Frank Aguiar se envolveu em mais um barraco. Desta vez, com a ex-mulher, Fernanda. Segundo o colunista Leo Dias, do jornal O Dia, os seguranças de um condomínio de luxo de São Bernardo do Campo (SP) foram chamados para averiguar a gritaria do apartamento onde estava o ex-casal, pais de Ítalo, de 17 anos. Fernanda foi retirada do imóvel e sentou na calçada para se acalmar. De acordo com o jornalista, ela teria dito que Frank está mais agressivo devido ao chá Ayahuasca, que ele toma. A situação aconteceu no fim de semana retrasado.
Frank Aguiar protagonizou barraco com ex-mulher (Foto: G Show)
O advogado do cantor, Rodrigo Kawaiura, afirmou à coluna que Frank e Fernanda mantém um bom relacionamento. “Se houve discussão, foi uma coisa pontual. Se fosse algo grave, teria registro em delegacia”, contou. Todas as exs de Frank já deram queixa de agressão contra o cãozinho dos teclados, no entanto o advogado destacou que não há nenhum processo movido contra o cantor pelas ex-mulheres.
A inflação tem impactado com mais força o Nordeste, com alta concentrada em itens essenciais como alimentos, combustíveis e moradia. A região registra aumentos acima da média nacional, agravados pela menor renda das famílias.
Entre janeiro e março, seis das dez capitais com maior alta na cesta básica estão no Nordeste. No Recife, o custo chegou a R$ 654,62, com alta de 9,82% no período — quase o dobro da previsão de inflação anual (4,86%). Em São Paulo, a alta foi de 4,49%, apesar da cesta mais cara (R$ 883,94).
Alguns alimentos lideram a alta:
Feijão-carioca: até 27% em Salvador, 24,7% em Teresina, 24% no Recife e quase 50% em Belém
Carnes: +5,39% no Recife
Farinha de mandioca: +13% em Fortaleza
O aumento está ligado à redução da oferta, problemas climáticos e menor área plantada.
Nos combustíveis, o impacto também é elevado. Desde o início do conflito no Irã:
Gasolina: +10,35% (de R$ 6,28 para R$ 6,93)
Diesel: +26,25%
Alta de preços dos combustíveis desde a guerra no Irã — Foto: Editoria de Arte O Globo
O encarecimento do transporte pressiona outros preços, especialmente em uma região mais dependente de produtos vindos de outras áreas do país.
O gás de cozinha também subiu, com alta de 4,82% no Nordeste, chegando a 8,38% no Maranhão (R$ 125,17).
Na habitação, o avanço dos aluguéis reforça a pressão:
Aracaju: +7,06%
Maceió: +4,66%
Natal: +4,22%
Recife: +4,18%
João Pessoa: +3,87%
A renda média domiciliar per capita no Nordeste é de R$ 1.340, bem abaixo da média nacional (R$ 2.068), o que amplia o impacto da alta de preços sobre o orçamento.
Especialistas apontam que fatores como logística mais cara, menor produção local e maior peso dos gastos básicos tornam a inflação mais sensível na região. A tendência é de continuidade da pressão, especialmente com a alta do petróleo e seus efeitos sobre combustíveis e transporte.
Mossoró vive uma escalada da violência em 2026, marcada por tiroteios, execuções, sequestros e ações de facções criminosas em bairros periféricos. A disputa por território tem afetado a rotina da população e ampliado a sensação de insegurança.
Até o fim de abril, a cidade registrou 48 homicídios, um aumento de cerca de 60% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram contabilizadas 30 mortes. Diante do cenário, o governo estadual reforçou a investigação com o envio de dez policiais para atuar exclusivamente em casos de homicídio na região.
Os crimes têm alto grau de violência, com sequestros e execuções transmitidas por criminosos. Um dos casos foi o dos irmãos Antony Michell, de 19 anos, e Andrei Mizael, de 16, sequestrados dentro de casa e mortos dias depois. Outro episódio envolveu Randerson Jardel, retirado à força de um terreiro e executado, com imagens divulgadas em redes sociais.
Segundo o promotor de Justiça Ítalo Moreira, a violência está ligada à disputa entre facções como o Sindicato do RN e o PCC, além de grupos menores e a atuação crescente de organizações como a GDE. Ele afirma que alianças entre grupos e a reposição constante de criminosos dificultam o controle da situação.
O promotor destaca que o combate ao crime exige ações integradas, investimento em investigação, tecnologia, valorização policial e punição eficaz, além de mudanças na legislação.
Nas ruas, moradores convivem com medo constante. A projeção é que o primeiro semestre termine com cerca de 70 assassinatos, consolidando 2026 como um dos anos mais violentos da história recente da cidade.
Atleta da Act Enlace, de Natal, a ginasta potiguar Gabriela Cunha foi o grande destaque do Rio Grande do Norte no Campeonato Brasileiro de Ginástica Rítmica, consolidando-se como a melhor atleta do estado na competição e reafirmando seu espaço entre os principais nomes da nova geração do país.
Antes do Brasileiro, Gabriela passou por um período de aperfeiçoamento técnico na Bulgária ao lado de sua treinadora, Kalline Miranda, atual chefe da delegação brasileira vice-campeã mundial. A experiência internacional contribuiu diretamente para a evolução da atleta, refletida em sua performance em quadra.
Nas classificatórias, Gabriela obteve o 1º lugar no aparelho fita e encerrou sua participação com o 5º lugar geral no nível 1, resultado que a posiciona entre as principais atletas do país em sua categoria.
O desempenho ganha ainda mais relevância por marcar o retorno às competições nacionais, após um período afastada no último ano por questões de saúde.
“Depois de muitos meses de preparação, mais importante do que as boas colocações que tive, foi poder superar meus limites, dores e medos. Foi mágico”, destacou Gabriela.
A preparação para o retorno foi conduzida com foco não apenas no desempenho físico, mas também no equilíbrio emocional da atleta.
“Foi um processo de reconstrução — física e emocional. Após um período difícil, buscamos respeitar o tempo, o corpo e a mente da Gabi, priorizando leveza e consistência. Esse resultado é fruto desse cuidado”, resumiu Kalline Miranda.
O trabalho contou ainda com a atuação da técnica Cris Queiroga e de toda a equipe técnica da Act Enlace, que teve papel fundamental no processo de preparação e retorno da atleta ao alto rendimento.
Mais do que um resultado individual, a performance de Gabriela representa um momento importante para a ginástica rítmica potiguar. Sua presença entre as melhores do país reforça o potencial do estado na formação de atletas de elite.
O resultado também consolida a Act Enlace como uma força emergente na modalidade. Mesmo com pouco mais de um ano de atuação, o clube já demonstra capacidade de formação e alto rendimento, projetando-se definitivamente no cenário nacional.
O retorno de Gabriela Cunha não é apenas competitivo — é simbólico. Marca a superação de uma atleta, a força de uma equipe e o avanço de um projeto que já começa a deixar sua marca no esporte brasileiro.
“E o medo de perder as viagens de luxo?”, escreveu Nikolas sobre o olhar de Janja para a cena | Imagem: reprodução
O juiz do 6º Juizado Especial Cível de Brasília, Júlio César Lérias Ribeiro, indeferiu pedido para determinar exclusão imediata da publicação do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) que envolve a reação de Janja ao ver o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), abraçar e tirar foto com uma apoiadora.
“E o medo de perder as viagens de luxo?”, escreveu Nikolas sobre o olhar de Janja para a cena. O caso ocorreu durante a festa de 46 anos do PT, no dia 7 de fevereiro.
A imagem viralizou por causa da suposta “bronca” de Janja, mas leitura labial feita por usuários das redes sociais aponta que a primeira-dama teria alertado o presidente de que ele não poderia tirar foto porque havia sido submetido à cirurgia de catarata dias antes.
Quem é a apoiadora que aparece no vídeo?
A apoiadora que aparece no vídeo ao lado de Lula é a suplente de vereadora de Juazeiro (BA) Manuella Tyler (PSB). Ela ingressou com ação contra Nikolas no Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) na qual pede a remoção da publicação e o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 30 mil.
Manuella, que é transexual, alegou à Justiça que foi alvo de “inúmeros comentários de cunho transfóbico, reiteradamente desumanizada, tratada no masculino, chamada por termos pejorativos e degradantes, sendo alvo de discurso de ódio explícito”.
O juiz Júlio César Lérias Ribeiro negou o pedido de tutela de urgência para determinar a imediata exclusão da publicação de Nikolas. Na decisão, assinada em 24 de março, o magistrado argumentou que “não há qualquer referência à transexualidade da autoria, ou incitação a discurso de ódio”.
“Como qualquer postagem na internet, especialmente envolvendo pessoas públicas de expressão nacional, em uma época de extrema polarização política, o conteúdo é passível de gerar manifestações de desapreço ou que beirem o ilícito penal (o que deve ser combatido pela própria plataforma), sem que isso necessariamente configura ofensa a direito da personalidade pelo criador”, disse o juiz na decisão.
Na avaliação do magistrado, “o que se depreende do contexto é uma referência pejorativa à reação de uma esposa ao ver o marido ser abordado com admiração por uma mulher mais jovem e bonita (ou ao menos é o que se verifica da análise isolada da postagem)”.
O juiz enfatizou que os procedimentos nos juizados especiais são caracterizados pela celeridade e a concessão de tutela de urgência exige “situação de extrema urgência e excepcionalidade, devidamente narrada e comprovada”.
“No presente caso, a urgência informada não se configura como extraordinária a ponto de justificar a concessão imediata da medida pleiteada”, pontuou. O mérito ainda será julgado. A ausência de conciliação do caso foi marcada para o dia 25 de maio, às 16h.
Uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) afirma que a demora do Ministério da Saúde em concluir um processo de contratação favoreceu a perda de ao menos R$ 260 milhões em vacinas Coronavac.
O imunizante contra a Covid-19 foi comprado em 2023, em negociação que se arrastou por mais de sete meses. Os lotes foram entregues com validade curta e no momento em que a vacina fabricada pelo Instituto Butantan estava em desuso no SUS.
Ao menos 8 milhões das 10 milhões de doses adquiridas nem sequer deixaram o armazém do Ministério da Saúde e foram incineradas por causa do fim da validade, revelou reportagem da Folha de S. Paulo.
“Portanto, a excessiva demora para a contratação consistiu na principal causa para a perda dos imunizantes”, afirma trecho do relatório elaborado por técnicos do tribunal.
O que diz o Ministério da Saúde
Em nota, o Ministério da Saúde diz que encontrou um cenário de “completo abandono dos estoques” deixado pelo governo Jair Bolsonaro e que iniciou a contratação nos primeiros meses de 2023. Ainda afirmou que o TCU reconheceu que a compra seguiu diretrizes vigentes da OMS (Organização Mundial da Saúde).
A pasta também afirma que atuou para garantir a oferta de vacinas à população em meio ao “cenário incerto” em todo o mundo sobre como seria a adaptação às novas variantes. “Cabe reforçar que o processo seguiu o trâmite exigido pela administração pública e a análise do TCU ainda está em curso”, acrescenta o ministério.
O que diz a área técnica do TCU
A área técnica do tribunal afirma que a compra se deu em cenário que exigia “prudência”, pois não havia possibilidade de troca das vacinas vencidas e “todos os fatores relacionados sugeriam a possibilidade de se formar um elevado estoque”.
O processo de aquisição da Coronavac se arrastou de fevereiro a setembro de 2023. A ideia da Saúde era ter aplicado as doses a partir de maio daquele ano, mas o imunizante chegou aos estoques do governo somente em 25 de outubro.
Dias antes da entrega das doses, o Ministério da Saúde isentou o Instituto Butantan da obrigação de substituir os lotes com validade inferior ao prazo definido no contrato. Para a área técnica do TCU, a pasta adotou postura diferente da esperada e “assumiu o risco” ao receber produto com validade curta e sem alternativa de troca ou ressarcimento.
Os técnicos do tribunal ainda dizem que o Butantan alertou formalmente o ministério, em maio e setembro de 2023, sobre a disponibilidade das doses, que haviam sido fabricadas em março. O instituto ainda afirmou que a “demora na formalização contratual vinha consumindo o prazo de validade do imunizante”, segundo o TCU.
Irregularidades apontadas
O acórdão aponta duas possíveis irregularidades. Uma delas é a “morosidade” na compra da vacina em “contexto que demandava celeridade reforçada”. A segunda conduta a ser questionada envolve “não coordenar, orientar e acompanhar, de forma tempestiva e compatível”, a contratação.
O prejuízo com a vacina pode ser maior e alcançar praticamente o valor total do contrato, de R$ 330 milhões, ao considerar o destino dos imunizantes que foram entregues pelo ministério aos estados. De cerca de 2 milhões de doses repassadas, apenas 260 mil foram aplicadas, segundo dados das secretarias locais. No pior cenário, 97% das vacinas se perderam.
O ministro Bruno Dantas considerou que, neste momento, não há razão para abertura de tomada de contas especial, ou seja, de procedimento que poderia envolver a cobrança do valor desperdiçado. Ele afirmou que a perda das vacinas contra a Covid é resultado de “aspectos multicausais”.
Durante o processo, o Ministério da Saúde atribuiu a baixa procura pela dose às campanhas de desinformação sobre a imunização. Afirmou ainda que o SUS poderia ficar desabastecido se as doses com validade curta fossem recusadas, pois não haveria tempo hábil para nova compra.
Para os auditores do TCU, porém, a alegação não é válida, pois o próprio ministério já reconhecia que havia baixa adesão da população à vacinação e que não seria necessário um largo estoque.
A Coronavac já estava em desuso no SUS quando as vacinas foram recebidas. Em dezembro de 2023, semanas depois de receber as doses, o ministério ainda mudou orientações sobre a campanha de imunização no SUS e definiu que a Coronavac deveria ser utilizada em “situações específicas”, como na falta ou contraindicação de outros imunizantes em crianças de 3 e 4 anos, também em crianças não vacinadas na idade recomendada.
Kkkkkkk,os atos desse DESGOVERNO sempreeeeeee são colocados na conta do GRANDE MITO DA NOSSA HISTÓRIA,esses excrementos 💩 💩 deveriam assumir seus atos irresponsáveis e não colocar a culpa nos outros,graças a Deus esses INÚTEIS pegarão o beco daqui a pouco,as mentiras não são mais absorvidas pelos brasileiros não.
A retomada de obras estruturantes em Natal depende da liberação de cerca de R$ 41 milhões em recursos federais, referentes a emendas de 2021 e 2022 ainda não repassadas.
Do total, R$ 9,66 milhões estão vinculados ao Ministério da Saúde para a segunda etapa do Hospital Metropolitano — com apenas R$ 435 mil liberados neste ano.
Já no Ministério das Cidades, faltam cerca de R$ 31,4 milhões, incluindo projetos como a requalificação do entorno da Pedra do Rosário, obras na Praia do Meio e recapeamento de vias na Zona Leste.
A Prefeitura também pleiteia R$ 17,57 milhões via novo PAC para intervenções viárias. Segundo o secretário de Planejamento, Vágner Araújo, os recursos retidos impactam diretamente obras de mobilidade, infraestrutura e saúde.
O prefeito Paulinho Freire afirma que os projetos estão aprovados e com execução iniciada, mas dependem da liberação federal. A gestão municipal tem feito articulações em Brasília para destravar os valores.
A retenção dos recursos gerou embate político. A vereadora Nina Souza (PL) atribui a paralisação das obras à falta de repasses federais.
Já a vereadora Samanda Alves (PT) contesta a versão e afirma que mais de R$ 12 milhões já foram liberados, além de novos investimentos previstos, como cerca de R$ 17 milhões para obras viárias via PAC.
Entre as intervenções previstas estão:
Implantação do binário Rui Barbosa/Xavier da Silveira (R$ 10 milhões)
Modernização semafórica no corredor Hermes da Fonseca/Salgado Filho (R$ 3,78 milhões)
Ajustes viários na Salgado Filho (R$ 3,78 milhões)
As obras visam melhorar a mobilidade urbana, com medidas como faixas exclusivas para ônibus e semáforos inteligentes, que podem reduzir o tempo de deslocamento em até 20%.
Segundo a Prefeitura, os recursos já estão previstos em contratos, e a liberação é essencial para evitar atrasos, aumento de custos e prejuízos à população.
O prefeito de Assú, Lula Soares, reuniu uma multidão neste sábado (02) em um grande encontro político no município. O evento reafirmou seu apoio ao pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier, e ao pré-candidato a deputado estadual, Dr. Gustavo Soares.
O encontro contou com a presença de apoiadores, simpatizantes, lideranças políticas e aliados, consolidando a força do grupo político local. Após a mobilização, Lula Soares, Cadu Xavier e Gustavo Soares concederam entrevista à Rádio Princesa, onde destacaram a importância da união para o futuro do estado e da região do Vale do Açu.
Lula Soares explicou que o apoio a Cadu Xavier está ligado ao reconhecimento pelas ações realizadas pela governadora Fátima Bezerra em Assú. Segundo o prefeito, a expectativa é de continuidade dessa parceria administrativa, com avanços e novos investimentos para o município.
Já em relação ao apoio a Dr. Gustavo Soares, Lula destacou o trabalho desenvolvido ao longo dos 8 anos em que Gustavo esteve à frente da Prefeitura de Assú. Lula Soares também relembrou sua participação na gestão dele, quando atuou como secretário de Saúde e de Assistência Social, reforçando a confiança no nome de Dr. Gustavo.
Fortes chuvas que atingem o Nordeste desde a última sexta-feira (1º) já deixaram mortos em Pernambuco e mais de 1,5 mil desalojados na Paraíba. Segundo informações da Defesa Civil, o cenário levou o governo federal a elevar o nível operacional para alerta máximo neste sábado (2), diante do risco e dos impactos registrados na região.
Foto: Reprodução
Em Pernambuco, de acordo com o governo estadual, ao menos seis mortes foram registradas nas últimas 48 horas em decorrência de deslizamentos e alagamentos. As ocorrências se concentram na Região Metropolitana do Recife e na Zona da Mata Norte, atingindo cidades como Recife, Olinda, Paulista, Goiana e Timbaúba.
Foto: Reprodução/@pernambuco_ordinario
Segundo as autoridades, entre as vítimas estão mãe e filho, mortos após um deslizamento de terra na capital. Outras mortes incluem adultos e crianças, conforme balanço divulgado pelo estado.
Foto: Reprodução
Na Paraíba, de acordo com a Defesa Civil estadual, cerca de 1.500 famílias estão desalojadas, além de aproximadamente 300 pessoas desabrigadas e cerca de 9 mil afetadas pelos temporais. Os municípios mais impactados incluem João Pessoa, Bayeux, Campina Grande, Patos, Sousa, Cajazeiras e Cabedelo.
Foto: Divulgação/Prefeitura de Timbaúba
A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil informou, em nota, que equipes federais estão em campo prestando apoio e monitorando a situação. O Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres emitiu 22 alertas durante o período crítico. Apesar da redução no volume de chuvas, o órgão afirma que o estado de atenção permanece.
O RN registrou a frustração de cerca de R$ 13 bilhões em investimentos após a devolução de outorgas de projetos de usinas solares entre 2025 e o início de 2026, segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), cenário que acende alerta para impactos na economia, empregos e atração de novos empreendimentos no estado.
De acordo com os dados, foram devolvidos 2,8 gigawatts (GW) em capacidade de geração, volume superior aos 2,1 GW atualmente em operação no RN. Ao todo, 51 projetos foram afetados, o que representa cerca de 7% das devoluções registradas no Brasil no período analisado, conforme informações da Tribuna do Norte.
Segundo a Absolar, um dos principais fatores para a desistência dos empreendimentos é o chamado “curtailment”, que são cortes na geração de energia renovável sem compensação financeira aos produtores, além de entraves regulatórios e limitações na infraestrutura de escoamento.
Representantes do setor energético apontam que o cenário pode impactar diretamente a geração de empregos, a arrecadação e a competitividade do estado, além de aumentar a cautela de investidores nacionais e internacionais na destinação de novos recursos para o RN.
De acordo com especialistas e entidades, mudanças recentes no marco regulatório do setor elétrico, redução de subsídios e incertezas jurídicas também estariam entre os fatores que influenciam a devolução das outorgas e a retração dos projetos no estado.
As informações são baseadas em levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) e em declarações de representantes do setor.
Em vídeo divulgado nas reds sociais, Vilma atribuiu a fuga a falhas estruturais e operacionais na unidade. “Cinco presos fugiram de uma cela totalmente deteriorada, com ferragens expostas, sem vigilância aproximada e sem monitoramento eletrônico eficaz”, declarou.
Segundo a presidente do Sindppen-RN, apesar da existência de câmeras, os equipamentos não funcionavam adequadamente no momento da fuga. “Tinha câmera, mas os computadores não funcionavam. Não tinha como os policiais visualizarem esses presos saindo da cela”, afirmou. Ela acrescentou que as falhas já vinham sendo apontadas anteriormente pela categoria.
Vilma também destacou o baixo efetivo como um dos principais problemas enfrentados pelos policiais penais. “Temos um efetivo extremamente baixo. Em muitos casos, um único policial precisa monitorar mais de 500 câmeras. Isso é inviável”, disse. De acordo com ela, “as guaritas estão desativadas há anos, o que compromete ainda mais a segurança”.
A presidente do sindicato criticou ainda medidas adotadas apenas após a fuga. “Somente depois da fuga é que começaram a consertar algumas câmeras e monitores. Mas é importante lembrar: câmera não segura preso. O que garante segurança é a vigilância aproximada, e isso nós não temos por falta de efetivo”, afirmou.
Vilma Batista declarou que a situação do sistema prisional é preocupante. “Estamos brincando de segurança pública”, disse. Em outro trecho, afirmou que os detentos que fugiram “estão nas ruas” e classificou o cenário como resultado de problemas estruturais, chegando a afirmar que o sistema está “falido”.
Infelizmente nosso estado está entregue as facções 😔😔😔😔,pelo amor de Deus alguém diga a essa DESGOVERNADORA que peça licença aos KUMPÂEIRO e suma porquê não tem mais condições.
Cãozinho dos teclados…