O pescador norte-americano pescou na segunda-feira (3) um enorme tubarão em uma praia no sul da Califórnia — esse pode ser o maior tubarão-anequim de que se tem notícia.
Depois do feito, organizações de defesa dos animais criticaram a captura do animal, já que as populações de tubarões são vulneráveis à pesca.
O enorme tubarão-anequim, de 600 kg e cerca de 3,3 m de comprimento, foi pescado na praia de Huntington, em Gardena, Califórnia, Costa Oeste dos Estados Unidos.
O tubarão-anequim é típico de zonas tropicais e temperadas e considerado um dos mais rápidos
O grande animal foi pescado pelo texano Jason Johnston, que diz ter lutado com ele por duas horas e meia até trazê-lo para dentro do barco
Se o peso e o tamanho do tubarão forem oficialmente confirmados pela Associação Internacional de Pesca Esportiva, este será o maior tubarão-anequim já capturado. O recorde anterior, de julho de 2001, é de um tubarão de 554 kg.
O tubarão-anequim capturado na Califórnia é uma fêmea. Levarão dois meses para que a verificação oficial seja concluída
Por enquanto, Williams está mantendo o animal refrigerado em sua empresa. Segundo o especialista, a lei estadual permite que cada pescador fisgue até dois animais desse tipo por ano — algo que é muito raro de acontecer.
Apesar disso, Williams vem recebendo muitas críticas do mundo todo por estar armazenando o enorme tubarão-anequim
Para David McGuire, diretor do grupo californiano Shark Stewards, de proteção aos tubarões, disse que o animal deveria ter sido libertado.
— As pessoas deveriam ver esses tubarões como animais maravilhosos fundamentais para os oceanos, e, assim, admirar a beleza deles, em vez de derramar seu sangue e tripas
Do R7
Certa vez, há uns dez anos atrás, indo de Natal para Maracajaú, por volta das 10:30 da manhã de um sábado, ao entrar na ponte, percebi de longe que se aproximava alguma coisa na suprfície da água do Rio Potengi ao lado direito do meu carro. Para minha surpresa e pela primeira vez na minha vida, havia visto um tubarão nadando ao vivo e fiquei surpreso, pois o estava vendo nadar por ali em um rio, e não sabia que tubarões nadavam em rio, mas apenas no mar. Mais ou menos a uns 150 metros entrando na ponte, vi que ele começava a passar por baixo da ponte que tem cerca de 650 metros de comprimento. Fiquei no aguardo para ver seu o via direito, mas perdi o contato visual com ele, uma vez que meu carro continuava seguindo na ponte. Ao término da ponte e já subindo a ldeira de Igapó, tentei vê-lo pelo retrovisor e não consegui, mas para minha supresa, ao fazer a curva da ladeira de Igapó, consegui vê-lo novamente com mais nitidez, dessa vez, já à esquerda do meu carro, onde de longe vi que ele estava terminando a travessia por baixo da ponte, restando somente a cauda. Foi um acontecimento inesquecível.