Ele vem aí. Após meses de especulação, o PlayStation 4 finalmente será anunciado pela Sony, que convocou a imprensa para uma conferência em 20 de fevereiro acerca do console. É a primeira grande reunião sobre PlayStation em dois anos, ressalta a Reuters.
Da última vez em que falou sobre a plataforma, em janeiro de 2011, a Sony mostrou um protótipo do portátil Vita. Antes disso, em 2005, realizou um encontro dois meses depois de ter mostrado o conceito do PS3 e, em 1999, a empresa revelou projetos referentes ao PS2.
Há mais de seis anos que o PS3 foi lançado e o console já vendeu 70 milhões de unidades pelo mundo. A última versão do videogame também foi apresentada com uma lacuna de seis anos em relação ao antecessor, o PS2.
O deficit nominal do setor público consolidado –formado por União, Estados, municípios e estatais– atingiu R$ 968,5 bilhões no acumulado de 12 meses até julho. O saldo negativo voltou a subir depois de atingir R$ 894,4 bilhões em junho. Agora, está no maior patamar desde dezembro de 2024, quando somou R$ 998,0 bilhões.
O BC (Banco Central) divulgou o relatório “Estatísticas Fiscais” nesta 6ª feira (29.ago.2025).
Em 12 meses, a despesa com juros da dívida totalizou R$ 941,2 bilhões, o que corresponde a 7,64% do PIB (Produto Interno Bruto). Havia sido de R$ 869,8 bilhões nos 12 meses até julho de 2024.
O resultado primário –que exclui gastos com a dívida pública– foi de um deficit de R$ 27,3 bilhões no acumulado de 12 meses até julho.
DÍVIDA BRUTA
A DBGG (Dívida Bruta do Governo Geral) subiu para 77,6% do PIB (Produto Interno Bruto) em julho. Aumentou 0,9 ponto percentual ante junho.
A relação dívida-PIB aumentou 1,1 ponto percentual no acumulado do ano e 5,9 pontos percentuais no governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo o Banco Central, a dívida bruta do Brasil somou R$ 9,6 trilhões em julho.
Uma menina de 6 anos morreu vítima de bala perdida na noite de quinta-feira (28) no conjunto Vale Dourado, Zona Norte de Natal (RN). De acordo com a Polícia Militar, a criança, identificada como Ana Lavínia, foi atingida por um disparo de arma de fogo e socorrida para o Hospital Santa Catarina.
A mãe da criança relatou que o alvo do ataque era o pai da menina, mas o tiro acabou atingindo a filha. Segundo o 4º Batalhão da Polícia Militar, posteriormente veio a confirmação de que o pai de Ana Lavínia estava morto no local, na Rua João Paulo II.
O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
A primeira turma do STF (Supremo Tribunal Federal) inicia na próxima terça-feira (2) o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus do núcleo 1 da ação penal que apura uma tentativa de golpe de Estado em 2022.
O ministro Cristiano Zanin, presidente do colegiado, marcou sessões em cinco dias para as discussões. Em dois desses, o julgamento ocorre das 9h às 12h. Nos outros três dias, haverá duas sessões diárias: umas das 9h às 12h e outra das 14h às 19h.
Como os julgamentos das turmas do STF ocorrem apenas às terças-feiras a tarde, Zanin marcou seis sessões extras para analisar o caso. A análise poderá durar, ao todo, 27 horas.
Os réus não precisarão comparecer presencialmente ao julgamento na Suprema Corte. Conforme apurou a CNN, o tenente-coronel Mauro Cid, por exemplo, optou por não comparecer para evitar constrangimentos com os demais réus.
Veja datas e horários do julgamento:
2 de setembro, terça-feira: 9h às 12h (Extraordinária) e 14h às 19h (Ordinária)
3 de setembro, quarta-feira: 9h às 12h (Extraordinária)
9 de setembro, terça-feira: 9h às 12h (Extraordinária) e 14h às 19h (Ordinária)
10 de setembro, quarta-feira, 9h às 12h (Extraordinária)
12 de setembro, sexta-feira, 9h às 12h (Extraordinária) e 14h às 19h (Extraordinária)
Veja quem são os réus do núcleo 1:
Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil no governo de Bolsonaro, candidato a vice-presidente em 2022;
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente;
Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-presidente da Abin (Agência Brasileira de Inteligência);
Almir Garnier, almirante de esquadra que comandou a Marinha no governo de Bolsonaro;
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Bolsonaro;
Augusto Heleno, ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) de Bolsonaro; e
Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa de Bolsonaro.
A partir da orientação do prefeito Jaime Calado, a Controladoria Geral do Município de São Gonçalo do Amarante (CGM/SGA) deu um passo importante para aprimorar a gestão pública local. Na última quarta-feira (27), a equipe da CGM, liderada pelo controladoria-geral Marcos Alexandre, promoveu a primeira etapa de uma oficina de capacitação para servidores.
O foco da iniciativa é padronizar e legalizar os processos de pagamento, garantindo uma administração fiscal mais responsável e transparente. O evento reuniu secretários, assessores e servidores-chave, destacando a colaboração de toda a gestão para atingir um nível elevado de excelência e conformidade.
O controlador-geral enfatizou a visão preventiva da Controladoria: “Nossa missão é evitar erros por falta de conhecimento e garantir que todos os procedimentos financeiros estejam alinhados com as leis vigentes.”
O projeto não se encerra com a oficina. Os próximos passos incluem um acompanhamento “in loco”, onde a equipe da CGM irá diretamente aos setores para dar suporte e orientação contínuos. A capacitação visa preparar a equipe para aplicar os recursos públicos de maneira eficiente, em conformidade com as diretrizes da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a ordem cronológica de pagamentos (seguindo a Resolução 011/2024 do TCE/RN) e as demais normas do TCU e outros órgãos fiscalizadores.
O projeto também busca total adequação às normas da LGPD, da Lei de Acesso à Informação e o fortalecimento do controle social.
O Rio Grande do Norte enfrenta um momento crítico nos hospitais da rede estadual por falta de insumos. A situação, alvo de uma decisão da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal que apontou um “cenário de colapso progressivo” na saúde, é enfrentada de perto por pacientes e profissionais da área. Segundo o Sindsaúde, faltam itens como cateteres, sabão, álcool, antibióticos, heparina (medicamento anticoagulante), gazes e outros. O Walfredo Gurgel, referência em trauma-ortopedia no RN, é a unidade mais afetada, onde as tomografias computadorizadas com contraste foram suspensas no início do mês por falta de bombas injetoras.
A lista de insumos em falta é extensa. De acordo com o sindicato, faltam também lençóis, óleo mineral (ofertado a pacientes com prisão de ventre), óleo de girassol para curativos, equipo (dispositivo utilizado na dieta de pacientes) e crepom. Uma funcionária do setor de materiais do Walfredo Gurgel disse à reportagem que os kits usados em cirurgias, conhecidos como ‘laps’, estão em péssimo estado. “Além disso, esse é um material que precisa de reserva para casos de emergência – são necessários pelo menos dois lápis-reserva, mas não temos nenhum”, contou a funcionária sob condição de anonimato.
Elizabeth Teixeira, diretora do Sindsaúde, denunciou que médicos do Walfredo chegam a tirar dinheiro do próprio bolso para comprar alguns itens. “Isso tem ocorrido no Centro de Queimados, que está sendo improvisado em uma área do hospital depois que iniciaram uma obra no setor e que já se arrasta há um ano. Por lá falta crepom, usado em ataduras em pacientes queimados. A falta de insumos é uma realidade que se agrava no Walfredo Gurgel, mas que não é difícil de encontrar também em hospitais como o Maria Alice Fernandes, por exemplo”, afirma.
Questionada sobre a situação em toda a rede e sobre qual o planejamento para resolver os problemas, a Sesap respondeu citando apenas o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. Em nota, a pasta afirmou que “não procedem as faltas relativas ao abastecimento do hospital”. Segundo a Secretaria, “nunca foi registrada falta, por exemplo, de gazes ou óleo mineral, bem como há estoque de álcool, sabão, laps e outros itens, tornando improcedente a lista apresentada. Sobre as angiotomografias, estão sendo todas realizadas em outros hospitais da rede estadual, não tendo, portanto, registro de desassistência aos pacientes”.
Ainda segundo a Sesap, a respeito da situação registrada no Hospital Geral João Machado, “conforme manifestação anterior da Secretaria à época do episódio no início de agosto, boa parte da alimentação fornecida na unidade é produzida por uma empresa contratada, que entrega as refeições lacradas para consumo. Diante do registro apresentado, a Secretaria notificou a empresa responsável e acionou a Vigilância Sanitária para a apurar a situação”.
A Operação Carbono Oculto do Ministério Público de São Paulo, realizada nesta quinta-feira (28), foi o resultado de uma investigação iniciada em 2023. A ação em oito estados mirou um esquema criminoso bilionário do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis.
Segundo o governador Tarcísio de Freitas, ações de inteligência há dois anos possibilitaram a ação desta quinta, que contou com cerca de 1,4 mil agentes em uma força tarefa que uniu diversos orgãos de segurança de todo o país. Durante a operação, mandados foram cumpridos na Avenida Faria Lima, principal centro financeiro do país.
Além da Carbono Oculto, a Polícia Federal realizou as operações “Quasar” e “Tank” com o mesmo objetivo: desarticular esquemas de lavagem de dinheiro do PCC no setor de combustíveis. Apesar de serem três ações separadas, elas foram realizadas a partir de uma grande coordenação entre órgãos de segurança estaduais e federais.
“O Brasil, infelizmente, tem muitas brechas para isso. São regimes especiais tributários que às vezes são concedidos, importações de um determinado tipo de produto para ser utilizado na indústria química, mas, chega aqui, ele é rebeneficiado e acaba chegando aos postos. Essas operações ilícitas foram sendo mapeadas e a gente teve a eclosão hoje da Carbono Oculto, que é uma resposta do estado com relação a essa inserção do crime no setor de combustíveis”, afirma Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo.
Em coletiva de imprensa, as autoridades explicaram a origem da investigação, que partiu do MPSP ao solicitar um levantamento de possíveis postos de combustíveis usados pelo crime organizado ao Centro de Inteligência da Polícia Militar do estado. As apurações identificaram o uso de fintechs e fundos de investimento para lavar o dinheiro do esquema de fraudes em combustíveis.
O Executivo apresenta nesta sexta-feira (29) ao Congresso o PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2026, considerado o mais importante do atual governo. A peça será o fio condutor das contas públicas em pleno ano eleitoral, quando a pressão por gastos se intensifica e a credibilidade fiscal fica em cheque.
Mais que uma formalidade constitucional, a proposta se transforma em um termômetro político. O texto vai expor como o governo pretende equilibrar a promessa de superávit com as pressões por mais investimentos e emendas parlamentares, em meio a discussões sobre equilíbrio fiscal e cortes de benefícios.
O texto deve detalhar a meta fiscal, projeções macroeconômicas e prioridades de despesa do próximo ano, como os valores do salário mínimo, do Bolsa Família e espaço para as políticas carro-chefe para o próximo ano.
O texto é elaborado a partir das diretrizes já definidas no PLDO (Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias), entregue em março, e servirá de base para o debate orçamentário até a votação final, prevista para dezembro.
A proposta vai projetar um resultado primário de superávit, em 0,25% do PIB para o próximo ano, conforme fixado no PLDO, além de apresentar receitas suficientes para cumprir a regra. No entanto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que não há previsão de o texto trazer medidas adicionais de receita.
A apresentação precisa considerar a meta cheia, sem apoio na banda inferior permitida pelo arcabouço fiscal, em 0,25% do PIB de superávit ou de déficit, equivalente a cerca de R$ 34 bilhões.
Também entram em jogo as despesas com precatórios, que podem ser retiradas do cálculo para a checagem da meta, abrindo espaço no resultado oficial — já que a regra estabelecida pelo STF (Supremo Tribunal Federal) vale até 2027.
Para fechar as contas, a equipe econômica deve apostar em medidas em tramitação, como corte de benefícios tributários, mudanças na tributação de investimentos e antecipações ligadas ao petróleo.
Os últimos acontecimentos, como o tarifaço de Donald Trump às exportações brasileiras, e uma megaoperação que identificou lavagem de bilhões de reais ligados ao PCC, e a posição do governo frente a isso, deram mais fôlego político ao presidente Lula para o pleito de 2026.
A expectativa é de que o texto seja enviado à tarde, com possível coletiva técnica para explicar os números à imprensa — que pode ficar para a segunda-feira (1º), como já aconteceu em outros casos.
Uma mulher foi presa na comunidade do Detran, em Natal, após a Polícia Militar apreender com ela uma arma de fabricação caseira e porções de drogas. Enquanto era encaminhada a delegacia, a mulher se revoltou contra os policiais e chegou a afirmar: “eu não sou bandida, bandida é a polícia”. A declaração foi registrada em vídeo pela reportagem do Via Certa Natal.
De acordo com a PM, a arma estava em situação irregular e a droga seria destinada à venda na região. A mulher foi conduzida à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça.
A ação da polícia desencadeou um protesto de moradores nas proximidades. Pneus foram queimados e o Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar as chamas e liberar a pista.
Durante participação no programa 12 em Ponto, da 98 FM Natal, nesta quinta-feira (27), o secretário da Fazenda e pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier (PT), comentou sobre os atrasos nos repasses de empréstimos consignados aos servidores estaduais, que estão congelados desde o dia 10 de julho. Xavier afirmou que o problema deve ser solucionado até dezembro.
Segundo ele, não se trata de apropriação indevida do dinheiro descontado dos contracheques, mas sim de uma questão de gestão orçamentária. O secretário pontuou que o Estado prioriza o pagamento da folha de servidores, e muitas vezes não há sobra de recursos para efetuar imediatamente os repasses aos bancos.
“Não é que o Estado fica com o dinheiro do servidor. O dinheiro simplesmente não existe. Pagamos o salário líquido, e não sobra para o repasse do consignado porque priorizamos a folha. Quando terminamos de pagar a folha, não sobra um centavo”, afirmou.
O secretário ainda ressaltou que o atraso é pontual e que, até o momento, o problema afeta apenas os empréstimos consignados do Banco do Brasil, sem gerar negativação no Serasa ou cobranças indevidas aos servidores.
Cadu Xavier informou que o governo está em negociação com o banco e projeta que até dezembro todos os repasses atrasados sejam regularizados, permitindo a retomada das operações de crédito consignado. “Até dezembro é a previsão. Temos expectativa de resolver isso até novembro, pagando o que está atrasado e retomando o crédito para os servidores”, disse.
Ele destacou também que, enquanto o problema não for resolvido, servidores que precisarem de empréstimos podem buscar outras instituições financeiras que oferecem o consignado, já que o bloqueio é específico do Banco do Brasil.
Parte do salário do servidor é retida pelo governo pois é uma parcela do empréstimo consignado. O Estado não repassa o valor ao banco. Mas o candidato diz que não fica com o dinheiro. Vamos! Todos votando nele ano que vem!!
Em Itapeva (SP), Kauan, conhecido como o “menino do pão”, precisou interromper a venda de pães caseiros que fazia para ajudar a mãe, após uma denúncia que levou o Conselho Tutelar a convocar a família para esclarecimentos.
O adolescente estudava regularmente e realizava a atividade de forma voluntária, contribuindo com o sustento familiar. O caso gerou debate sobre trabalho infantil e a realidade de muitas famílias, com moradores e internautas discutindo se atividades desse tipo, quando não prejudicam os estudos, deveriam ser tratadas como infração.
O caso viralizou em diversas plataformas das redes sociais e uma grande quantidade de pessoas se manifestou com repúdio à ação de impedimento da venda de pães. “Isso é um absurdo, o que ele está fazendo de errado”? “Um menino honesto sendo proibido de vender pães, era só o que faltava”. Comentários nesse contexto tomaram conta das redes com indignação. Por outro lado, também muitos incentivadores saíram em favor de Kauan e sua família.
Agora o menor pode roubar, estrupa e usar drogas não dá nada, pois trabalho é crime
. Isso é Brasil isso é PT que apoia a marcha da maconha mas não o trabalho.
Aqui nesta bosta de país, só criança só pode vender drogas e pedir esmolas no sinal! Aprender a trabalhar e a produzir é extremamente proibido! Mas não poderia ser diferente né? Afinal, somos governados um ladrão contumaz!
Comente aqui