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Reitoria da UERN é invadida por professores dispensados

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  1. Edu disse:

    Pense num calo dolorido, essa UERN para o RN.

  2. Ceará-Mundão disse:

    Mais um tiro no pé dessa turma que não gosta de trabalhar nem de prestar conta dos seus atos. Justamente quando a sociedade potiguar está discutindo a conveniência de um estado pobre como o RN sustentar uma universidade, essa turma resolve promover suas badernas.

  3. paulo martins disse:

    A Uern é uma sucursal avançada da Escolinha do Professor Raimundo: uma típica piada pronta.
    Marnum se avexe não, que brevemente Robin vai convidar vocês para sobrevoar o Atlântico no 'Potiguar I', com direito a vista aérea do Carnatal.

  4. Helio Mota disse:

    Ahhh desse jeito eles voltam aos cargos ainda hoje.
    Fora o "oba, oba" dessas invasões, onde acontece de tudo já que o território invadido vira terra sem lei, nunca vi essas coisas darem resultado.
    Mas para quem não tem mesmo o que fazer, tá valendo.
    No mais isso é apenas uma típica ação que apenas fortalece o discurso de extinção da UERN.

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UFRN: bandidos arrombam caixa eletrônico da reitoria

Um dos terminais eletrônicos do Banco do Brasil da Universidade Federal do Rio Grande do Norte foi assaltado ontem. Três homens armados invadiram o campus, por volta das 23h, renderam o único vigilante que resguardava o prédio da reitoria e, usando um maçarico, arrombaram o caixa eletrônico do local.

Concluída a operação, os bandidos soltaram o vigilante e fugiram. Não há informações sobre o uso de veículos pelos bandidos. A polícia seguiu em diligência, mas não localizou os criminosos.

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  1. […] post UFRN: bandidos arrombam caixa eletrônico da reitoria apareceu primeiro em Blog do […]

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Servidores do IFRN fecham reitoria e realizam assembléia em frente à instituição

Em greve desde o dia 21 de junho, os servidores do Instituto Federal de Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN)  agora estão tomando medidas mais energéticas. Hoje, fecharam a reitoria da instituição e iniciaram uma assembleia para decidir o que farão de agora em diante.

Entre as reivindicações dos professores e técnicos administrativos do IFRN estão a  implantação de plano de carreiras, valorização salarial entre os níveis e o fim do que eles chamam de “expansão precarizada”, que é o crescimento dos IF’s sem a estrutura necessária.

Na assembleia de hoje, que ainda está acontecendo, o foco principal será a condição dos professores.

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  1. Anônimo disse:

    Medidas "enérgicas".

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PM cumpre reintegração de posse de reitoria da USP e 66 baderneiros estudantes são detidos

Folha.com

A Polícia Militar deteve na manhã desta terça-feira 66 estudantes que ocupavam o prédio da reitoria da USP (Universidade de São Paulo). Eles começaram a ser retirados do local às 6h39 e colocados em dois ônibus da PM que levará todos ao 91º Distrito Policial do Ceasa. Outros três estudantes que estavam do lado de fora do prédio também foram detidos.

Um estudante que fingia ser jornalista tentou ultrapassar a barreira policial por volta das 6h30 para entrar no prédio, mas foi impedido pelos policiais. Um carro da PM teve o vidro danificado pelos manifestantes.

A reintegração de posse teve início por volta das 5h. Cerca de 400 policiais da Tropa de Choque e da Cavalaria da PM participaram da operação que também contou com o apoio de um um helicóptero Águia e de policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) e do GOE (Grupo de Operações Especiais).

Os militares, portando cassetetes e escudos, fizeram um cordão de isolamento ao redor do prédio e retiraram os estudantes.

Os estudantes haviam decidido, em assembleia realizada na noite de ontem (7), manter a ocupação, apesar do fim do prazo dado pela Justiça para deixar o local.

Após a votação, os estudantes passaram a agredir os jornalistas. Um cinegrafista caiu após ser empurrado e um fotógrafo teve a câmera arrancada e machucou as mãos –ele foi levado ao hospital.

O clima ficou tenso e, após os grupos ficarem separados, os alunos arremessaram pedras na direção dos jornalistas. Um cinegrafista foi atingido e ficou levemente ferido.

No momento do tumulto, não havia guardas universitários nem PMs no local. Após a confusão, um representante dos invasores disse que tratou-se de uma situação isolada.

Eduardo Anizelli/Folhapress
Grupo que ocupa reitoria da USP entra em confronto com membros da imprensa; prazo para desocupação acabou às 23h
Grupo de estudantes que ocupa reitoria da USP entra em confronto com membros da imprensa

Na assembleia, vários estudantes disseram estar dispostos a resistir caso a PM fizesse a reintegração de posse.

Mais cedo, às 18h, uma reunião de negociação entre representantes da reitoria e alunos terminou em impasse.

O superintendente de relações institucionais da USP, Wanderley Messias da Costa, chegou a deixar a sala onde ocorria o encontro.

A proposta apresentada à tarde pela universidade previa que os alunos e funcionários não fossem punidos por participar da invasão.

A reitoria também manteve a oferta de criar grupos para discutir o convênio com a PM –principal motivo da invasão– e revisar processos administrativos contra estudantes.

Os alunos, no entanto, consideraram a proposta insuficiente, já que há chance de novos processos se for provado que houve vandalismo no prédio invadido.

No dia 27 de outubro, três alunos da USP foram detidos por posse de maconha. Houve reação de colegas, que investiram contra a PM. Policiais usaram bombas de efeito moral e cassetetes para levar os rapazes à delegacia –depois eles foram liberados.

Na mesma noite, um grupo de cem estudantes invadiu um prédio administrativo da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas). Na terça passada, mais de mil alunos realizaram uma assembleia que decidiu, por 559 votos a 458, pela desocupação do edifício.

A minoria derrotada, porém, decidiu invadir a reitoria, onde hoje há cerca de 50 manifestantes –a USP toda tem cerca de 82 mil alunos (50 mil só na Cidade Universitária).

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Por causa do "fuminho" os bardeneiros continuam na Reitoria da USP

Alheios à decisão judicial que fixou prazo de 24 horas para a desocupação do prédio da reitoria da USP, os alunos rebelados decidiram manter a invasão.

A deliberação foi aprovada, por aclamação, em assembléia realizada na noite desta quinta (3).

Com isso, os alunos-invasores mudaram de status. De rebeldes de uma causa precária –a saída da PM do campus— viraram protagonistas de uma ilegalidade.

No despacho em que determinou a desocupação da reitoria, a juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti foi cuidadosa.

Anotou que a reintegração de posse deveria “ser realizada sem violência, com toda a cautela necessária à situação.”

Escreveu que, em nome da  “boa convivência acadêmica”, representante da USP teria de negociar a saída com um porta-voz dos insurretos.

Porém, como que antevendo o pior, a magistrada também autorizou, se necessário, o recurso à “medida extrema”: o uso da força policial.

Quer dizer: se levarem às últimas consequências a decisão de não sair, a rapaziada será, por assim dizer, “saída”. Na marra.

Iniciada na semana passada, a encrenca da USP foi empurrada para a fronteira do paroxismo.

A Polícia Militar passou a frequentar o campus depois que um aluno foi assassinado ao deixar a escola de economia da USP, em maio.

Nessa época, a rapaziada pedia mais segurança. Algo que a polícia universitária não se mostrava capaz de prover. A USP firmou, então, um convênio com a PM.

A estudantada não esboçou reação. A porca só torceu o rabo depois que os policiais militares abordaram estudantes que fumavam maconha na universidade.

(mais…)

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  1. Eduardo disse:

    Isso é um bando de estudantes sem futuro. Aqueles papangus que são contra o "capitalismo burguês". Coisa mais antiga, fora de moda. Esse povo tem é que arranjar uma lavagem de roupa pra ter o que fazer. E outra coisa : Maconha faz mal à saúde.

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