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Estudo indica que a gente valoriza mais um elogio, que sexo, dinheiro, comida preferida, álcool, ou encontro com o melhor amigo

Convenhamos: o que não falta na vida é coisa prazerosa para fazer por aí. Pega essas que a gente citou no título do post e adiciona mais as que você quiser: a lista vai crescendo e crescendo, até ficar gigante. Mas, entre todos os itens gostosinhos que a gente consegue citar, qual deles é o que nos faz mais bem? Em dois estudos, pesquisadores pediram a estudantes universitários (282, no total) que avaliassem o quanto eles “desejavam” e “gostavam” de uma série de atividades numa escala de 1 a 5. E os resultados indicaram o quê? Que os voluntários dão mais valor para aqueles tapinhas na autoestima (como receber um elogio ou uma avaliação positiva) do que para, muita atenção: comer sua comida preferida, fazer sexo, beber, receber o salário do mês e até encontrar um melhor amigo.

“É um tanto surpreendente como esse desejo de se sentir valorizado triunfa sobre qualquer outra atividade prazerosa que a gente possa imaginar”, diz o líder do estudo, Brad Bushman, professor de comunicação e psicologia na Universidade de Ohio (EUA). E não tem nada errado com isso, é claro. Todo mundo quer se sentir bem consigo mesmo, e ser elogiado é parte fundamental disso. Mas tem o lado negro da história: os resultados do estudo sugerem que alguns jovens talvez estejam focados um tantinho demais nesse papo de receber elogios. Os voluntários tiveram que avaliar o quanto “desejavam” e o quanto “gostavam” dos itens, certo? Isso porque pesquisas sobre o vício sugerem que as pessoas viciadas tendem a reportar que “desejam” algo mais do que “gostam” daquilo. E, nesse estudo, os participantes “gostaram” de mais do que “desejaram” todas as atividades prazerosas citadas – mas, quando o papo mexia com a autoestima, a diferença entre os verbos foi a menor registrada, a mais próxima do “desejo”. “Não seria correto dizer que os participantes são viciados em autoestima”, diz Bushman. “Mas eles estavam mais próximos disso do que de serem viciados em qualquer outra atividade estudada”.

Super interessante

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  1. Tarcísio disse:

    Nam. Sou mais dinheiro no bolso q falsos elogios.

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Depois do formol, álcool é encontrado em lotes de leite no RS

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Uma ação de inspeção do Ministério da Agricultura detectou a presença de álcool etílico no leite de duas cooperativas gaúchas: a Santa Clara e Petrópolis. A fiscalização foi feita no dia 24 de junho na Santa Clara e de 15 a 20 de julho na Petrópolis. O álcool é usado na tentativa de ocultar a adição de água, que dá maior volume ao leite. Segundo o Ministério, as quantidades encontradas não representam riscos para a saúde dos consumidores.

As duas cooperativas negam que tenha ocorrido qualquer irregularidade nas fases de recepção, processamento e distribuição do leite e sustentam que isso está comprovado por testes de controle de qualidade que fazem. Mesmo assim, a Petrópolis acatou determinação do Ministério da Agricultura e recolheu os lotes de leite UHT integral L02/2 e L2-3 embalados em 26 de junho, com prazo de validade até 26 de outubro, e de requeijão light L2 fabricado em 30 de junho com validade até 30 de setembro. Além de retirar os lotes do varejo, a cooperativa orientou consumidores que tenham unidades dos produtos em casa a telefonar para seu serviço de atendimento, anunciado que enviará funcionários ao endereço informado para efetuar a troca por leite e requeijão de outros lotes.

No caso do leite pasteurizado da Santa Clara, ainda não está informado se o volume colocado sob suspeita pelo Ministério da Agricultura foi descartado ou enviado ao mercado. Neste caso, não haveria como fazer recall porque o produto dura poucos dias e já teria sido consumido. A cooperativa reiterou, por nota, que submete toda a matéria-prima que recebe a análises, tanto nos postos de captação quanto na indústria. Como não tem registros de presença de álcool etílico no leite, anunciou que pedirá esclarecimentos ao Ministério da Agricultura.

No final da tarde desta terça-feira (5), o Ministério Público do Rio Grande do Sul convocou as cooperativas a prestarem esclarecimentos na sexta-feira sobre a contaminação de lotes de leite por álcool etílico. O objetivo do MP é investigar se a adulteração foi feita por entregadores ou nas unidades das próprias cooperativas, e se foi acidental ou proposital. Caso tenha sido intencional, o MP afirmou que vai investigar toda a cadeia, do produtor à entrega para o varejo.

Operação — O Ministério Público gaúcho desencadeou em maio a Operação Leite Compensado, com o cumprimento de nove mandados de prisão e treze de busca e apreensão nas cidades de Ibirubá, Guaporé e Horizontina, após apurar a contaminação do leite fabricado por cooperativas gaúchas. A ação constatou que uma das formas de fraude identificadas é a da adição de uma substância semelhante à ureia, e que tem formol em sua composição, na proporção de 1 kg deste produto para 90 litros de água e mil litros de leite. A adulteração consiste no crime hediondo de corrupção de produtos alimentícios, previsto no artigo 272 do Código Penal. A simples adição de água, com o objetivo de aumentar o volume, acarreta perda nutricional, que é compensada pela adição da ureia – produto que contém formol em sua composição – e é considerado cancerígeno pela Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer e pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Fonte: Veja com Estadão Conteúdo

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Álcool sem ressaca? Cientista afirma que isso é possível

imagem.phpE se você pudesse encarar a sensação de alegria e euforia gerada pelo álcool, mas sem nenhum dos seus fatores negativos? Parece improvável, mas um pesquisador americano diz ter chegado à solução perfeita, que possibilitaria que as pessoas pudessem voltar para casa dirigindo em segurança e nem mesmo teriam que enfrentar ressaca no dia seguinte.

David Nutt, que já foi consultor do governo dos EUA, diz ter criado uma substância que recria os efeitos positivos já citados do álcool no corpo humano, mas sem os riscos de problemas de saúde e do vício, o que ele considera uma “séria revolução na saúde”.

A utilização da substância atinge o cérebro, causando as sensações de prazer e tontura que normalmente acompanham o consumo do álcool. Entretanto, outra informação importante: há um antídoto que a pessoa pode tomar a qualquer momento, que cura esta sensação em alguns minutos, o que, em tese, permitiria que ela dirigisse um carro ou realizasse outras atividades que alguém alcoolizado jamais deveria fazer.

“Parece ficção científica, mas estas ambições estão dentro dos limites da neurociência moderna”, explica ele no respeitado jornal britânico Guardian.

No artigo publicado, ele afirma ter identificado cinco compostos que precisam ser testados para saber se os usuários consideram seus efeitos tão agradáveis quanto os do álcool. “O desafio é criar drinks que sejam tão gostosos e atraentes quanto os alcoólicos. Provavelmente eles serão feitos em forma de um coquetel, então eu prevejo vários sabores diferentes”, conta ele.

Ele diz já ter testado com sucesso as suas fórmulas em si mesmo. Um dos compostos causou sensação de relaxamento e sonolência por uma hora. Após tomar o antídoto, ele voltou ao normal em alguns minutos e ficou pronto até mesmo para dar uma palestra sem nenhum tipo de dificuldade.

O pesquisador aponta que o álcool atinge um sistema neurotransmissor apelidado de Gaba (Ácido gama-aminobutírico), que relaxa o cérebro e, portanto, o seu usuário. Estas outras substâncias agem neste mesmo neurotransmissor, causando o mesmo efeito, mas sem os danos do álcool. Ele prevê que a droga poderia chegar ao mercado em dois anos, mas a pesquisa precisa ser bancada por alguém ou alguma empresa.

Olhar Digital UOL

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Padastro e enteada morrem atropelados por bêbado em Areia Branca

Mais um caso de completa irresponsabilidade no trânsito. Um rapaz de 26 anos, embriagado, atingiu com seu carro de passeio uma bicicleta, na noite de ontem, em Areia Branca. Nela estavam um homem de 44 anos e a sua enteada de apenas nove anos.  Os dois morreram no local.

O motorista do carro fez o teste do bafômetro e foi comprovado que ele estava com teor de álcool no organismo quatro vezes acima do permitido. O homem foi preso e levado para a delegacia de plantão da cidade de Mossoró. A PRF não divulgou o nome dos envolvidos.

 

 

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Mantida proibição para venda de bebidas próximo a escolas

O juiz Geraldo Antonio da Mota, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal, reconheceu a legalidade do ato administrativo do Município de Natal que os proibiu dois comerciantes de comercializarem bebidas alcoólicas e cigarros nas proximidades de estabelecimentos de ensino. Na ação, eles defendiam que o ato viola norma constitucional, especialmente, que trata da livreconcorrência, ou seja, pediam a declaração de inconstitucionalidade do art. 1º da Lei Estadual n. 6.368/1993.

O ato praticado pela Secretária de Serviços Urbanos de Natal proibindo a comercialização de bebidas alcoólicas e cigarros, foi em cumprimento da sentença proferida pelo juízo da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal, com fundamento na Lei Municipal n. 5.631/2005, na Lei Estadual n. 6.368/1993 e no Decreto Municipal n. 5.660/1995.

Porém, os comerciantes sustentaram que a decisão judicial, bem assim as legislações de regência, não comportam a proibição imposta, pelo que pleitearam provimento jurisdicional que declare a nulidade do ato administrativo.

O Ministério Público opinou afirmando que “o Poder Público deve, realmente, ser rigoroso com o que pode ser comercializado nos arredores dos estabelecimentos de ensino, para dar cumprimento à Constituição Federal”.

Ao se ater aos fatos dos autos, o magistrado observou que sentença proferida pela mesma 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal impôs ao Município de Natal, dentre outras, as obrigações de “interditar e retirar, com invalidação das licenças eventualmente concedidas, todos os quiosques, bancas, barracas, cigarreiras e feiras que estejam localizadas nas calçadas e a menos de 50 metros de quaisquer escolas públicas estaduais instaladas na circunscrição municipal, e nas escolas municipais”. Ainda determinou a fiscalização em tais estabelecimentos.

O juiz comprovou nos autos que os autores são proprietários dos estabelecimentos comerciais localizados nos arredores da Escola Estadual João Tibúrcio e da Escola Estadual Atheneu. Neste caso, constatou que a atividade comercial desenvolvida por eles, bem assim a localização, estão entre àqueles cuja instalação, nos arredores de escolas públicas, devem ser proibidas; ou no mínimo, fiscalizadas, no tocante à venda de bebida alcoólica e cigarro.

Com efeito, a Lei Estadual nº Estadual n. 6.368/1993 fixa vedação em prol da salubridade de estudantes que ficam expostos, inclusive, às pessoas que fazem uso de bebidas alcoólicas em ambiente que põe risco à salubridade. Ele explicou que a atuação do Poder Público, nesse particular, é perfeitamente possível, e plausível, independentemente de atuação do Poder Judiciário, em razão de sua prerrogativa de autotutela, devendo agir, inclusive, “ex officio”, sempre em prol do interesse público.

Desta forma, decidiu que os autores não possuem direito líquido a ser objeto de proteção, quando se trata de venda de bebida alcoólica e cigarros, nas proximidades de escolas públicas, em pura violação à norma estadual. Quanto à declaração de inconstitucionalidade do art. 1º, da Lei Estadual nº 6.368/93, se declarou ser incompetente para tanto, devendo tal alegação ser questionada junto ao Supremo Tribunal Federal.

 

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Cientistas inventam spray que deixa você bêbado instantaneamente

O WA|HH Quantum Sensations é um spray aerosol contendo 0,075 ml de álcool que, quando ‘borrifado’ dentro da boca, faz o usuário ficar instantaneamente bêbado por alguns segundos. Ficou empolgado, né?


A criação é do cientista franco-americano David Edwards e do designer francês Philippe Starck. Edwards afirma que o mecanismo de aerosol projetado para o spray é o que garante que o efeito alcóolico seja instantâneo, pois a absorção é mais rápida. A parte boa é que, segundos depois da “bebedeira”, você pode ser testado por um bafômetro e passar sem problemas – e o efeito não dura mais do que alguns instantes.
Segundo os criadores, a vantagem do WA|HH Quantum Sensations é poder desfrutar da sensação de embriaguez, mas sem os efeitos prejudiciais do álcool no corpo. “Ele é uma alternativa que te passa a ideia de intoxicação, sem os efeitos adversos”, disse Starck no lançamento do produto em Paris, na semana passada.

Eu, particularmente, ainda não entendi qual o objetivo de ‘ficar alegre’ por apenas alguns segundos…mas, alguém aí se habilita a explicar a utilidade dessa criação?

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  1. Janiel Hercilio disse:

    Acho que foi feito para substituir o "LOLO". Kkkkkk

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Operação Semana Santa: PRF prendeu 39 motoristas por dirigir sob efeito de álcool

Representantes da Polícia Rodoviária Federal, em entrevista coletiva na manhã desta segunda, 9, divulgaram os resultados da Operação Semana Santa 2012, que começou na ultima quinta-feira, e terminou nesse domingo. Durante esse período, a PRF intensificou a fiscalização nas rodovias federais do estado, dando ênfase ao combate à embriaguez ao volante; excesso de velocidade e às ultrapassagens indevidas. Este último fator de risco deu causa a 31% das mortes nas rodovias federais do país em 2011.

Um trabalho preventivo foi realizado dias antes da Operação, o que pode ter contribuído para a redução dos acidentes em relação ao mesmo período do ano passado.

Equipes de policiais se revezaram em turnos de 24 horas, tendo aplicado 419 testes de bafômetro, retirando de circulação 39 condutores que dirigiam sob efeito de álcool. Para coibir o excesso de velocidade, os radares capturaram mais de 2000 imagens de veículos que ultrapassaram os limites de velocidade.

Fonte: DN Online

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Multa para quem for pego dirigindo sob efeito de álcool vai chegar a quase R$ 2 mil

Com o apoio do governo, a Câmara vai desmembrar o projeto que endurece a Lei Seca para votar, na semana que vem, somente a ampliação das provas de embriaguez dos motoristas.

Em relação às penalidades, o projeto dobra o valor da multa para quem dirigir sob efeitos de álcool, que hoje é de R$ 957,70. O projeto eleva a taxa a R$ 1.915,40 e mantém a suspensão do direito de dirigir por 12 meses, assim como o recolhimento da habilitação e retenção do veículo.

A decisão é uma resposta ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), que na semana passada decidiu que só o bafômetro e o exame de sangue podem atestar a embriaguez, excluindo provas testemunhais ou exame médico.

O projeto não estabelece o chamado “álcool zero” para os motoristas. Se for aprovado, continuam a valer os limites de 0,6 gramas de álcool no sangue para o motorista estar habilitado a dirigir, assim como 0,3 miligramas por litro de ar alveolar (expirado pela boca ao soprar o bafômetro).

De autoria do deputado Hugo Leal (PSC-RJ), o projeto que vai ser analisado pelos deputados inclui as demais provas como suficientes para comprovar que um motorista está alcoolizado –mesmo que ele se recuse a soprar o bafômetro. Passam a valer o relato de testemunhas, vídeos, exame clínico e outros meios.

O acordo ocorreu com o aval do ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), que se reuniu nesta quarta com Leal e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para discutir o novo texto. “Qualquer crime é comprovado com outras provas. Estamos considerando o delito de embriaguez desta forma”, disse o ministro.

Segundo Cardozo, o bafômetro vai se tornar um “instrumento de defesa” dos bons motoristas para comprovar que não dirigem alcoolizados. “Da forma que hoje está na lei, a pessoa se recusa a soprar o bafômetro e não é condenada. O projeto prevê que testemunhas podem comprovar a embriaguez, assim como vídeos”, disse o ministro.

PENALIDADES

Também foram excluídas do projeto o aumento das penalidades para o motorista que dirigir alcoolizado. Segundo Marco Maia, a Câmara vai elaborar um outro projeto para ser votado ainda no primeiro semestre para tratar especificamente do tema.

Sobre o recuo no “álcool zero”, Maia disse que “não é o momento” de discutir a questão no Legislativo.

Fonte: Folha São Paulo

Editoria de Arte/Folhapress
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Governo que incluir depoimentos como provas de embriaguez ao volante

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta quinta-feira (29) que o governo e o Congresso Nacional discutem mudar a Lei Seca para incluir outras provas de embriaguez, além do uso do bafômetro e do exame de sangue. Segundo ele, o assunto ganhou urgência depois da decisão desta quarta do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que rejeitou outros tipos de prova (como exame clínico e depoimento de testemunhas) para comprovar que o motorista ingeriu álcool.

“Agora, já há uma decisão final, e isso faz com que nós tenhamos rapidamente que dialogar com o Poder Legislativo para mudarmos a lei. É necessário para que possamos continuar tendo uma ação muito dura em relação a pessoas que de forma irresponsável bebem e dirigem”, afirmou Cardozo.

O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), afirmou nesta quinta que “nos próximos dias” será colocado em votação um projeto que permitirá outros tipos de prova e endurecerá as regras da Lei Seca.

A intenção do governo é mudar a lei por meio de projetos que já tramitam no Congresso para que o motorista que dirige sob efeito de álcool possa ser processado criminalmente com base em outras provas como depoimentos de testemunhas, vídeos e exame clínico. Segundo a lei, um motorista pode ser responsabilizido criminalmente se for comprovada uma quantidade de álcool acima de seis decigramas por litro de sangue.

“Estamos discutindo com o Congresso tirar da lei a dosagem alcoólica que faz com que exista o tipo criminal e permitir que uma pessoa em visível estado de embriaguez possa ser condenada, inclusive por outras provas, como prova testemunhal, filmes e outras provas que possam se dar”, explicou o ministro da Justiça.

De acordo com Cardozo, essa mudança na lei fará com que o motorista que for parado pela fiscalização queira usar o bafômetro para comprovar que não ingeriu álcool.

“Se a lei, da forma como está redigida, não tem condições de atingir a punibilidade que precisamos neste caso, temos que mudar a lei. O bafômetro que hoje é elemento necessário para condenação passará a ser um instrumento da defesa da pessoa que quer demonstrar que efetivamente não está em estado de embriaguez”, afirmou Cardozo.

Câmara

O presidente da Câmara, Marco Maia, afirmou nesta quinta que, “em breve”, colocará em votação a proposta que dispensa o bafômetro como único meio de prova.

“Nós devemos votar nos próximos dias a alteração na Lei Seca endurecendo as regras da lei para que haja um controle efetivo, condições para os órgãos de fiscalização de trabalharem com mais eficiência na aplicação da Lei Seca”, afirmou.

Segundo ele, a proposta em discussão na Câmara aumenta as penalidades para quem comete delitos sob o efeito de álcool. “Eu acho que a decisão do STJ só nos demonstra a necessidade de votar com mais agilidade e mais rapidez a lei na Câmara. Essa lei vai orientar as próximas e futuras decisões que serão tomadas com os tribunais em relação a essa matéria. Eu sou da opinião que devemos endurecer as punições”, disse Maia.

Segundo o deputado há “acordo” para votar o projeto. “É um processo que já está em discussão na Câmara, já há um acordo acertado entre todos os atores envolvidos, o que nos permite dizer que a votação deve acontecer em breve na Câmara.”

Maia afirmou ainda que a proposta em discussão na Casa aumenta as penalidades para quem comete delitos sob o efeito de álcool.

“Eu acho que a decisão do STJ só nos demonstra a necessidade de votar com mais agilidade e mais rapidez a lei na Câmara. Essa lei vai orientar as próximas e futuras decisões que serão tomadas com os tribunais em relação a essa matéria. Eu sou da opinião que devemos endurecer as punições.”

Fonte: G1

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STJ decide: somente bafômetro e exame de sangue podem comprovar embriaguez

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta quarta-feira, por cinco votos a quatro, que a comprovação de embriaguez ao volante só pode ser detectada pelo bafômetro ou exame clínico de sangue. O caso, que chegou a ser suspenso por três vezes no último mês, teve de ser desempatado pela presidente da 3ª Seção, a ministra Maria Thereza de Assis Moura.

O julgamento foi retomado com quatro votos a favor de mais meios de detecção da embriaguez. O relator do processo, ministro Marco Aurélio Bellizze, foi acompanhado pelos ministros Vasco Della Giustina, Gilson Dipp, e Jorge Mussi. Na sessão de hoje, no entanto, o ministro Sebastião Reis Júnior se juntou aos votos dos ministros Adilson Macabu, Laurita Vaz e Og Fernandes. O voto de minerva veio da ministra Maria Thereza.

De acordo com a maioria dos ministros, a legislação brasileira concede ao cidadão o direito a negar qualquer tipo de exame que possa produzir provas contra si. Desta forma, na avaliação do ministro Adilson Macabu, obrigar o motorista a soprar o bafômetro contraria a Constituição.

“É inaceitável a tentativa de restringir a liberdade do cidadão mediante o cerceamento de direitos constitucionais. O direito do paciente não produzir provas contra si está assegurado nos meios constitucionais e ignorar isso é o mesmo que ignorar o direito ao silêncio. O que em outros países é relativo, aqui é absoluto: o indivíduo não pode ser compelido a cooperar com o teste de forma expirada (bafômetro) segundo o principio que ninguém é obrigado a se autoincriminar”, sentenciou Macabu em seu voto.

Outro ponto abordado pelo ministro e que foi seguido pelos colegas versa sobre o texto da chamada Lei Seca. De acordo com o Macabu, a lei é clara ao afirmar que os únicos meios legais previstos para detectar a presença de álcool no sangue são o bafômetro e o exame de sangue.

“O decreto regulamentador, podendo ampliar quaisquer meios de provas, tratou especificamente de dois exames por meios técnicos e científicos que poderiam ser realizados em aparelhos homologados pelo Contran, como o etilômetro e o exame de sangue. O administrador preferiu limitar única e exclusivamente a aferição do grau de alcoolemia pelos métodos legalmente por ele previsto”, disse.

A ministra Laurita Vaz chegou a levantar uma questão de ordem, na última sessão, na qual acreditava que o processo se referia a uma situação muito específica, que ocorreu antes da promulgação da Lei Seca e que, por isso, não deveria pautar outros julgamentos sobre o uso do bafômetro. O ministro Og Fernandes chegou a acompanhar a preocupação de Laurita, mas na sessão de hoje a tese foi derrubada.

Recurso

O recurso em questão foi proposto pelo Ministério Público do Distrito Federal contra decisão do Tribunal de Justiça do DF (TJDF), que beneficiou um motorista que se recusou a fazer o teste do bafômetro. Ele se envolveu em um acidente de trânsito em março de 2008, quando não estava ainda em vigor a Lei Seca. O estado de embriaguez tinha sido atestado em exame clínico e o motorista conseguiu trancar a ação penal, sob a alegação de que não se comprovou a concentração de álcool exigida pela nova lei.

O TJDF considerou que a nova lei seria mais benéfica ao réu, por impor um critério mais rígido para a verificação da embriaguez, devendo por isso ser aplicada, apenas, a fatos anteriores à sua vigência.

No julgamento de hoje, o STJ acabou discordando da posição do TJDF e declarou a exclusividade do bafômetro e do exame de sangue como únicas formas de comprovar o estado de embriaguez. A decisão vale apenas para esse processo, mas pode ser usada como precedente para casos semelhantes nas demais instâncias da Justiça. Ainda assim, cabe recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Endurecimento

Mesmo com a decisão, os motoristas que gostam de beber e dirigir não devem ficar despreocupados. Um projeto de lei que está sendo analisado pela Câmara dos Deputados deixa de considerar a quantidade de álcool no sangue como a única prova válida contra uma pessoa alcoolizada.

A partir da aprovação, a legislação permitirá que não apenas o bafômetro, mas também testemunhos, imagens, vídeos e exames clínicos sejam admitidos como evidências possíveis para a comprovação do estado de um condutor. O projeto, no entanto, ainda não tem data para ser levado ao plenário.

Fonte: Terra

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LSD pode ajudar alcoólatras a parar de beber. Tem traficante que vai ficar ainda mais rico!

Uma única dose da droga alucinógena LSD poderia ajudar alcoólatras a parar de beber, segundo uma análise de pesquisas realizadas nos anos 60.

O estudo, publicado no Journal of Psychopharmacology, utilizou informações de seis experimentos envolvendo mais de 500 pacientes e concluiu que a droga teve um “efeito benéfico significativo” contra o abuso de álcool, que durou por vários meses depois que a substância foi utilizada.

O LSD é uma das drogas alucinógenas mais fortes já identificadas, que aparentemente bloqueia uma substância química no cérebro, a serotonina, que controla funções como percepção, comportamento, fome e humor.

Pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia analisaram estudos sobre a droga realizados entre 1966 e 1970.

Todos os pacientes participavam de tratamentos contra o alcoolismo, mas alguns receberam uma única dose de LSD de entre 210 e 800 microgramas.

No grupo de pacientes que usou a droga, 59% mostraram uma queda no consumo de bebidas alcoólicas em comparação com 38% no outro grupo.

‘Efeito duradouro’

O efeito se manteve por seis meses após o consumo do alucinógeno, mas desapareceu após um ano.

Aqueles que tomaram o LSD também apresentaram níveis mais altos de abstinência de álcool.

Os autores do estudo, Teri Krebs e Pal-Orjan Johansen, concluíram, então, que o LSD tem um efeito benéfico importante no combate ao alcoolismo e disseram que doses mais frequentes podem ter um efeito mais permanente.

“De acordo com as provas sobre o efeito benéfico fo LSD contra o alcoolismo, é difícil entender por que esta abordagem de tratamento foi amplamente ignorada”, eles afirmaram.

Outros especialistas elogiaram o estudo, entre eles David Nutt, que já foi conselheiro do governo britânico sobre drogas e que defende um relaxamento das leis sobre drogas ilegais para permitir a realização de mais pesquisas.

“Curar a dependência de álcool requer enormes mudanças na maneira como você se vê. É isso que o LSD faz. É um efeito muito forte. É difícil encontrar algo com resultados tão bons. Provavelmente, não há nada melhor (para tratar alcoolismo)”, diz ele.

Fonte: BBC Brasil / Estadão

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Consumo excessivo de álcool pode encolher cérebro

Uma pesquisa realizada com cobaias revela que algumas regiões do cérebro podem encolher devido ao consumo demasiado do álcool.

Através das representações de ressonância magnética foi possível concluir que a linhagem de roedores que não possuía  um tipo particular de receptor de dopamina – importante neurotransmissor – apresentava um diminuição notável do cérebro.

A pesquisa será publicada na edição de maio do jornal Alcoholism: Clinical and Experimental Research.

De acordo com os autores da pesquisa, a descoberta contribui para um melhor entendimento do papel da variabilidade genética nos detrimentos cerebrais acarretados pelo alcoolismo e apontam soluções mais eficazes de prevenção e tratamento, já que esse padrão de dano cerebral imita um aspecto único da patologia notada em alcoólatras humanos.

Fonte: site mundo das tribos

 

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