Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) responde a 14 ações de investigação judicial eleitoral (Aijes) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os processos apuram possíveis irregularidades durante a campanha e, em caso de condenação, podem resultar em cassação e inelegibilidade.
Duas novas ações foram admitidas na quinta-feira pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva. Uma delas foi apresentada pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e questiona um possível uso da estrutura da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência em benefício de Lula.
A outra ação foi protocolada pela campanha de Romeu Zema (Novo) e contesta uma série de medidas adotadas pelo governo federal durante o período eleitoral. No processo apresentado pelo PL, além de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin, também é citado o ministro da Secom, Sidônio Palmeira, acusado de suposto desvio de finalidade na publicidade institucional e participação direta na campanha.
Até agora, o TSE analisou apenas os requisitos formais para a tramitação das ações. As acusações ainda serão investigadas e o mérito dos processos será julgado posteriormente.
Flávio Bolsonaro também é alvo de nove ações eleitorais no tribunal, todas apresentadas pela campanha de Lula. Apesar da derrota na disputa presidencial, o senador poderá ficar inelegível caso seja condenado.
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