Diversos

Idosa de 77 anos foi denunciada ao MP por traficar mulheres para prostituição na Espanha

Por Interino

O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP) denunciou D. M., de 77 anos, por tráfico internacional de pessoas com o objetivo de exploração sexual. Em 2008, ela enviou duas moças para a Europa com a promessa de que trabalhariam como garçonetes na França. As vítimas, entretanto, desembarcaram em Valência, na Espanha, onde foram obrigadas a se prostituir. A acusada, que está foragida, também é acusada de tentar extorquir sete mil euros das vítimas.

Segundo as vítimas, que trabalhavam como garçonetes num bairro nobre de São Paulo, D. M. ofereceu-lhes a possibilidade de trabalhar na França. Para facilitar o embarque, a denunciada responsabilizou-se por todos os custos de viagem, ficando acertado que seria reembolsada quando as moças recebessem seu primeiro salário. O embarque para a Europa aconteceu no dia 29 de janeiro de 2008.

“Ludibriadas quanto ao destino final da viagem e quanto à natureza do trabalho providenciado pela denunciada, desembarcaram em Valência, na Espanha, sendo conduzidas a uma chácara, onde permaneceram por cerca de três meses”, revelou a denúncia. No local funcionava a boate “El Besubio”, onde as jovens foram obrigadas a se prostituir.

Segundo a denúncia, as vítimas eram mantidas trancadas e proibidas de usar telefones. Roupas e documentos foram confiscados e elas foram submetidas a maus tratos e à prática de sexo com clientes da região, contra a vontade e sem receber nenhum tipo de pagamento. Em contato telefônico com D. M., perceberam que ela tinha conhecimento da situação em que eram mantidas e da natureza do trabalho realizado.

As vítimas conseguiram fugir da chácara durante a noite, passando por uma saída de emergência que não era vigiada. No Aeroporto de Valência foram atendidas pela polícia local, que prendeu os responsáveis pela casa de prostituição. A polícia espanhola registrou que as vítimas apresentavam pequenos hematomas nos braços e estavam muito cansadas e assustadas.

Quando retornaram ao Brasil, as vítimas passaram a ser ameaçadas pela idosa, que exigia o pagamento de sete mil euros, a título de ressarcimento. Caso não recebesse o valor exigido, D.M. prometia “retaliações” contra as famílias das duas.

Ameaçadas, as vítimas procuraram o Grupo de Apoio e Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado (Gaeco). A partir daí foram realizadas investigações que constataram movimento incomum de moças jovens e de boa aparência na casa de D.M.. Interceptações telefônicas também comprovaram a procura frequente de mulheres por trabalho no exterior.

Buscas realizadas na residência da idosa encontraram dezenas de fotos de mulheres seminuas. Também foram apreendidas 37 notas promissórias assinadas por mulheres, que garantiam à denunciada o ressarcimento de despesas com passaportes e passagens aéreas. Além disso, foram apreendidas 23 agendas com diversas anotações e contatos de mulheres, com informações como idade e aparência física, além de diversas cópias de passaportes e bilhetes de viagens.

Em depoimento, D.M. confirmou ter intermediado viagens de mulheres brasileiras para atuar em casas noturnas na Espanha. Segundo ela, cerca de 15 mulheres foram enviadas para o exterior. Contudo, ela informou que as mulheres seriam dançarinas e nunca confessou que, de fato, eram encaminhadas ao exterior para se prostituírem.

Para a procuradora da República Thaméa Danelon Valiengo, autora da denúncia, “a denunciada dedica-se à atividade criminosa de forma contumaz e habitual, intermediando viagens de mulheres que desejam se prostituir no exterior e, em alguns casos, promovia, com o emprego de fraude, a viagem de mulheres que desconheciam a natureza ilícita do trabalho”.

D.M. foi denunciada pelos crimes de tráfico internacional de pessoas para fins de exploração sexual e extorsão. Apesar da idade avançada da denunciada, o MPF defende que ela seja punida porque, à época dos fatos, ela “possuía consciência de sua ilicitude e dela se exigia conduta diversa”.

MPF-SP

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Política

Estadão fala em “abuso de autoridade generalizado” e aponta crise entre STF e CPI do Crime Organizado

Foto: STF

O jornal Estadão publicou um editorial em que afirma haver um cenário de “abuso de autoridade generalizado” no contexto do embate entre o STF, a CPI do Crime Organizado e o relatório rejeitado do senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

Segundo o texto, a CPI teria extrapolado sua finalidade original ao incluir no relatório final pedidos de responsabilização de autoridades do Judiciário e do Ministério Público, em um contexto que envolvia também investigações sobre supostos vínculos com o Banco Master.

A CPI do Crime Organizado rejeitou o relatório apresentado pelo senador Alessandro Vieira, que previa o indiciamento e abertura de processo de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal e contra o procurador-geral da República.

De acordo com o editorial, o conteúdo apresentado teria se afastado do objeto central da comissão, criada para investigar organizações criminosas como PCC e Comando Vermelho.

O Estadão afirma que o episódio evidencia uma escalada de tensão entre instituições, com interpretações divergentes sobre os limites de atuação da CPI e as respostas do Judiciário.

O texto também aponta que reações de integrantes do STF a críticas políticas e parlamentares podem reforçar o clima de confronto entre os Poderes.

O editorial sustenta que tanto a atuação da CPI quanto as reações institucionais do Supremo levantam discussões sobre os limites constitucionais de cada Poder.

Segundo o jornal, o avanço desse tipo de embate pode gerar desgaste institucional e afetar o equilíbrio democrático.

Ao final, o Estadão afirma que episódios como esse reforçam a necessidade de maior contenção institucional e respeito às atribuições de cada Poder, para evitar a ampliação de conflitos entre Judiciário e Legislativo.

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Política

Presidente da CPI do INSS acusa STF de atuação política e diz que Congresso perdeu protagonismo

Foto: Andressa Anholete/Agência Sendo

O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPI do INSS, afirmou que o STF estaria assumindo uma atuação de caráter político e que o Congresso Nacional perdeu protagonismo no cenário institucional. A declaração foi feita durante o evento Casa Parlamento, em Brasília, promovido pela Esfera Brasil, segundo informações do Infomoney.

Na ocasião, o parlamentar criticou decisões da Corte e defendeu uma reavaliação da relação entre os Poderes. “Hoje nós temos um Supremo político”, disse.

Viana também afirmou que o STF não teria, em sua avaliação, mecanismos adequados de autocontenção e criticou decisões monocráticas. “Não é possível que um ministro tome uma decisão monocrática e pare quase 600 parlamentares eleitos”.

Segundo ele, o Congresso tem sido o principal afetado por esse cenário. “A chave do Senado foi entregue ao Supremo e ninguém foi lá buscar até hoje”, afirmou.

Na mesma agenda, o senador entregou ao STF o relatório final da CPI do INSS, que será encaminhado a investigações em andamento e analisado por autoridades como a Polícia Federal.

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Polícia

PM realiza simulado com tiros e explosões em Natal nesta quinta (16) à noite; veja interdições

Foto: Divulgação/PMRN

A Polícia Militar realiza, na noite desta quinta-feira (16), um simulado de grande escala em Natal, com foco no enfrentamento a crimes violentos e situações de “domínio de cidades”.

A atividade acontece na Av. Prudente de Morais, nas imediações da agência do Banco do Brasil, no bairro Lagoa Seca. O treinamento tem início previsto para 23h, com intensificação das simulações a partir das 23h50.

Durante o exercício, estão previstas encenações de assalto a banco, com uso de tiros de festim e explosões controladas, além da montagem de bloqueios e barreiras policiais em vias da região.

Ao todo, participam da operação 59 aspirantes da Academia de Polícia Militar (APM), além de viaturas e figurantes. O simulado marca o encerramento do curso de formação da Academia de Polícia Militar.

Interdições e orientações no trânsito

A PM informou que haverá isolamento de áreas e interdição de vias no entorno da operação durante a realização do simulado. Equipes estarão no local para orientar motoristas e pedestres. A recomendação é que a população evite a área durante o período da ação e siga as instruções dos agentes de segurança.

A corporação também reforça que os ruídos de tiros e explosões fazem parte do treinamento e não representam situação real de risco. Em caso de dúvidas, a orientação é acionar o telefone 190.

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Política

VÍDEO: Ramagem reencontra a família após ser solto nos EUA

Imagens: Reprodução/Instagram/Alexandre Ramagem

Um vídeo divulgado nesta quarta-feira (15) mostra o reencontro do ex-deputado federal Alexandre Ramagem com a esposa e as filhas após ser solto pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE), nos Estados Unidos.

Ramagem havia sido detido na Flórida e foi liberado dois dias depois da prisão. As imagens foram publicadas nas redes sociais da esposa, Rebeca Ramagem, e registram o momento em que ele chega em casa e é recebido pela família.

O ex-diretor da Abin estava preso no sistema penitenciário de Orange County, no estado da Flórida.

Ramagem é citado em investigações no Brasil e teve condenação relacionada à tentativa de golpe de Estado pelo STF. Após o processo, deixou o país e passou a viver nos Estados Unidos.

O pedido de extradição do ex-deputado foi encaminhado pelo Ministério da Justiça ao governo norte-americano no fim de dezembro de 2025.

Opinião dos leitores

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Política

FHC é interditado pela Justiça de SP após pedido dos filhos

Foto: Reprodução

O Tribunal de Justiça de SP decidiu, nesta quarta-feira (15), interditar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), de 94 anos, após pedido feito pelos filhos. A informação foi confirmada pela Fundação FHC e divulgada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Segundo a decisão, o pedido leva em consideração o quadro de saúde do ex-presidente, que apresenta condição compatível com doença neurodegenerativa em estágio avançado. Com a medida, a Justiça nomeou um curador provisório para a gestão de questões patrimoniais de FHC. A função ficará sob responsabilidade de um dos filhos.

A decisão também indica que a medida teve concordância da família e segue os trâmites legais previstos para casos de interdição. FHC já não participava da administração de decisões financeiras nem da rotina cotidiana e vinha recebendo acompanhamento médico contínuo.

O processo ainda prevê a atualização de informações sobre o estado de saúde e autonomia do ex-presidente.

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Economia

Governo Lula piora projeção da dívida pública e prevê pico de 87,8% do PIB até 2029

Foto: Reprodução

A equipe econômica do governo Lula revisou para pior a projeção da dívida pública brasileira até 2035. A nova proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) indica que a dívida bruta deve atingir 87,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2029, acima da estimativa anterior, que previa 84,2% em 2028.

Desde o início do atual governo, a relação dívida/PIB subiu de 71,7% para 79,2%, segundo dados do Banco Central. No mesmo período, a dívida bruta aumentou R$ 2,95 trilhões.

De acordo com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, o avanço da dívida é influenciado principalmente pelo aumento dos juros, além do crescimento dos gastos públicos e dos déficits nas contas do governo. Nos últimos 12 meses até fevereiro, o país gastou cerca de R$ 1,037 trilhão com juros da dívida.

A mudança nas regras de pagamento de precatórios também afetou as projeções. A proposta do governo prevê retirar R$ 347 bilhões dessas despesas do cálculo da meta fiscal até 2035, o que facilita o cumprimento dos objetivos estabelecidos.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta um cenário ainda mais elevado para a dívida brasileira, estimando que ela pode chegar a 106,5% do PIB em 2031, em metodologia diferente da utilizada pelo governo.

Em nota, o Ministério da Fazenda afirmou que mantém compromisso com a estabilidade fiscal e com a redução da trajetória da dívida ao longo do tempo.

Opinião dos leitores

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Judiciário

Gilmar Mendes aciona PGR contra Alessandro Vieira após CPI e pede investigação por abuso de autoridade

Foto: Andressa Anholete/SCO/STF

O ministro Gilmar Mendes, do STF, acionou nesta quarta-feira (15) a Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) seja investigado por suposto abuso de autoridade. A medida ocorre após o parlamentar incluir o nome do magistrado em um pedido de indiciamento no relatório final da CPI do Crime Organizado.

A solicitação de Vieira acabou sendo rejeitada pela comissão por seis votos a quatro.

Na representação enviada à PGR, Gilmar Mendes afirma que houve “desvio de finalidade” por parte do senador ao elaborar o relatório e sustenta que a conduta pode se enquadrar em dispositivos da Lei de Abuso de Autoridade (Lei nº 13.869/2019).

Segundo o ministro, o documento apresentado pelo relator utilizou argumentos que não se sustentam juridicamente e extrapolam o escopo da investigação da CPI.

Na manifestação, Gilmar classificou o texto como um “juvenil jogo de palavras” ao tratar de crimes de responsabilidade e questionou a competência da comissão para propor indiciamentos nesse contexto. E afirmou que o conteúdo não apresenta base concreta e não possui relação direta com os fatos originalmente investigados pela CPI.

Possível impacto político

O caso pode ter desdobramentos eleitorais. Uma eventual condenação por abuso de autoridade pode tornar Alessandro Vieira inelegível, o que afetaria sua tentativa de reeleição.

Em sessão recente do STF, o ministro criticou a inclusão de seu nome no relatório e fez referência a “colegas milicianos” ao comentar a atuação do senador. Gilmar afirmou que a situação representa um “grave quadro institucional” e defendeu a apuração dos fatos.

Rejeição do relatório

O relatório final da CPI do Crime Organizado foi rejeitado após mudanças na composição da comissão. Parlamentares contrários ao documento passaram a integrar o colegiado, alterando o resultado da votação.

O texto previa o indiciamento de ministros do STF, como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Com a nova configuração, o parecer foi derrotado por 6 votos a 4.

Opinião dos leitores

  1. Boca de sapo, deve tá dizendo, não mexa com gente maior que você que nossa quadrilha é grande, ou seja eles tem o direito e dever de roubar a vontade. Estamos acabados com essa quadrilha asquerosa.

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Política

Lula critica fim do imposto sindical e diz que medida “asfixiou” movimento no país

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula criticou nesta quarta-feira (15) o fim da obrigatoriedade do imposto sindical e afirmou que a medida “asfixiou” o movimento sindical no país. A declaração foi dada durante reunião com representantes de centrais sindicais no Palácio do Planalto.

Segundo o presidente, a retirada da contribuição obrigatória, prevista na Reforma Trabalhista de 2017, comprometeu a capacidade de organização das entidades. Lula comparou o impacto da medida a uma estratégia de enfraquecimento semelhante à usada no combate ao crime organizado.

Durante o encontro, o presidente afirmou que o fim do imposto sindical teve como objetivo enfraquecer financeiramente as entidades. “Eles fizeram com vocês o que nós queremos fazer com o crime organizado: asfixiar. Tiraram o dinheiro e impediram a organização”, disse.

Lula também criticou o fato de outros setores manterem fontes de financiamento, citando o Sistema S como exemplo. A reunião contou com a participação de centrais sindicais, que entregaram ao governo o documento intitulado “Pauta da Classe Trabalhadora”, com propostas para o período de 2026 a 2030.

Entre os principais pontos apresentados estão:

  • regulação do trabalho por aplicativos
  • fim da jornada 6×1
  • combate ao assédio moral e sexual no trabalho
  • enfrentamento à pejotização
  • revisão da reforma trabalhista
  • criação de políticas para trabalhadores informais
  • reorganização do modelo sindical

Debate sobre mudanças na legislação

A contribuição sindical obrigatória foi extinta durante o governo do ex-presidente Michel Temer, tornando o pagamento facultativo e condicionado à autorização do trabalhador.

A discussão sobre possíveis mudanças nas regras trabalhistas e no financiamento sindical segue em debate dentro do governo federal e entre representantes do setor produtivo e dos trabalhadores.

Opinião dos leitores

  1. Safado esse LULADRÃO, tirou a boquinha dos seus companheiros. Só lembro de um desses dirigentes do sindicado, depois de desaparecer com 300 mil reais e ser questionado sobre o dinheiro, ele justificou que os gastos tinha sido com “outros” . E o que é “outros”, perguntei, ele respondeu ” outros é outros” LADRÕES.

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Política

Ramagem deixa detenção nos EUA após prisão, e caso avança com pedido de extradição

Foto: Reprodução

O deputado federal cassado Alexandre Ramagem (PL) deixou o centro de detenção do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE), em Orlando, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (15). A informação foi confirmada pelo portal Metrópoles.

Ramagem havia sido preso na última segunda-feira (13), também em Orlando, por questões migratórias. Ele perdeu o passaporte diplomático após ter o mandato cassado pelo Congresso Nacional, em dezembro de 2025.

O ex-parlamentar está nos Estados Unidos desde setembro de 2025, após deixar o Brasil durante o julgamento no STF que resultou na sua condenação a 16 anos de prisão por envolvimento na chamada trama golpista.

Em 30 de dezembro de 2025, o Ministério da Justiça formalizou o pedido de extradição junto à Embaixada do Brasil em Washington, que encaminhou a documentação ao Departamento de Estado dos EUA.

Delegado da Polícia Federal, Ramagem comandou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) entre 2019 e 2022, durante o governo Jair Bolsonaro. Eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2022, também disputou a Prefeitura do Rio em 2024, ficando em segundo lugar. Em dezembro de 2025, teve o mandato cassado após condenação no Supremo.

Opinião dos leitores

  1. O cara tem um pedido de asilo político em andamento, não vai ser extraditado, a esquerda vai ficar no sonho. Afinal, qual foi o crime que ele cometeu? Flávio Bolsonaro já começou ter “problemas”. Será o bis de 2022?

  2. Mais um perseguido por autoridade brasileiras. Não matou, não roubou e foi condenado por ser de Direita. Que Deus o proteja.

    1. Se não tivesse feito nada de errado não taria nessa situação, ou vc acha que Deus não protege os inocentes?

    2. Eu, vá se tratar! Procure um psiquiatra urgente! Nao demore!!

    3. Euzinho, o que você diz dessa situação? O indivíduo é golpista? ➡️Morador de rua está preso há um ano por 8/1, e PGR pede soltura
      Jeferson Franca da Costa Figueiredo é morador de rua e foi ao QG do Exército em busca de abrigo e comida.

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Economia

VÍDEO: Inadimplência avança, pressiona consumo e pode frear o PIB, alerta pesquisador da FGV

Imagens: Reprodução/CNN

O avanço da inadimplência no Brasil já começa a acender alerta sobre os impactos diretos na economia. Segundo o pesquisador João Mário de França, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), o nível de endividamento das famílias compromete cerca de um terço da renda média e tende a afetar o consumo e o crescimento do país.

Em entrevista ao CNN Money nesta quarta-feira (15), o especialista afirmou que o consumo é o principal motor do PIB brasileiro e que o aumento das dívidas pode desacelerar a atividade econômica. “Esse endividamento, essa inadimplência, rapidamente vai bater no consumo, e isso vai impactar o ritmo da economia”, disse.

De acordo com o pesquisador, dois fatores têm peso direto na situação atual: os juros elevados e a inflação, que continua pressionando o poder de compra das famílias. Ele destaca que, apesar da taxa básica de juros (Selic) servir como referência, a realidade do consumidor é mais dura, especialmente nas linhas de crédito mais caras. “As famílias estão muito expostas a modalidades como o crédito rotativo do cartão, que pode ultrapassar 400% ao ano”, afirmou.

Além disso, a inflação segue em patamar elevado, girando entre 4% e 4,5% ao ano, com destaque para o aumento dos preços dos alimentos, que impacta diretamente o orçamento doméstico.

Medidas do governo são vistas como paliativas

Sobre as iniciativas do governo para reduzir o endividamento — como o uso do FGTS para quitar dívidas — o pesquisador avalia que as ações têm efeito limitado. “São medidas emergenciais, de curto prazo, mas não resolvem o problema estrutural das famílias”, explicou.

Segundo ele, o cenário atual cria um efeito “bola de neve”, em que consumidores recorrem a crédito cada vez mais caro, agravando o nível de endividamento. Para enfrentar o problema, o especialista defende medidas estruturais, como o ajuste das contas públicas — que pode contribuir para a redução dos juros — além de maior educação financeira da população.

A avaliação é de que, sem mudanças mais profundas, o avanço da inadimplência deve continuar pressionando o consumo e impactando diretamente o desempenho da economia brasileira.

Opinião dos leitores

  1. Eu acho é pouco,façam um L novamente para terminar de arrombar tudo.Foi avisado que iria acontecer tudo isso

  2. Kkkkkkkkkkk,eu acho é pouco,façam um L novamente para terminar de arrombar tudo.Foi avisado que iria acontecer tudo isso

  3. OUTUBRO VEM AÍ, VAMOS APERTAR O 13 COM BASTANTE FORÇA, PRA MAQUININHA NÃO TER DÚVIDAS.

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