Em agosto, o Rio Grande do Norte teve um saldo de 7.239 novos empregos formais. Foram 24.264 trabalhadores contratados contra 17.025 demitidos. A agropecuária foi responsável pela maior parte das admissões, com um saldo de 2.258 postos de trabalho.
O setor de Serviços também apresentou forte desempenho, com 1.997 vagas, seguido pela Indústria, que adicionou outros 1.342 empregos. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados na sexta-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
De acordo com o Boletim RN Mapa do Emprego, elaborado pelo Sebrae-RN com base nos dados do Caged, o resultado de oito meses com saldo positivo reflete um cenário positivo de recuperação econômica no estado, impulsionado por setores estratégicos e pelo fortalecimento das micro e pequenas empresas. O destaque especial é para o cultivo de melão, que ajudou a aumentar as vagas no setor agropecuário.
Em mais uma demonstração de compromisso com a valorização do funcionalismo público municipal, o prefeito de Natal, Paulinho Freire, apresentou, na noite desta quinta-feira (3), ao Sindicato dos Servidores Municipais de Natal (Sinsenat) a proposta de reajuste salarial de 12,88% para os servidores do plano geral da administração municipal.
A proposta foi entregue diretamente ao presidente do Sinsenat, J. Neto, em reunião realizada na sede do Procon Natal. O percentual, definido após rodada de negociação entre a gestão municipal e a entidade sindical, será implementado de forma integral, sem qualquer parcelamento, o que reforça o esforço da Prefeitura em reconhecer e atender às demandas históricas dos servidores.
“É com grande satisfação que anunciamos esse percentual de reajuste do salário dos servidores do município do plano geral, pois entendemos a necessidade e a importância da valorização dos nossos servidores. Estávamos em negociação e agora chegamos a esse percentual”, destacou o prefeito Paulinho Freire.
Durante o encontro, o presidente do Sinsenat, J. Neto, sinalizou positivamente à proposta e reforçou o ineditismo da postura da gestão municipal em priorizar o servidor público. “É com gratidão que recebemos essa sinalização. O servidor certamente ficará satisfeito com o percentual de 12,88%, pois, durante quase três décadas, não sentimos essa preocupação que o prefeito Paulinho Freire está tendo com o servidor. Amanhã levaremos essa proposta a categoria, que certamente acatarão o reajuste”, declarou.
A proposta será apresentada em assembleia à categoria na manhã desta sexta-feira (4). Em caso de aprovação pelos servidores, o projeto de lei será enviado à Câmara Municipal para votação e posterior implementação.
Um estudo produzido pelo Correios apontou que a empresa pública tomou um prejuízo de R$ 2.160.861.702,75 em função da “taxa das blusinhas” proposto pelo Ministério da Fazenda e aprovada pelo Congresso Nacional em junho de 2024.
O g1 teve acesso a um documento produzido pelos Correios que apontou o prejuízo. O texto faz duas comparações para mostrar o quanto foi estimado e o quanto foi arrecadado pela empresa em 2024.
Antes da mudança da legislação, os Correios estimavam arrecadar R$ 5,9 bilhões com o transporte de mercadorias importadas da China em 2024. Entretanto, com o surgimento da lei, o total efetivamente arrecadado foi de R$ 3,7 bilhões. Valor R$ 2,2 bilhões (37%) menor.
Uma estimativa também foi calculada já levando em consideração a sanção da lei e uma possível redução de receita. Nela, a empresa previu uma arrecadação de R$ 4,9 bilhões (R$ 8 milhões a menos que em 2023). Neste comparativo, o prejuízo foi de R$ 1,7 bilhão.
Nesta quarta-feira (26), o presidente da empresa, Fabiano Silva, esteve na Câmara dos Deputados para acompanhar um evento da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Correios e falou sobre o impacto.
“A gente tinha uma expectativa de receita, que ela foi frustrada, então essa expectativa de receita frustrada se traduz depois em prejuízo na empresa”, afirmou Fabiano.
Fabiano ainda ponderou que a mudança proposta pelo Ministério da Fazenda, permitiu ainda que outras empresas de transportes façam o frete pelo Brasil de mercadorias internacionais e que resultou na diminuição do domínio dos Correios sobre esse tipo de serviço.
“A gente tinha uma participação nesse segmento internacional em torno de 98% de mercado, ou seja, quase dominante, quase exclusivo nesse mercado. No mês de janeiro, a gente está em torno de 30 e poucos por cento”, criticou.
Para reverter essa situação, fontes informaram que os Correios buscam modificar o decreto-lei sobre tributação simplificada das remessas postais internacionais, voltando ao que era antes da última modificação em 2024.
Prejuízo Correios
No final de janeiro, o Ministério da Gestão informou que os Correios são uma das principais razões para o aumento do déficit das estatais em 2024. Segundo o governo, a estatal registrou um rombo de R$ 3,2 bilhões no ano passado.
“Uma boa parte da explicação do aumento do déficit é o déficit dos Correios, que de fato aumentou bastante. E o caso dos Correios é um caso que demanda nossa atenção. O governo tem se debruçado para discutir medidas de sustentabilidade [financeira]”, afirmou a secretária de Coordenação e Governança das Empresas Estatais do MGI, Elisa Leonel.
A secretária afirmou que os Correios deixaram de investir, encerraram contratos e perderam receita ao serem incluídos no Plano Nacional de Desestatização, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“A empresa não aproveitou ali em determinados momentos que se teve a pandemia e que o fluxo de encomendas, ele foi alto. Aquele era o momento de você ter feito um salto de qualidade. Ali a gente tinha que ter diversificado as nossas atividades”, apontou o presidente.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou, na noite desta 5ª feira (3.abr.2025), um vídeo em defesa do projeto de lei 2.858/2022, que propõe anistia aos envolvidos nos atos extremistas do 8 de Janeiro.
Com pouco mais de 7 minutos de duração, o congressista compara a anistia aos condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes ao movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Ele traça um paralelo entre Rosa Parks e Débora Rodrigues dos Santos, condenada a 14 anos por pichar com batom a estátua “A Justiça”, localizada em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal).
Nikolas questiona a dosimetria da pena aplicada a Débora. Ela escreveu “perdeu, mané” –referência a uma frase dita por Roberto Barroso, presidente da Corte, em 2022. Se tornou ré pelo colegiado em 9 de agosto de 2024.
Rosa Parks foi uma ativista dos direitos civis nos EUA que, em 1955, se recusou a ceder seu assento a um homem branco em um ônibus segregado em Montgomery (Alabama). Sua prisão desencadeou um boicote aos ônibus da cidade, liderado por Martin Luther King Jr.
“A injustiça contra uma mulher virou um marco de uma luta coletiva. Lá foi um ônibus, aqui um batom. Débora, casada, mãe de 2 filhos pequenos, cabeleireira, condenada a 14 anos de cadeia. Seu crime? Escrever ‘perdeu, mané’ em uma estátua com batom. Mas isso você já deve saber. A pergunta que fica é: se ela tivesse escrito ‘Fora Bolsonaro’ em vez de ‘perdeu, mané’, Moraes e Dino teriam condenado ela da mesma forma?”, afirmou.
O deputado também sustenta que há presos sem provas concretas de envolvimento na depredação dos prédios públicos e adota um tom semelhante ao do vídeo que viralizou em janeiro, quando criticou regras de fiscalização do Pix. “Quando você trata uma injustiça apenas como um número, ignora que há uma pessoa, uma família sofrendo, e que você um dia pode ser vítima da mesma injustiça. Infelizmente, temos muitas outras vítimas”, disse.
Nikolas ainda voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos sobre os atos do 8 de Janeiro no STF. Segundo o congressista, manifestantes de esquerda envolvidos em atos de “vandalismo” no passado não receberam punições tão severas.
“O Brasil já anistiou torturadores e corruptos. Negar perdão a manifestantes é escolher punir apenas quem tem menos poder. Ou colocam todos os envolvidos da esquerda que já fizeram o mesmo na cadeia, ou soltam os da direita para ficarem igual os da esquerda”, declarou.
PL NÃO CONSEGUE APOIO DE LÍDERES
Oficialmente, líderes dos partidos mais ao centro não apoiaram o requerimento de urgência do PL da anistia. Isso fez Sóstenes anunciar uma mudança em estratégia de sua legenda para pressionar o presidente da Casa Baixa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
O aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passará a coletar assinaturas individualmente em vez de depender dos líderes partidários. O regimento da Câmara exige apoio de 257 deputados para incluir a urgência automaticamente em votação. Sóstenes diz ter 165.
Segundo o deputado do PL, Motta pediu aos líderes que, por enquanto, não assinem o requerimento de urgência do projeto da anistia. O líder tem afirmado que outros 8 líderes já se comprometeram a apoiar o texto.
Dois motoristas de aplicativos foram flagrados brigando no meio do aeroporto de Natal na tarde desta quinta-feira (3).
O registro foi feito por uma moça que estava no aeroporto no momento e afirmou que a atitude seria vergonhosa. Vários turistas passavam pelo local e presenciaram a cena de agressão entre os dois homens.
Os motoristas foram separados por outras pessoas que estavam no local e até o momento não se tem informações do que ocasionou a discussão.
Magnayara Celiane Rodrigues da Silva é assistente social de formação. Mas, na prática, virou uma espécie de corretora de blog.
Ela não tem um portal de notícias, não publica reportagens, tampouco é conhecida no meio jornalístico. Mesmo assim, foi contratada pela prefeitura de Serra Caiada por quase R$ 10 mil, sem licitação, para cuidar da publicidade do município.
Os PIs não param pelos de Serra Caiada, estamos apurando e vamos publicitar em breve outros.
O curioso é que Magnayara não produz conteúdo algum. Quem fatura de verdade com a empresa dela é o jornalista Silvério Alves, dono de um blog que, por si só, não teria como receber a verba pública.
Para viabilizar a grana, o nome de Magnayara entra na jogada. A empresa está no nome dela, mas quem ganha com o contrato é Silvério.
É um modelo já conhecido no ramo: empresas emprestadas, contratos públicos e uma maquiagem jurídica pra dar aparência de legalidade.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou, nesta quinta-feira (3/4), que o governo federal não pretende retaliar os Estados Unidos por meio do Projeto de Lei (PL) da Reciprocidade, em relação à imposição de uma tarifa de 10% aos produtos brasileiros. A afirmação foi realizada no início desta noite ao Blog do Magno.
Perguntado se o Executivo teria interesse de utilizar o PL da Reciprocidade, o vice-presidente resumiu: “Não pretendemos usar”. Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDic), acrescentou que o Brasil não deve escalar uma guerra tarifária com os norte-americanos.
“A gente tem que respeitar a decisão de outros países e proteger e defender os produtos brasileiros (…). O caminho que eu vejo é o do diálogo e da negociação”, defendeu.
O texto do PL da Reciprocidade estabelece critérios para a reação brasileira a barreiras comerciais de outros países. O vice-presidente adiantou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai sancionar a medida. O mecanismo permite que o Brasil retalie tarifas impostas por parceiros comerciais.
Além de defender o diálogo, Alckmin citou que o Brasil deve buscar diversificar as parcerias comerciais. Ele pontuou que o Brasil ainda não vende carne para o Japão, assim como etanol e aeronaves. A produção de aviões e a de proteína animal são alguns dos itens que os EUA compram do Brasil. O presidente Lula fez nos últimos dias, juntamente com outras lideranças, um tour por países da Ásia, entre eles o Japão e o Vietnam.
Em 2024, as exportações brasileiras para os EUA de aeronaves e carne bovina somaram US$ 3,6 bilhões, o equivalente a 9% de todo o comércio entre os dois países: US$ 40,4 bi. No ano passado, o Brasil teve um déficit na relação comercial com os norte-americanos, no total de US$ 283,8 milhões.
O volume de negócios gerados em 2025 pelo Carnaval de Natal cresceu 34,5%, ultrapassando os R$ 196 milhões movimentados pelos participantes. Os números foram apurados pelo Instituto Fecomércio RN (IFC) entre 28 de fevereiro e 4 de março, e apresentados nesta quinta-feira (3) ao prefeito Paulinho Freire, seus secretários e imprensa.
Foram feitos dois estudos – um focado na percepção dos empresários e outro no perfil dos participantes do Carnaval de Natal – trazendo dados relevantes para o planejamento estratégico do setor e para a promoção do turismo e do comércio na cidade.
Na pesquisa que analisou o perfil dos participantes, realizada com 602 foliões, apontou uma média geral de aprovação dos participantes com uma nota de 8,8 e que 89,9% dos entrevistados demonstraram intenção de voltar nas próximas edições. O público foi formado principalmente por 59,5% de residentes e 40,5% de turistas ou visitantes de outras cidades.
As presenças marcantes foram registradas em shows musicais (86,9%) e blocos de rua (34,1%), além das praias (16,6%), evidenciando uma expressiva movimentação financeira decorrente dos gastos durante o Carnaval.
“Os estudos realizados pelo IFC têm fornecido subsídios estratégicos para o poder público no aprimoramento de seus eventos e, com Natal não será diferente. Neste caso, eles ressaltam não apenas o impacto econômico positivo do Carnaval de Natal, mas também o papel fundamental do evento na promoção da inclusão social e do fortalecimento do comércio local”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.
Mais de 70% dos empresários avaliaram evento como positivo
Já o levantamento com os empreendedores, que ouviu 204 pessoas dos setores de Comércio e Serviços, os resultados indicaram uma visão positiva do impacto do Carnaval.
A percepção geral foi de 71,1% de avaliações positivas, com a maioria dos entrevistados apontando que as expectativas foram atendidas, impulsionando o faturamento médio diário dos dois segmentos para aproximadamente R$ 2.943,63.
O estudo também revelou um expressivo movimento financeiro, evidenciado pelo aumento nos investimentos – com destaque para a ampliação de estoque e contratações temporárias, que atingiram 31,9% dos empresários – além de destacar os perfis variados das empresas participantes e os segmentos mais impactados pelo evento.
“É muito gratificante receber uma pesquisa dessa com números realmente fantásticos para Natal: quase 200 milhões foram circulados aqui na nossa economia. Estamos trabalhando em diversas áreas, mas a gente não pode deixar de fomentar o turismo, a cultura, que também movimentam a economia do município. Quero agradecer também essa parceria com a Fecomércio RN, em todos os eventos que Natal faz, não só na cultura, mas também na educação, na saúde e na assistência social”, afirmou o prefeito Paulinho Freire.
O senador Rogério Marinho (PL) afirmou, em entrevista ao programa Panorama 95 desta quinta-feira (03), na 95,9 FM de Caicó, que pretende manter a oposição unida em um único projeto para as eleições de 2026. Rogério destacou que tem uma relação de “amizade e absoluta confiança” com o senador Styvenson Valentim (Podemos) e garantiu que ambos não disputarão o governo um contra o outro.
“Eu só posso ser candidato ao governo, não posso ser candidato ao Senado porque já sou senador. Então, em relação ao Styvenson, estamos absolutamente afinados”, declarou.
Sobre o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos), Marinho afirmou que há um diálogo constante e que, caso sua candidatura ao governo se concretize, contará com o apoio de Álvaro, que poderia compor a chapa majoritária como candidato ao Senado. “Se não viabilizar, não terei nenhuma dificuldade em apoiá-lo, bem como ao senador Styvenson, caso ele decida não renovar seu mandato”, pontuou.
O senador também comentou sobre o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), destacando sua expressiva reeleição e o potencial de alinhamento político. “Ele tem desafios à frente e muito trabalho a ser feito em Mossoró, mas no momento oportuno vamos discutir política”, afirmou.
Marinho reforçou a necessidade de paciência e estratégia na construção de um projeto de oposição à governadora Fátima Bezerra (PT). “A política tem caminhos que precisam ser percorridos, e isso exige resiliência, foco e capacidade de negociação. Eu não cheguei aqui por acaso”, concluiu.
A oposição na Câmara apresentou no início da noite de quarta-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de habeas corpus coletivo em prol de presos por participar dos atos de 8 de janeiro de 2023.
O pedido é assinado pelo líder da oposição, deputado Zucco (PL-RS). O documento solicita a prisão domiciliar dos investigados que ainda não tiveram a prisão definitiva determinada. Na prática, busca beneficiar todos os réus dos atos de 8 de janeiro que ainda aguardam julgamento definitivo pela Primeira Turma do STF.
Segundo Zucco, o pedido visa “a substituição das prisões pelo recolhimento domiciliar para idosos, pessoas debilitadas por doenças graves, gestantes, mulheres com filhos de até 12 anos incompletos, e homens, se forem os únicos responsáveis pelos cuidados de filhos de até 12 anos incompletos”.
Para fundamentar o pedido, a oposição menciona o caso de Débora Rodrigues dos Santos, que escreveu com bato na estátua “A Justiça” em frente ao STF. Na semana passada, ela teve a prisão preventiva convertida em prisão domiciliar.
Zucco também solicitou no pedido a concessão de medida liminar para o exame dos casos individuais dos presos provisórios e definitivos do 8 de janeiro. A oposição argumenta que na investigação as denúncias do Ministério Público foram apresentadas sem individualizar cada caso.
O próximo passo envolve a definição de um relator para o habeas corpus no STF. O ministro pode tomar uma decisão diretamente ou pedir uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) se achar necessário.
Projeto de anistia
A oposição busca apoio para que o projeto que anistia os condenados do 8 de janeiro seja pautado no plenário. Para isso, o grupo reúne assinaturas para o requerimento de urgência.
Nesta quinta-feira (3), o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), anunciou que o grupo adotou nova estratégia e busca agora as assinaturas individuais dos deputados – e não mais dos líderes de partidos.
Segundo ele, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), orientou que os chefes de bancada não apoiassem o pedido por enquanto. “Nós já temos 163 assinaturas individuais. São necessárias 257”, disse em entrevista a jornalistas após reunião do colégio de líderes.
O youtuber Felipe Neto surpreendeu seus fãs ao anunciar, na tarde desta quinta-feira (3/4), sua candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026. A revelação foi feita por meio de um vídeo compartilhado em suas redes sociais, deixando seus milhões de seguidores intrigados com a novidade.
Logo no início de sua fala, o empresário explicou os motivos que o levaram a se afastar de assuntos políticos. Neto afirmou que esse distanciamento foi necessário para que pudesse se aprofundar ainda mais nas questões políticas do país.
Explicou afastamento de assuntos políticos
“Eu precisava ter um olhar de fora. Como em toda a minha carreira, baseio minhas opiniões no domínio da informação e no meu maior anseio de ser um guardião da verdade”, declarou Neto em sua fala.
“Eu anuncio minha pré-candidatura à presidência da República, e esse não é um gesto de vaidade”, destacou o influenciador, argumentando que já construiu um legado financeiro e na comunicação que garantem seu sustento e reconhecimento pelo resto da vida.
“Quero ser presidente porque, embora seja um homem de fora da política, possuo a maior arma do nosso tempo: o uso das redes”, afirmou.
Criação de uma nova rede social
Felipe Neto então ajustou seu discurso, aprofundando-se na forma como as redes sociais atualmente acessam nossos gostos, interesses pessoais e ideologias. A partir desse argumento, o youtuber revelou mais uma novidade.
O influenciador digital detalhou o projeto de criação de uma nova rede social, cujo objetivo seria permitir que os usuários compartilhassem com a empresa criadora suas preferências e necessidades:
“Uma espécie de laboratório onde cada cidadão, enquanto interage com os conteúdos, cede informações para que possamos compreender as preferências e necessidades do povo brasileiro”, explicou.
Segundo Felipe Neto, essa rede social estaria diretamente integrada ao seu projeto político, funcionando como uma espécie de ministério para retratar a opinião da maioria dos brasileiros sobre dados históricos.
Ao final de seu pronunciamento, Felipe Neto prometeu trazer mais detalhes sobre seus projetos em um vídeo que será publicado em suas redes sociais nesta sexta-feira (4/4), ao meio-dia.
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