professor" estimula o ativismo politico e violento através dos movimentos sociais, na sala de aula vai sentir o que ensinou. Tem até professor ateando fogo em onibus e tomando a frente em revoltas anti-capitalistas. Essa violencia que nao se justifica contra a sociedade e o regime econômico, vai repercutir contra o próprio mentor. Ha anos que faz parte do calendário escolar as greves. Há anos que se discute a meritocracia, mas é condenado por sindicatos fajutos. Professor ainda vai sentir muito a violencia que prega em sala de aula. O nosso falso professor corporativista e sindicalista vai apenas virar um politico fajuto… Violência também é o descaso com o aluno que busca o conhecimento que nao tem na sala de aula nas ruas. Mudança já na grade curricular dos professores, fim do ativismo politico nas universidades.

  4. Sergio Nogueira disse:

    Como adolescente é ser desobrigado a cumprir qualquer regra, a começar pelas teorias pedagógicas onde sequer ser chamado atenção em sala ele pode sob risco de criar um trauma gigantesco que o afastaria da escola, terminando pelos conceitos de diversos "ólogos" que acham o supra sumo do absurdo um pai castigar o filho.
    Essa criminosa mirim deveria dos pais levar uma sova, da escola ser expulsa e da justiça ser mandada para qualquer ratoeira, ainda que sem vagas. Depois de passar por isso tudo duvido que a criminosa queira repetir a dose.
    Antes de perguntar que mundo deixaremos para nossos filhos, é melhor perguntar que filhos deixaremos para o nosso mundo.

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Professora de Natal concorre ao Prêmio Professores do Brasil

Contando com disposição para reverter os problemas e a determinação de que não existem alunos irrecuperáveis, a professora Danielle Christine de Andrade Queiroz transformou uma turma com dificuldades no processo ensino-aprendizagem, em um modelo de atenção e bons resultados.

Outro resultado do trabalho veio com o Prêmio Professores do Brasil, oferecido pelo Ministério da Educação e que agora volta a concorrer. Para ganhar essa nova etapa, a professora Danielle Queiroz precisa do voto popular. Para votar, é necessário acessar o link (https://www.facebook.com/premioprofessoresdobrasil/posts/568203499880619), procurar o vídeo da professora natalense Danielle Queiroz e curtir.

“Sabia que era possível e que todos têm potencial para aprender e crescer. Só é necessário empenho e dedicação”, afirma a professora, que iniciou o ano de 2012 lecionando em dois períodos no 4º ano da Escola Municipal Henrique Castriciano, localizada no bairro das Rocas.

“Eles tinham a autoestima muito baixa. Afirmavam que não eram capazes de aprender e que eu não deveria perder o meu tempo”, lembra a professora. O trabalho teve como foco duas vertentes: o estabelecimento coletivo de regras de convivência e o registro dessas regras no espaço da sala de aula, de modo que possibilitasse uma visibilidade de todos e a produção de textos. “O resultado foi tão expressivo, que a turma passou a ser desejada e copiada por toda escola”, afirma com orgulho.

Com o projeto “Queremos respeito, portanto respeitamos o outro!”, a professora foi vencedora na “Subcategoria Séries/Anos Iniciais do Ensino Fundamental”, representando a Região Nordeste. O Prêmio Professores o Brasil, no valor de R$ 7 mil, além de troféu e certificado foi entregue em uma solenidade em Brasília. Agora Danielle Queiroz concorre e deseja ganhar o prêmio na etapa nacional.

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Professora universitária é presa por pedofilia

Uma professora universitária, de 35 anos, e um montador, de 36, foram presos ontem em São Paulo acusados de divulgar na internet fotos de uma estudante de 14, convencida por eles a participar de uma sessão de sadomasoquismo. A polícia chegou até o casal depois que o pai da menina percebeu mudanças de comportamento na filha e passou a vigiá-la, com um software espião.

No dia 29, a adolescente saiu de casa às 9h e retornou apenas dez horas depois. Ela disse aos pais que iria à casa de uma amiga, mas foi até a Estação Santa Cruz do metrô, na zona sul, para encontrar o montador. Os dois trocavam mensagens desde o dia 21, quando se conheceram em uma sala de bate-papo. O montador se identificava como SrShibariSP. O apelido faz alusão ao verbo japonês “shibari”, que significa amarrar. Ex-sushiman, o aliciador é fascinado por cultura oriental.

Da estação de metrô, eles partiram para o apartamento da professora no Tatuapé, na zona leste, onde os três participaram de uma sessão de sexo sadomasoquista. Em troca, a estudante ganhou um espartilho.

O pai da garota, um frentista de 42 anos, passou a estranhar o comportamento da filha. Ele também recebeu uma ligação, dizendo que a garota estava se envolvendo com um homem casado. Notou, ainda, o presente inusitado. Desconfiado, o frentista instalou um software espião no notebook da adolescente.

Viu que ela acessava um site sadomasoquista onde tinha as próprias fotos expostas, sob o domínio do SrShibariSP. Desesperado, o pai chegou a pedir demissão para acompanhar de perto o caso. “Fiquei duas semanas sem comer nem dormir. É terrível.”

Sem falar nada à garota, ele entrou em contato com um amigo e decidiu procurar o 27.º DP (Campo Belo). “É um mundo à parte (sadomasoquismo)”, disse o delegado Genésio Leo Júnior. “Ela foi atraída pela curiosidade”, completou.

Armazenamento

Na sexta, o delegado pediu o mandado de busca e apreensão. No sábado, o casal se encontraria de novo com a garota. Alerta, o pai impediu que ela saísse de casa. Nessa segunda-feira, 27, a polícia encontrou fotos e material sadomasoquista no apartamento da professora. Formada em Biomedicina, ela é doutoranda em Anatomia Humana na Universidade de São Paulo (USP). À polícia, ela disse que a garota parecia ter 16 anos. A professora e o parceiro foram presos em flagrante por divulgar as fotos, além de mantê-las armazenadas. A advogada dos acusados não se manifestou sobre o caso.

Fonte: Estadão

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Aluno faz bullying e professora manda o resto da classe bater no menino

Em escolas normais as crianças que fazem bullying levam broncas e suspensões (ou não levam nada, o que é triste). No entanto, em uma escola do Texas a técnica disciplinar foi diferente – o aluno que fez bullying apanhou do resto da classe a mando da professora!

Pois é, o caso aconteceu na Salinas Elementary, uma escola no subúrbio de San Antonio, e a professora está sendo acusada de orquestrar uma sessão de pancadaria para ensinar ao aluno de 6 anos (seis anos!!) que fazer bullying é errado. A professora assistente também entrou no caso por ter deixado acontecer.

De acordo com a polícia, a professora chamou o garoto valentão Aiden e disse aos outros 24 estudantes “bate nele!”e “bata mais forte!”. Pior: muitas crianças nem queriam bater, mas ficaram com medo de desobedecer a professora.

“Vinte e quatro crianças bateram nele e ele disse que a maioria bateu duas vezes”, afirmou Amy Neely, mãe de Aiden.

Assim como em vários casos de bullying, a mãe disse que o filho nunca causou problemas e que esta foi a primeira vez que ouviu falar de professores tendo problemas com ele –  então vai saber o que o moleque já aprontou por aí. Mas mesmo assim né, dona professora!

Disciplinar alunos contra bullying chamando todo mundo pra porrada: você está fazendo isto errado!

Tânia Vinhas para o Guia do Estudante

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Professora se diz '100% safada' e chama ex-aluno de 11 anos para 'sair para beber'

Uma professora primária da Grã-Bretanha foi punida depois de divulgar na internet comentários sobre festas e bebedeira.

Elizabeth Scarlett, de 50 anos, foi repreendida pelo Conselho Geral de Professores do País de Gales, onde leciona, depois de postar os comentários em sua página no Facebook. Ex-alunos viram os comentários.

Louise Price, uma das investigadoras que trabalhou no caso de Scarlett afirmou que a professora disse na web para ex-alunos que era uma “pessoa muito diferente” da que apresentava na sala de aula.

“Ela disse que era 100% safada e que era festeira”, acrescentou Price.

“Ela usou o Facebook para discutir livremente quais eram seus alunos favoritos; ela falava dos melhores sites para comprar brinquedos eróticos; falava de preferências sexuais e trocava mensagens sobre bebidas com um menor de 11 anos”, acrescentou Price.

“Você deveria aparecer para me ver ou, ainda melhor, podemos sair para beber ou dançar. Sou uma pessoa muito diferente fora da escola, gosto de festa – a vida é para ser vivida”, escreveu a professora no site para um ex-aluno.

“Não sou professora aqui. Sou igual a todo mundo, eu bebo, falo palavrão… mas não conte para ninguém”, escreveu Scarlett.

Sem aulas

A professora parou de dar aulas na escola primária onde lecionava no País de Gales. Ela não compareceu à audiência que julgou seu caso e alegou que os comentários de teor sexual foram divulgados por seu ex-companheiro, que teria invadido sua conta no Facebook.

Mas, os membros do conselho que examinaram o caso não conseguiram ter certeza se foi ela ou outra pessoa que postou os comentários e, por isso, ela foi repreendida pelos outros comentários divulgados.

A punição oficial dada pelo conselho vai permanecer nos registros profissionais da professora nos póximos dois anos. Os futuros empregadores de Scarlett serão informados sobre o episódio.

Em uma declaração, Scarlett afirmou que apelou para o site depois do fim de um relacionamento.

“Achei muito viciante. Estava me consolando depois de romper com meu companheiro e as visitas diárias ao Facebook eram uma boa distração. Até onde eu sabia, tinha um perfil no Facebook com a configuração mais fechada possível, não percebi que todo mundo podia ver meus comentários”, afirmou.

Ao todo, Scarlett tinha 81 amigos no Facebook, incluindo 32 ex-alunos sendo que 12 deles tinham idades entre 11 e 17 anos.

Depois do episódio, Hadyn Blackey, da Universidade de Glamorgan, afirmou que é comum as pessoas perderem a perspectiva quando se envolvem muito em redes sociais.

Blackey trabalha com orientação tecnológica para escolas e alunos e recomendou que professores tenham contas separadas em redes sociais.

Fonte: Estadão/BBC Brasil

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Professora de religião casada é condenada após mandar mais de 200 torpedos eróticos para aluno

BBC Brasil

Uma professora de educação religiosa foi condenada, na Grã-Bretanha, por ter enviado mais de 200 mensagens de conteúdo sexual para um aluno de 14 anos.

Katheryn Roach, de 24 anos, admitiu as acusações e foi descrita pelo juiz como uma mulher “egoísta e hipócrita”.

Ela afirmou que começou a seduzir o aluno depois de ter ficado abalada com o fim de um caso com outro homem enquanto estava noiva.

Na época, Roach tinha 23 anos e ainda estava em período probatório como professora na escola católica Thornleigh Salesian College, em Bolton, na Inglaterra.

Em apenas algumas semanas, entre março e abril deste ano, ela enviou 205 mensagens de texto para o adolescente, que não pode ter o nome divulgado por questões legais.

A professora recebeu uma sentença de seis meses de prisão com suspensão condicional, o que significa que ela não terá de cumprir a pena a não ser que cometa outra infração nos próximos dois anos, e foi incluída na lista de agressores sexuais do país por sete anos.

Choro

Roach chorou durante o julgamento, que contou com a presença de seus pais e do marido, que a perdoou e se casou com ela em agosto.

“O que está muito claro, infelizmente, é que naquele momento você só poderia ser vista como uma pessoa egoísta e hipócrita”, disse o juiz Steven Everett ao ler a sentença.

“Por um lado, afirmando ser extremamente religiosa, com base na sua fé católica, e atuando como professora, ensinando educação religiosa para crianças. E por outro, alguém com um longo relacionamento com um homem que ficou ao seu lado, que a pediu em noivado e mais tarde se casou com você, enquanto você tinha um caso escondido e então, pelo que li no relatório, você achou o fim do relacionamento com essa pessoa tão difícil que permitiu que isso, de alguma forma, afetasse seu comportamento com esse jovem menino.”

“Quão egoísta é isso?”, questionou o juiz

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