Eike nega pagamento de propina a Cunha e Funaro por recursos do FGTS

O empresário Eike Batista negou nesta segunda (17) ter pago propina para obter recursos do FI-FGTS para a LLX, empresa que criou para investir no Porto do Açu, na região norte-fluminense.

Eike depôs na Justiça Federal como testemunha do corretor de valores Lúcio Funaro. Os dois foram citados em delação premiada do empresário Alexandre Margotto, segundo quem Eike teria pago a Funaro e ao ex-deputado Eduardo Cunha para a liberação dos recursos.

O empresário negou ter relações com Funaro e Cunha, mas admitiu ter dado carona em seu avião ao ex-deputado uma vez, a pedido de um executivo de seu grupo empresarial. “Ele sentou em uma cadeira lá atrás e foi isso”, afirmou.

 

Folhapress

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