Passe livre O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai recomendar que o ex-presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), seja excluído da investigação da Operação Lava Jato. Alves foi citado por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, como beneficiário do esquema de corrupção na estatal, mas o Ministério Público concluiu que não há elementos concretos para a abertura de inquérito contra ele. Assim, Alves tem a porta aberta para assumir o Ministério do Turismo.
Downgrade Caso Dilma Rousseff decida levar a cabo o plano de agraciar Alves com um ministério, o que ajudaria a selar uma trégua com Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o atual titular do Turismo, Vinicius Lages, pode virar secretário-executivo da ministra Kátia Abreu (Agricultura).
É assim q funciona nossa política….e tem neguinho achando que entrando Aecim isso vai mudar! Agora cadê a mídia defender uma reforma política de vergonha para que absurdos como esse nao aconteçam? Cadê a mídia defender uma reforma política de vergonha para que qualquer presidente nao fique refém desses abutres?
A tensão no Supremo Tribunal Federal ganhou novos capítulos após ministros passarem a divergir publicamente sobre a necessidade de um Código de Conduta para a Corte. A discussão ocorre em meio à repercussão do caso envolvendo o banco Master, que ampliou críticas externas e acirrou o debate interno sobre limites éticos e comportamento dos magistrados.
A informação é da coluna de William Waack, da CNN. Dois dias depois de o presidente do STF, Edson Fachin, defender autocontenção e avançar na criação de regras formais, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli reagiram durante sessão no plenário. Em tom crítico, ambos afirmaram que os integrantes do Supremo já são suficientemente fiscalizados e que não haveria necessidade de novas normas específicas.
Nos bastidores, a avaliação é que o embate expõe uma divisão rara dentro da própria Corte. Enquanto Fachin tenta responder ao desgaste de imagem e à pressão pública, parte dos ministros sustenta que as críticas são motivadas por má-fé ou desconhecimento sobre o funcionamento do Judiciário.
A troca de posicionamentos ampliou a percepção de crise institucional no STF, que enfrenta questionamentos sobre credibilidade e transparência. O cenário evidencia um racha político interno e coloca em evidência a disputa sobre como a Corte deve reagir às cobranças externas e preservar sua imagem perante a opinião pública.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, cancelou a reunião marcada para o próximo dia 12 que discutiria a criação de um Código de Ética para a Corte. A decisão foi comunicada aos demais ministros nesta quarta-feira (4) e ocorre em meio à falta de consenso interno e à baixa adesão ao encontro, que ainda não tem nova data definida.
O adiamento acontece em um momento de pressão sobre o tribunal, principalmente após debates envolvendo o caso do Banco Master. Durante sessão recente, os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli fizeram comentários indiretos sobre a discussão de regras de conduta, defendendo limites já existentes e criticando questionamentos feitos à atuação dos magistrados.
Sem citar casos específicos, Moraes afirmou que há críticas feitas “de má-fé” e reforçou que ministros não podem julgar processos nos quais tenham vínculos pessoais ou familiares. Já Toffoli destacou a importância da autocontenção e afirmou que magistrados têm direito a atividades privadas, desde que respeitados os limites legais.
A proposta de criação de um código de ética ganhou força após episódios recentes que colocaram o STF no centro de debates sobre transparência e conduta. Na última segunda-feira (2), Fachin anunciou a ministra Cármen Lúcia como relatora da iniciativa, que ainda depende de articulação interna para avançar.
Apesar de ter mantido um contrato de consultoria jurídica no valor de R$ 250 mil mensais com o banco Master, o escritório ligado ao ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski não aparece como representante da instituição financeira em nenhum processo judicial. O acordo foi firmado em agosto de 2023 e seguiu em vigor até setembro de 2025, período que inclui parte da passagem de Lewandowski pelo governo Lula.
A informação é da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O contrato estava em nome da Lewandowski Advocacia, escritório registrado em nome da esposa do ex-ministro, Yara de Abreu Lewandowski, e do filho, Enrique de Abreu Lewandowski. Nenhum dos dois, no entanto, atuou formalmente em ações relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro ou às empresas do grupo Master, segundo registros nos tribunais.
Em nota, Ricardo Lewandowski confirmou que o escritório foi contratado para prestar serviços de consultoria jurídica, mas sem atuação direta em processos ou representação do banco junto a órgãos do Poder Executivo. Durante o período do contrato, há registro de apenas uma reunião de Enrique Lewandowski com autoridades públicas, em maio de 2024, na Advocacia-Geral da União, para tratar de um tema relacionado a seguros habitacionais — sem qualquer menção ao Master.
A revelação do vínculo entre Lewandowski e o banco reacendeu pressões políticas sobre o governo federal, especialmente em torno da possível instalação de uma CPI para investigar o Master. Parlamentares da base aliada passaram a recolher assinaturas para tentar controlar a comissão, caso ela seja criada, após virem à tona as conexões envolvendo o banqueiro e lideranças do governo.
ABC e Globo empataram por 2 a 2 na noite desta quarta-feira, no Frasqueirão, em um jogo marcado por atraso, viradas no placar e emoção até os minutos finais. O Alvinegro saiu atrás, reagiu nos acréscimos e garantiu não só o ponto, mas também a manutenção da liderança e da invencibilidade no Campeonato Potiguar 2026.
A partida começou com mais de meia hora de atraso após problemas no transporte da delegação do Globo, que chegou ao estádio sem tempo sequer para aquecimento. Mesmo com uma equipe alternativa escalada por Marcelo Chamusca, o ABC tomou a iniciativa e abriu o placar aos 34 minutos do primeiro tempo, quando Thalissinho aproveitou belo lançamento de Randerson e finalizou com categoria.
Na volta do intervalo, o Globo mudou a postura e respondeu rapidamente. Murilo acertou um chute indefensável de longa distância para empatar, e pouco depois Breno virou o jogo após falha defensiva do ABC. Diante da desvantagem, Chamusca lançou titulares em campo, aumentando a pressão ofensiva nos minutos finais.
A reação foi coroada já aos 48 minutos do segundo tempo. Thiaguinho fez boa jogada pela esquerda e cruzou para Igor Bahia marcar de cabeça, garantindo o empate no apagar das luzes. Com o resultado, o ABC chegou aos 14 pontos e segue líder do estadual, enquanto o Globo somou dois pontos e, por ora, assegura permanência na elite do futebol potiguar.
O América está matematicamente rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Potiguar. O empate sem gols contra o Potiguar de Mossoró, no estádio O Fião, em Serra do Mel, decretou a queda do clube centenário, dono de títulos regionais e que já disputou a Série A do Campeonato Brasileiro.
A situação dramática é consequência direta da punição aplicada pela Federação Norte-rio-grandense de Futebol (FNF), que retirou 18 pontos do Alvirrubro por escalação irregular do lateral-direito Elias. Com isso, a equipe entrou na reta final do estadual precisando vencer todos os jogos restantes, o que não aconteceu.
Mesmo com o empate, o América chegou a -4 pontos e não tem mais chances matemáticas de escapar do rebaixamento na tabela atual. Ainda há expectativa por um possível efeito suspensivo ou reversão da punição no julgamento marcado para esta quinta-feira (5) no Tribunal de Justiça Desportiva do RN (TJD-RN), com possibilidade de o caso seguir até o STJD. Até lá, porém, a realidade é a Segundona.
Dentro de campo, o roteiro foi de frustração. O América criou as principais chances, mas parou em uma atuação decisiva do goleiro Wadson, destaque do Potiguar. Souza acertou a trave em cobrança de falta no primeiro tempo, e Alexandre Aruá desperdiçou boa oportunidade na etapa final, selando um empate que entrou para a lista dos capítulos mais constrangedores da história do clube.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou, nesta quarta-feira (4), com um novo pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a concessão de prisão domiciliar. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes e se baseia na alegação de piora do quadro clínico do ex-presidente enquanto está preso.
Segundo os advogados, Bolsonaro apresentou nos últimos dias episódios eméticos — termo médico usado para vômitos — e uma crise de soluços considerada acentuada. A defesa afirma que a situação exige avaliação técnica imediata para analisar a necessidade de uma prisão domiciliar de caráter humanitário.
No pedido, os representantes solicitam que a Superintendência da Polícia Federal seja intimada, com urgência, a juntar aos autos um laudo pericial. O objetivo é permitir que o assistente técnico da defesa apresente um parecer e, a partir disso, o STF avalie a possibilidade de mudança no regime de prisão.
Bolsonaro está detido desde o dia 15 de janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. A transferência do ex-presidente da sede da Polícia Federal para a unidade da PM foi determinada pelo próprio ministro Alexandre de Moraes.
O caso em que o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, é acusado de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos chegou ao STF. A relatoria ficou com o ministro Nunes Marques.
Os pais da jovem, casal amigo do ministro Buzzi, prestaram depoimento na Corregedoria Nacional de Justiça, nesta quarta-feira (4). O inquérito criminal deve ficar no STF, porque o ministro tem foro privilegiado, enquanto o processo administrativo tramita no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Em nota, o Marco Buzzi disse que “foi surpreendido com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondem aos fatos”. “Repudia, nesse sentido, toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”, afirmou.
O caso ganha peso institucional por envolver um integrante de um dos tribunais mais altos do país.
O senador Hamilton Mourão (Republicanos), general da reserva e ex-vice-presidente no governo Jair Bolsonaro (PL), está entre os parlamentares que assinaram um voto de aplauso ao filme O Agente Secreto, vencedor do Globo de Ouro de 2026. A obra, dirigida por Kleber Mendonça Filho e estrelada por Wagner Moura, aborda a perseguição a um pesquisador acadêmico durante o regime militar.
A homenagem foi proposta pela senadora Leila Barros (PDT), que destacou os prêmios de Melhor Filme de Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama. No requerimento, ela apontou que o reconhecimento internacional projeta o cinema brasileiro no cenário mundial e valoriza profissionais do país.
Apesar de apoiar a iniciativa, Mourão deixou clara a divergência política. Após a premiação, Wagner Moura afirmou, em discurso nos Estados Unidos, que o Brasil teria enfrentado “o rosto do fascismo e da extrema-direita” por meio de Jair Bolsonaro. Ao comentar o caso, o senador afirmou que considera Wagner Moura “um artista versátil e talentoso”, mas com posições políticas totalmente opostas às suas.
Uma reunião realizada nesta quarta-feira (4), em Brasília, sacramentou o nome do ex-prefeito de São Tomé e atual presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn), Babá Pereira, como pré-candidato a vice-governador na chapa liderada pelo ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, que disputa o Governo do Estado.
Participaram do encontro o prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), Álvaro Dias (Republicanos) e os senadores Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (PSDB). A presença do grupo reforça a articulação de uma frente de oposição no Rio Grande do Norte e indica alinhamento político em torno do projeto majoritário.
A escolha de Babá Pereira é tratada como movimento estratégico. À frente da Femurn, ele mantém relação direta com municípios potiguares e atuação focada no municipalismo, com trânsito entre prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e lideranças locais em todas as regiões do estado.
Nos bastidores, a definição da chapa tem repercussão positiva, especialmente no interior, onde Babá possui base política consolidada. Segundo interlocutores, o anúncio oficial da chapa completa deve ocorrer no início de março, período da janela partidária, etapa decisiva para ajustes e definições rumo às eleições deste ano.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu investigar a transferência de R$ 2,8 bilhões do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) para o Banco Regional de Brasília (BRB). A decisão partiu do ministro Mauro Campbell Marques, corregedor nacional de Justiça, que determinou a abertura de apuração para esclarecer como e por que o dinheiro foi movimentado.
A transferência foi autorizada pelo presidente do TJMA, o desembargador José Ribamar Fróz Sobrinho, sem deliberação do colegiado. Os demais desembargadores teriam sido surpreendidos ao descobrir que os recursos haviam saído do Banco do Brasil e sido direcionados ao BRB.
Campbell Marques solicitou que o TJMA apresente um relatório completo sobre a operação, com informações sobre a motivação da transferência, quem executou o procedimento e quais garantias foram oferecidas. Os valores não pertencem ao tribunal: tratam-se de depósitos judiciais, ou seja, dinheiro das partes que fica sob guarda da Justiça enquanto os processos ainda estão em andamento.
A apuração no CNJ foi iniciada após um pedido de providências apresentado pelo advogado Alex Ferreira Borralho, de São Luís. No documento, ele cita que outros tribunais estaduais — como os da Paraíba, Alagoas e Bahia — também passaram a destinar depósitos judiciais ao BRB. Ao justificar a mudança, o presidente do TJMA afirmou que a aplicação renderia cerca de R$ 15 milhões por mês no BRB, contra aproximadamente R$ 3 milhões no Banco do Brasil.
Ahhh… agora vai!!! Vai ficar igual ao tempo de FHC. Se o peixe é gordo, arquiva!
É assim q funciona nossa política….e tem neguinho achando que entrando Aecim isso vai mudar! Agora cadê a mídia defender uma reforma política de vergonha para que absurdos como esse nao aconteçam? Cadê a mídia defender uma reforma política de vergonha para que qualquer presidente nao fique refém desses abutres?
isto está cheirando a um "arrumadinho"