Jovem coagido no caso dos fakes aguarda resposta do MP e da OAB

Kenedy
Sanderson e Kennedy

 

Alvo de uma ação desastrada dos advogados Kennedy Diógenes e Sanderson Mafra, o jovem Fernando Henrique Andrade Guimarães, morador do bairro de Nova Parnamirim, representou contra os dois junto à Procuradoria Geral de Justiça e a seccional Rio Grande do Norte da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RN).

Diógenes e Mafra se fizeram passar por advogados da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e ligaram para a mãe de Fernando Henrique por volta do meio-dia de 24 de setembro do ano passado. Disseram que queriam falar sobre o processo movido pelo jovem contra a UERN a fim de garantir seu reingresso. No meio da tarde, novos telefonemas e o rapaz foi convidado a comparecer ao escritório localizado à Manoel Dantas, em Petrópolis, zona leste de Natal.

De acordo com a representação que fez junto ao MPE e OAB, quando chegou ao escritório, Fernando Henrique foi conduzido a uma sala onde o aguardavam Sanderson Mafra e Kennedy Diógenes. Eles informaram que não eram advogados da UERN e que o assunto era outro: a criação de perfis falsos no Twitter, principalmente o @depCopadoMundo. Acusaram o jovem de ser o idealizador dos fakes.

Fernando Henrique conta que negou ter qualquer envolvimento com os fatos. E durante cerca de 30 minutos, ouviu ameaças e foi alvo de coação e constrangimento. Os advogados informaram que ele estava sendo monitorado, que o seu telefone estava grampeado, que haviam quebrado o seu sigilo de internet e de e-mails e que a polícia o estava investigando sua vida há dois ou três meses. Foi “liberado” com advertência de que deveria colaborar e manter os advogados informados, pois eles estariam monitorando e acompanhando todos os seus passos.

De volta à sua casa, Fernando Henrique contou sobre o ocorrido à sua família. Dois dias depois, Fernando Henrique apresentou queixa formal junto à Procuradoria Geral de Justiça e Ordem dos Advogados do Brasil, secional Rio Grande do Norte. Na representação, cita os telefones celulares dos advogados, os nomes, o endereço completo do escritório.

Até hoje não recebeu resposta. Nem da PGJ nem da OAB-RN.

A pergunta é: por que?

Outro situação que deverá ser motivo de ação, é a forma que a CABO Telecom “liberou” os IPs para a desastrada ação contra vários perfis.

Riquelme anuncia aposentadoria do futebol

O meia argentino, Juan Román Riquelme anunciou neste domingo (25) sua aposentadoria do futebol. O jogador de 36 anos jogou a última temporada pelo Argentinos Juniors, equipe que o revelou, e atualmente estava sem clube.

Riquelme disse em entrevista ao canal ESPN da Argentina que tomou a decisão por não encontrar nenhuma “proposta motivadora”.

O Cerro Porteño, do Paraguai, até tentou contratar o atleta para esta temporada, porém as negociações não prosseguiram e foram encerradas.

Ídolo do Boca Juniors, Román, como gostava de ser chamado, ganhou a maioria dos seus títulos, entre eles três Libertadores, e teve seus anos mais vitoriosos.

O atleta também defendeu Barcelona e Villareal, além de ser figura importante na seleção argentina.

FolhaPress

BNDES diz não ter sido consultado sobre doações da Friboi a políticos

Por UOL

Mesmo após investir R$ 8,5 bilhões e ter adquirido 24,6% das ações da JBS, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) afirma não ter sido consultado pela direção da JBS sobre a política dedoações em campanhas eleitorais.

Desde 2008, o BNDES, por meio da subsidiária BNDESPAR, é dono de quase um quarto da companhia. Segundo o banco, as doações de R$ 451,4 milhões a partidos e políticos nas eleições desde 2008, ano em que a capitalização da JBS foi feita, não foram debatidas com membros do BNDES.

Em 2008, o BNDES, por meio da BNDESPAR, adquiriu 24,6% em debêntures conversíveis (um tipo de título que pode ser trocado por ações de uma determinada empresa) da JBS.

A operação custou R$ 8,5 bilhões ao banco estatal presidido por Luciano Coutinho, nomeado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mantido por Dilma Rousseff (PT).

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O desastroso recomeço de Dilma, a presidente consternada

A presidente Dilma Rousseff discursa durante cerimônia de posse de seu segundo mandato, em Brasília - 01/01/2015

Por Gabriel Castro / VEJA Online

Era 0h31 do último domingo (15h31 de sábado em Brasília) em Jacarta quando o brasileiro Marco Archer foi executado com um tiro no peito. Criado em uma família de classe média alta, ele se tornou um traficante profissional e rodou o mundo até ser preso no país asiático com 13 quilos de cocaína, em 2004. Archer dizia se arrepender apenas de ter sido flagrado por um agente de segurança indonésio. O governo brasileiro tentou evitar a execução até a última hora por meio de cartas, ameaças de rompimento diplomático e um telefonema feito pela presidente Dilma Rousseff ao colega indonésio Joko Widodo na véspera da execução. Nada adiantou.

Um dia antes da morte de Archer, o policial militar Manoel Messias dos Santos havia sido assassinado friamente por traficantes em Penedo (AL) enquanto caminhava pela rua. Poucas horas depois de Marco Archer ter sido executado, a garota Larissa de Carvalho, de 4 anos, perdeu a vida após ser atingida por um tiro quando saía de um restaurante com a mãe, em Bangu (RJ). No dia seguinte, outra criança morreu em circunstâncias semelhantes: Asafe Willian Costa Ibrahim, de 9 anos, vítima de uma bala perdida enquanto brincava na piscina de um clube em Honório Gurgel, na capital fluminense – ele morreu três dias depois.

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Juros para o consumidor chegarão a 109,5% ao ano em 2015, prevê associação

A taxa média de juros para pessoa física pode subir até 1,31% em 2015, passando de 108,08% para 109,5% ao ano, segundo estimativas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

O cálculo foi feito levando em conta a expectativa do mercado de que a Selic, taxa básica de juros da economia, chegará a 12,5% até o fim do ano. Segundo a Anefac, o efeito nas operações de crédito é “muito pequeno” porque há um “deslocamento grande” entre a Selic e as taxas de juros cobradas dos consumidores.

Na quarta-feira (21) o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) confirmou as previsões de analistas e investidores e aumentou a Selic em 0,5 ponto percentual, de 11,75% para 12,25% ao ano. Levando em conta esse patamar, a Anefac estima que os juros médios ao consumidor chegarão a 109,02% ao ano em um primeiro momento, aumentando 0,87%.

Juros para compra de veículos sobe mais

As projeções da entidade também incluem os juros do comércio, do cartão de crédito, do cheque especial, do financiamento de veículos na modalidade Crédito Direto ao Consumidor (CDC), do empréstimo pessoal via bancos e do empréstimo pessoal via financeiras. A previsão da Anefac é que, destes, o maior crescimento das taxas de juros se dará na compra de veículos.

De acordo com a estimativa da associação, com a Selic a 12,25%, os juros anuais para financiar veículos devem subir de 24,46% para 25,05% ao ano, ficando 2,4% mais caros. Se a taxa Selic alcançar o patamar de 12,5%, os juros anuais para comprar carro na modalidade CDC chegam a 25,34% ao ano, um aumento de 3,61% frente aos praticados com a taxa básica a 11,75% ao ano.

Já os juros do cartão de crédito, que são os mais caros do mercado, sofrem o menor ajuste segundo as projeções da Anefac. De 258,26% ao ano, com a Selic a 11,75%, eles iriam para 259,81% ao ano com a taxa básica adotada na semana passada – aumento de 0,6%. Caso a Selic atinja 12,5% ao ano, os juros do cartão de crédito ficariam em 260,58% anuais, com crescimento de 0,9%.

O diretor-executivo da Anefac, Miguel Ribeiro de Oliveira, explica que o repasse da elevação da taxa Selic ao consumidor pelas instituições financeiras geralmente é imediato.

“A taxa de juros sobe, aumenta o custo de captação dos bancos e eles repassam. O efeito sobre a demanda e a queda da inflação é que demora”, comenta. De acordo com o BC, o aumento da taxa leva cerca de seis meses para surtir os efeitos desejados, de desaceleração do consumo e recuo da inflação.

PM prende dupla suspeita de roubo de carro

Policiais militares prenderam no final da noite deste sábado, dois suspeitos de roubo de carro, no bairro de Brasília Teimosa. A dupla estava em um veículo Punto, com queixa de roubo.

Os policiais do patrulhamento estavam na área e desconfiaram dos dois suspeitos e os abordaram. Foi constatado que o carro foi roubado e os dois foram conduzidos para a Delegacia de Plantão da Zona Sul

Um dos presos foi identificado como Neudson Tavares da Silva, de 31 anos. O outro é um adolescente de 17 anos.

Greve dos auditores fiscais do município é retomada

O movimento grevista dos servidores será retomado nesta segunda-feira, dia 26 de janeiro. No período em que foi suspenso, houve apenas uma reunião com representantes do executivo. No encontro, os secretários pediram para que os auditores apresentassem mais uma vez a pauta de reivindicações.

A greve que começou no dia primeiro de dezembro foi suspensa do dia 23 do mesmo mês ao dia 7 de janeiro. Os servidores acataram um pedido da Prefeitura de Natal. Depois foram solicitados mais dez dias úteis. O prazo terminou no dia 21 de janeiro e até agora nenhuma resposta foi apresentada, mesmo diante dos diversos ofícios entregues pela ASAN, Associação dos Auditores Fiscais do Município, na sede do executivo.

Para o presidente da ASAN, Thiago Ottoni, essa é mais uma manobra que desrespeita os servidores públicos. “Falta transparência. Nós cumprimos com o acordo, queremos negociar, chegar a um consenso e o que recebemos foi mais uma vez o descaso”, destaca Ottoni.

Os auditores reivindicam a aprovação da lei orgânica do fisco, que prevê a reestruturação da carreira, estabelece direitos e deveres dos profissionais, uma autonomia financeira à Semut, Secretaria de Tributação e a implementação do fundo de modernização da Administração Tributária. A prefeitura também está em débito com os profissionais no pagamento dos prêmios por desempenho fiscal há nove meses.

Os auditores exigem a realização de um concurso público. Atualmente apenas 77 profissionais exercem as atividades de fiscalização dos tributos da capital potiguar. O ideal seriam 250 e o último processo seletivo foi realizado em 2008.

Apenas 30% dos servidores vão trabalhar a partir de segunda-feira e isso implica em vários prejuízos. Os contribuintes que não atualizaram o registro de imóveis na secretaria, vão ter dificuldade para pagar com desconto o IPTU, Imposto Predial Territorial Urbano. E as compras e vendas de imóveis também serão prejudicadas. Isso porque a avaliação do ITIV, o Imposto de Transmissão Inter-Vivos, passa pelas mãos dos auditores. Além da queda de arrecadação.