Polícia

Polícia Civil solta nota esclarecendo restruturação

A Delegacia Geral de Polícia Civil vem a público informar que conforme documentado no Ofício nº 341/2014-GDG/PCRN de 04 de junho de 2014, encaminhado para providências pelo ofício nº 604/14-GS/SESED de 06 de junho de 2014, o pedido administrativo de reajuste dos vencimentos da Polícia Civil proposto sempre foi a correção das perdas inflacionárias conforme art. 37, inciso X, da Constituição da República, mais extinção das classes iniciais das carreiras de delegados, agentes e escrivães, com o objetivo de diminuir a desproporção entre os salários iniciais e os salários das classes superiores que vigorava desde 2008, sem qualquer aumento para os delegados substitutos desde então e apenas um pequeno aumento para agentes e escrivães de 4ª Classe naquela época. Sendo assim, o Delegado Geral da Polícia Civil, numa ação de gestão, porquanto não deverepresentar nenhuma entidade privada de classe e nem deve agir como representante de qualquer categoria, tratando-se de um representante da Administração, solicitou o reajusteacima mencionado fazendo constar por escrito a necessidade de tratamento igualitário entre todos. Deste modo, a Secretaria de Segurança Pública encaminhou o ofício deste órgão superior fazendo constar por escrito que este pedido seria um possível consolidador das diversas reinvindicações das categorias à apreciação do Governo, portanto convalidando o pedido.

O pleito de extinção das classes iniciais não foi possível atender no momento por se tratar de uma modificação do plano de carreira previsto no Estatuto da Polícia Civil e exigir tramitação em vários órgãos de controle na forma da lei, algo impossível para o exíguo prazo final de 05 de julho de 2014, e também não foi possível estender qualquer tipo de escalonamento aos agentes e escrivães por causa dasdificuldades técnicas de se conciliar qualquer escalonamento com as promoções horizontais em cinco níveis que não abarcam os delegados. A Delegacia Geral de Polícia Civil não tem responsabilidade nas discussões e polêmicas sobre a interpretação de cada um sobre essas questões e apoia, como sempre apoiou, qualquer iniciativa de correção das distorções que ainda restaram, de reformulação do plano de carreira introduzindo a meritocracia e unificação dos cargos de agentes e escrivães, além de outros planos da gestão que ainda não foram possíveisconsolidar nesses quatro meses de Administração da Polícia Civil, somada a importante participação em um Grande Evento (bem sucedido, é valido ressaltar).

Ainda resta bastante tempo para ajustes do que obtivemos, visto que nada sobre remuneração será implantado este ano.Isso só será possível com o diálogo franco e responsável entre as partes envolvidas. Jamais com a disseminação de inverdades em redes sociais.Planejamos para o futuro da Polícia Civil o melhor e os êxitos em favor da Polícia Civil são superiores aos mal-entendidos já registrados no passado. Em quatro meses de gestão conseguimos o êxito de garantir um papel destacado da Polícia Civil na Copa do Mundo em Natal (evento que foi referência Nacional) que transcorreu sem qualquer problema relevante e índices elogiados até pela imprensa internacional.

Para isto, a Delegacia Geral de Polícia Civil (DEGEPOL) vem investindo na compra e distribuição de equipamentos, além de ter recebidos vários veículos e equipamentos da Secretaria de Segurança Publica e Defesa Social. No ano de 2013, a Polícia Civil comprou e entregou 410 coletes (todos na data de validade) para policiais lotados nas diversas unidades da capital e do interior.A meta é que até o final do ano, sejam distribuídos mil coletes, com coletes que estão sendo repassados pela SESED. Durante este mês, já serão distribuídos 568 instrumentos de proteção. O restante, 432 coletes, estarão com os policiais até dezembro. Além dos coletes, já foram compradas 800 algemas e 500 pistolas automáticas que estão no prazo contratual de entrega. Também receberemos 50 viaturas Renault Duster, das quais dezesseis já estão sendo usadas.

Além da distribuição de equipamentos novos, a DEGEPOL também vemtrabalhando no sentido de manter uma base atualizada sobre a situação dos instrumentos em uso. Com este intuito, o órgão solicitou através de Memorando Circular para vários departamentos e delegacias, no dia 29 de maio de 2014, a verificação e listagem dos equipamentos (como armas, munições e coletes) com possíveis defeitos ou fora da data de validade para imediata devolução, o que vem sendo feito desde então.

Um ponto polêmico propagado nas redes sociais e defendido pelo SINPOL-RN é a incitação da negação dos policiais a não condução de viaturas, por não possuírem curso de formação específico para dirigirem veículos de emergência. A DEGEPOL esclarece que tal negativa praticada pelos policiais, ao contrário, vai totalmente de encontro ao que está posto na legislação. De acordo com a Resolução do Conselho Nacional de Trânsito de número 493 de 2014, a direção de viaturas poderá ser realizada até 28 de fevereiro de 2015, sem a  exigência dos cursos especializados previstos no caput do art. 145 do Código de Trânsito Brasileiro. Assim, não a infração da lei até o término de tal prazo.

Sabendo da necessidade de formação técnica para a condução das viaturas, a  Polícia Civil já tem articulado vagas para tais cursos. A capacitação será numa ação conjunta com a Academia  de Polícia Civil  (ACADEPOL), Secretaria Nacional de Segurança  Pública (SENASP) e DETRAN. A SENASP já disponibilizou mil vagas para a ACADEPOL, assim como o DETRAN oferecerá o mesmo curso em convênio com outras entidades, como já tem feito com as ambulâncias do Estado e Municípios.

Desta forma, observa-se que questões não técnicas e não profissionais, de interesse de grupos, estão sendo colocadas para a imprensa travestidas de legalidade quando sequer respaldos legais têm. Isso prejudica a sociedade e os usuários do serviço público em intensidade muito maior que à própria Administração, que sempre cumprirá seu papel de comunicar ilegalidades e buscar os recursos disponibilizados para as melhorias necessárias como temos feito.

 

 

Opinião dos leitores

  1. Eu só tenho uma resposta p/ esses PMs que criticam a PC, que não são todos, é um recalcado que não tem a mínima condição de passar em um concurso de nível superior e morrem de inveja de quem é preparado de verdade no campo da educação. e tem mais ninguém em sã consciência vive sem reclamar de salário, por melhor que seja.

  2. Um texto muito bonito da DEGEPOL, quase chorei, mas a realidade é tão dura e diferente que logo me recobrei desse roteiro novelístico.

  3. Caro Neto, Caro Marcello
    1) não confundam a atribuição das polícias. A gloriosa polícia militar é ostensiva. A polícia civil repressiva;
    2) A polícia civil trabalha sim; Não é culpa dos agentes e escrivães que o atual governo fechou as delegacias à noite;
    3) Não me venha com essa falácia que vc sustenta sua família com 2.200,00 por mês, no mínimo deve fazer algum bico; e se vc não sabe bico é ilegal;
    4)Neto vc pode ter nível superior, mas enquanto a sua lei (militar) não exigir o nível superior, vc continuará a ganhar como nível médio, tendo vc 20 cursos superiores ou 1;
    5) A lei que institui a Categoria da Polícia Civil exige o nível superior; Portanto não culpe os agentes e escrivães por vc ser um Policial Militar;
    6) Sou policial e amo a minha profissão, mas exijo ser respeitado;
    7) A polícia militar adora desfilar no sete de setembro mostrando carrinho e motinha nova, pena que carro e moto não levem nenhum bandido as barras dos tribunais, ao contrário das investigações policiais e ministeriais;
    8)A POLÍCIA CIVIL TEM QUE RECLAMAR SIM! INFELIZMENTE A PM SÓ SERVE PARA SER O CACHORRINHO DE DONDOCA DA GOVERNADORA, POR ISSO NÃO RECLAMAM;
    Termino dizendo que em ambas instituições existem aqueles que querem trabalhar e outros que gostam de mamatas, mas não venham me dizer que é justo um Delegado ganhar R$ 15.000,00 e um agente 3.000,00, sabendo-se que muitas das atribuições dos delegados que fazem são os agentes e escrivães. E espero que o BLOG seja democrático e entre em contato com o SINPOL ou a ASSEP para se inteirar melhor das coisas antes de publicar apenas uma versão da história.

  4. Palhacada e o que o SINPOL fez e faz, promove anarquia, desmoraliza autoridades constituidas (virar o carro da governadora), descumprir ordem judicial e tratar mal ate autoridades legislativas, entao voces estao colhendo o que plantou. Os delegados sabiamente (prova que de fato estudaram ao terminar o nivel superior) partiram para o dialogo e conquistaram o que almejavam, e ainda fora bonszinho que conseguiram esse baita aumento para os APCs e Escrivaes que nao trabalham e usam a policia para fazer bico e outros. Esse sindicalizados ainda nao realizaram um ato sequer que a vitima nao fosse a sociedade, me digam uma? Quando protestam fecham as vias publicas igual aos blackblocs, quando estao trabalhando nas dps parecem o dono do mundo, tratam mal os cidadaos que infelizmente tem o desprazer de ir a uma DP fazer um simples BO e, ainda, ficam se esquivando de fazer manda pra outra delegacia e por ai vai…. Senhores mostrem que vcs sao pelo menos alfabetizados, criem uma consultoria juridica de vergonha para voces nao tarem fazendo essaa cagadas para fuder a sociedade!E lembre-se essa balela de policia legal e uma greve branca, para os policiais que nao querem trabalhar!

  5. Só um questionamento para refletir: a Delegacia do Trabalho só fiscaliza e multa empresas privadas?
    Sim, porque policial civil é trabalhador. Seu equipamento de proteção é o colete à prova de bala, assim como o capacete e o cinto são equipamentos de proteção do trabalhador da construção civil.
    Portanto a Delegacia do Trabalho deveria lavrar o auto de infração pelo fato de ser fornecido um colete vencido para o trabalhador policial civil cumprir a sua atividade laboral.
    Da mesma forma, a munição é parte integrante da ferramenta de trabalho do policial.
    A falha na detonação da munição pode custar a sua vida.
    Só que, conforme publicado pela imprensa, existe munição vencida disponibilizada para o policial utilizar.

  6. vcs primeiro tem que trabalhar para, depois pedir aumento.nunca vi uma categoria pra so enrolar como a policia civil.so quem trabalha eh a pobre PM de guerra

  7. Somente existe uma maneira dos Delegados de Polícia reverter essa situação de distorção salarial. Refazendo e planejando melhor essa distorção absurda entre eles e os agentes e escrivães. E uma forma saudável para acabar com essa desarmonia Institucional, seria diminuir os valores em percentuais atribuídos as Autoridades Policiais e, repassar para quem realmente executa os procedimentos Operacionais da Polícia Civil, que são "ESCRIVÃES e AGENTES DA PC". Desta forma, íamos garantir isonomia e equidade. Juntos somos fortes, divididos somos nada!

  8. Eu ganho R$ 2.200,00, ando com colete vencido, sou perseguido por superiores quando clamo pelos meus direitos, sou linha de frente dessa guerra a qual vivemos e nem por isso vivo reclamando! No meu ver os policiais civis deveriam reclamar menos, fazer menos grave e trabalhar primeiramente por AMOR a profissão, e não só pela remuneração no fim do mês!!!! Para ser polícia tem que ter vocação, tesão pelo que se faz… E não por achar bonito e se achar o máximo por que tem uma arma na cintura… Senhores PCs, trabalhem para poder reinvindicar salário! A pessoa chega numa delegacia ás 20hs não tem ninguém, isso não existe, policial de serviço é para está a disposição 24hs por dia e não ficar nessa mamata. Me desculpem o desabafo, mas é por que não aguento ver e ouvir mais essa palhaçada!!
    PS.: Quanto ao nível superior, eu também tenho! Se faz nível superior hoje em dia até pela internet!! Isso não é mais diferencial…

  9. Os delegados passam a ganhar 66% a mais. Os agentes e escrivães ganham 200 reais a mais no salário, saindo de R$ 2.800 para R$ 3.000. São profissionais de nível superior, mas não são tratados como tal. A verdade é que os delegados de polícia do Rio Grande do Norte não passam de analfabetos funcionais, sem exceção. Totalmente incapazes de fazer qualquer procedimento policial sem a ajuda de um escrivão ou agente, mesmo tendo em suas atribuições normativas atividades que só os mesmos podem realizar. Os agentes e escrivães estão tentando implantar o programa Policia Legal, traduzindo: cada um faz o seu. Com isso os delegados vão ter que passar a trabalhar, para justificar os 66% de aumento. Tenho certeza que em 6 meses não aguentarão a pressão, e assim, terão que articular tal reajuste para os agentes e escrivães, que devem receber merecidamente.

    1. É uma vergonha o tratamento que esse governo vem dando a esta categoria, realmente é uma questão pessoal devido ao fato do sindicato mostrar os descaso com a segurança pública

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Política

VÍDEO: Rogério Marinho reforça união da oposição e admite candidatura ao governo do RN


O senador Rogério Marinho (PL) afirmou, em entrevista ao programa Panorama 95 desta quinta-feira (03), na 95,9 FM de Caicó, que pretende manter a oposição unida em um único projeto para as eleições de 2026. Rogério destacou que tem uma relação de “amizade e absoluta confiança” com o senador Styvenson Valentim (Podemos) e garantiu que ambos não disputarão o governo um contra o outro.

“Eu só posso ser candidato ao governo, não posso ser candidato ao Senado porque já sou senador. Então, em relação ao Styvenson, estamos absolutamente afinados”, declarou.

Sobre o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos), Marinho afirmou que há um diálogo constante e que, caso sua candidatura ao governo se concretize, contará com o apoio de Álvaro, que poderia compor a chapa majoritária como candidato ao Senado. “Se não viabilizar, não terei nenhuma dificuldade em apoiá-lo, bem como ao senador Styvenson, caso ele decida não renovar seu mandato”, pontuou.

O senador também comentou sobre o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), destacando sua expressiva reeleição e o potencial de alinhamento político. “Ele tem desafios à frente e muito trabalho a ser feito em Mossoró, mas no momento oportuno vamos discutir política”, afirmou.

Marinho reforçou a necessidade de paciência e estratégia na construção de um projeto de oposição à governadora Fátima Bezerra (PT). “A política tem caminhos que precisam ser percorridos, e isso exige resiliência, foco e capacidade de negociação. Eu não cheguei aqui por acaso”, concluiu.

Blog do Marcos Dantas 

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Brasil

Oposição protocola no STF habeas corpus coletivo em prol de presos do 8/1

Foto: Emilly Behnke/CNN

A oposição na Câmara apresentou no início da noite de quarta-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de habeas corpus coletivo em prol de presos por participar dos atos de 8 de janeiro de 2023.

O pedido é assinado pelo líder da oposição, deputado Zucco (PL-RS). O documento solicita a prisão domiciliar dos investigados que ainda não tiveram a prisão definitiva determinada. Na prática, busca beneficiar todos os réus dos atos de 8 de janeiro que ainda aguardam julgamento definitivo pela Primeira Turma do STF.

Segundo Zucco, o pedido visa “a substituição das prisões pelo recolhimento domiciliar para idosos, pessoas debilitadas por doenças graves, gestantes, mulheres com filhos de até 12 anos incompletos, e homens, se forem os únicos responsáveis pelos cuidados de filhos de até 12 anos incompletos”.

Para fundamentar o pedido, a oposição menciona o caso de Débora Rodrigues dos Santos, que escreveu com bato na estátua “A Justiça” em frente ao STF. Na semana passada, ela teve a prisão preventiva convertida em prisão domiciliar.

Zucco também solicitou no pedido a concessão de medida liminar para o exame dos casos individuais dos presos provisórios e definitivos do 8 de janeiro. A oposição argumenta que na investigação as denúncias do Ministério Público foram apresentadas sem individualizar cada caso.

O próximo passo envolve a definição de um relator para o habeas corpus no STF. O ministro pode tomar uma decisão diretamente ou pedir uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) se achar necessário.

Projeto de anistia

A oposição busca apoio para que o projeto que anistia os condenados do 8 de janeiro seja pautado no plenário. Para isso, o grupo reúne assinaturas para o requerimento de urgência.

Nesta quinta-feira (3), o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), anunciou que o grupo adotou nova estratégia e busca agora as assinaturas individuais dos deputados – e não mais dos líderes de partidos.

Segundo ele, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), orientou que os chefes de bancada não apoiassem o pedido por enquanto. “Nós já temos 163 assinaturas individuais. São necessárias 257”, disse em entrevista a jornalistas após reunião do colégio de líderes.

CNN

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Política

VÍDEO: Felipe Neto anuncia candidatura à presidência da República

O youtuber Felipe Neto surpreendeu seus fãs ao anunciar, na tarde desta quinta-feira (3/4), sua candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026. A revelação foi feita por meio de um vídeo compartilhado em suas redes sociais, deixando seus milhões de seguidores intrigados com a novidade.

Logo no início de sua fala, o empresário explicou os motivos que o levaram a se afastar de assuntos políticos. Neto afirmou que esse distanciamento foi necessário para que pudesse se aprofundar ainda mais nas questões políticas do país.

Explicou afastamento de assuntos políticos

“Eu precisava ter um olhar de fora. Como em toda a minha carreira, baseio minhas opiniões no domínio da informação e no meu maior anseio de ser um guardião da verdade”, declarou Neto em sua fala.

“Eu anuncio minha pré-candidatura à presidência da República, e esse não é um gesto de vaidade”, destacou o influenciador, argumentando que já construiu um legado financeiro e na comunicação que garantem seu sustento e reconhecimento pelo resto da vida.

“Quero ser presidente porque, embora seja um homem de fora da política, possuo a maior arma do nosso tempo: o uso das redes”, afirmou.

Criação de uma nova rede social

Felipe Neto então ajustou seu discurso, aprofundando-se na forma como as redes sociais atualmente acessam nossos gostos, interesses pessoais e ideologias. A partir desse argumento, o youtuber revelou mais uma novidade.

O influenciador digital detalhou o projeto de criação de uma nova rede social, cujo objetivo seria permitir que os usuários compartilhassem com a empresa criadora suas preferências e necessidades:

“Uma espécie de laboratório onde cada cidadão, enquanto interage com os conteúdos, cede informações para que possamos compreender as preferências e necessidades do povo brasileiro”, explicou.

Segundo Felipe Neto, essa rede social estaria diretamente integrada ao seu projeto político, funcionando como uma espécie de ministério para retratar a opinião da maioria dos brasileiros sobre dados históricos.

Ao final de seu pronunciamento, Felipe Neto prometeu trazer mais detalhes sobre seus projetos em um vídeo que será publicado em suas redes sociais nesta sexta-feira (4/4), ao meio-dia.

Metrópoles 

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Brasil

Justiça Federal concede prisão domiciliar a Roberto Jefferson

Fábio Vieira/Metrópoles

A 1ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) concedeu, na última quarta-feira (2/4), prisão domiciliar para o ex-deputado Roberto Jefferson.

A decisão da Justiça Federal não significa a imediata transferência para o regime domiciliar humanitário, já que há outra prisão preventiva em vigor, decretada pelo ministro do Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O colegiado atendeu ao pedido da defesa e levou em consideração a situação de “extrema debilidade” do ex-deputado Roberto Jefferson. O julgamento do habeas corpus, que teve relatoria da desembargadora federal Andréa Esmeraldo, se baseou num relatório da Junta Médica da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP). De acordo com o documento, as complicações enfrentadas pelo ex-parlamentar estão associadas ao ambiente hospitalar de infecção.

Jefferson é proibido de usar as redes sociais ou aplicativos de comunicação e, também, de sair do estado do Rio de Janeiro, exceto em situação de emergência médica que deve ser comprovada e comunicada à Justiça Federal. Além disso, o ex-parlamentar teve cassados seus documentos de posse e registro de armas de fogo.

Metrópoles

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Geral

Anatel adia decisão sobre expansão da Starlink no Brasil: empresa de Musk quer operar mais 7,5 mil satélites; pedido foi feito em 2023

Foto: Odd Andersen/AFP

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adiou nesta nesta quinta-feira a análise do pedido de expansão de operação da Starlink. A empresa americana, que provê serviço de internet via satélite e pertence ao bilionário Elon Musk, quer aumentar em 7,5 mil o número de satélites em operação no Brasil.

O pedido entrou na pauta da reunião que acontecerá nesta quinta, mas o tema foi adiado por pelo menos 120 dias.

O requerimento foi feito pela Starlink em dezembro de 2023. Atualmente a empresa tem 6.350 mil satélites em operação no país.

O relator do processo na Anatel, conselheiro Alexandre Freire, publicou o relatório do processo em fevereiro deste ano. A análise do caso estava prevista para acontecer ainda naquele mês, o que não aconteceu.

Como funciona a Starlink

A empresa que provê serviços de internet é um braço da SpaceX, companhia de exploração espacial do bilionário sul-africano, Elon Musk.

A Starlink usa satélites para oferecer serviços de acesso à internet focado em lugares de difícil acesso, como áreas rurais e alto mar, por exemplo.

A companhia usa satélites de “não geostacionários”, que se movem a uma altitude mais baixa em comparação com os equipamentos “geostacionários”. Com o satélite mais próximo da terra, o envio do sinal é mais rápido, o que faz com que a internet também seja mais veloz. O lançamento dos satélites é feito pela SpaceX.

Entenda como funciona a tecnologia de conexão por satélite — Foto: O Globo

 Imagem: O Globo

O Globo

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Geral

VÍDEO: No dia do aniversário, homem é preso por tráfico de drogas e agradece a Deus por único vício ser a maconha

Um homem foi preso pela Rocam por tráfico de drogas durante uma ação no Passo da Pátria, na zona Leste de Natal. A ocorrência foi registrada nessa quarta-feira (2). A prisão aconteceu no dia do aniversário do suspeito, segundo a Polícia Militar.

“O indivíduo não presenciou nossas equipes nas incursões, quando se deu conta, já estava na delegacia. É aniversário dele e acho que ele teve esse desprazer”, comentou um PM que participou da ação.

Com ele, os policiais apreenderam sete porções de cocaína, oito porções de crack, uma balança de precisão, R$ 445 em dinheiro fracionado, um celular e outros materiais.

Na delegacia, o suspeito falou com a reportagem da TV Tropical e afirmou que seu único vício é a maconha. Ele também negou ser dono do material apreendido.

“Só não é meu. Graças a Deus nunca fui preso. Sou usuário só de maconha, graças a Deus esse é meu único vício”, afirmou à TV Tropical.

Portal da Tropical

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Geral

Ministros têm responsabilidade pela queda da popularidade de Lula, diz Sidônio

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O ministro da Secom (Secretaria de Comunicação), Sidônio Palmeira, declarou nesta quinta-feira (3) que todos os ministros têm responsabilidade pela queda da popularidade do governo. Disse, no entanto, que não se “isenta” da culpa, pois isso já “vem de algum período” anterior a sua gestão.

“Não tem nada de eu me isentar de impopularidade. Zero. Eu acho que a impopularidade tem responsabilidade de todos os ministros. Todas as áreas, a área política, gestão, comunicação, todo mundo”, afirmou a jornalistas, depois de evento de balanço dos 2 anos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 2 de abril mostra que a desaprovação ao trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu e chegou a 56%. É o pior índice desde o início do mandato do petista. É ainda a 1ª vez que a percentagem passa de 50%.

O levantamento foi realizado de 27 a 31 de março. Foram entrevistadas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o Brasil. A margem de erro é de 2 p.p. (pontos percentuais), para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos. Eis a íntegra (PDF – 12 MB).

Segundo o chefe da Secom, seu papel à frente da comunicação do governo é informar. “Quanto à opinião da população sobre o governo, se acha isso, ou disso e daquilo, aí não é questão de a gente ficar definindo”, falou.

CAMPANHA DE 2026

Ainda em fala a jornalistas, Sidônio negou que o evento, que contou com a presença de vários ministros e líderes no Congresso, tenha tido um tom de campanha.“Eu acho que é uma leitura errada”, declarou.

Voltou várias vezes a falar que o papel do ato foi apenas para divulgar as ações do governo e mostrar à população o que são os serviços oferecidos pela gestão.

“Eu, como ministro, não penso em campanha política,não quero dizer isso.Eu penso no governo, objetivamente nisso”, declarou Sidônio.

Poder 360

Opinião dos leitores

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Geral

Lula exige “reciprocidade” dos EUA e diz que Brasil “não bate continência”

Foto: reprodução/YouTube .Gov

Um dia depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma série de tarifas recíprocas que vão de 10% a 50% sobre produtos importados aos norte-americanos, o chefe do Executivo brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou as medidas adotadas, afirmando que o Brasil não “bate continência” para nenhuma bandeira que não a nacional.

“Um país [o Brasil] que não tolera ameaça à democracia, que não bate continência para nenhuma outra bandeira que não seja a verde e amarela”, afirmou Lula ao participar de um evento para apresentar um balanço das ações do governo desde o início do mandato, em 2023.

O presidente brasileiro exigiu “reciprocidade no tratamento” internacional e defendeu o “multilateralismo e o livre comércio”, afirmando que responderá à qualquer tentativa de imposição de um protecionismo que, de acordo com ele, “não cabe mais hoje no mundo”.

“Diante da decisão dos Estados Unidos de impor uma sobretaxa aos produtos brasileiros, tomaremos todas as medidas cabíveis para defender as nossas empresas e nossos trabalhadores brasileiros. Tendo como referência a lei da reciprocidade econômica aprovada ontem pelo Congresso Nacional e as diretrizes da Organização Mundial do Comércio”, afirmou.

A lei referida por Lula, foi aprovada pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (2) em votação simbólica e agora segue para sanção presidencial. O projeto determina critérios para a reciprocidade, em casos de ações estrangeiras que objetivem impactar “negativamente a competitividade internacional brasileira”.

No anúncio das tarifas, Trump afirmou que essa medida já deveria ter sido tomada há muito tempo, citando como “injustiça” as barreiras tarifárias de países com relações comerciais com os americanos. Ele classificou as tarifas como “gentis”.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Lula tá jogando pra galera, em se falando de barreiras comerciais, o Brasil ocupa a quarta colocação entre os países que mais impõe barreiras e taxas.

  2. Se Lula realmente aplicar a reciprocidade, terá que reduzir as tarifas para 10%, o que seria incrível para termos produtos americanos mais baratos. Analisei as medidas de Trump e comecei a me perguntar se ele não se inspirou no Brasil, desde os tempos de Sarney, com esse protecionismo que impede os brasileiros de acessarem produtos melhores e mais acessíveis. Não há nada mais tipicamente brasileiro e ultrapassado do que esse tarifaço estrutural. Para Lula ser verdadeiramente recíproco, só resta reduzir as tarifas a 10%.

  3. Esse idiota tá achando que com sua mentiras e bravata vai fazer o povo acreditar nele novamente, para a população como um todo, Lula é o grande mentiroso.

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Geral

PL dá início a coleta de assinaturas para levar anistia ao 8/1 direto a plenário

O líder do PL, Sóstenes Cavalcante, durante reunião com representantes partidários | Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

O PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, mudou de estratégia e deu início a uma coleta de assinaturas entre deputados para pautar a anistia aos envolvidos do 8 de Janeiro direto a plenário. Até o momento, o partido conta com 165 assinaturas, entre 257 necessárias.

A intenção, conforme indicou o líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), nesta quinta-feira (3), é alcançar o apoio para uma votação de urgência na primeira quinzena de abril. O movimento depende de decisão do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) , mas aumenta pressão para pautar a proposta em plenário.

“Nós vamos trabalhar com celeridade para que na próxima reunião de líderes, na quinta-feira que vem, a gente tenha essas 257 assinaturas, que aí já não dependeremos mais da autorização do presidente Motta e dos líderes. Com 257 assinaturas, entrará na pauta na semana seguinte”, afirmou Sóstenes, após reunião com outros representantes partidários.

O deputado prevê ampliar o número de assinaturas em visitas a reuniões de bancadas partidárias na próxima semana. Entre as previsões está a participação de encontro com deputados do PP, na terça-feira que vem.

O novo caminho é uma possibilidade prevista no regimento interno da Câmara, que estabelece a inclusão automática para discussão e votação de projetos indicados como “de relevante e inadiável interesse nacional, a requerimento da maioria absoluta da composição da Câmara”. Ainda assim, será necessário contar com aval do presidente da Casa, Hugo Motta.

A forma mais tradicional é indicação dos líderes partidários, mas a falta de avanços nesse sentido levou à nova campanha do partido. O PL também promete manter uma obstrução “moderada”, que abrirá exceções para projetos de destaque, mas atuará para uma análise mais lenta entre projetos na Câmara.

Questionado pela reportagem do R7, Sóstenes nega uma eventual trava à formação da comissão especial do IR (Imposto de Renda), que deverá ser instalada na próxima semana. O líder sustenta, no entanto, que só fará indicação para o colegiado quando houver maioria de nomes postos por outros partidos.

R7

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Geral

Governo Federal compra móveis escolares por preço 50% acima do mercado; custo total foi de R$ 3 bilhões

Carteiras escolares no padrão exigido pelo FNDE | Foto: FNDE/Divulgação

Uma compra de carteiras escolares pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) foi aprovada em 2024 por 50% a mais que o valor de mercado desses itens.

O custo ficou em R$ 3 bilhões, R$ 1 bilhão acima do que seria com os preços estimados pela CGU (Controladoria-Geral da União) em 2022 ao analisar o edital.

Um conjunto para mesa para professor que custava R$ 368,88 em 2022 (reajustado pela inflação, R$ 387,55) teve sua compra aprovada por até R$ 1.072, por exemplo, segundo os preços homologados pelo FNDE em um pregão no ano passado.

Foram registradas atas de preços, documentos que autorizam o governo federal ou outros órgãos a comprar das empresas vencedoras do pregão pelos valores registrados quando houver necessidade. Essas atas valem até setembro deste ano.

Com base nessas atas, já foram firmados 14 contratos por diferentes órgãos públicos no país, com valor total de R$ 21,9 milhões, permitindo compras até 2026. Apenas uma pequena parte da compra foi efetivada até agora, portanto.

Restrições questionadas

Segundo empresas que ficaram de fora do pregão eletrônico, o prazo dado pelo ministério para obter a documentação para participar do certame não foi suficiente, o que acabou restringindo a competitividade.

“No termo de referência do edital, há a exigência de laudos e documentos de itens lançados há pouco no mercado (…), não sendo possível o atendimento de tais exigências pela grande maioria dos fornecedores”, alegou a MC Indústria e Comércio de Móveis Ltda.

O FNDE pediu laudos e certificações que não são exigidas pelo Inmetro, para os quais esses fornecedores disseram não estar prontos. O fundo, porém, rejeitou esses recursos, argumentando que os laudos seriam necessários para garantir a qualidade.

“Exigir laudos e certificações de mobiliários escolares é crucial por várias razões”, disse o FNDE em resposta a um recurso. “Primeiro, garantem a segurança dos alunos, assegurando que os móveis atendem a normas que reduzem riscos de acidentes e lesões.”

“Segundo, a certificação garante a durabilidade dos produtos, fabricados com materiais de qualidade e processos adequados, resultando em móveis mais resistentes ao uso intenso. Além disso, a ergonomia é fundamental: móveis certificados proporcionam conforto e evitam problemas de saúde, como dores nas costas e problemas posturais.”

O FNDE é um órgão vinculado ao Ministério da Educação, responsável pelas aquisições de materiais, equipamentos e obras nas escolas. É comandado por Fernanda Pacobahyba. Servidora de carreira do estado do Ceará, ela é próxima do ministro da Educação, Camilo Santana (PT), e foi secretária da Fazenda quando Camilo governou o estado.

No governo Jair Bolsonaro, o órgão foi entregue ao PP e enfrentou investigações sobre irregularidades em repasses para prefeituras.

Questionamento da CGU

O edital tinha sido alvo de questionamentos da CGU em 2022, ainda no governo Bolsonaro. O órgão de controle apontou um risco de sobrepreço de R$ 1,6 bilhão e pediu que o FNDE refizesse o edital e a pesquisa de preços.

Um dos problemas apontados pela CGU —a quantidade exagerada de móveis prevista, de 10 milhões de carteiras— foi corrigido, mas os preços do pregão, realizado em junho de 2024 e vencido por sete empresas, continuaram acima da média de mercado.

De acordo com o edital publicado pelo FNDE, a inflação em 2023 para móveis escolares pode ser estimada em por volta de 5%. Os preços aceitos pelo FNDE, porém, são até 176% maiores que as referências usadas pela CGU em 2022.

O pregão permite comprar 4,5 milhões de carteiras escolares de tamanhos variados, incluindo conjuntos para professores e alunos cadeirantes, num total de R$ 3 bilhões. Os preços estão R$ 1 bilhão acima do que a CGU havia estimado.

No edital do pregão, o FNDE listou 145 licitações realizadas pelo Brasil para comprar carteiras escolares entre 2022 e 2023. Na grande maioria desses certames, os preços ficaram abaixo daqueles aceitos pelo FNDE, mesmo considerando a inflação.

Procurado, o FNDE disse que “as certificações exigidas seguem normas de segurança e sustentabilidade, protegendo estudantes e assegurando responsabilidade ambiental”.

“Com ampla participação de fornecedores de diversas regiões, a licitação garante abrangência nacional e otimização logística, beneficiando milhares de municípios. O FNDE reafirma seu compromisso com a educação pública, garantindo padrões de qualidade que promovam conforto e dignidade aos estudantes”, afirmou o órgão ao UOL.

Cotação de preços

Segundo a CGU, um dos motivos das estimativas de preço infladas do primeiro edital foi a inclusão no cálculo de propostas de preços enviadas por firmas da Abime (Associação Brasileira das Indústrias de Móveis Escolares), que estavam acima do valor de mercado.

Empresas da associação sugeriram vender por R$ 786 um conjunto de carteira escolar que custava em média R$ 374,90, por exemplo.

A controladoria recomendou que as propostas fossem excluídas e que fosse considerada apenas a estimativa das compras realizadas no Comprasnet (hoje Compras.gov.br).

No pregão de 2024, o governo optou por usar estimativas de preço sigilosas. As empresas que conseguiram participar competiram entre si pelos melhores lances.

Os lotes foram divididos por região, considerando as diferenças de preço em cada local do Brasil, e uma empresa diferente venceu cada um deles.

Algumas das vencedoras pertencem à Abime e foram responsáveis pelas propostas de preço questionadas pela CGU. Procurada, a Abime disse que não tem conhecimento específico sobre o pregão e que, por isso, não tem condições de se manifestar.

As empresas que venceram o pregão são a Delta Produtos e Serviços, Incomel Indústria de Móveis, Indústria e Comércio Móveis Kutz, Maqmóveis Indústria e Comércio de Móveis, Milanflex Indústria e Comércio de Móveis, Movesco e Tecno 2000.

Apenas a Maqmóveis respondeu ao contato da reportagem. “A empresa considerou todas as normas de segurança obrigatórias para os produtos, bem como os requisitos específicos dos móveis e as particularidades tributárias e logísticas de cada estado e região”, disse a empresa.

“A Maqmóveis declara, ainda, que cumpriu integralmente a legislação vigente e os termos do edital, com preços compatíveis com os de mercado e inferiores aos de inúmeros outros licitantes, tendo vencido três lotes.”

UOL – por Natália Portinari

Opinião dos leitores

  1. Esse é o método PT de governar, cumprindo todos os protocolos, a corrupção vem em primeiro lugar.

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