Estudo indica quais as práticas e posições sexuais são as mais “temidas”

Dar uma variada nas coisas debaixo dos lençóis é algo que muitos casais buscam quando a relação esfria, mas a perspectiva de experimentar algumas práticas ou posições às vezes deixa de ser excitante e se torna estressante

Um certo nível de ansiedade na cama é, sim, tolerável. O momento de perder a virgindade e a primeira vez com um novo parceiro ou parceira, por exemplo, são situações que costumam deixar o coração das pessoas um pouco mais acelerado do que o normal. No entanto, se essa ansiedade vai além daquela excitação gostosa por antecipação ao que vai acontecer tornando-se estresse ou receio, é hora de parar. Ainda assim, de acordo com um estudo recente, há muitos fatores que podem aumentar essa ansiedade nada saudável na hora do sexo, incluindo certas práticas e posições sexuais.

O levantamento foi realizado pela Superdrug – rede varejista britânica – com mil pessoas comprometidas da Europa e dos Estados Unidos e, de acordo com ele, apesar de as pessoas parecerem estar sempre em buscar de formas de apimentar a relação, a perspectiva de testar novas práticas (como sexo anal e a realização de algum fetiche), posições sexuais ou “sex toys” deixa muita gente desconfortável.

Cenários desconfortáveis

Variar posições que são mais básicas (como o “papai e mamãe” ou o “69”) para esquentar um pouco o clima, mas, segundo as pessoas que responderam a pesquisa, essa variação pode se tornar uma dor de cabeça – principalmente para as mulheres. Apesar de ambos os sexos terem feito as mesmas escolhas quanto as situações que os deixam mais ansiosos durante o sexo, há uma porcentagem maior de mulheres do que de homens considerando cada uma delas estressante.

Para 56,8% das mulheres e 42,7% dos homens, a situação mais desconfortável é a de transformar o “69” e fazê-lo… Bom, em pé. A escolha não espanta: nesta posição, o homem fica em pé e segura a mulher com o rosto entre as pernas dela. Enquanto isso, ela faz sexo oral nele virada de cabeça para baixo. Basta imaginar o medo de ser derrubada e o desconforto em estar – literalmente – de pernas para o ar (ou o esforço de segurar alguém no colo, no caso do parceiro) para entender o motivo de essa ser a prática mais intimidadora, certo?

Em segundo lugar, vem uma prática que, provavelmente em razão dos muitos mitos que a rodeiam, ainda é vista como um tabu: o sexo anal . Para 54,6% das mulheres e 30,5% dos homens consultados pelo estudo, essa é a situação que mais gera ansiedade na hora do “vamos ver”. Aqui, é importante lembrar que há, sim, muita desinformação sobre a prática e que, se o casal tem vontade, é válido pesquisar sobre o que fazer para torná-la confortável e prazerosa , mas está tudo bem em simplesmente não ter interesse em testá-la.

Em terceiro lugar, vem uma posição que, assim como o “69” às avessas, também exige força. Para 24,8% das mulheres e 18,6% dos homens, a posição “carrinho de mão” – em que o homem fica em pé e se posiciona entre as pernas da mulher, segurando-a pelas canelas ou panturrilhas enquanto ela se sustenta com as mãos no chão – faz os níveis de estresse subirem.

Outras práticas, como a masturbação, o sexo em pé e o “69” convencional também entram na lista das coisas que mais deixam as pessoas receosas na cama.

Nada de fazer sem vontade!

Com ou sem posições sexuais mirabolantes, o sexo deve ser divertido e contemplar positivamente todos os envolvidos. As opções de posições e práticas sexuais são infinitas e é, sim, possível ter uma vida sexual variada e incrível sem que ela envolva situações desconfortáveis para o casal. Se é estressante ou causa ansiedade, o melhor é deixar de lado.

IG

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Comentários:

  1. José B. Neves disse:

    Gostaria de saber qual a relevância deste assunto para o público em geral, já que me parece ser apenas um vulgar apelação de um dois mais prestigiados blogs do estado.

  2. Chico disse:

    Matéria muito interessante, pra quem?

  3. Ciro disse:

    E O Velho BOKETE?

  4. Amigo disse:

    Nem falaram do cangurú perneta.

  5. Virginio disse:

    Bom mesmo é em pé numa rede.