O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a criticar a Lava Jato, desta vez em relação à duração das prisões determinadas pelo juiz Sergio Moro, que coordena a operação na primeira instância, em Curitiba.
“Temos um encontro marcado com as alongadas prisões que se determinam em Curitiba. Temos que nos posicionar sobre esse tema, que conflita com a jurisprudência que construímos ao longo desses anos”, disse Gilmar logo após o primeiro julgamento de processos da Lava Jato após o sorteio que definiu o ministro Edson Fachin como relator da operação no STF.
Na sua estreia no cargo, Fachin votou por negar um recurso apresentado pela defesa do ex-assessor do PP João Cláudio Genu, condenado a oito anos e oito meses de prisão por corrupção e associação criminosa. O julgamento foi feito na Segunda Turma do STF, colegiado que reúne, além de Fachin, os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Gilmar Mendes. Por unanimidade, o recurso de Genu foi rejeitado pela turma.
“Excessos”
Mendes tem sido um crítico recorrente da Lava Jato. Em dezembro do ano passado, por exemplo, ele apontou os “excessos” da operação e pediu limites para as prisões preventivas. “Acho que deveríamos ter colocado limites nessas prisões preventivas que não terminam. Precisamos realmente mostrar que há limites para determinados modelos que estão se desenhando’, disse.
Em novembro, entrou em confronto com Moro na discussão sobre o foro privilegiado. “Para todo problema complexo, uma solução simples é geralmente errada”, afirmou Mendes ao comentar sugestão do juiz de Curitiba de que apenas os presidentes dos Três Poderes tivesse direito a ser julgado no STF.
Antes, em outubro, disse, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que juízes e procuradores que atacavam a proposta de lei que pune abuso de autoridades “imaginam que devam ter licença para cometer abusos”. Para ele, o combate à corrupção e a Operação Lava Jato estão sendo usados “oportunisticamente” para a defesa de privilégios do Judiciário, do Ministério Público e de outras corporações.
Ele ressaltou na mesma entrevista que a Lava Jato é um marco no combate à corrupção, mas nem por isso “práticas ou decisões do juiz Moro e dos procuradores” devem ser canonizadas.
(Com Estadão Conteúdo)
Está parecendo que Gilmar Mendes têm rabo preso, algo que possa compromete-lo. Sempre aparece com críticas! Cada um deve receber o seu justo quinhão! Mas o futuro da Lava Jato irá revelar boa parte das maçãs estragadas, pena que possivelmente, alguns escaparão!
LADRÃO QUE ROUBA DINHEIRO PÚBLICO, DEVERIA TER PRISÃO PERPÉTUA, PRINCIPALMENTE SE FOR AGENTE PÚBLICO. ACORDA BRASI!
Este é farinha do mesmo saco dos políticos. Já devia ter saído do STF e voltado ao PT. Vergonha.
Para quem concedeu habeas corpus para médico estuprador condenado a 278 anos de cadeia, por violentar 37 mulheres e abusar sexualmente de outras tanta, não se pode estranhar muito.
E quem também não conhece o "Habeas Corpus Canguru" da dupla Dantas-Gilmar na fulgurante “Operação Satiagraha”, do delegado Protógenes Queiroz?
Alguém sabe como o ministro do STF livrou o dono do Opportunity das acusações da Operação Satiagraha em menos de 24 horas?
Quais são as prisões alongadas que incomodam o juiz? não vi essa preocupação quando os presos eram todos do PT, será a prisão alongada de Eduardo Cunha que o deixa incomodado?
Esse BANDIDOS LADRÕES DO DINHEIRO PÚBLICO DEVERIAM SEREM CONDENADOS À PRISÃO PERPÉTUA , Mas ele sempre aprece para DEFENDER LADRÕES DE COLARINHO BRANCO!
Os mais nefastos e impiedosos ladrões do dinheiro público, que faz falta nas escolas, nos hospitais etc etc devem ficar por pouquíssimo tempo na prisão. Dessa forma, Sr Gilmar Mendes, compensa roubar o povo assim compensa ser juiz corrupto para ser agraciado com aposentadoria compulsória, quando pegos com a mão na botija.
Sempre ele Gilmar Mendes fazendo a velha e tal surrada multi política partidária do bem em prol daqueles que usurparam e nos roubaram descaradamente e agora presos com base na lei e dentro dos preceitos legais, o tempo de prisão é pouco para todos malversadores do erário publico. Criticar a Lava Jato faz parte no processo desde que o critico seja um cidadão comum ou um advogado de defesa, mas sendo o critico um ministro da corte mor e contumaz fazedor de politica partidária pegar muito mal e deixa muitas entrelinhas no ar. Outra coisa, e a visita fora de hora feita ao presidente Temer foi mesmo para tratar de quê?
ôoooo cabra besta. Quando a gente está se esquecendo dele, ele fala uma besteira e volta tudo. Alguém arrume uma melancia para esse rapaz. Pelo amor de Deus….
Quem era pra está preso esse corrupto de toga gilmar mendes.