As obras do Terminal Salineiro de Areia Branca, cujos recursos, na ordem de R$ 7 milhões, tiveram liberação anunciada pelo governo federal em maio preocupam o setor produtivo em razão da burocracia.
Empresários do setor ouvidos pelo blog confirmaram o receio da perda de recursos, mas a Codern assegurou que todos os trâmites estão sendo cumpridos.
De acordo com um desses empresários ouvidos reservadamente pela reportagem, Brasília ameaçava suspender os processos referentes às obras em face da demora no envio de projetos pela Codern.
As novas intervenções são de manutenção e vêm se somar à ampliação do terminal concluída recentemente.
Procurado pelo blog, o diretor presidente da Codern, Emerson Fernandes, explicou que todo o rito processual foi seguido e ainda acrescentou:
“Precisamos contratar uma empresa e ainda checar as condições exatas das áreas a serem reparadas. O processo dessa obra passou por toda a equipe técnica e foi enviado para Brasília, que nos assegurou a disponibilidade de orçamento. A obra deve ser iniciada no próximo ano, com prazo de conclusão de seis meses”, explicou o diretor presidente da Codern
O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, sancionou uma lei nesta segunda-feira, 8, que regulamenta o estado de exceção no país e permite o uso de tropas do Exército para desobstruir rodovias. O chefe de Estado declarou que “narcoterroristas” financiam os protestos que exigem sua renúncia e mandou um recado direto aos bandos armados, ao avisar que os dias deles estão contados. O novo mecanismo jurídico autoriza o Executivo a limitar as liberdades de reunião e de circulação da população.
Segundo informações da Revista Oeste, a medida drástica surge quando o país atinge uma semana consecutiva de paralisações coordenadas por sindicatos de operários, camponeses, mineiros, professores e caminhoneiros. Os bloqueios asfixiam a economia e provocam o desabastecimento generalizado nas principais capitais. Em La Paz e El Alto, o preço dos alimentos básicos dobrou, e hospitais já registram falta de medicamentos, além de filas quilométricas nos postos de combustíveis.
O governo federal acusa abertamente o ex-presidente socialista Evo Morales de chefiar a mobilização para tentar derrubar a democracia por meio do caos social. Durante a cerimônia de assinatura da lei no palácio presidencial, Rodrigo Paz discursou ladeado por ministros e comandantes das Forças Armadas e da Polícia Nacional. O presidente justificou o endurecimento da segurança pública depois que facções ligadas ao tráfico de cocaína feriram quatro policiais à bala em confrontos recentes nas estradas.
Os manifestantes radicais, conhecidos como “evistas”, rejeitam as reformas econômicas implementadas pela gestão de direita. Paz assumiu o comando do país e encerrou duas décadas de hegemonia da esquerda sob o controle de Evo Morales e Luis Arce. O governo anterior deixou a Bolívia em colapso financeiro, com uma inflação que passou dos 20% no ano passado e previsão de forte encolhimento da economia para este ano.
Evo Morales classificou as manifestações como uma “rebelião legítima” e atacou o atual mandatário, chamando-o de submisso ao presidente norte-americano, Donald Trump. O ex-ditador está foragido da Justiça em um processo por tráfico de uma menor de idade. Desde o fim do ano passado, ele vive cercado por milícias armadas em seu reduto político e sindical no Trópico de Cochabamba para evitar a sua captura.
Os apoiadores do ex-presidente chegaram a depredar e bloquear a pista do Aeroporto de Chimoré com galhos e pedras para impedir o pouso de aeronaves militares que pudessem transportar agentes policiais. Lideranças dos piquetes afirmam na internet que pretendem defender o chefe do partido mesmo que a resistência resulte na perda de vidas. Do outro lado, centenas de moradores de La Paz realizaram marchas pacíficas com bandeiras brancas para cobrar o desbloqueio das vias.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), disse nesta 3ª feira (9.jun.2026) que o governo vai debater na próxima reunião do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) o avanço da mistura obrigatória do etanol na gasolina de 30% (E30) para 32% (E32). O encontro será marcado no período dos próximos 15 dias.
Silveira fez o anúncio após se reunir com representantes do setor de etanol, que vem pressionando pelo avanço da mistura. A medida favorece diretamente o segmento, que aumentará sua participação no mercado nacional de combustíveis com o novo teor obrigatório.
“Os estudos técnicos necessários nos permitem ir até o E32, por uma indicação trazida hoje pelo setor e que vai ser submetida pela determinação do presidente da República ao próximo Conselho Nacional de Política Energética, que será marcada nos próximos 15 dias, para que a gente definitivamente possa debater, e eu espero que deliberar, o tema”, disse Silveira a jornalistas no Palácio do Planalto.
Depois de 2 adiamentos, o avanço do E32 aguarda análise do CNPE há pelo menos 1 mês. O tema estava na pauta da reunião marcada inicialmente para 7 de maio, que foi adiada para 11 de maio e posteriormente cancelada. Na ocasião, Silveira, que preside o colegiado, viajou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano).
Nos últimos meses, congressistas, associações, empresas e executivos ligados ao segmento de biocombustíveis aumentaram a pressão pelo avanço imediato da mistura do etanol na gasolina e do biodiesel no diesel, sob a justificativa de que o país precisa reduzir a dependência da importação de combustíveis, sobretudo em períodos de instabilidade internacional como a guerra do Irã.
Segundo estimativas do governo, o avanço da mistura representaria 450 milhões de litros a menos de importação de gasolina no Brasil. Silveira afirmou que a medida é fundamental para a segurança energética e para tornar o país autossuficiente no abastecimento de combustíveis, “minimizando os impactos da guerra que nós sabemos que não é uma guerra nossa”.
“É uma guerra que não depende de nós, mas estamos tomando as medidas necessárias para que a gente possa ter o menor impacto possível no Brasil. Temos que seguir tanto com as subvenções quanto com as desonerações [de impostos], para que [o combustível] possa chegar na bomba com o menor preço possível”, declarou.
A Copa do Mundo de 2026 começa oficialmente nesta quinta-feira (11), com uma cerimônia de abertura no Estádio Azteca, na Cidade do México, antes da partida entre México e África do Sul. O torneio será o primeiro da história realizado por três países-sede — México, Estados Unidos e Canadá — e também marca a estreia do novo formato com 48 seleções participantes.
A cerimônia principal está prevista para começar às 14h30 (horário de Brasília), enquanto o jogo inaugural será disputado às 16h. Tanto a abertura como os jogos serão transmitidos ao vivo na TV aberta pela Globo e pelo SBT, e na TV fechada pelo SporTV. No streaming, a cobertura oficial será feita pelo Globoplay; pela CazéTV e GE TV no YouTube.
Pela primeira vez na história dos Mundiais, a abertura conta com cerimônias coordenadas nos três países anfitriões. Além do evento realizado na Cidade do México, apresentações especiais acontecerão em Los Angeles, nos Estados Unidos, e em Toronto, no Canadá. O Azteca alcança uma marca inédita ao receber pela terceira vez uma abertura de Copa do Mundo, após sediar os eventos inaugurais das edições de 1970 e 1986.
Os espetáculos foram concebidos dentro de uma proposta integrada que combina futebol, música e identidade cultural. A produção é assinada pelo italiano Marco Balich, conhecido por comandar grandes eventos internacionais e responsável também pela cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina.
No México, o espetáculo dá destaque a elementos tradicionais da cultura local, com apresentações de dança, música e referências ao papel picado, símbolo festivo do país. A programação também conta com a participação de artistas indígenas e manifestações do folclore contemporâneo mexicano.
Shakira, Anitta e Katy Perry estão entre as atrações
A Fifa confirmou um elenco internacional para as celebrações da abertura. No Estádio Azteca, as apresentações ficam por conta de nomes como Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules e Maná.
Shakira e Burna Boy apresentam “Dai Dai”, música oficial do Mundial de 2026. A faixa integra uma campanha voltada para arrecadação de recursos destinados ao Fundo de Educação Fifa Global Citizen.
Nos Estados Unidos, a cerimônia realizada em Los Angeles conta com apresentações de Katy Perry, Future, Anitta, Lisa, Rema e Tyla. O evento antecede a partida entre Estados Unidos e Paraguai e terá como destaque a canção “Goals”, interpretada por Anitta, Lisa e Rema.
Já em Toronto, no Canadá, os shows reúnem artistas como Alanis Morissette, Alessia Cara, Michael Bublé, Jessie Reyez, Elyanna, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince. As apresentações ocorrerão de forma coordenada com os demais eventos de abertura do torneio. As informações são do portal O Tempo.
Tudo sobre a abertura da Copa do Mundo 2026
Data: 11 de junho de 2026 (quinta-feira) Horário da cerimônia: 14h30 (horário de Brasília) Local: Estádio Azteca Jogo de abertura: México x África do Sul Horário da partida: 16h (horário de Brasília) Onde assistir: Globo, SBT, SporTV, Globoplay, CazéTV e GE TV.
A Companhia de Serviços Urbanos de Natal (Urbana) concluiu a operação especial de limpeza realizada durante o primeiro fim de semana do São João de Natal 2026, na Arena das Dunas. Com equipes atuando antes, durante e após os shows, a companhia realizou serviços de limpeza no espaço do evento e no entorno da Arena.
A operação contou com a atuação de 65 garis por dia, totalizando 195 profissionais mobilizados ao longo dos três dias de programação. Durante o período, foram recolhidas 10 toneladas de resíduos sólidos em uma operação que envolveu varrição, coleta de lixo, lavagem das áreas de circulação do público e higienização dos banheiros químicos.
As equipes também realizaram a limpeza da área interna da Arena das Dunas, do entorno do equipamento e da frente do palco, com o auxílio de carro-pipa. Outro destaque da operação foi o trabalho desenvolvido pelo Projeto Recicla Natal, iniciativa que promove a coleta seletiva durante grandes eventos e reúne ações voltadas à reciclagem e à geração de renda para catadores de materiais recicláveis. Durante o primeiro fim de semana do São João, foram recolhidos 1.365,15 quilos de materiais recicláveis, que serão encaminhados para reciclagem.
Para o presidente da Urbana, Alvamar Vale, os números refletem o trabalho realizado pelas equipes durante os dias de programação. “Foram 10 toneladas de resíduos recolhidos, mais de 1,3 tonelada de materiais recicláveis destinados à reciclagem por meio do Projeto Recicla Natal e uma força-tarefa formada por 195 garis ao longo dos três dias de evento. Esse trabalho envolve planejamento, organização operacional e o empenho das equipes que atuam para manter os espaços públicos limpos durante a realização do São João”, afirmou.
A operação especial da Urbana continuará durante toda a programação do São João de Natal 2026, com equipes distribuídas nos polos de festa e atuando de forma permanente para garantir a limpeza dos espaços públicos utilizados durante os eventos.
Reconhecimento nacional destaca excelência no atendimento ao cliente e reforça a reputação construída pela marca ao longo de quase quatro décadas
A Farmácia Roval acaba de alcançar mais um importante marco em sua trajetória. A rede é a única farmácia de manipulação do Rio Grande do Norte indicada ao Prêmio Reclame Aqui 2026, considerado o maior reconhecimento de reputação e atendimento ao consumidor do Brasil.
A premiação reúne empresas que se destacam pela qualidade do relacionamento com seus clientes, transparência e capacidade de resolução de demandas. Nesta edição, mais de 2 mil empresas de diversos segmentos participam da disputa, que mobiliza cerca de 29 milhões de consumidores em todo o país.
A indicação coloca a Farmácia Roval ao lado de grandes marcas nacionais e reforça um dos pilares que sustentam a sua história: o compromisso permanente com a excelência no atendimento e na experiência do cliente.
Para Fred Tenório, franqueado da Farmácia Roval em Natal, a indicação é resultado de uma cultura organizacional que coloca o cliente no centro das decisões.
“A indicação ao Prêmio Reclame Aqui reflete o compromisso inegociável da Farmácia Roval em prestar um atendimento de excelência aos seus clientes. Temos uma gestão centralizada no cliente, focada em qualidade, acolhimento e na busca constante pela melhor experiência possível. Esse reconhecimento nacional nos enche de orgulho e reforça que estamos no caminho certo”, destaca.
Uma trajetória de reconhecimento
A indicação ao Prêmio Reclame Aqui soma-se a uma série de conquistas que posicionam a Farmácia Roval entre as marcas mais reconhecidas do segmento magistral brasileiro, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.
Ao longo de sua trajetória, a empresa recebeu importantes distinções, como o Selo de Excelência em Franchising da Associação Brasileira de Franchising (ABF), além de figurar entre as melhores franquias do país em rankings especializados. A marca também já foi vencedora do Prêmio MPE Brasil, iniciativa do Sebrae e da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), e acumula reconhecimentos de lembrança de marca (Top of Mind) em mercados estratégicos.
Com quase quatro décadas de atuação, a Farmácia Roval mantém investimentos contínuos em inovação, qualificação de equipes, tecnologia e aprimoramento dos processos de atendimento, buscando oferecer soluções personalizadas e seguras para a saúde e o bem-estar de seus clientes.
Sobre a Farmácia Roval
Fundada há 37 anos, a Farmácia Roval é uma das maiores redes de farmácia de manipulação do Nordeste, com mais de 100 unidades em operação no Brasil. A marca atua no desenvolvimento de medicamentos e produtos personalizados, investindo continuamente em tecnologia, inovação farmacêutica e excelência no relacionamento com clientes, prescritores e parceiros
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) admitem que a corte deve ter uma atuação mais intensa nas eleições deste ano. A avaliação foi feita por quatro magistrados à coluna da jornalista Bela Megale, em ‘O Globo’, que defendem que o Supremo deve entrar em campo, especialmente para fazer “eventuais correções” na área de propaganda eleitoral.
A decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, de suspender, monocraticamente, uma pesquisa de maio que mostrou a queda de cinco pontos nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro já acendeu um alerta nesse grupo de magistrados do Supremo.
Existe o receio de que, sob a presidência de Nunes Marques e de André Mendonça como vice, a corte eleitoral não combata com firmeza a disseminação de fake news. Será a primeira gestão de indicados por Jair Bolsonaro no comando do TSE. Além disso, há a avaliação de que, com o uso da inteligência artificial, a vigilância do tribunal eleitoral terá que ser ainda mais rigorosa do que em 2022, quando estava sob a presidência de Alexandre de Moraes.
Ministros do STF apontam que, caso a corte eleitoral não atue com a agilidade e rigor que o momento pede, o Supremo, como última instância, vai agir nos casos eleitorais.
Entre os próprios ministros do TSE, já há preocupação de que decisões do STF possam rever e até esvaziar o papel da corte eleitoral. Um exemplo emblemático é o caso da eleição indireta no Rio, com a renúncia do então governador Cláudio Castro. Após o TSE condená-lo por abuso de poder, sem cassá-lo, o STF passou a analisar se a eleição deveria ser direta ou indireta — mas o julgamento, que começou em abril, foi paralisado por um pedido de vista de Flávio Dino. Até agora, o caso não foi retomado. Com isso, segue no cargo o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto, também por determinação da corte.
O STF é a última instância da Justiça, mas não tem o costume de atuar em questões eleitorais, sobretudo no período de campanha, que fica a cargo do TSE. Ministros do Supremo já adiantam, porém, que, se o tribunal for provocado diante da falta de firmeza da corte eleitoral, vai agir. Essa ação pode gerar uma nova frente de atrito entre os tribunais.
A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou nesta terça-feira (9) o pedido de liberdade da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, presa preventivamente desde 21 de maio.
Deolane é investigada em uma operação do Ministério Público e da Polícia Civil de São Paulo que apura lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Ela também é suspeita de associação ao tráfico de drogas e participação em organização criminosa.
Os ministros entenderam que o STJ não deve analisar o mérito do pedido neste momento, já que recursos apresentados pela defesa ainda aguardam julgamento nas instâncias inferiores.
Argumentos da defesa
Os advogados sustentaram que a prisão preventiva não atende aos requisitos legais e defenderam sua substituição por prisão domiciliar, alegando que Deolane é responsável pelos cuidados de um filho de 9 anos.
A defesa também argumentou que não há risco à investigação, possibilidade de fuga ou destruição de provas, além de afirmar que medidas cautelares menos severas seriam suficientes.
O que aponta a investigação
Segundo a polícia, Deolane movimentou cerca de R$ 13,6 milhões em contas pessoais entre 2018 e 2022, enquanto aproximadamente R$ 14 milhões passaram por empresas ligadas a ela.
Os investigadores afirmam ter identificado empresas de fachada e apontam indícios de que parte dos recursos teria origem ilícita. A defesa nega as acusações e afirma que todo o patrimônio e movimentações financeiras possuem origem legal e declarada.
Recurso também foi rejeitado
O pedido de habeas corpus já havia sido negado pela Presidência do STJ sob o argumento de que o caso ainda não foi analisado definitivamente pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
A defesa recorreu da decisão, mas o recurso também foi rejeitado pelos ministros da Quinta Turma, mantendo a prisão preventiva da influenciadora.
Os advogados querem substituir a prisão pq não vai fugir, pq tem bom comportamento, pq tem residência fixa, pq leu a bíblia, pq não tem antecedentes criminais, pq é uma injustiça, pq não é hora de prender, pq tem minino, pq ,pq, e o q ela tá envolvida segundo as investigações, não serve não, então não era pra justiça decretar a prisão, ficava solta, pelas caridade.
Levantamento do PoderData divulgado nesta terça-feira (9) mostra que 37% dos brasileiros deixaram de pagar alguma conta ou conhecem alguém que enfrentou essa situação no último mês.
A inadimplência é mais elevada entre as famílias de menor renda. Entre quem recebe até dois salários mínimos, 66% relataram atraso em pagamentos. O índice cai para 13% entre os que ganham de dois a cinco salários mínimos e para apenas 1% entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos.
Regionalmente, os maiores percentuais foram registrados no Norte (54%) e no Nordeste (49%). Já os menores índices aparecem no Sul (27%) e no Sudeste (29%).
Entre os entrevistados com contas em atraso, 42% afirmaram que programas de renegociação de dívidas, como o Desenrola, ajudaram de alguma forma. Outros 33% disseram que as iniciativas não tiveram impacto, enquanto 19% afirmaram não conhecer o programa.
A pesquisa também identificou diferenças na percepção econômica conforme a avaliação do governo federal. Entre os que consideram o governo Lula melhor que o de Bolsonaro, 46% relataram atraso em contas. Já entre os que avaliam o atual governo como pior, o percentual foi de 27%.
O levantamento ouviu 2.500 pessoas em 155 municípios entre 30 de maio e 1º de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
cortei dos meus gastos…jantar e almoçar fora, bebida só em casa! convido uns amigos, cada um leva a sua bebida, esperar as coisas melhorar com o outro governo, porque esse atual só melhorou pra ele e os que vivem na teta do estado.
Culpa do atual governo Federal. Lula é Haddad criaram e reajustaram vários impostos.
Resultado povo endividado.
Apesar da esmola de 9% em duas dada aos militares, eu ainda estou com as finanças sob controle. Fora Lula, fora PT a desgraça da nação.
Pesquisa Gerp divulgada nesta terça-feira (9) mostra que 52% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Lula, enquanto 40% aprovam a gestão. Outros 8% não souberam ou não responderam.
Na avaliação do governo, 45% classificam a administração como ruim ou péssima, 33% como ótima ou boa, e 21% como regular. Apenas 1% não respondeu.
O levantamento ouviu 2.000 eleitores entre os dias 2 e 5 de junho de 2026. A margem de erro é de 2,24 pontos percentuais, com nível de confiança de 95,55%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-01792/2026 e foi custeada pela própria Gerp.
Culpa do atual governo federal, Lula é Haddad criaram e aumentaram impostos. Agora o povo tá endividado.
Apesar da esmola que o governo deu aos milicos 9% em 2 vezes, eu ainda estou com minhas finanças sob controle. Cai fora Lula, o Brasil de odeia.
A reforma do Centro de Convenções de Natal está paralisada devido à falta de pagamento pelos serviços já executados pela empresa contratada. A obra é conduzida pelo Governo do Rio Grande do Norte e integra um conjunto de melhorias consideradas essenciais para o equipamento.
Interrupção pode elevar custos
Com os serviços suspensos, existe o risco de prejuízos financeiros decorrentes da exposição das áreas em obras às condições climáticas. Além disso, a paralisação pode resultar em reajustes contratuais, necessidade de reparos e aumento dos custos para conclusão da reforma.
Obra busca atender normas de acessibilidade
Entre as principais finalidades da intervenção está a adequação do espaço às normas de acessibilidade e o cumprimento de determinações judiciais. As melhorias visam garantir mais segurança, autonomia e inclusão para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Equipamento é estratégico para o turismo
Responsável por sediar feiras, congressos, exposições e eventos corporativos, o Centro de Convenções desempenha papel importante na movimentação da economia potiguar. Com a interrupção dos trabalhos, cresce a preocupação quanto à capacidade do espaço de atender futuras demandas do setor de eventos.
Governo do Estado é pressionado a solucionar impasse
Os trabalhos realizados seguiram as exigências técnicas previstas no contrato e passaram pelo acompanhamento da fiscalização responsável, no entanto, o pagamento não foi efetuado. Assim, a continuidade da obra tornou-se inviável diante da ausência de repasses pelos serviços já concluídos.
Diante do cenário, cresce a expectativa por uma solução que permita a regularização dos pagamentos e a retomada dos serviços. A medida é considerada fundamental para evitar novos prejuízos ao patrimônio público, ao turismo e à economia do estado.
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