Está quase fechada a lista de participantes do reality show A Fazenda. E mais uma pessoa acaba de ser confirmada. Trata-se de Branka Silva, ex-mulher de Naldo e quem afirma a participação da moça é o colunista Leo Dias, do jornal O Dia.
Branka, que nunca gostou de aparecer, acaba de posar para um ensaio sensual.
Ela foi casada com Naldo por 15 anos e juntos tiveram um filho, Pablo. A separação do casal aconteceu em 2010, e logo após o artista assumiu seu namoro com Moranguinho, sua atual mulher.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse neste domingo (6), durante ato na Avenida Paulista, em São Paulo, que “tem esperança” de receber ajuda de fora.
Bolsonaro se tornou réu no dia 26 de março após decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que aceitou denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) por envolvimento na elaboração de uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
“Não se preocupem comigo, covardia pode acontecer. Hoje faltou um filho meu aqui, o 03 [Eduardo Bolsonaro], que fala inglês, espanhol, árabe. Tem contato com pessoas importante no mundo todo e está lá nos Estados Unidos”, declarou.
“Daqui duas semanas ou 10 dias, a Justiça americana começa a julgar o caso Filipe Martins”.
Eduardo Bolsonaro está licenciado do cargo de deputado e está nos Estados Unidos.
Bandidos destruíram estruturas da rede de distribuição de energia e furtaram o equivalente a 2 quilômetros de cabos na área da Praia do Rosado. Em razão da ação criminosa na madrugada deste domingo (6), 486 clientes estão sem energia, informou a Neonergia Cosern.
A empresa também comunicou que diante da complexidade do caso destacou equipes do plantão e acionou colaboradores extras para a recomposição da rede no menor intervalo de tempo possível, seguindo todas as normas de segurança.
“Desde o momento inicial da falta de energia, as forças de segurança estaduais foram informadas do caso. Além disso, a distribuidora procedeu com abertura de Boletim de Ocorrência junto a Polícia Civil”, disse a companhia.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) falou sobre “voltar a confiar” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições de 2026. A declaração foi dada durante seu discurso na manifestação que defende a anistia aos envolvidos nos atos do 8 de Janeiro, que acontece em São Paulo neste domingo (6).
“Ano que vem o TSE terá um perfil completamente de isenção e podemos voltar a confiar nas eleições do ano que vem”, disse.
A manifestação em prol da anistia aos condenados pelos atos do 8 de Janeiro teve início por volta das 14h e acabou perto das 16h.
Além de Bolsonaro, também participaram do ato os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo; Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina; Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás; Wilson Lima (União Brasil), do Amazonas; Ratinho Júnior (PSD), do Paraná; e Mauro Mendes (União Brasil), do Mato Grosso.
Durante ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo, para conseguir apoio para o projeto de lei de anistia para os envolvidos no 8 de janeiro de 2023, o senador Rogério Marinho (PL-RN) fez comparação de público com ato convocado pela esquerda na última semana.
O senador potiguar também afirmou que o povo nas ruas exige liberdade e justiça, e que não haverá recuo. “A esquerda veio aqui e não trouxeram o povo, mesmo com estrutura e mortadela”, disse Marinho, em referência ao protesto da esquerda liderado por Guilherme Boulos no dia 30.
“Ao contrário dos que nos antagonizam, temos o povo ao nosso lado “, declarou o senador.
Marinho reforçou que o Brasil teve mais de 40 anistias desde 1822. “Tivemos grandes homens que defenderam o país, todos tiveram gestos de reconciliação e hoje temos um presidente que não respeita”.
“A anistia que está sendo vilipendiada é uma prerrogativa do Congresso brasileiro, não pertence ao STF, não pertence ao presidente da República, não pertence aos órgãos de imprensa, pertence aos legítimos donos do Brasil que é o povo brasileiro”, completou.
O prefeito de Natal, Paulinho Freire, foi a João Pessoa, neste domingo (06), para se reunir com o presidente da Câmara Federal, deputado Hugo Motta (Republicano-PB).
A conversa na capital paraibana tratou de temas de interesse de Natal, com enfoque na liberação de recursos para obras e projetos para o desenvolvimento da cidade.
“Foi um encontro muito positivo. Entre outros assuntos, falamos sobre a reforma das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) da capital potiguar. Seguimos trabalhando por Natal”, comentou o prefeito.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) mostrou um batom durante seu discurso na manifestação que defende a anistia para os envolvidos nos atos do 8 de Janeiro, que acontece em São Paulo neste domingo (6).
A cena é uma referência ao caso da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, que escreveu com batom na estátua em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 8 de janeiro de 2023.
“Queremos dizer queridos, em especial para as nossas meninas aqui representadas por aquele ato que nossa vereadora Priscila Costa fez em Copacabana: o batom, batom que representa Débora”, afirmou.
Fazendo uma referência bíblica, Michelle ainda classificou a cabeleireira como um “símbolo”.
“Hoje, a nossa Débora, uma mulher comum, cabeleireira, se torna símbolo da luta pela justiça no nosso Brasil”, disse. No dia 28 de março, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, concedeu prisão domiciliar a Débora, que deixou a penitenciária no dia seguinte.
Michelle Bolsonaro também pediu um grito de “força” para Eduardo Bolsonaro, deputado licenciado que está nos Estados Unidos.
“Aqui estão os três meninos do meu marido, faltando um, faltando o Eduardo, nosso Duda, que está longe, que está renunciando sua vida, a vida dos seus filhos pequenininhos que estavam na escola. Duda está nos Estados Unidos mandando a mensagem para o mundo da injustiça que estamos passando no Brasil”. Ao final do discurso, ela pediu um grito de “força Eduardo”.
Durante discurso no ato que defende anistia aos envolvidos no 8 de janeiro, que acontece neste domingo (6), em São Paulo, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de “covarde” e o presidente da Suprema Corte, Luís Roberto Barroso, de “debochado”.
“A que ponto chegamos, ir para rua para dizer o óbvio de que altas penas é para criminosos e não baderneiros. Ditadores de toga, principalmente Alexandre de Moraes, se utilizou do dia 8 para nos amedrontar, se lascou, olha a gente aqui, essa é a resposta para você, seu covarde”, afirmou.
Depois, o parlamentar também criticou Barroso: “Para o debochado do ministro Barroso, que falou “perdeu, mané”, primeiro, que isso é fala de bandido quando vai roubar alguém, O que você está querendo dizer com isso Barroso? Que as eleições de 2022 nós fomos assaltados? Porque, se for isso, fique em paz, que daqui um ano e meio tem eleições de novo”.
A manifestação de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em São Paulo em prol da anistia aos condenados pelos atos do 8 de janeiro teve início por volta das 14h. O ato ocorre na avenida Paulista, na região central de São Paulo.
Deixo uma sugestão…. No próximo ato, solicitem um kg de alimento, e assim, distribua entre as pessoas necessitadas. Fazer diferença, se não, apenas seus próprios interesses.
Uma multidão se faz presente na avenida Paulista em manifestação a favor da anistia para os envolvidos no 8 de janeiro. O vídeo foi registrado por volta das 14h20 deste domingo (6).
Além de Bolsonaro, também participam do ato os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo; Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina; Ronaldo Caiado (Uniã Brasil), de Goiás; Wilson Lima (União Brasil), do Amazonas; Ratinho Júnior (PSD), do Paraná; e Mauro Mendes (União Brasil), do Mato Grosso.
O ato foi organizado pelo pastor evangélico Silas Malafaia e é a primeira grande manifestação de bolsonaristas depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou denúncia contra o ex-presidente e outras sete pessoas no caso da suposta tentativa de golpe em 2022.
No dia 16 de março, outro ato pela anistia foi realizado na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Esse é o povo que nos faz acreditar que o Brasil ainda tem salvação, eu acredito em Jair Messias Bolsonaro, eu acredito no Brasil, eu acredito em Deus.
Manifestantes reunidos neste domingo (6) na avenida Paulista, em São Paulo, para pedir anistia aos condenados pelos crimes de 8 de janeiro de 2023 fizeram coro negando que Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados tentaram solapar a democracia no Brasil. “Não houve golpe”, gritaram os presentes.
A manifestação deste domingoé a 5ª que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) participa e convoca desde que deixou a Presidência da República. A última foi realizada em 16 de março de 2025, em Copacabana no Rio.
Em uma situação de normalidade jurídica, esse povo estaria sendo julgado por juízes de primeira instância e sendo condenados a penas, no máximo, em regime semi-aberto. Não era nem para estar se pedindo anistia.
Não houve, graças a Deus! Mas a mera tentativa já crime e que todos os criminosos sejam reaponsabilizados pelos seus atos, pq bandido bom é bandido? Repitam comigo bolsolóides! PRESO!
O grupo dos brasileiros que viram a economia nacional piorar nos últimos meses cresceu dez pontos percentuais desde o fim do ano passado e agora representa 55% do total, de acordo com pesquisa Datafolha. É a primeira vez no terceiro mandato de Lula (PT) que a fatia corresponde à maioria dos entrevistados.
Os números são acompanhados pela percepção dominante de que a inflação vai continuar acelerando, embora o pessimismo com os preços tenha arrefecido desde a pesquisa anterior, de dezembro. Para a maior parte dos entrevistados, o poder de compra dos salários vai encolher nos próximos meses.
A pesquisa foi feita entre 1º e 3 de abril de 2025 —três semanas após a divulgação de que o país registrou uma inflação de 1,31% em fevereiro (a maior para o mês em mais de 20 anos). O Datafolha fez 3.054 entrevistas em 172 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
O crescimento da visão negativa foi alimentado principalmente pela mudança de opinião dos que antes não percebiam melhora ou piora do quadro. As respostas do grupo que não acha ter havido mudanças caiu oito pontos em relação a dezembro, de 31% para 23%.
Já o grupo dos que viram a economia do país melhorar teve estabilidade. As respostas nesse caso oscilaram um ponto para baixo (dentro da margem de erro) e ficaram em cerca de um quinto da população —21%.
Nos quatro principais recortes (gênero, idade, escolaridade e renda familiar mensal), quem mais manifesta a sensação de que o cenário do país piorou são os mais jovens, de 16 a 24 anos (61%), os que ganham acima de dez salários mínimos (60%) e os que estudaram até o ensino médio (60%).
Comente aqui