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Não deu certo a transferência envolvendo uma permuta de 220 detentos de três presídios da Grande Natal, operação realizada na tarde desta quarta-feira (18). É que a juíza corregedora da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, onde 26 detentos foram mortos no final de semana, não aceitou a entrada de novos internos na unidade. A Secretaria Estadual de Segurança (Sesed) confirma a história, mas não sabe explicar o que causou a mudança nos planos. Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal.
Ao todo, 116 presos que saíram da Penitenciária Estadual de Parnamirim, também na região Metropolitana da capital potiguar – e que deveriam ficar custodiados em Alcaçuz – tiveram que ser acomodados na Cadeia Pública de Natal, como é mais conhecido o Presídio Provisório Raimundo Nonato Fernandes. A unidade fica na Zona Norte da cidade.
Acesse o link e veja a reportagem completa: http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2017/01/juiza-recusa-presos-e-transferencia-de-116-detentos-e-desfeita-no-rn.html

É muito fácil dizer "que não aceita"! Mas responda: Vão mandar prá onde?????
VALA
Não é difícil entender a decisão da juíza. A permuta não resolve o problema, renova ou reforça o campo de batalha, colocando em risco a vida de presos que não iniciaram essa rebelião.
O gov. não sabe o que fazer, é um barco à deriva!
Isso virou bagunça governo não está nem aí
Porquê será que essa juíza tomou essa decisão inesperada? Será que recebeu alguma carta do SRN? ????
Lá vem mais um pacote de beneses para os manos, tornozeleira, liberdade…. Por que não endurecer o Regime disciplinar deles.. Cortar visita, alimentos, TV., trabalhar.
Porque é inconstitucional BolsoNALFA…kkkkkkkkkkkkkkk
Ela está certa, a responsabilidade será dela.
A realidade é que a Justiça, os Secretários de Segurança e o Governador, não sabem exatamente o que fazer!!! Ou seja, estamos perdidos e entregues a bandidagem!!!!!
Por que a Juíza não tomou essa decisão antes de mobilizar um batalhão inteiro e ter os custos lançados ao vento?
Miolos de juízes funcionam de forma diametralmente oposta à dos militares. Diferentemente destes, aqueles não têm cabeça de papel.