O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta de 11h desta quinta-feira(09).
Neste período, havia apenas 01 paciente com perfil para leitos críticos na lista de regulação. Nenhum aguardava avaliação. Foram registrados disponíveis 158 leitos críticos e outros 181, sendo clínicos.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou por unanimidade nesta quarta-feira (8) o uso emergencial de mais um medicamento contra a Covid-19: o Sotrovimabe, um anticorpo monoclonal, fabricado pela GlaxoSmithKline (GSK).
Este é o quinto medicamento aprovado pela agência. Em março, a Anvisa anunciou o registro do antiviral remdesivir. Já em abril, o Regn-CoV2, coquetel que contém a combinação de casirivimabe e imdevimabe, foi aprovado para uso emergencial no país.
Em maio, a agência aprovou o uso emergencial da associação dos anticorpos banlanivimabe e etesevimabe, medicamento produzido pela farmacêutica Eli Lilly. No mês passado foi a vez do Regkirona (regdanvimabe).
O pedido de uso emergencial foi feito no dia 19 de julho.
O que é o medicamento e como ele será administrado:
Anticorpo monoclonal de dose única que possui a proteína espicular S do SARS-CoV-2 como alvo, prevenindo assim a entrada do vírus e a infecção de células humanas;
O tratamento é indicado para adultos e crianças acima dos 12 anos (que pesem no mínimo 40 kgs), que não necessitam de suplementação de oxigênio;
Ele não é recomendado para pacientes graves;
O tratamento deve ser iniciado assim que possível após o teste viral positivo para SARS-CoV-2 e dentro de 5 dias do início dos sintomas;
Uso restrito a hospitais, sob prescrição médica e sua venda é proibida ao comércio;
Venda proibida ao comércio;
Ele não substitui as vacinas contra a Covid-19.
A aplicação é intravenosa, com dose única restrita 500 mg de sotrovimabe e o tratamento deve ser iniciado após o teste viral positivo para a Covid-19 e dentro de 5 dias do início dos sintomas. O uso é restrito a hospitais e a venda é proibida ao comércio. Já a incorporação no Sistema Único de Saúde (SUS) depende da avaliação do Ministério da Saúde.
Os fatores de risco também existem diante do uso do medicamento em indivíduos de idade avançada que tenham doença cardiovascular ou doença pulmonar crônica, diabetes mellitus tipo 1 ou tipo 2, doença renal crônica, doença hepática crônica ou pessoas que estejam recebendo tratamento imunossupressor no momento.
Segundo a Anvisa, o uso em mulheres grávidas deve ser feito com cautela, uma vez que há dados limitados do uso do produto nessa população.
A farmacêutica Novavax Inc informou nesta quarta-feira (8) que começou a testar, ainda em estágio inicial, uma vacina combinada contra a gripe e a Covid-19.
O ensaio será conduzido na Austrália e envolverá 640 adultos saudáveis entre 50 e 70 anos. Eles devem ter sido previamente infectados com o coronavírus ou terem tomado a vacina contra a Covid-19 pelo menos oito semanas antes dos testes.
Os participantes receberão uma combinação da vacina contra a Covid-19 da Novavax, a NVX-CoV2373, e da sua vacina contra Influenza, a NanoFlu, junto com um adjuvante ou reforço da vacina, de acordo com informações da agência Reuters.
Em estudos pré-clínicos, sua vacina NanoFlu/NVX-CoV2373 gerou respostas robustas para influenza A e B e protegeu contra o coronavírus.
“A combinação dessas duas vacinas pode levar a maior eficiência para o sistema de saúde e alcançar altos níveis de proteção contra a Covid-19 e influenza com um único regime (de dose)”, disse Gregory Glenn, presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da Novavax, segundo a Reuters.
A farmacêutica espera obter os resultados do teste no primeiro semestre de 2022.
Eficácia de 90% contra a Covid
Em junho, um estudo de fase 3 publicado na “The New England Journal of Medicine” mostrou que a vacina contra a Covid-19 da Novavax tem eficácia de 89,7% contra a infecção. O imunizante é administrado em duas doses com um intervalo de 21 dias.
Participaram do estudo 14.039 0voluntários de 33 locais do Reino Unido. Foram recrutados adultos com idades entre 18 e 84 anos, sendo que 44,6% apresentavam alguma comorbidade. Nenhuma morte ou hospitalização foi registrada entre os que receberam a vacina.
A Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) está convocando os agentes de segurança que atuam no Estado (policiais militares, policiais civis, bombeiros militares, servidores do Itep e polícias penais) para a segunda dose de vacinação contra a Covid-19. A aplicação acontece a partir desta sexta-feira (10).
Abaixo, veja a íntegra da convocação divulgada nesta quarta-feira (8):
“Informamos aos policiais militares e demais integrantes das forças de segurança que no dia 10/09/2021 (sexta-feira), ocorrerá aplicação da 2ª dose do imunizante (Oxford/Astrazeneca) contra a Covid-19, para vacinados com a 1ª dose até o dia 14/07/2021.
O agente deverá apresentar-se em um dos seguintes polos de vacinação: Natal, Mossoró, Caicó, Santa Cruz ou Currais Novos (conforme a D1), munido de identidade funcional (original e cópia), bem como do cartão de vacinação”.
Polos de Vacinação:
Natal:
Quadra de esportes do Quartel do Comando Geral;
Mossoró:
Hospital da Polícia Militar em Mossoró;
Caicó:
sede do 6º BPM;
Santa Cruz:
sede da 4ª CIPM;
Currais Novos:
sede do Aeroclube de Currais Novos.
A vacinação nos polos Pau dos Ferros e Nova Cruz ocorrerá no dia 14/09/2021.
Dois locais de vacinação contra a Covid – dos cerca de 40 que o Município vem utilizando na imunização dos natalenses – funcionaram nessa terça-feira(07), feriado da independência, para pedestres e também no sistema drive-thru. O Shopping Via Direta e o Ginásio Nélio Dias receberam 2.873 pessoas para tomar a vacina. Na segunda-feira (6), o comparecimento nos dois postos foi ainda maior. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), foram aplicadas 3.336 doses na população.
Os dados da Secretaria de Saúde também apontam que na sexta-feira (3), foram imunizados 10.793 natalenses, e no sábado (4) 5.892 pessoas receberam o imunizante nos cinco drives instalados na cidade.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 29,6%, registrada no fim da manhã desta quarta-feira (08). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 109.
Até o momento desta publicação são 160 leitos críticos (UTI) disponíveis e 64 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 185 disponíveis e 45 ocupados.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 30,7% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 24,1% e a Região Seridó tem 23,5%.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta de 12h15 desta quarta-feira(08).
Neste período, havia apenas 03 pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação. Apenas 01 aguardava avaliação. Foram registrados disponíveis 160 leitos críticos e outros 185, sendo clínicos.
O PS não vai propor no parlamento a renovação da obrigatoriedade do uso de máscara na rua, um diploma que cessa no próximo dia 12, confirmou à TSF, Ana Catarina Mendes, líder parlamentar socialista.
“Não vemos necessidade de prorrogar esta obrigatoriedade, vemos a necessidade de continuarmos todos a ter os cuidados que temos de ter, seguindo as recomendações da Direção-Geral da Saúde”, explica Ana Catarina Mendes, sublinhando que “há um entendimento generalizado de que a obrigatoriedade do uso da máscara não está em cima da mesa”.
À TSF, o presidente do Grupo Parlamentar do PSD, Adão Silva, defendeu também que só um agravamento súbito da pandemia da Covid-19 nos próximos dias impediria os sociais-democratas de defender o fim das máscaras na rua.
“Face àquilo que foi dito pela senhora diretora-geral da Saúde [Graça Freitas] e, por outro lado, ao nível de vacinação que Portugal já atingiu, o PSD, em princípio, tem toda a disponibilidade para que não haja a renovação da lei que torna obrigatório o uso da máscara”, referiu.
A taxa de incidência de infeções por SARS-CoV-2 nos últimos 14 dias em Portugal registou hoje nova descida face a sexta-feira, numa trajetória descendente igualmente acompanhada pelo índice de transmissão (Rt).
Segundo o boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge divulgado hoje, a taxa de incidência (média de novos casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias) nacional baixou de 295,5 para 276,0 casos.
Em Portugal continental, a taxa de incidência baixou de 302,6 para 283,8 casos.
O Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de uma pessoa portadora do vírus – baixou dos 0,96 a nível nacional para 0,92 e de 0,97 em Portugal continental para 0,93.
O nível de risco na matriz de monitorização da pandemia de covid-19 fixa-se em 480 casos por 100 mil habitantes a 14 dias.
De acordo com o portal do Governo para a covid-19, “a monitorização da evolução da pandemia continuará a ser feita com base nos indicadores de incidência e Rt, adaptados de acordo com a evolução da vacinação (nível de alerta passa para 240, nível de risco passa para 480)”.
A covid-19 provocou pelo menos 4.565.622 mortes em todo o mundo, entre mais de 220,65 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.
Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.810 pessoas e foram contabilizados 1.047.710 casos de infeção confirmados, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.
A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quarta-feira (08). São 365.758 casos totalizados. Na terça-feira (07) eram contabilizados 365.736, ou seja, 22 novos casos em comparação com o dia anterior, destes, 15 confirmados nas últimas 24h horas.
Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.290 no total, 02 óbitos ocorrido nas últimas 24 horas, em São José do Mipibu e Mossoró. Na terça-feira (07) eram 7.286 mortes. A Sesap registrou outras 02 mortes após resultados de exames laboratoriais de dias ou semanas anteriores. Óbitos em investigação são 1.346.
Recuperados são 257.178. Casos suspeitos somam 172.924 e descartados são 720.993. Em acompanhamento, são 101.290.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 29,6%, registrada na tarde desta segunda-feira (06). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 109.
Até o momento desta publicação são 157 leitos críticos (UTI) disponíveis e 66 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 188 disponíveis e 43 ocupados.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 31,6% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 25,9% e a Região Seridó tem 23,5%.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta de 14h20 desta segunda-feira(06).
Neste período, havia apenas 02 pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação. Apenas 01 aguardava avaliação. Foram registrados disponíveis 157 leitos críticos e outros 188, sendo clínicos.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta segunda-feira (06). São 365.683 casos totalizados. No domingo (05) eram contabilizados 365.552, ou seja, 131 novos casos em comparação com o dia anterior, destes, 25 confirmados nas últimas 24h horas.
Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.282 no total, nenhum óbito ocorrido nas últimas 24 horas. No domingo (05) eram 7.281 mortes. A Sesap registrou 01 nova morte após resultados de exames laboratoriais de dias ou semanas anteriores. Óbitos em investigação são 1.344.
Recuperados são 257.178. Casos suspeitos somam 172.680 e descartados são 720.178. Em acompanhamento, são 101.223.
O Rio Grande do Norte ultrapassou a marca de um milhão de pessoas totalmente imunizadas – com as duas doses, ou com dose única – contra a Covid-19. O dado é do Sistema RN Mais Vacina usado pelo estado e municípios para administrar a campanha de vacinação. De acordo com o Governo do Estado, a marca foi atingida durante o final de semana, em um mutirão feito em todo o estado.
Na manhã desta segunda-feira (6), o sistema apontava 944.936 vacinadas com as duas doses de contra a Covid e 55.535 imunizados com a vacina da Janssen, que é de dose única.
O número totalizava 1.000.471 pessoas, que representam 28% da população do estado. Segundo o IBGE, a população estadual é de 3.560.903 habitantes.
As mortes por covid-19 no Brasil estão em queda há dez semanas consecutivas e chegaram à média diária de 670 na Semana Epidemiológica 34 (15 a 28 de agosto), segundo o Boletim do Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Nos momentos mais críticos da pandemia, em abril de 2021, o país chegou a ter uma média de mais de 3 mil mortes diárias.
O boletim acrescenta que o número de novos casos de covid-19 teve queda média de 2,4% ao dia na semana estudada e atribui à vacinação a redução contínua na mortalidade e nas internações pela doença no país. Os pesquisadores pedem que esse processo seja acelerado e ampliado e ressaltam que a maioria da população adulta ainda não completou o esquema vacinal, o que é fundamental para maior efetividade das vacinas. Acrescentam que a vacinação de adolescentes ainda está em fase inicial.
“Segundo dados compilados pelo Monitora Covid-19, considerando os adultos (acima de 18 anos), 82% dessa população foram imunizados com a primeira dose e 39% com o esquema de vacinação completo. Apesar de ainda ser necessário avançar na ampliação e aceleração da vacinação, esse processo contribui para a importante tendência de redução da incidência e mortalidade, sendo notável o declínio no número absoluto de internações e óbitos em todas as faixas etárias”, afirma o boletim.
Outro ponto destacado é que as vacinas não impedem completamente a transmissão do vírus Sars-CoV-2, mesmo quando o esquema vacinal está completo. Pessoas vacinadas podem transmitir para outras pessoas, independentemente de manifestarem a doença, e não estão totalmente livres do risco de desenvolver um quadro grave, ainda que esse risco seja reduzido de forma importante pela imunização. Além disso, os pesquisadores veem um cenário em que o relaxamento de medidas de distanciamento físico, tanto por parte de governos quanto da população, se dá ao mesmo tempo em que cresce a presença da variante Delta nas amostras analisadas.
“O conjunto desses fatores resulta em cenário que combina incertezas com exigência de muita atenção”, alertam. “A redução do impacto da pandemia de modo mais duradouro somente será alcançada com a intensificação da campanha de vacinação, a adequação das práticas de vigilância em saúde e o reforço da atenção primária à saúde, além do amplo emprego de medidas de proteção individual, como o uso correto de máscaras e o distanciamento físico”.
Apesar da tendência de queda no país, os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), uma complicação frequentemente relacionada à covid-19, ainda se encontram em nível extremamente alto no Paraná, Rio de Janeiro, em Minas Gerais, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal. Nessas unidades da federação, há mais de 10 casos para cada 100 mil habitantes.
A taxa de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva para covid-19 está fora da zona de alerta para 23 estados e o Distrito Federal. As exceções são Roraima, que está na zona de alerta crítico, com 82%, Goiás (62%) e o Rio de Janeiro (72%), que estão na zona de alerta intermediário.
Apesar disso, o boletim considera que o estado do Rio de Janeiro é o que mais preocupa, com a região metropolitana da capital apresentando percentuais críticos de ocupação: Rio de Janeiro (96%) – Belford Roxo (100%), Duque de Caxias (94%), Guapimirim (90%), Nova Iguaçu (85%), Queimados (78%) e São João do Meriti (83%).
“O temor por uma reversão da tendência de melhoria nos indicadores da pandemia tem sido colocado, tomando justamente o Rio de Janeiro como exemplo e designando-o como epicentro da variante Delta. É necessário manter cautela e continuar acompanhando os indicadores nas próximas semanas. Deve-se evitar a perspectiva alarmista, mas também não se deve assumir que o panorama indica a possibilidade de flexibilização absoluta de atividades e circulação de pessoas”.
O boletim divulgado hoje também reforça a avaliação de que, com o avanço da vacinação para a população mais jovem, o rejuvenescimento da pandemia observado no primeiro semestre deste ano foi revertido. “As internações hospitalares, internações em UTI e óbitos voltaram a se concentrar na população idosa, que apresenta maior vulnerabilidade entre os grupos por faixas etárias”.
O Ministério da Saúde distribuirá doses para a vacinação de jovens a partir do próximo dia 15. Na faixa etária de 12 a 17 anos, haverá cinco categorias prioritárias: a imunização deverá começar pelos adolescentes com deficiências permanentes, seguida dos que sofrem de comorbidade. Depois, vêm as grávidas e puérperas (mulheres até 45 dias pós-parto) e os que estão em privação de liberdade. Por último, será a vez dos que não têm doenças preexistentes.
A pasta defendeu incluir os adolescentes no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19 (PNO) só após a aplicação da primeira dose em toda a população adulta, a partir de 18 anos. Conforme o anúncio do ministério, a data para atingir essa marca é 15 de setembro.
“O avanço da vacinação no país permitiu a conclusão da vacinação dos grupos prioritários elencados no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 e que há a previsão de que até o dia 15 de setembro de 2021 tenhamos concluído o envio de doses suficientes para vacinar 100% da população brasileira maior de 18 anos com pelo menos a primeira dose, o que automaticamente incluirá as gestantes, as puérperas e as lactantes, com ou sem comorbidade nesta faixa etária”, diz a nota técnica, assinada pela secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Melo.
O ministério define as orientações dentro do Programa Nacional de Imunizações (PNI), mas estados e municípios têm autonomia para definir cronogramas de vacinação. Nesse sentido, localidades como o Distrito Federal e as capitais Rio de Janeiro, São Paulo e São Luís já iniciaram a imunização dos jovens.
A única vacina aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o grupo é a Comirnaty, da Pfizer. Na falta dela, adolescentes devem se dirigir a outras cidades:
“A operacionalização da vacinação destes grupos, em municípios que não dispõem ainda de capacidade para uso desta vacina (Pfizer), deverá ser articulada entre estados e municípios, visando ofertar alternativas para permitir a vacinação daqueles em maior risco, como, por exemplo, o deslocamento dos indivíduos a serem vacinados para municípios próximos com condição de oferta da referida vacina”, continua o comunicado.
O imunizante da Pfizer também será preferencialmente aplicado como dose de reforço, a partir da segunda quinzena de setembro, em idosos a partir de 70 anos e que tenham completado o esquema vacinal há seis meses. Também serão contempladas as pessoas imunossuprimidas — com câncer, HIV ou que receberam transplante, por exemplo — que tenham tomado a segunda dose há 28 dias.
Ambas as estratégias devem caminhar lado a lado. Diferente dos adolescentes, no entanto, esses dois grupos poderão tomar AstraZeneca ou Janssen na falta dela. Ainda sem registro definitivo na Anvisa, a CoronaVac não deverá ser administrada. Além de gerar maior resposta imune em idosos e imunodeprimidos, por causa da tecnologia do RNA mensageiro, a vacina da Pfizer também será a mais disponível a partir deste mês.
Até o fim do ano, o Brasil deverá somar 200 milhões de doses do laboratório, com a finalização de dois contratos. Só para setembro, a previsão é de 44.531.370 doses da Comirnaty. O número é bem maior que as 12.033.990 doses previstas para a AstraZeneca, entregues pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e das 6.115.652 restantes da CoronaVac. Os dados são do cronograma divulgado semanalmente pelo ministério.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 31,4%, registrada no fim da manhã desta sexta-feira (03). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 120.
Até o momento desta publicação são 153 leitos críticos (UTI) disponíveis e 70 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 181 disponíveis e 50 ocupados.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 34,2% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 25,9% e a Região Seridó tem 23,5%.
Que o SAGRADO CORAÇÃO de JESUS CRISTO, nos Livre, nos GUARDE e nos Proteja dessa nova variante delta do covid-19 e ilumine as autoridades para terem Mais AMOR e Respeito pela Vida da população do RN. MISERICÓRDIA DEUS.
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