Diversos

Pesquisa indica que proteína presente no chocolate eleva o desejo sexual e melhora o desempenho

Você já deve ter ouvido falar que o chocolate pode ser um afrodisíaco. Sim, ele contém substâncias como o triptofano, aminoácido que ajuda a sintetizar a serotonina, hormônio ligado à excitação sexual, e também feniletilamina, um estimulante relacionado à anfetamina, que é liberada no cérebro quando as pessoas se apaixonam. Além disso, o chocolate pode melhorar o desempenho sexual do homem.

shutterstock

Devido a sua composição, o chocolate pode aumentar a libido nas pessoas e um novo estudo indica que também pode melhorar o desempenho sexual do homem, pois possui uma proteína que, segundo resultados da pesquisa divulgada pelo portal britânico “Metro”, deixou os participantes mais excitados ao ter contato com um conteúdo pornográfico.

Os pesquisadores do Imperial College London, na Inglaterra, analisaram a proteína kisspeptina, que recebeu esse nome devido ao produto Hershey’s Kisses, da fabricante de chocolate Hershey’s, a mais famosa dos Estados Unidos. Eles descobriram que a proteína altera a atividade de redes cerebrais específicas que estão ligadas a menos aversão ao sexo e maior excitação.

O principal autor do estudo, Alexander Comninos, acredita que esse resultado é importante, pois pode ajudar muitos homens que não se satisfazem na hora do sexo . “Os problemas psicossexuais, como o baixo desejo sexual, afetam cerca de uma em cada três pessoas e podem ter um efeito devastador no bem-estar de uma pessoa e de um casal.”

Ele também diz que as descobertas ajudam a “desvendar os muitos e complexos papéis do hormônio kisspeptina e como ele orquestra os hormônios reprodutivos, bem como a função sexual e emocional”. Ainda segundo Comninos, essas descobertas abrem caminhos para tal proteína ser usada como um tratamento futuro para problemas sexuais, embora ainda haja muito trabalho a ser feito.

Proteína pode melhorar o desempenho sexual – os detalhes da pesquisa

Os 29 participantes do estudo foram expostos a várias fotos temáticas enquanto estavam dentro de um scanner de ressonância magnética. As fotos incluíam imagens sexuais, como pornografia, e também cenas negativas ou neutras, como acidentes de carro ou uma simples xícara. Os pesquisadores monitoraram a atividade cerebral dos homens enquanto eles olhavam para as imagens e também quando não estavam olhando para nada.

Os voluntários fizeram este procedimento por duas vezes – uma vez eles receberam kisspeptina e na outra, placebo. Os participantes também foram convidados a preencher questionários para avaliar vários comportamentos deles, como uma tendência à aversão sexual. Para isso, foram dadas alternativas como “não me envolvo” e “sou pouco atraente” e eles assinalavam as que se identificavam.

O estudo, publicado no “Journal of Clinical Investigation Insight”, concluiu que a kisspeptina, proteína presente no chocolate, aumenta o desejo, reduz a depressão e ainda ajuda a melhorar o desempenho sexual.

Vale ressaltar que os dados podem ser animadores, mas ainda há muito a ser estudado. Essa pesquisa é considerada pequena, pois contou com apenas 29 participantes, portanto será preciso percorrer um longo caminho antes que os resultados possam ser generalizados e se cheguem a mais conclusões sobre como melhorar o desempenho sexual do homem.

IG

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Pesquisa indica que 16 milhões de brasileiros vivem sem nenhum dente

Pesquisa demonstra a dificuldade que pessoas que perderam dentes encontram para ter qualidade de vida – Tânia Rêgo/Agência Brasil

A perda de dentes é o segundo fator que mais prejudica a qualidade de vida de pessoas entre 45 e 70 anos, segundo dados de pesquisa que ouviu 600 latino-americanos, entre eles 151 brasileiros. O estudo Percepções Latino-americanas sobre Perda de Dentes e Autoconfiança, feito pela Edelman Insights, destaca ainda que, para 32% dos entrevistados, a perda de dentes os impede de ter um estilo de vida saudável e ativo.

De acordo com o estudo, no Brasil, 39 milhões de pessoas usam próteses dentárias, sendo que uma em cada cinco delas tem entre 25 e 44 anos. A pesquisa ressalta ainda que 16 milhões de brasileiros vivem sem nenhum dente e 41,5% das pessoas com mais de 60 anos já perderam todos.

Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados disseram que a perda de dentes deixou a aparência do seu rosto pior; 43% afirmaram que a perda de dentes lhes atrapalha namorar ou paquerar; e 21% disseram que a condição lhes impediu de fazer novos amigos. Sobre autoestima e fala, 38% dos entrevistados manifestaram se sentirem mais inseguros para ir a festas e eventos sociais; e 41% relataram mais dificuldade na pronúncia das palavras após a perda de dentes.

“É preciso compreender as dificuldades enfrentadas pelas pessoas que perderam os dentes e ajudá-las a encontrar um bom especialista que as auxilie na escolha de uma prótese adequada, de boa qualidade. O objetivo é que os pacientes tenham acesso à informação e conheçam os melhores produtos disponíveis no mercado para confecção, fixação e limpeza da prótese”, destacou a odontogeriatra Tânia Lacerda, integrante da Câmara Técnica de Odontogeriatria do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Pesquisa indica que obesos têm poucas chances de voltar ao peso normal: 1 em 210 para H, e 1 em 124 para M; casos mórbidos ainda pior

CKHrOROUcAAd5KyCientistas trazem mais um motivo para se prevenir a obesidade que vai além do impacto na saúde: os obesos têm poucas chances de voltar ao peso normal. Essas chances são de 1 em 210 para homens, e 1 para 124 para mulheres; e no caso de obesidade mórbida, as chances caem para 1 em 1.290 para homens, e 1 em 677 para mulheres. Os dados são de um estudo da King’s College London, publicado nesta quinta-feira, no “American Journal of Public Health”.

Financiada pelo Instituto de Pesquisa em Saúde do Reino Unido, a pesquisa rastreou quase 280 mil participantes (cerca de 130 mil homens e 150 mil mulheres), usando aparelhos eletrônicos de saúde entre 2004 e 2014. O estudo analisou a probabilidade de pacientes obesos voltarem ao peso normal ou perderem 5% de gordura. Pacientes que tiveram cirurgia bariátrica foram excluídos do estudo. Foram registrados os índices de massa corporal (IMC) durante esse período.

As chances de obesos perderem 5% do peso foi de 1 em 12 para homens e de 1 em dez para mulheres. Para aquelas pessoas que perderam esse peso, 53% voltaram a engordar em até dois anos e 78%, em cinco anos.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Pesquisa indica que 51% dos brasileiros recebem o salário em dinheiro

A quantidade de brasileiros que recebem seus salários em dinheiro caiu, mas esta ainda é a forma de recebimento mais comum no país e atinge um pouco mais da metade dos entrevistados, segundo  pesquisa do Banco Central (BC) divulgada hoje (2). Em 2010, 55% recebiam o salário em espécie. Em 2013, esse percentual caiu para 51%. A pesquisa ouviu mais de mil pessoas em todas as capitais brasileiras e no Distrito Federal.

Entre os que recebem o salário por depósito em conta, 29% sacam o dinheiro em caixas eletrônicos, contra 30% da pesquisa anterior. A carteira continua sendo o local preferido para guardar o dinheiro: 61%, em 2010 e 57%, no ano passado. Em um dia típico, o brasileiro costuma carregar, em média, R$ 54,65. Quase metade dos entrevistados (44%) leva, diariamente, entre R$ 50 e R$100.

A pesquisa também indica que houve redução no percentual de entrevistados que declaram usar normalmente as notas que não estão em bom estado de conservação: de 64% para 56%. Há também aqueles que pedem a substituição da cédula para quem tentou repassar (35%), trocam no banco (6%) e depositam na instituição financeira (3%).

De acordo com o BC, caiu o número de pessoas que usam os cartões de crédito e débito, de 13% para 12% e de 14% para 9%, respectivamente, de 2010 para 2013, para pagar contas ou fazer compras. Já o dinheiro continua sendo a forma mais usada pela população, passou de 72% para 78%.

Na hora de fazer um pagamento, as notas de R$ 5, R$ 10 e R$ 2 são as que a população mais sente falta.

A pesquisa também indicou que a maioria das moedas está em circulação. Para cada 10 moedas que os entrevistados recebem, aproximadamente seis são usadas no dia a dia.

Em 2013 houve redução de 33% para 28% no percentual de pessoas que declarou já ter recebido uma nota falsa. As notas falsas com valores de R$ 50 e R$ 10 continuam sendo as mais frequentes. Na opinião de 95% dos entrevistados, passar nota falsa adiante é crime.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *