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Zé Dirceu convoca estudantes à ‘batalha nas ruas’ para fazer justiça aos envolvidos no Mensalão

Realiza-se no Rio o 16º Congresso Nacional da União da Juventude Socialista, entidade estudantil vinculada ao PCdoB. Começou na quinta e termina neste domingo (10). Na véspera do encerramento, discursou no evento um efervescente José Dirceu.

A proximidade do julgamento do processo do mensalão parece tê-lo deixado inquieto. Algo subiu-lhe à cabeça. O companheiro virou dois: ele e o seu personagem. Dirceu como que pediu socorro:

“Todos sabem que este julgamento é uma batalha política. E essa batalha deve ser travada nas ruas também porque senão a gente só vai ouvir uma voz, a voz pedindo a condenação, mesmo sem provas. É a voz do monopólio da mídia. Eu preciso do apoio de vocês.” Evocando o seu passado de líder estudantil, acrescentou:

“Não podemos deixar que este processo se transforme no julgamento da nossa geração. Por isso, peço a vocês, hoje aqui, fiquem vigilantes. Não permitam julgamento político. Não permitam julgamentos fora dos autos. A única coisa que nós pedimos é o julgamento nos autos e que a Justiça cumpra o seu papel.”

Posou de vítima: “Eu tenho que provar a minha inocência. Eu deveria ter a presunção da inocência. Mas sou eu que tenho de provar. Me lincharam, me condenaram. Se eu estou aqui hoje de pé é graças a vocês… Mas agora é a batalha final. É a reta final. Eu quero este julgamento. Quero olhar nos olhos daqueles que me acusaram e me lincharam esses anos todos.”

Elegeu a imprensa como seu algoz: “Estamos travando uma batalha contra quem? Contra a oposição? Não. São partidos que foram derrotados em duas eleições presidenciais. Estamos enfrentando o poder da mídia, do monopólio dos veículos de comunicação.”

Cada escândalo tem sua fatalidade própria. A excentricidade do caso do mensalão foi a corrupção acéfala, a máfia sem capo. Lula ‘Não Sabia de Nadinha’ da Silva reivindica o papel de cego. E José Dirceu, apontado pela Procuradoria da República como “chefe da quadrilha”, pede que o vejam como um antilíder.

No tempo em que a política brasileira fazia sentido, Deus era Deus, o diabo era diabo, o PT era PT, o Delúbio Soares era pau-mandado, o Lula era Todo-Poderoso e o Dirceu era protagonista nato. Hoje, a nitidez perdeu sua função. Nada é o que parece. Dirceu, por exemplo, vende-se como uma espécie de sub-Delúbio.

À procura de solidariedade, o ex-líder arrasta para o banco dos réus gente que nada teve a ver com a encrenca. Roga à rapaziada que não permita que “processo se transforme no julgamento da nossa geração.” Nas páginas do livro ‘A Luta Contra a Ditadura’, Dirceu falou sobre sua “geração”, hoje já entrada em anos. Vale a pena ouvir esse Dirceu do livro:

“É difícil reproduzir o que foi o espírito de 68, mas posso dizer que havia uma poderosa força simbólica impulsionando a juventude […]. O mundo parecia estar explodindo. Na política, no comportamento, nas artes, na maneira de viver e de encarar a vida, tudo precisava ser virado pelo avesso. Para nós, o movimento estudantil era um verdadeiro assalto aos céus.”

No céu do poder, o PT roubou a cena com uma indecência que virou o sonho do avesso. Protagonista da vitoriosa campanhas e do primeiro reinado de Lula, Dirceu tenta agora cavar na enciclopédia um verbete de figurante. É um inocente culpado. Ou um culpado inocente. Nada a ver com aquele ego empinado de outrora, colecionador de façanhas inauditas.

É como se, pardal de si mesmo, Dirceu se esforçasse para sujar, com desenvoltura dialética, a testa da estátua de bronze de que sempre se julgou merecedor. Em litígio com o personagem que criou, o ex-líder autoconverte-se em pobre-diabo. E tenta provar que aquele Dirceu que se revelara vocacionado para o comando desde a primeira mamada morreu. Pior: nunca existiu.

Fonte: Josias de Souza

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  1. Ferreira disse:

    Essa convocação deveria ser para apressar o julgamento do Mensalão e em especial a condenação dos PeTralhas que estão envolvidos com desvios de recursos do Governo Federal, ISSO NÃO É PARTIDO É UMA QUADRILHA

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Artista de circo do ator Marcos Frota sofre acidente durante apresentação

 

Gabriele foi atendida pelos colegas de circo
 Foto: Nina Lima /Extra

 

 

Uma acróbata sofreu um acidente durante a sessão da tarde deste domingo do circo Unicirco, do ator Marcos Frota, na Quinta da Boa Vista. Após o término de seu número, Gabrielle Santos, de 23 anos, estava descendo de volta para o piso do picadeiro, quando escorregou e caiu de uma altura de dois metros e meio. Ela estava equilibrada num aparelho conhecido como lira, espécie de bambolê usado para as acrobacias. Gabriele foi levada para o Hospital Quinta D’or, em São Cristóvão. O espetáculo prossegiu normalmente após a remoção.

– Eu fui conversando com ela na ambulância e ela estava lúcida. A médica fez alguns exames preliminares e os movimentos estavam normais, mas ela vai passar por uma ressonância – disse Marcos Frota.

Ainda segundo o ator, o piso do picadeiro é emborrachado, o que ajudou a amortecer o impacto da queda. Além de se apresentar, Gabrielle é professora do Unicirco e foi formada na escola do próprio circo.

Fonte: Extra

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Estados do Nordeste recusam doação de "três oitão" do governo de São Paulo

Foto: AE

Policial de São Paulo recebe treinamento com revólver calibre 38 em 1999A proposta de doar revólveres calibre 38, já obsoletos, da Polícia Militar de São Paulo ‘viajou’ até o Nordeste e Norte e do País, mas voltou sem aceitação. O que foi anunciado pelo governo paulista, em abril de 2012, como uma forma de ajudar Estados com forças de seguranças sucateadas foi visto pelos outros governos como um movimento na contramão da modernização dos armamentos das polícias militares. Até o momento, ninguém se mostrou interessado em receber essas armas e gastar dinheiro para fazer adaptações.
Os motivos para a recusa dos “três oitão” também são os mesmos que fizeram a polícia de São Paulo se mover no sentido da substituí-los: esse tipo de arma tem menor capacidade de tiros, é pouco veloz e não tem a precisão de uma pistola .40, atualmente utilizada pela PM paulista. Um disparo de revólver calibre 38, segundo especialistas, tem também muito mais chances de perfurar o alvo e ainda atingir inocentes ao redor.A Polícia Militar de São Paulo estimava, inicialmente, que 37.000 armas seriam doadas, entre pistolas e revólveres. O número realmente doado, que “não pode ser divulgado por questões estratégicas”, é inferior porque os Estados acabaram demonstrando interesse em adquirir apenas pistolas.Por exigências do Exército Brasileiro, que realiza o controle do armamento e munição no País, é necessário gastar dinheiro para a doação de cada arma. Além de arcar com os custo do transporte dela, o Estado que recebe o armamento precisa apagar o brasão de identificação da PM paulista e imprimir o brasão da Polícia Militar local.

“Por essa razão, alguns Estados acabaram não tendo interesse no recebimento dos revólveres, que possuem uma capacidade de tiros inferior à de uma pistola, um valor de mercado inferior e um custos de transferência”.

RN receberá 5 mil armas PT 100

A reportagem do R7 entrou em contato com as secretarias da Segurança Pública do Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Acre, Tocantins, Rondônia e Piauí. Os órgãos estaduais disseram que já firmaram acordo com o governo paulista para receber pistolas em vez de revólveres calibre 38. O Rio Grande do Norte afirmou que irá ganhar 5.000 armas modelo PT 100. Já o comandante da Polícia Militar de Alagoas, Luciano Antônio da Silva, disse que a corporação ganhará de São Paulo 2.000 pistolas modelo PT 24/7, o mesmo utilizada pela PM paulista (veja o infográfico).

Ao contrário do que afirma o comando de Alagoas, a PM paulista disse que não doará nenhuma pistola do modelo que utiliza no policiamento.

info

Fonte: R7

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Idosa de 87 anos que matou ladrão no RS já está em casa

Um ato de desespero. Assim a filha da idosa de 87 anos que atirou em um suspeito que invadiu seu apartamento na tarde de sábado (9), em Caxias do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul, define a ação da mãe. Com o disparo, que atingiu o peito, o homem morreu no local, segundo informações da Brigada Militar, que atendeu a ocorrência.

A polícia foi acionada por familiares da idosa, que entrou em contato logo após o ocorrido. Surpresa com a ação da mãe, a filha diz que a decisão de atirar foi tomada em um ato de desespero. “Ela estava no quarto e acordou com o ‘cara’. Quando viu o olhar dele, como se fosse atacar, ela não pensou duas vezes. Foi um ato de desespero”, relatou Régia Prá.

Ainda segundo a filha, o homem conseguiu entrar no apartamento da idosa ao subir no telhado de uma escola que fica ao lado do prédio, localizado no Centro da cidade. Ela mora sozinha, no segundo andar.

Os familiares estavam em uma chácara distante cerca de 6 quilômetros de Caxias do Sul quando receberam a ligação. A idosa não conseguia contato com a polícia e pediu ajuda dos parentes, que acionaram o serviço. Uma equipe da Brigada Militar chegou antes da família ao prédio. O corpo foi removido, e a senhora foi até a delegacia prestar depoimento. Depois, foi liberada.

A família ainda não sabe se a idosa terá de voltar à delegacia para mais esclarecimentos. “Ela voltou para casa, acho que não tem como ter dúvidas que de ela agiu em legítima defesa”, comentou a filha.

Segundo Régia, a mãe é uma pessoa tranquila e, apesar de abalada com o fato, preferiu seguir em seu apartamento, onde mora sozinha. “Ela é muito católica, preferiu se resguardar e rezar”, contou. A arma que a idosa usou para atirar no suspeito era herança da família, e estava guardada com munições havia mais de 35 anos, de acordo com a filha.

Fonte: G1

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Governadores de GO e do DF vão depor em CPI nesta semana

Os governadores Marconi Perillo (PSDB-GO) e Agnelo Queiroz (PT-DF) vão depor nesta semana na CPI do Cachoeira no Congresso, após teram a convocação aprovada aprovada em sessão da comissão no dia 29.

O depoimento de Perillo será na terça-feira (12) e de Agnelo na quarta-feira (13). A convocação dos dois ocorreu em meio a um racha na base aliada. Na ocasião da convocação, a CPI rejeitou o pedido para ouvir Sérgio Cabral (PMDB-RJ) foi rejeitado.

O governador do DF, Agnelo Queiroz

Segundo a PF (Polícia Federal), Perillo recebeu R$ 1,4 milhão de Carlinhos Cachoeira pela venda de uma casa e nomeou funcionários a pedido do empresário, preso sob a acusação de comandar um esquema de jogo ilegal.O PMDB, aliado do PT, articulou os 16 votos pela convocação de Agnelo, com o apoio de PP, PR PSC, PSB, PDT e da oposição. Doze parlamentares votaram contra. O depoimento de Perillo foi aprovado por unanimidade.

Agnelo, diz a PF, também teve assessores corrompidos pelo grupo de Cachoeira. Tanto o petista quanto o tucano negam irregularidades.

Marconi Perillo, governador de Goiás

A convocação do petista foi aprovada no último dia 30 de maio após um racha na base aliada do governo federal. Logo após o anúncio da convocação, o governador chegou a considerar a ida dele como “injusta”.Agnelo deverá responder sobre um suposto tratamento diferenciado com Delta, empresa suspeita de manter ligações com Cachoeira, preso desde o dia 29 de fevereiro. A Delta domina os contratos de coleta de lixo no Distrito Federal. O mais recente foi assinado no fim de 2010, antes da posse de Agnelo.

Já Perillo terá de explicar a venda da casa cujo outros convocados já deram versões e preços conflitantes com a do governador. Cachoeira morava na casa em questão e foi preso nela.

Fonte: Folha

Fotos: Sergio Lima e Antônio Cruz

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Médicos do sistema público podem paralisar atividades na terça

Médicos servidores públicos federais pretendem paralisar as atividades na próxima terça-feira (12) em protesto contra a MP (Medida Provisória) nº 568, de 2012, que trata da remuneração e da jornada de trabalho de profissionais de saúde.

De acordo com a Fenam (Federação Nacional dos Médicos), o texto prevê que profissionais que atualmente mantêm jornada de 20 horas semanais no serviço público, ao ingressar na carreira, tenham que cumprir 40 horas semanais e receber o mesmo valor –uma redução de 50% na remuneração.

“A medida é considerada pelo presidente da entidade, Cid Carvalhaes, como um enorme retrocesso em um país já tão castigado pela carência do SUS [Sistema Único de Saúde] e pela desvalorização dos profissionais de medicina”, informou a Fenam.

Também na próxima terça-feira, a Comissão Mista do Congresso Nacional deve votar a admissibilidade da MP 568.

O objetivo da categoria é, por meio da paralisação, pressionar o congresso e abrir caminho para a primeira greve geral de médicos servidores federais no país.

“As entidades médicas compreendem que a MP traz a determinados setores do funcionalismo avanços importantes, que devem ser mantidos e até ampliados. Entretanto, particularmente nos artigos 42 e 47, prejudica os atuais e futuros servidores médicos, dobrando jornadas sem acréscimo de vencimentos, reduzindo a remuneração em até metade e cortando valores de insalubridade e periculosidade”, disse a a Fenam.

“As perdas atingem, inclusive, aposentados (e pensionistas), que tanto já se dedicaram ao serviço público, enfrentando baixos salários e condições de trabalho adversas”, concluiu.

Fonte:AGÊNCIA BRASIL

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Brasil dá o troco, embolsa a Polônia e assume a liderança na Liga Mundial

Por João Gabriel Rodrigues
GLOBO ESPORTE

Não que tenha sido um jogo tranquilo. Volta e meia, na rede, brasileiros e poloneses trocavam olhares e palacras não muito amistosas. As comemorações também eram sempre feitas de forma mais explosiva. Mas, apesar do clima de provocações que antecedeu a partida, o Brasil soube controlar bem os nervos. Sem se intimidar e com sua melhor atuação até aqui, a seleção foi soberana contra a Polônia neste domingo. Venceu com autoridade, por 3 sets a 1 (26/24, 25/17, 23/25 e 25/23) e tomou a liderança do grupo B da Liga Mundial, no ginásio poliesportivo Adib Moyses Dib, em São Bernardo do Campo.

A vitória dá ao Brasil a condição de depender apenas de si próprio para avançar à fase final da Liga Mundial. Com o resultado, a seleção soma 21 pontos, à frente dos poloneses, que têm 20. Apenas o primeiro lugar de cada grupo e o melhor segundo lugar geral vão brigar pelo título em Sofia, na Bulgária. A disputa do grupo B termina na próxima semana, com os jogos em Tampere, na Finlândia.

vôlei wallace brasil polônia liga mundial (Foto: Wander Roberto / Vipcomm) (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)

O jogo

Bernardinho já havia dado dicas de que poderia mudar o time logo após a vitória contra o Canadá. Neste domingo, o treinador mandou Bruninho, Dante e Lucão para quadra, nos lugares de Ricardinho, Thiago Alves e Rodrigão. Mas o primeiro ponto foi polonês, com Bartman. Os rivais abriram 2/0, e Wallace abriu a contagem brasileira ao explorar o bloqueio. A seleção conseguiu chegar ao empate depois de um erro dos adversários, mas, no primeiro tempo técnico, era a Polônia que tinha vantagem: 8/7, depois de ponto de Bartman.

Sidão, após bola rápida de Bruninho, deixou tudo igual novamente (9/9). Em um ace de Murilo, o Brasil passou pela primeira vez à frente no placar. Foi por pouco tempo. Dante ficou no bloqueio, e a Polônia retomou a liderança. Assim como nos outros jogos, o Brasil errava saques seguidos e falhava na recepção. Os poloneses, então, abriram 16/14.

O Brasil voltou a empatar pela vibração de Murilo, em bloqueio duplo com Sidão (16/16). A virada veio também em um bloqueio, de Bruninho, que vibrou muito. O Brasil abriu vantagem após erro polonês e saque de Sidão, sem recepção do outro lado. Mas, em duas falhas em sequência, a Polônia encostou e, com dois pontos seguidos de Kurek, tomou a frente no placar novamente. Após bronca de Bernardinho, o Brasil conseguiu a virada e chegou ao set point depois de ataque para fora de Bartman. Os poloneses conseguiram salvar o primeiro, mas um bloqueio de Théo e uma condução de Bartman deu a vitória da parcial para os donos da casa: 26/24.

vbôlei brasil polônia liga mundial (Foto: Alexandre Arruda / CBV) (Foto: Alexandre Arruda / CBV)

O Brasil voltou ainda melhor para o segundo set. Wallace, na paralela, abriu a contagem. Na sequência, Murilo ampliou com um bloqueio. Um ace de Wallace fez com que a seleção abrisse três pontos de vantagem (7/4). Depois de um erro de saque de Kurek, os donos da casa foram para o primeiro tempo técnico com 8/5.

Àquela altura, o Brasil fazia uma partida praticamente perfeita. Bem em todos os fundamentos, a seleção não dava chances à principal arma dos poloneses, o oposto Bartman. Com tranquilidade, foi construindo o placar e animando a torcida. Murilo, ao explorar o bloqueio rival, levou o Brasil ao set point (24/16). A Polônia salvou um, mas a diferença era muito grande. Murilo, mais uma vez explorando o bloqueio, fechou a tampa: 25/17.

vbôlei murilo brasil polônia liga mundial (Foto: Alexandre Arruda / CBV)

Com um ataque de Jarosz, a Polônia abriu o placar no terceiro set. Wallace repondeu com uma linda diagonal. Os rivais abriram 4/2, e o Brasil foi buscar o empate. A Arbitragem flagrou uma condução de Bruninho, mas o levantador se recuperou na sequência, em belo passe para Wallace marcar. Foi a Polônia, porém, que foi para o primeiro tempo técnico em vantagem (8/7), ao explorar o bloqueio brasileiro. No lance, as provocações das outras partidas deu lugar ao fair play. Bruninho tropeçou no pé de Kubiak ao descer na rede e foi ao chão. No mesmo instante, o rival passou para o outro lado da quadra para ajudar o brasileiro a se levantar.

O jogo continuava tenso, mas o Brasil cresceu. Na largadinha de Thiago Alves, a seleção abriu 12/10 e incendiou o ginásio em São Bernardo do Campo. Só que os poloneses conseguiram se recuperar. Aproveitaram um momento de desatenção dos donos da casa e abriram 20 a 17. Os brasileiros conseguiram equilibrar a partida mais uma vez e chegaram ao empate em bela bola de Thiago Alves (21/21). A Polônia conseguiu chegar ao set point em ataque errado de Thiago Alves. Depois, um novo erro de Théo deu fim à parcial: 25/23 para os visitantes.

O clima esquentou logo na volta à quadra. Em um bloqueio de Kubiak, os poloneses pediram bola dentro, mas a arbitragem deu ponto para o Brasil. Serginho, com o dedo apontado para o rival, foi para a rede discutir. Com o jogo equilibrado, a seleção foi para o primeiro tempo técnico em vantagem (8/7).

Os poloneses continuavam dificultando o jogo brasileiro, mas, na garra, a seleção conseguiu abrir vantagem: 12/9, depois de ataque de Wallace. Aos poucos, o Brasil passou a controlar o jogo e disparar no placar. Ao explorar o bloqueio rival, Wallace fez 21/16 para a seleção. As discussões na rede aumentaram. Mas o nervosismo pesou mais para o lado polonês. Sem dar chance aos rivais, o time de Bernardinho fechou o jogo em 25/23, depois de um ponto de Lucão, sem defesa do outro lado.

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Filme "E.T. – O Extraterrestre" completa 30 anos

DA EFE

O drama do pequeno extraterrestre E.T., perdido na Terra e empenhado em telefonar para sua casa, comoveu milhões de espectadores há 30 anos, tempo em que se consolidou como o melhor filme de alienígenas da história do cinema.

“E.T.: O Extraterrestre” estreou nos Estados Unidos em 11 de junho de 1982, poucos dias após ser apresentado no Festival de Cannes, entre os aplausos da crítica e do público.

A produção foi um sucesso de bilheteria e recebeu nove indicações ao Oscar –entre elas as de melhor filme, direção (Steven Spielberg) e roteiro– levando quatro prêmios: melhores efeitos especiais, melhores efeitos sonoros, melhor som e trilha sonora original, com a inesquecível composição de John Williams.

Bruce McBroom/Universal/Reuters
A atriz Drew Barrymore e o personagem do filme "E.T. - O Extraterrestre", de Steven Spielberg
A atriz Drew Barrymore e o personagem do filme “E.T. – O Extraterrestre”, de Steven Spielberg

Um final feliz para um longa-metragem doce, que inicialmente foi concebido como um filme de terror na mesma linha de “Sinais” e “Poltergeist – O Fenômeno” e que tinha sido batizado como “Night Skies”.

Naquela primeira versão, o inocente E.T., longe de se esconder em armários e fugir da Polícia em uma cesta de bicicleta, aterrorizava uma família junto com um grupo de seres de sua espécie perdidos na Terra.

Seu dedo luminoso, em vez de ter propriedades curativas, podia acabar com a vida daquilo que tocava.

Spielberg descartou essa ideia enquanto filmava “Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida” (1981) e optou por dar um tom mais amistoso ao encontro com seres de outra galáxia, um enfoque que já tinha abordado em “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977).

O novo roteiro, que teve como nome “E.T. and Me”, foi rejeitado pelos estúdios Columbia Pictures por considerar que não havia um público para esse tipo de filmes. Uma decisão que lamentariam mais tarde, já que o filme é até hoje um dos títulos mais rentáveis e emblemáticos da Universal Studios.

Na lista do American Film Institute dos cem melhores longas-metragens feitos em Hollywood, liderada por “Cidadão Kane”, “E.T.: O Extraterrestre” ocupa o 24º lugar, na frente de qualquer filme de encontros com alienígenas.

Algo atípico na filmagem foi que Spielberg optou por gravar as cenas de forma cronológica, para ajudar no processo emocional das crianças protagonistas – entre elas estava Drew Barrymore, que tinha apenas seis anos -, que se envolviam cada vez mais com o estranho visitante.

Uma equipe de especialistas no manejo de marionetes, assim como vários atores anões, deram vida ao boneco de E.T., cujo rosto foi inspirado nas aparências de Albert Einstein e dos escritores Ernest Hemingway e Carl Sandburg.

Uma das curiosidades em torno deste filme foi sua relação com a saga “Guerra nas Estrelas”, fruto da amizade entre Spielberg e George Lucas.

Na cena do Dia das Bruxas, pode-se ver uma criança vestida como o icônico mestre Yoda, e Lucas devolveu o gesto em 1999 em “Guerra nas Estrelas: Episódio I – A Ameaça Fantasma” que em uma de suas passagens mostra um grupo de seres iguais a E.T. representando sua espécie em uma reunião do senado galáctico.

Apesar do grande sucesso, Spielberg reconheceu que se arrependeu de alguns elementos do filme, como a cena em que as crianças são perseguidas por policiais com escopetas.

Em 2002, no 20º aniversário do filme, o diretor aproveitou as novas tecnologias para alterar os quadros e transformar as armas de fogo em walkie-talkies, uma decisão muito criticada e que o próprio Spielberg admitiu no ano passado que foi exagerada.

“Fui sensível demais, mas percebi que o que tinha feito foi roubar as lembranças de ‘E.T.’ das pessoas que amavam o filme”, comentou o cineasta.

No 30º aniversário da estreia, os estúdios da Universal lançarão em outubro a primeira edição em blu-ray do filme, na qual será incluído o longa-metragem como foi exibido em 1982.

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Menino pula do 2º andar para fugir de agressões da mãe, diz PM

Um menino de 13 anos se jogou do apartamento no segundo andar de um prédio no Caju, Zona Portuária do Rio, para fugir das agressões da mãe, por volta das meia-noite de sábado (9), segundo informações da Polícia Militar.

Policiais do 4º BPM foram ao local e a mulher, de 29 anos, foi autuada por lesões corporais na 6º DP (Cidade Nova), onde está presa. O menino, que caiu sobre a marquise de uma agência bancária, foi atendido no Hospital Municipal Souza Aguiar, e foi liberado sem seguida, sem ferimentos graves. O avô o acolheu em sua casa.

Fonte: G1

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Como a internet derrubou a indústria pornô

LOUIS THEROUX
DO “GUARDIAN”

Em uma Bela casa numa rua sem saída no vale de San Fernando, na Califórnia, uma atriz enfrenta problemas com seus gemidos. Alexa Nicole (nome artístico) interpreta uma beldade latina em “A Love Story”, filme pornográfico sobre um autor de livros românticos que sofre de um bloqueio criativo.

Está sendo gravada uma sequência de fantasia na qual Alexa vaga por corredores na penumbra, de camisola branca e com um castiçal nas mãos. Ela tropeça nos braços de seu amante, Miguel, interpretado por Xander Corvus, astro em ascensão que veste calça de couro, blusa com babados e colete. Sob o ardor da paixão, eles fazem amor numa espreguiçadeira.

Mas há um detalhe. Os gritos de prazer de Alexa, rápidos e agudos, não atendem aos padrões do diretor. “Menos pornô”, ele diz. Como ilustração, ele propõe uma leitura diferente –menos urgente, mais feminina. “Yes, yes, yes!” Ele anuncia sua palavra-chave do dia: “Romantismo!”. A produção é do estúdio Wicked Picture, especializado em filmes adultos sofisticados. Apesar da palavra “adultos”, a ênfase nos gemidos revela que não se trata de um pornô qualquer.

James Blinn/Shutterstock
Domínio .xxx, voltado a sites pornográficos
Domínio .xxx, voltado a sites pornográficos

Durante anos, a indústria pornográfica foi dominada por um vale-tudo anarquista em relação ao sexo. Diretores competiam para ver quem encenava as proezas mais ultrajantes, levando os atores ao limite de seus corpos. Não era fácil assistir a certas cenas, como eu mesmo descobri em 2004, quando visitei sets de filmagem para um livro que escrevi.

Os atos sexuais pareciam ter mais a ver com os reality shows em que as pessoas comem vermes vivos e vômito de porco que com alguma coisa erótica.

Mas, em algum momento em torno de 2007, a indústria entrou em queda livre. A chegada de sites gratuitos, no estilo do YouTube, significou que os consumidores poderiam baixar de graça cenas pirateadas de um vasto acervo de conteúdos antigos. O fenômeno dos amadores que postam seus vídeos também afetou os cachês dos profissionais. De repente, um setor que era sinônimo de dinheiro fácil passou a lutar por sobrevivência.

Pior, os consumidores podem sentir pelo Radiohead, digamos, suficiente lealdade a ponto de comprar seu novo lançamento em vez de baixá-lo ilegalmente, mas usuários de pornografia não nutrem os mesmos sentimentos pela série “Dirty Debutantes”.

Como com toda evolução das mídias nos últimos 30 anos, do VHS ao DVD e ao nascimento da internet, a pornografia estava novamente na vanguarda, só que desta vez rumo à obsolescência.

SEM TRABALHO

E o que acontece com a indústria vale para os atores. Sabe-se que muitos chegam à pornografia em busca de reconhecimento, fugindo de agressões e abusos. Aderem a um estilo de vida que traz estresse, doenças e constrangimento, mas sem oferecer algo como aposentadoria ou plano de saúde. Agora estão sem trabalho, tendo como única experiência no currículo fazer sexo por dinheiro.

A indústria tenta se adaptar do ponto de vista empresarial. Em parte, trata-se simplesmente de encolher. No começo da década de 2000, a bíblia do setor, a revista “Adult Video News” trazia todo mês centenas de resenhas de lançamentos. Numa edição recente havia só 14. Numerosas produtoras deixaram o negócio.

As que restaram focaram em produtos sofisticados, tentando derrotar os sites com algo que se pareça com uma experiência cinematográfica, num voo rumo à “qualidade”. Para alguns, isso significa mais cenas voltadas para mulheres e um sexo menos agressivo. Para outros, significa parodiar sucessos da TV ou do cinema.

Uma das mais improváveis figuras da indústria reinventada é Rob Zicari, mais conhecido como Rob Black. Na década de 90, ele era um dos mais notórios provocadores na pornografia. Especializou-se no mau gosto: seus filmes eram exercícios grotescos de quebra de tabus, em vez de algo que proporcionasse prazer sexual.

Em 1997, entrevistei-o em Los Angeles e fui ao set de “Forced Entry”, um filme sobre estupro. Ele tinha 23 anos na época, e me chamou a atenção o estranho contraste entre o fato de ele ser um sujeito simpático e inteligente –ainda que de um jeito ultracafeinado– ao mesmo tempo em que fazia filmes pornográficos especializados na degradação das mulheres.

Seis anos depois, as provocações de Black foram apanhadas pela “guerra à obscenidade” de George W. Bush. Black e sua mulher e sócia, Janet Romano (conhecida como Lizzie Borden), cumpriram pena de um ano por obscenidade. Ao deixar a prisão, um arrependido Black abandonou seus sadismos para dirigir paródias de super-heróis para a produtora Vivid — “Capitão América XXX”, “Homem de Ferro XXX”– lançadas em caixas de luxo, às vezes em 3D.

“Do jeito que a coisa vai, dá para apresentar a pornografia a sua mulher ou namorada”, me diz ele durante uma visita a seu novo escritório. Black parece gasto e aparenta mais do que os seus 38 anos.

CACHÊ

A coisa é pior para quem aparece na tela. Apesar das paródias e dos filmes para casais, não há emprego para as hordas de atores que ganhavam a vida fazendo sexo diante das câmeras.

Numa das principais agências de atores em Los Angeles, a LA Direct, a contabilista Francine Amidor lamenta o impacto “devastador” da pirataria. “Há menos trabalho e abundância de atores –por causa da crise. Não tem gente filmando o suficiente para dar um dia de trabalho para cada um.”

Pergunto a Francine se admite isso para os aspirantes que ainda vão à LA Direct. Ela nega. “Se falasse, três quartos das meninas estariam fora do negócio, e aí nós é que não ficaríamos nele.”

Os cachês foram afetados. “Agora, algumas recebem US$ 600 por cena”, diz a atriz aposentada JJ Michaels. “Pode até ser US$ 900 ou 1.000 para atrizes que tenham nome. Chegava a US$ 3.000.” Os rapazes recebem até US$ 150.

As mulheres completam a renda com strip-teases ou shows ao vivo pela internet, em casa, com webcams. Numa noite, estive na casa de uma das principais atrizes da LA Direct, Kagney Linn Karter. Enquanto ela se preparava, Monte, seu namorado e assistente, pendurava roupas no varal. Monte e eu vamos até a cozinha, onde ele cuida da louça enquanto Kagney tira a roupa e se masturba para estranhos que a veem no computador. Após 45 minutos, ela aparece: “Pois é, ganhei cem dólares”, diz.

Completar a renda com “programas paralelos” é um segredo de polichinelo no mundo pornô. Segundo o discurso oficial, isso é perigoso (pois os clientes não fazem a testes anti-HIV como os atores) e irresponsável (as mulheres podem contaminar a comunidade). A prática é disseminada, pois as mulheres podem ganhar bem mais fazendo sexo a portas fechadas do que diante das câmeras. Muitas fazem dos filmes um bico, uma propaganda para o seu verdadeiro negócio, a prostituição.

Já os homens não têm as mesmas opções. Para um ínfimo subgrupo, ainda existe um contracheque regular, cada vez menor. Para o baixo escalão, o trabalho secou e a ansiedade é generalizada.

FORMATO

Um dos atores mais conhecidos nos anos 1990 era Jon Dough, nascido Chet Anuszak. Tinha contrato com a Vivid– na época, o único homem no setor a ser exclusivo de uma produtora. Entrevistei-o em 1996, no set do remake de “Debbie Does Dallas”. Suas ereções prolongadas eram célebres e ele era querido no meio. Mas, quando se matou, em 2006, aos 43, supôs-se que os problemas do setor o tivessem motivado.

A viúva de Dough é uma ex-atriz. Eles se conheceram no set e tiveram uma filha. Ninguém no mundo do pornô sabe do paradeiro de Monique. Eu a localizei em um Estado conservador, bem longe de Los Angeles. Em seu apartamento, no subsolo de um prédio em um bairro insalubre, ela diz que o marido se matou por causa do vício em cocaína e da consequente instabilidade dela, não por pressões da indústria.

Mesmo assim, a percepção dos colegas de que as vendas de DVDs contribuíram para o seu suicídio reflete uma verdade emocional: no mundo da pornografia, as pessoas estavam preparadas para acreditar que o declínio de um formato de mídia tenha levado ao suicídio de um ator de primeiro escalão.

Mesmo assim continuam aparecendo legiões de aspirantes à procura de novas vidas de riqueza e estrelato, num mundo que não pode mais oferecer nem uma coisa, nem outra. Visitam produtoras para conhecer agentes e diretores, preenchem questionários marcando um X no que estão dispostos a fazer diante das câmeras. Fazem uma ou duas cenas baratas para a internet, antes de serem jogados de volta para o anonimato.

Num dia chuvoso, de volta à casa espaçosa que serviu de locação para “A Love Story”, outra produção estava em curso. Desta vez, é algo mais modesto –cenas para um site. Um dos atores, Tony Prince, está em sua segunda gravação. Sua parceira é Stefania. É a terceira gravação dela, que parece empolgada com a presença da imprensa. “Estou tentando me tornar uma das maiores estrelas pornô”, diz. Ela pede para tirar uma foto comigo, que depois publica no Twitter.

A cena deveria parecer uma gravação caseira, entre namorados da vida real. Uma vantagem disso é que não há necessidade de cinegrafista. Os próprios atores gravam. Enquanto vão direto ao assunto, para aliviar qualquer possível ansiedade por parte de Tony na hora da filmagem, o diretor e eu nos enfiamos na cozinha. No negócio desde 1998, ele também se mostra pessimista. “Sempre digo ao pessoal: é melhor vocês fazerem disso um bico”, afirma.

Horas depois, os dois atores estão rindo e tomando banho juntos, felizes. Numa inversão da ordem natural das coisas, estão flertando e ficando amigos após o sexo.

previsão É difícil prever onde a indústria vai parar. Ainda há um mercado para filmes soft, feitos por empresas como Penthouse e Hustler, disponíveis em canais de TV por assinatura. As paródias podem perdurar por um tempo. Mas é difícil ver como um negócio que venda filmes “hardcore” seja sustentável quando a maioria das pessoas simplesmente não quer mais pagar se não for preciso. Para muita gente, quando se trata de pornografia, não pagar pelo conteúdo parece a coisa mais moral a fazer.

“Não vejo como poderá existir um ator pornô profissional em cinco anos”, diz Michaels. Não é fácil se solidarizar com as produtoras, que por tanto tempo ganharam tanto ao abraçarem um negócio de mau gosto e com uma força de trabalho disfuncional. Mas vale a pena reservar um pensamento para as legiões de atores cuja única qualificação é fazer sexo diante das câmeras, que não têm dinheiro guardado, nem futuro.

E há uma questão mais ampla: será que quem consome pornografia não deve um pouco à indústria? Quem baixa cenas de sexo não precisaria entregar um incentivo financeiro para a atividade? Se não, por quê? O estigma associado à pornografia torna correto furtá-la?

Essas questões ocultam um dilema maior: como sustentar uma indústria que oferece um certo padrão de produto quando cada vez mais consumidores estão habituados a baixar conteúdo de graça? No mundo da pornografia, a resposta é: impossível.

Tradução de RODRIGO LEITE.

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Polícia Civil identifica "dupla da fan preta" que agia em Baraúna

Baraúna pode respirar um pouco mais tranquila. A “dupla da fan preta” que andava fazendo assalto ao comércio da região foi identificada pela polícia.  De acordo com o delegado do município, Márcio Lemos, os policiais chegaram até os acusados após um deles ter sido reconhecido em uma gravação das câmeras de segurança de um estabelecimento roubado e outra vítima ter informado a placa da moto.

“Fomos até a casa do Francisco Cleiton Filgueira Silva, de 18 anos, e ele além de confessar o crime, também falou quem era o adolescente que o ajudava nos roubos”. Ainda segundo o delegado, este adolescente é o proprietário da moto e o responsável por providenciar a arma usada nos roubos.

Francisco Cleiton, contudo, só confessou ter participado do roubo em que foi reconhecido nas filmagens.

Com informações: Nominuto.com

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Defensoria Pública do RN divulga edital de processo seletivo

A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte divulgou edital de processo seletivo para 10 vagas de agente comunitário. A bolsa-auxílio é de R$ 190 (veja aqui o edital).

Os profissionais vão atuar no Programa Justiça Comunitária, na cidade de Natal.

Para participar da seleção, os candidatos devem saber ler e escrever, ter no mínimo 18 anos e residir no bairro Potegi há pelo menos 1 ano. É preciso comprovar mediante apresentação de conta de água, luz ou telefone, ou 3 declarações por escrito de moradores do bairro.

As inscrições devem ser feitas nos dias 11 e 12 de junho na sede da Defensoria Pública, localizada na Avenida Tavares de Lira, 102/ 104, das 9h às 12h. Não há cobrança de taxa de inscrição.

O processo seletivo será feito por meio de análise curricular, dinâmica de grupo e entrevista. As entrevistas estão programadas para os dias 14 e 15 de junho na sede da defensoria.

Fonte:G1

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