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Entulhos do Machadão estão sendo reciclados

Deu na Roda Viva, do Novo Jornal

Começou a montagem da usina de concreto no canteiro de obras da Arena das Dunas, onde já entrou em funcionamento o parque de britadores que estão fazendo a reciclagem do entulhos da estrutura do Machadão – aplicados no pátio de pré-moldados que atenderá a obra.

A semana terminou com mais de 220 trabalhadores contratados no canteiro de obra. Aliás, durante muito tempo se questionou o tamanho do problema que era o transporte desses resíduos da antiga construção.

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RN tem 500 policiais civis formados e à espera de convocação

Vem da Tribuna do Norte o paradoxo abordado no título e esmiuçado abaixo:

O Rio Grande do Norte possui um deficit de 5.396 policiais civis, entre delegados, escrivães e agentes. Estudo apresentado pelo Sindicato de Policiais Civis e Servidores de Segurança Pública do RN (Sinpol/RN), seriam necessários 6 mil agentes, 800 escrivães e 500 delegados para atender às necessidades dos 3.168.027 habitantes  do Estado, distribuídos nos 167 municípios da unidade federativa. Enquanto isso, no próximo dia 17, faz um ano que 516 aprovados no concurso da Polícia Civil – e já capacitados -, aguardam pela nomeação e início das atividades.

Hoje, 129  municípios do Rio Grande do Norte aguardam pela chegada de delegados, escrivães e agentes. A abertura do edital para o certame aconteceu em 5 de dezembro de 2008. Desde novembro do ano passado foi concluída a última parte do processo, o Curso de Formação que durou aproximadamente quatro meses. Ao todo são 90 delegados, 132 escrivães e 294 novos agentes de polícia à espera de uma definição do Governo.

O Executivo alega que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tem sido o motivo do impedimento dessas contratação de pessoal para a Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social do RN. O gasto mensal com a nomeação dos aprovados no concurso público da Polícia Civil seria da ordem de R$ 1.652.441,30, apontam cálculos apresentados pelo Ministério Público em audiência ocorrida em setembro último e que tratava da situação da segurança pública no RN. Isso representa um impacto mensal de 0,6% na folha mensal de pagamento do funcionalismo estadual, que segundo dados divulgados no fim de setembro passado pela Secretaria de Administração, gira em torno de R4 262 milhões.

(mais…)

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Rio Greve do Norte: em apenas 73 dias não houve alguma paralisação no RN

Sérgio Henrique Santos saúda o RN com uma matéria, no Diário de Natal deste domingo, que repercute os impactos das greves no Rio Grande do Norte: nos 317 dias que já transcorreram esse ano, houve greve em pelo menos 244 dias.

Em 2011, conclui o levantamento do jornal, só não houve alguma paralisação em 73 dias. É mole?

A onde de greve que solapou esse primeiro ano da administração da governadora Rosalba Ciarlini começou em fevereiro, após o não cumprimento dos planos de cargos acordados no apagar das luzes do governo Wilma de Faria, em março do ano passado.

“A primeira categoria a cruzar os braços foi a dos peritos e técnicos do Instituto Técnico e Científico de Polícia (ITEP), no dia 8. No dia 14, os professores do município de Natal também paralisaram as atividades. As duas greves só findaram em 22 de março”, narra o repórter.

Embora a maior onda de movimentos paredistas tenha se concentrado na esfera estadual, o RN sofreu com paralisações federais (UFRN, IFRN, Judiciário). Abaixo, a reprodução da retranca “Prejuízos”:

Não há greve sem colégios particulares, em shopping centers, em hotéis, clubes de futebol, bares e casas noturnas. Raramente a iniciativa privada assiste às greves, pois seus funcionários correm o risco de perder o emprego.

Já no setor público a realidade é outra. Raro é o ano letivo em que não há greve nas escolas da rede pública de ensino, e ainda entre os servidores da saúde, educação, limpeza pública e bancos. Ainda assim, a greve no serviço público faz sentido.

Como a população paga os impostos cujo valor desemboca no contracheque dos funcionários públicos, o povo é o patrão, e é o povo quem deve ser prejudicado.

Essa lógica é observada pelo cientista político e professor da UFRN Edmilson Lopes como um prejuízo. “Algumas vezes as greves expressam reivindicações corporativistas e que se chocam com os interesses da população. É o caso de algumas greves do serviço público, que prejudicam serviços essenciais. Embora sejam legítimas, elas causam extremo prejuízo para a população”, avalia.

“Nesse ponto, é importante observar: a greve é a forma de luta ideal para a conquista dos objetivos, ou não haveria outra forma?”, questiona. “Quem termina pagando o custo é a população mais pobre, que utiliza os serviços públicos paralisados”.

No caso das greves bancárias, os bancos fechados representam compromissos não realizados pelos clientes do banco. “Os juros de mora por causa das contas em atraso são causados pelos grevistas. São juros que não têm como serem ressarcidos.

Nós costumamos comparar os prejuízos da greve com os prejuízos dos feriados. A cada feriado, assim como a cada dia paralisado com uma greve, o prejuízo médio é de R$ 120 milhões de despesas anuais. Isso por causa de um único dia. Imagine multiplicados à quantidade de paralisações que houve aqui no Estado”, revela o professor Zivanilson Silva.

De acordo com o economista, a greve deveria ser o último instrumento utilizado pelas categorias para buscar um entendimento com o seu patrão – o governo, que é o gestor dos recursos públicos. “Mas muitas vezes ele é o primeiro. Oque observamos é que, antes de chegar à negociação, já se declara greve. A economia do Rio Grande do Norte perdeu muito com a grande quantidade de greve que houve no Estado esse ano”, opina o professor.

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SEU DINHEIRO: "Segundo Tempo" no RN tem verbas extremamente desperdiçadas

O jornalista Rafael Duarte esmiuçou com perfeição na edição de hoje do Novo Jornal a fragilidade do programa Segundo Tempo, que funciona através de convênios e cujos indícios de irregularidades levaram à forca o cargo de Orlando Silva no Ministério do Esporte, após uma série de denúncias.

Segundo a matéria “Parado no Tempo”, que abre o caderno de política do matutino, os 11 convênios do programa celebrados no Estado têm pouco servido ao seu propósito.

“Apenas em Pau dos Ferros, Santana dos Matos, Umarizal e Venha Ver o programa 2° Tempo funciona. E ainda assim, nas cinco cidades, as atividades começaram  com bastante atraso, há menos de dois meses”, relata em lead o jornalista.

De acordo com o texto, “40% dos estudantes que estariam aptos e dentro da faixa etária para participar do programa” não serão beneficiadas. Lamentável.

“O problema é ainda mais grave porque envolve verba pública investida em convênios assinados há 16 meses que terminam em dezembro de 2011, mas, no caso da maioria, não tem data para começar. O valor dos contratos ativos pagos pelo Governo Federal aos 11 municípios chega a R$ 3,5 milhões. Desse montante, já foi repassado às prefeituras R$ 1,6 milhão”, diz o texto.

Há incríveis coincidências que merecem registro. “Em alguns municípios, dois ou mais núcleos aparecem cadastrados no mesmo endereço. Há casos em que o número de alunos por escola a participar do programa é idêntico. Em Umarizal, por exemplo, os 16 núcleos benei ciarão exatamente 100 crianças”.

O raio-X do “Segundo Tempo” deverá ser disponibilizado pelo jornal no blog do matutino.

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Invasão da Rocinha vai abalar maior empresa do crime organizado no Rio

A ocupação e pacificação da favela de São Conrado, na zona sul carioca, vai abalar uma verdadeira empresa do crime organizado. Com negócios diversificados, bons salários e faturamento semanal de R$ 2 milhões, a “Rocinha S/A” já era uma das bocas de fumo mais rentáveis do Rio desde a década de 1980. Mas a partir de 2007 viu suas transações se multiplicarem.

A virada começou um ano antes, bem longe dali, em algum barraco na Favela das Malvinas, em Macaé, no litoral norte do Rio, onde Rogério Mosqueira Rios, o Roupinol, aprendeu a refinar cocaína. Só em 2006 ele faturou R$ 1 milhão. Em 2007, após ter a refinaria estourada, refugiou-se no Morro do São Carlos, na zona norte carioca, dominada pela facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA), a mesma que controlava a Rocinha.

No São Carlos, a técnica de Roupinol encantou os chefões, que logo o enviaram para a Rocinha. Sua missão era turbinar os ganhos na “joia da coroa” do tráfico. Em agosto de 2007, a polícia estourou a primeira refinaria na Rocinha e prendeu Leonardo Assunção, de 27 anos, o Português ou Químico, um dos responsáveis pela produção. Era tarde. Naquele momento, a Rocinha já contava no mínimo com três outras refinarias em funcionamento nas localidades da Cachopa, do Terreirão e na Rua 2, conforme denúncias feitas pelo Ministério Público em novembro do ano passado.

R$ 45 por cabeça
Com o faturamento da Rocinha, o chefe do tráfico local, Antônio Bonfim Lopes, o Nem, dispunha de dinheiro para resolver o aspecto mais complexo do refino: a compra de produtos controlados, como ácido sulfúrico, ácido clorídrico, éter, álcool PA e acetona. Entre 2007 e 2009, Nem gastava quase R$ 10 mil cada vez que precisava adquirir os produtos controlados. Ele pagava R$ 45 para 213 moradores, arregimentados nos locais mais pobres da favela, comprarem 2 litros de produtos controlados cada, de acordo com o MP.

O pagamento de bons salários, aliás, é característica do tráfico da Rocinha. Enquanto em outras favelas os jovens ganham no máximo R$ 50 por semana para embalar maconha e cocaína, a Rocinha paga R$ 200 aos “endoladores”, geralmente homens desempregados arregimentados por Renato Sabino Gonçalves, o Pará, conforme consta em inquérito da 15.ª DP (Gávea). Na refinaria, os salários são mais altos e chegavam a R$ 1.500 por semana para as 15 pessoas, cuja produção por quinzena poderia render 250 quilos de cocaína.

Contra-ataque
O superintendente da Polícia Federal, Valmir Lemos, e o comandante do Estado Maior da PM do Rio, coronel Alberto Pinheiro Neto, afirmam que a ocupação só foi possível após a quebra da conexão entre Rocinha e Macaé. “A ocupação da Rocinha começou há dez dias em Macaé, com uma operação do Bope”, afirmou.

Na ocasião, três homens foram mortos na Favela das Malvinas, no dia do aniversário de Sandro Luís de Paula Amorim, o Foca ou Peixe, que foi preso nesta semana quando deixava a Rocinha sob escolta de policiais corruptos. Ele era o sucessor de Roupinol, morto no ano passado. “A droga produzida na Rocinha era vendida com exclusividade em Macaé. A conexão entre as duas quadrilhas sempre foi muito lucrativa”, explicou o superintendente da PF.

Além da droga, dentro do território inexpugnável para a polícia, o tráfico cobrava pedágio de dois prostíbulos onde policiais já receberam denúncia de exploração sexual de adolescentes, uma clínica de aborto, agências de turismo, além dos inúmeros mototáxis e vans autorizados a circular pela favela.

Rave
Recentemente, o tráfico da Rocinha inovou novamente e passou a arregimentar jovens para vender ecstasy em festas rave e boates da cidade. Um desses jovens, preso em julho deste ano com 1.250 comprimidos de ecstasy, recebia as encomendas pelo site de relacionamentos Facebook. Ele nega as acusações e responde ao processo em liberdade. A página eletrônica foi retirada do ar pelo site.

Fonte: Estadão

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Classificação série B. ABC é o 11

Rodada: 

Equipe PG J V E D GP GC SG %
Manteve-se na mesma posição em relação à rodada anterior Portuguesa 75 36 21 12 3 76 38 38 69%
Manteve-se na mesma posição em relação à rodada anterior Náutico 63 36 17 12 7 48 37 11 58%
Manteve-se na mesma posição em relação à rodada anterior Ponte Preta 59 36 16 11 9 57 42 15 55%
Manteve-se na mesma posição em relação à rodada anterior Bragantino 58 36 16 10 10 65 51 14 54%
Manteve-se na mesma posição em relação à rodada anterior Vitória 57 36 16 9 11 58 45 13 53%
Subiu em relação à rodada anterior Sport 55 36 15 10 11 58 44 14 51%
Subiu em relação à rodada anterior Boa Esporte 53 36 15 8 13 40 37 3 49%
Desceu em relação à rodada anterior Americana 53 36 14 11 11 37 41 -4 49%
Desceu em relação à rodada anterior Goiás 51 36 16 3 17 51 55 -4 47%
10º
Desceu em relação à rodada anterior Criciúma 51 36 13 12 11 42 40 2 47%
11º
Subiu em relação à rodada anterior ABC 50 36 12 14 10 48 48 0 46%
12º
Subiu em relação à rodada anterior Paraná 49 36 13 10 13 47 41 6 45%
13º
Desceu em relação à rodada anterior G.Barueri 47 36 13 8 15 44 51 -7 44%
14º
Desceu em relação à rodada anterior Guarani 46 36 13 7 16 45 47 -2 43%
15º
Subiu em relação à rodada anterior Icasa 46 36 11 13 12 52 53 -1 43%
16º
Subiu em relação à rodada anterior ASA 45 36 12 9 15 42 52 -10 42%
17º
Desceu em relação à rodada anterior São Caetano 45 36 10 15 11 54 50 4 42%
18º
Manteve-se na mesma posição em relação à rodada anterior Vila Nova 32 36 7 11 18 33 50 -17 30%
19º
Manteve-se na mesma posição em relação à rodada anterior Salgueiro-PE 29 36 8 5 23 30 57 -27 27%
20º
Manteve-se na mesma posição em relação à rodada anterior Duque de Caxias 16 36 2 10 24 30 78 -48 15%
Comentários (2) enviar comentário
  1. Breno Cardoso disse:

    SÉRIE B 2012, EU VOU APOIAR O ABC

  2. joão maria fraga disse:

    @abcfc QUEIRAM OU NÃO QUEIRAM OS JUÍZES/IREMOS DEFENDER NOSSA TRADIÇÃO/SOMOS MADEIRA DE LEI QUE CUPIM NÂO RÒI youtu.be/9p1lYPDE2qE

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Brasileiros consomem uma tonelada de crack por dia

Os números da tragédia estão n’O Globo:

Produzido até na Amazônia e com métodos rudimentares de refino e distribuição, o crack já consolidou no Brasil uma indústria que movimenta diariamente R$ 20 milhões. Estimativas da Comissão de Segurança da Câmara dos Deputados e da Polícia Federal indicam que os brasileiros consomem, todos os dias, entre 800 quilos e 1,2 tonelada da “pedra”, a droga ilícita campeã em mortes rápidas e no flagelo da degradação familiar.

Os números são conservadores e consideram o universo de 1,2 milhão de usuários de crack no país. Para consolidar pela primeira vez os dados do giro financeiro da pasta-base de cocaína misturada ao bicarbonato de sódio, os especialistas levaram em conta um consumo diário, por usuário, de quatro pedras, sendo que cada uma delas vale R$ 5 em bocas de fumo e “cracolândias” espalhadas nas capitais do Brasil. Porém, as ruas e a experiência das clínicas de recuperação mostram que o dependente só para de fumar quando termina o dinheiro ou quando ele atingiu o esgotamento, o que pode ocorrer depois da 20 dose.

Bruno, nome fictício, de 14 anos, trafica crack e maconha em Brasília para sustentar o vício. Na noite da última quarta-feira, ele contou ao GLOBO que não sabe quantas pedras fuma por dia. Depende do dinheiro no bolso e de quanto arrecada dos outros usuários, estes representantes da classe média da capital federal.

— Com dinheiro, não paro de fumar, moço. Isso aqui fica impregnado! Só paro quando acaba o dinheiro. Se dá, fumo mais de dez pedra (sic), com certeza — disse, sozinho, agachado em um canto de beco na Asa Sul, área de classe média de Brasília.

O relatório preliminar do levantamento produzido pela Comissão de Segurança da Câmara, com o apoio da Federação Nacional dos Policiais Federais e do SindiReceita, indica que um quilo de pasta-base de cocaína produz quatro quilos de crack. E um quilo de crack fabrica quatro mil pedras, cada uma com 240 miligramas, em média.

O levantamento também acaba com a falsa ideia de que o crack é uma droga barata. Não existe consumo de uma pedra. Há, sim, a dependência de cinco, dez pedras diárias, o que significa que nenhum usuário gasta, por dia, menos de R$ 25.

De acordo com o psiquiatra Pablo Roig, diretor da Clínica Greewood, especializada em dependência química, o resultado é que seis entre cada dez usuários de crack cometem algum tipo de crime para obter a droga. Desde o tráfico até o latrocínio, sem contar o recurso mais recorrente: a prostituição.

— Aí, você pensa no custo social. Falando de mais de um milhão de usuários, podemos pensar que temos potencialmente 600 mil criminosos em função da dependência da droga. Imagina o custo que isso tem para a sociedade. O custo social é altíssimo — diz Roig.

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MPF entra com recursos e quer anulação total do Enem

O caso não está encerrado, caros estudantes.

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou recurso contra a decisão do presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), desembargador Paulo Roberto de Oliveira Lima, que suspendeu a liminar da Justiça Federal do Ceará (JFCE), anulando questões do Enem para todo o Brasil. O MPF pede a cassação da decisão. O julgamento do recurso está previsto para a próxima quarta-feira (16).

De acordo com a decisão do TRF5, o Instituto Nacional de Pesquisas Nacionais (Inep) e o Ministério da Educação (MEC) poderão anular apenas as questões dos alunos do Colégio Christus (Fortaleza-CE). Para o desembargador, é “mais razoável” a solução de manter a prova originalmente aplicada para o Brasil inteiro, inclusive o Ceará, recalculando apenas as provas feitas pelos alunos do Colégio Christus.

A decisão do TRF5 favorece o Ministério da Educação. O ministro Fernando Haddad queria exatamente evitar a anulação parcial do exame para todos os estudantes do País que se submeteram à prova  nos dias 22 e 23 de outubro.

Para o ministro, o ideal era que o exame fosse aplicado apenas aos 639 alunos do Colégio Christus. Segundo o governo, a anulação das 13 questões, de um total de 180 contidas no Enem, prejudicaria a grande maioria dos estudantes que fizeram o exame.

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  1. Breno Cardoso disse:

    DEUS ME LIVRE, não quero fazer 10 horas de prova de novo

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Catorze juízes são investigados no RN

O Rio Grande do Norte possui 14 magistrados que respondem processo administrativo no Tribunal de Justiça do Estado. O número foi divulgado em levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e não considera os índices do Judiciário Federal e do Tribunal Regional do Trabalho. A lista, portanto, poderá ser endossada.

Clique aqui para visualizar a relação.

Não há desembargador sendo investigado no RN. Todos os magistrados são juízes, e, apesar da divulgação, tiveram seus nomes mantidos em sigilo. São nove pedidos de providência; três processos administrativos disciplinares e uma representação. Todos os procedimentos foram abertos este ano.

O número é quase ínfimo se comparado ao total de magistrados que atual em território potiguar pela Justiça Estadual: 191. Ou seja, 7,3% da magistratura apresentaram indícios que motivaram investigação. Em comparação com outros Estados da região, contudo, o número é alto. Pernambuco e Paraíba, por exemplo, têm, cada um, três magistrados em investigação em sindicância.

Apenas dois pedidos de processo partiram da própria Corregedoria de Justiça. Os demais interessados são pessoas que se sentiram lesadas em alguma proporção por decisão ou ato dos magistrados. Os motivos são os mais diversos: reclamação contra sentença ou excesso de prazo; afronta ao princípio da imparcialidade; infração administrativa etc.

No cenário nacional, as corregedorias gerais dos Tribunais de Justiça detectaram 693 processos e sindicâncias. Piauí lidera a lista com 211 magistrados investigados, seguido por São Paulo, com 134, e o Amazonas, com 59 processos.

Fonte: Nominuto

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18 blindados da Marinha serão utilizados na ocupação da Rocinha

Leio na Folha que a ocupação da favela da Rocinha que vai ocorrer neste domingo irá contar com 18 blindados da Marinha –um a menos que na tomada do Complexo do Alemão, em novembro do ano passado.

Os veículos já estão à disposição do governo carioca e darão apoio logístico a tropa, levando policiais para dentro da favela. No entanto, o cerco será feito pelos policiais.

Além dos blindados, a Marinha cedeu 19 oficiais e 175 fuzileiros navais para cuidar do transporte dos veículos e dos policiais.

A Força Aérea irá participar da ocupação com o fechamento do espaço aéreo. Da 0h às 16h de domingo fica proibida a circulação de aeronaves nas proximidades da favela, em uma área de 2,8 quilômetros de raio e 900 metros de altitude.

O Hospital Miguel Couto, na Gávea, vizinho à Rocinha, também reforçou o plantão neste fim de semana. A direção irá separar uma sala para receber os possíveis feridos na ocupação, que deve começar neste domingo de madrugada.

A partir das 9h uma van da Defensoria Pública do Rio irá prestar assessoria jurídica e ouvir denúncias dos moradores no acesso principal da comunidade. A ação pretende inibir abusos da polícia.

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Lupi usou avião alugado por presidente de ONG – que depois ganhou contrato do Ministério

Deu na Veja

O ministro do Trabalho e presidente licenciado do PDT, Carlos Lupi, terá mais uma oportunidade de mostrar que é um “osso duro de roer”. Reportagem de VEJA desta semana mostra que, em dezembro de 2009,  o ministro cumpriu agenda oficial usando um avião privado, alugado pelo dono de uma rede de ONGs. Pior: o dono de ONGs integrou a comitiva e, meses depois, ganhou um contrato (entre outros que já detinha, alguns deles investigados por irregularidades) para atender a projetos da pasta de Lupi na mesma região visitada com a aeronave. Como diz a reportagem, “mais uma daquelas clássicas confraternizações entre interesses públicos e privados, cuja despesa acaba sempre pendurada na conta do contribuinte”.

Em dezembro de 2009, Lupi percorreu sete municípios do Maranhão para o lançamento de um programa de qualificação profissional no estado. Viajou a bordo de um King-Air branco com detalhes em azul, prefixo PT-ONJ, na companhia de três pedetistas e um convidado especial.

Os pedetistas eram o ex-governador do estado Jackson Lago, já morto; o então secretário de Políticas Públicas de Emprego, Ezequiel de Sousa Nascimento; e o então assessor de Lupi e hoje deputado federal Weverton Rocha. O convidado especial era Adair Meira, que chefia uma rede de ONGs conveniadas com o ministério. Foi ele, interessado direto no périplo de Lupi, quem ‘providenciou’ o avião.

Como é o nome? – Na semana passada, VEJA revelou que caciques do PDT comandados por Lupi transformaram os órgãos de controle da pasta em instrumento de extorsão. As denúncias levaram o ministro a prestar esclarecimentos ao Congresso, onde afirmou desconhecer Adair: “Eu não tenho relação nenhuma com o – como é o nome? – seu Adair.”

Lupi afirmou também nunca viajar em aviões particulares. Mas esqueceu de combinar a versão com seus antigos assessores. A VEJA, Ezequiel Nascimento confirmou a presença de Adair nos voos e foi taxativo ao apontar quem bancou o giro pelo Maranhão: “O Adair.”

Procurado por VEJA, Weverton Rocha confirma que o avião foi alugado para servir à agenda oficial do ministro, mas diz que quem pagou por isso foi o PDT. Sua versão não faz sentido, dado que era uma viagem oficial do ministro. Ainda que fizesse, é um absurdo do ponto de vista ético. De resto, não explica o que Adair fazia no voo. No esquema de extorsão revelado por VEJA, Weverton é apontado o responsável por fixar os valores da propina cobrada das ONGs.

Competência – Indagado sobre o caso, Adair diz que nunca viajou no mesmo avião que Lupi, que não tem qualquer relação com o ministro e que suas ONGs são escolhidas pelo ministério por critérios de competência.

Entre as ONGs de Adair estão a Fundação Pró-Cerrado e a Renapsi. Desde 2008, elas já receberam 10,4 milhões de reais do ministério. Tanta competência ainda não convenceu a Controladoria-Geral da União. Ao passar um pente-fino nos contratos, a CGU encontrou irregularidades de todo o tipo e apontou: “não foi demonstrada nenhuma providência para superação das falhas”. A Procuradoria da República já pediu a devolução dos recursos embolsados pelas entidades de Adair.

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Confusão na Medievo termina em quebradeira e sangue

Uma confusão na boate Medievo, em Petrópolis, acabou com a festa de muita gente ontem e em calçada salpicada de sangue.

Os relatos de quem testemunharam o caos apontam para uma quebradeira dentro do espaço. Mesas, cadeiras e copos eram arremessados entre os envolvidos na confusão, cujo motivo ainda não está totalmente esclarecido.

Diante do sufoco, quem tentava curtir a festa precisou se salvar como pode. Quem conseguiu logo sair da boate foi feliz, enquanto isso lá dentro houve que fizesse das paredes uma trincheira para se resguardar do tiroteio de copos, cadeiras e garrafas.

Em seu Twitter, Maira Nunes upou a imagem acima do que diz ser um instante desse terror. Na foto, sangue a via pública das imediações da boate.

Quem testemunhou o fato foi o deputado federal Fábio Faria. Quando o tumulto começou, ele se apressou em sair da boate e teria sofrido impedimentos do segurança, que teria exigido o pagamento, primeiro da conta.

Na boa, com cadeiras e copos voando sobre sua cabeça, a última coisa em que você pensará é na comanda.

O blog tentou, sem sucesso, ouvir a boate para precisar mais detalhes, mas não obteve sucesso. Não há registro de que alguém envolvido diretamente na briga tenha ido à polícia prestar queixa.

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  1. João Francisco de Abreu. disse:

    Bruno, o grande problema hoje das Boates é que o consumo de Drogas é grande e não um policiamento preventivo, pois se tivesse esse tipo de violência jamais aconteceria.

  2. Coisas da raça humana…

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