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Sindlimp apresenta queixa-crime contra a Prefeitura e não descarta greve

Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio, Conservação, Higienização e Limpeza (Sindlimp) apresentou uma queixa-crime contra a Companhia de Serviços Urbanos (Urbana) e contra a Prefeitura de Natal por apropriação indébita e não descarta iniciar um movimento de greve.

De acordo com o presidente do Sindlimp, Wilson Duarte, as duas ações são distintas. A queixa-crime é referente a suposta prática de apropriação indébita da Prefeitura e da Urbana que estariam recolhendo as taxas sindicais e só repassando com atraso abrindo espaço para o uso indevido dos recursos sindicais também. Já a greve, parte de uma pauta extensa da categoria.

“A Urbana suspendeu alguns pagamentos, retirou benefícios dos trabalhadores, está retendo os recursos do Sindicato para custear o trabalho em prol da categoria. A pauta é extensa. São oito itens e a Urbana não se posicionou. Estamos aguardando. Se nada for feito, partiremos para uma greve”, afirmou.

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  1. Francisco de Assis Xavier disse:

    O Sindlimp tá reclamando de barriga cheia, a Urbana tem os maiores salários do Municipio, uma média salarial de R$ 6.000,00, uma folha de pagamento mais de R$ 5.000.000,00 mês, não tem nenhuma receita a não ser a TLP que sua recadação anual não cobre a folha anual, uma divida maior que R$ 200.000.000,00, o Sindlimp se cuide porque se não a Urbana vai é fechar, hoje em todo Brasil somente duas capitais não são totalmente terceirizada Rio de Janeiro e Natal, cuidado Sindlimp abra o olho porque se não a vaquinha vai morrer

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Servidores da saúde de Natal entram na greve unificada

DSC01102Os servidores da saúde de Natal e os municipalizados entram em greve nesta segunda-feira (16). A decisão foi tomada em assembleia geral, na última terça-feira (10), no Sindsaúde, motivada pelo congelamento dos salários e pela quebra de isonomia no SUS, com a criação da carreira dos médicos.

Com a decisão, já são quatro sindicatos que fazem parte da greve unificada em Natal: Sindsaúde, Sinsenat, Sindas e Sindicato dos Enfermeiros. Os odontólogos e os guardas municipais estão em estado de greve, participando das atividades e manifestações unificadas.

Nesta terça-feira (17), os sindicatos farão uma vigília durante todo o dia na Câmara Municipal, exigindo que os vereadores se posicionem diante do Projeto de Lei a ser enviado pela Prefeitura, garantindo reajuste aos médicos. Natal é uma das poucas cidades que preserva a isonomia, ou seja, onde o salário-base dos médicos é igual ao dos demais profissionais de nível superior. O acordo com a Secretaria Municipal de Saúde prevê a incorporação de gratificações e reajuste anual aos médicos.

O Sindsaúde cobra ainda que a Prefeitura cumpra o compromisso assumido em junho, enviando o Projeto de Lei que garante as 30 horas da Enfermagem sem perdas, e implante as mudanças de nível vencidas desde 2012, entre outros pontos específicos.

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  1. FRASQUEIRINO disse:

    O desemprego cresce a cada dia. O Fundo de Participação dos Municípios que da suporte ao pagamento dos servidores despenca todos os meses. A possibilidade de atraso no pagamento dos salarios é uma ameaça qye pode se tornar realidade. Nao seria a hora de uma trégua entre servidores de qualquer esfera de governo e o seu orgao empregaticio???

    • IB disse:

      Se os orgão não dão trégua nas mentiras, nas perseguições, nas promessas não cumpridas, nos atrasos de cumprimento dos Planos de Cargos e Salarios, nas contratações de apadrinhados políticos etc, pq que os servidores concursados devem dar trégua a eles?

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URGENTE: Bancários encerram greve nos bancos privados, mas mantêm nos públicos

bancários rnAcabou há pouco a assembleia do Sindicato dos Bancários do Rio Grande do Norte que deliberou sobre o fim da greve e a categoria foi unânime em decidir acabar com o movimento no setor privado e em decidir manter o movimento no setor público. Ou seja, clientes dos bancos do Brasil, Caixa e do Nordeste continuarão sem atendimento. A boa notícia é que os demais bancos já retomam o atendimento normal amanhã.

De acordo com a diretora-geral do Sindicato, Marta Turra, esse alinhamento é o mesmo de outros estados. “Essa decisão aconteceu de forma semelhante em outros sindicatos. Amanhã vamos nos reunir novamente para avaliar o movimento e decidir o que será feito”, disse ao blog.

Na assembleia, a categoria decidiu se reunir em nova assembleia a partir das 16h desta terça-feira (27). Entre os sindicais já circula a informação de que a greve nos bancos públicos não passa de amanhã. Os bancários do RN consideram um desrespeito a proposta dos banqueiros de apenas 10%, percentual que cobre apenas a inflação oficial do período, enquanto banqueiros tiveram aumento da lucratividade no patamar de 27%.

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  1. Junior disse:

    Clovis e Jeremias, de fato, tenho conhecimento da necessidade deste processo administrativo, mas este costuma ser célere, e uma greve desarrazoada e considerada ilegal pela Justiça (como tende a ser considerada nos próximos dias) pode sim gerar demissão. É comum vermos bancários sendo demitidos do BB ou CEF, após o processo administrativo. A própria crise que se assola no país pode justificar isso. No entanto, nunca se vê um servidor público efetivo ser exonerado do cargo, salvo se for a pedido ou se cometer um ato de corrupção.

  2. Clovis disse:

    É bom ressaltar que a dispensa não é tão simples assim, nos casos de empregados públicos, como os bancários ou os petroleiros (submetidos a concurso, especialmente, se anterior à Emenda Constitucional de nº. 19, de 1988). Não se tem a estabilidade dos servidores públicos, contudo, adquire-se o direito à não dispensa sem motivação idônea, o que acaba por diferenciar a situação dos bancos eminentemente privados.

    Nesse sentido:
    Ementa: EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS – ECT. DEMISSÃO IMOTIVADA DE SEUS EMPREGADOS. IMPOSSIBILIDADE. NECESSIDADE DE MOTIVAÇÃO DA DISPENSA. RE PARCIALEMENTE PROVIDO. I – Os empregados públicos não fazem jus à estabilidade prevista no art. 41 da CF, salvo aqueles admitidos em período anterior ao advento da EC nº 19/1998. Precedentes. II – Em atenção, no entanto, aos princípios da impessoalidade e isonomia, que regem a admissão por concurso publico, a dispensa do empregado de empresas públicas e sociedades de economia mista que prestam serviços públicos deve ser motivada, assegurando-se, assim, que tais princípios, observados no momento daquela admissão, sejam também respeitados por ocasião da dispensa. III – A motivação do ato de dispensa, assim, visa a resguardar o empregado de uma possível quebra do postulado da impessoalidade por parte do agente estatal investido do poder de demitir. IV – Recurso extraordinário parcialmente provido para afastar a aplicação, ao caso, do art. 41 da CF, exigindo-se, entretanto, a motivação para legitimar a rescisão unilateral do contrato de trabalho. (RE 589998, Relator(a): Min. RICARDO LEWANDOWSKI, Tribunal Pleno, julgado em 20/03/2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO REPERCUSSÃO GERAL – MÉRITO DJe-179 DIVULG 11-09-2013 PUBLIC 12-09-2013)

  3. Junior disse:

    Sempre é bom lembrar que os bancários de Bancos "Públicos" não são servidores públicos, mas apenas empregados públicos, de forma que não possuem estabilidade, podendo ser demitidos sem maiores dificuldades, assim como os bancários da iniciativa privada. Ninguém teve 10% de aumento este ano e gente querendo emprego não falta…

    • Jeremias disse:

      Não é bem assim. Embora a estabilidade dos empregados públicos não seja tão "forte" quanto a dos demais servidores públicos, eles não podem ser demitidos tão facilmente quanto os empregados do setor privado, necessitando que seja aberto um processo administrativo em que se observe o direito de defesa, além de uma infinidade de normas internas do próprio banco. É bom lembrar que esses trabalhadores foram admitidos por concurso público, estando ai também um fator impeditivo da "simples demissão".

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Bancários de São Paulo decidem encerrar greve

bancários greveApós 21 dias de paralisação, os bancários de São Paulo, Osasco e Região decidiram, em assembleias realizadas na noite desta desta segunda-feira (26), encerrar a greve da categoria, iniciada no dia 6 de outubro, informou a assessoria de imprensa do sindicato. A categoria retorna ao trabalho nesta terça-feira (27).
Os bancários das instituições privadas e também os da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil decidiram em suas assembleias seguir a recomendação do comando nacional da greve e aceitar a última proposta feita pelos bancos no sábado.

Assembleias acontecem nesta segunda-feira em todas as bases sindicais da categoria no país. Embora a tendência seja de fim da greve em todo o país, a decisão de cada assembleia regional é soberana.

Reajuste salarial de 10%

A última proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenabam) ofereceu reajuste salarial de 10%, aplicáveis aos salários, benefícios e participação nos lucros, além de correção de 14% no vale-refeição e no vale-alimentação.

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), os bancos aceitaram também abonar 63% das horas dos trabalhadores de 6 horas, de um total de 84 horas, e 72% para os trabalhadores de 8 horas, de um total de 112 horas. Assim, após a volta ao trabalho, os bancários irão compensar, no máximo, uma hora por dia útil, até o dia 15 de dezembro.
Inicialmente, os bancos ofereceram um reajuste de 5,5%, enquanto os bancários reinvindicavam uma correção de 16% nos salários.

“A nova proposta da Fenaban, apresentada no 19º dia da greve, significa a manutenção do modelo que vinha sendo colocado em prática nos últimos anos, de reposição integral da inflação mais aumento real e abono parcial dos dias parados”, informou a Contraf, em nota.

Em 12 meses, até setembro, a inflação acumulada chegou a 9,77%, segundo o IPCA-15, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A greve da categoria entou nesta segunda-feira em seu 21º dia. Durante a paralisação, mais de 12 mil das 22.975 agências instaladas no país chegaram a fechar as portas para o público.

Greves em 2013 e em 2014

No ano passado, os bancários fizeram uma greve entre 30 de setembro e 06 de outubro. Os trabalhadores pediam em reivindicação inicial reajuste salarial de 12,5%, além de piso salarial de R$ 2.979,25, PLR de três salários mais parcela adicional de R$ 6.247 e 14º salário. A categoria também pedia aumento nos valores de benefícios como vale-refeição, auxílio-creche, gratificação de caixa, entre outros. A greve foi encerrada após proposta da Fenaban de reajuste de 8,5% nos salários e demais verbas salariais, de 9% nos pisos e 12,2% no vale-refeição.

Em 2013, os trabalhadores do setor promoveram uma greve de 23 dias, que foi encerrada após os bancos oferecerem reajuste de 8%, com ganho real de 1,82%. A duração da greve na época fez a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pedir um acordo para o fim da paralisação, temendo perdas de até 30% nas vendas do varejo do início de outubro.

Fonte: G1

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Bancário, Hermano Morais apoia greve da categoria e questiona crise para bancos

hermano moraisEm pronunciamento no Plenário da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, o deputado estadual Hermano Morais (PMDB) falou sobre o o temido e tão falado reajuste fiscal que vai de encontro aos lucros obtidos pelos bancos, sem que estes considerem a greve dos bancários, que completa nesta quarta-feira, 16 dias.

O deputado se solidarizou com a categoria da qual faz parte e destacou os lucros obtidos pelas instituições e a oferta de reajuste oferecida. O parlamentar questionou a possibilidade de se taxar os bancos em vez de tratar de ajuste fiscal com a população, já que as instituições bancárias acumulam lucros.

Sem chegar a um acordo sobre o reajuste salarial com os patrões, os bancários iniciaram uma greve no último dia 6 e não tem data para retomar os serviços.

Os cinco maiores bancos que operam no País (Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa) lucraram R$ 36,3 bilhões no primeiro semestre de 2015, um crescimento de 27,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

O líder do ranking há alguns anos é o Itaú, que lucrou R$ 11,9 bilhões no período, valor 25,7% maior que no mesmo período de 2014. O ranking dos maiores lucros sem com Banco do Brasil (R$ 8,8 bilhões), Bradesco (R$ 8,7 bilhões), Caixa (R$ 3,5 bilhões) e Santander (3,3 bilhões). Até mesmo o HSBC que apresentou prejuízo em 2014 se recuperou nos primeiros seis meses de 2015 e lucrou R$ 31,8 milhões.

Os bancários pediram um reajuste salarial de 32% neste ano. No entanto, os bancos apresentaram uma contraproposta de apenas 5,5%. As outras reivindicações são: fim do assédio moral, contratação de mais bancários, reposição das perdas, fim da terceirização, fim da mesa única, projetos que visem a melhoria da saúde do trabalhador e estabilidade no emprego.

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  1. Ptdavida disse:

    …Esses banqueiros são tão bandidos qt os políticos…

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GREVE: Carlos Eduardo promete negociar com servidores na segunda; prefeito na “bronca” com guardas municipais

Servidores municipais desocuparam o plenário da Câmara Municipal de Natal no final da tarde de ontem depois de passarem o dia inteiro reivindicando o cumprimento da data-base. O prefeito Carlos Eduardo prometeu que segunda-feira (6) apresentará à categoria uma proposta para o cumprimento do reajuste, mas anunciou que não vai dialogar com os guardas municipais que estão em greve e ocuparam as dependências da prefeitura, onde o expediente foi suspenso ontem.

Veja mais aqui

Com informações do Novo Jornal

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FOTO: Greve no Crea-RN

CF2z0ogWAAA3F0VMovimentação na manhã desta segunda-feira(25). Foto: @andeersonalmeid

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  1. Heulyson disse:

    Em 45 anos de existência do CREA-RN essa é a primeira GREVE deflagrada pelos servidores e SINSERCON-RN, Sindicato do Servidores em Conselhos e Ordens de Fiscalização Profissional do RN, devido a falta de sensibilidade do gestor do CREA-RN em atender minimamente os anseios dos funcionários deste Conselho. Em favor de melhores condições de trabalho, respeito e dignidade para os servidores. Depois de 06 meses de cansativas tentativas de acordo com a Diretoria do CREA-RN foi deflagrada a GREVE.

  2. Anderson disse:

    A título de esclarecimento, os funcionarios do CREA/RN nunca entratam em greve. A categoria vem tentando negociar com a gestão do conselho desde dezembro/2014, não obtendo qualquer êxito. Pelo contrário. O conselho oferece um "aumento" que sequer supera a inflação do periodo, além de impor a retirada de cláusulas sociais ja firmadas em contratos anteriores. Então, a greve não foi deflagrada por escolha da categoria, mas sim por ter sido a única opção disponível para tentar sensibilizar a gestão da entidade. Não podemos generalizar!

  3. junior disse:

    sou profissional do sistema e vejo a instituição de fato sucateada, o sistema do CREA RN não funciona, são fios soltos por todos os cantos, quase ofereci trabalho para um funcionário depois que ele falou do salário dele.

  4. João disse:

    Eita Brasil véi…..

  5. Kerensky disse:

    Func. adora uma greve . Eita Brasil…

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Servidores da SEMTAS entram em greve a partir desta quinta

Por interino

dscn3451Os servidores da Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social (SEMTAS) decretaram greve a partir do dia 8 de janeiro de 2015. A situação de crise pela qual passa a Assistência Social do município de Natal foi tema de diversas reuniões ao longo de 2014. Após várias tentativas de negociação com a Secretária Ilzamar Silva Pereira, que contaram com Audiências Públicas na Câmara Municipal, reuniões no Gabinete Civil e na Procuradoria Geral do Município, nenhuma reivindicação da categoria foi atendida.

Pontos como a questão do assédio moral, adicional noturno, Carreira SUAS, complementação salarial dos educadores sociais e concurso público foram ignorados, mesmo com o acordo firmado entre o Sindicato e a Gestão no último dia 10 de dezembro, em reunião na PGM.

Com informações da assessoria

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Sindicatos devem aprovar nesta segunda fim da greve dos bancários

 Os bancários se reúnem na tarde desta segunda-feira (6) para decidir se aceitam ou não a proposta de aumento feita pelos bancos. O comando nacional da categoria orientou a aprovação da proposta e o fim a greve nacional, que já dura uma semana.

Na sexta-feira (3), a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) ofereceu um reajuste de 8,5% nos salários, com 2,02% de aumento real. Além disso, os bancários terão 9% de aumento nos pisos e 12,2% no vale-refeição, caso a proposta seja aceita.

As assembleias serão realizadas em horários distintos, variando entre 15h e 19h. Segundo a Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), cada sindicato tem autonomia para definir o horário, de acordo com as características da região. Carlos Cordeiro, presidente da entidade, diz que a paralização foi decisiva para se chegar à proposta apresentada pela Fenaban.

— Consideramos as propostas positivas, conquistadas com muita mobilização. No Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal, os 9% de reajuste no piso vão impactar nas curvas dos planos de cargos e salários.

A proposta da Fenaban vale para todos os bancários, privados e públicos. No caso do Banco do Brasil e da Caixa, os reajustes são específicos para seus funcionários.

Aprovado o fim da greve, a categoria vai compensar os dias parados. Quem tem jornada de seis horas, vai trabalhar uma hora por dia entre os dias 15 de outubro e 31 de outubro. Quem trabalha oito horas, deve compensar entre 15 de outubro e 7 de novembro.

Desde 30 setembro, 10.300 agências ficaram fechadas no País inteiro.

R7

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  1. Maurício Giovani disse:

    Fim da greve que nada. Isso é conversa para boi dormir. Eles vão só suspender para não prejudicar a campanha do PT no segundo turno. Se o PT perder a eleição, eles voltarão com força total, para prejudicar o povo, pois a greve é muito mais política do que de reivindicação. Se o PT ganhar, não dará o que eles querem. Se é para continuar um greve que não dará em nada e que está prejudicando a população, que tenham hombridade e encerrem a greve. O futuro dirá se eles vão conseguir mais do que estão querendo. O Brasil só vai ser um país de verdade quando se livrar das garras desse sindicalismo politiqueiro e fedido.

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Rodoviários de João Pessoa decretam greve por tempo indeterminado

Rodoviários da região metropolitana de João Pessoa (PB) cruzaram os braços à 0 h de hoje (7) e deflagraram greve por tempo indeterminado. O movimento afeta 260 mil usuários de ônibus da capital paraibana, além de Bayeux, Santa Rita, Cabedelo e Conde. O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbanos (Sintur) já recorreu à Justiça do Trabalho para que seja definido o percentual mínimo de funcionários que devem continuar trabalhando.

Motoristas, cobradores, e funcionários administrativos e da manutenção das oito empresas que atendem à região reivindicam aumento salarial de 14%; tíquete-alimentação de R$ 500,00 e que os empregadores arquem com os custos totais do plano de saúde – hoje, pagos integralmente pelos próprios trabalhadores. A paralisação foi aprovada pela categoria durante assembleia realizada na quarta-feira (2), como forma de pressionar os empregadores a negociarem.

Na semana passada, as empresas ofereceram 6,5% de reajuste salarial e pediram mais 72 horas para negociar os outros itens da pauta dos trabalhadores. Segundo o Sintur, nos últimos dois anos, a categoria recebeu aumentos acima da inflação do período: 10% de reajuste em 2012, quando a inflação foi 4,9% e 9% em 2013, diante de uma inflação de 6,7%. Hoje, o salário-base de um motorista é R$ 1.515,00.

O sindicato patronal classificou a paralisação como “precipitado”, já que os empregadores pediam aos rodoviários mais prazo apenas para chegarem a um consenso sobre as cláusulas econômicas – cujos percentuais acertados ao fim da negociação seriam pagos retroativamente. Além disso, o sindicato justifica a dificuldade das empresas em concederem aumentos sem reajustar proporcionalmente os preços das passagens. De acordo com o Sintur, os encargos pessoais e sociais correspondem a 42% dos custos operacionais das empresas.

“Os patrões ofereceram reajustar os salários conforme o INPC [Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo], o que dá por volta de 6% e, a nosso ver, não repõe sequer as perdas do período”, declarou à Agência Brasil o diretor do Sindicato dos Motoristas, Ricardo Fidelis Cavalcanti. Segundo o sindicalista, 100% dos funcionários das oito empresas, ou seja, 5 mil motoristas, cobradores e funcionários administrativos e da manutenção, aderiram à paralisação.

“Esperamos que as empresas sinalizem com alguma resposta positiva para então avaliarmos a volta ao trabalho. Caso contrário, não temos data para encerrar a greve”, acrescentou Cavalcanti, garantindo que o sindicato não recebeu nenhuma notificação judicial a respeito da obrigação de manter um percentual mínimo de ônibus rodando. “Estamos à disposição da Justiça se algo for decidido”.

O Sintur confirmou à Agência Brasil que a paralisação atingiu 100% da categoria e que os 468 ônibus que deveriam rodar durante uma segunda-feira útil estão parados nas garagens das empresas.

Agência Brasil

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TENSO: Transporte Coletivo em Natal pode parar durante a Copa do Mundo

A situação no transporte público em Natal é mais delicada do que se imagina. Pelo menos, diante do silêncio do Município e Governo. Se não houver um posicionamento nos próximos dias, a capital potiguar poderá passar uma vergonha mundial e viver uma greve dos rodoviários em plena realização da Copa do Mundo, inclusive, sem as quatro linhas especiais, chamadas “shuttle”, para ligar pontos de estocagens de veículos particulares à Arena das Dunas.

Acontece nesta sexta-feira (6), a 7ª reunião do dissídio coletivo dos rodoviários. Sentarão para discussão Seturn e Sintro, na Delegacia Regional do Trabalho – DRT. Até aí, tudo bem. Acontece que a Prefeitura não tem comparecido as reuniões, e este encontro é considerado pelos trabalhadores como a última e decisiva para a normalidade ou paralisação do transporte público em Natal. Enquanto os empresários alegam aos rodoviários que não tem como dar aumento a categoria em decorrência da tarifa defasada, os trabalhadores são taxativos e garantem que sem aumento o serviço vai parar. Independente do evento, o usuário não merece passar por um prejuízo que não teria como calcular um tamanho.

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  1. Elias disse:

    Engraçado é que parece que o brasil só tem governo federal. E a prefeitura e o governo do estado não tem nada com isso não, né? os políticos daqui brigaram para trazer a copa. goiânia, belém e florianópolis estavam na cola, esperando uma das sedes ser eliminada. Mas a culpa é do PT…

  2. Carvalho disse:

    A turma de esquerda que está hoje no governo já fez muitas greves quando era oposição.
    Então, tem aquele dizer popular: quem com ferro fere, com ferro será ferido.

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