Após ameaça de bomba, voo da Turquia a SP pousa no Marrocos; companhia diz que era falsa

Um avião da Turkish Airlines pouso com segurança no aeroporto de Casablanca, no Marrocos, depois de ter emitido sinal de emergência por ameaça de bomba nesta terça-feira. O voo TK15 saiu de Istambul, na Turquia, com destino a São Paulo.

A assessoria de imprensa da companhia aérea informou que uma nota com a mensagem “Bomba” foi encontrada no banheiro da aeronave. Além disso, parece ter havido uma ameaça anteriormente.

Apesar da emergência, a aeronave conseguiu desviar a rota do voo e pousou em segurança.

Ameaça em voo da Turquia para SP era falsa, diz companhia

A ameaça de bomba a um avião da Turkish Airlines com destino a São Paulo não era verdadeira, segundo informou a companhia aérea ao GLOBO. O voo teve de ser desviado para o aeroporto de Casablanca, no Marrocos, depois de declarar emergência por uma ameaça de bomba. O Boeing 777 levava 256 pessoas a bordo e pousou com segurança. A empresa ainda não informou quantos brasileiros estavam a bordo.

De acordo com o porta-voz, o voo TK15 saiu de Istambul às 10h18m locais (4h18m de Brasília). Foi encontrada em um toalete da aeronave uma anotação com a palavra bomba.

O procedimento correto era pousar no local mais próximo possível, segundo a companhia. O pouso ocorreu por volta de 9h30m (de Brasília), e especialistas vasculharam o avião. Antes das 10h, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) disse não que não tinha informações sobre o voo desviado.

Segundo a Turkish, os passageiros foram levados para o embarque e o voo seguiria para São Paulo. Ainda não há horário previsto para chegada no Aeroporto de Guarulhos.

No domingo, um outro voo da Turkish que partira de Istambul, mas em direção a Tóquio, teve de retornar ao aeroporto Ataturk pela possível presença de um explosivo plástico. Um bilhete com a inscrição “C4 cargo” foi encontrado na porta do banheiro.

Antes do incidente, o voo TK 15, segundo informações da concessionária GRU Airport, estava previsto para pousar no Aeroporto de Guarulhos às 16h55m desta segunda-feira.

Veja abaixo a nota da companhia aérea, assinada pelo vice-presidente sênior, Ali Genc:

“O voo TK-15, da Turkish Airlines, proveniente de Istambul para o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo (B777), com 256 passageiros a bordo, foi desviado esta manhã para o aeroporto Internacional Mohammed V (CMN), em Casabranca (Marrocos), após uma ameaça de bomba.

A investigação na aeronave acaba de ser concluída tendo esclarecido que a ameaça não era verdadeira.

Os passageiros estão sendo reconduzidos ao embarque. O voo continuará a rota para São Paulo, assim que os serviços de limpeza e reabastecimento da aeronave forem concluídos.”

A Embaixada do Brasil em Rabat e o Consulado Honorário em Casablanca estão em contato com as autoridades marroquinas, a companhia aérea e o aeroporto de Casablanca para verificar a situação envolvendo o avião da Turkish Airlines.

A informação recebida indica que a evacuação da aeronave foi realizada sem problemas e que nenhum passageiro foi ferido. Não há, ainda, dados precisos sobre a nacionalidade dos passageiros do voo.

Terra e O Globo

TJRN: Estado deve nomear agentes penitenciários já aprovados e treinados

Os desembargadores que integram a 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, à unanimidade de votos, mantiveram a sentença da 4ª Vara da Fazenda Pública de Natal, a qual determinou que o Estado realizasse a nomeação dos candidatos aprovados no concurso para Agente Penitenciário e, nesta obrigatoriedade, não procedesse com a elaboração de um novo processo seletivo, que afrontaria a chamada “razoabilidade administrativa”.

A sentença, mantida no TJRN, também definiu a nomeação daqueles que realizaram o curso de formação, conforme Edital nº 001/2009, a medida em que forem surgindo vagas no quadro de pessoal, até que se complete o total de vagas a serem ocupadas pelos que fizeram o curso de formação.

O ente público, alegou no recurso de Agravo que o citado edital estabeleceu 400 vagas para o cargo de agente penitenciário, logo, a obrigação gerada para o Estado era de nomear igual quantitativo de aprovados no respectivo certame, podendo nomear mais 90 candidatos aprovados, caso surgissem mais vagas em decorrência de exonerações e aposentadorias. Assim, assevera que este número já seria suficiente para atender aos 500 presos provisórios.

No entanto, para os desembargadores da 3ª Câmara Cível do TJ, não há dúvida de que, não seria razoável que a Administração convocasse novo concurso para provimento de cargos idênticos àqueles aos quais já existiriam candidatos definitivamente aprovados em concursos anteriores e que fizeram, inclusive, o Curso de Formação Profissional para ingresso na carreira.

A decisão também fundamentou que a conduta da Administração em onerar os cofres públicos para formação de novos agentes carcerários e, após sua aprovação no referido curso, não providenciar a integração destes no quadro de Agentes Penitenciários foge igualmente à razoabilidade, pois, conforme salientado pelo Ministério Público Estadual, afronta aos princípios constitucionais da economicidade e efetividade.

“Na realidade, embora o Estado do Rio Grande do Norte, por meio de seu Secretário da Justiça e Cidadania, tenha informado que foram nomeados mais de 600 (seiscentos) candidatos aprovados, presume-se que a Administração Pública não teria dado prosseguimento aos atos necessários para que os candidatos aprovados nas demais fases fizessem o referido curso se não houvesse necessidade de dar efetivo provimento aos cargos, seja porque visava cumprir decisões judiciais anteriores, seja pela situação em que se encontra o sistema carcerário estadual”, enfatiza o relator do recurso, desembargador Amaury Moura Sobrinho.

(Agravo de Instrumento com Suspensividade n° 2015.000209-3)
TJRN

EUA e Coreia do Sul fazem manobras militares em grande escala

Milhares de soldados norte-americanos e sul-coreanos, apoiados por helicópteros e aviões de combate, fizeram hoje (30) manobras de desembarque anfíbio em grande escala, no âmbito dos exercícios militares anuais.

Participaram do exercício 7.600 soldados, incluindo 3.500 fuzileiros, 80 aviões, 30 navios e dezenas de veículos blindados para defender uma ponte e a costa de Pohang, a 360 quilômetros ao sul de Seul.

Supervisionado pelos comandos militares dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, o exercício de desembarque anfíbio foi o destaque da operação Foal Eagle, que tem a duração de oito semanas e deverá terminar em 24 de abril.

Os exercícios anuais elevam as tensões entre as duas Coreias, que continuam tecnicamente em guerra, uma vez que o conflito 1950-1953 terminou com um armistício – acordo formal em que as partes envolvidas em um conflito armado concordam em parar de lutar, não necessariamente é o fim da guerra – em vez de um tratado de paz.

Os Estados Unidos e a Coreia do Sul insistem que os exercícios conjuntos têm natureza defensiva, enquanto a Coreia do Sul os denuncia como ensaios provocadores para uma invasão.

Agência Brasil