Com o enredo “Simplesmente Elis – A fábula de uma voz na transversal do tempo”, em homenagem à cantora Elis Regina, a escola de samba Vai-Vai foi eleita campeã do Carnaval 2015 em São Paulo. O resultado foi revelado durante apuração das notas dos desfiles, realizada nesta terça-feira (17), no sambódromo do Anhembi.
A apuração foi acirrada e decidida no último quesito. Vai-Vai e Mocidade Alegre estavam empatadas até a leitura das notas de evolução. A campeã terminou com 269,9 pontos, três décimos à frente da Mocidade – campeã dos últimos três anos –, que ficou com 269,6 .”Eu quero agradecer à minha comunidade. E em primeiro lugar, agradeço a meu pai Ogum, meu pai guerreiro. Ele virou o jogo! Obrigado, Elis. Obrigado aos filhos da Elis”, disse emocionado o presidente da escola, Darly Silva, o Neguitão.
A Vai-Vai foi a penúltima escola a desfilar na madrugada de domingo, entrando no Anhembi às 5h07. Mesmo rivalizando com a Gaviões da Fiel, escola com grande torcida, a Vai-Vai foi a agremiação que mais levantou o público no segundo dia de desfiles, desde a concentração, onde o samba – que trazia trecho da canção “Maria Maria”, de Milton Nascimento – já era cantado com força. Passistas entravam na avenida emocionados, chorando, e os espectadores participaram ativamente, acenando bandeiras, cantando e usando máscaras com o rosto da homenageada.
“A música venceu. Essa homenagem a Elis, um dos maiores ícones do século XX, é uma vitória da Vai-Vai, é uma vitória da música. É muito mais difícil assistir a uma apuração do que entrar no Carnegie Hall. Sofri como um condenado, mas viva a Vai-Vai”, disse o maestro João Carlos Martins, que já foi tema da escola e acompanhou a apuração no sambódromo com outros integrantes.
A cantora Maria Rita, filha de Elis e um dos destaques do desfile, escreveu no Twitter durante a apuração e brincou com o fato de ter se sentido mal ao final do desfile da Vai-Vai. “Estou tremendo. Chama o Samu de novo faz favor”, escreveu durante a leitura das notas. Ao final da apuração, ela publicou apenas: “Não estou acreditando”.
A presidente da escola vice-campeã, Solange Bichara, parabenizou a Vai-Vai e se disse orgulhosa da Mocidade: “Ganhar ou perder faz parte do jogo. Agora é começar a trabalhar pelo próximo. Agora é analisar os nossos erros e trabalhar para que não aconteçam mais. Me sinto orgulhosa de minha escola. De ter apostado até o final. E vai vai também é um grande enredo, gente. Parabéns, sucesso, faz parte. Daqui a pouco eu estou lá no Bexiga tomando uma cerveja”.
As escolas Tom Maior e Mancha Verde foram rebaixadas por terminarem nas duas últimas colocações. Acadêmicos do Tatuapé, que começou a apuração com desconto de 1,1 ponto por punição em função de atraso, conseguiu permanecer no Grupo Especial.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra o Irã e fez uma ameaça direta neste sábado (21): destruir usinas de energia do país caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto em até 48 horas. A declaração foi publicada na rede Truth Social e intensifica ainda mais o clima de tensão no Oriente Médio.
O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas energéticas do planeta, por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo mundial. O bloqueio da região, promovido pelo Irã após ataques dos EUA e de Israel, já provoca preocupação global com impactos diretos nos preços dos combustíveis e na economia internacional.
Na prática, o estreito é vital para o escoamento da produção de países como Arábia Saudita, Iraque, Kuwait e Emirados Árabes Unidos. Com a rota comprometida, o risco de desabastecimento e alta generalizada nos preços ganha força — inclusive no Brasil, que já sente reflexos da crise no diesel e na gasolina.
O cenário se agrava com a escalada militar. Neste sábado, mísseis iranianos atingiram cidades no sul de Israel, deixando mais de 100 feridos. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reagiu afirmando que o país seguirá atacando seus inimigos “em todas as frentes”.
Com ameaças diretas entre potências e ataques em andamento, o conflito entra em um novo patamar e amplia o risco de uma crise internacional de grandes proporções, com efeitos imediatos na segurança global e no bolso da população.
O Partido Liberal protagonizou, neste sábado (21), um dos maiores eventos políticos já registrados no Rio Grande do Norte. Com o Boulevard completamente lotado, o ato de filiação reuniu mais de 8 mil pessoas (dentro e fora do espaço) e consolidou a força do grupo político liderado no estado pelo senador Rogério Marinho.
Além de marcar um grande ato de filiação, o evento também apresentou ao RN a chapa com os pré-candidatos da majoritária. Álvaro Dias e Babá Pereira, como pré-candidatos a governador e vice; Hélio Oliveira e Styvenson Valentim como senadores; e Flávio Bolsonaro, para presidência da República.
A mobilização impressionou não apenas pelo público, mas pela presença de grandes nomes da política nacional e estadual. Estiveram presentes o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, senador Efraim Moraes Filho, deputado federal Sóstenes Cavalcante, líder da oposição na Câmara, além de ex-ministros do Governo Bolsonaro.
Presença muito forte também de prefeitos de diversas regiões do estado, deputados e lideranças políticas, que reforçam o crescimento da sigla e do grupo político no RN.
O clima foi de entusiasmo e união. Mais do que um ato partidário, o encontro funcionou como uma demonstração de força, articulação e capacidade de mobilização.
O ex-prefeito de Natal e pré-candidato a governador do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, agradeceu a presença e apoio de Flávio Bolsonaro neste sábado (21). Em evento do PL em Parnamirim, ele disse ao pré-candidato à Presidência da República que o pai dele, Jair Bolsonaro foi o melhor presidente do país, e que juntos eles vão “varrer o PT do Governo do Estado e do Governo Federal”.
Durante o discurso, Álvaro Dias destacou que o Rio Grande do Norte encontra-se em um estado dramático e que precisa de mudança. “Vamos juntos ajudar o Rio Grande do Norte e o Brasil”, afirmou ele. “É vencer ou vencer”, complementou.
Em relato a Flávio, Álvaro Dias mencionou a ajuda que teve de Jair Bolsonaro durante a pandemia, quando os dois eram prefeito de Natal e presidente do Brasil, respectivamente. “Que falta ele faz”, disse o ex-chefe do Executivo natalense.
O senador Styvenson Valentim (PSDB) confirmou apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, em evento do PL neste sábado (21), em Parnamirim, na Grande Natal.
“Meu candidato a presidente”, disse Styvenson em discurso. Ele também nominou Álvaro Dias, Babá Pereira, Coronel Hélio, além de outros nomes com quem vai estar ao lado nas eleições de outubro.
“É esse o lado e o espaço que eu escolhi estar”, frisou o senador, que concorrerá à reeleição.
O evento do PL neste sábado ocorre no Boulevard Music Hall, em Parnamirim, para filiação de pré-candidatos no partido.
Em discurso ao lado de Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, o senador Rogério Marinho destacou a importância de fazer maioria de parlamentares no Congresso Nacional que esteja alinhada ao presidente. A declaração foi dada em evento de filiação de pré-candidatos do PL no Rio Grande do Norte, neste sábado (21), em Parnamirim.
“É importante ter maioria no Congresso Nacional para que o futuro presente do país faça as transformações necessárias”, disse Rogério Marinho.
No pronunciamento, Rogério Marinho lembrou que abdicou de um sonho, que era se candidatar ao Governo do Estado, para coordenar a campanha de Flávio, a pedido do pai dele, Jair Bolsonaro.
“No princípio de janeiro, o presidente Bolsonaro me mandou uma mensagem me pedindo que abandonasse esse sonho. E um pedido de Bolsonaro é uma provocação”, afirmou Rogério Marinho.
Ele concluiu dizendo que vai trabalhar para Flávio Bolsonaro seguir adiante o legado do pai.
Coronel Hélio foi confirmado como pré-candidato do PL ao Senado, em ato que conta com a presença do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro. O evento ocorre em Parnamirim, na Grande Natal.
O outro senador apoiado pelo partido, Styvenson Valentim (PSDB) também compareceu ao evento. Ao lado dele e dos pré-candidatos a governador, Álvaro Dias, e a vice-governador, Babá Pereira, ele disse em time montado para mudar o Rio Grande do Norte.
O ato deste sábado marca a visita do pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, ao estado filiação de pré-candidatos do PL no Rio Grande do Norte. Ainda com agenda no Nordeste, Flávio Bolsonaro estará, neste domingo, em João Pessoa.
O América-RN conquistou o título do Campeonato Potiguar 2026 após uma final emocionante contra o ABC, decidida nas cobranças de pênaltis, neste sábado (21), na Arena das Dunas, em Natal.
No tempo regulamentar, o clássico — conhecido como “Clássico Rei” — terminou empatado em 1 a 1. O ABC abriu o placar com Wallyson, enquanto o América buscou a igualdade com Cassiano, levando a disputa para as penalidades.
Nas cobranças, o grande destaque foi o goleiro Renan Bragança. Seguro e decisivo, ele defendeu duas batidas e garantiu a vantagem para o time alvirrubro. Com mais eficiência nas finalizações, o América confirmou a vitória nos pênaltis e assegurou mais um título estadual.
A primeira liderança política a discursar no ato de filiação de pré-candidatos ao PL, em Parnamirim, neste sábado (21), foi o presidente nacional da sigla. Valdemar Costa Neto saudou os correligionários e agradeceu a presença dos apoiadores. Em breve pronunciamento, ele falou em ganhar as eleições de outubro em escala local e nacional.
“Não vamos ganhar a eleição apenas para presidente, mas também para o Governo do Estado”, disse Valdemar da Costa Neto.
O evento conta com o senador e pré-candidato do PL a presidente da República, Flávio Bolsonaro. Para o Governo do Estado, o pré-candidato do partido é o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias.
Um contador está preso há mais de uma semana no Rio de Janeiro sob suspeita de participação no vazamento de dados fiscais de familiares do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, diz a Folha. A prisão tramita sob sigilo.
A detenção foi determinada pelo próprio Moraes no inquérito que apura acessos irregulares a informações da Receita Federal envolvendo magistrados e parentes. Segundo a investigação, o suspeito admitiu ter obtido os dados de forma ilegal.
De acordo com a Folha, o contador afirmou à Polícia Federal que atuou como intermediário entre um interessado nos dados e alguém que dizia ter acesso às informações sigilosas. Os nomes citados permanecem sob sigilo.
A defesa afirma que ainda não teve acesso à decisão que decretou a prisão nem a outros documentos do processo.
O advogado Eric Cwajgenbaum criticou a falta de resposta aos pedidos feitos ao gabinete do ministro.
Até onde se tem notícia, o caso é o primeiro com prisão no âmbito da investigação sobre o vazamento de dados de integrantes do STF. Até então, as medidas incluíam buscas e uso de tornozeleira eletrônica.
Entre os dados acessados ilegalmente estão informações fiscais da advogada Viviane de Moraes, esposa do ministro.
A investigação começou após determinação de Moraes para que a Receita rastreasse possíveis quebras de sigilo envolvendo cerca de cem pessoas.
Em janeiro, Moraes abriu de ofício uma investigação para saber se a Receita Federal e o Controle de Atividades Financeiras (Coaf) quebraram de forma irregular o sigilo fiscal de integrantes do Tribunal. Essa investigação é um anexo do inquérito das fake news.
Disputas internas entre aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva têm dificultado a definição de palanques estaduais para a eleição de 2026. Ao menos quatro Estados registram conflitos políticos que ameaçam a unidade da base governista.
No Maranhão, o cenário é considerado o mais delicado. O embate envolve o governador Carlos Brandão e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, que comandou o estado entre 2015 e 2022.
Apesar de terem sido aliados — Brandão foi vice nos mandatos de Dino —, a relação se rompeu e evoluiu para um confronto político e institucional. O desgaste aumentou após decisões de Dino no STF que suspenderam processos de indicação para o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), incluindo o nome apoiado pelo atual governador.
A crise também impacta os planos eleitorais locais. Brandão cogitava disputar o Senado, mas, para isso, teria que deixar o cargo e transferir o governo ao vice Felipe Camarão, hoje alinhado ao grupo de Dino — e visto como adversário.
Nesse contexto, o governador aposta na candidatura do sobrinho, Orleans Brandão, que lançou pré-candidatura ao governo com apoio expressivo de prefeitos no estado.
Outros Estados com impasses
Além do Maranhão, outros cenários também desafiam a articulação política do presidente:
Distrito Federal: disputa entre Leandro Grass (PT) e Ricardo Cappelli (PSB) pela liderança do campo de centro-esquerda;
Pernambuco: o prefeito João Campos busca apoio exclusivo de Lula, enquanto a governadora Raquel Lyra tenta garantir neutralidade do presidente;
Rio Grande do Sul: Juliana Brizola (PDT) e Edegar Pretto (PT) disputam protagonismo na corrida estadual.
Os conflitos evidenciam a dificuldade de construir alianças amplas em nível regional, mesmo entre partidos que compõem a base do governo federal. A definição dos palanques será decisiva para a estratégia de reeleição de Lula, exigindo negociações delicadas para evitar divisões que possam enfraquecer o projeto político nacional.
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