Diversos

TJRN: Participantes de pirâmide financeira têm direito à restituição do dinheiro pago

Os desembargadores que integram a 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, à unanimidade de votos, declararam a rescisão dos contratos pactuados entre cinco cidadãos e a empresa Priples Ltda., que versavam sobre sistema de pirâmide financeira. Na mesma sessão de julgamento, os desembargadores condenaram a empresa ao ressarcimento dos valores pagos pelos autores, no valor de R$ 10 mil cada, quando da celebração do contrato de adesão de serviço de publicidade e comunicação, devidamente acrescido de juros e correção monetária.

O acórdão da 3ª Câmara Cível deu ganho de causa aos contratantes quando apelaram da sentença proferida pela 16ª Vara Cível de Natal que julgou improcedente a pretensão autoral contra a Priples Ltda. Na apelação, eles alegaram que a sentença trouxe em seu relatório que os recorrentes buscavam os valores que foram prometidos pelo contrato nulo, no entanto, os autores pleitearam na petição inicial a decretação imediata da rescisão do contrato acordado.

Os autores da Apelação sustentaram que ficou esclarecido que aquilo que foi vendido era uma fraude, sendo solicitada proteção judicial para rescindir o contrato nulo e serem ressarcidos dos valores que haviam pago no estratagema fraudulento, não sendo pleiteado, em momento algum, a validade do negócio nulo e o recebimento dos créditos decorrentes de tal negócio.

Argumentam que, de acordo com o art. 460 do CPC/73, o juízo fica impedido de proferir sentença de natureza diversa da pedida, se não for a favor dos autores e, assim, jamais o magistrado de primeira instância poderia ter decidido em desfavor dos apelantes por expressa vedação legal.

Decisão

O relator do recurso, desembargador João Rebouças, considerou que o tema tratado nos autos tratava-se de relação de consumo e verificou a hipossuficiência dos recorrentes, tendo em vista que eles aderiram, virtualmente, a contrato do qual não obtiveram informações sobre o risco do negócio, nem participaram de sua elaboração, tratando-se de contrato de adesão.

Para João Rebouças, da análise da prova anexada aos autos, ficou claro que os autores celebraram contrato de adesão de serviço de publicidade e comunicação, em meados de junho de 2013, na forma de Marketing Multinível, onde se comprometeram a publicar diariamente os serviços da contratada, recebendo como pagamento a quantia de 2% do valor investido, por dia de atividade desenvolvida, além de serem remunerados também pela modalidade de indicação de outras pessoas para entrar no mesmo sistema.

No entanto, lembra que pouco tempo após a sua adesão, tentaram diversas vezes entrar em contato com a empresa para rescindir seu contrato e receber seus investimentos, tendo inclusive ido até a sede da mesma, sem obter êxito e, pouco tempo depois, a Priples teve suas atividades suspensas por ordem judicial, em virtude de tratar-se de um esquema de pirâmide financeira.

O relator assinalou que o sistema econômico de pirâmide financeira é proibida no ordenamento jurídico nacional, sendo considerada, inclusive, um crime contra a economia popular, nos moldes do art. 2º, IX da Lei nº 1.521/1951.

“Todavia, em que pese o negócio jurídico celebrado entre as partes ser considerado nulo, em razão de o seu objeto ser ilícito, não é razoável manter a sentença vergastada que indeferiu o pleito de ressarcimento dos valores investidos, uma vez que configuraria enriquecimento ilícito e sem causa da empresa apelada”, decidiu o desembargador relator.

(Apelação Cível n° 2016.008893-1)
TJRN

 

Opinião dos leitores

  1. Deveriam ser tratados como cúmplices e não como vítimas… Pelo fato de alguns serem completos idiotas o Estado presume todos como idiotas enganados… Por isso que a velha desculpa sempre cola: "Não sei de nada, sou vítima, sou menor de idade, fui enganado…"

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Geral

CPIs tentam ouvir ex de Vorcaro e esbarram em sumiço antes de depoimentos

Foto: Reprodução/Redes Sociais

As investigações no Congresso Nacional voltaram suas atenções para Martha Graeff, ex-noiva do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, considerada peça-chave para esclarecer possíveis conexões do empresário com autoridades. A influenciadora tem depoimentos marcados nesta semana, mas, segundo apuração, ainda não foi localizada pelas comissões.

A oitiva está prevista na CPMI do INSS, na segunda-feira (23), e também na CPI do Crime Organizado do Senado, na quarta (25). Parlamentares querem explorar informações que ela teria presenciado durante o relacionamento, especialmente encontros e conversas envolvendo o ex-banqueiro.

Mensagens analisadas pela CPMI indicam que Vorcaro relatava reuniões com figuras de alto escalão, incluindo menções a “Alexandre Moraes” — referência que levanta suspeitas e amplia a pressão por esclarecimentos. O ministro Alexandre de Moraes já negou envolvimento nas conversas.

Outro ponto que chamou atenção dos investigadores foi um relato de Vorcaro sobre um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, classificado por ele como “muito forte”, além de uma suposta “extorsão” em Brasília, mencionada em diálogos com a então companheira.

A convocação de Martha também surge como alternativa diante da ausência do próprio Vorcaro, que teve presença facultativa autorizada pelo ministro André Mendonça. Para parlamentares, o depoimento da influenciadora pode ajudar a revelar a dimensão das relações entre interesses privados e o poder público.

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VÍDEO: Zema renuncia ao governo de Minas e entra de vez na disputa nacional de 2026

 

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Vídeo: Reprodução/Instagram @portalhoraagora

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, oficializou neste domingo (22) sua renúncia ao cargo para disputar as eleições nacionais deste ano. A decisão foi comunicada à Assembleia Legislativa e marca a saída antecipada do chefe do Executivo estadual.

Na carta enviada ao Legislativo, Zema afirmou que deixa o governo com a sensação de “missão cumprida”. Ele relembrou o cenário de crise fiscal que encontrou ao assumir, em 2019, com salários atrasados e dificuldades financeiras, destacando ações de ajuste nas contas públicas e reorganização da máquina estadual ao longo da gestão.

Com a saída, o vice-governador Mateus Simões assume definitivamente o comando do estado. Antes da oficialização, Zema chegou a publicar um vídeo se despedindo do gabinete, sinalizando o fim do ciclo no Executivo mineiro.

Empresário e filiado ao Partido Novo, Zema foi eleito em 2018 em meio a um movimento de renovação política e reeleito em 2022 ainda no primeiro turno. Nos últimos anos, consolidou seu nome no cenário nacional e passou a ser cotado como um dos possíveis candidatos à Presidência em 2026.

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Geral

VÍDEO: Filho de ministro do STF alega ter 500 clientes com apenas 1 ano de OAB

 

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Vídeo: Reprodução/Instagram @estadao

O advogado Kevin de Carvalho Marques, filho do ministro Kassio Nunes Marques, chamou atenção ao afirmar que, com apenas um ano de atuação na advocacia, já teria atendido mais de 500 clientes e participado de cerca de mil processos. A informação constava em seu site oficial, que posteriormente foi retirado do ar.

A assessoria do advogado alegou que a página publicada era apenas uma versão preliminar e que os dados divulgados não devem ser considerados definitivos. Ainda assim, os números levantaram questionamentos sobre a rápida ascensão profissional, já que o escritório tem Kevin como único responsável.

Relatórios do Coaf também identificaram pagamentos de mais de R$ 280 mil feitos por uma empresa de consultoria tributária ao advogado entre 2024 e 2025. A mesma empresa recebeu milhões de reais de grupos como a JBS e o Banco Master no período, o que gerou suspeitas. A defesa, porém, afirma que Kevin nunca teve relação direta com essas companhias.

Outro ponto que chamou atenção é o funcionamento do escritório no mesmo endereço profissional da tia, também advogada, em um imóvel de alto padrão em Brasília. A família afirma que a prática é comum e que os escritórios são independentes.

O caso ocorre em meio a um cenário sensível, já que Kassio Nunes Marques atuava em processos relevantes envolvendo grandes grupos econômicos. A assessoria reforça que o filho não atua em tribunais superiores e classifica as suspeitas como tentativa de atacar sua atuação profissional.

Com informações do Estadão

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VÍDEO: Prefeituras gastam bilhões com shows enquanto serviços básicos entram em colapso

 

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Mesmo enfrentando dificuldades financeiras, centenas de prefeituras pelo Brasil têm destinado valores milionários para contratar artistas, enquanto áreas essenciais como saúde e educação seguem com problemas. Um levantamento aponta que municípios em situação fiscal delicada já gastaram mais de R$ 2 bilhões com cachês nos últimos dois anos.

A informação é do colunista Tiago Mali, do UOL. Um dos casos que chama atenção é o de Quijingue, onde a gestão municipal decretou situação de emergência após identificar desorganização nas contas públicas, com salários atrasados e falta de insumos básicos na rede de saúde. Ainda assim, os investimentos em festas cresceram de forma expressiva, com ampliação de eventos e contratação de atrações de alto custo.

A realidade não é isolada. Dados mostram que mais de mil municípios com baixa capacidade de pagamento têm priorizado eventos festivos mesmo diante de limitações orçamentárias. Especialistas alertam que cidades com menor desenvolvimento deveriam direcionar recursos para áreas estruturais, como educação básica e atendimento médico.

Em diferentes regiões do país, a situação se repete: denúncias de dívidas com fornecedores, obras paradas e falta de serviços essenciais convivem com altos gastos em eventos. Em alguns casos, órgãos de controle e a Justiça têm sido acionados para barrar contratações consideradas excessivas ou irregulares.

O cenário tem provocado críticas de servidores e da população, que cobram prioridade no pagamento de salários e na melhoria dos serviços públicos. Enquanto isso, Ministérios Públicos e Tribunais de Contas intensificam a fiscalização sobre esse tipo de despesa, diante do risco de mau uso de recursos públicos.

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Geral

VÍDEO: Não há na Bíblia nem na carta da ONU justificativa para invasões, diz Lula

Vídeo: Reprodução/X

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (21) que não existe justificativa para a invasão de um país por outro, nem com base na religião nem no direito internacional. A declaração foi feita durante o I Fórum de Alto Nível Celac-África, realizado em Bogotá.

Segundo Lula, “não há, nem na Carta da ONU nem na Bíblia, nada que diga que um presidente pode organizar a invasão de um país a outro”, em crítica indireta a ações militares recentes no cenário global. A fala ocorre em meio à escalada de conflitos internacionais.

O presidente também questionou a lógica de poder entre as nações. “Quem tem mais dinheiro, quem tem mais canhão, se acha dono do mundo?”, disse, ao defender uma ordem internacional mais equilibrada.

Durante o discurso, Lula voltou a defender o respeito à soberania dos países e criticou guerras em andamento, como o conflito na Ucrânia e as tensões no Oriente Médio.

Para o petista, a paz é condição essencial para o desenvolvimento, sobretudo em países mais pobres, que acabam sendo os mais afetados pelos impactos econômicos e sociais dos conflitos armados.

Opinião dos leitores

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Política

Suspeita sobre Toffoli em resort já aparecia na Lava Jato há quase 10 anos

Foto: Nelson Jr./SCO/STF

A possível ligação do ministro do STF Dias Toffoli com o resort Tayayá, no Paraná, não é recente. O tema já havia surgido nos bastidores da Operação Lava Jato, ainda em 2016, segundo mensagens reveladas posteriormente.

A informação é do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Diálogos atribuídos ao ex-procurador Deltan Dallagnol indicam que ele alertou integrantes da Procuradoria-Geral da República sobre a suspeita de que Toffoli seria sócio oculto do empreendimento, por meio de um familiar. As conversas vieram à tona anos depois, com os vazamentos da chamada Vaza-Jato.

À época, o conteúdo foi usado em uma representação do senador Renan Calheiros contra Dallagnol, sob a acusação de tentativa de investigação irregular contra um ministro da Suprema Corte. O caso acabou alimentando o embate entre integrantes da Lava Jato e o STF.

Agora, quase uma década depois, o assunto voltou ao centro do debate após o próprio Toffoli admitir participação na empresa familiar Maridt, que figura entre as proprietárias do resort. A revelação reacendeu questionamentos sobre a relação do ministro com o negócio.

O episódio reforça a reabertura de temas antigos da Lava Jato e amplia a pressão sobre figuras centrais do Judiciário, em meio a um cenário político já tensionado por investigações e disputas institucionais.

Opinião dos leitores

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Política

CPI aponta que número ligado a Moraes recebeu mensagem de Vorcaro no dia da prisão

Foto: Gabriela Biló/Folhapress

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS identificou que o número de telefone que recebeu mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, no dia de sua prisão, estaria vinculado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e teria sido utilizado pelo ministro Alexandre de Moraes ao longo dos últimos anos.

De acordo com a apuração do colegiado, o contato foi feito em 17 de novembro de 2025, mesma data em que Vorcaro foi preso pela Polícia Federal. A identificação do número ocorreu por meio do Sittel, sistema que reúne registros telefônicos. O ministro, no entanto, nega ter recebido qualquer mensagem.

O presidente da CPMI, Carlos Viana, enviou um ofício ao STF solicitando que a Corte informe quem utilizou a linha nos últimos cinco anos. A tendência, porém, é que o Supremo recuse o pedido sob o argumento de proteção à privacidade de magistrados.

Relatos apontam que mensagens trocadas no dia da prisão indicariam uma possível interlocução, mas não há confirmação pericial. Especialistas destacam que só seria possível comprovar o envio e recebimento com análise direta dos aparelhos envolvidos — cenário considerado improvável no caso.

Com Vorcaro preso e em negociação de delação premiada, o episódio deve seguir gerando tensão entre Congresso e Judiciário, mas pode acabar restrito a versões conflitantes, sem comprovação técnica definitiva.

Com informações do Poder360

Opinião dos leitores

  1. Nao precisa ser da NASA, FBI ou PF, prá saber que esse cabeça de ovo sempre foi um comparsa desse Vorcaro, e o “contrato ” com o escritório de sua mulher foi só um dos crimes que ele está envolvido, viu que a grana era fácil com o banqueiro, caiu de cabeça, literalmente. Vai ser preso também.

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Mundo

Trump ameaça destruir usinas do Irã se Estreito de Ormuz não for reaberto em 48h

Foto: Aaron Schwartz/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra o Irã e fez uma ameaça direta neste sábado (21): destruir usinas de energia do país caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto em até 48 horas. A declaração foi publicada na rede Truth Social e intensifica ainda mais o clima de tensão no Oriente Médio.

O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas energéticas do planeta, por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo mundial. O bloqueio da região, promovido pelo Irã após ataques dos EUA e de Israel, já provoca preocupação global com impactos diretos nos preços dos combustíveis e na economia internacional.

Na prática, o estreito é vital para o escoamento da produção de países como Arábia Saudita, Iraque, Kuwait e Emirados Árabes Unidos. Com a rota comprometida, o risco de desabastecimento e alta generalizada nos preços ganha força — inclusive no Brasil, que já sente reflexos da crise no diesel e na gasolina.

O cenário se agrava com a escalada militar. Neste sábado, mísseis iranianos atingiram cidades no sul de Israel, deixando mais de 100 feridos. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reagiu afirmando que o país seguirá atacando seus inimigos “em todas as frentes”.

Com ameaças diretas entre potências e ataques em andamento, o conflito entra em um novo patamar e amplia o risco de uma crise internacional de grandes proporções, com efeitos imediatos na segurança global e no bolso da população.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

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Geral

VÍDEO: PL reúne multidão em Natal e realiza um dos maiores atos políticos da história recente do RN

Vídeo: Divulgação

O Partido Liberal protagonizou, neste sábado (21), um dos maiores eventos políticos já registrados no Rio Grande do Norte. Com o Boulevard completamente lotado, o ato de filiação reuniu mais de 8 mil pessoas (dentro e fora do espaço) e consolidou a força do grupo político liderado no estado pelo senador Rogério Marinho.

Além de marcar um grande ato de filiação, o evento também apresentou ao RN a chapa com os pré-candidatos da majoritária. Álvaro Dias e Babá Pereira, como pré-candidatos a governador e vice; Hélio Oliveira e Styvenson Valentim como senadores; e Flávio Bolsonaro, para presidência da República.

A mobilização impressionou não apenas pelo público, mas pela presença de grandes nomes da política nacional e estadual. Estiveram presentes o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, senador Efraim Moraes Filho, deputado federal Sóstenes Cavalcante, líder da oposição na Câmara, além de ex-ministros do Governo Bolsonaro.

Presença muito forte também de prefeitos de diversas regiões do estado, deputados e lideranças políticas, que reforçam o crescimento da sigla e do grupo político no RN.

O clima foi de entusiasmo e união. Mais do que um ato partidário, o encontro funcionou como uma demonstração de força, articulação e capacidade de mobilização.

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Política

VÍDEO: “Vamos varrer o PT do Governo do Estado e do Governo Federal”, diz Álvaro Dias

Vídeo: Reprodução

O ex-prefeito de Natal e pré-candidato a governador do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, agradeceu a presença e apoio de Flávio Bolsonaro neste sábado (21). Em evento do PL em Parnamirim, ele disse ao pré-candidato à Presidência da República que o pai dele, Jair Bolsonaro foi o melhor presidente do país, e que juntos eles vão “varrer o PT do Governo do Estado e do Governo Federal”.

Durante o discurso, Álvaro Dias destacou que o Rio Grande do Norte encontra-se em um estado dramático e que precisa de mudança. “Vamos juntos ajudar o Rio Grande do Norte e o Brasil”, afirmou ele. “É vencer ou vencer”, complementou.

Em relato a Flávio, Álvaro Dias mencionou a ajuda que teve de Jair Bolsonaro durante a pandemia, quando os dois eram prefeito de Natal e presidente do Brasil, respectivamente. “Que falta ele faz”, disse o ex-chefe do Executivo natalense.

Tribuna do Norte 

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