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O lazer dos juízes e a imagem da Justiça

O Estado de S.Paulo

A magistratura brasileira mostrou novamente o quanto está divorciada da realidade. Desta vez a iniciativa partiu dos juízes trabalhistas. Para promover um torneio esportivo da corporação em resort situado numa das mais badaladas praias do litoral de Pernambuco, entre 29 de outubro e 2 de novembro, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) pediu o patrocínio de empresas estatais e privadas. O torneio contou com a presença de 320 magistrados – acompanhados de seus familiares – e envolveu competições que foram do tiro esportivo a dominó e pingue-pongue, num total de 11 modalidades.

O montante arrecadado pela Anamatra foi de R$ 180 mil, e entre as empresas contribuintes destacaram-se o Banco do Brasil, a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), a AmBev, a Qualicorp e a Oi. Em termos de marketing, o evento era irrelevante e as doações dos patrocinadores – justificadas como “publicidade corporativa” – nada renderam em matéria de retorno de imagem. O problema é que essas empresas são, em sua maioria, partes em ações judiciais que terão de ser por eles julgadas.

Por mais desinteressado que tenha sido o patrocínio dessas empresas aos “Jogos Nacionais da Anamatra”, o evento ganhou as manchetes dos jornais não pelos recordes batidos por juízes trabalhistas em torneios amadores, mas pela suspeição de tráfico de influência levantada por advogados e promotores. Essa suspeição também foi a marca do torneio esportivo que os juízes federais tentaram promover entre 12 e 13 de outubro na Granja Comary, em Teresópolis, com base num acordo firmado entre a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Confederação Brasileira de Futebol. Pelo acordo, a CBF cederia o campo onde treina a seleção brasileira e arcaria com as despesas de hospedagem de juízes e familiares.

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Pavilhão Rogério Coutinho Madruga inaugurado há menos de um mês tem primeira rebelião

Os presos do Rio Grande do Norte promoveram mais uma “quebra-quebra” dentro das unidades prisionais do estado. Desta vez, o local do motim foi o presídio Rogério Coutinho Madruga, que tem 88 detentos. Na tarde deste domingo (6), colchões e toda a estrutura hidráulica das celas foram destruídas pelos presos.

De acordo com a vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Rio Grande do Norte, Vilma Batista, o motivo aparente para o motim foi a falta de regalias para os presos da unidade, que não têm acesso a equipamentos de som ou televisão e também não podem receber alimentação dos parentes. Hoje, em dia de visita, os detentos quebraram os vasos sanitários, chuveiros e as pias das celas e chegaram a tentar queimar os colhões, mas não conseguiram porque não havia isqueiros. Com isso, os detentos optaram por destruir o material.

Na opinião da sindicalista, a estrutura do novo pavilhão ainda não é adequada e a quantidade de agentes penitenciários é insuficiente. Além disso, ela acredita que a aplicação do novo regime, da forma como foi proposta, não poderia ser realizada da forma como ocorreu. “Tiraram os presos do pavilhão 4, onde eles faziam de tudo, e colocaram lá, sem estrutura médica, sem treinamento para os agentes para o novo regime”, ponderou Vilma Batista.

O grupo de intervenção formado por agentes penitenciários foi acionado não houve feridos. A situação na unidade já está controlada. A reportagem da Tribuna do Norte tentou o contato com a Coordenação do Sistema Penitenciário, mas não obteve êxito.

O pavilhão Rogério Coutinho Madruga foi inaugurado pela primeira vez em 2010, ainda na gestão do então secretário de Justiça e Cidadania Leonardo Arruda. Contudo, a unidade, que fica localizada na lateral do pavilhão 4 de Alcaçuz, foi interditada menos de um mês após a inauguração devido a falta de estrutura. Há menos de um mês o pavilhão voltou a receber os detentos.

Tribuna do Norte

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É mais divertido tuitar sobre programas de TV, do que propriamente assisti-los

Thaís Pinheiro/Estadão

Nas noites de sábado, quando o programa Legendários entra no ar pela Record, uma legião – com o perdão do trocadilho – de internautas já está a postos, interagindo pelas redes sociais ou assistindo ao Legendários na Web, que acontece exclusivamente na web e chega a ter 200 mil visualizações durante sua exibição ao vivo. Isso não significa que toda essa turma estará com o controle remoto na mão.

UFC: evento bombou na televisão e nas redes sociais - Wilton Junior/AE

A audiência da televisão agora se consolida em outras plataformas e aqueles que nem sempre registram números tão surpreendentes no Ibope podem ter seu barulho potencializado quando ganham terreno na web, principalmente nas redes sociais. “É quase mais divertido acompanhar os tweets do que o próprio jogo ou uma novela que está passando na televisão. Criou-se uma comunidade em torno de Vale Tudo, por exemplo, que era quase mais forte na internet do que na TV a cabo”, avalia João Ramirez, consultor de negócios digitais e estrategista digital da campanha de Marina Silva à Presidência da República, em 2010.

O Legendários, que já nasceu baseado no conceito de multiplataformas, investe tanto na TV quanto na internet para ver seu conteúdo repercutir. “No nosso caso, a audiência da TV hoje é muito maior, claro, 10 pontos de audiência é muita gente. O que a gente está fazendo é crescendo paralelamente, juntos. Não gera uma competição, gera um complemento”, explica Marcos Mion, apresentador da atração e que conta com quase 3 milhões de seguidores no Twitter.

É no Twitter, aliás, que alguns dos temas tratados na tela ganham mais força. Em 2010, a vitória de Fernanda Souza na Dança dos Famosos, quadro apresentado no Domingão do Faustão, rendeu muitos comentários na rede social, com direito a troca de farpas entre participante e jurado.

Às segundas-feiras, não escapam dos Trending Topics (assuntos mais populares do Twitter) temas relacionados a programas que abocanham uma fatia muito menor no Ibope se comparados à atração de Fausto Silva, mas que conseguem ser assunto por alguns dias na rede, casos do CQC, da Band, e o do Roda Viva, da Cultura.

“Os integrantes do CQC possuem uma comunidade de fãs própria, eles chegam a quase 14 milhões de seguidores”, observa o consultor João Ramirez. “Se eles chamarem o público para assisti-los, quase não precisam da emissora para veicular o programa. Eles acabam potencializando toda e qualquer atividade da qual participam”, continua. Na TV, o programa pilotado por Marcelo Tas não passa dos 6 pontos de média no Ibope e há um ano mantém o CQC 3.0, só para a web. O sucesso do formato “3.0” foi tanto que outros dois programas da casa ganharam versão online: Jogo Aberto e Receita Minuto.

No último dia 17, o Roda Viva ganhou nova bancada, novo apresentador e seus tuiteiros de volta. O resultado foi 0,7 ponto de audiência (o que não chega a 58,2 mil domicílios na Grande São Paulo) – mesma média da temporada com Marília Gabriela – e um lugar cativo nos TT’s, que pode ser visto por milhões de pessoas. “O Roda Viva sempre teve a caraterística de ter muita repercussão, jornais repercutiam ao longo da semana toda. O programa tem uma longevidade maior do que seu próprio horário”, aponta Fernando Vieira de Mello, vice-presidente de conteúdo da emissora. Além de ser uma ferramenta de divulgação, a rede de microblogs também é vista como termômetro pela TV. “É um manancial importante para sentir um pouco o pulso do telespectador, quais são as preocupações, tendência de opinião”, conclui Mello, justificando que os tuiteiros se ausentaram da bancada durante o período de Gabi apenas porque a atração era gravada.

Outros assuntos bombardearam as redes sociais neste ano foram o UFC no Brasil (RedeTV!) e o Rock in Rio (Globo e Multishow). Neste caso, segundo Ramirez, seu sucesso na web é só representação do que está em alta no cotidiano. “Não acredito muito em fenômenos que aconteçam só na internet. Esses são exemplos de coisas que estavam engajando as pessoas de alguma forma.”

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Ministério do Esporte investe R$ 753 mil em pista sem uso

Sem estudo técnico nem aval de autoridades, pista móvel de borracha não foi utilizada e encalhou - Leandro Colon/AE

Leio no Estadao que o abandono de 15 mil metros quadrados de borracha destinados a pistas de atletismo simboliza, no interior da Bahia, o descontrole e a falta de critério que tomaram conta do Ministério do Esporte. A pasta abraçou uma ideia mirabolante e “pioneira” de um professor de capoeira e presidente da Fundação de Apoio ao Menor de Feira de Santana (Famfs): transformar pneus velhos em pistas de atletismo.

O resultado está nos galpões da entidade. O material está encalhado e abandonado, conforme verificou a reportagem do Estado na quinta-feira passada.

O professor Antonio Lopes Ribeiro, presidente da Famfs, é parceiro antigo do Ministério do Esporte. Nos últimos oito anos, levou R$ 60 milhões da pasta em convênios dos programas Segundo Tempo e Pintando a Liberdade/Cidadania. Ele é personagem de dois inquéritos no Ministério Público por irregularidades no uso do dinheiro da pasta.

Com o discurso da sustentabilidade, o professor se ofereceu para receber dinheiro do Esporte pela produção, nas dependências de sua entidade, de pistas de atletismo com placas de resíduos de borracha. O ministério topou e, desde 2007, começou a repassar verba para o projeto.

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Assassinato de policial militar em São Gonçalo do Amarante causa comoção no Twitter

O assassinato do policial militar ANtonio Carlos Ramalho, de 25 anos, ontem, em São Gonçalo do Amarante, causou comoção nas redes sociais e lançou a hashtag #antoniocarlos ao topo dos assuntos mais comentados no Twitter em Natal.

O policial foi assassinado ontem por dois homens que o abordaram em uma moto, renderam-no e disparam contra ele, que foi atingido na cabeça e no tórax.

Um dos homens foi identificado como um traficante da região.

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Rogério Marinho diz que é mais candidato do que nunca

Diante do acordo nacional que DEM e PMDB vêm selando para garantir um o apoio do outro nas eleições às prefeituras Brasil afora o próximo ano, o deputado Rogério Marinho, do PSDB, poderia sair prejudicado em Natal.

Nas capitais, o pacto cobre, até agora, São Paulo, Recife e Natal. Aliado dos tucanos, o DEM fica de fora da candidatura de Rogério. Como o deputado federal Felipe Maia não que entrar na disputa, é mais provável que o Democratas saia em amparo à candidatura do deputado estadual Hermano Morais, do PMDB.

O cenário, contudo, não desestimula o deputado Rogério Marinho, que em conversa com o blog agora há pouco garantiu que é mais candidato do que nunca.

Com efeito, a candidatura de Rogério Marinho está nas ruas faz tempo, mostra disso é o “Pensar Natal”, espécie de painel de debates sobre os problemas da cidade nas quatro regiões administrativas da capital.

Ontem, por exemplo, ele foi recebido em Gramorezinho, na Zona Norte, e reconhecidamente tido como candidato pelos eleitores. Um ponto positivo, num cenário em que há muitos pré-candidatos e poucos assumidamente postulantes.

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Cinegrafista da Band é morto durante operação policial no Rio

O cinegrafista Gelson Domingos da Silva, 46, da TV Bandeirantes, morreu na manhã deste domingo após ser baleado no peito enquanto cobria uma operação policial na favela de Antares, em Santa Cruz, na zona oeste do Rio.

Segundo o Grupo Bandeirantes, ele vestia um colete à prova de balas permitido pelas Forças Armadas. Foi, porém, atingido por um tiro de fuzil, que atravessou a proteção. Em nota, a emissora diz que o disparo “provavelmente” partiu de traficantes.

Segundo a assessoria de imprensa da PM, a operação começou por volta das 6h30 e tem como objetivo reprimir o tráfico de drogas e armas na região. A chegada dos policiais foi seguida por intenso tiroteio.

A PM chegou a levar o cinegrafista à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Santa Cruz. Segundo a secretaria estadual de Saúde, porém, ele já chegou ao local morto, por volta das 7h40.
O órgão diz que foram feitas tentativas de reanimação, mas sem sucesso.

O secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, foi à unidade prestar apoio à família. O corpo foi transferido ao IML ainda na manhã deste domingo.

De acordo com o Grupo Bandeirantes, que lamentou a morte do funcionário, Silva deixa três filhos, dois netos e esposa.

Antes de trabalhar para a Band, ele tinha passado por outras emissoras, como SBT e Record. Segundo a empresa, “sempre foi reconhecido pela experiência e cautela no trabalho que exercia”.

“O Grupo Bandeirantes se solidariza com a família e está prestando toda a assistência”, diz a nota.

Policiais do Bope e do Batalhão de Choque permanecem na comunidade. A assessoria da PM não soube informar se há presos ou feridos.

De acordo com a assessoria da Secretaria de Segurança Pública, a imprensa não havia sido convocada para acompanhar a operação, devido ao elevado risco envolvido. A polícia está investigando o ocorrido.

Com Agência Brasil

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Eu sou Campeão! O vestibular não é o fim. É o início de uma nova caminhada.

O Blog reproduz texto publicado no Diário de Natal do Professor Carlos André do Overdose Colégio e Curso:

Existe algo mais criticado do que o método de entrada nas Universidades – o Vestibular? Após anos de críticas, surge o Enem e as críticas e problemas se multiplicam. O fim do vestibular parece utopia e, como disse Mário Quintana: “Se as coisas são inatingíveis… ora! Não é motivo para não querê-las… Que tristes os caminhos, se não fora a presença distante das estrelas!”. Enquanto sonhamos com a forma justa e eficaz de se decidir quem serão os novos universitários é preciso agir.

Todos os anos adolescentes são obrigados a passar pelo funil do Vestibular. Sonhar, apenas, não os ajudará nesta batalha. Vivemos em uma sociedade cada vez mais competitiva. E, como diz o famoso ditado: “Vestibular é vida. Vida não é Vestibular.”A vida é muito maior que um simples vestibular. Porém, ao longo de nossas vidas, nos depararemos com diversos vestibulares. Este vestibular para a Federal é apenas um deles. Apesar de muitos detalhes injustos, possui hora marcada, edital, fiscais etc. Nos vestibulares da vida real passamos por situações inesperadas e, muitas vezes, desleais. Dessa forma nós, educadores, não podemos fechar nossos olhos à vida real. Não podemos deixar de preparar nossos alunos para o “mundo lá fora”.

Não podemos nos omitir quanto escolas. Como disse Rubem Alves em um de seus textos: “Se nós, professores, já dentro da universidade, não passaríamos nos exames vestibulares, por que é que os jovens que ainda estão fora têm de passar?”. Ainda segundo Rubem Alves: “Você tem de aprender essas coisas que não quer aprender porque a burocracia oficial assim determinou. Mas não se aflija. Passados dois meses, quase tudo terá sido esquecido. Só sobrarão os conhecimentos que fazem sentido…”.

Vestibular não é apenas conhecimento. É muito mais que Física, Química, Matemática etc. Passados os dois meses, há algo maior que deve ficar. O aluno deve aprender a confiar em si mesmo. Deve aprender a controlar seus medos e angústias. Nesses meus dezoito anos de sala de aula, deparei-me com casos interessantíssimos. Como por exemplo, um excelente aluno, primeiro lugar na maioria dos simulados do ano, que cinco anos seguidos tinha dor de barriga na hora da prova. Houve também um caso de uma aluna que após seis tentativas me procurou porque não sabia mais o que fazer. E meu conselho foi que ela entrasse na natação, fizesse yoga etc. A menina se revoltou, mas eu disse: “pelo tempo que a acompanho, tenho certeza que você já sabe praticamente tudo que deveria saber. Você precisa apenas chegar mais relaxada no dia da prova”. Passado o resultado do Vestibular, essa aluna me procura aos prantos dizendo: “Professor, eu passei em Medicina no ano que menos estudei”.

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  1. Ju disse:

    O #Overdose é isso! É uma família, é mais do que um time. Temos uma equipe de professores que briga pela nossa aprovação como se fosse a deles. Esse clima é contagiante. Só entende isso quem é #Overdose… Ou você é #Overdose e ama, ou não é, e morre de inveja…

  2. Fernanda disse:

    É exatamente sobre esse tipo de comportamento que o texto que o Raphael postou do prof. Tiago Kutuko fala. Os alunos do Overdose tem, devido a forma que a escola trabalha, uma paixão doentia e cega. Quando vi o comentário de Faelle12 achei que já estavam discutindo religião. As pessoas falam de uma escola ou de um curso como se tivessem falando de ideiais, de crença. Elas brigam por aquilo. Tomam as dores dos professores. Isso é ridículo e doentio. E a culpa é a forma como a educação vem sendo tratada por esses falsos educadores. Muito bom o texto do Prof. Kutako. Gostaria de conhecê-lo e conversar mais sobre isso. As pessoas precisam tomar providências rapidamente contra essa loucura!!

  3. Faelle12 disse:

    Essa é a forma de trabalho do Professor André, os alunos gostam, ninguém tem nada haver com isso, se você está achando ruim crie um cursinho e seja o melhor, por que é isso que o OVERDOSE É, o melhor, os outros são os outros.

  4. Caterine disse:

    Concordo com Rafael. O vídeo me deixou nervosa, e nem vou fazer vestibular, imagine a esses alunos?
     Outra coisa, estudar numa universidade federal não faz do aluno o melhor. O que faz dele o melhor é o seu comprometimento com o ensino. Essa pressão por ser "federal" só vai frustrar um aluno que não conseguir passar. Não significa que ele não consiga se tornar um aluno notável em alguma universidade particular.

  5. Raphael disse:

    Eu gostaria de
    convidar a todos a assistirem ao vídeo no site http://www.eusoucampeao.com.br e peço que se
    faça uma reflexão sobre o que é falado no texto e sobre o que é falado no
    vídeo.  Não sei se é apenas uma impressão
    da minha parte, mas o texto tenta amenizar a política agressiva que o vídeo
    exalta.

    Apesar de
    todos os meus esforços para tentar compreender que o vídeo possui esse tom
    agressivo apenas como uma forma de incentivar os alunos, eu não consigo. Ainda
    não posso acreditar que um educador consiga olhar para seus alunos e fale: “amanhã
    os outros alunos vão olhar para mim e vão ter medo, por que sabem que eu sou
    campeão.” Ter MEDO de mim? É isso que os nossos jovens querem: provocar o medo?
    Também sou professor e não é a imposição do medo que os meus alunos procuram.
    Não é disso que as pessoas precisam.

    Gostaria
    também de convidar a todos que leiam o texto escrito pelo professor
    universitário Tiago Kutako e publicado pelo Jornal Diário de Natal no qual ele
    reflete sobre os caminhos que a educação tem tomado aqui na nossa cidade. Para
    ler o site acesse http://bit.ly/rOyrLY

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Ex-deputado é preso tentando comprar bebê por R$ 4 mil

O ex-deputado estadual da Paraíba e ex-pastor da Igreja Universal, Fausto Henrique Almeida de Oliveira, conhecido como Pastor Fausto, foi preso na manhã desta sexta-feira, dia 4, em Fortaleza (CE) acusado com envolvimento com tráfico de crianças. A prisão aconteceu depois de ele ter comprado, da própria mãe, uma criança em Terezinha (PI). o ex-parlamentar teria dado um apartamento e mais R$4mil pelo bebê.

O caso estava sendo investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente depois de denúncia feita pela própria mãe do bebê no último dia 24. Ela afirmou que um casal a abordou quando estava saindo de casa oferecendo assistência médica ao bebê e pagamento de cestas básicas à criança caso a criança lhe fosse entregue. Porém eles levaram a criança e não tornaram a devolvê-la.

Segundo o delegado James Guerra, a polícia então iniciou o trabalho de investigação. Em Teresina três pessoas foram identificadas como intermediárias na venda de crianças. Uma delas era vizinha da vítima e outras duas moram em outros bairros da capital.

A Polícia chegou ao ex-deputado através da sua companheira identificada apenas como Michele. Com o uso de uma fotografia os policiais chegaram até o apartamento de Fausto Henrique Oliveira e conseguiram cumprir o mandado de prisão. A companheira dele conseguiu fugir com a criança e até o momento não foi identificada.

As informações colhidas pela investigação podem chegar a uma rede de tráfico internacional de criança. O ex-deputado, que já havia sido preso em julho de 2010 por dirigir embriagado, deverá responder por subtração de incapaz para colocação em lar substituto e deverá ser levado para Terezinha ainda nesta sexta-feira, dia 4, por volta das 13h. Quando a mãe da criança, esta deve responder separadamente.

Outros crimes

No dia 26 de junho de 2010, Pastor Fausto foi preso por policiais militares e autuado pela delegada Ranielle Vasconcelos, na 1ª Delegacia Distrital em João Pessoa, acusado de embriaguez alcoólica e direção perigosa, sendo posto em liberdade após pagamento de fiança no valor de R$600.

A prisão do pastor Fausto aconteceu quando ele se encontrava com seu automóvel Volkswagem Polo, de placa KGP-7242, estacionado na Rua da Areia. Uma pessoa desconfiou de algo anormal tivesse ocorrido, ao verificar que o veículo do ex-deputado estava com o para-brisa quebrado e o capô amassado ligou para a Polícia.

Quando os Policiais Militares chegaram e fizeram a identificação do pastor, notaram que ele apresentava sinais de embriaguez e solicitaram que ele fizesse o teste do bafômetro, ele recusou e disse que havia atropelado um animal, mas não entrou em detalhes.

 
O Norte
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Revolta da Maconha na USP completa 10 dias

Josias de Souza

Nascida de uma abordagem de policiais militares a três alunos que degustavam seus baseados no campus da USP, a revolta da maconha completou dez dias.

No penúltimo lance, os estudantes converteram o prédio da reitoria em cidadela da revolução da fumaça.

Acionada, a Justiça determinara, na sexta (4), a desocupação das instalações até as 17h deste sábado (5).

Porém, convidada para uma audiência de conciliação, a universidade concordou em dilatar o prazo para as 23h de segunda-feira (7).

Por quê? A rapaziada alegou que não seria possível convocar uma assembléia em pleno fim de semana.

Os revoltosos exigem a revogação de um convênio que levou a PM ao campus depois que um aluno foi assassinado ao deixar a escola de economia, em maio.

Superintendente institucional da USP, o professor Wanderley Messias da Costa diz que o convênio não será revogado.

Mas declarou: “O que a universidade quer discutir com eles é o detalhamento desse convênio.”

Justo, muito justo, justíssimo. Quem sabe injeta-se no documento um artigo proibindo a polícia de importunar os adeptos da cannabis sativa.

Distraído com questões menores –os efeitos da crise européia, os soluços da inflação, os surtos de corrupção— o país faz pouco do que se passa na USP.

O desfecho da rebelião dos estudantes vai revelar que diabo de universidade a USP vai ser. Com maconha ou sem maconha?, eis a questão.

Desde o movimento dos ‘caras pintadas’ contra Fernando Collor não se via os estudantes envolvidos em causa tão nobre.

Nem todos os alunos da USP foram tocados pelo espírito da neorevolução. A maioria, insensível, prefere estudar!?!

Gente como o rapaz da foto aí de baixo, personagem de um protesto contrarevolucionário.

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  1. mandy disse:

    tem que descer o cacete nesse bando de mimadinhos sem causa!

  2. Gabi disse:

    acho que o Gagaga Eh uma besta quadrada.  Eh logico que eles passaram no vestiba, estudaram em colegio particular a vida toda,  tenta estudar num colegio estadual sem enfrentar cursinho depois… quero ver se vc passa… No brasil tem trafico pq tem no mundo inteiro.. eu acabei de voltar ao brasil (morava na belgica) e acredite na europa tem tanto trafico quanto o brasil  😉  isso eh obvio : trafico pq eh proibido se nao fosse proibido existiriam lojas para isso!!! e nao seria trafico seria comercio comum!!! … va ler … por favor!

  3. Gagagagag disse:

    é mesquita mas esses maconheiros tiveram a capacidade de passa no vestiba da usp, capacidade que muitos nao tem, o Brasil é um atraso nessa questao só existe trafico pq é proibido, sera que ninguem enxerga isso.

  4. Mesquitaamorim disse:

    acho que teria que mandar embora professores que encobrem alunos maconheiros,e expulsar esses maconheiros de lá, pois, tem muita gente pobre querendo fazer um curso superior e acaba perdendo a vaga,para esse bando de maconheiros!

  5. Pati disse:

    Que marco pra USP, o sonho de milhares de estudantes da rede pública era de ser aprovado nesta faculdade, inclusive o meu ….mas agora ….minha família  não aprova…
    motivo?! LA SÓ TEM DROGADO E VAGABUNDO!!!
    Que inversão de valores…

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