O movimento autointitulado #RevoltadoBusao está nas redes sociais convocando um levante contra o aumento da passagem, que será de R$ 2,40 a partir do próximo sábado (18).
No ano passado, protestos semelhantes foram realizados quando se anunciou que o preço das passagens iri subir para o patamar em que estacionou agora. Na ocasião, não houve aumento, mas nem de longe se deve ao recuo da gestão da então prefeita Micarla de Sousa aos estudantes que foram ruas.
De mais a mais não custa lembra que dois ônibus terminaram incendiados, embora se saiba que os estudantes pouco ou nada têm a ver com os crimes que chocaram a cidade.
Voltando ao calendário de protestos, é preciso considerar alguns pontos nesse aumento que a Semob, inclusive, já regulamentou.
A defasagem do sistema tarifário impôs prejuízos sentidos ao próprio usuário do transporte público potiguar. Um empresa fechou suas portas e retirou linhas que, inclusive, atendiam aos universitários.
As que sobreviveram foram obrigadas a compor consórcio, alterando e fundindo itenerários como modo de minimizar os déficits que se seguem mês a mês.
Se a questão passasse apenas pelo lucro do Seturn, a balburdia seria maior, já que os empresários queriam fixar a nova tarifa em R$ 2,75 como modo de compensar defintivamente as perdas que vêm sofrendo. Tanto foi assim, que os empresários do setor reclamaram da tarifa de R$ 2,40, com a qual vão continuar no prejuízo.
Sobre o assunto, eis o que disse a secretária de Mobilidade, Elequicina Santos: “O último ajuste foi em janeiro de 2011. E a situação atual é completamente desfavorável, com linhas diminuídas e empresas falindo. Lamentamos muito ter que dar esse aumento, mas ele é necessário para podermos trabalhar e entregar as melhorias pedidas pela população”.
Ao esbravejar, portanto, contra vinte centavos, o movimento #RevoltadoBusao não considera que os índices de aumento vêm para seu usufruto.
Que protestem. É legítimo afinal. Espera-se, contudo, que haja reciprocidade na tolerância democrática que se estende ao protesto e que os estudantes reconheçam a derrota como um princípio da própria vitória, qual seja, as melhorias que vão às ruas cobrar.
Foto: Rodrigo Barros
quem frequenta os nossos supermercados todos os meses nota se aumento de todos os produtos arooz, feijao, e etc e ninguem reclama, a terrorista dilma continua com indices acima DOS SETENTA PORCENTO o povo pra gostar de sofrer este povo brasileiro.so existi onibus.