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Adolescente é estuprada na Grande Natal quando ia visitar a mãe

Por interino

Uma jovem de 16 anos foi estuprada no município de São José de Mipibu, na Grande Natal, em pleno feriado de Corpus Christi. O caso foi registrado na Polícia Civil nesta sexta-feira (26). O suspeito já foi identificado, está foragido e é procurado pelos policias. Todos detalhes em reportagem do Portal No Ar clicando AQUI

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EUA ainda usam disquetes em sistemas de armas nucleares

1051903As disquetes de 8 polegadas, que remontam aos primórdios dos sistemas informáticos, ainda fazem parte do quotidiano das forças nucleares norte-americanas DR

Por interino

Em 2016, as disquetes de 8 polegadas, que remontam aos primórdios dos sistemas informáticos, ainda fazem parte do quotidiano dos serviços de defesa nuclear dos Estados Unidos da América.

Um relatório do Government Accountability Office (GAO), um organismo equivalente ao Tribunal de Contas, revela que ainda utilizam computadores antigos com leitor de disquetes.

“O Departamento de Defesa utiliza disquetes de 8 polegadas no sistema que controla as funções operacionais das forças nucleares nacionais”, como “os mísseis intercontinentais, os bombardeiros nucleares e os aviões de reabastecimento aéreo”, descreve o relatório.

As disquetes são utilizadas em computadores IBM series/1, datados dos anos 1970, precisa o relatório, que se debruça sobre o estado dos sistemas informáticos na administração federal norte-americana.

Em declarações à AFP, uma porta-voz do Pentágono, afirmou que este sistema “ainda se mantém em uso porque, em suma, ainda funciona”. O Departamento de Defesa já reagiu ao relatório, assegurando que previa “actualizar os seus sistemas de armazenamento de dados e computadores até ao final de 2017”, bem como substituir todo o sistema informático até 2020.

O relatório indica ainda que os custos operacionais e de manutenção destes sistemas ultrapassados representam mais de 75% das despesas de informática e redes na administração federal, num total anual de aproximadamente de 54 mil milhões de euros. Um valor três vezes maior do que aquele que é gasto no investimento em sistemas informáticos modernos.

O GAO destaca ainda outros exemplos de ferramentas informáticas ultrapassadas que continuam em uso na administração federal, como é o caso da agência encarregada dos veteranos de guerra, onde ainda se utilizam programas que recorrem à antiga linguagem de programação Cobol.

Público, UOL

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Suspeito de participar de estupro coletivo é jogador de futebol no Rio

Por interino

Apontado como namorado da menor vítima de estupro coletivo no Rio, Lucas Perdomo, 20, é jogador do Boavista, clube da primeira divisão do futebol do Rio. A Polícia Civil cogita pedir à Justiça a prisão dele e de mais três homens suspeitos de envolvimento no estupro.

A polícia tenta identificar outros 29 homens -a menina, em depoimento, disse que ficou cercada por 33 homens armados com fuzis.

Ela disse que foi para a casa do namorado na madrugada de sábado (21), na comunidade da Barão, em Jacarepaguá. A partir daí, afirmou só se lembrar de ter acordando no dia seguinte, domingo, em outra casa.

A investigação teve início após um vídeo da jovem, nua e desacordada, ser postado em redes sociais na terça (24). Na gravação, um grupo de homens, em meio a risadas, toca nas partes íntimas da garota e diz que ela foi violentada por “mais de 30”. Em 2009, a lei 12.015 foi alterada e passou a considerar, além da conjunção carnal, atos libidinosos como crime de estupro.

ADVOGADOS

Perdomo atua no clube desde 2014 como profissional. Com o final do Estadual do Rio, o jogador está de férias. Ele é filho de uma empregada doméstica e de um pastor evangélico, segundo companheiros de clube.

Os advogados do Boavista já acompanham o caso. O contrato de Lucas termina no final do ano. Caso seja comprovada a participação do atleta no estupro coletivo, o Boavista vai rescindir o contrato.

Lucas estreou no time profissional em 2014 na Copa do Brasil. Neste período, ele marcou quatro gols pelo Boavista. O rapaz ainda não tem advogado constituído.

Folha Press

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FOTO: Homem é assassinado a tiros dentro de carro de frete em Natal

13323357_957005667754238_3269264175923049049_oFoto: Divulgação PM, via 190 RN

Por interino

Um crime de homicídio foi registrado na manhã desta sexta-feira (27) no bairro de Felipe Camarão, na zona Oeste de Natal. Um homem ainda não identificado foi executado a tiros na Rua Manoel Machado, dentro do seu veículo.

Segundo a PM ao 190rn, a vítima estava dirigindo seu veículo de frete quando foi surpreendido por dois homens que se aproximaram e efetuaram os vários disparos de arma de fogo. O motorista morreu antes mesmo do socorro médico. Os criminosos fugiram com destino ignorado. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Com informações do 190 RN

http://190rn.com/natal/2016/05/motorista-e-assassinado-em-felipe-camarao/

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Pedro Corrêa cita Henrique Alves e outros peemedebistas em reuniões para tratar de propinas, diz ‘Veja’

Em depoimentos cujo objetivo é negociar um acordo de delação premiada, o ex-deputado Pedro Corrêa citou reuniões com deputados e senadores do PMDB para a partilha de propinas do esquema de corrupção na Petrobras. A revista “Veja” teve acesso ao conteúdo dos depoimentos e traz detalhes na edição deste final de semana.

Em 2004, o PP se recusava a votar projetos de interesse do governo, o que mudou com a indicação, feita pelo partido, de Paulo Roberto Costa para a Diretoria de Abastecimento da estatal. Mas, depois, o PMDB passou a pleitear parte da propina. Pedro Corrêa, que foi condenado no processo do mensalão, disse ter se reunidos com peemedebistas para “buscar o melhor entendimento na arrecadação”. Segundo a revista, o ex-parlamentar disse ter se reunido com o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o deputado Aníbal Gomes (CE), em um escritório de advocacia de Brasília. Fez o mesmo com Eduardo Cunha (RJ), agora presidente afastado da Câmara, e o senador Romero Jucá.

CONFIRA TAMBÉM: Pedro Corrêa faz relato contundente de envolvimento de Lula no petrolão, destaca revista

De acordo com a revista, os negócios começaram a fluir em 2006. A reportagem cita uma reunião, no período da campanha daquele ano, que contou com a participação de Paulo Roberto Costa e do diretor da área de Internacional, Nestor Cerveró, além dos senadores Renan Calheiros, Romero Jucá, Jarder Barbalho, do então deputado Henrique Eduardo Alves, hoje ministro do Turismo, e do lobista Jorge Luz. “Veja” descreve que os peemedebistas pediram US$ 18 milhões em propinas para apoiar a manutenção de Costa e Cerveró nas diretorias da Petrobras e teriam recebido US$ 6 milhões.

A delação de Corrêa aguarda homologação do ministro Teori Zavascki, relator dos inquéritos e ações da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal. A negociação é feita há um ano.

Procurados pela revista, os citados negaram ter recebido ou pago propina.

Extra, Globo

http://extra.globo.com/noticias/brasil/pedro-correa-cita-reunioes-com-peemedebistas-para-tratar-de-propinas-diz-veja-19384311.html

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  1. Val Lima disse:

    Rapaz a situação vai ficando insustentável,para os envolvidos na "Lava Jato",que ocupam cargos no GF….

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“Agora vou atrás do ministro da Cultura”, diz Alexandre Frota após encontro com ministro da Educação

Por interino

Depois de ser recebido pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, em uma reunião na quarta (25), o ator Alexandre Frota diz que agora também vai procurar o ministro da Cultura, Marcelo Calero. Frota já havia tentado se encontrar com Calero na quarta, mas a pasta respondeu que não conseguiria espaço na agenda no dia.

“Ele vai ter que me receber porque recebeu a esquerda. Ele recebeu a [produtora] Paula Lavigne em um jantarzinho na casa dele quando ele ainda não tinha assumido. Agora ele tem que abrir a agenda para os artistas e ativistas de direita. Precisa ouvir o nosso lado”, diz o ator.

O encontro de Frota com Mendonça Filho gerou críticas ao ministro e manifestações negativas na internet.

Frota diz que as críticas são resultado de preconceito por ele ser ex-ator pornô. “Eu tenho que respeitar e eles não têm que me respeitar? Eles que estão sendo os intolerantes, os preconceituosos.”

A coluna fez contato com Frota por intermédio de Marcello Reis, fundador do movimento Revoltados Online, que também esteve no encontro. O ator passou então a responder às perguntas da reportagem por meio de gravações de áudio no aplicativo WhatsApp. Ele se recusou a dar a entrevista por telefone.

Frota também encaminhou à coluna um áudio que vai divulgar em sua página no Facebook para explicar o encontro. “Quando eu liguei para o ministro ele ainda era ministro da Cultura e da Educação. Eu queria falar com ele sobre a CPI da Cultura, sobre a Lei Rouanet”, diz ele na gravação. “Entre sábado e quarta ele deixou de ser o ministro da Cultura, então perderia o propósito da minha visita, mas eu achei interessante manter a reunião, porque a doutora Beatriz [Kicis] queria apresentar o projeto escola sem partido”, afirma.

Ele segue: “Depois as pessoas estavam me atacando, achando engraçado… O que eles não aceitam é que eu odeio o PT. Eu fui falar com o ministro que eu não aceito doutrinação ideológica, chega dessa doutrinação marxista, chega de Paulo Freire. Pornografia é o que o Lula fez com o Brasil. Eu só fodi nos filmes, o Lula fodeu o Brasil”.

O ator diz que também que vai procurar outros ministros do governo Michel Temer. Leia abaixo trechos da entrevista à coluna.

Folha – Como você conheceu o ministro? Como foi marcada a reunião?
Alexandre Frota – Eu conhecia ele antes. Ele sempre foi um deputado muito ativo, apesar de ter estudado em uma escola de esquerda. Ele acompanhou quase todas as manifestações que fizemos contra o impeachment. Eu marquei a reunião por telefone, como eu te falei, quando ele ainda era ministro da Educação e da Cultura. Nesse meio-tempo ele passou a ser ministro só da Educação. Achei que fazia sentido eu manter a reunião porque a doutora Beatriz [Kicis, procuradora aposentada que o acompanhou] queria falar sobre doutrinação nas escolas. Aí eu coloquei algumas preocupações relacionadas ao ensino e a doutora Beatriz apresentou o [projeto] escola sem partido. Fomos muito bem recebidos. E basicamente o que falei é que nós gostaríamos de sala de aula sem a doutrina comunista, sem o PT transformando a sala de aula em “showmício”. Eu queria uma escola livre sem partido. Ele ouviu, fez considerações. Ele ainda brincou comigo: “Olha Frota, sou bom de briga também!”.

Você disse no áudio que as pessoas que criticaram seu encontro e fizeram piada faltam com o respeito. Você acha que sofre preconceito por ser ex-ator pornô?
Preconceito eu sofro, bastante. Eu passo por transição na minha vida, deixando cada vez mais a televisão, minha carreira artística e me dedicando a outras coisas que tenho também. Eu passo, sim, por preconceito. O Brasil é um país preconceituoso, um país que anda muito chato, porque tudo é assédio, tudo é racismo, você precisa pensar muito no que você fala porque as pessoas entendem o que elas querem entender. Eu acho que as pessoas faltam com o respeito [comigo], mas, veja bem, elas só se pegam no detalhe. Não tem outro detalhe. Como se isso [ser ator pornô] fosse um crime, né? Não é crime nenhum. Isso foi uma escolha minha, e as pessoas se pegam nisso achando que vão me incomodar ou que vão me tirar do meu caminho. Geralmente são as pessoas de esquerda e que tanto propagam o respeito ao próximo, o não à discriminalização [sic]. Eles pregam isso. Na verdade eles são falsos moralistas, eles pregam o que interessa para eles. Se eu tivesse do lado deles, eles jamais estariam falando sobre isso. Tem 11 anos que eu fiz isso e se eu quisesse esconder eu não teria feito.

Você também afirma que vai procurar outros ministros. Quem pretende procurar e o que pretende dizer? Acha que será recebido?
Como cidadão brasileiro você precisa ser ouvido. Eu podendo e trabalhando para isso, pretendo me encontrar com outros ministros. Assim como vou a Brasília e me encontro com mais diversos deputados e senadores. Nós sempre devemos ter uma agenda e apresentar ideias. Eu não vejo erro em sentar com o ministro da Justiça, por exemplo, e pedir a ele que olhe mais pelas polícias do Brasil, que andam sucateadas. E que imponha um projeto de tolerância zero. Precisa de um ministro da Justiça que venha dizer o porquê veio, de verdade, sem medo, ser agressivo, viril. São ideias. Assim como vou atrás do ministro da Cultura. Ele vai ter que me receber porque recebeu a esquerda. Ele recebeu a [produtora] Paula Lavigne em um jantarzinho na casa dele quando ele ainda não tinha assumido. Agora ele tem que abrir a agenda para os artistas e ativistas de direita. Precisa ouvir o nosso lado.

O que acha do governo Temer até agora?
Se ele deseja realmente ficar ele precisa ter pulso firme. A proposta dele de ter um teto para os gastos do governo é primordial. A outra é ele ser aberto ao diálogo e não cometer erros como esse de dar um término ao MinC [Ministério da Cultura] e depois dar um passo para trás e restabelecer. Precisa acabar com esse aparelhamento nos ministérios. Eu acho que, apesar de pouco tempo, ele está se mostrando um cara coeso nas propostas. Quero acreditar no governo dele. Eu acho que ele errou em algumas coisas relacionadas a escolha de alguns ministros.

Ouviu os áudios de membros do governo Temer sobre uma tentativa de barrar a Operação Lava Jato?
Eu ouvi todos os áudios. Eu acho que todas as pessoas que estão contra a Lava Jato são contra nós, contra o povo, contra as ruas. Todas as pessoas envolvidas, não tem sobrado nenhum. O primeiro foi o [ex-ministro do Planejamento Romero] Jucá. Assim que ouvimos os áudios colocamos uma pressão enorme, falamos com eles, enviamos e-mails e WhatsApp para deputados, pedindo a demissão dele. E o Temer demitiu, claro que não só por causa da nossa pressão, mas se fosse o governo Dilma ela jamais iria tirar um ministro. Acho muito difícil. É inadmissível essa maracutaia para barrar a Lava Jato. Essas pessoas precisam pagar! Cana!

Mônica Bergamo, Folha de SP

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  1. Victor Bulones disse:

    Agora vai Frota vai ficar responsável pela educação sexual de nossas crianças .

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Empresa potiguar é selecionada entre 50 cases brasileiros para apresentar ferramenta de gestão em Orlando/FL – USA

Da esquerda para a direita, diretor da Avance, Daniel Melo com Franklin Kaswiner, Leonardo Paolucci e Thadeu%Por interino

A Avance, empresa potiguar de consultoria em gestão, tecnologia da informação e outsourcing, ganhou reconhecimento no maior evento de Business Intelligence (BI) do planeta, o Qonnections 2016, que aconteceu em Orlando na primeira semana de maio.

O trabalho da empresa norte-rio-grandense foi um dos cinco selecionados entre mais de 50 cases brasileiros de sucesso submetidos ao evento, que acontece anualmente e reúne parceiros da Qlik, fabricante das ferramentas de BI QlikView e QlikSense.

O case de sucesso apresentado para mais de 3000 participantes da conferência mundial foi o da Varejo Mais, empresa de telecomunicação presente em sete estados brasileiros com 28 lojas da franquia Samsung e de acessórios da marca Wow. A organização precisava superar vários desafios, entre eles traçar os perfis individuais de cada agente comercial da empresa, entre vendedores, gerentes e administradores, analisar o comportamento dos consumidores e potenciais clientes, fazer a gestão eficiente do estoque, para atender as demandas dos clientes sem esvaziar ou sobrecarregar os depósitos, além de gerenciar suas margens de lucro, principalmente para oferecer descontos assertivos, em lojas e cidades adequadas, sem perder a rentabilidade das vendas.

Todos os desafios foram vencidos em apenas nove meses com auxílio do software de desenvolvido pela Avance. “Com o QlikSense, criamos um painel de gestão personalizado para atender a Varejo Mais. O programa auxiliou nas tomadas de decisões, identificando padrões de comportamento e sinalizando o melhor caminho para otimizar os resultados”, declarou o diretor da Avance, Daniel Melo.

Segundo ele, o software de gestão torna o acesso aos dados da empresa mais fácil e intuitivo, permitindo cruzamentos de grandes volumes de informações. “O QlickSense atende todos os pré-requisitos do Gartner Group, empresa que dita as tendências de tecnologia”, ressaltou Daniel Melo.

Por entender não somente das partes técnicas das ferramentas de gestão, mas também possuir expertise em negócios, gestão financeira, contábil, comercial e estoque, a Avance conquistou o Qonnections 2016 e, mais importante, fez a Varejo Mais superar seus entraves operacionais de modo que o retorno do investimento no software será alcançado em menos de um ano, bem inferior ao previsto.

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Para equilibrar contas, Petrobras e Eletrobras venderão empresas

Por interino

2013-603217405-2013-603136501-2013040735584.jpg_20130407.jpg_20130408Oferta. Parques eólicos como o de Caetité (BA) poderão ser vendidos pela Eletrobras – Pablo Jacob / Pablo Jacob/5-7-2012

Na corrida para tentar equilibrar as contas, o governo finaliza uma grande oferta de ativos na área de energia. A lista de tudo que será ofertado estará no programa “Crescer”, a ser divulgado pelo Palácio do Planalto nos próximos dias. De acordo com fontes ouvidas pelo GLOBO, serão vendidas subsidiárias de Petrobras e Eletrobras já neste ano e ofertados campos de petróleo em 2017. A estatal do setor elétrico deve se desfazer de ativos como parques eólicos do Nordeste, linhas de transmissão e de sua participação em sete companhias estaduais de distribuição.

Só no caso da goiana Celg, a União pretende arrecadar R$ 1,4 bilhão. O dinheiro chega num momento importante, em que o governo tenta equacionar o rombo fiscal e indicar caminhos de sustentabilidade antes da votação final do impeachment.

—A venda da Celg deve acontecer rápido. A ideia é fazer a desmobilização desse e de outros ativos — explicou o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, que complementou:

— São ativos valiosos e importantes.

Coelho disse que o governo pretende vender não apenas a empresa goiana, mas as companhias de Alagoas, Piauí, Rondônia, Acre, Roraima e Amapá, como previsto pela gestão Dilma Rousseff. Ao todo, a Eletrobras pode se desfazer de mais de 200 Sociedades de Propósito Específico (SPEs), criadas em parceria com o setor privado ou estados. No caso da Celg, por exemplo, a Eletrobras tem 49% da companhia.

No dia 15 de maio, o GLOBO antecipou que o presidente interino, Michel Temer, faria um grande esforço para a venda de ativos estatais, para levantar receitas. A União precisa de caixa para equilibrar as contas públicas, que devem ter rombo de R$ 170,5 bilhões este ano e, sem a aprovação do pacote fiscal, de até R$ 100 bilhões em 2017.

LEILÕES DE PETRÓLEO VOLTAM EM 2017

Todas as decisões sobre venda de ativos na área de energia devem ser tomadas apenas após a resolução do imbróglio envolvendo a não apresentação do balanço de 2014 da Eletrobras. Segundo uma fonte do governo, Temer já teria determinado a troca da diretoria da empresa. As mudanças, entretanto, só serão feitas após a divulgação das contas da estatal nos EUA.

Enquanto isso, o governo fecha a lista do que pode ser vendido, esperando que a melhora do ambiente macroeconômico e setorial eleve o valor dos ativos. No setor elétrico, a ideia é acabar com a lógica anterior, de maior dirigismo e ações pontuais para desenvolver ativos específicos. A busca agora é por uma redução da intervenção governamental e da Eletrobras.

No segmento de óleo e gás, o objetivo é similar. O governo quer avançar com a proposta de desverticalização do setor de gás para dar mais competitividade ao insumo. Hoje, a Petrobras controla toda a cadeia, da extração ao transporte do gás. Por isso, os gasodutos de sua propriedade estão na lista de empreendimentos a serem privatizados.

No setor de petróleo, a ideia é continuar com o plano de venda de ativos da Petrobras — como fatia da BR Distribuidora — e a retomada dos leilões já em 2017, a começar com as áreas contíguas a blocos já concedidos, onde há mais certeza de potencial e, portanto, capacidade de arrecadação.

A expectativa de aprovação do projeto que desobriga a Petrobras de ser a única operadora do pré-sal também deverá colaborar para destravar investimentos da ordem de R$ 300 bilhões no setor de petróleo. O governo Temer considera promover alterações no projeto, que já foi aprovado no Senado.

Na última semana, a cúpula da área energética do governo convidou Luiz Barroso, diretor da consultoria PSR, para assumir a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), responsável pelo planejamento de longo prazo. O ministério deverá convidar, nos próximos dias, consultores e acadêmicos para debater um novo modelo para o setor de energia, com menos intervencionismo.

O Globo

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Pedro Corrêa faz relato contundente de envolvimento de Lula no petrolão, destaca revista

Por interino

alx_pedro-correa_originalPedro Corrêa: ele embolsa propina desde a década de 1970(Vagner Rosario/VEJA)

Entre todos os corruptos presos na Operação Lava-Jato, o ex-deputado Pedro Corrêa é de longe o que mais aproveitou o tempo ocioso para fazer amigos atrás das grades. Político à moda antiga, expoente de uma família rica e tradicional do Nordeste, Corrêa é conhecido pelo jeito bonachão. Conseguiu o impressionante feito de arrancar gargalhadas do sempre sisudo juiz Sergio Moro quando, em uma audiência, se disse um especialista na arte de comprar votos. Falou de maneira tão espontânea que ninguém resistiu. Confessar crimes é algo que o ex-deputado vem fazendo desde que começou a negociar um acordo de delação premiada com a Justiça, há quase um ano. Corrêa foi o primeiro político a se apresentar ao Ministério Público para contar o que sabe em troca de redução de pena. Durante esse tempo, ele prestou centenas de depoimentos. Deu detalhes da primeira vez que embolsou propina por contratos no extinto Inamps, na década de 70, até ser preso e condenado a vinte anos e sete meses de cadeia por envolvimento no petrolão, em 2015. Corrêa admitiu ter recebido dinheiro desviado de quase vinte órgãos do governo. De bancos a ministérios, de estatais a agências reguladoras – um inventário de quase quarenta anos de corrupção.

VEJA teve acesso aos 72 anexos de sua delação, que resultam num calhamaço de 132 páginas. Ali está resumido o relato do médico pernambucano que usou a política para construir fama e fortuna. Com sete mandatos de deputado federal, Corrêa detalha esquemas de corrupção que remontam aos governos militares, à breve gestão de Fernando Collor, passando por Fernando Henrique Cardoso, até chegar ao nirvana – a era petista. Ele aponta como beneficiários de propina senadores, deputados, governadores, ex-governadores, ministros e ex-ministros dos mais variados partidos e até integrantes do Tribunal de Contas da União.

Além de novos personagens, Corrêa revela os métodos. Conta como era discutida a partilha de cargos no governo do ex-­presidente Lula e, com a mesma simplicidade com que confessa ter comprado votos, narra episódios, conversas e combinações sobre pagamentos de propina dentro do Palácio do Planalto. O ex-presidente Lula, segundo ele, gerenciou pessoalmente o esquema de corrupção da Petrobras – da indicação dos diretores corruptos da estatal à divisão do dinheiro desviado entre os políticos e os partidos. Corrêa descreve situações em que Lula tratou com os caciques do PP sobre a farra nos contratos da Diretoria de Abastecimento da Petrobras, comandada por Paulo Roberto Costa, o Paulinho.

Uma das passagens mais emblemáticas, segundo o delator, se deu quando parlamentares do PP se rebelaram contra o avanço do PMDB nos contratos da diretoria de Paulinho. Um grupo foi ao Palácio do Planalto reclamar com Lula da “invasão”. Lula, de acordo com Corrêa, passou uma descompostura nos deputados dizendo que eles “estavam com as burras cheias de dinheiro” e que a diretoria era “muito grande” e tinha de “atender os outros aliados, pois o orçamento” era “muito grande” e a diretoria era “capaz de atender todo mundo”. Os caciques pepistas se conformaram quando Lula garantiu que “a maior parte das comissões seria do PP, dono da indicação do Paulinho”. Se Corrêa estiver dizendo a verdade, é o testemunho mais contundente até aqui sobre a participação direta de Lula no esquema da Petrobras.

Veja

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Sérgio Moro e professor da FGV-RJ divergem sobre delação premiada durante conferência

untitledProfessor diz ser contra a Justiça receber delações de réus presos, mas Moro acredita que elas são necessárias para dar celeridade aos processos (Foto: Divulgação/Polyndia Eventos)

Por interino

A última conferência desta quinta-feira (26) do XII Simpósio Nacional de Direito Constitucional, que ocorre em Curitiba, foi marcada por divergências de pensamentos entre o coordenador de Direito da Faculdade Getúlio Vargas (FGV) no Rio de Janeiro Thiago Bottino e o juiz federal Sérgio Moro. Bottino criticou medidas como as conduções coercitivas e os acordos de colaboração de investigados presos.

Bottino, que falou antes de Moro na conferência, criticou o recurso das conduções coercitivas, que vêm sendo utilizadas com frequências nas fases da Operação Lava Jato. Um dos casos com maior repercussão foi a condução do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Siva para prestar depoimento em São Paulo.

Para Bottino, o ato de tirar a pessoa de casa ou do trabalho mediante força policial a fragiliza e prejudica o direito à não auto incriminação.

“Esse mecanismo decretado de uma forma intencional, ou não, cria uma circunstância em que o exercício do direito ao silêncio, aquela garantia constitucional, se torna mais difícil. É importante perceber que isso acaba desequilibrando os papéis, porque coloca uma das partes, no caso a acusação, em situação de vantagem contra a outra parte. Cria-se um ambiente ruim”, criticou Bottino.

Outro mecanismo usado pela Lava Jato, os acordos de colaboração com investigados presos, também foram alvos de crítica por Bottino. “Esse acordo importa na renúncia a um direito que é o direito de vedação de auto incriminação. Ela tem que voluntariamente abrir mão desse direito, uma decisão consciente e livre”, disse.

No entanto para Bottino, a restrição de liberdade, ainda que temporária, gera um desequilíbrio na relação entre as partes que firmam o acordo. “A pessoa que está presa não está na mesma condição de negociação com a que está solta. Essa situação desequilibra a vontade do sujeito. Como falar de acordo voluntário feito nessas circunstâncias? Sobretudo quando vai ser colocado em liberdade justamente quem colaborou?” questionou.

Ao fim da palestra, Bottino fez referência à gravação divulgada recentemente que mostra o senador Renan Calheiros falando sobre a necessidade de se modificar a lei de delação premiada no mesmo ponto, que é evitar que presos façam acordos. “As razões pela quais essa pessoa defende isso é certamente diferente do que eu defendo, mas não é porque a gente chega à mesma conclusão que eu vou deixar de expressar minha opinião” concluiu.

Moro rebate críticas

Ao assumir o microfone, Moro começou relatando aspectos de casos já julgados da Lava Jato, como a devolução de US$ 98 milhões por parte do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco após um acordo de colaboração. O juiz ressaltou que o acordo foi firmado com Barusco em liberdade.

Sérgio Moro afirmou que as divergências são normais no direito, e que é importante discutir sobres essas questões. “Quando nós escutamos essas questões nós temos que ter em mente que não estamos discutindo conceitos jurídicos abstratos, mas realidades de vida. Precisamos pensar o nosso direito penal e o processo penal de maneira que eles funcionem. Não com objetivo de alcançar condenações criminais, mas naquelas casos em que for provado no devido processo a prática de um crime, tem que existir consequências, e tem que ser proporcional à gravidade do crime”, disse.

O juiz afirmou que acredita que parte do problema é que o processo penal é disfuncional, porque enquanto a população carcerária é imensa, por outro lado o processo é excessivamente leniente com a prática de alguns tipos de crimes, como a corrupção. “Talvez essa leniência seja um dos fatores para chegar ao quadro atual, que é realmente muito preocupante”, disse.

Sobre a divergência das colaborações premiadas, Moro afirmou que respeitava Bottino e que sabe que a preocupação dele é com a voluntariedade dos investigados. No entanto, ressaltou que o processo da forma atual é muito demorado e muitas vezes não funciona. Além disso, segundo o juiz, em casos como grandes esquemas de corrupção, são justamente os criminosos que podem fornecer as informações mais importantes para os investigadores.

Ele lembrou o caso italiano do delator que, após ser preso, delatou o esquema de funcionamento da Cosa Nostra, a máfia italiana, o que levou a um processo com mais de 400 acusados. “Ele foi preso para colaborar? Ou foi preso porque era um mafioso que vivia do crime? Isso foi uma consequência da efetividade da Justiça no curso do processo. Será que nós deveríamos adotar essa proposição de não admitir a colaboração de um criminoso que estiver preso?”, questionou.

Para Moro, é preciso ver a colaboração também como um mecanismo de defesa do investigado. Ele criticou a proposta que tramita na Câmara dos Deputados que quer evitar que presos firme acordos de colaboração. “Eu fico pensando: isso é consistente com o direito da ampla defesa? Não tem que ser analisado dessa perspectiva?”, perguntou Moro.

O juiz afirmou que não duvida das boas intenções de Bottino, mas questionou se as iniciativas de tentar frear os acordos não estão mais ligadas à preocupação com os eventuais delatados do que com a voluntariedade do colaborador. “Eu fico me indagando se não estamos vendo alguns sinais de uma tentativa de retorno ao status quo da impunidade dos poderosos” concluiu Moro.

G1

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Confira os jogos da segunda rodada da Série C

Por interinogrupoa

gbReprodução: Futebol Interior

Comentários (5) enviar comentário
  1. Raul disse:

    Mekinha cuidado com Confiança do ano Passado ele voltou kkkkkkkk

  2. Raul disse:

    cade a copa do Brasil Mekinha !

  3. cabral disse:

    Mecão 2 a 0.

    • LULA NÃO SEI DE NADA, NÃO VI, TÔ POR FORA disse:

      Cabral – Petista e torcedor do meucão…Interna sáporra! kkkkkkkk

  4. Cérebro de Minhoca 🐛🐛🐛🐛 disse:

    Será que alguns deles terão a chance de jogar um dia com o Real Madri ?

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‘Renan, o senhor dos anéis, deve cair’, reage Delcídio

delcidio-e-renanPor interino

O senador cassado Delcídio Amaral (ex-PT/MS) defendeu nesta quinta-feira (26) a saída do presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB/AL). “O Renan, como o Eduardo Cunha (presidente afastado da Câmara), deve sair urgentemente. Ele deve cair. Renan é o senhor dos anéis, faz o que quer, manipula tudo, usurpa”, disse

Delcídio partiu para o ataque e pediu a cabeça do presidente do Congresso depois da divulgação do áudio em que Renan conversa com ‘Vandenbergue’ sobre o processo de cassação do ex-petista.

Os investigadores suspeitam que o interlocutor de Renan é Vandenbergue Sobreira Machado, que é da diretoria de Assessoria Legislativa da CBF, foi chefe de gabinete do ex-ministro Marco Maciel (Educação/Governo Sarney) e é muito ligado ao PMDB e ao senador.

No diálogo, Renan diz a Vandenbergue que Delcídio “tem que fazer… Fazer uma carta, submeter a várias pessoas, fazer uma coisa humilde… Que já pagou um preço pelo que fez, foi preso tantos dias… Família pagou… A mulher pagou…”

Vandenbergue respondeu. “Ele (Delcídio) só vai entregar à comissão (Conselho de Ética), fazer essa carta e vai embora”.

O teor da conversa entre Renan e Vandenbergue Machado, divulgada com exclusividade pela repórter Camila Bonfim, da TV Globo, nesta quinta-feira, deixou Delcídio indignado. E com a certeza de que sua cassação foi “manipulada” pessoalmente por Renan. “Ele (Renan) tinha medo da minha delação, ele tinha comprometimento com o Palácio do Planalto.”

Delcídio fechou acordo de colaboração com a Procuradoria-Geral da República em fevereiro. Dias depois, foi colocado em liberdade – ele havia sido preso em 25 de novembro de 2015 por suspeita de tramar contra a Operação Lava Jato.

“Esse Vandenbergue é um cara que eu conheço há muito tempo”, afirma Delcídio. “Ele é diretor da CBF, mas se criou sempre no PMDB. Começou como chefe de gabinete do Marco Maciel no Ministério da Educação (Governo Sarney) e depois fez carreira no PMDB, especificamente com o Renan”, afirmou.

Delcídio relata que “tinha boas relações” com Vandenbergue. “Mas achei estranho que ele ia ao meu gabinete aparentemente para prestar solidariedade, para me visitar e o caramba, mas agora percebo que ele ia a mando do Renan para sondar, para saber se eu ia mesmo fazer delação premiada. A conversa gravada entre eles mostra que estavam mal informados. Pelo que vi, a conversa foi no dia 24 de março. Eu já havia fechado o acordo antes de ser solto em fevereiro. Vandenbergue sempre frequentava o meu gabinete, sempre uma relação boa, amistosa, mas o interesse dele era efetivamente me monitorar. Não só a mim como a minha família. A mando do Renan.”

“Fomos perceber mais na frente um pouco que não era solidariedade do Vandenbergue, ele estava sendo mandado pelo Renan para me monitorar. Como eu tinha uma boa relação com o Vandenbergue me foi oferecido para minha defesa o filho dele, que é advogado. Ele se apresentou para advogar de graça para mim. Mas ele não é meu advogado.”

Na avaliação de Delcídio, o diálogo entre Renan e Vandenbergue revela a preocupação do presidente do Congresso em tirar seu mandato, o que de fato ocorreu no dia 10 maio por um placar devastador – 74 senadores votaram pela saída de Delcídio, nenhum colega a seu favor.

“Dentro dessas condições, como um Eduardo Cunha, ou seja, tendo todas as rédeas do processo para julgar alguém e usado os poderes que tem, ele (Renan) manipulou minha cassação”, protesta Delcídio. “O diálogo (com Vandenbergue) só confirma que Renan, o senhor dos anéis, deve ser afastado imediatamente. Não tem mais condições de comandar o Senado”, disse.

Na avaliação do ex-senador, o áudio de Renan e Vandenbergue “caracteriza uma ação forte dele (Renan) de manipulação, igual à que o Eduardo Cunha promoveu no processo da Dilma (Rousseff). Ficou muito claro que Renan controla a situação. O cara está usurpando de um espaço que ele tem dentro do Senado, usando a presidência para fazer o que quer.”

Delcídio analisou um outro áudio, em que Renan chama de “mau-caráter” o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. “Isso é muito grave, mostra mais uma vez como ele, Renan, é o senhor dos anéis. Ele manipula tudo. Fui cassado por livre arbítrio do senhor dos anéis. Queimou etapas do processo. Eu nunca vi, em treze anos de Senado, uma reunião da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) no próprio Plenário.”

Para o ex-petista, Renan “tem medo, claro” de sua delação à Procuradoria-Geral da República. “Ele tinha compromissos com o Planalto, com senadores que se sentiam atingidos pela minha colaboração. Pensaram em me tirar o mais rápido possível e não deixar eu ir para o plenário. Não queriam que eu votasse o afastamento da Dilma. Essa fala dele no áudio demonstra nitidamente que ele tinha condições de manipular tudo. Esse áudio vai ser usado na minha defesa.”

“Se eu conheço um pouco o Sérgio Machado o que ele deve ter falado nos depoimentos da delação dele à Procuradoria é brincadeira. Dez anos de Transpetro é muita coisa. Na minha colaboração eu falei especificamente do Sérgio Machado na Transpetro e da proximidade dele com o Renan. Ele despachava com o Sérgio na residência oficial da Presidência do Senado. É muito grave esse cenário. É o caos”, finalizou.

UOL, com Estadão

Comentários (9) enviar comentário
  1. Cérebro de Minhoca 🐛🐛🐛🐛 disse:

    Rapaz do jeito que as coisas vai So os Militares pra fazer uma varredura em Brasília, eu nunca votei no Luladrão e nem na BanDilma mais do jeito que o BRASIL esta parado sem Era e nem Bera se o O Luladrão não for preso e voltar a ser Candidato a presidente eu Irei votar naquele Ladrão

  2. Val Lima disse:

    Rapaz qdo abrirem essa caixa preta da TRANSPETRO,
    o q vai ter de politico com insônia… rs.. rs..
    Alguns já foram citados,
    mas pelo visto, apenas um aperitivo do q vem por aí… kkkk

  3. George de Assis disse:

    O protegido do PT a muitos anos parece ter entrado no rumo do desgaste constante.
    O que houve, acabou a proteção palaciana sobre ele? Cadê os amiguinhos do PT, estão caindo uma a um em efeito dominó. E as revelações das delações premiadas vai jogar muitas "almas honestas" no fundo de uma cela.

    • cabral disse:

      Comunicado para os leigos e mau informados, Renan e do PMDB, o PT esta em casa de ferias se preparando para 2018. Pesquisas aponta lulala 2018 26%.

    • SANDRO disse:

      CABRALZINHO MEU FIIIIII, NÃO DUVIDO QUE VOCÊ ACREDITA EM PAPAI NOEL E NO LOBO MAU RSRSRS

    • Cérebro de Minhoca 🐛🐛🐛🐛 disse:

      Cabral pela primeira vez na no mundo você apesar de ser um Mortadela, você esta com razão O Luladrão precisa voltar

  4. Curioso disse:

    Brasília é um graaaaaaaaande c de burro.
    Sempre foi.
    Sempre será.
    👎👎👎👎👎

    • Cérebro de Minhoca 🐛🐛🐛🐛 disse:

      Só os Ets pra dar um jeito nesse país

    • Diego disse:

      Discordo que sempre será.
      Se não a nossa geração, mas as próximas vão ter um Brasil melhor.
      Estamos aprendendo, pouco a pouco, que desonestidade, individualismo e o "jeitinho" brasileiro não dão certo como valores de um sociedade.
      Esse é o caminho que outras nações fizeram um dia, chegou a nossa vez.

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