A professora potiguar Débora Seabra será destaque, neste domingo, de uma reportagem do Fantástico, da Rede Globo. O programa contará a história de superação dela, que se tornou a primeira professora de ensino fundamental do Brasil com síndrome de Down.
Nascida em Natal, Débora sempre estudou em escolas regulares e, em 2005, conseguiu realizar o sonho de ser professora. Formou-se no magistério e foi para o interior de São Paulo fazer estágio na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Quando voltou, há nove anos, foi contratada pela tradicional Escola Doméstica, em Natal, para ser professora assistente.
Por sua experiência como professora, Débora já foi convidada para fazer palestras no exterior, em países como Argentina e Portugal.
A empresa Trampolim da Vitória informa que um ônibus de sua frota foi depredado durante o protesto registrado na noite desta quarta-feira (11), nas proximidades da Avenida do Contorno, na Zona Leste de Natal.
O veículo operava a linha “D” (Parque Industrial/Natal) quando foi atingido durante a manifestação realizada na região do Passo da Pátria. Os danos causados ao ônibus exigirão a retirada temporária do veículo de operação para realização de reparos.
Levantamento preliminar realizado pela empresa aponta que o custo estimado para recuperação do veículo é de aproximadamente R$ 40 mil. Entre os danos identificados estão avarias estruturais e substituição de componentes atingidos durante o episódio, especialmente vidros das janelas.
A Trampolim da Vitória repudia atos de depredação contra veículos do transporte coletivo. Os ônibus integram o sistema de mobilidade utilizado diariamente por trabalhadores, estudantes e moradores de diversos municípios da Região Metropolitana de Natal.
Episódios dessa natureza afetam diretamente a prestação do serviço, com impacto na circulação de linhas, na disponibilidade de veículos e no atendimento à população que depende do transporte público para deslocamentos diários.
Diante do ocorrido, a empresa também reforça a necessidade de ampliação de políticas públicas voltadas à proteção do transporte coletivo no Rio Grande do Norte. A operação do sistema envolve motoristas, passageiros e patrimônio que circulam diariamente em diferentes regiões do estado e precisam de maior atenção do poder público com URGÊNCIA.
O setor de transporte enfrenta desafios relacionados à segurança operacional, ao respeito aos veículos em circulação e à necessidade de ações coordenadas entre empresas e poder público para garantir condições adequadas de funcionamento do sistema.
A Trampolim da Vitória informa que continuará acompanhando a situação e adotando as providências necessárias para restabelecer a operação do veículo afetado.
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (12) mostra que 72% dos brasileiros concordam com a afirmação “o STF (Supremo Tribunal Federal) tem poder demais”.
São 18% os que discordam dessa concepção, enquanto 2% não concordam nem discordam. Outros 8% não souberam ou não responderam.
A sondagem ocorre em meio à pressão sobre o STF diante das investigações envolvendo o esquema de fraudes do Banco Master, de Daniel Vorcaro. O empresário, atualmente preso, teria ligações com os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, que integram a Suprema Corte.
O instituto ainda questionou os entrevistados sobre outras três afirmações:
“É importante votar num candidato ao Senado comprometido com o impeachment de ministros do STF”
66% concordam
22% discordam
2% não concordam nem discordam
10% não sabem ou não responderam
“O STF é aliado do governo Lula”
59% concordam
26% discordam
3% não concordam nem discordam
12%não sabem ou não responderam
“O STF foi importante para manter a democracia no Brasil”
51% concordam
38% discordam
2% não concordam nem discordam
9% não sabem ou não responderam
Metodologia
A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 6 e 9 de março, por meio de entrevistas face a face e via questionários. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05809/2026.
Quase metade dos bares e restaurantes do Rio Grande do Norte registrou queda no faturamento em janeiro. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no estado, 45% dos empresários tiveram retração nas receitas em comparação com dezembro, enquanto 40% apontaram crescimento e 13% relataram estabilidade.
O estudo também mostra que um em cada quatro estabelecimentos operou no prejuízo no primeiro mês do ano, o equivalente a 25% do setor — índice levemente acima da média nacional, que ficou em 23%. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 de fevereiro e 3 de março e acendeu um alerta para o desempenho financeiro do segmento.
De acordo com o presidente da Abrasel no estado, Thiago Machado, o início do ano costuma ser mais difícil para o setor. Ele aponta fatores como viagens para o litoral, Carnaval e a concentração de despesas típicas do período — como IPTU, IPVA e volta às aulas — que acabam reduzindo o consumo em bares e restaurantes.
Outro fator que pesa é o cenário econômico. Para o economista Helder Cavalcanti, a taxa básica de juros elevada e mudanças no comportamento do consumidor influenciam diretamente o movimento nos estabelecimentos. Segundo ele, parte do público tem priorizado hábitos mais saudáveis ou reduzido gastos com alimentação fora de casa.
Apesar do início de ano mais apertado, representantes do setor acreditam em recuperação ao longo de 2026, impulsionada por feriados prolongados e eventos como a Copa do Mundo. A expectativa é que o movimento volte a crescer já nos próximos meses, especialmente em cidades como Natal, onde restaurantes e serviços de delivery começam a retomar o fluxo habitual de clientes.
Decisões anteriores do Supremo Tribunal Federal indicam que há base jurídica para a abertura de uma CPI no Congresso destinada a investigar o chamado caso Master. Precedentes da Corte reforçam que, cumpridos os requisitos constitucionais, a instalação da comissão não pode ser barrada pela maioria parlamentar.
O exemplo mais recente ocorreu em 2021, quando o tribunal determinou a criação da CPI da Pandemia no Senado Federal. Na ocasião, o ministro Luís Roberto Barroso concedeu decisão liminar obrigando o então presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, a instalar a comissão para apurar ações e omissões do governo de Jair Bolsonaro durante a pandemia de Covid-19.
A decisão acabou confirmada pela maioria do STF poucos dias depois. Sete ministros que votaram a favor da abertura da CPI continuam atualmente na Corte, entre eles Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
No julgamento, Barroso ressaltou que a criação de CPIs é um direito das minorias parlamentares e depende apenas de três requisitos previstos na Constituição: assinatura de um terço dos parlamentares, definição de fato determinado a ser investigado e prazo para funcionamento da comissão.
Além desse caso, o STF também possui precedentes semelhantes. Em 2005, a Corte determinou a instalação da CPI dos Bingos para investigar o escândalo do mensalão, e em 2006 declarou inconstitucional uma regra da Assembleia Legislativa de São Paulo que exigia votação em plenário para autorizar a criação de uma CPI. As decisões reforçam o entendimento de que o direito de investigação do Parlamento não pode ser bloqueado por manobras políticas.
Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras apontou que o empresário Fabiano Zettel movimentou R$ 99,2 milhões em apenas sete meses, valor considerado incompatível com sua renda declarada. Segundo o documento, a média mensal de transações foi de R$ 14,1 milhões — mais de 200 vezes superior aos R$ 66 mil que ele informou receber por mês.
As informações constam em um Relatório de Inteligência Financeira que também identificou duas transferências de R$ 750 mil cada, totalizando R$ 1,5 milhão, para o empresário Luis Roberto Neves, irmão de um servidor do Banco Central do Brasil que atuava na fiscalização do Banco Master. A instituição pertence ao banqueiro Daniel Vorcaro, cunhado de Zettel.
De acordo com o Coaf, o padrão de movimentação sugere que a conta pode ter sido utilizada para o trânsito de recursos de terceiros, com transferências que entram e saem rapidamente e sem causa aparente. Investigadores suspeitam que Zettel atuava como operador financeiro de Vorcaro no suposto esquema investigado.
Zettel e Vorcaro foram presos preventivamente na última semana por decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Segundo o magistrado, há indícios de que o empresário participava da intermediação de pagamentos e da criação de mecanismos para viabilizar transferências financeiras dentro da organização investigada.
O relatório também aponta outras transações consideradas suspeitas, incluindo repasses milionários para empresas ligadas ao esquema, um piloto de avião e uma joalheria de luxo em São Paulo. A defesa de Vorcaro nega irregularidades e afirma que o banqueiro sempre colaborou com a Justiça, enquanto os advogados de Zettel dizem não ter tido acesso ao documento.
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva discursou nesta quarta-feira (11) na Organização das Nações Unidas, em Nova York, durante o evento “Regulação, proteção e justiça: respostas à violência digital de gênero contra mulheres”. A agenda foi promovida pelo Ministério das Mulheres e teve como foco o combate à violência contra mulheres nas plataformas digitais.
Durante a fala, Janja afirmou que a internet tem se tornado “terra sem lei” e criticou o crescimento do discurso conhecido como “red pill” nas redes sociais. Segundo ela, conteúdos misóginos que circulam online acabam ultrapassando o ambiente digital e influenciando comportamentos violentos na vida real.
A primeira-dama também acusou grandes empresas de tecnologia de priorizarem lucros em vez da segurança das mulheres. Ela citou como exemplo uma tendência no TikTok que, segundo afirmou, incentiva agressões contra mulheres que rejeitam investidas masculinas.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Janja disse que o tema a afeta pessoalmente, relatando já ter sido alvo de ataques virtuais diversas vezes. Ela também pediu que o Congresso brasileiro avance na aprovação de regras para responsabilizar plataformas digitais por conteúdos violentos ou criminosos.
A participação da primeira-dama ocorre no contexto do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, iniciativa anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste ano. A proposta prevê a criação de um comitê com representantes de diferentes áreas para coordenar políticas públicas de combate à violência contra mulheres no país.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, declarou-se suspeito para julgar todas as ações relacionadas ao caso envolvendo o Banco Master. Segundo o próprio magistrado, a decisão foi tomada por “questões de foro íntimo” e vale para processos atuais e futuros sobre o tema.
A informação é da colunista Manoela Alcântara, do portal Metrópoles. Com isso, Toffoli também ficará de fora da análise do referendo na Segunda Turma do STF sobre a prisão do empresário Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira investigada.
O ministro já havia deixado a relatoria do inquérito relacionado ao caso no mês passado. Após sua saída, o processo foi redistribuído para o ministro André Mendonça, que também integra a Segunda Turma da Corte.
Vorcaro foi alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. A investigação apura suspeitas de crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos. O banqueiro está preso na Penitenciária Federal de Brasília por decisão de Mendonça.
Antes de se declarar suspeito no caso da prisão de Vorcaro, Toffoli também havia se afastado da análise de um mandado de segurança que pede a instalação de uma CPI para investigar relações entre o Banco Master e o Banco de Brasília. Após a declaração de suspeição, o processo foi redistribuído ao ministro Cristiano Zanin.
Cristiano zanin, outro integrante da quadrilha dos PTralhas. Foi o maior defensor de LULADRAO, na lava jato, petrolão, mensalão……portanto, será mais um crime impune, que esse comparsa irá livrar os envolvidos.
O empate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em um cenário de segundo turno apontado por pesquisa da Genial/Quaest provocou reações distintas nas duas pré-campanhas para as eleições presidenciais.
Nos bastidores, aliados de Lula admitem que o governo teve um “cochilo” neste início de ano eleitoral. A avaliação é que o Palácio do Planalto falhou em criar uma agenda positiva e acabou abrindo espaço para que o adversário ganhasse terreno no debate político.
Segundo interlocutores ouvidos pela CNN Brasil, o governo também não conseguiu reagir com força às crises exploradas pela oposição, como o escândalo envolvendo descontos irregulares no Instituto Nacional do Seguro Social e a fraude financeira associada ao Banco Master.
De acordo com a pesquisa mais recente, Flávio Bolsonaro aparece com 41% das intenções de voto em um eventual segundo turno, empatado numericamente com Lula. No levantamento anterior, realizado em fevereiro, o petista tinha 43% contra 38% do senador.
Entre aliados do presidente, a estratégia agora seria reagir em duas frentes: enquanto o governo tenta fortalecer ações positivas na gestão, o Partido dos Trabalhadores deve intensificar críticas ao senador, que tem buscado construir uma imagem mais moderada do que a do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Já no entorno de Flávio Bolsonaro, a leitura é de que a estratégia adotada pelo parlamentar começa a surtir efeito. Aliados avaliam que o crescimento nas pesquisas reflete justamente um discurso considerado menos radical e o aumento da visibilidade nacional desde que seu nome passou a ser tratado como principal representante do bolsonarismo na disputa presidencial.
A pré-campanha do senador também comemora o avanço entre eleitores independentes e entende que o resultado reforça a viabilidade eleitoral da candidatura. Nos próximos dias, Flávio Bolsonaro deve iniciar uma série de viagens pelo país, com agendas previstas no Nordeste e no Sul.
O América Futebol Clube deu adeus à Copa do Brasil após ser derrotado pelo Volta Redonda Futebol Clube nas cobranças de pênaltis. Depois de empate por 0 a 0 no tempo normal, a equipe potiguar acabou superada por 5 a 3 nas penalidades, encerrando sua participação na competição.
Durante boa parte da partida, o Volta Redonda teve maior controle do jogo e criou as melhores oportunidades ofensivas. O cenário ficou ainda mais complicado para o time potiguar quando o meia Alisson Taddei precisou deixar o campo ainda no primeiro tempo por lesão, reduzindo a capacidade de criação da equipe.
Sem conseguir produzir muito no ataque, o América contou com uma atuação segura do goleiro Renan Bragança para manter o placar zerado. O arqueiro foi decisivo em finalizações perigosas de MV e também em uma jogada criada por Luciano Naninho na segunda etapa.
A principal oportunidade do América surgiu em uma bola parada. O capitão Souza cobrou escanteio e o atacante Salatiel apareceu na pequena área, mas não conseguiu completar para o gol. Foi um dos poucos momentos de perigo criados pelo time durante os 90 minutos.
Nas cobranças de pênaltis, o primeiro erro americano acabou sendo decisivo. Souza parou na defesa do goleiro Felipe Avelino, enquanto o Volta Redonda converteu todas as suas cobranças, garantindo a classificação.
A eliminação também marca o fim da participação dos clubes do Rio Grande do Norte na Copa do Brasil deste ano. Antes do América, o Laguna Futebol Clube caiu na primeira fase diante do Maguary Esporte Clube, enquanto o ABC Futebol Clube foi eliminado pelo Madureira Esporte Clube na segunda fase.
Ditado antigo, quando não empata, perdi, pelo amor de Deus, alegria de fracos dura pouco, é abc, é América, times q não conseguem passar confiança pra torcida, não tem um histórico de positivo ao longo dos anos, tira jogador, bota jogador, lamentável, joga pelada de bairro, de praia, melhor ficar só aqui no estado msm, lamentável.
O governo do presidente Donald Trump estuda a possibilidade de voltar a aplicar sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com base na chamada Lei Magnitsky.
A informação é da colunista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Moraes chegou a ser sancionado pelo governo dos Estados Unidos em julho de 2025, medida que impôs restrições para uso de serviços de empresas americanas e determinou o congelamento de eventuais ativos e propriedades vinculadas ao ministro no país. A punição também foi estendida à advogada Viviane Barci de Moraes e a uma empresa ligada a ela, o Lex Instituto de Estudos Jurídicos. As sanções foram suspensas em dezembro do mesmo ano.
De acordo com informações obtidas junto a fontes ligadas ao governo americano, a possibilidade de retomar as punições voltou a ser discutida nos últimos meses dentro da administração Trump. O acompanhamento da atuação de Moraes estaria sob responsabilidade de Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado dos Estados Unidos.
Recentemente, Moraes autorizou Beattie a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em uma ala do Complexo da Papuda, em Brasília. A visita faz parte da agenda do representante americano na capital federal, onde também deve se reunir com políticos de oposição.
Nos bastidores, uma das principais fontes de tensão entre Moraes e o governo Trump envolve a relação do ministro com grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos, conhecidas como “Big Techs”. Em 2024, Moraes determinou a suspensão da rede social X no Brasil por 39 dias, após disputas judiciais com a plataforma controlada pelo empresário Elon Musk.
A visão do ministro sobre a regulação das plataformas digitais também é alvo de críticas nos EUA. Em seu livro Democracia e Redes Sociais: Desafio de Combater o Populismo Digital Extremista, lançado em 2024, Moraes defende a criação de regras mais rígidas para responsabilizar empresas de redes sociais por conteúdos impulsionados por seus algoritmos. O governo americano avalia que esse tipo de abordagem pode representar riscos à liberdade de expressão e influenciar debates jurídicos em outros países.
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