O Rio Grande do Norte é hoje o estado brasileiro com maior capacidade instalada de energia gerada por parques eólicos. Os bons números são da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) que destaca o RN com 736,7 MW de capacidade instalada nos 29 parques em operação.
Em primeiro lugar no ranking da Agência, o Rio Grande do Norte superou o Ceará, Bahia e Rio Grande do Sul, e atualmente tem 52 parques eólicos em construção que aumentará em 1447,6 MW a capacidade instalada. Até 2018 deverão ser construídos outros 49 parques, representando mais 1349,7 MW de energia gerada em solo potiguar.
“Os bons ventos do RN colocam o nosso estado em primeiro lugar no Brasil. Isso tudo é resultado do nosso trabalho e nos orgulha saber que estamos ajudando a desenvolver o país com energia renovável”, disse a Governadora Rosalba Ciarlini.
Para garantir a competitividade do estado, o Governo – via Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SEDEC) – tem atuado junto ao Ministério de Minas e Energia para permitir ao RN uma melhor infraestrutura em linhas de transmissão. Um leilão de transmissão será realizado pela ANEEL no dia 09 de maio e contemplará o RN com quatro novas linhas, que somadas as já existentes, assegurarão o escoamento de projetos de geração a médio e longo prazo.
Com investimentos privados da ordem de R$ 14 bilhões no setor eólico, a estimativa do Governo do Estado é que o segmento se mantenha em crescimento nos investimentos privados, emprego e renda.
Como a máfia siciliana enraizou suas operações em nosso estado? Investimentos que ultrapassam 800 milhões de reais no mercado imobiliário foram realizados por meio de uma engenhosa máquina de transferir e lavar dinheiro. A Cosa Nostra deixou no Rio Grande do Norte um rastro de golpes milionários, fraudes cartorárias, corrupção, grilagem de terras e dois assassinatos. Bem que poderia ser o roteiro de um filme policial, mas é um artigo que você começa a ler agora.
Era quase noite em Palermo, capital da Sicília, quando dois jovens, um deles com uma faca, entraram em uma pequena loja de produtos de limpeza na Via Altofonte. Depois de renderem os funcionários, os assaltantes levaram 4,5 mil euros que estavam na caixa registradora. Era 29 de agosto de 2019. Cinco dias depois, no mesmo horário, novo roubo na mesma loja: dois rapazes, fingindo estarem armados, levaram mais 2,8 mil euros.
O caminho natural do dono da loja seria procurar a polícia. Mas não foi o que aconteceu. Francesco Paolo Bagnasco preferiu telefonar para Giovanni Caruso, um membro da Cosa Nostra, organização mafiosa que desde o século XIX controla boa parte das relações socioeconômicas na Sicília. Ao analisarem imagens captadas por uma câmera de vídeo, os mafiosos identificaram três assaltantes (um deles havia participado dos dois roubos).
Na tarde de 7 de setembro, quatro dias após o segundo assalto, os três ladrões foram sequestrados e levados para um galpão. Caruso notificou o seu chefe, Giuseppe Calvaruso, bem como o dono da loja, e os três foram até o cativeiro, onde assistiram ao brutal espancamento dos assaltantes. Horas depois, Caruso descreveu, para outro membro da máfia, a face de um dos assaltantes, dizendo que parecia uma “peneira”. O dinheiro roubado foi devolvido a Francesco Bagnasco.
Sete meses depois, em abril de 2020, Bagnasco e outros cinco empresários recorreram a Calvaruso para adquirir nove partes de um grande armazém. Coube à máfia afastar outros pretensos concorrentes na compra do imóvel. Em troca, a Cosa Nostra exigiu uma taxa total de 90 mil euros – 40 mil a serem pagos apenas por Bagnasco por ele ter adquirido quatro partes do armazém. Foi a vez do empresário e seus sócios sentirem na pele a ira da máfia palermitana.
Em telefonema captado pela polícia italiana, Calvaruso ordenou que Caruso exigisse o dinheiro dos empresários antes que o negócio fosse formalizado em cartório. “Não tenha piedade”, disse o chefe. Bagnasco pagou, mas apenas uma parte – 15 mil euros. Em dezembro de 2020, Calvaruso reforçou as ameaças. “Se eles não me derem o dinheiro, tudo pode acontecer”, disse a Caruso. Em fevereiro de 2021, duas semanas antes da formalização do negócio no cartório, o chefe mafioso aumentou o tom das ameaças. “Se alguém ousar fazer a escritura sem ter pagado, não deixe ir ao cartório e meta um revólver na boca dele”, ordenou. Calvaruso falava de um lugar muito distante de Palermo, do outro lado do Oceano Atlântico – mais precisamente, de Natal, no Rio Grande do Norte.
Parte do dinheiro extorquido dos empresários custeou as despesas de familiares dos membros da Cosa Nostra que estão presos. Outra parte foi enviada ao Rio Grande do Norte, onde, ao longo de dezessete anos, sob o comando de Calvaruso, a máfia siciliana investiu 800 milhões de reais no mercado imobiliário por meio de uma engenhosa máquina de transferir e lavar dinheiro. Durante esse tempo, a Cosa Nostra deixou no estado nordestino um rastro de golpes milionários, fraudes cartorárias, corrupção, grilagem de terras e dois assassinatos.
Giuseppe Calvaruso tem cabelos castanho-claros, repartidos ao meio, e baixa estatura, o que lhe rendeu o apelido, entre os mafiosos sicilianos, de u curtu (o curto, literalmente, ou o baixote). Em 47 anos de vida, a maior parte atuando como empresário da construção civil, adquiriu o respeito da cúpula da Cosa Nostra, sobretudo depois de ter ajudado na fuga de Giovanni Motisi, no fim dos anos 1990. Motisi foi um dos mais sanguinários assassinos de aluguel de Salvatore “Totò” Riina, mafioso que aterrorizou a Sicília e foi o mandante dos assassinatos, em 1992, dos juízes Giovanni Falcone e Paolo Borsellino, responsáveis pelo Maxiprocesso de Palermo. Em 1993, Riina foi preso. Morreu em 2017, aos 87 anos.
Cada município da Sicília (ou, no caso das maiores cidades, cada bairro ou distrito) possui um líder mafioso, chamado capomandamento (mandamento é uma região controlada por determinado clã criminoso). Antonino Rotolo, o capomandamento de Pagliarelli, está preso desde 2006. Quem o substitui desde 2015 é Calvaruso, mas na condição de “regente”, como se chama o líder temporário. Em conversa interceptada pela polícia italiana, o regente disse ter à disposição cerca de 1 bilhão de dólares para investir.
Em fevereiro de 2009, Pietro Ladogana, um homem alto de queixo anguloso que, para a PF, era testa de ferro da Cosa Nostra, desembarcou em Natal. Na capital potiguar, ele fundou três empresas do ramo imobiliário, com um capital social total de 3,8 milhões de reais, e casou-se com Tamara Maria de Barros. A brasileira seria usada como laranja pelo italiano, que colocou no nome dela boa parte dos imóveis que adquiriu.
Mas Ladogana também começou a grilar terras com o uso da violência. Chegou a criar uma milícia formada por policiais militares para expulsar moradores em Extremoz, município na Região Metropolitana de Natal, onde contava com a ajuda do então tabelião do cartório local e ex-prefeito João Soares de Souza, e de servidores da prefeitura para falsificar documentos que garantissem a posse dos imóveis. Quando o então secretário de Tributação de Extremoz Giovanni Gomes contrariou os interesses do esquema, Ladogana ordenou que um dos PMs de sua milícia, Alexandre Douglas Ferreira, “desse um susto nele” – como a mulher do mafioso contou à Polícia Civil. Gomes levou um tiro de raspão na perna quando saía da festa de formatura do filho, em uma noite de agosto de 2013.
No caso de outro desafeto, o desfecho foi trágico. O empresário italiano Enzo Albanese, que dirigia um time de rugby em Natal e não tinha relações com a Cosa Nostra, descobriu as fraudes fundiárias de Ladogana, bem como desvios de parte do dinheiro da máfia para o próprio bolso, e ameaçou denunciar tudo à polícia. Em março de 2014, Albanese foi ameaçado de morte, caso ousasse delatar seus esquemas. Mas ele não recuou. Em 2 de maio do mesmo ano, ele fechava o portão de entrada de sua casa quando o policial Ferreira se aproximou em uma moto e atirou. O italiano morreu no local. Um mês depois, a Justiça de Natal decretou a prisão preventiva de Ladogana, que foi detido no aeroporto de Roma, onde tentava embarcar para o Brasil com 120 mil euros escondidos na roupa. Acabou liberado meses depois, na Itália, e ficou no país natal. Tempos depois, recebeu uma pena de catorze anos de reclusão, que ele cumpre na penitenciária de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte. Ferreira não chegou a ser julgado – a Justiça o considerou inimputável, depois que foi diagnosticado com esquizofrenia.)
Em 2016, Calvaruso iniciou o processo de troca do operador da lavanderia de dinheiro da máfia no Brasil. Recorreu então ao empresário Giuseppe Bruno (foto no início do artigo), cuja família lavava dinheiro para a máfia desde os anos 1990 na construção civil da Sicília, de acordo com a polícia italiana.
Em Natal, Bruno e Calvaruso investiram 830 mil euros na compra de novas áreas nos arredores de Natal, inclusive uma fazenda que seria transformada em loteamento com perspectivas de ganhos milionários. “Gostaria de salientar que estamos falando de 180 hectares, onde há a possibilidade de construir cerca de 7.500 casas, que por 100 mil reais são 750 milhões de reais de faturamento, com um lucro residual de mais de 50%…”, escreveu Bruno, por e-mail, a um integrante da máfia na Sicília. No total, segundo o Ministério Público Federal, a máfia adquiriu 76 imóveis no Brasil.
Certo dia, em um shopping de Ponta Negra, local abastado da cidade, Bruno conheceu Sara da Silva Barros, de 37 anos de idade. Logo, ela se tornaria não só a mulher de Bruno, como sua testa de ferro preferida, já que não tinha antecedentes criminais. “Sara é cem por cento limpa”, escreveu ele para Calvaruso, por WhatsApp. Foi em nome dela que Bruno e Calvaruso montaram a pizzaria e cafeteria Italy’s, na orla de Natal.
O policial e advogado Carlos Menezes conheceu Bruno em 2016, quando o italiano e Nino Spadaro foram até a Delegacia de Apoio e Assistência ao Turista (Deatur), em Natal, onde o então agente trabalhava, para fazerem um boletim de ocorrência contra João Soares de Souza, tabelião do cartório de imóveis de Extremoz, e seu filho, Gustavo Eugênio Costa de Souza. Segundo Bruno, o tabelião e o filho haviam falsificado a escritura de uma área de 29 hectares adquirida pela empresa Tecnobloco Construções Ltda., da qual o italiano se dizia sócio e procurador, para revendê-la a terceiros por 16 milhões de reais.
Por causa do alegado prejuízo pela perda do terreno, Bruno e Spadaro passaram a pressionar o tabelião, que se comprometeu a pagar 1,2 milhão de reais e a entregar outra área a eles. Mas Souza só pagou 150 mil reais, e os italianos descobriram que os documentos da área oferecida eram falsos.
Na discussão com os italianos, o tabelião ameaçou Bruno e seu advogado com um revólver, dentro do cartório de Extremoz, o que motivou um segundo boletim de ocorrência contra Souza, agora por ameaça, registrado pelo então policial Menezes no fim de 2017, na mesma Deatur. A aproximação com o policial fez com que este fosse convidado a trabalhar como segurança para a viagem que a mãe de Bruno fez da Itália ao Brasil.
Em março do ano seguinte, Souza e o filho foram denunciados à Justiça por estelionato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, acusados de uma série de fraudes documentais. Souza morreu um mês depois, de causas naturais. Gustavo, seu filho, foi absolvido. Sem saída, Bruno ingressou com ação na Justiça contra o tabelião e o filho, e a 1ª Vara de Extremoz condenou o espólio de Souza e também Gustavo a indenizarem Bruno em 22 milhões de reais.
Retornando ao Brasil em 2019, Calvaruso, regente da Cosa Nostra, acelerou os investimentos da máfia. Concluiu a construção de uma casa dentro de um resort em Bananeiras, interior da Paraíba; comprou dois apartamentos em Cabedelo, município vizinho a João Pessoa; adquiriu duas empresas em Natal (uma delas dona de imóveis avaliados em quase 4 milhões de reais, no total) e fundou a pizzaria Italy’s.
Em 2021, os primeiros policiais italianos desembarcaram em Natal para rastrear o patrimônio amealhado pela máfia e seguir de perto os passos de Giuseppe Bruno.
No ano seguinte, em maio, o governo italiano decidiu solicitar formalmente um acordo de cooperação com o Ministério Público Federal (MPF) brasileiro para “a obtenção de dados confiáveis sobre rastreabilidade dos grandes fluxos financeiros movidos da Itália para o Brasil e informações sobre bens atribuídos a Giuseppe Calvaruso e outros”. A investigação do MPF, da PF e da Receita Federal, iniciada em outubro de 2022, não só confirmou os dados já investigados desde a Itália como encontrou novas suspeitas sobre o patrimônio do trio Calvaruso-Ladogana-Bruno no Rio Grande do Norte.
Em novembro de 2023, a PF encaminhou à Justiça os pedidos de prisões preventivas e de buscas. Em poucas semanas as requisições foram acatadas pela 14ª Vara Federal de Natal, mas a operação tinha de ser deflagrada ao mesmo tempo no Brasil e na Itália, onde havia outros participantes do esquema mafioso. A Justiça italiana demorou a conceder os pedidos de prisão (só o fez em agosto de 2024).
Bruno foi preso na manhã de 13 de agosto de 2024. No mesmo dia, a Direção Distrital Antimáfia de Palermo prendeu na Itália a mãe dele, Rosa Simoncini. No Brasil, nove pessoas, incluindo Calvaruso, Bruno e sua ex-mulher, Ladogana, sua ex-mulher, Tamara Barros, e a atual, Regina Souza, são réus em ação penal, ainda não julgada, na 14ª Vara Federal de Natal, acusados de associação criminosa e lavagem de dinheiro. Em dezembro passado, o inquérito da polícia italiana seguia em andamento.
O advogado de Calvaruso na Itália, Michele Giovinco, disse à revista piauí que a Justiça ainda não provou a responsabilidade do réu na suposta extorsão aos compradores do armazém na via Altofonte, em Palermo, nem na lavagem de dinheiro na compra e venda de imóveis no Brasil. “Não há provas processuais nas investigações italianas de transferência de dinheiro de Hong Kong ou Cingapura, nem para a Itália e nem para o Brasil”, afirmou.
Em nota, a defesa de Ladogana informou apenas que o patrimônio dele no Brasil “foi adquirido com muito trabalho” e que o empresário nunca teve envolvimento com a Cosa Nostra. Nino Spadaro não quis se manifestar. A defesa de Bruno não foi localizada.
A última ponta solta dos esquemas da máfia siciliana no Rio Grande do Norte é o assassinato de Carlos Antonio Lopes da Silva, o taxista que se tornou laranja de Pietro Ladogana e era dono formal de duas empresas e de dezenas de imóveis no estado. Mesmo depois da prisão do italiano, em 2019, Silva continuou próximo dele – era uma das pessoas autorizadas por Ladogana a visitá-lo na prisão em Alcaçuz.
Na noite de 1º de março de 2023, Silva dormia em sua casa no bairro Pitangui, em Extremoz, com a mulher e as duas filhas do casal, quando ouviu a porta da entrada sendo arrombada. Pegou um bastão e conseguiu atingir um dos invasores, mas acabou levando sete tiros de pistola de outro criminoso. Morreu ao lado da sua cama.
A principal suspeita da polícia é que Silva tenha sido morto a mando de um empresário potiguar que teria grilado parte dos terrenos da Cosa Nostra no estado. Responsável pelo inquérito, o delegado André Kay, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Ceará-Mirim, não revela a identidade do suspeito para não atrapalhar as investigações. Passados quase dois anos do crime, o inquérito ainda não foi concluído.
O Grupo Morada, referência no setor de serviços funerários no Nordeste, está com novas oportunidades de emprego para diversas áreas, com atuação prevista para Natal/RN e Parnamirim/RN. As vagas são para o cemitério e crematório Morada da Paz e para a assistência funeral Morada da Paz Essencial. A iniciativa faz parte do compromisso da empresa em ampliar e aprimorar seus serviços, garantindo um atendimento cada vez mais acolhedor, humanizado e eficiente para as famílias.
Entre as oportunidades disponíveis, há vagas para vendedor(a) externo(a) exclusiva para mulheres, com foco na comercialização de planos e serviços funerários; agentes de serviços para atuar diretamente no atendimento e suporte às famílias; coordenador de produtos; assistente de BackOffice; assistente administrativo (exclusivo PCD); e auxiliares de serviços gerais (ASG), que atuarão na manutenção e organização dos espaços, garantindo um ambiente adequado para clientes e colaboradores.
Para se inscrever no processo seletivo, os interessados devem acessar o site http://www.moradada paz.com.br/trabalhe-conosco e selecionar o cargo pretendido. Ao ser direcionados para a página de inscrição, poderão conferir mais detalhes sobre as vagas oferecidas e cadastrar o currículo. Além das oportunidades no Rio Grande do Norte, as unidades do Morada da Paz localizadas na Paraíba e em Pernambuco também estão com vagas abertas em diversas áreas de atuação.
A Prefeitura de Natal está organizando o Carnaval 2025 de “braços abertos para a alegria”. O início da folia está marcado para a próxima quinta-feira (27), no Baile de Máscaras, no Largo do Atheneu, com a entrega das chaves da cidade ao Rei Momo e a Rainha do Carnaval natalense, pelo Prefeito Paulinho Freire.
A festa começa, às 18h, com o Frevo do Chico, seguido por Afrobeat e Grafith. Mas esse é apenas o primeiro acorde da folia que vai agitar a cidade. Confira a programação dos “palcos” espalhados pelos quatro cantos da cidade:
Palco Nélio Dias – Avenida dos Guararapes, s/nº (Lagoa Azul)
Sexta-feira (28/2)
20h – Raphael Almeida convida Molekes em Casa
Sábado (1/3)
20h – Raphael Almeida
Domingo (2/3)
17h – Gami Batuque
20h – Samba Real
Segunda-feira (3/3)
17h – Bira Santos
20h – Magna Fuá
Terça-feira (4/3)
20h – Banda Lavine
Quarta-feira de Cinzas (5/3)
7h30 – João Mendonça
9h30 – Debinha Ramos
11h30 – Bloco Baiacu na Vara com Pranchão Tony Farra
13h30 – Pagode da Limpeza
15h – Gasparzinho
17h30 – A Pegada
Palco Rocas – Segunda do Vagabundo Especial – Cruzamento das ruas Pereira Simões e Donzelas
Segunda-feira (3/3)
19h – Desfile dos Blocos As Guerreiras, banda Carcará e bloco Os Grávidos
Centro Histórico – Palco Praça 7 de Setembro
Sábado (1/3)
Carnarap
16h – DJ Nigga Boy convida artistas do breaking e do Graffiti
16h30 – Kung Fu e Batalha da Coruja – 7ª Edição
18h – Thyore convida Ale Du Black, Xileno e JVNB
19h – Amem Ore convida Cafuzo da Baixada
20h – Pretta Soul convida Sister Mika Black e Tiquinha Rodrigues
21h – Rapadura (CE) convida DJ ALF (PB)
22h – Dusouto convida Dona Liberdade
Domingo (2/3)
Desfile das Kengas
16h – DJ Samir
17h – Orquestra do Papão convida Will
18h30 – Desfile das Kengas com apresentação de Jarita
20h30 – Potyguara Bardo
22h – Orquestra Greiosa e Felipe Cordeiro
Segunda-feira (3/3)
Transfolia
18h – Jennify C. convida Caxistranha
19h – DJ Zittur – Concurso Transfolia de Danças Carnavalescas
19h30 – Vic Kabulosa convida Elias D’Castro e a Majestade 2025
21h – Ale Du Black convida Geisla Blanco
22h – Taj Ma House convida Sun Clláire
Terça-feira (4/3)
Galo dos Perturbados
18h – Thábata Medeiros
20h – Jaina Elne
22h – Ramon Rodney
Palco Beco da Lama
Sexta-feira (28/2)
17h – Orquestra
19h – Papel Gomes
Antenada às tendências de comunicação mais recentes, em que o formato de podcast ocupa um lugar de destaque nas estratégias de comunicação, a agência de marketing e comunicação Ratts Ratis, do publicitário Pedro Ratts, montou o maior e melhor estúdio de podcast do mercado publicitário do RN.
Com 40 metros quadrados e equipamentos de ponta, microfones de última geração, fibra ótica e modernas câmeras de alta resolução, controladas remotamente, além de uma acústica perfeita, o estúdio de podcast da Ratts Ratis é hoje o maior do mercado e tem pautas de gravação todos os dias e já agendadas para mais de três meses, desde os próprios clientes da agência, a clientes do mercado em geral.
Segundo Pedro Ratts “o formato de podcast, se bem pensado e planejado, e encaixado dentro de uma estratégia, é uma poderosa ferramenta de marketing; hoje oferecemos mais este produto aos nossos clientes e também já estamos tendo demandas de não-clientes e de prospects, que se encantam com a estrutura montada e nos contratam para este trabalho especializado” conclui.
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Uma placa com anúncio do Governo do RN está atrapalhando a visibilidade de quem está trafegando nas imediações da rotatória que cruza a Avenida Moema Tinoco com a Avenida Mar do Norte. Nitidamente, a placa fica no meio da rotátoria, se tornando um obstáculo para quem está circulando em ambos os lados das vias.
Os membros do serviço transgênero serão separados das forças armadas dos Estados Unidos, a menos que recebam uma isenção, conforme um memorando do Pentágono arquivado no tribunal na quarta-feira (26), proibindo-os essencialmente de se juntar ou servir nas forças armadas.
A medida, que vai além das restrições que o presidente Donald Trump impôs aos membros do serviço transgênero durante sua primeira administração, foi descrita como sem precedentes pelos defensores.
Trump assinou uma ordem executiva no mês passado que mirou nas tropas transgênero de forma pessoal – em um ponto dizendo que um homem se identificando como mulher “não era consistente com a humildade e abnegação exigidas de um membro do serviço”.
Este mês, o Pentágono anunciou que o exército dos EUA não permitirá mais que indivíduos transgêneros se juntem e irá parar de realizar ou facilitar procedimentos associados à transição de gênero para membros do serviço.
O memorando da noite de quarta-feira (26) expande a proibição para membros atualmente em serviço no exército.
O documento afirma que o Pentágono deve criar um procedimento para identificar tropas que são transgêneros em um mês e, então, 30 dias após, deve começar a dispensá-los.
“É política do Governo dos Estados Unidos estabelecer altos padrões para prontidão, letalidade, coesão, honestidade, humildade, uniformidade e integridade dos membros do serviço”, pontuou o documento, datado de 26 de fevereiro.
O informe continuou dizendo que, “esta política é inconsistente com as restrições médicas, cirúrgicas e de saúde mental em indivíduos com disforia de gênero ou que tenham um diagnóstico atual ou histórico de, ou apresentem sintomas consistentes com, disforia de gênero”.
Não há exigência para que as tropas transgênero se autoidentifiquem e a Defesa dos EUA não tem um número preciso.
O Pentágono disse que as isenções seriam concedidas apenas “desde que haja um interesse governamental convincente em reter o membro do serviço que apoia diretamente as capacidades de combate”.
Ele acrescentou que, para uma isenção, as tropas também devem ser capazes de atender a uma série de critérios, incluindo que o membro do serviço “demonstre 36 meses consecutivos de estabilidade no sexo do membro do serviço sem sofrimento clinicamente significativo”.
O primeiro dia de greve na rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte foi de avaliação por parte dos professores sobre a adesão ao movimento. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN (Sinte-RN), os trabalhadores foram às escolas na manhã desta quarta-feira (26) para discutir como seria feita a participação. Ontem, a reportagem visitou três unidades de ensino localizadas na zona Sul da capital e, em uma delas, a Escola Estadual Walfredo Gurgel, em Candelária, as aulas foram mantidas integralmente e devem continuar assim ao longo da semana. A unidade irá avaliar a possibilidade de os professores efetivos aderirem à paralisação apenas depois do Carnaval.
De acordo com Socorro Morais, diretora da Walfredo Gurgel, dos 18 docentes da escola, oito são temporários e, portanto, não poderão fazer greve. “Vamos avaliar os efeitos na próxima semana, depois do recesso de Carnaval e, só, então, devem definir a participação na paralisação”, disse Morais. Nas escolas Floriano Cavalcanti (Floca), em Mirassol, e Luís Antônio, em Candelária, não houve aulas nesta quarta-feira. No Floca, a adesão foi integral. Os professores se reuniram ao longo da manhã apenas para discutir pontos das reivindicações que motivaram o movimento paredista.
Na Luís Antônio também houve adesão total, mas a direção da escola não quis fornecer maiores detalhes da situação. A greve por tempo indeterminado na rede estadual de ensino foi deflagrada na tarde da terça-feira (25). A categoria exige, em contraproposta ao Governo do RN, o reajuste do Piso Salarial de 6,27% para o mês de março, além do pagamento do retroativo acumulado entre fevereiro e março. No último dia 19, os profissionais da educação rejeitaram a proposta oferecida pelo Governo do Estado, que propôs o aumento salarial de 2% em março e 4,27% em dezembro de 2025, além da implantação do piso salarial para toda a categoria, inclusos ativos e aposentados.
A TRIBUNA DO NORTE procurou a Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e do Lazer (SEEC/RN) e o Sinte-RN para obter um posicionamento sobre as negociações, bem como um panorama acerca da adesão ao movimento paredista. Tanto a Secretaria quanto o Sindicato informaram ainda não ser possível um levantamento sobre o número de escolas e alunos afetados e de professores que aderiram à paralisação.
“A SEEc está monitorando junto às [diretorias] regionais, mas ainda não é possível obter dados porque a categoria está discutindo o movimento com a comunidade escolar”, esclareceu a SEEC. O Sinte informou que os professores foram às unidades de ensino nesta quarta fazer as comunicações sobre a greve, mas disse que não existe ainda um panorama sobre a adesão. “As regionais é que farão esse levantamento, com base em um calendário criado pelo movimento. Creio que, somente na próxima semana, tenhamos números”, explicou Erlon Araújo, que compõe a direção do Sinte.
Para esta quinta-feira (27), está prevista uma reunião de comando de greve entre 9h e 15h para uma análise sobre o primeiro dia de suspensão das aulas. Em 7 de março haverá uma assembleia para avaliação da greve. No dia 11 está agendado um ato na Governadoria, às 9h. A TN questionou a SEEC sobre o andamento das negociações, mas a pasta reforçou apenas o posicionamento feito na terça, por ocasião do início do movimento.
“Em decorrência de uma ação do Ministério Público, o governo tem tratado com toda prioridade e transparência através do diálogo constante com o MP e o Sindicato dos Professores, num esforço contínuo de manter a aplicabilidade do piso como vem sendo feito desde o início do mandato assegurando os princípios da integralidade e da paridade salarial. Nesse contexto, já foram realizadas diversas reuniões e apresentadas propostas ao Sindicato da categoria com o objetivo de assegurar um reajuste de 6,27%, o que, ao final de 2025, resultará em um ganho acumulado de 98,25%, considerando o período de 2019 a 2025. Este reajuste com base na Lei 11.738, a qual instituiu o piso salarial nacional, representa uma conquista histórica para a categoria e o compromisso do governo com a valorização dos educadores”, pontuou a SEEC.
Essa incompetente que está no governo, quando era posição, metia a lenha nos governos anteriores porque não atendia as reinvidicações dos funcionários públicos. E agora por que ela não atende.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por videoconferência, nesta quarta-feira (26), com presidentes de vários países sobre compromissos assumidos na reunião, feita em 2024, “em defesa da democracia”, em Nova York.
Entre os presentes na reunião, estão:
Gabriel Boric, presidente do Chile
Gustavo Petro, presidente da Colômbia
Pedro Sánchez, presidente da Espanha
Yamandú Orsi, presidente eleito do Uruguai
De acordo com publicação feita pelo presidente da República nas redes sociais, foi “reafirmado” o compromisso com o fortalecimento da democracia e de suas instituições.
“Discutimos ações para combater a desigualdade, a desinformação e o uso malicioso das redes sociais e de outras tecnologias que alimentam o extremismo”, acrescentou Lula.
O presidente descatou “a importância do multilateralismo para enfrentar esses desafios e fortalecer as democracias no mundo”.
Viagem internacional
No sábado (1º), Lula realizará a primeira viagem internacional após as cirurgias para colocar e remover um dreno da cabeça, em dezembro.
Lula irá para Montevidéu, capital do Uruguai, para participar da posse do presidente Yamandú Orsi.
Em novembro, logo após as eleições uruguaias, Orsi esteve no Brasil para um encontro com o petista. Na ocasião, reforçou a importância da relação entre os dois países.
Ele vai uma aula igual deu a maduro, dizer que democracia é relativa e ensinar criar narrativas que viram verdades, depois é só faturar com a corrupção e depois correr pra o abraço. Nisso o larápio é bom, temos que admitir.
Qual democracia?
A relativa?
Tem uma mulher presa por ocasião do oito de janeiro, porque escreveu frases com um batom, pai de famílias e mães foragidas, bloqueiros exilados, é essa democracia que vossa excelência defende??
Porque o Sr presidente da Republica Federativa do Brasil não vai defender a liberdade de expressão tal qual faz o presidente americano??
Porque?
Troque essa palavra democracia relativa, por LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
OK?
A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou na quarta-feira (26) a favor do arquivamento de um inquérito que investiga o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), por omissão no impedimento dos atos que resultaram na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro de 2023.
Na manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a PGR afirmou que os fatos relatados até o momento não justificam o prosseguimento do inquérito contra Ibaneis.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, cita que o governador “compareceu voluntariamente à sede da Polícia Federal e, com consentimento para acesso amplo, enviou dois aparelhos celulares que se encontravam em sua posse”.
Gonet também esclarece que uma apuração mostrou cópias de documentos que repudiavam os ataques e pediam a ajuda da Força Nacional. O parecer da PGR será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, que é relator do caso.
Entenda
Um dia depois dos atos de 8 de janeiro, o governador Ibaneis Rocha foi afastado do cargo por 90 dias por ordem de Moraes. Porém, o ministro revogou o afastamento pouco depois.
Na ocasião, o relator do caso determinou a abertura de um inquérito sobre as condutas do governador e dos comandantes da Segurança Pública do DF durante os atos de vandalismo.
Em sua defesa, Ibaneis declarou que “havia motivo plausível” para “confiar plenamente” na eficácia do modelo de atuação da Secretaria de Segurança Pública.
No ano passado, Ibaneis chegou a pedir o arquivamento do inquérito. Na ocasião, o ministro Alexandre Moraes disse que o arquivamento seria “prematuro”.
Em entrevista publicada nesta quarta-feira, 26, pelo jornal Estadão, o advogado e coordenador do Prerrogativas, Marco Aurélio de Carvalho, disse que o presidente Lula da Silva deveria lançar o “Pé-na-Bunda” para demitir os ministros que não se engajarem na defesa do governo federal.
A expressão do advogado é uma alusão ao programa “Pé-de-Meia”, do próprio governo e que rendeu diversos riscos jurídicos em razão de inconsistências com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Carvalho, que coordena um grupo de advogados militantes do PT, disse ao jornal.
Advogado defende Janja: ciúmes
“Os ministros precisam sair dos seus cercadinhos. É inadmissível que um governo com tantas entregas não tenha uma avaliação compatível.” Dizendo-se “lulofanático”, conforme a reportagem, Carvalho defendeu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Argumentou principalmente que o fogo amigo contra o ministro objetiva o cenário político pós-Lula, e não a agenda econômica.
Amigo pessoal de Lula, o advogado defende também a mulher de Lula, Janja da Silva. A primeira-dama, aliás, recebeu nesta semana novas críticas por gastar mais de R$ 292 mil em uma viagem a Roma. A pauta era a fome. No entanto, a visita ocorreu exatamente em um momento em que o Brasil registra uma das fases mais críticas da história em relação ao preço dos alimentos.
Ao Estadão, Carvalho diz que “as críticas a ela escondem várias coisas. Além da dimensão machista e misógina, há um ciúme não declarado, não confessado, do relacionamento que ela construiu com o presidente Lula. Todo mundo sente que é um pouco dono do presidente e quer estar mais perto dele’.
Em resposta sobre as críticas de Kakay (advogado do mesmo grupo petista) a Lula, Carvalho afirmou sobretudo que o colega ignora fatos que provam o oposto. “Ele segue fazendo política 24 horas por dia. A carta foi para atacar a primeira-dama, o que é injusto”.
Será que está querendo virar juiz??
O Dias Toffoli era advogado do PT, virou Juiz.
O advogado particular do Lula virou Juiz.
Kkkkkkkkkk.
É brincadeira esse Brasil sil sil sil…
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